RESENHA DA BOLSA - HARAMOTO - TERÇA-FEIRA 14/10/2014
ÁSIA: O aumento das preocupações sobre a saúde da economia global arrastou as bolsas asiáticas para baixo, enquanto o dólar se recuperou ante o euro e o iene das grandes quedas do dia anterior.
Em Tóquio, o Nikkei do Japão caiu 2,38%, para 14,936.51, abaixo da marca dos 15.000 pontos, atingindo níveis vistos pela última vez em meados de agosto, na sequência de um feriado na segunda-feira. A valorização do iene japonês tem prejudicado a competitividade dos exportadores locais.
Na China, as ações de Hong Kong sucumbiram à fraqueza dos mercados norte-americanos e o índice Hang Seng caiu 0,41%, após retomada dos protestos pró-democracia. Destaque para stocks imobiliários e bancos que se recuperaram das perdas anteriores. Em sentido contrário, stocks de petróleo ampliaram suas perdas, já que os preços internacionais de petróleo bruto recuaram com as expectativas de que os países da OPEP não vão cortar suas produções devido à menor demanda global. Ao longo do continente, o Shanghai Composite Index caiu 0,28%.
O índice de referência australiano S & P / ASX 200 trilhou por caminhos opostos à seus pares regionais e subiu 1,01%, após cair 8,9% nas últimas seis semanas. A subida do preço do minério de ferro na China durante a noite apoiou um dia extremamente forte para as mineradoras. Rio Tinto saltaram 4,1% e BHP Billiton avançou 2,6%. Fortescue fechou com alta de 5,5% e Atlas Iron disparou 14,9%. O setor financeiro aumentou modestamente após o Vice Presidente do Reserve Bank, Guy Debelle, dizer em um fórum em Sydney que os mercados enfrentam um "sell off violento" por causa da incerteza econômica global.
EUROPA: As bolsas na Europa caem, depois que a pesquisa sobre o sentimento da Alemanha destacou temores sobre a desaceleração do crescimento na maior economia da Europa.
O indicador de sentimento econômico ZEW para a Alemanha afundou para território negativo pela primeira vez desde novembro de 2012, caindo para 3,6 negativo em outubro, em comparação com 6,9 pontos em setembro devido às tensões geopolíticas entre Ucrânia e Rússia e o fraco desenvolvimento econômico em algumas partes da zona do euro.
O indicador ZEW de sentimento econômico na zona do euro também caiu para 4,1, ante 14.2 da última divulgação e abaixo da expectativa de 7,1.
O Stoxx 600 recua 1,21%, indo em direção à seu sexto dia de queda consecutivo.
O DAX 30 da Alemanha cai quase 1%. Daimler ameniza as perdas e sobe 1,33% depois que a montadora alemã registrou lucros e fluxo de caixa livre no terceiro trimestre.
Os preços ao consumidor espanhol caiu para um ritmo mais lento em setembro do que em agosto, com o núcleo da inflação mergulhando em território negativo pela primeira vez em mais de quatro anos. IBEX 35 da Espanha cai.
O índice FTSE 100 também se encontra sob pressão após dados do governo mostrar uma inesperada queda da inflação no Reino Unido em setembro. Uma queda acentuada no preço do combustível levou a inflação no Reino Unido a desacelerar mais do que o esperado em setembro, aliviando a pressão sobre o Banco da Inglaterra para uma rápida subida das taxas de juro. A inflação anual caiu para 1,2% no mês, ante 1,5% em agosto, sendo a taxa de inflação mais baixa registrada desde setembro de 2009 e é significativamente abaixo das previsões dos economistas consultados pelo The Wall Street Journal. Em termos mensais, os preços mantiveram-se estáveis em setembro, em comparação com 0,4% de crescimento no mês anterior. As mineradoras diminuem a pressão sobre o benckmark e avançam em Londres. BHP Billiton sobe 0,57%, Rio Tinto sobe 1,97% e Glencore avança 1,08%.
No resto da região, CAC 40 da França e FTSE MIB da Itália também recuam.
AGENDA ECONÔMICA:
EUA:
8h30 - NFIB Small Business Index (índice de otimismo do pequeno empresário);
ÍNDICES MUNDIAIS (7h00):
ÁSIA
Nikkei: -2,38%
Austrália: +1,01%
Hong Kong: -0,41%
Xangai Composite: -0,28%
EUROPA
Frankfurt - Dax: -0,68%
London - FTSE: -0,53%
Paris CAC 40: -0,88%
IBEX 35: -1,02%
FTSE MIB: -1,32%
COMMODITIES
BRENT: -0,20%
WTI: -0,05%
OURO: -0,14%
COBRE: +0,10%
NIQUEL: -0,63%
SOJA: +0,94%
ALGODÃO: +0,20%
ÍNDICES FUTUROS
Dow: +0,18%
SP500: +0,27%
NASDAQ: +0,28%
RESULTADOS CORPORATIVOS:
EUA: Citigroup , Del Frisco's Restaurant, Domino's Pizza, JB Hunt Trans, Johnson & Johnson, JPMorgan Chase, Wells Fargo, Wolverine, ADTRAN, Bank of the Ozarks, CSX,
Healthcare Services Group, Intel, Linear Tech, Marten Transport, Synergetics
Observação: Este material é um trabalho voluntário e gratuíto, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. Atenção para o horário da disponibilização dos dados desse relatório. Você pode acompanhar também no http://br.investing.com/ e no http://haramoto.blogspot.com. Siga também no twitter: http://www.twitter.com/haramototrader
Veja Também

RESENHA DA BOLSA - HARAMOTO - SEGUNDA-FEIRA 13/10/2014
ÁSIA: O índice MSCI de ações da Ásia-Pacífico com exceção do Japão caiu 0,6%, continuando a queda de 1,1% da semana passada, atingindo a mínima de sete meses nesta segunda-feira, em meio a preocupações de que a promessa do Federal Reserve de manter as taxas de juro em uma baixa recorde por um longo período, não conseguirá combater uma desaceleração global.
As quedas nos mercados asiáticos vieram após SP 500 cair 1,2% na sexta-feira e o índice CBOE de volatilidade saltar para uma alta de dois anos. Os investidores tem evitado ativos de riscos, olhando as perspectivas de recessão na Europa, a fraca economia do Japão, o aumento da desaceleração da China e aguardando o fim do programa de compras de títulos do Federal Reserve dos EUA.
As exportações da China de setembro cresceram 15,3% em relação ao ano anterior, o maior aumento desde fevereiro de 2013 e acima da estimativa de 12% dos analistas da Bloomberg e ultrapassou os 9,4% de crescimento do agosto. As importações em setembro subiu 7% ante o ano anterior, após queda de 2,4% em agosto. Economistas previam uma queda de 2,4%. O Shanghai Composite Index caiu 0,36%, enquanto o Hang Seng Index avançou 0,24%, depois de cair 1,9% na sexta-feira, arrastado principalmente por ações do setor financeiro e imobiliário. Várias reportagens disseram que o tão esperado programa que permitiria a negociação de ações direta entre os mercados de Hong Kong e Xangai, pode ser adiada para o final deste mês ou mais tarde, possivelmente devido ao fato de Beijing hesitar em conceder a aprovação, em meio a agitação política em Hong Kong.
Na Austrália, o S & P/ASX 200 caiu 0,63%, a sétima queda consecutiva, permanecendo próximo a uma baixa de oito meses. Os investidores aproveitaram o setor de mineração pesadamente vendidos e foram as compras. BHP Billiton (BHP) subiu 0,9%, RioTinto saltou 1,9% e Fortescue Metals disparou 6,1%. Na quarta e quinta-feira, Rio Tinto, Fortescue e Woodside liberam seus relatórios de produção trimestrais. Empresas envolvidas com produção de carvão foram duramente atingidos após o Ministério das Finanças da China delinear na semana passada a intenção de aumentar tarifas de importação de carvão a partir desta quarta-feira. Wesfarmers caiu 2%, Aurizon caiu 3.2%, enquanto Whitehaven Coal terminou inalterada, após queda de 13% na semana passada.
Os mercados do Japão ficaram fechados por conta de um feriado.
EUROPA: As bolsas europeias recuperam após abrir em queda, próximo de seu nível mais baixo desde fevereiro, puxadas pelas preocupações com a desaceleração da zona do euro e os efeitos do fim do programa de estímulo monetário do banco central dos EUA sobre os mercados de ações. O Stoxx 600 caiu 4,1% na semana passada, registrando a pior queda semanal desde maio de 2012, ameaçada com a possibilidade da zona do euro mergulhar em recessão pela terceira vez.
O Stoxx 600 cai ligeiros 0,06%, depois de abrir perdendo 0,8%, impulsionado pela alta de produtores de commodities. O setor de mineração lidera a alta entre os 19 grupos industriais no Stoxx 600, após dados mostrarem que as exportações chinesas em setembro tiveram o maior aumento desde fevereiro 2013.
Baixas no setor de chips pesam sobre o Stoxx 600. Infineon Technologies perde 1,76% após a sua classificação ser reduzida de overweight para neutra pelo JP Morgan Cazenove, que citou o enfraquecimento da demanda na Europa e China. STMicroelectronics recua 4,20%, após suas ações também serem reduzidas para neutro e contrariando a tendência de baixa, Anglo-American sobe 2,98%, após um upgrade da mineradora de minério de ferro de neutro para outperform pelo Credit Suisse. Entre outras mineradoras, BHP Billiton sobe 1,55% e Rio Tinto avança 2,34%.
AGENDA ECONÔMICA:
EUA: Não são esperados indicadores para o dia, marcado pelo feriado do Columbus Day, mas os mercados em Wall Street permanecerão abertos.
ÍNDICES MUNDIAIS (7h00):
ÁSIA
Nikkei: ---
Austrália: -0,63%
Hong Kong: +0,24%
Xangai Composite: -0,36%
EUROPA
Frankfurt - Dax: +0,39%
London - FTSE: +0,04%
Paris CAC 40: +0,36%
IBEX 35: +0,63%
FTSE MIB: +0,61%
COMMODITIES
BRENT: -1,75%
WTI: -1,28%
OURO: +0,41%
COBRE: +0,10%
NIQUEL: +0,63%
SOJA: +0,68%
ALGODÃO: +0,47%
ÍNDICES FUTUROS
Dow: +0,07%
SP500: +0,13%
NASDAQ: -0,09%
Observação: Este material é um trabalho voluntário e gratuíto, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. Atenção para o horário da disponibilização dos dados desse relatório. Você pode acompanhar também no http://br.investing.com/ e no http://haramoto.blogspot.com. Siga também no twitter: http://www.twitter.com/haramototrader
ÁSIA: O índice MSCI de ações da Ásia-Pacífico com exceção do Japão caiu 0,6%, continuando a queda de 1,1% da semana passada, atingindo a mínima de sete meses nesta segunda-feira, em meio a preocupações de que a promessa do Federal Reserve de manter as taxas de juro em uma baixa recorde por um longo período, não conseguirá combater uma desaceleração global.
As quedas nos mercados asiáticos vieram após SP 500 cair 1,2% na sexta-feira e o índice CBOE de volatilidade saltar para uma alta de dois anos. Os investidores tem evitado ativos de riscos, olhando as perspectivas de recessão na Europa, a fraca economia do Japão, o aumento da desaceleração da China e aguardando o fim do programa de compras de títulos do Federal Reserve dos EUA.
As exportações da China de setembro cresceram 15,3% em relação ao ano anterior, o maior aumento desde fevereiro de 2013 e acima da estimativa de 12% dos analistas da Bloomberg e ultrapassou os 9,4% de crescimento do agosto. As importações em setembro subiu 7% ante o ano anterior, após queda de 2,4% em agosto. Economistas previam uma queda de 2,4%. O Shanghai Composite Index caiu 0,36%, enquanto o Hang Seng Index avançou 0,24%, depois de cair 1,9% na sexta-feira, arrastado principalmente por ações do setor financeiro e imobiliário. Várias reportagens disseram que o tão esperado programa que permitiria a negociação de ações direta entre os mercados de Hong Kong e Xangai, pode ser adiada para o final deste mês ou mais tarde, possivelmente devido ao fato de Beijing hesitar em conceder a aprovação, em meio a agitação política em Hong Kong.
Na Austrália, o S & P/ASX 200 caiu 0,63%, a sétima queda consecutiva, permanecendo próximo a uma baixa de oito meses. Os investidores aproveitaram o setor de mineração pesadamente vendidos e foram as compras. BHP Billiton (BHP) subiu 0,9%, RioTinto saltou 1,9% e Fortescue Metals disparou 6,1%. Na quarta e quinta-feira, Rio Tinto, Fortescue e Woodside liberam seus relatórios de produção trimestrais. Empresas envolvidas com produção de carvão foram duramente atingidos após o Ministério das Finanças da China delinear na semana passada a intenção de aumentar tarifas de importação de carvão a partir desta quarta-feira. Wesfarmers caiu 2%, Aurizon caiu 3.2%, enquanto Whitehaven Coal terminou inalterada, após queda de 13% na semana passada.
Os mercados do Japão ficaram fechados por conta de um feriado.
EUROPA: As bolsas europeias recuperam após abrir em queda, próximo de seu nível mais baixo desde fevereiro, puxadas pelas preocupações com a desaceleração da zona do euro e os efeitos do fim do programa de estímulo monetário do banco central dos EUA sobre os mercados de ações. O Stoxx 600 caiu 4,1% na semana passada, registrando a pior queda semanal desde maio de 2012, ameaçada com a possibilidade da zona do euro mergulhar em recessão pela terceira vez.
O Stoxx 600 cai ligeiros 0,06%, depois de abrir perdendo 0,8%, impulsionado pela alta de produtores de commodities. O setor de mineração lidera a alta entre os 19 grupos industriais no Stoxx 600, após dados mostrarem que as exportações chinesas em setembro tiveram o maior aumento desde fevereiro 2013.
Baixas no setor de chips pesam sobre o Stoxx 600. Infineon Technologies perde 1,76% após a sua classificação ser reduzida de overweight para neutra pelo JP Morgan Cazenove, que citou o enfraquecimento da demanda na Europa e China. STMicroelectronics recua 4,20%, após suas ações também serem reduzidas para neutro e contrariando a tendência de baixa, Anglo-American sobe 2,98%, após um upgrade da mineradora de minério de ferro de neutro para outperform pelo Credit Suisse. Entre outras mineradoras, BHP Billiton sobe 1,55% e Rio Tinto avança 2,34%.
AGENDA ECONÔMICA:
EUA: Não são esperados indicadores para o dia, marcado pelo feriado do Columbus Day, mas os mercados em Wall Street permanecerão abertos.
ÍNDICES MUNDIAIS (7h00):
ÁSIA
Nikkei: ---
Austrália: -0,63%
Hong Kong: +0,24%
Xangai Composite: -0,36%
EUROPA
Frankfurt - Dax: +0,39%
London - FTSE: +0,04%
Paris CAC 40: +0,36%
IBEX 35: +0,63%
FTSE MIB: +0,61%
COMMODITIES
BRENT: -1,75%
WTI: -1,28%
OURO: +0,41%
COBRE: +0,10%
NIQUEL: +0,63%
SOJA: +0,68%
ALGODÃO: +0,47%
ÍNDICES FUTUROS
Dow: +0,07%
SP500: +0,13%
NASDAQ: -0,09%
Observação: Este material é um trabalho voluntário e gratuíto, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. Atenção para o horário da disponibilização dos dados desse relatório. Você pode acompanhar também no http://br.investing.com/ e no http://haramoto.blogspot.com. Siga também no twitter: http://www.twitter.com/haramototrader
RESENHA DA BOLSA - HARAMOTO - SEXTA-FEIRA 10/10/2014
ÁSIA: O MSCI Asia Pacific Index (MXAP) caiu 1,1% nesta sexta-feira, seu menor fechamento desde 7 de maio e o quinto declínio semanal, após o índice Standard & Poor 500 registrar a maior perda desde abril, enquanto o Dow Jones Industrial Average caiu 1,97%, a primeira queda de 300 pontos desde o final de julho e sua maior perda diária no ano. Dias atras, membros do Comitê de política econômica do Federal Reserve disseram na minuta da última reunião que a desaceleração do crescimento global e o dólar mais forte figuram entre os potenciais riscos para as perspectivas dos Estados Unidos.
O presidente do Banco Central Europeu, Mario Draghi alertou ontem para a existência de sinais que apontam para o abrandamento das economias da Zona Euro e reiterou seu compromisso de empregar medidas firmes para combater a inflação baixa na zona do euro, estimulando expectativas de maior flexibilização por parte do BCE. Isso somado à volatilidade nos mercados acionários globais, perspectiva de aumento das taxas de juros nos Estados Unidos, bem como uma confluência de preocupações de crescimento ao redor do mundo, inclusive na China e na Europa.
Em Hong Kong, as tensões aumentaram depois que o governo cancelou as negociações agendadas anteriormente com manifestantes pró-democracia. O número de manifestantes diminuiu nos últimos dias, mas poderá subir novamente, podendo afetar empresas locais e gerando confusões no sistema de transporte. O Hang Seng de Hong Kong perdeu 1,90%
No Japão, a minuta da reunião do banco central mostrou que um membro do conselho alertou para possíveis efeitos negativos de estímulos adicionais, apesar muitos investidores esperarem que o Banco do Japão expanda os estímulos monetários no início do próximo ano, se a inflação ficar bem abaixo do seu nível alvo. O comentário indica que nem todos os membros do conselho estavam confortáveis com a política agressiva de flexibilização e qualquer sinal de ceticismo entre os membros do BoJ pode enfraquecer o impacto de tal medida, especialmente nas mentes dos investidores de mercado. O dólar foi negociado a ¥ 107,80, ante ¥ 107,84 na quinta-feira em Nova York. A fraqueza recente do dólar tem afetado os exportadores japoneses. O Nikkei Stock Average caiu 1,15%.
Na Austrália, o S & PASX 200 caiu 2,05%, próxima a uma baixa de oito meses, puxada por stocks de energia e mineração entre as principais perdas. BHP Billiton e Rio Tinto tombaram 2,74% e 3,00% respectivamente. Woodside Petroleum caiu 2,67% e Oil Search derrapou 4,02%.
Em outros lugares, o Shanghai Composite Index caiu 0,62% e Kospi da Coréia do Sul recuou 1,24%.
EUROPA: As ações da Europa tem tomado uma surra nesta semana, depois de uma série de dados sem brilho da Alemanha, aumentando preocupações de que a maior economia da região está caminhando para uma recessão, além de ameaças representada pelo Ebola na África Ocidental e Estado islâmico no Oriente Médio. Além disso, o Fundo Monetário Internacional reduziu nesta terça-feira as perspectivas de crescimento para a zona do euro para 0,8% em 2014, abaixo da estimativa anterior de 1,1%.
O índice Stoxx Europe 600 desliza 1,62%, a caminho certo para uma queda semanal de 3,5%, o que marcaria a pior semana desde junho de 2013.
A maioria das ações no Reino Unido estão atoladas no vermelho, colocando o índice FTSE 100 a caminho da terceira semana consecutiva de perdas, podendo marcar o menor fechamento em um ano. Empresas de mineração postam as maiores perdas, revendo o clima de otimismo da quinta-feira, quando um dólar mais fraco ajudou a impulsionar os preços das commodities. Anglo American cai 3,02%, Randgold Resources recua 2,44%, Rio Tinto perde 1,79% e BHP Billiton cai 2,25%.
No resto da região, índice DAX 30 da Alemanha cai mais 2% e CAC 40 da França perde mais de 1%.
AGENDA ECONÔMICA:
EUA:
9h30 - Import Prices (preços de bens importados, excluindo petróleo);
10h00 - Discurso do Presidente do FED da Filadélfia Charles Plosser;
ÍNDICES MUNDIAIS (7h20):
ÁSIA
Nikkei: -1,15%
Austrália: -2,05%
Hong Kong: -1,90%
Xangai Composite: -0,62%
EUROPA
Frankfurt - Dax: -2,35%
London - FTSE: -1,58%
Paris CAC 40: -1,73%
IBEX 35: -1,50%
FTSE MIB: -1,51%
COMMODITIES
BRENT: +0,88%
WTI: -1,96%
OURO: -0,17%
COBRE: -1,15%
NIQUEL: -0,63%
SOJA: -0,70%
ALGODÃO: +0,74%
ÍNDICES FUTUROS
Dow: -0,72%
SP500: -0,65%
NASDAQ: -1,14%
RESULTADOS CORPORATIVOS:
EUA: Fastena, Infosys, Progressive
Observação: Este material é um trabalho voluntário e gratuíto, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. Atenção para o horário da disponibilização dos dados desse relatório. Você pode acompanhar também no http://br.investing.com/ e no http://haramoto.blogspot.com. Siga também no twitter: http://www.twitter.com/haramototrader
ÁSIA: O MSCI Asia Pacific Index (MXAP) caiu 1,1% nesta sexta-feira, seu menor fechamento desde 7 de maio e o quinto declínio semanal, após o índice Standard & Poor 500 registrar a maior perda desde abril, enquanto o Dow Jones Industrial Average caiu 1,97%, a primeira queda de 300 pontos desde o final de julho e sua maior perda diária no ano. Dias atras, membros do Comitê de política econômica do Federal Reserve disseram na minuta da última reunião que a desaceleração do crescimento global e o dólar mais forte figuram entre os potenciais riscos para as perspectivas dos Estados Unidos.
O presidente do Banco Central Europeu, Mario Draghi alertou ontem para a existência de sinais que apontam para o abrandamento das economias da Zona Euro e reiterou seu compromisso de empregar medidas firmes para combater a inflação baixa na zona do euro, estimulando expectativas de maior flexibilização por parte do BCE. Isso somado à volatilidade nos mercados acionários globais, perspectiva de aumento das taxas de juros nos Estados Unidos, bem como uma confluência de preocupações de crescimento ao redor do mundo, inclusive na China e na Europa.
Em Hong Kong, as tensões aumentaram depois que o governo cancelou as negociações agendadas anteriormente com manifestantes pró-democracia. O número de manifestantes diminuiu nos últimos dias, mas poderá subir novamente, podendo afetar empresas locais e gerando confusões no sistema de transporte. O Hang Seng de Hong Kong perdeu 1,90%
No Japão, a minuta da reunião do banco central mostrou que um membro do conselho alertou para possíveis efeitos negativos de estímulos adicionais, apesar muitos investidores esperarem que o Banco do Japão expanda os estímulos monetários no início do próximo ano, se a inflação ficar bem abaixo do seu nível alvo. O comentário indica que nem todos os membros do conselho estavam confortáveis com a política agressiva de flexibilização e qualquer sinal de ceticismo entre os membros do BoJ pode enfraquecer o impacto de tal medida, especialmente nas mentes dos investidores de mercado. O dólar foi negociado a ¥ 107,80, ante ¥ 107,84 na quinta-feira em Nova York. A fraqueza recente do dólar tem afetado os exportadores japoneses. O Nikkei Stock Average caiu 1,15%.
Na Austrália, o S & PASX 200 caiu 2,05%, próxima a uma baixa de oito meses, puxada por stocks de energia e mineração entre as principais perdas. BHP Billiton e Rio Tinto tombaram 2,74% e 3,00% respectivamente. Woodside Petroleum caiu 2,67% e Oil Search derrapou 4,02%.
Em outros lugares, o Shanghai Composite Index caiu 0,62% e Kospi da Coréia do Sul recuou 1,24%.
EUROPA: As ações da Europa tem tomado uma surra nesta semana, depois de uma série de dados sem brilho da Alemanha, aumentando preocupações de que a maior economia da região está caminhando para uma recessão, além de ameaças representada pelo Ebola na África Ocidental e Estado islâmico no Oriente Médio. Além disso, o Fundo Monetário Internacional reduziu nesta terça-feira as perspectivas de crescimento para a zona do euro para 0,8% em 2014, abaixo da estimativa anterior de 1,1%.
O índice Stoxx Europe 600 desliza 1,62%, a caminho certo para uma queda semanal de 3,5%, o que marcaria a pior semana desde junho de 2013.
A maioria das ações no Reino Unido estão atoladas no vermelho, colocando o índice FTSE 100 a caminho da terceira semana consecutiva de perdas, podendo marcar o menor fechamento em um ano. Empresas de mineração postam as maiores perdas, revendo o clima de otimismo da quinta-feira, quando um dólar mais fraco ajudou a impulsionar os preços das commodities. Anglo American cai 3,02%, Randgold Resources recua 2,44%, Rio Tinto perde 1,79% e BHP Billiton cai 2,25%.
No resto da região, índice DAX 30 da Alemanha cai mais 2% e CAC 40 da França perde mais de 1%.
AGENDA ECONÔMICA:
EUA:
9h30 - Import Prices (preços de bens importados, excluindo petróleo);
10h00 - Discurso do Presidente do FED da Filadélfia Charles Plosser;
ÍNDICES MUNDIAIS (7h20):
ÁSIA
Nikkei: -1,15%
Austrália: -2,05%
Hong Kong: -1,90%
Xangai Composite: -0,62%
EUROPA
Frankfurt - Dax: -2,35%
London - FTSE: -1,58%
Paris CAC 40: -1,73%
IBEX 35: -1,50%
FTSE MIB: -1,51%
COMMODITIES
BRENT: +0,88%
WTI: -1,96%
OURO: -0,17%
COBRE: -1,15%
NIQUEL: -0,63%
SOJA: -0,70%
ALGODÃO: +0,74%
ÍNDICES FUTUROS
Dow: -0,72%
SP500: -0,65%
NASDAQ: -1,14%
RESULTADOS CORPORATIVOS:
EUA: Fastena, Infosys, Progressive
Observação: Este material é um trabalho voluntário e gratuíto, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. Atenção para o horário da disponibilização dos dados desse relatório. Você pode acompanhar também no http://br.investing.com/ e no http://haramoto.blogspot.com. Siga também no twitter: http://www.twitter.com/haramototrader
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