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terça-feira, 18 de junho de 2019

RESENHA DA BOLSA - TERÇA-FEIRA 18/06/2019

ÁSIA: Os mercados da Ásia fecharam majoritariamente em alta nesta terça-feira, com investidores aguardando reuniões de importantes bancos centrais no decorrer desta semana.

O FOMC dos EUA realizará sua reunião de dois dias que começa nesta terça-feira. Investidores estarão atentos à sua declaração política, a ser divulgada na quarta-feira e na coletiva de imprensa realizada pelo presidente do Fed, Jerome Powell, pouco mais tarde. Powell provavelmente continuará com o discurso que fez no início deste mês, de que o Fed vai agir se achar que os conflitos comerciais do governo Trump estão ameaçando a economia dos EUA.

Os bancos centrais da Grã-Bretanha e do Japão também anunciarão suas últimas decisões de política monetária nesta semana.

Nesta terça-feira, o Reserve Bank da Austrália divulgou a minuta de sua reunião em junho, que reduziu sua taxa de juros para 1,25%. De acordo com a ata, os membros concordaram que novos cortes nas taxas são “mais prováveis ​​do que não” em breve, embora houvesse outras maneiras de reduzir o desemprego.

Na China continental, as bolsas subiram. O composto de Xangai subiu 0,09% e o Shenzhen Composite subiu 0,16%. Em Hong Kong, o índice Hang Seng avançou 1%, com ações da Tencent saltando 1,5%.

Na Coreia do Sul, o Kospi subiu 0,38%. As ações da empresa de biofármacos Celltrion subiram 1,46%. 

Enquanto isso, o S & P / ASX 200 na Austrália subiu 0,6%, encerrando o dia em 6.570,00, marcando um novo recorde de 11,5 anos para o índice de referência. O principal motivo foi a ata da reunião do RBA do mês passado, que mostrou que seus comentários são mais dovish do que se pensava e que mais cortes de juros são altamente prováveis de acontecer ainda este ano. 

As ações de empresas de tecnologia local seguiram as altas em Wall Street na segunda-feira, com expectativas de corte nas taxas em ambos os mercados levando os investidores a comprarem suas ações. 

Os produtores de aço da China estão sob crescente pressão com o alto preço do minério de ferro, à medida que o fluxo de oferta da Vale cai. Os aumentos nos preços do minério de ferro estão pressionando a lucratividade das siderúrgicas no país, à medida que a demanda desacelera na economia chinesa. As margens de lucro do aço estão baixas, significando que algumas empresas chinesas estavam próximas de se tornarem não rentáveis.

A BlueScope Steel fechou em queda de 1,2%, após ter cortado suas projeções de lucro para 2018-19, citando margens de aço dos EUA mais baixas. A companhia afirmou que espera que o lucro subjacente antes dos juros e impostos aumente 10% em relação ao ano anterior, mas que os lucros devem ser apenas 6% mais altos.

Entre as mineradoras, BHP caiu 0,4%, Fortescue Metals recuou 3,2% e Rio Tinto fechou em baixa de 1,7%.

As ações japonesas resistiram à tendência regional. O índice Nikkei caiu 0,72%, pesada pela queda das gigantes ​​do índice Fast Retailing, Softbank Group e Fanuc. O índice Topix caiu 0,72%.

Na frente comercial EUA-China, centenas de empresas americanas estão mandando mensagem ao governo do presidente dos EUA, Donald Trump, para desencorajá-lo de aumentar as tarifas sobre a China, ao mesmo tempo que o secretário de Comércio dos EUA, Wilbur Ross, diz que Trump está ”perfeitamente feliz” em impor novas tarifas à China se as duas potências econômicas não “fizerem um acordo”.

EUROPA: As bolsas europeias recuperam nesta terça-feira e o euro cai frente ao dólar após discurso do presidente do Banco Central Europeu, Mario Draghi, que sugeriu que o BCE fará mais estímulo, seja por meio de novos cortes nas taxas ou compras de ativos, se a inflação não melhorar, dizendo que seu programa de compra de ativos ainda tem espaço considerável.

O pan-europeu Stoxx 600 recupera de uma queda inicial para subir 0,4% durante o discurso. As ações de recursos básicos levaram a melhor enquanto apenas um pequeno punhado de setores permanece no vermelho.

O grupo de seguros Old Mutual, listado na bolsa de Londres, lidera o topo do índice de blue chips europeu, subindo 3,1% depois de demitir seu CEO, Peter Moyo, devido conflito de interesses. Na outra ponta do Stoxx 600, a fabricante de equipamentos hospitalares dinamarquesa Ambu cai mais de 16% no início do pregão depois de cortar perspectivas.

Entre as mineradoras listadas em Londres, Anglo American sobe 0,8%, Antofagasta avança 1,9%, BHP sobe 1,5% e Rio Tinto opera em alta de 1,3%.

EUA: Os futuros dos índices de ações dos Estados Unidos operam em território positivo na manhã de terça-feira, quando os participantes do mercado se prepararam para o primeiro dia da reunião de juros da Reserva Federal.

O foco do mercado está em grande parte em sintonia com o banco central dos EUA, cujos formuladores de políticas estão prontos para iniciar uma reunião de dois dias nesta terça-feira.

O Federal Reserve deverá manter os custos dos juros inalterados, apesar das novas exigências do presidente Donald Trump para cortar as taxas de juros.

É provável que os investidores monitorem de perto se os formuladores de políticas do banco central estabelecem as bases para um corte nas taxas no final do ano.

Novas esperanças de uma política monetária mais flexível diminuíram as tensões nos mercados de ativos de risco, que foram duramente atingidos no mês passado pela escalada das tensões comerciais entre as maiores economias do mundo.

Na frente de dados, o início da construção e as autorizações de construção para maio estão programadas para as 9h30.

Em notícias corporativas, Parsons reportará seus últimos resultados antes do sino de abertura. A empresa de construção e engenharia, conhecida por construir aeroportos e metrôs, está pronta para lançar seus primeiros lucros trimestrais desde a oferta pública inicial (IPO) no início deste ano.

ÍNDICES FUTUROS - 7h10:
Dow: +0,21%
SP500: +0,25%
NASDAQ: +0,50%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

segunda-feira, 17 de junho de 2019

RESENHA DA BOLSA - SEGUNDA-FEIRA 17/06/2019

ÁSIA: As bolsas da Ásia fecharam sem direção nesta segunda-feira, com investidores aguardando a reunião do Federal Reserve dos EUA que deve acontecer no decorrer da semana para ver a direção das taxas de juros. 

Na China continental, o Shenzhen Composite caiu 0,19%, enquanto o composto de Xangai subiu 0,2%.

Em Hong Kong, o índice Hang Seng subiu cerca de 0,40%, um dia depois que multidões reuniram para exigir que autoridades renunciassem após suspender, mas não retirar, a votação de uma polêmica lei de extradição.

No Japão, o Nikkei fechou um pouco acima da linha de abertura, em 21.124,00 pontos, alta de 0,03%, enquanto o Topix caiu 0,45%. As ações da Japan Display despencaram 7,02% depois que a empresa anunciou que a fabricante de telas planas de Taiwan, a TPK Holding, havia decidido não investir nela.

Na Coreia do Sul, o Kospi caiu 0,22%.

O australiano ASX 200 da Austrália caiu 0,35%, pressionada por uma forte queda de 2,3% no setor de telecomunicações. Os  setores financeiro, industrial, de serviços públicos e de imobiliário subiram, enquanto setores de energia, materiais, bens de consumo básicos, TI e saúde recuaram.

A mineradora South32 encerrou em queda de 4,2%, depois de reduzir as estimativas da reserva de carvão em seu projeto Illawarra Metallurgical Coal. Entre outras mineradoras, BHP caiu 0,4%, Fortescue recuou 3,5% e Rio Tinto perdeu 1,2%.

Os dados divulgados na última sexta-feira mostraram que o crescimento da produção industrial da China em maio desacelerou para uma baixa de mais de 17 anos, muito abaixo das expectativas. Esse número chegou a 5%, em comparação com as expectativas de um crescimento de 5,5% em relação ao ano passado pelos analistas consultados pela Reuters.

Os dados mais recentes da China ocorrem enquanto Pequim permanece preso em uma guerra comercial com Washington, levantando preocupações sobre uma desaceleração na economia do país.

EUROPA: Os mercados europeus operam extraordinariamente calmos nesta segunda-feira. Os investidores estão observando e posicionando-se antes de uma agitada semana para as reuniões dos bancos centrais, já que alguns temem que as tensões comerciais levem a economia global à recessão. Outros, no entanto, são céticos quanto ao fato de que o Federal Reserve dos EUA vai cortar sua taxa de juros na quarta-feira, com o desemprego em níveis recordes e a inflação próxima da meta do Fed. O Banco da Inglaterra e o Banco do Japão também devem realizar reuniões nesta semana.

O pan-europeu Stoxx 600 sobe 0,14% durante a sessão da manhã, com os bancos liderando os ganhos, enquanto o setor de viagens e lazer recuam. Na sexta-feira, o índice regional caiu 0,4%.

As ações da companhia aérea caem no início da sessão depois que a Lufthansa emitiu um alerta de lucro, fazendo com que suas ações caíssem 12,4%, arrastando o DAX para o vermelho. A Air France KLM cai 4,4%, enquanto a EasyJet cai 4,1% nos primeiros negócios. 

O Deutsche Bank está se preparando para criar um “banco ruim” de 50 bilhões de euros e de acordo com o Financial Times, o banco alemão pretende dar mais um passo para se afastar do negócio de trading. As ações do Deutsche Bank sobem 2,6% durante a sessão da manhã.

O banco holandês ABN Amro anunciou no domingo que o CEO Kees van Dijkhuizen sairá quando o mandato terminar em abril. As ações do banco sobe 1% no meio da manhã.

No Reino Unido, em um debate ao vivo no domingo, entre os candidatos do Partido Conservador para substituir a primeira-ministra britânica Theresa May, apontou como favorito, Boris Johnson, com sua promessa de tirar a Grã-Bretanha da União Europeia com ou sem um acordo em 31 de outubro.

EUA: Os futuros dos índices de ações dos Estados Unidos operam em ligeira alta na manhã de segunda-feira, com os investidores aguardando uma reunião crucial do Federal Reserve nesta semana.

No início deste mês, o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, disse que o banco central está disposto a reduzir as taxas de juros para ajudar a estabilizar a economia se a guerra entre Washington e Pequim começar a desacelerar o crescimento econômico. Não se espera nenhuma alteração na taxa de juros.

Os investidores estão concentrados na reunião de política monetária do Federal Reserve que deve começar na terça-feira. As expectativas do mercado apontam para a redução das taxas de juros pelo Fed neste ano, mas vários analistas disseram que não veem uma mudança na política monetária nesta semana.

Enquanto isso, o presidente dos EUA, Donald Trump, advertiu no fim de semana que, se ele não for reeleito em 2020, haverá “uma crise de mercado como nunca antes visto".

Na agenda de dados, os investidores estarão olhando para os dados de fabricação do Empire State às 9h30 e o índice da National Association of Home Builders, devido às 11h00.

Não há ganhos corporativos a serem observados.

ÍNDICES FUTUROS - 7h50:
Dow: +0,03%
SP500: +0,05%
NASDAQ: +0,13%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

quinta-feira, 13 de junho de 2019

RESENHA DA BOLSA - QUINTA-FEIRA 13/06/2019

ÁSIA: Os mercados asiáticos fecharam majoritariamente em baixa no pregão de quinta-feira, após perdas pela segunda sessão consecutiva em Wall Street e turbulências em Hong Kong. O índice da MSCI para as ações da Ásia-Pacífico, exceto Japão, caiu 0,36%.

As ruas da antiga colônia britânica foram palcos de violentos protestos na quarta-feira, depois que manifestantes e a polícia entraram em confronto contra uma nova lei de extradição com a China, na qual temem que corroa as liberdades civis. Multidões impediram que legisladores se reunissem para debater a lei. Pelo menos 79 pessoas ficaram feridas, disseram autoridades. A quinta-feira começou calma, enquanto as ruas do centro foram reabertas com a forte chuva desencorando o ânimo das multidões. O índice de Hang Seng de Hong Kong fechou em queda de 0,05%.

Na China continental, o dia foi de recuperação. O índice de Xangai 0,05% e o Shenzhen Composite avançou 0,28%.

O Nikkei do Japão caiu 0,46%, enquanto as ações da fornecedora japonesa Japan Display despencaram 11,94%, após a companhia anunciar novos planos de reestruturação, como a renúncia do presidente e CEO da empresa. O índice Topix, mais amplo, caiu 0,82%.

Na Coreia do Sul, o Kospi caiu 0,27%, com as ações da fabricante de chips SK Hynix recuando 3,35%. 

O ASX 200 terminou o seu dia de negociação em baixa de 0,02% na Austrália, com o sub-índice financeiro, altamente ponderado, recuperando parte das perdas da sessão anterior, enquanto o setor de recursos básicos recuou. Entre as mineradoras, BHP caiu 0,6%, Fortescue Metals recuou 2,8% e Rio Tinto fechou em baixa de 0,8%.

A taxa de desemprego na Austrália foi maior do que esperada em maio, estimulando um possível corte nas taxas de juros nos próximos meses, à medida que os formuladores de políticas se movimentam para apoiar uma economia que cresce em ritmo mais lento em uma década. A elevada taxa de desemprego veio apesar de um forte aumento no emprego, à medida que mais pessoas procuravam trabalho no mês passado.

A taxa de desemprego permaneceu inalterada em 5,2% em maio ante abril, embora economistas esperassem uma taxa de desemprego de 5,1%. O subemprego subiu para 8,6% no mês passado, ante 8,5% em abril. O número de pessoas empregadas aumentou em 42.300, em comparação com um aumento esperado de 16.000. 

O número de pessoas que trabalhavam em tempo integral aumentou em 2.400 em maio, enquanto as que trabalhavam em tempo parcial aumentaram em 39.800. A participação da força de trabalho subiu para 66,0% em maio, ante 65,9% em abril, ante expectativa consensual de 65,8%.

O RBA colocou o mercado de trabalho no centro das atenções, dizendo que as taxas de juros serão cortadas ainda mais se a taxa de desemprego não cair.

EUROPA: As bolsas de valores europeias recuperam nesta quinta-feira, com o leilão 5G da Alemanha sustentando o sub-índice de telecomunicações, enquanto um incidente com petroleiros provocou uma alta nos preços do petróleo.

O pan-europeu Stoxx 600 sobe 0,2%, embalada pela notícia de que a Alemanha arrecadou 6,55 bilhões de euros (US $ 7,4 bilhões) em seu leilão de serviços móveis 5G, com a entrada de uma quarta operadora no mercado, a provedora de telecomunicações alemã 1 & 1 Drillisch, que viu suas ações subirem 10% no início do pregão. As ações da United Internet, controladora da 1 & 1 Drillisch, subiram 8,4% durante a sessão da manhã.

No outro extremo do índice blue chip da Europa, a produtora de cobre britânico Aurubis cai 11,2% depois que seu CEO foi demitido, em meio ao aumento dos custos de projetos.

Entre as demais mineradoras listadas em Londres, Anglo American e Rio Tinto sobem 0,9% cada, enquanto BHP avança 0,3% e Antofagasta sobe 0,1%.

Os preços do petróleo se recuperaram mais de 3% na manhã de quinta-feira em meio a relatos de um incidente com dois petroleiros no Golfo de Omã, que foram atacados, incendiando um e deixando outra à deriva. A Marinha dos EUA se apressou em ajuda-los. Um dos petroleiros transportava petróleo para o Japão, cujo primeiro-ministro, Shinzo Abe, estava realizando uma visita de alto risco em Teerã, buscando aliviar as tensões entre o Irã e os Estados Unidos.

Na quarta-feira, os legisladores do Reino Unido rejeitaram a proposta do principal partido trabalhista da oposição de bloquear o Brexit. Enquanto isso, o favorito para suceder a primeira-ministra Theresa May, o ex-secretário de Relações Exteriores do Canadá, Boris Johnson, lançou sua candidatura sob liderança do Partido Conservador com a promessa de tirar a Grã-Bretanha da UE em 31 de outubro, com ou sem um acordo. Membros conservadores do parlamento vão votar pela primeira vez para escolher o novo líder na quinta-feira.

O presidente da França, Emmanuel Macron, anunciou planos para reduzir os benefícios para desempregados e oferecer incentivos para aqueles que trabalham além da idade normal de aposentadoria, dois dos principais itens de uma reforma resultante de meses de protestos dos chamados “coletes amarelos”.

EUA: Os futuros do índice de ações norte-americano sobem ligeiramente nesta quinta-feira, à medida que os preços do petróleo avançam após acidentes com petroleiros no Golfo de Omã.

Os futuros do petróleo chegou a cair 4% na quarta-feira, para perto das mínimas de cinco meses, em meio a contínuos aumentos nos estoques de petróleo dos EUA e preocupações com a desaceleração da demanda.

Os preços do petróleo se recuperaram mais de 3% na manhã de quinta-feira, em meio à relatos de um incidente com petroleiros no Golfo de Omã.

Na agenda de dados econômicos, os preços de importação de maio e os últimos números semanais de pedidos de subsídio de desemprego serão divulgados por volta das 9h30.

O foco do mercado também estará em grande parte sintonizado com os desenvolvimentos do comércio global, em meio à intensificação das tensões entre as duas maiores economias do mundo. As expectativas de que as autoridades comerciais dos EUA e da China fariam um acordo aproveitando a reunião do G20 em Osaka nos dias 28 e 29 de junho foram enfraquecendo nos últimos dias.

Trump, que disse que ainda tem planos de se reunir com Xi no final deste mês, ameaça repetidamente intensificar uma guerra comercial que já dura meses, taxando sobre quase todas as importações chinesas remanescentes.

Washington e Pequim impuseram tarifas sobre bilhões de dólares dos bens de um contra outro desde o início de 2018, prejudicando os mercados financeiros e azedando o ânimo das empresas e dos consumidores globais.

ÍNDICES FUTUROS - 7h30:
Dow: +0,22%
SP500: +0,25%
NASDAQ: +0,33%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

quarta-feira, 12 de junho de 2019

RESENHA DA BOLSA - QUARTA-FEIRA 12/06/2019

ÁSIA: As bolsas da Ásia-Pacífico recuaram na quarta-feira, após o fim da série de altas do Dow Jones Industrial Average.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendeu na terça-feira o uso de tarifas como parte de sua estratégia comercial, enquanto a China prometeu uma resposta firme se Washington insistir na escalada das tensões comerciais enquanto as duas maiores economias do mundo tentam negociar um acordo.

As ações da parte continental chinesa caíram. O índice Shanghai Composite declinou 0,6%, enquanto o yuan negociado onshore caiu 0,1%, para 6,92 em relação ao dólar.  O índice de preços ao produtor no país em maio subiu 0,6% ano a ano, atendendo às expectativas de analistas. O índice de preços ao consumidor subiu 2,7% ano a ano no mesmo período, maior alta em 15 meses e em linha com as expectativas dos analistas. 

O índice Hang Seng de Hong Kong caiu 1,73%, interrompendo uma sequencia de 5 dias de altas, com protestos na cidade devido à controversa lei de extradição da China. Os legisladores em Hong Kong iriam discutir a proposta na manhã de quarta-feira, mas o legislativo anunciou em comunicado em seu site que a reunião seria “postergada”. Protestantes bloquearam a entrada do prédio do legislativo. Standard Chartered caiu 2,6% em Hong Kong. O banco disse que suspendeu temporariamente as operações em duas filiais no distrito de Admiralty, devido bloqueios no tráfego na área.

Em outros lugares, o Nikkei 225 no Japão recuou 0,35%, enquanto o índice Topix caiu 0,45% Na Coreia do Sul, o Kospi caiu 0,14%. 

O ASX 200 da Austrália encerrou o dia de negociação logo abaixo da linha de abertura, em 6.543,70 pontos. As mineradoras tiveram um dia altamente positivo. BHP subiu 2,8%, Fortescue Metals avançou 6% e Rio Tinto subiu 2,2%.

EUROPA: As bolsas europeias abriram em baixa nesta quarta-feira, depois que os EUA e a China continuam a manter suas posições na atual guerra comercial.

O índice pan-europeu Stoxx 600 cai 0,4% durante a sessão da manhã, com o setor de petróleo e gás e bancos liderando as perdas, enquanto as ações do setor de mídia registram ganhos. As mineradoras registram baixas em Londres. Anglo American cai 0,8%, Antofagasta recua 0,9%, BHP e Rio Tinto perdem 0,1% cada.

As ações da empresa alemã Axel Springer dispararam mais de 11% nos acordos iniciais, depois que a empresa de private equity americana KKR se ofereceu para comprar ações de seus acionistas minoritários. No outro extremo do índice europeu, a British American Tobacco viu suas ações caírem 5% depois de alertar na quarta-feira sobre quedas mais acentuadas nas vendas globais de cigarros.

A gigante de tecnologia francesa Dassault Systemes vai adquirir a Medidata Solutions em um acordo de US $ 5,8 bilhões. As ações da Dassault caem 1% no meio da manhã.

A Reuters noticiou nesta terça-feira que os vice-ministros das finanças da zona do euro apoiaram a Comissão Europeia de que medidas disciplinares são necessárias para conter a dívida crescente da Itália.

Enquanto isso, o presidente francês, Emmanuel Macron, disse na terça-feira que apoiaria a chanceler alemã, Angela Merkel, caso ela tentasse suceder Jean-Claude Juncker como presidente da Comissão Europeia.

No Reino Unido, Nicky Morgan, presidente do Treasury Select Committee, solicitou informações ao britânico Hargreaves Lansdown sobre suas ligações com o fundo Woodford Equity Income, que foi suspenso na semana passada em meio a uma série prejuízos e retiradas de investidores.

EUA: Os futuros dos índices de ações dos Estados Unidos recuam na manhã de quarta-feira, já que a Casa Branca segue em sua linha dura nas negociações comerciais com a China.

O foco do mercado está em grande parte sintonizado com os desenvolvimentos do comércio global, depois que o presidente Donald Trump disse na terça-feira que não tinha interesse em avançar o acordo comercial com a China, a menos que Pequim concordasse com até cinco “pontos principais”. Washington e Pequim impuseram tarifas sobre bilhões de dólares de bens uns contra outros desde o início de 2018, prejudicando os mercados financeiros e azedando o ânimo das empresas e consumidores globais.

O presidente dos EUA também reacendeu as críticas à política monetária do Federal Reserve na terça-feira. Trump disse que o banco central dos EUA definiu as taxas de juros em níveis "muito alto" e que "não tem ideia" do que está fazendo.

Os formuladores de políticas do Fed devem se reunir na próxima semana em um cenário de crescentes tensões comerciais, desaceleração do crescimento dos EUA e uma queda acentuada na contratação de empregados em maio. Os participantes do mercado atualmente esperam pelo menos dois cortes de taxa antes do final do ano.

Os investidores monitorarão de perto os dados do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) referentes a maio, por volta das 9h30, com o IPC principal excluindo alimentos e energia para maio, no mesmo horário. Os últimos números do Orçamento Federal serão divulgados às 15h00.

ÍNDICES FUTUROS - 7h30:
Dow: -0,25%
SP500: -0,27%
NASDAQ: -0,47%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

terça-feira, 11 de junho de 2019

RESENHA DA BOLSA - TERÇA-FEIRA 11/06/2019

ÁSIA: As principais bolsas da região Ásia-Pacífico fecharam em alta nesta terça-feira, após alta em Wall Street.

As ações da China continental subiram após a agência estatal de notícias Xinhua informar na segunda-feira que a China permitiria que os governos locais usassem títulos especiais para financiar certos projetos de infra-estrutura. O composto de Xangai subiu 2,58%, o Shenzhen Composite subiu 3,70%, enquanto o CSI 300, que acompanha as maiores empresas do continente, avançou 3,01%.

Em Hong Kong, o índice Hang Seng subiu 0,76%. As ações da China Construction Bank, cotadas em Hong Kong, subiram 1,43%.

O Nikkei do Japão encerrou com alta de 0,33%, enquanto o índice Topix subiu 0,54%. 

O Kospi da Coreia do Sul subiu 0,59%. As ações da LG Electronics subiram 6,03%.

Na Austrália, as ações foram negociadas em alta após o retorno de feriado. O ASX 200 avançou 1,59% para fechar em 6.546,30, com a maioria dos setores obtendo ganhos. Entre as empresas de mineração, BHP subiu 2,6%, Fortescue Metals avançou 3,2% e Rio Tinto adicionou 2,5%.

Enquanto isso, na frente de comércio EUA-China, Trump disse à imprensa na segunda-feira que a China teria que fazer um acordo com os EUA "porque eles vão precisar". O presidente dos EUA também confirmou que mais taxação sobre produtos chineses serão adicionadas caso o presidente chinês, Xi Jinping, não compareça à próxima reunião do G-20. O presidente anteriormente ameaçou taxar outros US $ 300 bilhões em produtos chineses se um acordo comercial não for alcançado em breve.

EUROPA: As bolsas europeias operam em alta nesta terça-feira. O Stoxx 600 sobe 0,90% após avançar 0,2% na segunda-feira.

O setor de recursos básicos saltaram 2%, enquanto os automóveis avançam 1,6% no pan-índice, enquanto o setor de serviços públicos cai 0,4% na sessão matinal. 

Entre as mineradoras listadas em Londres, Anglo American sobe 2,6%, Antofagasta avança 2,9%, BHP sobe 2,4%, enquanto Rio Tinto adiciona 2,2%. 

Os mercados recuperaram mundialmente na segunda-feira após os EUA suspenderem as tarifas propostas sobre as importações mexicanas. As ações da montadora alemã, incluindo BMW, Daimler e Volkswagen se beneficiam da notícia.

Depois de um período significativo de preocupações se a Itália questionaria a União Europeia sobre suas regras de endividamento, o primeiro-ministro Giuseppe Conte divulgou uma declaração dizendo que os líderes da coalizão governista do país concordaram em trabalhar juntos para evitar a ação disciplinar da UE. O vice-primeiro-ministro Matteo Salvini disse que seus objetivos incluem salvaguardar o crescimento econômico e evitar aumentos de impostos.

No Reino Unido, os ganhos semanais médios em abril mostraram um aumento de 3,4%, superando as previsões dos economistas de 3,2%, enquanto o desemprego permaneceu em 3,8%, como esperado. "O mercado de trabalho continua forte, com o emprego ainda em ritmo recorde", disse Matt Hughes, vice-chefe do Mercado de Trabalho do Escritório Nacional de Estatísticas. "No entanto, apesar do número de vagas continuar alto, ele recuou ligeiramente ante altas históricas vistos na virada do ano".

EUA: Os futuros dos índices de ações dos EUA sobem novamente na manhã de terça-feira, apesar dos comentários do presidente Donald Trump sobre a guerra comercial com a China.

O presidente Donald Trump disse na segunda-feira que se o presidente chinês, Xi Jinping, não comparecer à reunião do G-20 no final deste mês, os EUA aplicarão imediatamente impostos adicionais sobre os produtos chineses. O presidente dos EUA também defendeu sua abordagem com outros parceiros internacionais, dizendo que as tarifas estão colocando os EUA "em uma tremenda vantagem competitiva".

Segundo ele, "o acordo com a China vai dar certo. Você sabe porquê? Por causa das tarifas”. “Neste momento, a China está sendo absolutamente dizimada pelas empresas que estão deixando a China, indo para outros países, incluindo o nosso, porque não querem pagar as tarifas”.

Os investidores aguardam os últimos números do índice de preços ao produtor às 9h30.

ÍNDICES FUTUROS - 7h50:
Dow: +0,45%
SP500: +0,47%
NASDAQ: +0,59%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

segunda-feira, 10 de junho de 2019

RESENHA DA BOLSA - SEGUNDA-FEIRA 10/06/2019

ÁSIA: Os mercados asiáticos tiveram um dia de ganhos no pregão de segunda-feira, depois que os EUA retiraram a ameaça de tarifar importações mexicanas na sexta-feira e a China divulgou dados comerciais para maio melhores do que o esperado.

Os dados oficiais do comércio chinês mostraram que as exportações do país em maio superaram as previsões e as importações ficaram aquém das expectativas, deixando-o com um superávit comercial total de US $ 41,65 bilhões para o mês. As exportações aumentaram 1,1% em relação ao ano anterior, contra as expectativas de uma queda de 3,8% pelos analistas. As importações caíram 8,5%, ante expectativa de uma queda de 3,8%. As ações da China continental subiram à tarde. O composto de Xangai subiu 0,98% e o Shenzhen Composite subiu 1,47%. 

Em Hong Kong, o índice Hang Seng subiu 2,27%, com a alta de 2,91% para as ações da gigante chinesa de tecnologia Tencent. No domingo, centenas de milhares de pessoas lotaram as ruas para protestar contra uma possível nova lei de extradição com a China, que muitos dizem que invade os direitos dos cidadãos de Hong Kong.

O Nikkei 225 do Japão saltou 1,03%, enquanto o índice Topix ganhou 1,19%. Números divulgados nesta segunda-feira mostraram que a economia do Japão cresceu a uma taxa anualizada ligeiramente superior à inicialmente estimada, 2,2% no período de janeiro a março, em comparação com a previsão de crescimento de 2,1% dos economistas.

O Kospi da Coreia do Sul subiu 0,92%, com ações da fabricante de chips SK Hynix ganhando 1,5%.

Setor de autos de ambos os mercados saltaram com a notícia de que Trump havia retirado a ameaça tarifária sobre produtos mexicanos. Eles inicialmente caíram quando os impostos foram anunciados. A Kia Motors da Coreia do Sul subiu 4%, enquanto a Toyota do Japão saltou 1,56% e a Nissan subiu 0,96%. O México é usado como base de produção por muitas montadoras japonesas.

Enquanto isso, os mercados na Austrália ficaram fechados na segunda-feira por conta de um feriado.

No fim de semana, líderes financeiros do Grupo das 20 maiores economias se reuniram em Fukuoka, no Japão e prometeram proteger o crescimento global. Eles disseram em um comunicado conjunto que os riscos do comércio e as tensões geopolíticas estavam se "intensificando". O comunicado não destacou a disputa de tarifas entre os EUA e a China, mas sinalizaram separadamente que essa era a preocupação número 1.

O secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, encontrou-se com o presidente do banco central da China, Yi Gang, nos bastidores do mesmo encontro no domingo. Os dois países concluíram 11 rodadas de negociações comerciais sem acordo. Mnuchin disse no Twitter que a reunião foi construtiva e que eles tiveram “discussão franca sobre questões comerciais”. Ele não deu mais detalhes.

EUROPA: Os mercados europeus abriram em alta nesta segunda-feira, depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que as tarifas propostas para as importações mexicanas seriam suspensas indefinidamente.

O índice pan-europeu Stoxx 600 sobe 0,4% no início do comércio, após alta de 0,9% na sexta-feira. O setor de recursos básicos sobe 1,3% no pan-índice. Anglo American sobe 1,3%, Antofagasta avança 2,4%, BHP sobe 1,5% e Rio Tinto opera em alta de 1,1%.

A Reuters informou que a Fiat Chrysler Automobiles (FCA) e a Renault estão buscando maneiras de ressuscitar a fusão e garantir a aprovação da parceira da Renault, a Nissan. As ações da FCA sobem 2,8%. A startup de softwares para carros autônomos Aurora anunciou no domingo que fariam parceria com a empresa para construir plataformas autônomas para veículos comerciais. A Renault sobe 1,7% com os investidores reagindo às notícias de fusão.

O Reino Unido também concordou com um acordo preliminar de livre comércio (TLC) com a Coreia do Sul, que busca manter os acordos comerciais existentes após o Brexit. Enquanto isso, candidatos do Partido Conservador estão aumentando suas campanhas para substituir a primeira-ministra Theresa May, que renunciou como líder de seu partido na sexta-feira.

Dados divulgados na segunda-feira mostraram que a economia da Grã-Bretanha contraiu significativamente em abril, após a maior queda na produção de carros desde que os registros começaram.

A Reuters informou que o Banco Central Europeu está considerando cortes nas taxas e está observando os dados por conta das tensões relacionadas ao comércio. Uma consideração importante, segundo fontes, é a força do euro, que subiu após a reunião de quinta-feira do BCE (na qual ele disse que espera que as taxas permaneçam inalteradas até o fim de 2019) para US $ 1,1347 contra o dólar dos EUA.

Os mercados alemães estão fechados nesta segunda-feira.

EUA: Os futuros de ações dos EUA sobem na manhã desta segunda-feira, sugerindo uma sessão positiva para Wall Street mais tarde, com as notícias de que os EUA e o México chegaram a um acordo para evitar tarifas sobre as importações do México.

O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou no domingo que as tarifas propostas para as importações mexicanas seriam suspensas indefinidamente. Trump disse em um post no Twitter que tem “total confiança” de que o México vai reprimir a migração da América Central, depois que os dois vizinhos chegaram a um consenso. O New York Times informou no sábado que o acordo para evitar a taxação, em grande parte compreende ações que o México já havia concordado em adotar.

Enquanto isso, os investidores estão monitorando de perto os laços comerciais entre a China e os Estados Unidos antes do importante encontro entre os líderes dos dois países. O secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, disse que o presidente Trump decidirá sobre novas tarifas chinesas depois que ele se encontrar com seu colega chinês no final deste mês. "Se a China quiser avançar com o acordo, estamos preparados para avançar nos termos que fizemos. Se a China não quiser avançar, então o presidente Trump está perfeitamente feliz em prosseguir com as tarifas para reequilibrar o relacionamento", disse Mnuchin.

Na sexta-feira, o Dow Jones Industrial Average subiu 1,02%, o índice S & P 500 ganhou 1,05%, enquanto Nasdaq Composite Index subiu 1,66%.

As ações dos EUA fecharam sua melhor semana desde o final de novembro e reverteram a maioria de suas perdas de maio. Dados de empregos sem brilho foram vistas como "boas notícias", já que isso aumenta as chances do Federal Reserve cortar as taxas de juros nos próximos meses. Na semana, o Dow ganhou 4,7%, o S & P 500 avançou 4,4%, o melhor desempenho desde o final de novembro, enquanto o Nasdaq subiu 3,9%, o maior ganho semanal em 28 de dezembro.

Não há dados econômicos importantes no calendário desta segunda-feira, enquanto o Federal Reserve está em um período tranquilo antes da reunião do FOMC que ocorrerá de 18 a 19 de junho.

ÍNDICES FUTUROS - 7h50:
Dow: +0,35%
SP500: +0,30%
NASDAQ: +0,33%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

quinta-feira, 6 de junho de 2019

RESENHA DA BOLSA - QUINTA-FEIRA 06/06/2019

ÁSIA: Os mercados asiáticos fecharam sem direção na madrugada desta quinta-feira, balizada entre o pessimismo em relação às tensões comerciais globais e o otimismo por um possível corte da taxa de juros do Federal Reserve.

Na China, o índice de Xangai caiu 1,17% e o Shenzhen Composite caiu 2,08%. Trump aumentou as tensões com a China, dizendo aos repórteres pode implementar novas tarifas sobre produtos chineses na ordem de US $ 300 bilhões, se necessário.

O Taiex de Taiwan caiu 0,5%, enquanto o índice Hang Seng de Hong Kong fechou em alta de 0,26%. 

O Nikkei 225 do Japão praticamente entregou os ganhos iniciais para terminar perto da linha de abertura, em 20.774,04 pontos, enquanto o índice Topix caiu 0,34%

O ASX 200 da Austrália subiu 0,39%, a terceira alta consecutiva, com o avanço da maioria dos setores. O sub-índice financeiro, fortemente ponderado, assim como o setor de energia. Santos e Carnarvon Petroleum anunciaram a descoberta de um importante recurso de petróleo e gás na costa oeste da Austrália. Ambas subiram 1% e 3,7%, respectivamente.

Enquanto isso, o setor de mineração sucumbiu. BHP caiu 1,3%, Fortescue Metals e Rio Tinto perderam 2,6% cada.

Na Índia, o Nifty 50 caiu 0,95% e o Sensex perdeu 0,69%.

Analistas disseram que os mercados já estavam começando a precificar a possibilidade de cortes de juros depois que o presidente do Fed, Jerome Powell, disse que o banco central dos EUA manterá um olho na evolução da economia doméstica e fará o que for necessário para "sustentar a expansão".

Estrategistas do DBS Bank de Cingapura apontaram em uma nota que os comentários do Fed nos últimos dias tornaram-se "notavelmente mais dovish" em relação às incertezas sobre as políticas comerciais dos EUA.

Na Coreia do Sul, os mercados permaneceram fechadas por conta de um feriado. 

EUROPA: As bolsas de valores europeias negociam em alta na manhã de quinta-feira, com investidores esperando a última decisão do Banco Central Europeu, que deve manter a sua orientação sobre a probabilidade de mais estímulos. 

Os observadores de mercado estão atentos à conferência de imprensa, que será realizada após a reunião do Conselho do BCE, onde o Presidente Mario Draghi deve fazer comentários sobre diversos tópicos, incluindo o estado da economia europeia, as tensões comerciais e os bancos na área do euro. 

O pan-europeu Stoxx 600 sobe 0,80%, com o setor químico superando os ganhos iniciais, enquanto os setores de automóveis e telecomunicações negociam no vermelho.

Entre as mineradoras listadas em Londres,Anglo American sobe 1,3%, Antofagasta avança 0,9%, BHP adiciona 1,1% e Rio Tinto sobe 0,5%.

As ações da Renault caem 7,4%, depois que a Fiat Chrysler retirou sua oferta de US $ 35 bilhões pela montadora francesa. Poucas horas depois da Fiat Chrysler Automobiles cancelar sua oferta de fusão, autoridades francesas confirmaram que haviam pedindo ao conselho da Renault que adiasse por 5 dias a votação para o acordo de fusão, esperando o aval da Nissan, alegando que sua principal condição era garantir que a fusão se encaixasse dentro da estrutura da aliança de duas décadas entre a Nissan e a Renault. Essa aliança, que envolve colaboração industrial e participações cruzadas, levou as duas montadoras a se tornarem profundamente integradas.

O Wall Street Journal informou na quinta-feira que os dois representantes da Nissan no conselho da Renault planejam abster-se na votação, segundo pessoas a par do assunto, levantando dúvidas sobre o compromisso da Nissan em preservar a aliança se a fusão prosseguir.

Enquanto isso, a Valmet Corporation, a fornecedora finlandesa de tecnologia para as indústrias de celulose, papel e energia, lidera o topo do Stoxx 600 com um ganho de 4,1%.

As encomendas de produtos manufaturados da Alemanha subiram um pouco em abril, o segundo mês de crescimento, à medida que a demanda externa subiu. Segundo o Ministério da Economia alemão, "a atividade industrial deve permanecer moderada no segundo trimestre".

Os pedidos domésticos diminuíram 0,8% e os pedidos externos subiram 1,1% em abril em comparação com o mês anterior. As novas encomendas da área do euro caíram 5,8%, enquanto novas encomendas de outros países aumentaram 5,7%. Excluindo a demanda volátil dos itens de grande valor, os pedidos registraram um aumento de 2,1%.

O total de pedidos para o setor subiu 0,3% mês a mês, enquanto os economistas esperavam um aumento de 0,1% na semana passada. Em comparação com abril de 2018, o volume de pedidos caiu 5,3%, levando em conta os efeitos do calendário.

EUA: Os futuros dos índices de ações dos Estados Unidos operam em alta na manhã desta quinta-feira, na esperança de um corte nas taxas de juros por parte do Federal Reserve.

Os comentários do presidente do Fed, Jerome Powell, na terça-feira, alimentaram ainda mais as expectativas de que o banco central dos EUA esteja se aproximando da redução das taxas de juros, fazendo com que as ações dos EUA subissem. O Dow saltou mais de 500 pontos na terça-feira, seu segundo melhor dia do ano e continuou sua recuperação na quarta-feira.

Powell disse que o banco central vai ficar de olho nos atuais desenvolvimentos da economia e fará o que for necessário para “sustentar a expansão”.

Os mercados estarão monitorando as tensões atuais no comércio global, particularmente a ameaça do presidente Donald Trump de impor uma tarifa de 5% sobre todas as importações mexicanas, em uma manobra política criticada até por membros de seu próprio partido.

Trump também aumentou as tensões com a China na quinta-feira, dizendo aos repórteres no aeroporto irlandês de Shannon que as tarifas sobre produtos chineses poderiam subir outros US $ 300 bilhões, "se necessário". O presidente estava a caminho da França para uma comemoração do Dia D.

Na agenda econômica, os pedidos de auxílio desemprego, os números de produtividade e o custo unitário do trabalho do primeiro trimestre são esperados às 9h30, juntamente com os números do comércio internacional de abril.

ÍNDICES FUTUROS - 7h30:
Dow: +0,22%
SP500: +0,24%
NASDAQ: +0,32%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

quarta-feira, 5 de junho de 2019

RESENHA DA BOLSA - QUARTA-FEIRA 05/06/2019

ÁSIA: As bolsas na Ásia tiveram um dia majoritariamente de alta durante a madrugada de quarta-feira, após recuperação em Wall Street e com base nos comentários do presidente do Federal Reserve dos EUA, Jerome Powell, que sinalizou que o Fed está aberto para facilitar a política monetária.

O Nikkei do Japão saltou 1,80%, enquanto o índice Topix avançou 2,07%. As ações do peso-pesado do índice Fanuc subiram 2,99%, enquanto as ações do conglomerado Softbank Group subiram 3,02% após a companhia ter anunciado que espera registrar um lucro de 1,2 trilhão de ienes (aproximadamente US $ 11,1 bilhões) com a venda de ações da gigante chinesa de tecnologia Alibaba.

Na Coreia do Sul, o Kospi subiu 0,1%, com as ações da montadora Hyundai Motor subindo 1,44%.

Na China continental, as bolsas encerraram o pregão praticamente inalteradas, devolvendo os ganhos iniciais. O índice de Xangai caiu 0,03% e o Shenzhen Composite subiu ligeiramente para 1.494,77 pontos. 

O índice Hang Seng de Hong Kong subiu 0,50%, com as ações da fabricante de equipamentos de telecomunicações chinesa ZTE subindo cerca de 4%.

O ASX 200 na Austrália subiu 0,41%, sustentado pela alta da maioria dos setores. O sub-índice financeiro subiu 1,19%, com a alta das ações dos chamados "Big Four Banks", enquanto as mineradoras também tiveram um dia positivo. BHP subiu 0,5%, Fortescue subiu 1,6% e Rio Tinto fechou em alta de 1%.

A economia da Austrália cresceu menos do que o esperado no primeiro trimestre, de acordo com dados desta quarta-feira. O PIB cresceu 0,4% nos primeiros três meses encerrados em março, um pouco abaixo da alta de 0,5% esperado pelos economistas. Os dados vieram um dia depois que o Reserve Bank of Australia reduziu sua taxa de juros para uma baixa recorde.

Em relação às questões comerciais, os investidores receberam bem os comentários feitos pelo Ministério do Comércio da China, que disse em um post que as “diferenças entre os dois lados” devem ser tratadas por meio de negociações, o que para observadores do mercado, essas declarações soam como um sinal de possível alívio das tensões comerciais entre Pequim e Washington, depois que cada país elevou  em maio suas tarifas em bilhões de dólares de bens de um contra o outro. Mas, o post complementou que as negociações “precisam ser baseadas em respeito mútuo, igualdade e benefício mútuo”.

O secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, deve se reunir com o presidente do Banco Popular da China, Yi Gang, em um encontro de líderes financeiros do G-20 neste fim de semana no Japão. A reunião marcará o primeiro encontro presencial entre os dois países em quase um mês.

EUROPA: As bolsas europeias fecharam em alta nesta quarta-feira, depois que o banco central dos EUA sinalizou que pode intervir caso as tensões comerciais atingissem a economia e o Banco Central Europeu deve fazer algo semelhante na quinta-feira. 

O pan-europeu Stoxx 600 sobe 0,4% durante a sessão da manhã, após subir 0,6% na terça-feira,  com ações de tecnologia fazendo um ganho de 1,5%, enquanto o setor dos bancos é um dos poucos setores a operar no vermelho.

Entre as mineradoras listadas em Londres, Anglo American sobe 1%, Antofagasta avança 0,8%, BHP sobe 0,9%, enquanto Rio Tinto registra queda de 0,6% neste instante. 

Norsk Hydro salta 4% durante a sessão da manhã, depois que os lucros do primeiro trimestre da empresa superaram as expectativas, enquanto as ações da Dassault Aviation sobem 4,8% após a Goldman Sachs ter atualizado as ações para comprar. Em sentido contrário, Hargreaves Lansdown cai para o fundo do Stoxx 600, com uma queda de 4% em meio a preocupações com sua participação significativa no fundo Woodford Equity Income, de Neil Woodford, um dos gestores de ativos mais conceituados do Reino Unido, apelidado de Warren Buffett britânico, que foi suspenso na segunda-feira após perdas avultadas nos últimos meses e consequentemente, retiradas de investidores.

Enquanto isso, Trump afirmou durante a sua visita de estado na terça-feira que os EUA estão “comprometidos com um acordo comercial fenomenal” com o Reino Unido, enquanto o país se prepara para deixar a União Europeia, acrescentando que há “um tremendo potencial” para isso. Trump conclui sua visita na quarta-feira. O líder dos EUA deve viajar para a França.

Analisando os dados econômicos, os números do PMI composto e de serviços para a área do euro mostraram que a economia do Reino Unido estava próxima da estagnação devido incertezas em relação ao Brexit, enquanto o setor de serviços da Alemanha proporcionou uma dinâmica de crescimento para sua economia em arrefecimento. A atividade comercial francesa fortaleceu em maio.

EUA: Os futuros dos índices de ações dos Estados Unidos operam em alta na manhã de quarta-feira, depois que Wall Street registrou o segundo melhor dia de negociação para 2019 na sessão anterior.

O ânimo no mercado veio após comentários do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, que sinalizou que o banco central está aberto para facilitar a política monetária na terça-feira. Powell afirmou que o Fed está de olho nos atuais desenvolvimentos da economia e faria o que deveria, a fim de "sustentar a expansão". Powell observou, no entanto, que o banco central não podia determinar quando ou como as questões do comércio global seriam resolvidas.

Enquanto isso, a turbulência comercial continua sacudindo o sentimento do mercado. Durante sua visita de estado ao Reino Unido, o presidente Donald Trump reiterou sua recente ameaça tarifária ao México, dizendo aos repórteres que sua nova política "entrará em vigor na próxima semana". Os senadores do Partido Republicano, no entanto, indicaram que não concordam necessariamente com o imposto de 5% sobre todas as importações mexicanas. Consequentemente, espera-se que as tensões e negociações comerciais permaneçam como um tópico importante para o futuro previsível.

Na agenda econômica, os investidores estarão observando os números de emprego do ADP às 9h15, seguido pelo PMI de serviços às 10h45 e um índice de não manufatura ISM às 11h00.

ÍNDICES FUTUROS - 7h40:
Dow: +0,65%
SP500: +0,67%
NASDAQ: +0,88%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

terça-feira, 4 de junho de 2019

RESENHA DA BOLSA - TERÇA-FEIRA 04/06/2019

ÁSIA: A maioria dos principais mercados asiáticos recuou, com investidores cautelosos com a continuidade das tensões comerciais que pesam sobre as bolsas ao redor do mundo.

O México enviou autoridades à Washington na segunda-feira para discutir questores de migração e possíveis taxações dos EUA e alertou que a escalada de tarifas anunciado pelo presidente Donald Trump, prejudicaria as economias dos dois países. Enquanto isso, autoridades dos EUA disseram que a China não está dizendo a verdade sobre o fracasso das negociações comerciais e culpou a China pelo retrocesso nas promessas feitas.

O índice composto de Xangai declinou 0,96% e o Shenzhen Composite caiu 1,43%. Em Hong Kong, o índice Hang Seng caiu 0,49%. As ações da gigante chinesa de tecnologia Tencent caíram 1,92%.

O Nikkei, índice de referência do Japão recuou 0,01%, logo abaixo da linha de abertura, em 20.408,54 pontos, com as ações do peso pesado do índice, Softbank Group, caiu 3,27%. O índice Topix também terminou seu dia de negociação praticamente inalterado em 1.499,09 pontos.

Na Coreia do Sul, o Kospi caiu 0,04%, em 2.066,97 pontos. A inflação ao consumidor da Coreia do Sul subiu em maio, mas ainda ficou bem abaixo da meta anual de 2%. A recuperação deveu-se em grande parte ao aumento nas taxas de serviços públicos, mas a pressão sobre os preços ainda permaneceu fraca.

O índice de preços ao consumidor subiu 0,7% em maio em relação ao mesmo período do ano passado, ligeiramente acima da alta de 0,6% do mês anterior. A leitura mais recente ficou aquém da previsão do mercado de um ganho de 0,9%. Em relação à abril, o índice avançou 0,2%, também aquém das expectativas do mercado para um ganho de 0,4% e abaixo da alta de 0,4% do mês anterior.

Na Austrália, o ASX 200 contrariou a tendência regional e subiu 0,19%, depois que o Reserve Bank of Austrália (RBA) anunciou que estava reduzindo sua taxa em 25 pontos-base, para 1,25% na terça-feira. Analistas acreditam que poderá haver mais três cortes, podendo chegar a 0,5% até meados do ano que vem e que o próximo passo será rápido, provavelmente em julho ou em agosto.

As mineradoras tiveram um dia de alta. BHP subiu 1,6%, Fortescue Metals avançou 0,8% e Rio Tinto fechou em alta de 1,6%.

EUROPA: As bolsas europeias abriram em baixa, com investidores mantendo-se conectado com as tensões comerciais em curso em todo o mundo, mas inverte a curva ainda na sessão da manhã e os principais mercados avançam na expectativa de que o Federal Reserve dos Estados Unidos poderá em breve ser forçado a reduzir sua taxa de juros, o que é positivo para as ações.

O pan-Europeu Stoxx 600 abriu em queda de 0,5 no início da sessão, com ações de tecnologia liderando as perdas, enquanto o setor de automóveis lideravam os ganhos.

Entre as mineradoras listadas em Londres, Anglo American sobe 0,4%, BHP avança 0,2% e Rio Tinto sobe 0,1%.

A taxa de inflação anual da zona do euro caiu drasticamente em maio para alcançar seu nível mais baixo em mais de um ano, afastando-a da meta do Banco Central Europeu à medida que o crescimento econômico recua e os formuladores de políticas se preparam para a próxima reunião na quarta e quinta-feira para decidir sua resposta à economia que arrefeceu diante do enfraquecimento da demanda de suas exportações e uma série de revezes nos principais países da área monetária.

Há sinais de que a desaceleração está tendo um impacto maior sobre a inflação do que os formuladores de políticas previram. A agência de estatísticas da União Europeia disse na terça-feira que os preços ao consumidor subiram apenas 1,2% em maio ante um ano atrás, uma queda de 1,7% ante abril e a menor desde abril de 2018. A meta do BCE é de inflação é ligeiramente abaixo 2%. Em maio, a inflação de serviços desacelerou acentuadamente à medida que os preços voltaram a níveis "normais", enquanto o preço dos alimentos e energia não processados ​​também subiu lentamente.

Trump e a primeira-dama Melania Trump continuam a visita de estado na Grã-Bretanha. Em seu primeiro dia da visita, Trump tweetou, sugerindo que um “grande acordo comercial” poderia estar em andamento com o Reino Unido no futuro, se “livrar de suas amarras”.

As tensões em torno de sua visita devem se intensificar hoje, já que protestos devem ocorrer em toda a capital inglesa. Observadores do mercado estarão prestando muita atenção no que Trump e a primeira-ministra Theresa May poderiam dizer durante os próximos dias, seja sobre comércio, Brexit ou outros assuntos relativos às duas nações.

EUA: Os futuros dos índices de ações dos EUA avançam na manhã de terça-feira, após uma sessão volátil em Wall Street na segunda-feira. Os investidores esperam que os legisladores entrem em ação e bloqueie o plano do governo Trump de impor tarifas ao México.

O foco do mercado volta-se para a política monetária nesta semana, com uma enxurrada de bancos centrais em todo o mundo que anunciam se devem ajustar as suas taxas de juros. Os investidores avaliam um possível corte de taxa pelo Federal Reserve dos EUA, evidenciado pela queda dos rendimentos da dívida do governo dos EUA. Os rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA de 10 anos abriram em 2,0779%, 70,7 pontos base abaixo do pico do ano, em 21 de janeiro. 

Enquanto isso, os comentários do Federal Reserve na segunda-feira elevaram as expectativas de que o banco central dos EUA esteja se aproximando de mais um corte em suas taxas. O presidente da Reserva Federal de St. Louis, James Bullard, disse que um corte na taxa de juros dos EUA "pode ser garantido em breve”, dado risco crescente sobre o crescimento econômico causado pelas tensões do comércio global e pela fraca inflação dos EUA.

Todos os olhos estarão voltados para o presidente do Fed, Jerome Powell, na tarde desta terça-feira, já que muitos observadores do mercado veem pressão sobre a economia doméstica, reflexo das tarifas do presidente Donald Trump sobre a China e o México e esperam que o Fed intervenha. 

Na frente de dados, os pedidos às fábrica para abril serão esperados por volta das 11h00.

ÍNDICES FUTUROS - 7h40:
Dow: +0,46%
SP500: +0,45%
NASDAQ: +0,51%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

segunda-feira, 3 de junho de 2019

RESENHA DA BOLSA - SEGUNDA-FEIRA 03/06/2019

ÁSIA: As bolsas asiáticas fecharam predominantemente em queda na madrugada desta segunda-feira, já que as tensões com o comércio global não mostraram sinais de abrandamento.

No domingo, a Casa Branca disse que o presidente Donald Trump estava "seriamente" decidido em impor taxações contra todas as importações do México, a menos que o fluxo de migrantes que cruzam a fronteira fosse significativamente reduzido. Enquanto isso, a China culpou os EUA pelo colapso nas negociações comerciais e disse que não recuaria, embora tenha deixado a porta aberta para novas negociações com os EUA.

Na segunda-feira, o indicador do PMI privado da Caixin mostrou que a atividade fabril da China ficou estável em maio, embora ainda em território de expansão, mas melhor que a esperada, ao contrário dos dados anteriores que indicavam atividade manufatureira em resfriamento. A leitura ficou em 49,4, abaixo dos 49,9 esperado pelos economistas pesquisados ​​pela Reuters . 

Na semana passada, o PMI de manufatura oficial da China para maio ficou em 49,4, abaixo dos 49,9 esperado pelos economistas e menor do que a leitura de abril, de 50,1. O PMI oficial de serviços para maio ficou de 54,3, inalterado em relação a abril.

As ações da China continental fecharam em baixa. O índice de Xangai caiu 0,30%, enquanto o Shenzhen Composite caiu 1,04%. Em Hong Kong, o índice Hang Seng caiu 0,03%. As ações do HSBC, cotadas em Hong Kong, caíram 1,01%, enquanto a seguradora AIA recuou 1,56%.

No Japão, o Nikkei 225 caiu 0,92%, com a gigante da indústria robótica Fanuc vendo suas ações caírem 3,30%. O índice Topix, mais amplo, caiu 0,88%. As ações do conglomerado japonês Softbank Group despencaram 6,22% depois que o Wall Street Journal noticiou que a empresa estava enfrentando desafios para levantar fundos.

Na Austrália, o ASX 200 caiu 1,19%, com quase todos os setores recuando. Um estrategista local descreveu o ambiente atual como “muito difícil” e “muito complicado”. Entre as mineradoras listadas em Sydney, BHP caiu 2,4%, Fortescue Metals recuou 3,7% e Rio Tinto fechou em baixa de 3%.

Na Coreia do Sul, o Kospi contrariou a tendência regional e adicionou 1,28%, com as ações da gigante Samsung Electronics e da fabricante de chips SK Hynix aumentando 3,06% e 1,99%, respectivamente.

EUROPA: As bolsas de valores da Europa negociam em baixa na manhã de segunda-feira, com o temor sobre o atual estado do comércio global se intensificando.

O pan-europeu Stoxx 600 cai 0,6%, com as ações do setor de petróleo e gás sofrendo o maior impacto, enquanto apenas o setor de alimentos e bebidas operam em território positivo.

Os mercados de ações estarão de olho nas relações comerciais e no que isso significa para a economia global. Na segunda-feira, os mercados da Ásia-Pacífico fecharam em baixa, já que traders digeriram novos dados e reagiram à  sessão volátil de Wall Street na sexta-feira, depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou impor uma tarifa de 5% sobre todas as importações mexicanas, se o país não ajudasse na “crise da migração ilegal”.

O presidente Trump e a primeira-dama Melania Trump visitam à Grã-Bretanha nesta segunda-feira, em visita de estado com objetivo a fortalecer os laços entre as duas nações, mas a viagem correu o risco de ser ofuscada pelo tumulto di Brexit e uma rivalidade política com o prefeito de Londres. É esperado que haja com protestos durante a sua visita. Antes da sua chegada, o líder da oposição Jeremy Corbyn criticou o presidente por “ingerências inaceitáveis” nos assuntos políticos do Reino Unido, depois que os comentários de Trump pareceram endossar Boris Johnson como o próximo primeiro-ministro.

O FTSE 100 do Reino Unido recua 0,29%, após queda de 0,8% sexta-feira. A libra sobe 0,2%, para US $ 1,2648, após subir 0,1% na sexta-feira. 

Entre as mineradoras listadas em Londres, Anglo American sobe 0,7%, Antofagasta cai 0,4%, BHP perde 0,3% e Rio Tinto cai 0,1%. 

A política europeia continua em foco, após notícias no fim de semana de que Andrea Nahles renunciaria como líder do Partido Social Democrata (SPD) da Alemanha. O DAX 30 recua 1,47%.

EUA: A disputa comercial continua pesando sobre os futuros do índice de ações dos EUA nesta segunda-feira de manhã, mas o foco do mercado desta vez está sintonizado com os crescentes temores de que as mais recentes ameaças tarifárias de Washington contra o México possam levar a economia global a uma recessão.

As tensões entre os EUA e a China também aumentaram no fim de semana, quando os dois países entraram em choque com questões de comércio, tecnologia e segurança. Um alto funcionário chinês e que faz parte da equipe de negociação com os EUA disse no domingo que Washington não pode usar a pressão para forçar um acordo comercial em Pequim. O vice-ministro do Comércio, Wang Shouwen, também se recusou a dizer se os líderes dos dois países se reunirão na cúpula do G20 para elaborar um acordo no final deste mês.

Na sexta-feira, o Dow caiu mais de 350 pontos depois que o presidente Donald Trump disse que os EUA vai impor uma tarifa de 5% sobre todas as importações mexicanas a partir de 10 de junho. A administração Trump ameaçou elevar até 25% ao longo dos próximos meses se o México não toma medidas significativas para impedir que os migrantes cheguem à fronteira sul dos EUA.

O Dow caiu 3% na semana passada e marcou sua sexta perda semanal consecutiva. Essa é a maior série de derrotas semanais para a Dow desde 2011. O S & P 500 e o Nasdaq registraram sua quarta queda semanal consecutiva. 

Na agenda dos dados, a leitura final dos dados de PMI (Purchasing Managers Index) de manufatura para maio será divulgada por volta das 10h45. O índice de manufatura do Institute for Supply Management (ISM) para maio e gastos de construção para abril sairão às 11h00, enquanto os dados mais recentes de vendas de veículos leves sairão um pouco mais tarde.

ÍNDICES FUTUROS - 7h50:
Dow: -0,33%
SP500: -0,34%
NASDAQ: -0,55%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

quinta-feira, 30 de maio de 2019

RESENHA DA BOLSA - QUINTA-FEIRA 30/05/2019

ÁSIA: As bolsas asiáticas recuaram na sequência de outro "sell-off" em Wall Street, uma vez que o aumento das tensões entre os EUA e a China continuou a pesar sobre o sentimento dos investidores. O índice MSCI Asia ex-Japan subiu 0,24%.

Os investidores continuam atentos aos desenvolvimentos na frente comercial EUA-China, com Pequim fazendo ameaças nesta semana. “Aconselhamos o lado americano a não subestimar a capacidade do lado chinês de salvaguardar seus direitos e interesses de desenvolvimento. Não diga que não o avisamos!”, dizia o Diário do Povo, o jornal oficial do Partido Comunista da China.

Isso ocorre depois que a China recentemente fez uma ameaça velada no início desta semana através de sua mídia estatal sobre minerais de terras raras, um material importante para as indústrias de tecnologia e defesa dos EUA e é dominada pela China. Os comentários de Pequim vieram após a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de colocar a Huawei numa lista negra, gigante de telecomunicações, o que levou muitos fabricantes de chips e empresas de internet a cortarem os laços com a empresa.

O Nikkei do Japão e o índice Topix fecharam em queda de 0,29% cada, com as ações dos pesos-pesados Fast Retailing e do Softbank Group perdendo mais de 1%.

Na Austrália, o ASX 200 caiu 0,74%, com  quase todos os setores declinando. As principais mineradoras de minério de ferro com a queda das perspectivas pela demanda do metal. A Dalian Commodity Exchange também aumentou as taxas de negociação dos futuros sem citar uma razão explícita. O preço do minério de ferro caiu 2,5%, para US $ 103,5. BHP caiu 1,7%, Fortescue Metals caiu 3,9% e Rio Tinto fechou em baixa de 3,4%.

Na parte continental chinesa, o índice de Xangai caiu 0,31%, enquanto o Shenzhen Composite recuou 0,62%. Em Hong Kong, o índice Hang Seng fechou em queda de 0,44%.

O Kospi da Coreia do Sul contrariou a tendência regional e subiu 0,77%, com as ações da gigante Samsung Electronics subindo 1,79%.

EUROPA: Os mercados europeus abriram em alta nesta quinta-feira, depois que o Stoxx 600 atingiu seu ponto mais baixo desde 11 de março, apesar das preocupações dos investidores com a última escalada da guerra comercial EUA-China.

O índice pan-europeu Stoxx 600 sobe 0,3% no início da sessão, após mergulhar 1,4% quarta-feira. o benchmark é liderado pelo setor de óleo e gás, enquanto o setor de serviços públicos abriu no vermelho, 

As mineradoras listadas em Londres tem um dia de alta. Anglo American sobe 1,1%, BHP avança 0,5%, Rio Tinto adiciona 0,3%, enquanto Antofagasta recua 0,5%. 

Os holofotes permanecem nos rendimentos das obrigações italianas, que voltaram a subir após o vice-primeiro ministro Matteo Salvini ter exigido que o Banco Central Europeu interviesse e garantisse toda a dívida do governo da zona do euro. É improvável que o BCE aceite o pedido de Salvini, aumentando ainda mais a temperatura em um conflito já tenso sobre as regras fiscais da Europa.

Uma pesquisa realizada na Alemanha na quarta-feira revelou que a maioria dos alemães não veem na aparente sucessora de Angela Merkel, Annegret Kramp-Karrenbauer, em condições de substituí-la, diminuindo as esperanças de uma suave transição de sua liderança.

Uma pesquisa da Reuters também descobriu que os investidores continuam dissuadidos de comprar ações baratas do FTSE 100, enquanto a saída do Reino Unido da União Europeia permanece indeterminada.

Em notícias corporativas, o Financial Times informou que os promotores alemães teriam invadido o escritório da fabricante de carros de luxo Porsche em uma investigação sobre a suspeita de mau uso dos fundos corporativos pelos executivos da empresa. Enquanto isso, a CEO da Nissan, Hiroto Saikawa, disse que não vê nenhuma desvantagem em relação à proposta de fusão de US $ 35 bilhões da parceira Renault com a Fiat Chrysler.

EUA: Os futuros do índice de ações dos Estados Unidos operam em ligeira alta na manhã de quinta-feira, tentando compensar as perdas da sessão anterior, com o sentimento do investidor, afetada pela longa disputa comercial entre as duas maiores economias do mundo.

O foco do mercado está sintonizada em grande parte com a evolução das tensões comerciais, depois que o vice-ministro das Relações Exteriores da China, Zhang Hanhui, disse na quinta-feira que provocar disputas comerciais equivalia a ”terrorismo econômico puro”, mostrando que a amarga guerra comercial  não está mostrando sinais de terminar em breve.

Com mais dois dias de negociação em maio, o S & P 500 está caminhando para uma perda de 5,5%. Essa seria sua primeira perda mensal desde dezembro.

Os investidores devem monitorar de perto uma enxurrada de dados econômicos nesta quinta-feira. Os últimos dados de desemprego e a segunda leitura do PIB (Produto Interno Bruto) são devidos às 9h30. Os indicadores sobre vendas de casas pendentes para abril devem ser divulgadas às 11h00 e os estoques de petróleo dos EUA devem sair às 12h00. 

ÍNDICES FUTUROS - 7h30:
Dow: +0,33%
SP500: +0,43%
NASDAQ: +0,45%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

quarta-feira, 29 de maio de 2019

RESENHA DA BOLSA - QUARTA-FEIRA 29/05/2019

ÁSIA: As perspectivas de uma resolução para a atual guerra comercial entre os EUA e a China enfraqueceram, depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que ainda não está pronto para fazer um acordo comercial com a China. Isso levou a um "sell-off" nas ações dos EUA na terça-feira, o que afetou os mercados da Ásia nesta quarta-feira. 

Por outro lado, a China parece ter feito uma ameaça velada em relação aos minerais de terras raras, um componente crucial para a indústria de tecnologia dos EUA. Terras raras são usadas para fabricar telefones celulares, LEDs, carros elétricos e outros itens de alto valor. A China domina o mercado global, respondendo por 71% da oferta global de terras raras. O presidente chinês, Xi Jinping, visitou recentemente instalações de mineração e processamento de terras raras, aumentando a especulação de que Pequim poderia tornar os minerais mais caros ou indisponíveis se a guerra comercial continuar a se expandir.

As ações das empresas de terras raras subiram nesta quarta-feira. Na China, as ações da JL Mag Rare-Earth dispararam em torno de 10%, enquanto as da Innuovo Technology subiram 9,95%. As ações da Lynas na Austrália, um dos poucos mineradores de terras raras fora da China, dispararam mais de 15%.

No noticiário da moeda, a administração Trump evitou rotular a China como um manipulador de moeda, mas manteve o país em uma lista de monitoramento junto com outros oito países, como Alemanha, Itália, Japão, Coréia do Sul, Malásia e Cingapura. Após o anúncio, muitas dessas moedas continuaram enfraquecendo em relação ao dólar durante a tarde. O yuan chinês em terra fechou em 6,9143, enquanto a contraparte offshore era negociado em 6,9343. O won coreano, que se enfraqueceu significativamente em 2019 em meio a preocupações econômicas tanto no exterior quanto no mercado interno, era negociado em 1.195,35. O ringgit da Malásia caiu para 4.1970 contra o dólar. Por sua vez, o banco central da Malásia disse que a taxa de câmbio da moeda é determinada pelo mercado, informou a Reuters.

No Japão, o índice Nikkei caiu 1,21%, fechando em 21.003,37 pontos e o Topix, mais amplo, caiu 0,94. 

Na Coreia do Sul, o Kospi caiu 1,25%, com as ações da gigante Samsung Electronics caindo 1,76%.

O ASX 200 na Austrália caiu 0,69%, para 6.440,00 pontos, já que quase todos os setores foram negociados em baixa. Entre as gigantes da mineração, BHP caiu 0,6%, Fortescue Metals recuou 2,3% e Rio Tinto fechou em baixa de 0,7%.

As ações do continente chinês também tiveram um dia de baixas, com o composto de Xangai recuando 0,16%, enquanto o Shenzhen Composite fechou praticamente estável em 1.541,66. Na terça-feira passada, a Huawei Technologies entrou com uma ação no tribunal dos EUA contestando a constitucionalidade de uma lei que limita as vendas de seus equipamentos de telecomunicações.

O índice Hang Seng de Hong Kong recuou 0,57%. As ações do HSBC e do China Construction Bank, cotadas em Hong Kong, fecharam em baixa.

Os investidores aguardam a divulgação do PMI oficial da China para maio, que será um indicador do impacto inicial das tarifas aplicadas pelos EUA e que será divulgado na sexta-feira.

EUROPA: As bolsas europeias continua o movimento de baixa nesta quarta-feira em meio a preocupações com a guerra comercial EUA-China e um possível impasse orçamentário entre a Itália e a UE.

O pan-europeu STOXX 600 cai 1,2% para seu ponto mais baixo desde 11 de março, com o setor de recursos básicos liderando as perdas no índice regional. Os setores de tecnologia, construção e materiais, varejo e bancos também operam em baixa durante a sessão da manhã.

Enter as mineradoras listadas em Londres, Anglo American cai 2,6%, Antofagasta recua 2,2%, BHP perde 2,1% e Rio Tinto opera em baixa de 2,4%. 

Os investidores estão adotando uma abordagem mais cautelosa em relação aos ativos de risco, com a batalha comercial entre Washington e Pequim se apontando um ponto interrogação para os mercados globais. 

Temores de uma batalha política entre Roma e Bruxelas voltaram nesta semana, conforme relatos afirmando que a UE está considerando medidas disciplinares por conta do fracasso do governo italiano em controlar suas dívidas. O vice-primeiro-ministro da Itália, Matteo Salvini, disse que Roma pode receber uma multa de 3 bilhões de euros (US $ 3,3 bilhões) por acumular dívidas, déficit, quebrando as regras do bloco. Uma autoridade europeia disse que não pode confirmar se a Itália será multada, mas disse que a UE tem “algumas preocupações” sobre a trajetória fiscal do país.

Também pesa sobre os investidores europeus, os dados econômicos decepcionantes. Um indicador do sentimento do consumidor alemão caiu para seu nível mais baixo em dois anos na terça-feira.

Fatores isolados e sinais de uma perspectiva econômica mais fraca fizeram com que as taxas de desemprego na Alemanha aumentassem drasticamente em maio, em sincronia com as expectativas dos analistas. Os pedidos de auxílio-desemprego aumentaram 60 mil em maio em comparação com abril. Economistas previam uma queda de 8.000. A taxa de desemprego ajustada aumentou para 5,0% em maio, ante uma baixa recorde de 4,9% em abril. A taxa de desemprego ajustada caiu para 4,9% em março, a menor taxa desde o início da série de dados em janeiro de 1992 para a Alemanha reunificada.

Entre outras notícias econômicas, o Banco Central Europeu publicou sua revisão semestral sobre a estabilidade financeira, alertando para uma maior volatilidade do mercado devido aos riscos decorrentes das guerras comerciais e do fraco crescimento econômico.

EUA: Os futuros dos índices de ações dos EUA caem na quarta-feira de manhã, com as atuais tensões comerciais alimentando preocupações com as perspectivas de crescimento global. 

A aversão ao risco aumentou nos últimos dias, com dados econômicos decepcionantes nas principais economias despertando temores de uma recessão global, em um momento em que as duas maiores economias do mundo estão presas em uma longa disputa comercial.

Os investidores também observam a rentabilidade dos títulos, como o rendimento dos títulos americanos de três meses em 2,35%, enquanto os títulos de 10 anos está em 2,23%. Isso é chamado de inversão da curva de juros, quando os títulos de longo prazo pagam taxas menores do que os de curto prazo e historicamente sinaliza uma recessão a vista. O rendimento dos títulos de 10 anos está em uma baixa desde outubro de 2017.

Na agenda de dados econômicos, a pesquisa de manufatura do Fed de Richmond para maio é esperada por volta das 11h00 e os dados de serviços do Fed de Dallas está definidos para seguir um pouco depois.

ÍNDICES FUTUROS - 7h30:
Dow: -0,62%
SP500: -0,59%
NASDAQ: -0,82%


OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.