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RESENHA DA BOLSA - TERÇA-FEIRA 15/09/2015

ÁSIA: Bolsas chinesas tomaram outro tombo na terça-feira em meio a persistentes preocupações sobre a saúde da segunda maior economia do mundo, puxando outros mercados da região, com a cautela prevalecendo antes da reunião do Federal Reserve que está na eminência de aumentar suas taxas de juros.

Indicadores econômicos decepcionantes como investimentos em ativos fixos e produção industrial lançados no fim de semana, sugeriram mais esfriamento na segunda maior economia do mundo, esperando que o governo implante mais medidas de apoio, porém, os mercados não ficaram convencidos de que esses novos estímulos estavam a caminho. O Shanghai Composite fechou em baixa de 3,55%, para em 3,005.17, somando-se à perda de 2,7% na segunda-feira, levando ao menor nível em duas semanas e meia. Entre outros índices da China, o Shenzhen Composite perdeu 5%, terminando próximo da baixa de sete meses, enquanto CSI300 Index, que acompanha as maiores empresas listadas em Xangai e Shenzhen, diminuiu 4%. Em Hong Kong, o Hang Seng mergulhou 0,49%, antes da divulgação do PIB do segundo trimestre da cidade previsto para ser lançado após o fechamento do mercado.

As quedas também foram reflexos da declaração do China Securities Regulatory Commission (CSRC na noite de segunda-feira que a tentativa do governo de cercar o financiamento ilegal de margem teve impacto limitado sobre o mercado de ações, segundo um comunicado publicado em sua conta no Weibo. Enquanto isso, dados do Ministério das Finanças mostraram que as despesas fiscais da China saltou 25,9% em agosto ante o ano anterior, resultado da farra dos gastos de Pequim em uma tentativa de escorar a economia vacilante. Enquanto isso, a Reuters relatou que Pequim apreendeu 1 trilhão de yuans ($ 157 bilhões) dos governos locais, que não conseguiram utilizar em seus orçamentos.

Na Austrália, o S & P ASX 200 caiu 1,53%, com uma mudança súbita na liderança do país, após o Premier Tony Abbott perder a eleição dentro do seu Partido Liberal para seu rival de longa data, Malcolm Turnbull. O Banco da Reserva da Austrália (RBA) disse que os números fracos do crescimento econômico no segundo trimestre não foram uma surpresa e membros observaram uma série de indicadores de atividade mostrando alguma melhora nos últimos meses, de acordo com a ata da reunião do banco central divulgados hoje. O RBA manteve as taxas de juros inalteradas em 2% no início de Setembro.

Setor financeiro liderou as quedas. National Australia Bank, Westpac e ANZ Banking recuaram mais de 2% cada. No setor de mineração, BHP Billiton diminuiu 1,3%, enquanto outras mineradoras como a Rio Tinto e South32 fecharam em queda de 2,2 e 7,5% respectivamente.

Nikkei do Japão seguiu em sentido contrário, subindo 0,34%, após o Banco do Japão (BOJ) manter sua política monetária expansionista em um ritmo anual de 80 trilhões de ienes, como amplamente esperado, em um placar de 8-1. Após a decisão do BOJ, o dólar americano caiu 0,56% para ¥ 119,91, ante ¥ 120,34 na segunda-feira em Nova Iorque. Alguns analistas acreditam que o banco central pode implementar mais medidas, possivelmente no próximo mês, após dados recentes sugerirem que a economia do Japão continuam fracos. O Nikkei caiu 14% desde o pico no final de junho.

Os pesospesados Fanuc e Fast Retailing ajudaram a impulsionar a bolsa para cima com suas ações subindo 2,3 e 1,7% respectivamente. Toshiba fechou em queda de 1,8% depois que o conglomerado relatou uma perda operacional de 10,96 bilhões de ienes (US $ 91 milhões) entre abril e junho após o fechamento do mercado na segunda-feira, em comparação com lucro de 47,7 bilhões de ienes no ano anterior. Operadores de telecomunicações permaneceram sob pressão de venda após relatos da mídia local na segunda-feira dizendo que o primeiro-ministro Shinzo Abe deu instruções ao ministério de comunicação para reduzir as taxas de telefonia móvel. KDDI liderou as perdas no setor com uma queda de 5,7%, enquanto SoftBank e NTT DoCoMo recuaram mais de 2% cada.

EUROPA: As bolsas europeias recuam, com investidores cautelosos com a permanente preocupação com o crescimento econômico global e antes da decisão de taxa de juro nos EUA.

O Stoxx Europe 600 cai 0,25%, com uma pesquisa sobre o sentimento econômico alemão ZEW para setembro cair para uma baixa de 10 meses, preocupados com as condições econômicas da China e outros mercados emergentes.

Entre os dados divulgados, o excedente comercial na zona do euro aumentou em julho, atingindo seu nível mais alto desde 2004, uma indicação de que o euro mais fraco melhorou as exportações e diminuiu as importações.

Na França, o CAC 40 recua e na Alemanha, o DAX 30 também cai em Frankfurt, pressionado por perdas de mais de 7% nas concessionárias de energia RWE e E.On, após notícia do site Spiegel Online que as empresas estavam com falta de 30 bilhões de euros (US $ 34 bilhões), necessário para construir um local para eliminar resíduos nucleares.

No Reino Unido, o FTSE 100 recua, somando-se a perda de 0,5% na segunda-feira. Experian sobe 0,58%  após a classificação da empresa de relatório de crédito ser atualizado para comprar pelo Deutsche Bank. Enquanto isso, as ações da BP cai 0,21% e BG Group perde 0,81%, mesmo após serem atualizados para comprar pela Liberum Capital bem como a alta do petróleo. Kingfisher cai 2,89% após a varejista anunciar que o lucro líquido caiu no primeiro semestre, em parte devido a perdas cambiais.

A libra avança 0,0194% frente o dólar, sendo negociado a $ 1,5427. Números de inflação no Reino Unido em agosto ficou inalterada, apagando um pequeno aumento de 0,1% em julho e dissipando as chances de um aumento das taxas de juros pelo Banco da Inglaterra.

AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:
9h30 - Retail Sales (mede as vendas totais do mercado varejista, desconsiderando o setor de serviços) e o Core Retail Sales (exclui as vendas de automóveis e gás);
9h30 - NY Empire State Manufacturing Index (mede a atividade manufatureira no estado de Nova York);
10h15 - Industrial Production (produção industrial) e Capacity Utilization (capacidade utilizada);
11h00 - Business Inventories (relatório sobre as vendas e os estoques do setor atacadista);

ÍNDICES MUNDIAIS - 7h10:

ÁSIA
Nikkei: +0,34%
Austrália: -1,53%
Shanghai: -3,55%
Hong Kong: -0,49%

EUROPA
Frankfurt - Dax: -0,24%
London - FTSE: -0,63%
Paris - CAC 40: -0,06%
IBEX 35: -0,57%
FTSE MIB: -0,06%

COMMODITIES
BRENT: +0,21%
WTI: +0,64%
OURO: -0,23%
COBRE: -0,42%
SOJA: +0,28%
ALGODÃO: +0,08%

ÍNDICES FUTUROS
DOW: -0,28%
SP500: -0,26%
NASDAQ: -0,28%

Observação: Este material é um trabalho voluntário e gratuito, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. Atenção para o horário da disponibilização dos dados desse relatório.
RESENHA DA BOLSA - SEGUNDA-FEIRA 14/09/2015

ÁSIA: As bolsas asiáticas fecharam sem direção nesta segunda-feira, com os investidores digerido uma enorme quantidade de dados chineses divulgados no fim de semana e cautelosos antes da reunião política do Federal Reserve nesta semana.

A economista-chefe do Banco Mundial juntou-se ao discurso da diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional, Christine Lagarde, ao advertir que uma subida da taxa pelo FED poderá provocar "pânico e confusão" nos mercados emergentes, de acordo com um relatório do Financial Times.

Os investimentos em ativos fixos e produção industrial da China ficaram aquém das expectativas em agosto, sugerindo um abrandamento na segunda maior economia do mundo e que provavelmente o governo deverá implantar mais medidas de apoio, pois Pequim terá dificuldades em atingir sua meta de crescimento para o ano de cerca de 7%. As vendas no varejo surpreenderam positivamente, crescendo 10,8% em agosto ante o ano anterior, melhor que as previsões de 10,5%.

O Shanghai Composite da China fechou 2,7% menor, seu nível mais baixo desde 08 de setembro. Novas preocupações sobre o estado da segunda maior economia do mundo acobertou a notícia de que Pequim emitiu diretrizes sobre as reformas das empresas estatais (EEs), incluindo a introdução de "sociedade mista" nas empresas estatais, de acordo com um relatório da mídia estatal Xinhua no domingo e na sexta-feira passada, o Banco do Povo da China (PBOC) abrandou as regras do coeficiente de reservas obrigatórias (RRR) para os bancos.

Os dados divulgados foram bem decepcionantes, considerando as declarações por parte do governo de que o investimentos iriam começar na segunda metade do ano.

Entre outros índices do país, o CSI300 fechou em queda de 2%, enquanto o Shenzhen Composite recuou 6,7%, próximo da baixa de uma semana. Em Hong Kong, Hang Seng Index China Enterprises caiu 0,7%, revertendo o avanço de 1,4% na sessão da manhã, enquanto o Hang Seng fechou em alta de 0,27%.

Nikkei do Japão recuou significativamente, seguindo as quedas de seus pares chinesas. O peso-pesado SoftBank caiu 5,5%, enquanto que outras operadoras de telecomunicações, como NTT Docomo e KDDI perderam 6,5 e 8,6%, respectivamente, após relatos da mídia local de que o primeiro-ministro Shinzo Abe deu instruções ao ministério de comunicação para reduzir as taxas de telefonia móvel.

Inpex e Fuji Oil caíram 5 e 3,3%, respectivamente, abalada pela queda dos preços do petróleo na semana passada, enquanto Toshiba informou nesta segunda-feira um prejuízo operacional no período de abril a junho de 10,96 bilhões de ienes (US $ 91 milhões) em comparação com um lucro ¥ 47700000000 de um ano antes. Ações do conglomerado fecharam em queda de 2,1%.

O Banco do Japão (BOJ) começou a sua reunião de política de dois dias. Analistas esperam que o BC mantenha a sua política monetária expansionista, embora sinais de fraqueza na economia estejam balizando as expectativas de mercado por uma maior flexibilização.

S & P ASX 200 da Austrália superou o desempenho regional nesta segunda-feira, graças às boletas de compra nos setores financeiros, concessionárias e stocks relacionadas à cuidados da saúde.

O banco de investimentos Macquarie Group saltou 2,3%, após anúncio de que espera um aumento de 40% no lucro do primeiro semestre que termina em setembro. National Australia Bank e Westpac subiram mais de 1% cada, enquanto ANZ Banking subiu 0,9%. Commonwealth Bank of Australia caiu 0,8% após a notícia de que o credor levantou  A$ 5100000000 (US $ 3600000000) por meio de uma emissão de direitos após a conclusão um bookbuild.

Setor de energia reverteu as perdas iniciais; Oil Search subiu 0,5% após a notícia de que ela rejeitou a proposta $ 8000000000 da Woodside Petroleum, cujas ações registraram perdas iniciais mas terminaram estável, enquanto entre as mineradoras, BHP Billiton subiu 0,1%, para $ 23,74, Rio Tinto caiu 0,3%, para $ 51,86 e Fortescue Metals Group subiu 1% para US $ 2.05.

EUROPA: As bolsas europeias avançam em segunda-feira, com o Stoxx Europe 600 subindo 0,30%.
O índice pan-europeu subiu 0,7% na semana passada, a melhor semana desde meados de julho quando a Grécia e seus credores concordaram com o acordo de resgate.

O setor de mineração sobe ajudado por upgrades no setor, ajudando a acobertar os efeitos dos dados econômicos decepcionantes da China, um importante comprador de metais. JP Morgan Cazenove elevou sua classificação do setor para overweight. BHP Billiton sobe 2,55% após Jefferies atualizar suas ações de esperar para comprar, citando em parte um rendimento de 7,7% de dividendos da empresa e seus ativos de baixo custo entre as razões para o upgrade. Outros pares do setor também avançam.  Randgold Resources sobe 2,09%, Rio Tinto avança 2,66% e Anglo American adiciona 1,88%.

A continuidade de sinais mostrando a fraqueza econômica da China deverá adicionar mais pressão sobre o FED que deve adiar uma possível taxa de juros dos EUA na quinta-feira, evento mais marcante no calendário para mercados globais nesta semana.

A produção industrial na zona do euro aumentou mais rapidamente do que o esperado em julho, uma indicação de que modesta recuperação econômica da zona monetária tem mantido seu dinamismo no terceiro trimestre. A produção das fábricas, minas e usinas de energia durante julho foi 0,6% maior do que em junho e 1,9% maior se comparado com o mesmo mês do ano anterior, o melhor desempenho desde fevereiro. As previsões de vinte e dois economistas consultados pelo The Wall Street Journal na semana passada era de um aumento mensal de 0,3%. A alta da produção industrial em julho foi espalhada pela zona do euro, com a França a principal exceção, cujos números caíram 0,8% em junho. Houve uma forte recuperação na Grécia após três meses de declínio, com alta de até 4,3% no mês, perdendo apenas para o ganho de 7,2% da Irlanda. Enquanto a produção de bens de capital e bens de consumo duráveis ​​subiram forte, houve quedas na fabricação de bens de consumo não-duráveis ​​e intermediários.

AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:  Não está prevista a divulgação de indicadores econômicos.

ÍNDICES MUNDIAIS - 7h40:

ÁSIA
Nikkei: -1,63%
Austrália: +0,50%
Shanghai: -2,67%
Hong Kong: +0,27%

EUROPA
Frankfurt - Dax: +0,24%
London - FTSE: +0,27%
Paris - CAC 40: +0,15%
IBEX 35: -0,16%
FTSE MIB: -1,63%

COMMODITIES
BRENT: -0,85%
WTI: -0,12%
OURO: +0,23%
COBRE: -1,12%
SOJA: +0,74%
ALGODÃO: +0,78%

ÍNDICES FUTUROS
DOW: +0,20%
SP500: +0,26%
NASDAQ: +0,28%

Observação: Este material é um trabalho voluntário e gratuito, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. Atenção para o horário da disponibilização dos dados desse relatório.
RESENHA DA BOLSA - SEXTA-FEIRA 11/09/2015
ÁSIA: Os investidores asiáticos fecharam a semana aguardando a tão aguardada reunião do Federal Reserve na próxima semana e os mercados esperam por um aumento da taxa de juros, devido melhora nos fundamentos econômicos nos EUA, mas a desvalorização brusca do yuan por autoridades chinesas em agosto e renovada turbulência nos mercados globais tem aumentado as apostas para um adiamento.

Nikkei do Japão oscilou entre ganhos e perdas modestas com investidores preferindo aguardar eventos importantes na próxima semana, especificamente no resultado nas duas importantes reuniões do Fed e do Banco do Japão (BOJ). Segundo analistas, se o Fed não subir sua taxa de juros na próxima semana, o iene deve se fortalecer, entanto, o declínio do PIB do segundo trimestre, bem como uma série de outros dados mostrando enfraquecimento da economia japonesa, pode levar o BoJ a recalcular seus números, assim sendo, os investidores estão tentando avaliar o apetite do governo por mais flexibilização. O Banco do Japão poderá anunciar mais medida de flexibilização monetária em sua reunião de segunda-feira e terça-feira, antes do FED dos EUA. Analistas observam que o presidente do Banco do Japão, Haruhiko Kuroda, surpreendeu os investidores no ano passado, incluindo uma flexibilização agressiva em outubro de 2014.

Ações japonesas caíram cerca de 12% desde o seu topo no final de junho. Exportadores blue-chips, como Toyota Motor caiu 1,4%, enquanto Toshiba duplicou perdeu 3,2%, após um jornal publicar que o Securities and Exchange Commission Surveillance do Japão (SESC) está se preparando para começar uma investigação sobre irregularidades contábeis no conturbado conglomerado. Pesos-pesados ​​tiveram um comércio irregular; SoftBank serpenteava entre ganhos e perdas e acabou por terminar 0,6% menor. Fast Retailing apagou o início em queda e se recuperou no final com uma alta de 1,5%, mas Fanuc fechou 2,8% menor. Investidores aproveitaram a liquidação intensa sofrida pelo setor financeiro na sessão anterior. Mitsubishi UFJ Financial Group e Sumitomo Mitsui Financial Group avançaram 1,1 e 0,9%, respectivamente, enquanto Nomura Holdings recuperou 1,3%.

Na China, o Shanghai Composite recuperou das perdas durante o pregão para fechar com ligeira alta de 0,08%. O Índice CSI300, que acompanha as maiores empresas de capital aberto do país, recuou 0,3%,Shenzhen Composite fechou 0,6% maior, enquanto Hang Seng de Hong Kong caiu 0,27% mas fechou a semana com alta de 3,2%, sua primeira semana positiva desde meados de julho, tendo perdido cerca de 12% em agosto.

As negociações foram relativamente calmas na sexta-feira, com os investidores esperando uma série de indicadores econômicos programados para o fim de semana, em busca de mais pistas sobre a saúde da economia da China.

S & P ASX 200 da Austrália terminou 0,47% menor após um dia agitado. O Goldman Sachs cortou a previsão de crescimento do PIB de 2016 da Austrália para 2%, ante 2,25% e advertiu que o risco de uma recessão permanece elevada e acrescentou que o Banco da Reserva da Austrália pode precisar baixar a sua taxa de juro de referência, já em um recorde de 2% de baixa por mais duas vezes.

National Australia Bank fechou próximo da estabilidade, mas as ações da Australia and New Zeland Banking e Westpac recuaram 0,5 e 0,9 % respectivamente. Woodside Petroleum e Oil Search, que estão envolvidos em um plano de aquisição num total de $ 8 bilhões, recuaram 2,5 e 1,6%, respectivamente. Santos avançou 0,7%, encontrando apoio na alta de 4% nos preços da energia durante a noite. Entre as mineradoras, Rio Tinto apreciou a resiliência continua do preço do minério de ferro e fechou em alta de 1,4%, enquanto BHP caiu 0,9%, sem qualquer perspectiva de recuperação iminente do petróleo.

Na semana, as ações de mineradoras fecharam sem direção. BHP Billiton caiu 4% na semana, enquanto Rio Tinto subiu 4,5% e Fortescue Metals Group avançou substanciosos 9,1%.

Os mercados em Singapura permaneceram fechados nesta sexta-feira devido eleições na cidade-estado do sudeste asiático, amplamente contestados desde a independência há 50 anos.

EUROPA: Os mercados europeus perdem terreno nesta sexta-feira, com o Stoxx Europe 600 caindo 0,70%, mas o índice pan-europeu mantém-se a caminho para um ganho semanal de cerca de 0,8%, o que seria seu maior avanço semanal desde julho.

Os investidores aguardam dados econômicos da China no final de semana, cujo desaceleração do crescimento provocou selloffs globais nas últimas semanas. Dados incluem leituras sobre a produção industrial e vendas no varejo para agosto e na próxima semana, os investidores aguardam a decisão do Federal Reserve dos EUA sobre as taxas de juros.

Destaque para o setor de telecomunicações. Em foco, Telenor ASA da Noruega cai 1,58% e TeliaSonera da Suécia recua 0,76%, após ambas empresas escandinavas abandonarem os planos de fundir suas operações na Dinamarca depois de não conseguir um acordo aceitável ​​com a Comissão Europeia.

Em Frankfurt, DAX 30 da Alemanha cai e nenhum dos componentes do índice operam no campo positivo.

CAC 30 da França recua. Total sobe 1,09% e figura entre os poucos ganhadores, após o Goldman Sachs elevar sua avaliação sobre a produtora de petróleo de neutro para comprar.

FTSE 100 do Reino Unido recua mas ainda segue a caminho para um ganho semanal de 1,7%. Vodafone cai 1,43%  e BT Group perde 1,46%. Rio Tinto figura entre os destaques positivos, com alta de 3,04% após um upgrade do UBS de neutro para comprar. Outras empresas mineradoras também sobem. Glencore sobe 2,07%  e BHP Billiton avança 2,31%.

Também em alta, a varejista Kingfisher sobe 1,53% após o UBS elevou suas ações de neutro para comprar, enquanto empresas de petróleo e gás também registram ganhos. BP sobe 1,00% e Royal Dutch Shell adiciona 0,43%, apesar dos preços do petróleo recuarem na sequência de um relatório de que a Arábia Saudita não suporta a ideia de realizar uma reunião de emergência da OPEP destinada a parar a queda do petróleo. Em contrapartida, a Agência Internacional de Energia disse que a oferta fora da Organização dos Países Exportadores de Petróleo recuará em quase meio milhão de barris por dia, devido redução dos gastos por parte dos produtores.

Entre as moedas, o euro cai0,0886% frente ao dólar, sendo negociado a $ 1,1295 em comparação com $ 1,1281 na quinta-feira em Nova York.

AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:
9h30 - Producer Price Index - PPI (mede o preço cobrado pelos produtores) e também o Core PPI (exceção aos preços de alimentação);
11h00 - Prelim UoM Consumer Sentiment (mede a confiança dos consumidores na economia norte-americana);
11h00 - Prelim UoM Inflation Expectations (mede a porcentagem que os consumidores esperam do preço dos bens e serviços nos próximos 12 meses);
15h00 - Federal Budget Balance (orçamento federal dos Estados Unidos);

ÍNDICES MUNDIAIS - 7h40:

ÁSIA
Nikkei: -0,19%
Austrália: -0,47%
Shanghai: +0,08%
Hong Kong: -0,27%

EUROPA
Frankfurt - Dax: -0,92%
London - FTSE: -0,24%
Paris - CAC 40: -0,98%
IBEX 35: -0,35%
FTSE MIB: -0,19%

COMMODITIES
BRENT: -1,49%
WTI: -1,72%
OURO: -0,29%
COBRE: -0,65%
SOJA: +0,17%
ALGODÃO: -0,14%

ÍNDICES FUTUROS
DOW: -0,24%
SP500: -0,28%
NASDAQ: -0,44%

Observação: Este material é um trabalho voluntário e gratuito, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. Atenção para o horário da disponibilização dos dados desse relatório.