RESENHA DA BOLSA - QUARTA-FEIRA 13/01/2016
ÁSIA: O ano segue muito volátil e mais uma vez as bolsas chinesas fecharam no contrapé de muitos mercados regionais que se recuperaram da queda de quarta-feira, face à persistente preocupação com a China e queda dos preços das commodities.
As exportações da China em termos de dólar caiu pelo sexto mês seguido em dezembro em comparação com o ano anterior. As exportações deslizaram 1,4% em dezembro, ante uma queda de 6,8% em novembro, mas melhor do que a média prevista pelo The Wall Street Journal para uma queda de 8%. Em yuan, as exportações da China aumentaram 2,3% em dezembro face ao ano anterior, depois de uma queda de 3,7% em novembro. Os dados foram melhores do que o esperado, mas uma preocupação que permanece na mente dos investidores é a liquidez apertada do yuan em Hong Kong, onde o custo de empréstimo para bancos da ilha subiu 66% na terça-feira, tornando-se proibitivamente caro para os investidores financiar apostas contra a moeda, conhecida como venda a descoberto. Traders disseram que os bancos estatais chineses, sob o comando do banco central, tem comprado o yuan em Hong Kong, onde é negociado livremente, fechando a diferença com o yuan no continente, onde é negociado dentro de um intervalo de até 2% frente ao dólar americano.
Oferecendo mais um sinal de estabilidade ao mercado, o Banco Popular da China (PBOC) manteve o ponto médio do yuan em 6,5630 por dólar, marcando o quarto dia de estabilidade. O yuan onshore, que pode negociar para cima ou para baixo no limite de 2% ficou em 6,5779, praticamente inalterado face a 6,5756 de terça-feira. No mercado offshore, o yuan foi negociado a 6,5746, em comparação com 6,5770 na terça-feira.
O Shanghai Composite oscilou entre alta e quedas para finalmente fechar em baixa de 2,4%, a 2,950.20 pontos. O Shenzhen Composite caiu 3,46% e o CSI 300 recuou 1,86%. Em Hong Kong, o Hang Seng subiu 1,13%. O Shanghai Composite já caiu 17% este ano. Na semana passada, uma queda mais acentuada do que o esperado do yuan desencadeou preocupações sobre a economia da China e provocou uma debandada global.
Na Austrália, o S & P / ASX 200 fechou em alta de 1,26%, em 4987 pontos,seu primeiro ganho do ano, após oito sessões seguidas de perdas, ajudado por dados comerciais chineses melhores do que o esperado, tranquilizando os investidores preocupados com a segunda maior economia do mundo. Colaboraram para a alta, o avanço de 1,86 e 1,64% para os setores financeiro e de tecnologia da informação, compensando o recuo de 0,33% do setor de commodities.
Stocks de ouro caíram depois que os preços spot do metal amarelo caíram 0,36%, para US $ 1,085.15 a onça durante o comércio asiático, em parte devido um dólar mais forte e com a recuperação dos principais mercados acionários. Newcrest recuou 4,85%, Evolution Mining caiu 6,09% e Alacer Gold teve perdas de 1,92%. Entre as grandes mineradoras, Rio Tinto subiu 1,02% e BHP Billiton fechou em baixa de 1,6%, enquanto a produtora de minério de ferro Fortescue caiu 0,95%.
No Japão, o Nikkei recuperou da queda de 2,71% da terça-feira e fechou em alta de 2,88% em 17,715.63 pontos. O iene japonês fechou em queda de 0,1% em ¥ 117,80 por dólar. A moeda subiu 2,3% este ano, como investidor buscaram a moeda diante tumultos na China. O iene mais fraco favorece papeis de exportadores.
Alguns stocks de energia tiveram ganhos na sequência da alta nos preços do petróleo. Santos subiu 5,42%, Woodside Petroleum avançou 1,33% e Oil Search fechou em alta de 1,44% na Austrália. Inpex e Japan Petroleum avançaram 0,68 e 1,75%, respectivamente no Japão. As empresas de energia listadas em Hong Kong fecharam em alta, enquanto stocks de petróleo do continente fecharam em baixa entre 0,85 e 2,28%.
EUROPA: Mercados europeus operam em alta, apesar da contínua cautela com a fraqueza nos preços do petróleo e desaceleração econômica da China. O pan europeu Stoxx 600 avança 1,6%.
Os preços aos consumidores franceses em dezembro subiu 0,2%, impulsionada por um aumento sazonal no preço de serviços, as estatísticas indicam quarta-feira. Economistas consultados pelo The Wall Street Journal previam um aumento de 0,1% no mês e no ano, enquanto o déficit em conta corrente da França ampliou para 1,4 bilhões de euros (US $ 1,5 bilhão) em novembro, ante 1 bilhão de euros em outubro.
Entre as notícias corporativas, Banco Popolare e Banca Popolare di Milano operam no azul após a Reuters informar que os dois bancos estavam perto de uma fusão. A fornecedora da Apple, Dialog Semiconductor é negociado em baixa após JPMorgan cortar seu preço alvo.
No Reino Unido, o FTSE 100 sobe, recuperando parte da baixa de 4,2% desde o início do ano. Ações de petróleo e gás e mineradoras avançam, após dados da China mostrar que as exportações subiram no mês passado, em termos de yuans. Em dólares, as exportações caíram 1,4% ante o ano anterior, melhor do que o declínio de 8% previsto por 15 economistas. Os dados mostraram que as importações de petróleo bruto da China cresceram 9,3% em dezembro. Entre as produtoras de petróleo BG Group sobe 2,42%, BP avança 3,67% e Tullow Oil dispara 11,21% e entre as mineradoras, BHP Billiton sobe 1,47% e Rio Tinto avança 2,75%.
Em outras notícias, o presidente Barack Obama em discurso chamou o povo americano para "consertar nossa política." Expondo a sua visão para o futuro econômico e social do país, o presidente disse que os americanos seriam capazes de alcançar uma união mais perfeita, se romperem o rancor da política partidária.
AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:
13h30 - Crude Oil Inventories (Relatório de Estoques de Petróleo dos Estados Unidos);
16h01 - 10-y Bond Auction (leilão de títulos de 10 anos do governo americano);
17h00 - Beige Book (Livro Bege do Federal Reserve - relatório sobre o desempenho atual da economia do país);
17h00 - Federal Budget Balance (orçamento federal dos Estados Unidos);
ÍNDICES MUNDIAIS - 7h10:
ÁSIA
Nikkei: +2,88%
Austrália: +1,26%
Shanghai: -2,40%
Hong Kong: +1,13%
EUROPA
Frankfurt - Dax: +1,62%
London - FTSE: +1,28%
Paris CAC: +1,91%
IBEX 35: +1,58%
FTSE MIB: +1,64%
COMMODITIES
BRENT: +2,52%
WTI: +2,39%
OURO: -0,29%
COBRE: +1,00%
SOJA: -0,03%
ALGODÃO +0,39%
ÍNDICES FUTUROS
Dow: +0,99%
SP500: +1,06%
NASDAQ: +1,15%
Observação: Este material é um trabalho voluntário e gratuito, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário da disponibilização dos dados.
Veja Também

RESENHA DA BOLSA - TERÇA-FEIRA 12/01/2016
ÁSIA: A maioria dos principais mercados da Ásia fecharam em queda, com o sentimento do investidor fragilizado com a baixa dos preços do petróleo e preocupações com a China.
O mercado australiano entregou seus ganhos matinais e fechou em território negativo. O S & P / ASX 200 encerrou em baixa de 0,14% em 4925 pontos, após cair 1,16% na segunda-feira. No Japão, os mercados retomaram as negociação depois da folga na segunda-feira e o Nikkei terminou em baixa de 2,71% em 17,218.96 pontos, enquanto na Coreia do Sul, Kospi fechou em baixa de 0,21% a 1,890.86 pontos.
O setor de energia sofreu com a baixa dos preços do petróleo. Na Austrália, Santos encerrou 8,1% menor, Oil Search caiu 4,15% e Woodside Petroleum teve perdas de 1,99%. No Japão, Inpex e Japan Petroleum fecharam em baixa de 5,82 e 7,44%, respectivamente.
Entre as mineradoras australianas, BHP Billiton e Rio Tinto, as duas maiores mineradoras do país, fecharam em queda de 3,47 e 3,33%, respectivamente. A produtora de minério de ferro Gindalbie Metals despencou 57,14% depois que surgiram boatos de que Ansteel estava revendo suas opções de financiamento para a mineradora. Gindalbie poderá enfrentar dificuldades de financiamento se a AnSteel retirar o seu financiamento.
A produtora de carvão Whitehaven Coal chegou a subir 4,84% depois que relatou um salto na produção e venda de carvão, confirmando a sua rentabilidade no primeiro semestre de 2016, mas fechou em baixa de 5,65%.
No Japão, a paridade dólar/iene foi negociado a 117,50 ienes, considerada um refúgio seguro, se fortaleceu em meio à turbulência do mercado. Exportadores como Toyota, Nissan, Sony e Mitsubishi Electric recuaram. Honda fechou estável após a montadora japonesa apresentar um modelo mais novo no Salão Internacional do Automóvel em Detroit.
Mercados chineses oscilaram entre território positivo e negativo, um dia depois de tomar um caldo. O Shanghai Composite fechou em alta de 0,21%, a 3,023.18 pontos depois de ter subido 0,9% e cair 0,71% nos primeiros 10 minutos de pregão. Na segunda-feira, o índice sofreu um sell-off de mais de 5%. O Shenzhen composite terminou 0,39% maior e o CSI 300 avançou 0,74%. Distante do continente, Hang Seng de Hong Kong deslizou 0,65%.
Antes da abertura do mercado, o Banco Popular da China (PBOC) fixou o ponto médio do yuan em 6,5628 contra o dólar, igual à correção de 6,5626 de segunda-feira. A paridade dólar/yuan subiu 0,07%, para 6,5753. A fonte da volatilidade atual do mercado se deve a dois eventos inesperados que aconteceram recentemente, a queda do petróleo e a moeda chinesa.
Setor financeiro do continente registraram um dos melhores desempenhos no índice Shanghai. Orient Securities ganhou 2,36% e Founder Securities ganhou 2,39%.
EUROPA: Mercados europeus abriram em baixa, ante cautela dos mercados asiáticos com a China e com o preço do petróleo sendo negociados ligeiramente acima de US $ 30 por barril. O pan europeu Stoxx 600 abriu caindo 0,2% mas agora opera em alta.
No Reino Unido, o FTSE 100 sobe e segue a caminho para o seu primeiro ganho em cinco sessões, com o setor varejisa superando mais um dia de pessimismo para mineradoras e energia, depois que o benchmark terminou em seu nível mais baixo desde dezembro de 2012 na segunda-feira. A rede de Supermercados Morrison dispara 10,18% depois de relatar vendas melhores do que o esperado no período de Natal. Tesco avança 4,92% e J Sainsbury subiu 2,30%.
Na outra ponta do índice, as mineradoras enfrentam dificuldades para superar o recente sentimento negativo. BHP Billiton cai 2,77% após o Barclays cortar o rating da empresa de equalweight para underweight. Antofagasta cai 3,07%, Rio Tinto perde 1,77% e Glencore recua 2,96%. O Petróleo continua a deslizar, aumentando a pressão sobre as empresas de energia. Royal Dutch Shell cai 0,44% e BP recua 0,84%.
AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:
8h30 - Discurso do Vice Presidente do Federal Reserve Stanley Fischer;
9h00 - NFIB Small Business Index (índice de otimismo do pequeno empresário);
13h00 - JOLTS Job Openings (pesquisa mensal em diferentes indústrias em que analisa contratações, abertura de emprego, demissões, recrutamentos, etc);
13h00 - IBD/TIPP Economic Optimism (mede o nível de confiança do consumidor e o otimismo quanto à atividade econômica);
ÍNDICES MUNDIAIS - 7h30:
ÁSIA
Nikkei: -2,71%
Austrália: -0,14%
Shanghai: +0,21%
Hong Kong: -0,65%
EUROPA
Frankfurt - Dax: +1,54%
London - FTSE: +0,58%
Paris CAC: +1,13%
IBEX 35: +0,20%
FTSE MIB: +0,54%
COMMODITIES
BRENT: -0,80%
WTI: -0,80%
OURO: -0,08%
COBRE: -0,36%
SOJA: +0,20%
ALGODÃO +0,26%
ÍNDICES FUTUROS
Dow: +0,09%
SP500: +0,16%
NASDAQ: -+0,15%
Observação: Este material é um trabalho voluntário e gratuito, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário da disponibilização dos dados.
ÁSIA: A maioria dos principais mercados da Ásia fecharam em queda, com o sentimento do investidor fragilizado com a baixa dos preços do petróleo e preocupações com a China.
O mercado australiano entregou seus ganhos matinais e fechou em território negativo. O S & P / ASX 200 encerrou em baixa de 0,14% em 4925 pontos, após cair 1,16% na segunda-feira. No Japão, os mercados retomaram as negociação depois da folga na segunda-feira e o Nikkei terminou em baixa de 2,71% em 17,218.96 pontos, enquanto na Coreia do Sul, Kospi fechou em baixa de 0,21% a 1,890.86 pontos.
O setor de energia sofreu com a baixa dos preços do petróleo. Na Austrália, Santos encerrou 8,1% menor, Oil Search caiu 4,15% e Woodside Petroleum teve perdas de 1,99%. No Japão, Inpex e Japan Petroleum fecharam em baixa de 5,82 e 7,44%, respectivamente.
Entre as mineradoras australianas, BHP Billiton e Rio Tinto, as duas maiores mineradoras do país, fecharam em queda de 3,47 e 3,33%, respectivamente. A produtora de minério de ferro Gindalbie Metals despencou 57,14% depois que surgiram boatos de que Ansteel estava revendo suas opções de financiamento para a mineradora. Gindalbie poderá enfrentar dificuldades de financiamento se a AnSteel retirar o seu financiamento.
A produtora de carvão Whitehaven Coal chegou a subir 4,84% depois que relatou um salto na produção e venda de carvão, confirmando a sua rentabilidade no primeiro semestre de 2016, mas fechou em baixa de 5,65%.
No Japão, a paridade dólar/iene foi negociado a 117,50 ienes, considerada um refúgio seguro, se fortaleceu em meio à turbulência do mercado. Exportadores como Toyota, Nissan, Sony e Mitsubishi Electric recuaram. Honda fechou estável após a montadora japonesa apresentar um modelo mais novo no Salão Internacional do Automóvel em Detroit.
Mercados chineses oscilaram entre território positivo e negativo, um dia depois de tomar um caldo. O Shanghai Composite fechou em alta de 0,21%, a 3,023.18 pontos depois de ter subido 0,9% e cair 0,71% nos primeiros 10 minutos de pregão. Na segunda-feira, o índice sofreu um sell-off de mais de 5%. O Shenzhen composite terminou 0,39% maior e o CSI 300 avançou 0,74%. Distante do continente, Hang Seng de Hong Kong deslizou 0,65%.
Antes da abertura do mercado, o Banco Popular da China (PBOC) fixou o ponto médio do yuan em 6,5628 contra o dólar, igual à correção de 6,5626 de segunda-feira. A paridade dólar/yuan subiu 0,07%, para 6,5753. A fonte da volatilidade atual do mercado se deve a dois eventos inesperados que aconteceram recentemente, a queda do petróleo e a moeda chinesa.
Setor financeiro do continente registraram um dos melhores desempenhos no índice Shanghai. Orient Securities ganhou 2,36% e Founder Securities ganhou 2,39%.
EUROPA: Mercados europeus abriram em baixa, ante cautela dos mercados asiáticos com a China e com o preço do petróleo sendo negociados ligeiramente acima de US $ 30 por barril. O pan europeu Stoxx 600 abriu caindo 0,2% mas agora opera em alta.
No Reino Unido, o FTSE 100 sobe e segue a caminho para o seu primeiro ganho em cinco sessões, com o setor varejisa superando mais um dia de pessimismo para mineradoras e energia, depois que o benchmark terminou em seu nível mais baixo desde dezembro de 2012 na segunda-feira. A rede de Supermercados Morrison dispara 10,18% depois de relatar vendas melhores do que o esperado no período de Natal. Tesco avança 4,92% e J Sainsbury subiu 2,30%.
Na outra ponta do índice, as mineradoras enfrentam dificuldades para superar o recente sentimento negativo. BHP Billiton cai 2,77% após o Barclays cortar o rating da empresa de equalweight para underweight. Antofagasta cai 3,07%, Rio Tinto perde 1,77% e Glencore recua 2,96%. O Petróleo continua a deslizar, aumentando a pressão sobre as empresas de energia. Royal Dutch Shell cai 0,44% e BP recua 0,84%.
AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:
8h30 - Discurso do Vice Presidente do Federal Reserve Stanley Fischer;
9h00 - NFIB Small Business Index (índice de otimismo do pequeno empresário);
13h00 - JOLTS Job Openings (pesquisa mensal em diferentes indústrias em que analisa contratações, abertura de emprego, demissões, recrutamentos, etc);
13h00 - IBD/TIPP Economic Optimism (mede o nível de confiança do consumidor e o otimismo quanto à atividade econômica);
ÍNDICES MUNDIAIS - 7h30:
ÁSIA
Nikkei: -2,71%
Austrália: -0,14%
Shanghai: +0,21%
Hong Kong: -0,65%
EUROPA
Frankfurt - Dax: +1,54%
London - FTSE: +0,58%
Paris CAC: +1,13%
IBEX 35: +0,20%
FTSE MIB: +0,54%
COMMODITIES
BRENT: -0,80%
WTI: -0,80%
OURO: -0,08%
COBRE: -0,36%
SOJA: +0,20%
ALGODÃO +0,26%
ÍNDICES FUTUROS
Dow: +0,09%
SP500: +0,16%
NASDAQ: -+0,15%
Observação: Este material é um trabalho voluntário e gratuito, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário da disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - SEGUNDA-FEIRA 10/01/2016
ÁSIA: Mercados chineses estenderam o começo áspero na segunda semana do ano após o outro sell-off nos índices do continente. O Shanghai Composite caiu mais de 5%, enquanto Shenzhen Composite mergulhou 6,6% e o Hang Seng de Hong Kong caiu 2,76%, fechando abaixo dos 20 mil pontos pela primeira vez desde Junho de 2013.
No resto da Ásia as bolsas também caíram. O S & P / ASX 200 da Austrália continuou sua tendência de queda, caindo 1,17% pontos em 4,932.20. Na Coreia do Sul, o Kospi recuou 1,19% para fechar em 1,894.84 pontos. Mercados no Japão permaneceram fechados por conta de feriado.
Corretoras do continente sofreram fortes perdas. CITIC Securities caiu 7,01%, enquanto em Hong Kong suas ações caíram 5,53%. Stocks de companhias aéreas no continente fecharam sem direção, entre 3,72% de alta e queda de até 1,54%. Companhias aéreas tendem a subir quando os preços do petróleo caem.
Na segunda-feira, o Banco Popular da China (PBOC) definiu o ponto médio do yuan em 6,5626 contra o dólar, mais forte do que os 6,5636 na sexta-feira. Foi o segundo dia que o yuan se fortaleceu, depois de oito sessões de quedas. O yuan onshore, que é negociado livremente, pode ser negociado com uma correção de 2% para cima ou para baixo, fechou a 6,6727 em relação ao dólar dos EUA, em comparação com 6,6820 na sexta-feira e atingiu a mínima de cinco anos na quinta-feira a 6,7511.
O banco central da China parece ter gasto enormes quantidades de dólares para sustentar o yuan em meio à desaceleração do crescimento econômico e o início das altas das taxas de juros dos EUA. O regulador de câmbio do país, disse no fim de semana que suas reservas caíram $ 107.900.000.000 em dezembro, a maior queda mensal de sempre.
Em Hong Kong, a taxa de curto prazo que os bancos cobram entre si para emprestar yuan chinês saltou para um recorde de 4% para 13,4% na sexta-feira, uma indicação de que turbulência da moeda chinesa está se espalhando para Hong Kong. O aumento se deve por conta dos grandes bancos chineses que tiveram que intervieram no mercado offshore para comprar yuan na semana passada devido aperto de liquidez.
Na semana passada, o Shanghai Composite entregou todo seu ganho de 2015, com queda de 9,97% em apenas cinco dias, quando as negociações nos mercados chineses foram interrompidos duas vezes na semana passada por conta do dispositivo do circuit breaker, implementadas no início da semana mas foram suspensos ante do final de semana.
Novas quedas nos preços do petróleo derrubaram o setor de energia na Ásia. Ações australianas Santos, Oil Search e Woodside Petroleum fecharam em baixa entre 0,76 e 5,03%. Na China, as ações de petróleo do continente caíram entre 2,31 e 3,63%, enquanto em Hong Kong, CNOOC, Petrochina e Sinopec tiveram perdas entre 2,97 e 4,27%.
Mineradoras foram pressionados pela queda do minério de ferro que fechou em $ 41,50 a tonelada na sexta-feira, um recuo de 3% na semana após ralis por três semanas. Rio Tinto e BHP Billiton, duas das maiores mineradoras da Austrália, recuaram 3,34 e 4,89%, respectivamente, enquanto a produtora de minério de ferro Fortescue teve perdas de 4,93%.
EUROPA: As bolsas europeias reverteram as perdas da abertura, após as bolsas dos EUA caírem numa sequência de cinco dias de queda na semana passada, seu pior início de ano e com a continuidade do sell-off das ações chinesas. O pan europeu Stoxx 600 abriu em queda de 0,2%, mas opera em alta de 0,6%. Ativos russos caem em seu primeiro dia de negociação após os feriados do ano novo. O índice Micex cai mais de 2%.
O executivo chefe da Volkswagen Matthias Müller pediu desculpas pelo escândalo das emissões de poluentes no ano passado, durante sua primeira viagem aos EUA. Mueller anunciou que a empresa investirá mais dinheiro nos EUA e criará mais empregos. As ações da Volkswagen sobem.
Nomes do setor de defesa como BAE Systems e Thales ganham um novo impulso após JPMorgan elevar os stocks para "overweight", dizendo que será "um ano muito bom" para as ações de defesa europeias devido aumento das tensões geopolíticas.
Air France-KLM também sobe apesar de dizer que o tráfego de passageiros caiu devido ataques terroristas de novembro de Paris e suas consequências custaram à operadora da companhia aérea franco holandesa cerca 70 milhões de euros (US $ 76 milhões) em dezembro devido perda de receita. O jornal francês Les Echos, informou que a companhia está pronta para revelar um novo plano de crescimento.
Fornecedora da Apple, Dialog Semiconductor sobe depois que dizer que a receita para o ano de 2015 cresceu 17%. O stock caiu na semana passada em meio a relatos de que a Apple estava cortando a produção de iPhone 6s e 6s Plus.
Especialista em testes genéticos alemão Qiagen cai 8% depois de dizer que as vendas e metas de lucro no ano passado ficaram aquém das expectativas.
No Reino Unido, as mineradoras dão sustentação ao índice FTSE 100, após serem espancadas na semana passada. Anglo American sobe 1.33%, Glencore avança 1,69% e as gigantes BHP Billiton e Rio Tinto adicionam 0.06 e 0,23%. Entre as empresas de petróleo, BG Group cai 0.62% e BP avança 1.72%.
Na sexta-feira, o FTSE 100 fechou no nível mais baixo desde meados de dezembro quando sofreu o pior início de ano desde 2000, devido nervosismo com o abrandamento da economia da China.
Entre outras notícias, o primeiro-ministro David Cameron, disse no domingo que não seria certo os britânicos deixarem de votar para o Reino Unido deixar a União Europeia, mas o governo terá que fazer o trabalho que eles fazem.
Na Espanha, a Catalunha elegeu um novo presidente separatista, Carlos Puidgemont, que substituirá Arthur Mas. Puidgemont disse que continuaria com os planos de Mas para se separar Espanha no prazo de 18 meses.
AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:
11h00 - Labor Market Conditions Index (relatório sobre as condições de trabalho dos EUA que condensa vários dados de trabalho em uma única leitura, a fim de dar uma melhor visão do mercado);
ÍNDICES MUNDIAIS - 7h20:
ÁSIA
Nikkei: ---
Austrália: -1,17%
Shanghai: -5,29%
Hong Kong: -2,3%
EUROPA
Frankfurt - Dax: +0,67%
London - FTSE: +0,08%
Paris CAC: +0,66%
IBEX 35: +0,59%
FTSE MIB: +0,65%
COMMODITIES
BRENT: -0,49%
WTI: -0,65%
OURO: +0,26%
COBRE: -1,90%
SOJA: -0,32%
ALGODÃO +0,15%
ÍNDICES FUTUROS
Dow: +0,39%
SP500: +0,50%
NASDAQ: +0,40%
Observação: Este material é um trabalho voluntário e gratuito, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário da disponibilização dos dados.
ÁSIA: Mercados chineses estenderam o começo áspero na segunda semana do ano após o outro sell-off nos índices do continente. O Shanghai Composite caiu mais de 5%, enquanto Shenzhen Composite mergulhou 6,6% e o Hang Seng de Hong Kong caiu 2,76%, fechando abaixo dos 20 mil pontos pela primeira vez desde Junho de 2013.
No resto da Ásia as bolsas também caíram. O S & P / ASX 200 da Austrália continuou sua tendência de queda, caindo 1,17% pontos em 4,932.20. Na Coreia do Sul, o Kospi recuou 1,19% para fechar em 1,894.84 pontos. Mercados no Japão permaneceram fechados por conta de feriado.
Corretoras do continente sofreram fortes perdas. CITIC Securities caiu 7,01%, enquanto em Hong Kong suas ações caíram 5,53%. Stocks de companhias aéreas no continente fecharam sem direção, entre 3,72% de alta e queda de até 1,54%. Companhias aéreas tendem a subir quando os preços do petróleo caem.
Na segunda-feira, o Banco Popular da China (PBOC) definiu o ponto médio do yuan em 6,5626 contra o dólar, mais forte do que os 6,5636 na sexta-feira. Foi o segundo dia que o yuan se fortaleceu, depois de oito sessões de quedas. O yuan onshore, que é negociado livremente, pode ser negociado com uma correção de 2% para cima ou para baixo, fechou a 6,6727 em relação ao dólar dos EUA, em comparação com 6,6820 na sexta-feira e atingiu a mínima de cinco anos na quinta-feira a 6,7511.
O banco central da China parece ter gasto enormes quantidades de dólares para sustentar o yuan em meio à desaceleração do crescimento econômico e o início das altas das taxas de juros dos EUA. O regulador de câmbio do país, disse no fim de semana que suas reservas caíram $ 107.900.000.000 em dezembro, a maior queda mensal de sempre.
Em Hong Kong, a taxa de curto prazo que os bancos cobram entre si para emprestar yuan chinês saltou para um recorde de 4% para 13,4% na sexta-feira, uma indicação de que turbulência da moeda chinesa está se espalhando para Hong Kong. O aumento se deve por conta dos grandes bancos chineses que tiveram que intervieram no mercado offshore para comprar yuan na semana passada devido aperto de liquidez.
Na semana passada, o Shanghai Composite entregou todo seu ganho de 2015, com queda de 9,97% em apenas cinco dias, quando as negociações nos mercados chineses foram interrompidos duas vezes na semana passada por conta do dispositivo do circuit breaker, implementadas no início da semana mas foram suspensos ante do final de semana.
Novas quedas nos preços do petróleo derrubaram o setor de energia na Ásia. Ações australianas Santos, Oil Search e Woodside Petroleum fecharam em baixa entre 0,76 e 5,03%. Na China, as ações de petróleo do continente caíram entre 2,31 e 3,63%, enquanto em Hong Kong, CNOOC, Petrochina e Sinopec tiveram perdas entre 2,97 e 4,27%.
Mineradoras foram pressionados pela queda do minério de ferro que fechou em $ 41,50 a tonelada na sexta-feira, um recuo de 3% na semana após ralis por três semanas. Rio Tinto e BHP Billiton, duas das maiores mineradoras da Austrália, recuaram 3,34 e 4,89%, respectivamente, enquanto a produtora de minério de ferro Fortescue teve perdas de 4,93%.
EUROPA: As bolsas europeias reverteram as perdas da abertura, após as bolsas dos EUA caírem numa sequência de cinco dias de queda na semana passada, seu pior início de ano e com a continuidade do sell-off das ações chinesas. O pan europeu Stoxx 600 abriu em queda de 0,2%, mas opera em alta de 0,6%. Ativos russos caem em seu primeiro dia de negociação após os feriados do ano novo. O índice Micex cai mais de 2%.
O executivo chefe da Volkswagen Matthias Müller pediu desculpas pelo escândalo das emissões de poluentes no ano passado, durante sua primeira viagem aos EUA. Mueller anunciou que a empresa investirá mais dinheiro nos EUA e criará mais empregos. As ações da Volkswagen sobem.
Nomes do setor de defesa como BAE Systems e Thales ganham um novo impulso após JPMorgan elevar os stocks para "overweight", dizendo que será "um ano muito bom" para as ações de defesa europeias devido aumento das tensões geopolíticas.
Air France-KLM também sobe apesar de dizer que o tráfego de passageiros caiu devido ataques terroristas de novembro de Paris e suas consequências custaram à operadora da companhia aérea franco holandesa cerca 70 milhões de euros (US $ 76 milhões) em dezembro devido perda de receita. O jornal francês Les Echos, informou que a companhia está pronta para revelar um novo plano de crescimento.
Fornecedora da Apple, Dialog Semiconductor sobe depois que dizer que a receita para o ano de 2015 cresceu 17%. O stock caiu na semana passada em meio a relatos de que a Apple estava cortando a produção de iPhone 6s e 6s Plus.
Especialista em testes genéticos alemão Qiagen cai 8% depois de dizer que as vendas e metas de lucro no ano passado ficaram aquém das expectativas.
No Reino Unido, as mineradoras dão sustentação ao índice FTSE 100, após serem espancadas na semana passada. Anglo American sobe 1.33%, Glencore avança 1,69% e as gigantes BHP Billiton e Rio Tinto adicionam 0.06 e 0,23%. Entre as empresas de petróleo, BG Group cai 0.62% e BP avança 1.72%.
Na sexta-feira, o FTSE 100 fechou no nível mais baixo desde meados de dezembro quando sofreu o pior início de ano desde 2000, devido nervosismo com o abrandamento da economia da China.
Entre outras notícias, o primeiro-ministro David Cameron, disse no domingo que não seria certo os britânicos deixarem de votar para o Reino Unido deixar a União Europeia, mas o governo terá que fazer o trabalho que eles fazem.
Na Espanha, a Catalunha elegeu um novo presidente separatista, Carlos Puidgemont, que substituirá Arthur Mas. Puidgemont disse que continuaria com os planos de Mas para se separar Espanha no prazo de 18 meses.
AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:
11h00 - Labor Market Conditions Index (relatório sobre as condições de trabalho dos EUA que condensa vários dados de trabalho em uma única leitura, a fim de dar uma melhor visão do mercado);
ÍNDICES MUNDIAIS - 7h20:
ÁSIA
Nikkei: ---
Austrália: -1,17%
Shanghai: -5,29%
Hong Kong: -2,3%
EUROPA
Frankfurt - Dax: +0,67%
London - FTSE: +0,08%
Paris CAC: +0,66%
IBEX 35: +0,59%
FTSE MIB: +0,65%
COMMODITIES
BRENT: -0,49%
WTI: -0,65%
OURO: +0,26%
COBRE: -1,90%
SOJA: -0,32%
ALGODÃO +0,15%
ÍNDICES FUTUROS
Dow: +0,39%
SP500: +0,50%
NASDAQ: +0,40%
Observação: Este material é um trabalho voluntário e gratuito, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário da disponibilização dos dados.
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