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RESENHA DA BOLSA - TERÇA-FEIRA 16/02/2016

ÁSIA: Os principais mercados asiáticos fecharam em território positivo, estendendo rali de segunda-feira na Europa, com a promessa de mais estímulo por parte do Banco Central Europeu e após os preços do petróleo subirem e as preocupações com a volatilidade nos mercados chineses diminuírem. Mercados americanos ficaram fechados por conta do feriado do Dia do Presidente.

Mercados chineses, em seu segundo dia de negociação após retornar de uma pausa de uma semana do Ano Novo Lunar, levou o Shanghai Composite a fechar em alta de 3,32%, em 2,837.40 pontos e o Shenzhen Composite terminou 4,09% maior. Ações financeiras chinesas subiram depois que o país informou que novos empréstimos atingiram um recorde mensal em janeiro. Instituições financeiras chinesas emitiram 2,5 trilhões de yuans (US $ 385,5 bilhões) em janeiro, significativamente maior do que os 597,8 bilhões de yuans de dezembro e acima dos 1,9 trilhões de yuans previstos pelos 13 economistas do The Wall Street Journal.

Apesar dos números fracos da balança comercial da China em janeiro divulgado na segunda-feira, os comentários do presidente dos Banco Popular da China (PBOC) levaram o yuan para seu nível mais forte em relação ao dólar no ano, enfraqueceu quase 0,3%, para 6.4943 yuan e o Premier Li Keqiang disse na segunda-feira que as políticas reguladoras da China nos mercados de ações e moeda foram corretas e ajudaram a evitar riscos financeiros sistêmicos. Ele se referia a desvalorização surpresa do yuan no verão passado e no início deste ano, espalhando terror por todo o globo.

Nikkei do Japão subiu 0,20% após disparar 7% ontem. Grandes exportadores japoneses, como Toyota, Nissan, Honda e Sony terminaram sem direção, após a paridade dólar-iene que chegou a cair para a marca de 111 ienes na semana passada, fechou estável em 114,52. Um iene mais forte é ruim para os exportadores, diminuindo seus lucros no exterior quando o dinheiro é repatriado.

Na Austrália, o S & P / ASX 200 oscilou entre ganhos e perdas antes de fechar em alta de 1,37%, em 4910 pontos, impulsionados por um salto dos bancos e mineradoras, em outro dia positivo na China. Stocks de recursos naturais subiram na sequência de ganhos dos preços de metais, incluindo cobre e minério de ferro. Os futuros de minério de ferro na China, negociados na Bolsa de Dalian Commodity Exchange subiram 0,6%, enquanto o índice de referência local, compilado pelo Steel Index, subiu 5,6% em US $ 45,60 a tonelada na segunda-feira. As mineradoras Rio Tinto e BHP Billiton terminaram 2,32 e 3,82%, respectivamente maior, enquanto produtora de minério de ferro Fortescue disparou 9,97%.

Os ministros da Arábia Saudita, Rússia, Catar e Venezuela devem se reunir no Catar nesta tarde para discutir sobre a produção, alimentando especulações de um possível corte ou congelamento de produção. Consequentemente, os futuros do petróleo avançaram. Stocks de energia seguiram em frente em toda a região. Na Austrália, Santos ganhou 5,90%, Oil Search subiu 5,77%, enquanto a japonesa Inpex subiu 2,24% e a coreana S-Oil adicionou 4,31%. Em Hong Kong, CNOOC, PetroChina e Sinopec subiram entre 2,51 e 6,42%, enquanto no continente, China Oilfield terminou em 2,66% maior.

EUROPA: Mercados europeus seguem a alta de seus pares asiáticos, especialmente após comentários de presidentes de bancos centrais globais e a forte recuperação dos preço do petróleo, com os mercados ignorando os números fracos da balança comercial da China.

O presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi, dizer que o BCE está "pronto para fazer a sua parte" para fazer "a área do euro mais resistente", insinuando por mais flexibilização da política monetária, enquanto o presidente do Banco Popular da China (PBOC), Zhou Xiaochuan, rejeitou as ideias de controles de capital e disse que não vê base para uma contínua desvalorização do yuan.

Além de tudo isso, os preços do petróleo recuperam nos mercados internacionais, com os maiores produtores de petróleo do mundo, incluindo a Arábia Saudita e vários membros importantes da OPEP, se preparando para se reunir em Doha.

Entre os destaques corporativos, a empresa de energia francesa EDF viu lucro líquido mergulhar 68% em 2015 e cortar seu dividendo de 1,25 para 1,10 euros, mas as ações operam em alta. A empresa de telecomunicações Orange viu as receitas cairem 0,1% em 2015 e disse que a compra da rival de telecomunicações da Bouygues levará "pelo menos várias semanas". Ações de ambas as empresas seguem em território positivo.

Stocks no setor de auto avançam, impulsionado basicamente por duas notícias. Em primeiro lugar, a fabricante de pneus Michelin reportou lucro líquido de 13% maior em 2015 e disse que espera que a demanda por veículos de passageiros, caminhões e caminhões leves continue a subir neste ano e suas ações sobem. Em segundo lugar, as vendas de automóveis europeus subiram 6,3% em janeiro, mas os registros de carros da Volkswagen caiu 4%, na esteira do escândalo de emissões de poluentes de seus carros movidos à diesel, embora o grupo VW como um todo, viu um aumento de 1% nas vendas.As ações da Volkswagen avançam ligeiramente. Enquanto isso, Ford viu seus registros de automóveis novos aumentarem 11,4%, enquanto a Daimler e a BMW também registraram fortes vendas e avançavam.

A mineradora Anglo American reportou uma perda líquida de US $ 5,6 bilhões no exercício findo em 31 de dezembro de 2015, em comparação com um prejuízo líquido de US $ 2,5 bilhões em 2014, devido depreciação dos preços das commodities mais baixos e suspendeu seu dividendo. A receita caiu 26% para US $ 23 bilhões durante o período e está analisando a possibilidade de vender sua mina brasileira de minério de ferro, Minas Rio, em dois ou três anos e espera se beneficiar de uma recuperação nos preços das commodities no início de 2016 e que combinado com operações mais eficiente e menores despesas, entre outras melhorias, resultará em um fluxo de caixa positivo de US $ 400 milhões em 2016. Separadamente, a Moodys Investors Service cortou o rating de crédito da Anglo American em três pontos de grau de investimento para status de lixo. Suas ações viraram para queda após abrir em alta.

Os metais são negociados em alta na abertura do pregão de Londres e ajuda a puxar o setor de recursos básicos como um todo. Rio Tinto e BHP Billiton sobem 1,30 e 1,75%, respectivamente, enquanto Glencore avança 1,36%.

Ainda em Londres, as empresas de energia BP e Royal Dutch Shell avançam 2,04 e 1,91%, respectivamente.

AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:
11h30 - NY Empire State Manufacturing Index (mede a atividade manufatureira no estado de Nova York);
13h00 - NAHB Housing Market Index (venda de imóveis e a expectativa para novas construções no mercado imobiliário americano);
19h00 - TIC Long-Term Purchases (mede o nível de investimento estrangeiro e nacional nos EUA);

Índices Mundiais - 7h40:

ÁSIA
Nikkei: +0,20%
Austrália: +1,37%
Shanghai: +3,32%
Hong Kong: +1,16%

EUROPA
Frankfurt - Dax: -0,11%
London - FTSE: +0,42%
Paris CAC: +0,43%
IBEX 35: +0,24%
FTSE MIB: -0,72%

COMMODITIES
BRENT: +1,78%
WTI: -0,03%
OURO: -2,59%
COBRE: +2,00%
SOJA: +1,03%
ALGODÃO +0,89%

ÍNDICES FUTUROS
Dow: +1,41%
SP500: +1,45%
NASDAQ: +1,94%

Observação: Este material é um trabalho voluntário e gratuito, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário da disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - SEGUNDA-FEIRA 16/02/2016

ÁSIA: Após pesadas vendas na semana passada, o Nikkei do Japão recuperou das perdas de sexta-feira (12/02) para fechar em alta de 7,16%, em 16,022.58 pontos. O Nikkei havia perdido 12,88% entre 01 e 12 fevereiro. O otimismo recebeu um impulso após Kozo Yamamoto, um aliado do primeiro-ministro Shinzo Abe, sugerir a realização de uma reunião de emergência para discutir medidas e enfrentar a desaceleração do crescimento global, bem como a turbulência do mercado.


Os bancos japoneses avançaram após sofrer fortes vendas, desde que o banco do Japão decidiu introduzir taxas de juros negativas, no final de janeiro. Mitsubishi UFJ disparou 8,65%, SMFG ganhou 10,37%, Mizuho Financial subiu 8,44% e Nomura subiu 10,84%.


Os principais exportadores Toyota, Nissan e Honda ganharam entre 6,71% e 9,56% após recuperação do dólar sobre o iene, que subiu 0,65%, a 113,94. Na semana passada, o iene caiu abaixo da marca dos 111 ienes. Um iene mais fraco é positivo para os exportadores, pois aumenta a sua receita no exterior quando convertidos em moeda local. Casas comerciais do Japão, conhecidos como "shosha Sogo", que oferecem de tudo, desde energia para metalúrgicas, beneficiamento de grãos e têxteis no país, tiveram rebotes nesta segunda-feira (15/02), fechando em alta de mais de 8% cada. Entre os cinco grandes, Itochu Corp disparou 12,19%.


A economia, no entanto, contraiu a uma taxa anualizada de 1,4% no trimestre de outubro a dezembro, devido a um fraco consumo interno e habitação, maior do que a retração de 1,2% estimada pela Reuters, enquanto no terceiro trimestre, os números revistos do PIB do Japão apresentaram um ganho de 1,3%, dando a entender, segundo analistas, que o BoJ provavelmente aumentará suas compras nos mercados de ETFs e J-REIT, a partir de março.


Na China, o Shanghai Composite abriu o pregão com perdas de mais de 2%, após permanecer fechado por uma semana, em comemoração aos feriados do Ano Novo Lunar, para finalmente fechar em baixa de apenas 0,59%, em 2,747.26 pontos. Analistas acreditam que o rali nos EUA e Europa na sexta-feira (12/02) e os comentários feitos pelo presidente do Banco Popular da China (PBOC), Zhou Xiaochuan, sobre o yuan no fim de semana, tiveram um impacto positivo no pregão. Zhou disse à revista financeira Caixin que não vê nenhuma base para continuar a desvalorização do yuan, também conhecido como renminbi. Ele também rejeitou as especulações de que Pequim apertaria controles de capital para conter as saídas de capital do continente, uma vez que seria difícil implementação. Os comentários foram interpretados como uma tentativa de acalmar os investidores antes do mercado continental reabrir.


Dados da balança comercial de janeiro mostraram uma queda muito maior do que o esperado pelos analistas. As exportações caíram 11,2% no ano, em comparação com estimativas de analistas da Reuters de uma queda de 1,9%. As importações caíram 18,8% em comparação com uma estimativa de 0,8% de queda do mercado.

Na Austrália, o S&P/ASX 200 fechou em alta de 1,64%, em 4,843.50 pontos, impulsionado por ganhos no setor de materiais, que fechou em alta de 4,44% e pelo setor da energia, que ganhou 3,08%. Produtores de commodities metálicas, exceto mineiros de ouro, avançaram, ignorando dados da China. Rio Tinto (L:RIO) ganhou 4,32% e BHP Billiton subiu 5,9%, enquanto Alacer Gold perdeu 2,91% após o ouro cair 1,41%, para US$ 1,220.26 a onça.

Os preços do petróleo ficaram novamente sob pressão durante o horário asiático, apresentando bastante volatilidade. Na semana passada, o ministro de Energia dos Emirados Árabes Unidos disse que a OPEP estava disposta a cooperar em um corte de produção, conforme relatado pelo Wall Street Journal. Nas últimas semanas, vários relatos tem especulado um possível corte no fornecimento dos membros da Opep, sobretudo Arábia Saudita.


O setor de energia subiu como um todo na região. Na Austrália, Santos apagou as perdas iniciais para fechar em alta de 1,90%, Woodside Petroleum ganhou 5,40%. A japonesa Inpex adicionou 7,62% e a coreana S-Oil devolveu parte dos ganhos mas fechou em alta de 0,13%. Em Hong Kong, CNOOC, PetroChina e Sinopec subiram entre 3,11% e 6,42%, enquanto as ações da China continental, Oilfield apagou as perdas de mais de 1,5%, para fechar em alta de 0,55%.


EUROPA: Mercados europeus abriram em alta após seus pares asiáticos avançarem, apesar dos números fracos da balança comercial da China. O pan europeu STOXX 600 sobe 2,6%.


Entre as notícias corporativas, a gigante HSBC decidiu manter a sua sede no Reino Unido, ante Hong Kong como sua nova sede, em face a um referendo de que a Grã-Bretanha poderia sair da União Europeia. As ações seguem em alta. O francês Le Journal du Dimanche reportou que grupo de telecomunicações Orange poderia apresentar uma oferta pela rival Bouygues (PA:BOUY) na terça-feira (16/02), levando as ações de ambas as empresas para forte alta. A firma de defesa britânica BAE Systems (L:BAES) sobe, depois que nomeou Charles Woodburn para o papel recém criado de diretor de operações.


Após sofrer em uma semana volátil, os bancos da Europa avançam. Bancos italianos Banco Popolare e Banca Monte dei Paschi di Siena, que ficaram sob pressão recentemente devido a preocupações sobre a sua carteira de crédito ruim, sobem mais de 8% cada. Credit Suisse e Société Génerale (PA:SOGN) também estão entre os destaques no setor. Analistas disseram ser devido ao fato de que investidores enxergam como oportunidade de compra após liquidação no setor.


No Reino Unido, FTSE 100 avança. Destaque para o setor de mineração, com o cobre e níquel subindo na esperança de que as autoridades monetárias da China poderiam promulgar uma maior flexibilização de suas políticas econômicas. Os investidores da Anglo American (L:AAL) estão se preparando para um balanço decepcionante na terça-feira (16/02) em meio a fraqueza nos preços dos metais. Ainda assim, a ação segue sendo negociada em alta de 4%. Rio Tinto recebeu uma boa notícia após a Standard and Poors anunciar ter removido a mineradora de sua lista de rating negativo. Suas ações subiram, mas agora operam em queda de 1,2%. BHP Billiton sobe 0,23%.


Entre as empresas de energia, A Shell cai 0,33% com notícia de que a compra da BG deve ser concluída hoje, tornando-se uma gigante de GNL. BP avança 0,95%.


AGENDA DO INVESTIDOR:

BRASIL: Vencimento de opções negociados na BM&F Bovespa.
EUA: Feriado nacional Washington's Birthday (Aniversário de Washington);

Índices Mundiais - 7h20:


ÁSIA

Nikkei: +7,16%
Austrália: +1,64%
Shanghai: -0,59%
Hong Kong: +3,27%

EUROPA

Frankfurt - Dax: +2,37%
London - FTSE: +1,57%
Paris CAC: +2,85%
IBEX 35: +2,65%
FTSE MIB: +3,09%

COMMODITIES

BRENT: +1,22%
WTI: +0,69
OURO: -2,31%
COBRE: +2,17%
SOJA: -0,09%
ALGODÃO -0,07%

ÍNDICES FUTUROS

Dow: +1,06%
SP500: +1,13%
NASDAQ: +1,44%

Observação: Este material é um trabalho voluntário e gratuito, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atenção para o horário da disponibilização dos dados desse relatório.
RESENHA DA BOLSA - SEXTA-FEIRA 12/02/2016

ÁSIA: Mercados na Ásia tiveram mais um dia de quedas, seguindo o sell-off em Wall Street e com o petróleo permanecendo volátil.

A postura cautelosa do Federal Reserve sobre possíveis novos aumentos da taxa de juros levantou dúvidas sobre a economia global e levou à subida acentuada do iene frente ao dólar, atacando a competitividade dos exportadores japoneses. O iene valorizou 0,4% e fechou a 112,86 por dólar, depois de chegar a cair à ¥ 110,99 na quinta-feira, o menor nível desde 31 de outubro de 2014, quando o Banco do Japão chocou os mercados ao aumentar seu atual programa de compra de títulos. O ministro das Finanças do Japão, Taro Aso disse nesta sexta-feira de manhã que os movimentos do iene tem sido ásperos e que os rápidos movimentos no mercado de câmbio não são desejáveis e que iria acompanhar de perto os mercados cambiais.

Alguns analistas acreditam numa flexibilização adicional do Japão complementando o anúncio do mês passado ao introduzir as taxas de juros negativas e que o Banco do Japão irá cortar 0,5% da sua taxa em março ou antes em  relação à atual taxa de -0,1%, além de aumentar as compras de títulos do governo japonês. Os títulos do governo japonês e o iene tendem a subir em tempos de incerteza econômica. O Nikkei reabriu após um feriado na quinta-feira e caiu 4,84%, para 14,952.61, a sétima queda nos últimos oito pregões para o menor patamar de fechamento desde outubro de 2014 e encerrando a semana com queda de mais de 11%. Entre os exportadores japoneses, Toyota, Nissan e Sharp caíram 6,81, 5,82 e 10,32%, respectivamente.

Na Austrália, o S & P / ASX 200 caiu 1,16%, para 4,765.30 pontos pesada pelo setor financeiro que caiu 1,58%.
As mineradoras recuaram. Rio Tinto e BHP Billiton cairam 1,27 e 0,98%, respectivamente e a produtora de minério de ferro Fortescue caiu 4,71%. Rio Tinto informou perdas anuais após o fechamento do mercado de quinta-feira e descartou sua política de dividendos progressiva, em linha com as expectativas do mercado, citando a piora das condições econômicas globais e queda nos preços das commodities e informou ainda uma perda líquida de US $ 866 milhões para 2015, comparado com um lucro de US $ 6,53 bilhões no ano anterior. Em sentido contrário, Bluescope fechou em alta de 14,16%, após a siderúrgica projetar um lucro de US $ 230 milhões no primeiro semestre do ano fiscal de 2016, ante um aumento anterior de cerca de A $ 180 milhões, citando corte de custos, melhores margens e aumento da demanda na Austrália como razões para o upgrade.

S & P / ASX 200 recuou 4,2% na semana, o menor fechamento em dois anos e meio e 11,6% em 2016, devido a onda de vendas que saudou os investidores desde o início do ano e está mais de 20% abaixo em relação à sua recente alta registrada em abril passado, cumprindo a definição de um mercado urso.

Na Coreia do Sul, o Kospi caiu 1,41%, enquanto o índice Hang Seng de Hong Kong caiu 0,93% em seu segundo dia de negociações nesta semana. O coreano e de Hong Kong ficaram fechados de segunda a quarta-feira devido feriados do Ano Novo Lunar. As bolsas chinesas do continente e Taiwan retomarão às atividades na próxima semana.

Os preços do petróleo continuaram voláteis, registrando ganhos durante comércio asiático após o Wall Street Journal informar que de acordo com o ministro da Energia dos Emirados Árabes Unidos, a OPEP estaria pronta para cooperar nos cortes de produção, apesar do ceticismo do mercado; nas últimas semanas, tanto a Rússia, quanto a Venezuela pediram à OPEP e outros grandes produtores de petróleo para reduzir a produção e o Irã disse que está pronto para cooperar, mas sem nenhum aparente progresso. Stocks de energia tiveram um desempenho misto. Santos subiu 3,61% e Woodside deslizou 0,26% na Austrália, enquanto Inpex caiu 6,36% e Japan Petroleum deslizou 3,94% no Japão. Em Hong, CNOOC, PetroChina e Sinopec subiram entre 0,49 e 1,34%.

EUROPA: Mercados europeus abriram o pregão em alta nesta sexta-feira, com o STOXX 600 subindo 1,3%, depois de ser espancado no dia anterior.

O PIB da zona do euro registrou uma expansão de 0,3% nos últimos 3 meses de 2015, como previsto. Comparado com o quarto trimestre do ano anterior, a economia da zona euro cresceu 1,5%. Em toda a União Europeia (UE), o PIB também cresceu 0,3% no quarto trimestre, um décimo abaixo da taxa observado no terceiro trimestre e a menor em todo o exercício de 2015. Comparado com o mesmo período do ano passado, o PIB da UE cresceu 1,8%, em comparação com 1,9% no terceiro trimestre. Assim, a economia da zona euro cresceu 1,5% em 2015, enquanto o PIB da UE se expandiu 1,8%.  O PIB do quarto trimestre da Alemanha mostrou que a maior economia da Europa cresceu também a uma taxa de 0,3%, pesada pelas exportações que caíram, mas a Itália cresceu apenas 0,1% no trimestre, abaixo das previsões de uma expansão de 0,3%. Na França, segunda maior economia da união monetária, mostrou que o seu PIB cresceu apenas 0,2% nos últimos três meses do ano passado, em comparação com 0,3% no terceiro.

A produção industrial da zona do euro afundou 1% no mês em dezembro, refletindo uma demanda global sem brilho, especialmente nos mercados emergentes.

O banco central da Suécia reduziu sua taxa de juros ainda mais para o território negativo na quinta-feira, um movimento considerado mais agressivo do que o previsto pelos mercados.  "Taxa negativa" é o termo mais usado nos meios de comunicação que está assustando os investidores. É algo pouco conhecido e ninguém sabe quais são as repercussões desta. Analistas dizem que os bancos centrais precisam tranquilizar os mercados de que eles detém ferramentas suficientes para lidar com qualquer tipo de situação, tanto negativo quanto positivo.

Bancos avançam com o alemão Commerzbank subindo mais de 14% após publicar lucro líquido no quarta trimestre em linha com as expectativas dos analistas, graças a redução das provisões para empréstimos ruins e que planeja pagar dividendo de 20 cents de euro (23 centavos de dólar) por ação, o primeiro dividendo desde 2007. Além disso, o banco disse que pode começar a oferecer taxas de juros negativas sobre os depósitos de clientes corporativos de médio porte, em meio a expectativas de que o Banco Central Europeu poderia cortar a sua principal taxa de juros abaixo de zero. Muitos bancos italianos, que tem estado sob pressão, recuperam também, embora problemático Banca Monte dei Paschi di Siena caia mais de 11% após o maior rival UBI Banca descartou algo com o banco.

Em Londres, o FTSE 100 avança, diminuindo o efeito da queda de ontem, quando registrou o seu menor fechamento em três anos e meio.

O setor de recursos básicos registra um forte desempenho. Anglo American sobe mais de 7 %, com os investidores comprando após mergulho das ações no início desta semana. Glencore também opera em território positivo após o Deutsche Bank elevar suas ações. Entre as gigantes, BHP Billiton e Rio Tinto avançam 6,17 e 4,96%, respectivamente.


AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:
11h30 - Retail Sales (mede as vendas totais do mercado varejista, desconsiderando o setor de serviços) e o Core Retail Sales (exclui as vendas de automóveis e gás);
11h30 - Import Prices (preços de bens importados, excluindo petróleo);
13h00 - Prelim UoM Consumer Sentiment (mede a confiança dos consumidores na economia norte-americana);
13h00 - Prelim UoM Inflation Expectations (mede a porcentagem que os consumidores esperam do preço dos bens e serviços nos próximos 12 meses);
13h00 - Business Inventories (relatório sobre as vendas e os estoques do setor atacadista);

Observação: Este material é um trabalho voluntário e gratuito, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário da disponibilização dos dados.