RESENHA DA BOLSA - QUINTA-FEIRA 17/03/2016
ÁSIA: O rali nas bolsas asiáticas continuaram nesta quinta-feira, com os investidores animados com as decisões do Federal Reserve dos EUA e alta nos preços do petróleo, mas as bolsas no Japão perderam terreno com o fortalecimento do iene.
O Federal Reserve deve aumentar as taxas de juro de curto prazo mais duas vezes apenas neste ano, abaixo dos quatro previstos inicialmente. O Fed manteve as taxas entre 0,25% e 0,50% e mostrou uma visão mais cautelosa sobre a economia dos EUA, mantendo preocupações com a fraqueza do crescimento global e volatilidade dos mercados financeiros, muito mais dovish do que o mercado esperava, resultando em rallies em commodities, moedas correlacionadas com commodities e mercados emergentes. As taxas estáveis nos EUA beneficiam ações asiáticas porque os investidores tem menos incentivos para tirar dinheiro da região em busca de rendimentos mais elevados nos EUA. O Índice MSCI Pacífico-Ásia caiu 4,5% neste ano.
No Japão, o Nikkei fechou 0,22% menor, a 16,936.38, estendendo a sua queda ao longo das duas sessões anteriores, após exportações em fevereiro caírem pelo quinto mês consecutivo, sua maior sequência de quedas desde 2012 e com o iene se fortalecendo a 111,83 ienes frente ao dólar, abaixo dos níveis em torno de ¥ 113,70 antes da decisão do Fed. Um iene mais forte normalmente pesa sobre mercado de exportação do Japão.
As exportações recuaram 4,0% em relação ao ano anterior para Y 5.703 trilhões no mês passado, mas menor do que a queda de 12,9% em janeiro, mas pior do que a queda de 3,0% esperado pelos economistas consultados pelo The Wall Street Journal. Os dados são os mais recentes de uma série de indicadores que mostram ventos contrários continuando a minar a economia do Japão. As exportações e o consumo doméstico fraco encolheram a economia no quarto trimestre do ano passado e agora ameaçam colocar de volta em uma recessão. As exportações para a China subiu 5,1% em fevereiro, o primeiro aumento em sete meses, mas as exportações para a região asiática caíram 6,1%, a sexta queda mensal consecutiva. Cerca da metade das exportações japonesas são para a Ásia. As exportações para os EUA, o maior importador de produtos feitos no Japão, subiu modestos 0,2%. As exportações caíram 2,4% em relação ao mês anterior, quando ajustado por variações sazonais, mas os volumes exportados subiram 0,2% ante o ano anterior, um aumento modesto, mas o primeiro em oito meses.
As importações japonesas diminuíram 14,2% em fevereiro para Y 5.461 trilhões, a 14ª queda mensal consecutiva, enquanto a balança comercial do Japão chegou a um excedente de Y 242.8 bilhões, em comparação com um déficit de Y 426.0 bilhões no mesmo mês do ano anterior. Economistas consultados pelo The Wall Street Journal esperavam um excedente Y 387.1 bilhões.
Mercados chineses fecharam em alta. Shanghai Composite fechou em alta de 1,22%, para 2,905.543 pontos e o Shenzhen Composite subiu 3,56%. Em Hong Kong, o índice Hang Seng fechou em alta de 1,21%. Os volumes negociados também aumentaram, um sinal de que os investidores estão dispostos a assumir mais riscos. Volume de negócios na Bolsa de Xangai foi de 213,8 bilhões de yuans ($ 32.800.000.000), superando média diária deste ano de 204,9 bilhões de yuans. Em Shenzhen, o ChiNext subiu 5,55% depois que uma mídia chinesa local informou que planos para lançar startups em Xangai podem atrasar ou ser descartado. O yuan se fortaleceu contra o dólar, com o dólar sendo negociado em baixa de 0,63%, a 6,4954. Antes da abertura dos mercados, o Banco Popular da China (PBOC) fixou a taxa média do yuan em 6,4961, ante correção de 6,5172 na quarta-feira.
Na Austrália, o S & P / ASX 200 fechou em alta de 0,96%, a 5,168.15 pontos, impulsionado pela ascensão de 2,75% do sub-índice de energia e 2,32% no setor de recursos. O dólar australiano, que também se beneficiou das medidas do Fed, saltou para uma alta de oito meses em US 0,7619. A taxa de desemprego em fevereiro caiu inesperadamente para 5,8%, ante 6,0%.
As mineradoras lideraram a alta nos mercados australianos após alta nos preços das commodities durante a noite, com a BHP Billiton adicionando 2,4% para US $ 17,29 e Rio Tinto ganhando 2,4% para US $ 43,73. A produtora exclusiva de minério de ferro Fortescue disparou 9% para US $ 2,65 após uma recuperação de 1,3% no preço do minério de ferro para US $ 53.57 a tonelada, depois que o preço da commodity a granel chegar a cair por seis sessões consecutivas.
Produtoras de ouro também estavam entre os maiores vencedores após medidas dovish do Fed, com o metal precioso subindo mais de 2%, acima de US $ 1260 a onça durante a noite. Taxas mais baixas nos EUA tendem a apoiar o metal precioso, que se torna mais competitiva em relação aos ativos remunerados, além disso, o ouro também é considerado um hedge contra a inflação e alguns analistas acreditam que uma trajetória mais lenta da alta dos juros pelo Fed pode permitir que a inflação suba nos EUA.
O petróleo avançaram no comércio asiático, na sequência da alta durante o horário do pregão americano; ganhos que vieram após os estoques semanal de petróleo bruto nos EUA se mostrarem menores do que o esperado e com notícias de que os grandes produtores de petróleo se reunirão em 17 de Abril no Qatar para falar novamente sobre congelamento de produção. Papeis de empresas da região subiram.
Na Austrália, Santos subiu 5%, Woodside Petroleum avançou 2,23% e Oil Search subiu 2,76%, enquanto no Japão, Inpex ganhou 2,4% e Japan Petroleum adicionou 1,53%. Na China continental, Sinopec Shanghai Petrochemical subiu 1,39%, China Petroleum fechou estável, enquanto PetroChina caiu 0,13%.
EUROPA: As bolsas europeias abriram em alta, mas logo devolveram os ganhos apesar do Federal Reserve dos EUA sinalizar menos altas das taxas de juro este ano do que o esperado. Nesta quinta-feira, saem as decisões de taxa de juro dos bancos centrais do Banco da Inglaterra, Swiss National Bank e do banco central da Noruega.
O pan-europeu Stoxx 600 abriu em alta de 0,3%, antes de ser negociado 0,3% menor nesta quinta-feira de manhã. As ações da francesa LafargeHolcim sobem 1,5% após a maior empresa do mundo de materiais de construção informar uma perda líquida no quarto trimestre de 2015. As ações da companhia aérea Lufthansa caem 4,5%, apesar do grupo alemão postar um aumento de 55% no lucro operacional em 2015 graças a baixos preços de combustível e alta demanda, informou a Reuters.
No Reino Unido, o FTSE 100 opera entre pequenos ganhos e perdas. Destaque para os ganhos no setor de mineração. Anglo American dispara 10,23%, Glencore avança 8,70%, enquanto a produtora de cobre Antofagasta Psobe 7,27%. As gigantes BHP Billiton e Rio Tinto sobem 7,68 e 5,03%, respectivamente. Jean-Sebastien Jacques, chefe da divisão de cobre e carvão da Rio Tinto da Austrália, será sucessor de Sam Walsh como presidente-executivo. Walsh vai se aposentar 01 de julho.
As grandes petrolíferas também se beneficiam da alta das commodities. BP sobe 2,67% e Royal Dutch Shell avança 1,69%.
O superávit comercial da zona do euro encolheu em janeiro, uma indicação de que o crescimento mais lento na China e outras economias em desenvolvimento está atrasando a modesta recuperação da área da moeda. A desaceleração das exportações também contribuiram para o enfraquecimento do crescimento econômico na zona do euro durante o segundo semestre do ano passado e parece continuar em 2016.
Após ajustes sazonais, as exportações da área da moeda para o resto do mundo caiu 1,9% em janeiro, enquanto as importações diminuíram 1,3%, impactando negativamente o superávit comercial que caiu para 21,2 mil milhões de euros, ante EUR 22.5 bilhões em dezembro de 2015. A fraqueza das exportações, apesar da depreciação do euro desde que o Banco Central Europeu lançou a primeira de uma série de medidas de estímulo em meados de 2014 foi um dos fatores que levaram os políticos a lançar um novo pacote de iniciativas destinadas a reforçar o crescimento e a inflação na reunião de 10 de março.
Os economistas do BCE reduziram suas previsões de crescimento este ano para 1,4%, ante 1,7% em dezembro, o que marcaria uma desaceleração ante expansão de 1,6% registrada no ano passado.
No entanto, há havido sinais de resiliência na região. Números divulgados no início desta semana mostrou que a produção industrial saltou em janeiro, registrando seu maior aumento em mais de seis anos, enquanto a construção aumentou em seu ritmo mais rápido em quase quatro anos. Apesar da economia da zona euro não diminuir como os economistas do BCE esperam, é pouco provável que a inflação siga na direção da meta do banco central de pouco menos de 2%.
Os preços ao consumidor ficaram 0,2% menores em fevereiro do que um ano antes. Ao todo, 11 dos 19 membros da zona do euro estavam em deflação, em comparação com seis em janeiro. Os preços caíram mais acentuadamente no Chipre, onde caiu 2,2% e cresceu mais acentuadamente na Bélgica, subindo 1,1%.
A agência de estatísticas elevou sua estimativa do núcleo da inflação, que exclui os preços de itens como alimentos e energia, que são muito voláteis e em grande parte influenciadas por medidas políticas da zona do euro, de 0,7 para 0,8%.
AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:
9h30 - Philly Fed Manufacturing Index (indicador responsável por mensurar a atividade industrial no estado);
9h30 - Unemployment Claims (número de pedidos de auxílio-desemprego);
9h30 - Current Account (saldo da conta corrente norte-americana);
11h00 - JOLTS Job Openings (pesquisa mensal em diferentes indústrias em que analisa contratações, abertura de emprego, demissões, recrutamentos, etc);
11h00 - CB Leading Index (ou Índice de Indicadores Antecedentes, relatório que compreende 10 índices já divulgados no país e que resumem a situação da economia americana e servem como prévia para o desempenho da economia);
ÍNDICES MUNDIAIS - 7h00:
ÁSIA
Nikkei: -0,22%
Austrália: +0,96%
Shanghai: +1,22%
Hong Kong: +1,21%
EUROPA
Frankfurt - Dax: -1,69%
London - FTSE: -0,39%
Paris CAC:-1,37%
IBEX 35: -1,57%
FTSE MIB: -1,38%
COMMODITIES
BRENT: +1,88%
WTI: +1,77%
OURO: +3,29%
COBRE: +2,53%
SOJA: +0,45%
ALGODÃO +0,53%
MILHO +0,62%
ÍNDICES FUTUROS
Dow: -0,28%
SP500: -0,29%
NASDAQ: -0,37%
NOVO HORÁRIO EUA: Wall Street abre às 10h30 (de Brasília) e fecha às 17h (de Brasília).
OBSERVAÇÃO: Este material é um trabalho voluntário e gratuito, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário da disponibilização dos dados.
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RESENHA DA BOLSA - QUARTA-FEIRA 16/03/2016
ÁSIA: Mercados da Ásia fecharam sem direção nesta quarta-feira com baixo volume de negociação, com os investidores esperando a decisão do Federal Reserve, previsto para o final do dia. O banco central americano deve manter inalterada a sua política monetária na sua reunião de hoje, mas os analistas estarão observando atentamente o texto da declaração do FOMC em busca de pistas sobre a direção a ser seguido e essa incerteza está mantendo uma limitação nos mercados. A maioria dos gestores de fundos espera que o Fed irá elevar as taxas no máximo duas vezes nos próximos 12 meses, de acordo com uma pesquisa publicada hoje pelo Bank of America Merrill Lynch.
O australiano S & P / ASX 200 fechou em alta de 0,15%, a 5.119 pontos. O sub-índice materiais caiu 0,72%, mas as perdas foram compensadas por ganhos de 0,44% no sub-índice energia e 0,54% de aumento no sub-índice financeiro. Produtores de recursos seguiram o minério de ferro que caiu pelo sexto dia, apagando os ganhos registrados na semana passada, após dados mostrarem que a produção de aço chinês enfraqueceu ainda mais num momento em que os suprimentos das maiores mineradoras estão aumentando. O minério de ferro caiu 4,8% para US $ 52.88 a tonelada. Rio Tinto caiu 0,65%, Fortescue recuou 4,33% e BHP Billiton perdeu 1,46%.
No Japão, o Nikkei caiu 0,83% para 16,974.45, estendendo-se à queda de 0,68% de queda da terça-feira. O iene manteve-se estável na casa dos 113 ienes em relação ao dólar, depois que o Banco do Japão decidiu de manter as taxas de juro inalteradas. O par iene/dólar foi negociado a 113,65. A maioria dos exportadores japoneses terminou em baixa. Toyota caiu 0,71%, Honda perdeu 2,19% e Nissan deslizou 1,23%.
A gigante eletrônica Sharp caiu 11,84% depois que um relatório dizer que a Foxconn de Taiwan pode atrasar seu acordo de aquisição, na tentativa de se obter mais clareza sobre o seu desempenho financeiro, informou a Reuters. No final de fevereiro, a Reuters informou que a Sharp tinha passivos de cerca de 300 bilhões de ienes (2,66 mil milhões) que não haviam sido divulgadas à Foxconn.
Mercados chineses também fecharam sem direção. Shanghai Composite subiu 0,21%, a 2,870.48 pontos e o Shenzhen Composite fechou em baixa de 1,02%. Em Hong Kong, o índice Hang Seng caiu 0,15%. Analistas dizem que o aumento das ações chinesas pode ter sido ajudado pelos comentários do premiê chinês, Li Keqiang, que disse à repórteres em sua conferência anual em Pequim que a China vai "empregar meios inovadores" para apoiar a economia se o crescimento cai além de sua escala normal. O Premier Li também disse que o governo iria promover reformas nos mercados financeiros do país e melhorar a coordenação da regulamentação financeira, uma vez que busca a meta de 6,5% nos próximos cinco anos.
O Shanghai Composite subiu quase 4% desde que o Congresso Nacional do Povo começou em 5 de março, desde então viu algumas ações de bancos subindo no final da tarde terça-feira, um indicativo de compra apoiada pelo Estado, de modo que os investidores devem continuar a prestar atenção para o que o governo anunciar.
O yuan chinês enfraqueceu em relação ao dólar, sendo negociado a 6,5205. Antes da abertura dos mercados, o Banco do Povo da China (PBOC) definiu o yuan taxa média em 6,5172, em comparação com a correção de 6,5079 na terça-feira.
As despesas fiscais da China no período janeiro-fevereiro subiu 12,0% em relação ao ano anterior, para 2,1 trilhões de yuans (US $ 322,1 bilhões), depois que Pequim prometeu aumentar os gastos do orçamento deste ano para combater o abrandamento econômico. Nos dois primeiros meses do ano, a receita fiscal da China aumentou 6,3% em relação ao ano anterior, para 2,7 trilhões de yuans. A China estabeleceu sua meta de déficit orçamental para 3% do PIB do país este ano, acima da meta de 2,3% para 2015.
EUROPA: As bolsas europeias sobem ligeiramente, enquanto investidores aguardam a decisão do Comitê de política monetária do Federal Reserve.
O pan-europeu Stoxx 600 segue negociado 0,2% maior. As ações do Credit Suisse caem 3% após o cancelamento de uma apresentação de seu diretor financeiro em uma conferência bancária, informou a Reuters. As ações da Deutsche Boerse sobem 0,5% depois de anunciar a fusão com a Bolsa de Valores de Londres (LSE) e que deverá manter a sua sede tanto em Londres e Frankfurt. As ações da LSE abriu em alta inicialmente, mas cai 0,4%.
As ações da Volkswagen sobem 1,46%, apesar de um escritório de advocacia dos Estados Unidos dizer que vai apresentar ação de clientes europeus prejudicados pelo escândalo emissões de poluentes, aumentnado os desafios legais da montadora.
No Reino Unido, o FTSE 100 sobe, com os investidores se preparando para um dia cheio de dados, bem como a liberação do orçamento do governo para 2016. Entre destaques positivos, a produtora de cobre Anglo American sobe 1,30% e Glencore avança 0,85%. BHP Billiton sobe 0,43%, após o executivo-chefe, disse que a empresa está de olho em aquisições de ativos de cobre e petróleo num esforço para reavivar o lucro, além da redução de custos. Em sentido contrário, Antofagasta cai 2,53%, somando-se à perda de 4,5% na terça-feira, depois que a mineradora de cobre decidiu não pagar dividendos.
A produtora de petróleo BP sobe 2,02% na sequência do aumento do preço do petróleo.
Moodys Investors Service reduziu para negativa a sua perspectiva para o sistema bancário da Arábia Saudita e reduziu a sua previsão de crescimento para a economia saudita, acreditando que os preços baixos do petróleo minaram a capacidade do governo para gastar pesadamente em casa e colocaram um freio no crescimento econômico doméstico. A agência já tinha colocado o rating da Arábia Saudita em revisão para um potencial rebaixamento. No mês passado, a agência de classificação Standard & Poor rebaixou o rating do país para A-, também citando o impacto dos baixos preços do petróleo.
A Arábia Saudita é um dos maiores exportadores de petróleo do mundo e aproveitou os altos preços do petróleo, muitas vezes acima de US $ 100 o barril na última década, para acumular quase US $ 750 bilhões em reservas internacionais e investir pesadamente em sua economia doméstica, mas os preços do petróleo caem desde meados de 2014, chegando abaixo de US $ 30 o barril por diversas vezes neste ano, levando as finanças do reino para o vermelho, quando registrou um déficit orçamentário recorde no ano passado e puxou para baixo suas reservas internacionais para cerca de $ 602 bilhões no final de janeiro, aumentando a possibilidade de pedir socorro externo.
O crescimento do PIB da Arábia Saudita abrandará para 1,5% em 2016, ante 3,4% no ano passado, disse Moody´s e que o governo saudita provavelmente manterá o seu apoio aos bancos domésticos, embora a capacidade das autoridades de intervir caso seja necessário pode se reduzir devido às restrições fiscais oriundas das receitas do petróleo mais baixos, mas os bancos sauditas continuam a ter reservas de capital "sólidas" e devem continuar a ser rentável, tendo em conta os custos baixos e sem impostos corporativos sauditas para pagar.
Produtores de petróleo da OPEP e não membros da OPEP planejam uma reunião em 17 de abril em Doha, Qatar, para elaborar um acordo sobre a produção de petróleo, de acordo com um relatório Dow Jones Newswires, citando fontes do Golfo Pérsico, num esforço destinado a estabilizar o mercado de petróleo. A reunião de abril irá diante mesmo sem o Irã, disse um relatório da Reuters, apesar de membros dos países da OPEP alegarem ser difícil recuar de um acordo preliminar para o congelamento da produção depois que o Irã disse que não iria participar.
Na quinta-feira, o Banco da Inglaterra se reúne, enquanto os bancos centrais da Noruega e a Suíça também realizarão suas reuniões.
Em outras notícias, o magnata Donald Trump e a ex-secretária de Estado, Hillary Clinton consolidaram suas lideranças nas primárias na terça à noite em cinco estados (Flórida, Carolina do Norte, Illinois, Missouri e Ohio).
AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:
9h30 - Housing Starts (índice mensal de construção de novas casas nos Estados Unidos) e Building Permits (índice mensal de permissão para novas construções nos Estados Unidos);
9h30 - CPI (Consumer Price Index) (índice de preços ao consumidor considerando uma cesta fixa de bens e serviços) e o Core CPI (mede os preços ao consumidor, considerando a mesma cesta com exceção dos custos relativos à alimentação e energia);
10h15 - Industrial Production (produção industrial) e pelo Capacity Utilization Rate (capacidade utilizada);
11h30 - Crude Oil Inventories (relatório sobre o nível das reservas americanas de petróleo);
15h00 - FOMC Economic Projections (previsões de crescimento do PIB);
15h00 - Federal Funds Rate (Decisão da Taxa de Juros);
15h00 - FOMC Statement (Declaração do FOMC);
15h30 - FOMC Press Conference (Discurso da Presidente do FED Janet Yellen);
ÍNDICES MUNDIAIS - 7h00:
ÁSIA
Nikkei: -0,68%
Austrália: 1,43%
Shanghai: +0,17%
Hong Kong: -0,72%
EUROPA
Frankfurt - Dax: +0,50%
London - FTSE: +0,06%
Paris CAC: +0,14%
IBEX 35: -0,33%
FTSE MIB: -0,13%
COMMODITIES
BRENT: +1,08%
WTI: +0,30%
OURO: -0,29%
COBRE: +0,35%
SOJA: -0,45%
ALGODÃO -0,53%
MILHO -0,32%
ÍNDICES FUTUROS
Dow: +0,04%
SP500: +0,05%
NASDAQ: +0,05%
NOVO HORÁRIO EUA: Wall Street abre às 10h30 (de Brasília) e fecha às 17h (de Brasília).
OBSERVAÇÃO: Este material é um trabalho voluntário e gratuito, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário da disponibilização dos dados.
ÁSIA: Mercados da Ásia fecharam sem direção nesta quarta-feira com baixo volume de negociação, com os investidores esperando a decisão do Federal Reserve, previsto para o final do dia. O banco central americano deve manter inalterada a sua política monetária na sua reunião de hoje, mas os analistas estarão observando atentamente o texto da declaração do FOMC em busca de pistas sobre a direção a ser seguido e essa incerteza está mantendo uma limitação nos mercados. A maioria dos gestores de fundos espera que o Fed irá elevar as taxas no máximo duas vezes nos próximos 12 meses, de acordo com uma pesquisa publicada hoje pelo Bank of America Merrill Lynch.
O australiano S & P / ASX 200 fechou em alta de 0,15%, a 5.119 pontos. O sub-índice materiais caiu 0,72%, mas as perdas foram compensadas por ganhos de 0,44% no sub-índice energia e 0,54% de aumento no sub-índice financeiro. Produtores de recursos seguiram o minério de ferro que caiu pelo sexto dia, apagando os ganhos registrados na semana passada, após dados mostrarem que a produção de aço chinês enfraqueceu ainda mais num momento em que os suprimentos das maiores mineradoras estão aumentando. O minério de ferro caiu 4,8% para US $ 52.88 a tonelada. Rio Tinto caiu 0,65%, Fortescue recuou 4,33% e BHP Billiton perdeu 1,46%.
No Japão, o Nikkei caiu 0,83% para 16,974.45, estendendo-se à queda de 0,68% de queda da terça-feira. O iene manteve-se estável na casa dos 113 ienes em relação ao dólar, depois que o Banco do Japão decidiu de manter as taxas de juro inalteradas. O par iene/dólar foi negociado a 113,65. A maioria dos exportadores japoneses terminou em baixa. Toyota caiu 0,71%, Honda perdeu 2,19% e Nissan deslizou 1,23%.
A gigante eletrônica Sharp caiu 11,84% depois que um relatório dizer que a Foxconn de Taiwan pode atrasar seu acordo de aquisição, na tentativa de se obter mais clareza sobre o seu desempenho financeiro, informou a Reuters. No final de fevereiro, a Reuters informou que a Sharp tinha passivos de cerca de 300 bilhões de ienes (2,66 mil milhões) que não haviam sido divulgadas à Foxconn.
Mercados chineses também fecharam sem direção. Shanghai Composite subiu 0,21%, a 2,870.48 pontos e o Shenzhen Composite fechou em baixa de 1,02%. Em Hong Kong, o índice Hang Seng caiu 0,15%. Analistas dizem que o aumento das ações chinesas pode ter sido ajudado pelos comentários do premiê chinês, Li Keqiang, que disse à repórteres em sua conferência anual em Pequim que a China vai "empregar meios inovadores" para apoiar a economia se o crescimento cai além de sua escala normal. O Premier Li também disse que o governo iria promover reformas nos mercados financeiros do país e melhorar a coordenação da regulamentação financeira, uma vez que busca a meta de 6,5% nos próximos cinco anos.
O Shanghai Composite subiu quase 4% desde que o Congresso Nacional do Povo começou em 5 de março, desde então viu algumas ações de bancos subindo no final da tarde terça-feira, um indicativo de compra apoiada pelo Estado, de modo que os investidores devem continuar a prestar atenção para o que o governo anunciar.
O yuan chinês enfraqueceu em relação ao dólar, sendo negociado a 6,5205. Antes da abertura dos mercados, o Banco do Povo da China (PBOC) definiu o yuan taxa média em 6,5172, em comparação com a correção de 6,5079 na terça-feira.
As despesas fiscais da China no período janeiro-fevereiro subiu 12,0% em relação ao ano anterior, para 2,1 trilhões de yuans (US $ 322,1 bilhões), depois que Pequim prometeu aumentar os gastos do orçamento deste ano para combater o abrandamento econômico. Nos dois primeiros meses do ano, a receita fiscal da China aumentou 6,3% em relação ao ano anterior, para 2,7 trilhões de yuans. A China estabeleceu sua meta de déficit orçamental para 3% do PIB do país este ano, acima da meta de 2,3% para 2015.
EUROPA: As bolsas europeias sobem ligeiramente, enquanto investidores aguardam a decisão do Comitê de política monetária do Federal Reserve.
O pan-europeu Stoxx 600 segue negociado 0,2% maior. As ações do Credit Suisse caem 3% após o cancelamento de uma apresentação de seu diretor financeiro em uma conferência bancária, informou a Reuters. As ações da Deutsche Boerse sobem 0,5% depois de anunciar a fusão com a Bolsa de Valores de Londres (LSE) e que deverá manter a sua sede tanto em Londres e Frankfurt. As ações da LSE abriu em alta inicialmente, mas cai 0,4%.
As ações da Volkswagen sobem 1,46%, apesar de um escritório de advocacia dos Estados Unidos dizer que vai apresentar ação de clientes europeus prejudicados pelo escândalo emissões de poluentes, aumentnado os desafios legais da montadora.
No Reino Unido, o FTSE 100 sobe, com os investidores se preparando para um dia cheio de dados, bem como a liberação do orçamento do governo para 2016. Entre destaques positivos, a produtora de cobre Anglo American sobe 1,30% e Glencore avança 0,85%. BHP Billiton sobe 0,43%, após o executivo-chefe, disse que a empresa está de olho em aquisições de ativos de cobre e petróleo num esforço para reavivar o lucro, além da redução de custos. Em sentido contrário, Antofagasta cai 2,53%, somando-se à perda de 4,5% na terça-feira, depois que a mineradora de cobre decidiu não pagar dividendos.
A produtora de petróleo BP sobe 2,02% na sequência do aumento do preço do petróleo.
Moodys Investors Service reduziu para negativa a sua perspectiva para o sistema bancário da Arábia Saudita e reduziu a sua previsão de crescimento para a economia saudita, acreditando que os preços baixos do petróleo minaram a capacidade do governo para gastar pesadamente em casa e colocaram um freio no crescimento econômico doméstico. A agência já tinha colocado o rating da Arábia Saudita em revisão para um potencial rebaixamento. No mês passado, a agência de classificação Standard & Poor rebaixou o rating do país para A-, também citando o impacto dos baixos preços do petróleo.
A Arábia Saudita é um dos maiores exportadores de petróleo do mundo e aproveitou os altos preços do petróleo, muitas vezes acima de US $ 100 o barril na última década, para acumular quase US $ 750 bilhões em reservas internacionais e investir pesadamente em sua economia doméstica, mas os preços do petróleo caem desde meados de 2014, chegando abaixo de US $ 30 o barril por diversas vezes neste ano, levando as finanças do reino para o vermelho, quando registrou um déficit orçamentário recorde no ano passado e puxou para baixo suas reservas internacionais para cerca de $ 602 bilhões no final de janeiro, aumentando a possibilidade de pedir socorro externo.
O crescimento do PIB da Arábia Saudita abrandará para 1,5% em 2016, ante 3,4% no ano passado, disse Moody´s e que o governo saudita provavelmente manterá o seu apoio aos bancos domésticos, embora a capacidade das autoridades de intervir caso seja necessário pode se reduzir devido às restrições fiscais oriundas das receitas do petróleo mais baixos, mas os bancos sauditas continuam a ter reservas de capital "sólidas" e devem continuar a ser rentável, tendo em conta os custos baixos e sem impostos corporativos sauditas para pagar.
Produtores de petróleo da OPEP e não membros da OPEP planejam uma reunião em 17 de abril em Doha, Qatar, para elaborar um acordo sobre a produção de petróleo, de acordo com um relatório Dow Jones Newswires, citando fontes do Golfo Pérsico, num esforço destinado a estabilizar o mercado de petróleo. A reunião de abril irá diante mesmo sem o Irã, disse um relatório da Reuters, apesar de membros dos países da OPEP alegarem ser difícil recuar de um acordo preliminar para o congelamento da produção depois que o Irã disse que não iria participar.
Na quinta-feira, o Banco da Inglaterra se reúne, enquanto os bancos centrais da Noruega e a Suíça também realizarão suas reuniões.
Em outras notícias, o magnata Donald Trump e a ex-secretária de Estado, Hillary Clinton consolidaram suas lideranças nas primárias na terça à noite em cinco estados (Flórida, Carolina do Norte, Illinois, Missouri e Ohio).
AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:
9h30 - Housing Starts (índice mensal de construção de novas casas nos Estados Unidos) e Building Permits (índice mensal de permissão para novas construções nos Estados Unidos);
9h30 - CPI (Consumer Price Index) (índice de preços ao consumidor considerando uma cesta fixa de bens e serviços) e o Core CPI (mede os preços ao consumidor, considerando a mesma cesta com exceção dos custos relativos à alimentação e energia);
10h15 - Industrial Production (produção industrial) e pelo Capacity Utilization Rate (capacidade utilizada);
11h30 - Crude Oil Inventories (relatório sobre o nível das reservas americanas de petróleo);
15h00 - FOMC Economic Projections (previsões de crescimento do PIB);
15h00 - Federal Funds Rate (Decisão da Taxa de Juros);
15h00 - FOMC Statement (Declaração do FOMC);
15h30 - FOMC Press Conference (Discurso da Presidente do FED Janet Yellen);
ÍNDICES MUNDIAIS - 7h00:
ÁSIA
Nikkei: -0,68%
Austrália: 1,43%
Shanghai: +0,17%
Hong Kong: -0,72%
EUROPA
Frankfurt - Dax: +0,50%
London - FTSE: +0,06%
Paris CAC: +0,14%
IBEX 35: -0,33%
FTSE MIB: -0,13%
COMMODITIES
BRENT: +1,08%
WTI: +0,30%
OURO: -0,29%
COBRE: +0,35%
SOJA: -0,45%
ALGODÃO -0,53%
MILHO -0,32%
ÍNDICES FUTUROS
Dow: +0,04%
SP500: +0,05%
NASDAQ: +0,05%
NOVO HORÁRIO EUA: Wall Street abre às 10h30 (de Brasília) e fecha às 17h (de Brasília).
OBSERVAÇÃO: Este material é um trabalho voluntário e gratuito, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário da disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - TERÇA-FEIRA 15/03/2016
ÁSIA: A maioria dos mercados asiáticos perdeu terreno nesta terça-feira, o acompanhando o fraco desempenho das ações americanas, com alguns investidores mais cautelosos após o recente rali, preferindo buscar ativos seguros como o iene japonês.
O Nikkei fechou em baixa de 0,68%, a 17,117.07 pontos, após oscilar entre os territórios positivo e negativo na parte da manhã. A moeda americana caiu 0,56%, para ¥ 113,05, mais fraco do que ¥ 113,79 da segunda-feira em Nova York, após o Banco do Japão decidir manter a política monetária estável, manter o seu compromisso de aumentar a base monetária em 80 trilhões de ienes anualmente e deixar a taxa que cobra dos bancos para depósitos em -0,1%, além de reiterar que poderiam considerar reduzir ainda mais as taxas se necessário. O banco também propôs ajustar a política de taxa negativa para aliviar o peso sobre alguns bancos e disse que iria acompanhar o impacto da política monetária do Federal Reserve os EUA sobre os mercados financeiros. O índice mais amplo, TOPIX caiu 3,5% desde que as taxas de juros negativas foram adotadas em 29 de janeiro, mas as ações de bancos tem se saído pior devido preocupações de que taxas negativas iriam pressionar as margens líquidas de juros dos bancos. O subíndice do Topix para os bancos caiu 9,7% ao longo período.
A maioria dos exportadores japoneses fechou em queda. Toyota e Nissan perderam 1,82 e 1,71%, respectivamente, mas a fabricante de eletrônicos Canon aparou os ganhos para fechar 0,21% maior. Um iene forte é geralmente negativo para os exportadores, pois reduz os seus lucros no exterior quando convertidos em moeda local.
Os investidores preferiram buscar os títulos da dívida do governo japonês de longo prazo devido seus rendimentos ainda positivos até então. O rendimento dos títulos do governo do Japão de 10 anos na semana passada caiu para uma baixa recorde em território negativo. Os rendimentos dos títulos movem inversamente aos preços.
Mercados chineses fecharam sem direção. Shanghai Composite registrou um ganho de 0,17%, para fechar em 2,864.25 pontos, depois de passar a maior parte da sessão em território negativo. O Shenzhen Composite deslizou 0,92% e em Hong Kong, o índice Hang Seng terminou 0,72% menor. O yuan enfraqueceu ligeiramente face ao dólar, com o par sendo negociado em alta de 0,14%, a 6,5074 no final da tarde. Antes da abertura dos mercados, o Banco Popular da China (PBOC) fixou o ponto médio da taxa do yuan em 6,5079, em comparação com correção de 6,4913 da segunda-feira.
O australiano S & P / ASX 200 Index fechou em baixa de 1,43%, em 5,111.42 pontos, pesada por perdas no subíndice de energia que caiu 3,55% e finanças, 1,39% menor. Os quatro grandes bancos da Austrália, ANZ, Commonwealth Bank of Australia, Westpac e NAB, fecharam em baixa entre 1,4 e 1,84%. O dólar australiano caiu 0,36%, a 0,7486 frente ao par americano, ainda perto de seu nível mais alto desde julho de 2015 após o Reserve bank of Australia (RBA) divulgar a minuta de sua reunião de Março, dizendo que havia "perspectivas razoáveis de continuidade do crescimento da economia" e que era "apropriado deixar a taxa inalterada em um ambiente acomodatício".
Produtores de recursos australianos fecharam em baixa. Rio Tinto caiu 3,37%, BHP Billiton caiu 3,44% e South32 recuou 4,55%, após os preços das commodities recuarem durante a noite. Os futuros de cobre na London Metal Exchange (LME) caíram 0,5%, enquanto o alumínio recuou 1,2% e o níquel perdeu 2,5%. O minério de ferro caiu para US $ 55,50 a tonelada, depois de ficar acima da marca dos US $ 60 na semana passada.
Players chineses do setor metalúrgico caíram. Aluminium Corporation of China caiu 2,02%, Baoshan Steel caiu 1,33% e Shandong Jinling Mining recuou 3,97%.
Os preços do petróleo recuaram durante o horário da Ásia, na sequência da queda dos preços durante o horário americano, devido renovação das preocupações sobre excesso de oferta. A Reuters disse que uma pesquisa com analistas apontam que os estoques de petróleo bruto nos EUA provavelmente bateram recordes pela quinta semana consecutiva na semana passada, com uma previsão de um aumento de 3,3 milhões de barris.
No fim de semana, a Reuters citando a agência de notícias iraniana ISNA, publicou que o ministro do Petróleo iraniano Bijan Zangeneh comentou que o estado persa iria participar das discussões com outros produtores de petróleo para congelar a produção após a sua chegar a quatro milhões de barris por dia. O país produz atualmente cerca de 3,1 milhões de barris por dia, mas na segunda-feira negou e disse que não vai participar do congelamento da produção acordado por outra nações produtoras de petróleo.
Maioria dos stocks de energia na Ásia recuou. Santos caiu 3,26% e Woodside Petroleum recuou 3,92% na Austrália e a japonesa Inpex recuou 1,85%. Na China continental, China Oilfield caiu 1,71%, enquanto a Sinopec subiu 4,15%.
EUROPA: As bolsas europeias seguem negociado em baixa, com o setor das commodities levando o mercado para baixo pela primeira vez em três sessões. Investidores em todo o mundo já voltaram suas atenções para a reunião de dois dias do Comitê do Federal Reserve que começa hoje e amanhã anuncia a a decisão de sua reunião. Nenhum movimento nas taxas é esperado, mas comentários dos responsáveis políticos serão analisados em busca de indicações sobre o caminho das taxas de juros. Ainda nesta semana, o Banco da Inglaterra se reúne na quinta-feira, o da Noruega e da Suíça também realizam suas reuniões nesta semana.
O Stoxx Europe 600 cai 0,87%, puxado pelo setor de recursos básicos (-4,76%) e petróleo e gás (-2,03%). O índice pan europeu subiu 0,7% na segunda-feira com ganhos das mineradoras com investidores entusiasmado com os estímulos do Banco Central Europeu.
No Reino Unido, o FTSE 100 cai, a sua primeira queda em três sessões, pesada por ações de mineração. Antofagasta cai 10,36% após a produtora de cobre com base no Chile cancelar seus dividendos finais alegando que está se concentrando em cortes de custos devido recuo dos preços do cobre. Anteriormente, a empresa informou que o lucro líquido em 2015 caiu 82,9%, para US $ 259,4 milhões. Outros pares seguem o recuo. Anglo American despenca 8,47% e as gigantes BHP Billiton e Rio Tinto caem 6,53 e 4,55%, respectivamente.
Ações de energia perderam terreno com a queda dos preços do petróleo bruto após expectativas para um congelamento de oferta pelos principais países produtores de petróleo começarem a diminuir. BP cai 1,42% e Royal Dutch Shell perde 1,82%.
Os preços aos consumidores franceses recuperaram 0,3% em fevereiro em relação ao mês anterior, impulsionado por um aumento sazonal na tarifa de energia e serviços. Em relação ao mesmo mês do ano passado, registrou uma queda de 0,2%. Economistas consultados pelo The Wall Street Journal previam um aumento de 0,2% no mês e uma queda de 0,2% no ano. CAC 40 da França cai.
Na Alemanha, o DAX 30 também recua. As ações da Volkswagen recuam 1,71%, com a montadora enfrentando uma ação movida na Alemanha em nome de investidores institucionais que buscam 3,3 bilhões de euros (US $ 3,7 bilhões) devido escândalo de emissões de poluentes nos veículos da empresa.
Entre outras notícias, em um movimento de surpresa na segunda-feira, o Presidente Vladimir Putin da Rússia anunciou que a principal parte das forças armadas russas começariam a se retirar da Síria. A notícia vem com conversações de paz mediadas pela ONU destinadas a acabar com a guerra civil de cinco anos serem retomadas.
AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:
9h30 - Producer Price Index - PPI (mede o preço cobrado pelos produtores) e também o Core PPI (exceção aos preços de alimentação);
9h30 - Retail Sales (mede as vendas totais do mercado varejista, desconsiderando o setor de serviços) e o Core Retail Sales (exclui as vendas de automóveis e gás);
9h30 - NY Empire State Manufacturing Index (mede a atividade manufatureira no estado de Nova York);
11h00 - Business Inventories (relatório sobre as vendas e os estoques do setor atacadista);
11h00 - NAHB Housing Market Index (venda de imóveis e a expectativa para novas construções no mercado imobiliário americano);
17h00 - TIC Long-Term Purchases (mede o nível de investimento estrangeiro e nacional nos EUA);
ÍNDICES MUNDIAIS - 8h00:
ÁSIA
Nikkei: -0,68%
Austrália: 1,43%
Shanghai: +0,17%
Hong Kong: -0,72%
EUROPA
Frankfurt - Dax: -0,45%
London - FTSE: -0,61%
Paris CAC: -0,91%
IBEX 35: -1,24%
FTSE MIB: -0,93%
COMMODITIES
BRENT: -2,90%
WTI: -2,93%
OURO: -0,87%
COBRE: -0,95%
SOJA: -0,25%
ALGODÃO -0,33%
MILHO -0,32%
ÍNDICES FUTUROS
Dow: -0,39%
SP500: -0,49%
NASDAQ: -0,36%
NOVO HORÁRIO EUA: Wall Street abre às 10h30 (de Brasília) e fecha às 17h (de Brasília).
OBSERVAÇÃO: Este material é um trabalho voluntário e gratuito, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário da disponibilização dos dados.
ÁSIA: A maioria dos mercados asiáticos perdeu terreno nesta terça-feira, o acompanhando o fraco desempenho das ações americanas, com alguns investidores mais cautelosos após o recente rali, preferindo buscar ativos seguros como o iene japonês.
O Nikkei fechou em baixa de 0,68%, a 17,117.07 pontos, após oscilar entre os territórios positivo e negativo na parte da manhã. A moeda americana caiu 0,56%, para ¥ 113,05, mais fraco do que ¥ 113,79 da segunda-feira em Nova York, após o Banco do Japão decidir manter a política monetária estável, manter o seu compromisso de aumentar a base monetária em 80 trilhões de ienes anualmente e deixar a taxa que cobra dos bancos para depósitos em -0,1%, além de reiterar que poderiam considerar reduzir ainda mais as taxas se necessário. O banco também propôs ajustar a política de taxa negativa para aliviar o peso sobre alguns bancos e disse que iria acompanhar o impacto da política monetária do Federal Reserve os EUA sobre os mercados financeiros. O índice mais amplo, TOPIX caiu 3,5% desde que as taxas de juros negativas foram adotadas em 29 de janeiro, mas as ações de bancos tem se saído pior devido preocupações de que taxas negativas iriam pressionar as margens líquidas de juros dos bancos. O subíndice do Topix para os bancos caiu 9,7% ao longo período.
A maioria dos exportadores japoneses fechou em queda. Toyota e Nissan perderam 1,82 e 1,71%, respectivamente, mas a fabricante de eletrônicos Canon aparou os ganhos para fechar 0,21% maior. Um iene forte é geralmente negativo para os exportadores, pois reduz os seus lucros no exterior quando convertidos em moeda local.
Os investidores preferiram buscar os títulos da dívida do governo japonês de longo prazo devido seus rendimentos ainda positivos até então. O rendimento dos títulos do governo do Japão de 10 anos na semana passada caiu para uma baixa recorde em território negativo. Os rendimentos dos títulos movem inversamente aos preços.
Mercados chineses fecharam sem direção. Shanghai Composite registrou um ganho de 0,17%, para fechar em 2,864.25 pontos, depois de passar a maior parte da sessão em território negativo. O Shenzhen Composite deslizou 0,92% e em Hong Kong, o índice Hang Seng terminou 0,72% menor. O yuan enfraqueceu ligeiramente face ao dólar, com o par sendo negociado em alta de 0,14%, a 6,5074 no final da tarde. Antes da abertura dos mercados, o Banco Popular da China (PBOC) fixou o ponto médio da taxa do yuan em 6,5079, em comparação com correção de 6,4913 da segunda-feira.
O australiano S & P / ASX 200 Index fechou em baixa de 1,43%, em 5,111.42 pontos, pesada por perdas no subíndice de energia que caiu 3,55% e finanças, 1,39% menor. Os quatro grandes bancos da Austrália, ANZ, Commonwealth Bank of Australia, Westpac e NAB, fecharam em baixa entre 1,4 e 1,84%. O dólar australiano caiu 0,36%, a 0,7486 frente ao par americano, ainda perto de seu nível mais alto desde julho de 2015 após o Reserve bank of Australia (RBA) divulgar a minuta de sua reunião de Março, dizendo que havia "perspectivas razoáveis de continuidade do crescimento da economia" e que era "apropriado deixar a taxa inalterada em um ambiente acomodatício".
Produtores de recursos australianos fecharam em baixa. Rio Tinto caiu 3,37%, BHP Billiton caiu 3,44% e South32 recuou 4,55%, após os preços das commodities recuarem durante a noite. Os futuros de cobre na London Metal Exchange (LME) caíram 0,5%, enquanto o alumínio recuou 1,2% e o níquel perdeu 2,5%. O minério de ferro caiu para US $ 55,50 a tonelada, depois de ficar acima da marca dos US $ 60 na semana passada.
Players chineses do setor metalúrgico caíram. Aluminium Corporation of China caiu 2,02%, Baoshan Steel caiu 1,33% e Shandong Jinling Mining recuou 3,97%.
Os preços do petróleo recuaram durante o horário da Ásia, na sequência da queda dos preços durante o horário americano, devido renovação das preocupações sobre excesso de oferta. A Reuters disse que uma pesquisa com analistas apontam que os estoques de petróleo bruto nos EUA provavelmente bateram recordes pela quinta semana consecutiva na semana passada, com uma previsão de um aumento de 3,3 milhões de barris.
No fim de semana, a Reuters citando a agência de notícias iraniana ISNA, publicou que o ministro do Petróleo iraniano Bijan Zangeneh comentou que o estado persa iria participar das discussões com outros produtores de petróleo para congelar a produção após a sua chegar a quatro milhões de barris por dia. O país produz atualmente cerca de 3,1 milhões de barris por dia, mas na segunda-feira negou e disse que não vai participar do congelamento da produção acordado por outra nações produtoras de petróleo.
Maioria dos stocks de energia na Ásia recuou. Santos caiu 3,26% e Woodside Petroleum recuou 3,92% na Austrália e a japonesa Inpex recuou 1,85%. Na China continental, China Oilfield caiu 1,71%, enquanto a Sinopec subiu 4,15%.
EUROPA: As bolsas europeias seguem negociado em baixa, com o setor das commodities levando o mercado para baixo pela primeira vez em três sessões. Investidores em todo o mundo já voltaram suas atenções para a reunião de dois dias do Comitê do Federal Reserve que começa hoje e amanhã anuncia a a decisão de sua reunião. Nenhum movimento nas taxas é esperado, mas comentários dos responsáveis políticos serão analisados em busca de indicações sobre o caminho das taxas de juros. Ainda nesta semana, o Banco da Inglaterra se reúne na quinta-feira, o da Noruega e da Suíça também realizam suas reuniões nesta semana.
O Stoxx Europe 600 cai 0,87%, puxado pelo setor de recursos básicos (-4,76%) e petróleo e gás (-2,03%). O índice pan europeu subiu 0,7% na segunda-feira com ganhos das mineradoras com investidores entusiasmado com os estímulos do Banco Central Europeu.
No Reino Unido, o FTSE 100 cai, a sua primeira queda em três sessões, pesada por ações de mineração. Antofagasta cai 10,36% após a produtora de cobre com base no Chile cancelar seus dividendos finais alegando que está se concentrando em cortes de custos devido recuo dos preços do cobre. Anteriormente, a empresa informou que o lucro líquido em 2015 caiu 82,9%, para US $ 259,4 milhões. Outros pares seguem o recuo. Anglo American despenca 8,47% e as gigantes BHP Billiton e Rio Tinto caem 6,53 e 4,55%, respectivamente.
Ações de energia perderam terreno com a queda dos preços do petróleo bruto após expectativas para um congelamento de oferta pelos principais países produtores de petróleo começarem a diminuir. BP cai 1,42% e Royal Dutch Shell perde 1,82%.
Os preços aos consumidores franceses recuperaram 0,3% em fevereiro em relação ao mês anterior, impulsionado por um aumento sazonal na tarifa de energia e serviços. Em relação ao mesmo mês do ano passado, registrou uma queda de 0,2%. Economistas consultados pelo The Wall Street Journal previam um aumento de 0,2% no mês e uma queda de 0,2% no ano. CAC 40 da França cai.
Na Alemanha, o DAX 30 também recua. As ações da Volkswagen recuam 1,71%, com a montadora enfrentando uma ação movida na Alemanha em nome de investidores institucionais que buscam 3,3 bilhões de euros (US $ 3,7 bilhões) devido escândalo de emissões de poluentes nos veículos da empresa.
Entre outras notícias, em um movimento de surpresa na segunda-feira, o Presidente Vladimir Putin da Rússia anunciou que a principal parte das forças armadas russas começariam a se retirar da Síria. A notícia vem com conversações de paz mediadas pela ONU destinadas a acabar com a guerra civil de cinco anos serem retomadas.
AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:
9h30 - Producer Price Index - PPI (mede o preço cobrado pelos produtores) e também o Core PPI (exceção aos preços de alimentação);
9h30 - Retail Sales (mede as vendas totais do mercado varejista, desconsiderando o setor de serviços) e o Core Retail Sales (exclui as vendas de automóveis e gás);
9h30 - NY Empire State Manufacturing Index (mede a atividade manufatureira no estado de Nova York);
11h00 - Business Inventories (relatório sobre as vendas e os estoques do setor atacadista);
11h00 - NAHB Housing Market Index (venda de imóveis e a expectativa para novas construções no mercado imobiliário americano);
17h00 - TIC Long-Term Purchases (mede o nível de investimento estrangeiro e nacional nos EUA);
ÍNDICES MUNDIAIS - 8h00:
ÁSIA
Nikkei: -0,68%
Austrália: 1,43%
Shanghai: +0,17%
Hong Kong: -0,72%
EUROPA
Frankfurt - Dax: -0,45%
London - FTSE: -0,61%
Paris CAC: -0,91%
IBEX 35: -1,24%
FTSE MIB: -0,93%
COMMODITIES
BRENT: -2,90%
WTI: -2,93%
OURO: -0,87%
COBRE: -0,95%
SOJA: -0,25%
ALGODÃO -0,33%
MILHO -0,32%
ÍNDICES FUTUROS
Dow: -0,39%
SP500: -0,49%
NASDAQ: -0,36%
NOVO HORÁRIO EUA: Wall Street abre às 10h30 (de Brasília) e fecha às 17h (de Brasília).
OBSERVAÇÃO: Este material é um trabalho voluntário e gratuito, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário da disponibilização dos dados.
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