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RESENHA DA BOLSA - SEXTA-FEIRA 08/04/2016

ÁSIA: Os mercados da Ásia fecharam sem direção nesta sexta-feira, com os investidores da região se preocupando com a capacidade dos bancos centrais de impulsionar o crescimento num momento em que a economia global ainda é lenta, destacando a recentemente incapacidade do Banco do Japão de segurar a força do iene através da flexibilização de política monetária.

O índice de referência do Japão reverteu as perdas iniciais depois que o ministro das Finanças do Japão, Taro Aso, disse que o governo tomará medidas necessárias para combater a alta do iene. O Nikkei fechou em alta de 0,46%, a 15,821.52 pontos mas ainda perdeu 2% na semana. O dólar recuperou ligeiramente frente ao iene, sendo negociado a 108,73 após chegar a cair para 107,67 durante o intraday, perto do nível mais baixo desde Outubro de 2014.

A valorização do iene é um grande problema para as empresas e consequentemente para a própria economia japonesa, mas analistas dizem que tudo o que tem se ouvido do governo japonês até agora, sugere que eles não estão prontos para intervir no mercado de câmbio para reduzir o valor de sua moeda. Os principais exportadores japoneses reverteram as perdas da manhã, após relativa fraqueza do iene em relação ao dólar nesta sexta-feira.

Na Austrália, o ASX 200 fechou em baixa de 0,53%, em 4,937.60 pontos e o índice fechou em queda pela terceira semana. O Banco Central manteve as taxas de juros como esperado em 2%, mas disse que a força do dólar australiano poderia complicar o curso de ajustamento da economia, aumentando a chance do Banco Central agir em seu viés para aliviar as taxas de juro de novo. O Aussie caiu 1,9% em relação ao dólar ao longo da semana para buscar 75,28 centavos de dólar nesta sexta-feira.

Todos os setores terminou no vermelho com exceção de ações de saúde e serviços públicos. Entre as mineradoras, BHP Billiton caiu BHP caiu 2,4% e 4,6% na semana, enquanto Rio Tinto caiu 1,6% neste pregão de sexta-feira, mas subiu 0,3% na semana.

Mercados da China continental também fecharam em baixa. O Shanghai Composite caiu 0,75%, em 2,985.75 pontos e o Shenzhen Composite perdeu 0,82%. O índice Hang Seng de Hong Kong reverteu as perdas e avançou 0,51%. Antes da abertura dos mercados, o Banco Popular da China definiu o ponto médio do yuan em 6,4733 por dólar e a moeda chinsa enfraqueceu 0,3%, a 6,4796 pontos. O banco central da China permite que o yuan varie no máximo 2% para baixo ou para cima em relação à fixação oficial ante o dólar.

Na quinta-feira após fechamento dos mercados, a China mostrou que as reservas cambiais em março subiu ligeiramente para $ 3,21 trilhões, ante $ 3,20 trilhões em fevereiro, melhor que a previsão de uma queda para $ 3,18 trilhões. Foi o primeiro aumento mensal desde novembro, mas as reservas ainda estão bem abaixo de seu pico de $ 3,99 de Junho de 2014. Analistas citam vários fatores que podem ter levado ao aumento nas reservas de divisas da China, incluindo "saídas menos pronunciadas de capital estrangeiro", "efeitos da valorização cambial" e "redução no reembolso das perdas externas". Apesar do aumento das reservas, as saídas de capital ainda pode ocorrer e os efeitos de valorização podem superar o efeito da saída de capital, mas a recente estabilidade yuan sugere que "as autoridades chinesas estão focados em conter essa volatilidade".

O Índice Shanghai Composite caiu 1% nesta semana, após três semanas de alta.

Os preços do petróleo avançaram durante o horário da Ásia, depois que dados mostraram estoques semanais mais elevadas nos EUA. A Reuters disse que a empresa de inteligência de mercado Genscape relatou 255,804 barris em Cushing, Oklahoma, centro de entrega para futuros de petróleo dos EUA na semana até terça-feira. Na Austrália, Santos refez as perdas e fechou em alta de 0,26%, Oil Search subiu 0,31% e no Japão, a Inpex adicionou 1,39%. No continente chinês, Sinopec caiu 3,83%.

EUROPA: As bolsas europeias sobem com os investidores se aventurando em ativos mais arriscados após dados comerciais otimistas, a alta dos preços do petróleo e alguns comentários de bancos centrais globais e alguns movimentos das moedas do mundo. Na quinta-feira, a Presidente do Federal Reserve, Janet Yellen ditou um tom menos cauteloso sobre a economia dos EUA em um discurso, dizendo que a economia americana está em um curso sólido e não numa uma "bolha econômica" e que a decisão de aumentar as taxas de juros em dezembro não foi um erro. O Comitê de política do banco agora projeta dois aumentos da taxa neste ano. Durante a noite, o ministro das Finanças do Japão, Taro Aso, disse que o país vai tomar as "medidas necessárias" contra o que ele apelidou de alta "unilateral" do iene.

Entre os dados, o superávit comercial da Alemanha subiu de forma inesperada em fevereiro, com as exportações totais subindo 1,3%, contra um aumento de 0,4% das importações e a produção industrial do Reino Unido caiu acentuadamente em fevereiro, uma queda de 1,1%, o mais recente sinal de que a economia britânica abrandou durante o primeiro trimestre de 2016.

O índice Stoxx Europe 600 sobe 0,72%, depois de fechar em baixa de 0,8% na quinta-feira em meio a preocupações com o crescimento global. Destaque para os bancos italianos que registram os melhores desempenhos na Europa, liderado por um ganho de 7,5% para a UniCredit depois que o banco disse que os credores financeiros italianos estão trabalhando duro em uma solução de financiamento privado para resolver os problemas de crédito ruins, de acordo com uma reportagem do The Wall Street Journal. Unione de Banche Italiane sobe 8,19% e Intesa Sanpaolo avança 5,64%. Esses ganhos levantou o FTSE MIB Index, o melhor desempenho regional entre os índices europeus nesta sexta-feira.

Enquanto isso, a Comissão Europeia disse que vai cortar a multa € 445.884.000 imposta a Societe Generale em dezembro de 2013 devido caso Euribor, levando as ações do credor francês para cima. Na Espanha, o órgão regulador de mercado disse na quinta-feira que abriu processo contra Santander, BBVA, Sabadell e Caixabank por práticas anticoncorrenciais em contratos de derivativos, mas isso teve pouco impacto sobre as ações que estavam em território positivo.

No Reino Unido, o FTSE 100 sobe, numa semana agitada, tentando perfazer ainda um ganho semanal de 0,4%, o que seria a terceira alta semana. A alta do petróleo ajuda as companhias de petróleo de Londres. BP sobe 2,25% e Royal Dutch Shell avança 2,03%. Os preços dos metais também marcam ganhos sólidos nesta sexta-feira, balizando as mineradoras no FTSE 100. As ações da Rio Tinto sobem 1,49%, BHP Billiton adiciona 0,93% e Antofagasta sobe 1,24%.

Fora do principal índice, as ações da Tullow Oil recuam 3,52% depois que a empresa de exploração de petróleo confirmou danos nas instalações de produção em seu campo Jubilee em Gana. A empresa disse, no entanto, que não espera um grande sucesso nas receitas.

AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:
9h00 - Discurso do Presidente do FED de Nova York, William Dudley;
11h00 - Wholesale Inventories (dados de vendas e estoques no atacado americano);
OBSERVAÇÃO: Este material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário da disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - QUINTA-FEIRA 07/04/2016

ÁSIA: A maioria dos mercados asiáticos subiu nesta quinta-feira, após sólidos ganhos em Wall Street marcados pelo tom "dovish" da Ata da reunião do Fed, que confirmou as observações da Presidente do Fed, Janet Yellen, em 29 de março de que o banco central deve proceder o aumento da taxa de juros com cautela, reforçando a ideia de que não haverá um aumento da taxa em abril, mas a melhora recente dos dados econômicos do país, empurra o aumento da taxa para junho. Isso ajudou a manter o índice do dólar, que mede o dólar contra uma cesta de moedas, em 94.24.

Inicialmente, esta notícia foi recebida de forma positiva no começo do pregão asiático, mas preocupações com a região logo se voltou para o ressurgimento impressionante da força do iene. O Nikkei do Japão Nikkei fechou em alta de 0,22%, a 15,749.84 pontos, quebrando uma sequência de sete dias de queda, depois de oscilar entre o território positivo e negativo durante toda a sessão, apesar de nova força do iene, que subiu para 108,83 contra o dólar, chegando em níveis não vistos desde 31 de outubro de 2014, quando o Banco do Japão expandiu seu programa de flexibilização quantitativa adicionando 30 trilhões de ienes (US $ 275,91 bilhões) para 80 trilhões de ienes por ano. O par dólar/iene chegou a cair para 108,62, muito baixo dos níveis acima de 112 na semana passada. Os investidores apostam que o Banco do Japão não intervirá para apoiar a moeda.

Os principais exportadores japoneses fecharam em queda entre 0,21 e 0,6%. Um iene mais forte afeta a rentabilidade dos grandes exportadores, pois reduz os seus lucros no exterior quando convertidos em moeda local. Analistas acreditam que apesar da queda no par dólar/yen durante a noite, não houve sinais de que o Banco do Japão vai enfraquecer a moeda, sugerindo que a força de ienes poderia ir muito além destes patamares.

Do outro lado do Estreito da Coreia, o Kospi da Coreia do Sul subiu 0,13%. A gigante Samsung Electronics fechou em queda de 1,25%. No começo do dia, a empresa anunciou que seu lucro operacional foi de aproximadamente 6,6 trilhões de wons (US $ 5,7 bilhões) no primeiro trimestre de 2016, um aumento de 10% em relação ao mesmo período do ano passado, mas analistas estavam preocupados porque o trimestre pode marcar o pico de ganhos para o ano, informou a Reuters.

Na Austrália, o ASX 200 adicionou 0,37%, para 4,964.10 pontos, impulsionada pela recuperação do preço do petróleo e ajudou o sharemarket australiano pelo segundo dia de ganhos. As gigante BHP Billiton e Rio Tinto ganharam 1,6% cada, enquanto a produtora de minério de ferro Fortescue Metals Group caiu 1,2%.

Mercados chineses perderam terreno, em meio a preocupações com a expiração iminente de restrições temporárias sobre as grandes acionistas de vender mais de 1% do total das ações de uma empresa domésticas por três meses. O regulador de valores mobiliários da China anunciou a restrição em 7 de janeiro e entrou em vigor em 9 de  janeiro, mas não especificou uma data para expiração. O Shanghai Composite encerrou em baixa de 1,35%, em 3,009.51 pontos, enquanto o Shenzhen Composite caiu 1,6%. Em Hong Kong, o índice Hang Seng subiu 0,29%. O yuan chinês também se fortaleceu contra o dólar, com o  par dólar/yuan sendo negociado em baixa de 0,17%, a 6,4669.

As reservas cambiais chinesas subiu $ 10.260.000.000 para $ 3.213.000.000.000 no final de março, a primeira em cinco meses. O aumento ocorre depois que o estoque de moedas estrangeiras da China diminuiu por quatro meses consecutivos, quando a segunda maior economia do mundo enfrentou pressão de saída de capital em meio a um crescimento mais lento e uma yuan mais fraco. Os comentários dovish de membros do Federal Reserve pode ter contribuído para a firmeza do yuan e um abrandamento da saída de capitais. Autoridades americanas disseram no mês passado que provavelmente não vai elevar os juros tão rapidamente quanto se pensava anteriormente.

Os preços do petróleo avançaram durante o pregão asiático, impulsionado pelos números da Administração de Informação de Energia (EIA) que mostraram uma queda de 4,9 milhões de barris nos estoques de petróleo bruto na semana passada. Analistas esperavam um acumulado de 3,2 milhões de barris. Na Austrália, Santos adicionou 3,52% e Woodside Petroleum ganhou 1,83%, enquanto a japonesa Inpex adicionou 2,8%. Na China continental, Sinopec caiui 1,26%.

EUROPA: Os mercados europeus abriram com volatilidade na manhã desta quinta-feira, com investidores digerindo os detalhes da ata da última reunião do Federal Reserve e aguardando a minuta do Banco Central Europeu que deve lançar alguma luz sobre as razões do BCE optar por implementar as medidas de estímulos de política monetária em março.

Na ocasião, o banco central surpreendeu os investidores, reduzindo tanto a taxa de juros quanto a taxa de depósito e ampliou seu programa de compras de títulos corporativos. Durante a conferência de imprensa após a reunião, o presidente do BCE Mario Draghi deu a entender que não haveria mais cortes de juros, fazendo com que o euro disparasse.

Hoje, o vice-presidente do BCE, Vítor Constâncio, salientou que dentro do seu mandato, o banco vai fazer tudo o que puder para trazer a inflação de volta à sua meta de pouco abaixo de 2%, enquanto Peter Praet, economista-chefe do BCE, disse que o banco poderia lançar estímulo adicional para compensar choques recentes na economia da zona do euro.

No Reino Unido, o FTSE 100 tenta subir pelo segundo dia, com as empresas de recursos conduzindo benchmark para cima, com os preços do petróleo e dos metais continuando seus ralis. O índice FTSE 100 subiu 1,2% na quarta-feira. A petrolífera Royal Dutch Shell sobe 0,60%, enquanto a BP avança 0,19%. Entre as mineradoras, BHP Billiton sobe 2,01%, Anglo American avança 1,23% e Rio Tinto adiciona 0,80%.

As farmacêuticas também lideram os ganhos no índice. A Pfizer decidiu interromper seus planos de aquisição da Allergan, baseada em Dublin, após a administração de Obama minar o acordo dizendo que a fusão cortejava apenas a redução de impostos, enquanto o clima positivo continua a transitar no setor. AstraZeneca sobe 1,43% e GlaxoSmithKline avança 0,66%, com um possível interesse na AstraZeneca ou GSK que agora está no centro das atenções para uma possível nova abordagem.

Em uma nota pessimista, as ações do Barclays recua 1,07% após Oversea-Chinese Banking anunciar que está comprando seus negócios de gestão de investimentos e riqueza em Singapura e Hong Kong por $ 320 milhões.

EUA: A agenda econômica dos EUA se resume às reivindicações de seguro desemprego semanal e ao total de crédito ao consumidor de fevereiro. Mais tarde a Presidente do Federal Reserve, Janet Yellen, vai se encontrar eu uma reunião com os ex-presidentes do Federal Reserve Ben Bernanke e Alan Greenspan na International House, em Nova York, enquanto a Presisdnete do FED de Kansas City, Esther George vai falar sobre economia em York, Nebraska.

Os futuros de ações dos EUA apontam para uma abertura em ligeira queda ema Wall Street, após uma forte sessão na quarta-feira, enquanto o dólar caiu para o menor patamar em 18 meses contra o iene.

Em sua carta anual aos acionistas, o CEO do JP Morgan Chase & Co., James Dimon, advertiu que o aumento da volatilidade do mercado deve permanecer, argumentando que sua empresa está cada vez mais forte e mais segura.

AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:
9h30 - Unemployment Claims (número de pedidos de auxílio-desemprego);
16h00 - Consumer Credit (mede o total de crédito ao consumidor);
18h30 -  Discurso da Presidente do FED, Janet Yellen;

ÍNDICES MUNDIAIS - 7h00:

ÁSIA
Nikkei: +0,22%
Austrália: +0,37%
Xangai Composite: -1,35%
Hong Kong: +0,29%

EUROPA
Frankfurt - Dax: -0,34%
London - FTSE: -0,06%
Paris CAC 40: -0,39%
Madrid IBEX: -0,85%
FTSE MIB: -0,91%

COMMODITIES
BRENT: -0,15%
WTI: -0,45%
OURO: +1,29%
COBRE: -1,35%
SOJA: -0,17%
ALGODÃO:-0,05%
MILHO: +0,14%

ÍNDICES FUTUROS
Dow: -0,43%
SP500: -0,49%
NASDAQ: -0,46%

OBSERVAÇÃO: Este material é um trabalho voluntário e gratuito, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário da disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - QUARTA-FEIRA 06/04/2016
ÁSIA: Mercados da Ásia oscilaram entre o território positivo e negativo após sell-off global na terça-feira, apesar dos avanços nos preços do petróleo e sinais de melhora no setor de serviços da China. Analistas acreditam que os investidores em ações estão se resguardando antes do início da temporada de balanços nos EUA,  que começa na próxima segunda-feira.

Ajudando a reforçar o sentimento do mercado, o setor de serviços da China fortaleceu em março, de acordo com o levantamento da Caixin entre empresas de pequeno e médio porte divulgados no início do dia. O índice PMI de serviços de  março subiu para 52,2, ante leitura de 51,2 em fevereiro, no entanto, o emprego caiu pela primeira vez em mais de 2,5 anos. Os dados do governo, que concentra empresas de maior porte, divulgada na semana passada, mostrou que o índice PMI oficial de serviços da China havia subiu para 53,8 em março, ante 52,7 em fevereiro. Qualquer leitura acima de 50 indica expansão.

Na Austrália, o ASX 200 subiu 0,44%, para 4,945.90 pontos, invertendo finalmente o curso depois de três sessões no vermelho, graças a uma recuperação nos estoques de energia e as grandes mineradoras. O subíndice de energia aumentou 3,19%. As mineradoras BHP Billiton e Rio Tinto avançaram 1 e 0,9%, respectivamente, enquanto os quatro grandes bancos fecharam misturados, mas o futuro da siderúrgica Arrium parece cada vez mais sombrio, com as ações da companhia suspensas desde a manhã de terça-feira após sofrer interrupção nas negociações na manhã de segunda-feira, quando suas ações atingiram ¢ 2,2. O stock ser negociado a US $ 1 em meados de 2014. A suspensão das negociações eleva especulações de que a empresa poderia ser controlado por uma administração voluntária e uma provável break-up na venda de alguns ativos.

No Japão, o Nikkei recuou 0,1%, em 15,715.36 pontos, a sétima queda consecutiva, a mais longa série de quedas desde novembro de 2012 e antes da implementação do plano do governo chamado "Abenomics" para reanimar a moribunda economia. O iene recuou ligeiramente e fechou em 110,42, um pouco mais forte do que na terça-feira, quando o par caiu a 109,94, comparado com níveis acima de 112 na semana passada.  Quanto mais o iene se fortalece em relação ao dólar, pior para empresas japonesas e os investidores estão de olho na capacidade do Banco do Japão em lidar com esses ganhos.

Mercados da China continental fecharam sem direção. Shanghai Composite recuou 0,08%, em 3,050.72 pontos e o Shenzhen Composite adicionou 0,54%. Em Hong Kong, o índice Hang Seng subiu 0,15%. O yuan chinês fechou estável contra o dólar a 6,4762; Antes da abertura dos mercados, o Banco Popular da China definiu a correção média do yuan em 6,4754. O banco central da China permite uma oscilação da taxa média yuan em no máximo 2% do dólar em relação à fixação oficial.

Os preços do petróleo avançaram durante o horário da Ásia depois que a Reuters, citando o presidente do Kuwait e duas fontes da OPEP, informou que há sinais que sugerem haverá um acordo para congelar a produção, na próxima reunião dos países produtores de petróleo em 17 de abril em Doha, no Qatar, vai oferecer um acordo para congelar sua produção. Na Austrália, Santos adicionou 3,94%, Woodside Petroleum avançou 2,84%, a japonesa Inpex entregou seus ganhos iniciais e fechou em baixa de 0,72% e no continente, Sinopec subiu 6,28%.
EUROPA: As bolsas europeias operam em alta, com os investidores digerindo os novos dados da China e da Alemanha e analisam os últimos movimentos do petróleo que impulsionam empresas de energia. O índice Stoxx Europe 600 sobe 0,52%, recuperando do seu menor fechamento desde o final de fevereiro na terça-feira.

Empresas relacionadas com o petróleo postam os maiores ganhos no índice de referência pan-europeu, acompanhando o rali dos preços do petróleo. O movimento ocorre depois que dados mostraram uma queda no fornecimento de petróleo dos EUA e depois de Kuwait expressou confiança de que grandes produtores de petróleo concordarão com o congelamento de suas produções na reunião em Doha no dia 17 de abril.

Na sequência de um conjunto de números fracos do PMI para a zona euro na terça-feira, os dados da quarta-feira revelaram que a produção industrial alemã caiu 0,5% em fevereiro, ante um aumento de 2,3% visto em janeiro. Investidores também aguardam a última minuta do FOMC que deve ser divulgado após o fechamento dos mercados da Europa. O evento pode ser capaz de fornecer algumas dicas sobre quanto os formuladores de políticas divergem em relação aos recentes tons dovish da presidente do Federal Reserve, Janet Yellen.

No Reino Unido, o FTSE 100 sobe com a melhora no humor dos investidores depois dos números melhores do que o esperado dos dados de serviços chineses e uma recuperação nos preços do petróleo, recuperando parte da queda de 1,2% na terça-feira.

As empresas de mineração, que foram as mais atingidas na liquidação pan-europeia de terça-feira, encontram suporte nos dados econômicos sólidos provenientes da China, pois o país é um dos principais utilizadores dos recursos naturais. Anglo American abriu em alta de 3%, mas recua 1,26%, Antofagasta sobe 1,64% e BHP Billiton cai 0,76% após chegar a subir 2%.

A Glencore cai 1,83% após a trader de commodities concordar em vender uma participação de 40% de seus negócios agrícolas ao maior fundo de pensão do Canadá, Canada Pension Plan Board Investiment por US $ 2,5 bilhões.

Em uma nota pessimista, EasyJet cai 1,38% depois que a companhia aérea reportou uma queda na taxa de ocupação de passageiros em março.
AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:
11h30 - Crude Oil Inventories (Relatório de Estoques de Petróleo dos Estados Unidos);
15h00 - FOMC Meeting Minutes (Ata da última reunião de política monetária do Federal Reserve);
ÍNDICES MUNDIAIS - 7h20:
ÁSIA
Nikkei: -0,11%
Austrália: +0,44%
Xangai Composite: -0,08%
Hong Kong: +0,15%
EUROPA
Frankfurt - Dax: -0,34%
London - FTSE: -+0,52%
Paris CAC 40: +0,28%
Madrid IBEX: +0,41%
FTSE MIB: +0,93%
COMMODITIES
BRENT: +2,30%
WTI: +2,95%
OURO: -0,23%
COBRE: -0,09%
SOJA: -0,14%
ALGODÃO: 0,00%
MILHO:  +0,07%
ÍNDICES FUTUROS
Dow: +0,19%
SP500: +0,25%
NASDAQ: +0,24%
OBSERVAÇÃO: Este material é um trabalho voluntário e gratuito, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário da disponibilização dos dados.