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RESENHA DA BOLSA - QUARTA-FEIRA 05/10/2016

ÁSIA:  Mercados de ações asiáticos tiveram desempenhos misturados nesta quarta-feira, refletindo novas preocupações com o possível aumento das taxas de juros até o final do ano por parte do Federal Reserve dos EUA, após comentários de autoridade do Fed afirmando que o banco central deve preventivamente aumentar as taxas de juro no curto prazo para evitar a aceleração da inflação. Além disso, um relatório Bloomberg na terça-feira disse que o Banco Central Europeu (BCE) pode diminuir gradualmente seu programa de compras de títulos antes do final de março. O BCE negou mais tarde que havia discutido o assunto, informou a Reuters.

Na Austrália, o ASX 200 fechou em queda de 0,57%, pesada por perdas no setor da energia que caíu 0,35 por cento e um tombo de 1,36% no setor de materiais. As vendas no varejo de agosto da Austrália subiu 0,4% em relação ao mês anterior, ante expectativa de um aumento de 0,2%. A melhora das vendas no varejo foi apoiado por taxas de juros mais baixas e maior confiança dos consumidores. Entre as  mineradoras australianas, BHP Billiton  subiu 0,2%, enquanto Fortescue e Rio Tinto recuaram 2,0 e 0,9%, respectivamente.

Kospi da Coreia do Sul caiu de 0,09%, depois de dados de inflação maior do que o esperado. O índice de preços ao consumidor da Coreia do Sul (CPI) subiu 1,2% em setembro ante o ano anterior, o maior em sete meses, devido melhora do consumo.

No Japão, o Nikkei 225 acabou de 0,5% maior, com um iene mais fraco. O par dólar / yen foi negociado a 102,92, próximo da baixa de três. As grandes exportadoras avançaram, graças a um iene ligeiramente mais fraco contra o dólar. Ações financeiras japonesas também avançaram.

Em Hong Kong, o índice Hang Seng subiu 0,42%, revertendo as perdas iniciais, impulsionadas por ações do setor financeiro e de energia. Entre os papeis de energia, PetroChina ganhou 3,7%, enquanto Cnooc aumentou 3,79% e Sinopec adicionou 2,6%, com ganhos do petróleo durante o pregão asiático. Mercados da China continental permanecem fechadas para a Golden Week.

EUROPA:  Bolsas na Europa recuam nesta quarta-feira, enfrentando a sua primeira perda em sete sessões, minada por perspectiva de diminuição dos estímulos monetários na zona euro. O Stoxx Europe 600 cai 0,86%, após o índice subir 0,8% na terça-feira, quando atingiu o maior patamar de fechamento desde 22 de setembro.

Os investidores foram surpreendidos por um relatório da Bloomberg divulgado pouco antes do fim do pregão de terça-feira dizendo que provavelmente o Banco Central Europeu diminuirá gradualmente suas compras de títulos mensais antes do final de seu programa de estímulo previsto para março. O presidente do BCE, Mario Draghi, foi rápido em negar a afirmação, dizendo que o assunto não foi discutido.

Analistas dizem que o BCE tem que ser muito consciente com o impacto das compras de títulos, especialmente na Alemanha e muitos estão cada vez mais desconfortáveis com isso. Investidores tem se utilizado dos recursos obtidos com os títulos vendidos ao banco central, por exemplo, para comprar ativos do Reino Unido como ações listadas em Londres.
O euro sobe 0,1517% frente ao dólar, sendo negociado a US $ 1,1222, recuperando um pouco da queda de terça-feira, cotado a US $ 1,1204.

No Reino Unido, o FTSE cai, após o benchmark subir 1,3% na terça-feira, quando atingiu o seu nível mais alto desde abril de 2015. O declínio segue uma notícia de que o BCE provavelmente diminuirá gradualmente suas compras mensais de títulos antes do previsto.

As preocupações com Brexit continuam a pesar sobre a libra esterlina, com a moeda atingindo a mínima de 31 anos em relação ao dólar na terça-feira. A libra cai 0,0707% frente ao dólar, renovando as mínimas de 31 anos contra o dólar, a US $ 1,2715, abaixo dos US $ 1,2727 da terça-feira em Nova York.  A libra iniciou a queda após  a primeira ministra do Reino Unido, Theresa May, sinalizar no fim de semana que o governo vai priorizar as questões da imigração, entre as negociações sobre o Brexit.

Nos mercados de commodities, os preços do ouro subiram no início desta quarta-feira, depois de cair 3,3% na sessão anterior, seu nível mais baixo em mais de três meses, enquanto o dólar recuou e derrubou ações de mineradoras produtoras do metal precioso. Os preços do petróleo também sobem no início do pregão desta quarta-feira depois que um relatório mostrou que os estoques de combustível dos Estados Unidos pode ter caído pela quinta semana consecutiva, mas o setor de petróleo e gás  na Europa, de uma maneira geral recua.

Entre as ações de empresas mineradoras, Randgold Resources recua 1,98%, Glencore cai 1,4% e BHP Billiton  perde 0,5%, enquanto Anglo American sobe 1,6%, Antofagasta avança 0,4% e Rio Tinto sobe 0,7%. A atividade no setor de serviços do Reino Unido expandiu em setembro. O PMI ficou em 52,6, melhor do que a estimativa de 52,2, mas um pouco mais lento do que os 52,9 de agosto. O setor de serviços representa cerca de 80% da produção econômica do Reino Unido.

Deutsche Bank sobe após o boletim alemão Platow Brief  informar que o credor deve propor um acordo com o Departamento de Justiça dos EUA de cerca de US $ 4 a 5 bilhões até o final de outubro, muito menos do que os $ 14 bilhões que as autoridades americanas estavam buscando.

EUA:  Futuros de ações dos EUA apontam para uma ligeira queda, com investidores evitando grandes apostas antes da leitura de emprego da ADP, em busca de pistas sobre os dados oficiais de empregos devidos na sexta-feira. Em seguida, será divulgado o relatório de setembro da Markit sobre os setores de serviços, bem como a leitura do ISM para essa mesma área. Economistas esperam uma leitura de 53,1% para os números do ISM. E fechando a agenda, um relatório de agosto sobre as encomendas às fábricas também está programado com uma expectativa de um declínio de 0,1%.

Entre os discursos de autoridades do Federal Reserve, o presidente do Fed de Minneapolis, Neel Kashkari, está programado para fazer o discurso de abertura em uma conferência em Minneapolis, enquanto o presidente do Fed de Richmond, Jeffrey Lacker deve falar duas vezes na Universidade Marshall de West Virginia.

AGENDA ECONÔMICA:
EUA:
9h15 - ADP Non-Farm Employment Change (número de postos de trabalho no setor privado dos EUA);
9h30 - Trade Balance (balança comercial - mede a diferença entre os valores das importações e exportações realizadas pelo país);
10h45 - Final Services PMI (Índice PMI de Serviços);
11h00 - ISM Non-Manufacturing PMI (índice baseado em pesquisas com 400 empresas não industriais, em 60 setores em todo o país);
11h00 - Factory Orders (mede o volume de pedidos feitos à indústria como um todo, de bens duráveis e bens não duráveis);
11h30 - Crude Oil Inventories (Relatório de Estoques de Petróleo dos Estados Unidos);

ÍNDICES FUTUROS - 8h00:
Dow:  -0,09%
SP500:  -0,03%
NASDAQ:  -0,01%

OBSERVAÇÃO: Este material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário da disponibilização dos dados.

RESENHA DA BOLSA - TERÇA-FEIRA 04/10/2016

ÁSIA: As bolsas asiáticas fecharam em alta nesta terça-feira, com destaque para as ações japonesas que se beneficiaram  da fraqueza do iene, ajudado pelos dados sólidos de manufatura dos EUA.

O Nikkei do Japão subiu 0,62%, influenciado pela melhora do índice PMI de manufatura dos EUA de setembro, que subiu para 51,5, deslocando para o território expansionista, após mergulho surpresa de 49,4 em agosto. Os números da produção mais fortes derrubou o iene, enquanto o apetite por mercados de riscos retornou. Os dados sugerem expectativas de que haja uma probabilidade de 62,1% de aumento da taxa de juro pelo Federal Reserve dos EUA para reunião de Dezembro, de acordo com a ferramenta Fedwatch do CME Group. Exportadores japoneses se beneficiaram da fraqueza da moeda japonesa e as ações do setor financeiras se recuperaram depois de uma onda de vendas recente devido preocupações com crescimento lento, as taxas de juro negativas e o contágio do setor bancário europeu.

O benchmark australiano ASX 200 subiu 0,1%. O Reserve Bank of Australia (RBA) manteve as taxas estáveis em 1,5%, dizendo que iria avaliar o impacto dos cortes realizado em  agosto e maio. O dólar australiano negociado a US $ 0,7673 contra o dólar, favorecendo ações financeiras na Austrália que avançaram após ganhos na sessão anterior. Enquanto isso, a maioria dos preços das commodities recuavam, com um dólar mais forte fazendo os produtos nominados em dólar mais caro para aqueles que possuem outras moedas, mas pouco interferiu, sobre o subíndice energia, que ganhou 0,91% e sobre o sub índice materiais, que avançou 0,59%. Nominalmente, entre as mineradoras, BHP Billiton subiu 0,1%, Fortescue avançou 0,7% e Rio Tinto fechou em alta de 0.9%.

Em Hong Kong, o índice Hang Seng subiu 0,45%. A China disse na sexta-feira que vai retirar imposto de consumo sobre os produtos de cosméticos tradicionais e ajustar a taxa de imposto sobre o consumo de cosméticos e produtos de beleza de luxo de 30 para 15% a partir de 1 de outubro. O anúncio foi um bom presságio para as duas maiores empresas de cosméticos da Coreia do Sul. Amorepacific, dona da marca Innisfree subiu 1,41% e a LG Household & Health Care avançou 1,57%. Mercados da China continental estão fechados por conta dos feriados da Golden Week.

O Banco Central da Índia vai anunciar a sua primeira decisão sob a nova liderança de Urjit Patel, que deve manter as taxas inalteradas.

EUROPA: As bolsas europeias sobem, com o Stoxx Europe 600 avançando 0,72%, após subir 0,1% na segunda-feira, o suficiente para marcar o seu quinto avanço consecutivo, a mais longa série de altas desde agosto.

Deutsche Bank abriu em alta no retorno do feriado na Alemanha na segunda-feira, mas volta a operar em baixa. Os analistas ainda esperam que o banco precisará de dinheiro novo para lidar com qualquer tipo penalização, o que é preocupante investidores e o HSBC cortou o preço-alvo das ações do Deutsche Bank.  O DAX 30 opera em alta.

No Reino Unido, o FTSE 100 sobe e avança sobre os 7.000 pontos, a primeira vez desde abril de 2015. Ao mesmo tempo, a libra recua 0,6619% para $ 1,2762, seu nível mais baixo desde 1985 e abaixo do nível atingido na sequência do Brexit em junho. A libra foi duramente atingida na segunda-feira depois que a primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, disse na conferência do Partido Conservador em Birmingham que o país vai começar o processo de Brexit em março de 2017 e também sinalizou que o governo vai priorizar as questões da imigração sobre o acesso ao mercado da UE.

O setor de serviços financeiros do Reino Unido não vai conseguir um tratamento especial durante as negociações do Brexit, mas os bancos estão se saindo bem nesta terça-feira. Barclays sobe 0,98% e o HSBC avança 1,6%. A fraqueza da libra beneficia empresas que fazem a maior parte de sua receita no exterior e cerca de 75% das receitas das empresas que compõe o FTSE 100 é gerado fora do Reino Unido por grandes empresas multinacionais. Entre as mineradoras listadas na LSE, Anglo American sobe 2,8%, Antofagasta sobe 1,% e Glencore sobe 2,1%. Entre as gigantes, BHP Billiton adiciona 1,8% e Rio Tinto avança 2,8%.

Entre os dados econômicos, os preços ao produtor na zona do euro em agosto caiu 0,2% ante julho e caíram 2,1% ante agosto de 2015. Economistas consultados pelo The Wall Street Journal na semana passada estimavam que os preços seriam mantidos neste mês, pois o Banco Central Europeu tem lutado para aumentar os níveis de inflação na zona do euro.


EUA:  Futuros de ações dos EUA operam em alta, com investidores mantendo um olhar atento para notícias do Brexit, com a libra mergulhando para uma baixa de 31 anos, ajudando os stocks Reino Unido a avançar.

Não há previsão de divulgação de relatórios econômicos nos EUA. Na frente do Federal Reserve, o presidente do Fed de Richmond, Jeffrey Lacker, está programado para falar às 9h00, em West Virginia em uma conferência sobre as perspectivas econômicas. Às 8h40, o presidente do Fed de Chicago, Charles Evans, deve falar em um evento na Nova Zelândia. Na segunda-feira, a presidente do Fed de Cleveland, Loretta Mester insistiu que o banco central americano poderia aumentar as taxas de juros em sua próxima reunião que acontece nos dias 1 e 2 de novembro, mesmo que seja apenas alguns dias antes da eleição presidencial americana.

AGENDA ECONÔMICA:
EUA: Não está prevista a divulgação de dados econômicos relevantes.

ÍNDICES FUTUROS - 7h20:
Dow:  +0,13%
SP500:  +0,12%
NASDAQ: +0,17%

OBSERVAÇÃO: Este material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário da disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - SEGUNDA-FEIRA 03/10/2016

ÁSIA:  Os mercados asiáticos avançaram nesta segunda-feira, com os investidores ponderando a possibilidade de um acordo entre o Deutsche Bank e o Departamento de Justiça dos Estados Unidos.

Na Austrália, o ASX 200 fechou em alta de 0,78%, impulsionado pelo seu sub índice de energia que subiu 1,33% e pelo seu setor financeiro fortemente ponderado que avançou 1,17%.  Amanhã será a primeira reunião sob o comando do novo presidente do Reserve Bank of Australia, mas analistas não esperam nenhuma alteração em sua política monetária e nem nas taxas de juros. Os preços das commodities subiram seguindo a fraqueza inicial do dólar decorrente dúvidas sobre se o Federal Reserve dos EUA seria capaz de aumentar as taxas de juro neste ano. Entre as mineradoras australianas, BHP Billiton subiu 1,7% e Rio Tinto avançou 0,8%, enquanto Fortescue recuou 1,3%.

No Japão, o Nikkei 225 terminou em alta de 0.9%, apesar da pesquisa sobre o sentimento entre as principais indústrias do Banco do Japão manter-se inalterada em relação ao trimestre anterior, mas a pesquisa Tankan do Banco do Japão confirmou que a valorização do iene prejudicou a rentabilidade das empresas. O levantamento, divulgado na segunda-feira, mostrou que as grandes fábricas japonesas esperam que seu lucro ante impostos caiam 14,6% neste exercício até março, em comparação com uma previsão anterior de uma queda de 11,6%. Ações do setor bancário japonês subiram, no entanto, alguns analistas disseram que os problemas do Deutsche Bank não tinham acabado.

Em Hong Kong, o índice Hang Seng foi negociado em alta de 1,23%, ,enquanto os mercados da China continental permanecem fechados para o Golden Week.

Mercados na Malásia e Coreia do Sul ficaram fechados por conta de feriados nesta segunda-feira, enquanto na Índia, as bolsas avançaram apesar da atividade da fábrica desacelerar em setembro. O Índice PMI de manufatura caiu para 52,1,  ante 52,6. O índice Nifty 50 subiu 1,03% e o Sensex subiu 0,95%.

EUROPA:  As principais bolsas europeias avançam na manhã desta segunda-feira, com investidores de olho na evolução das negociações do Deutsche Bank e processo do Brexit da Grã-Bretanha. O Stoxx Europe 600 sobe 0,22%, na sequência da alta de 0,1% na sexta-feira.

O Deutsche Bank segue no foco dos investidores apesar das ações da empresa não serem negociadas nesta segunda-feira. Mercados alemães estão fechados por conta de um feriado nacional. As ações listadas do banco alemão subiu 14% na sexta-feira com a notícia de possibilidade de um acordo entre o credor alemão e o Departamento de Justiça dos Estados Unidos, de US $ 14 bilhões para US $ 5,4 bilhões. O Frankfurter Allgemeine Zeitung informou no fim de semana que o CEO da Deutsche, John Cryan, estaria em Washington nesta semana para reuniões anuais do FMI e do Banco Mundial e outros altos executivos do Deutsche Bank iria se juntar a ele para negociar um acordo com as autoridades americanas.

Ainda no setor bancário, os bancos italianos estavam sob pressão nesta segunda-feira. Monte dei Paschi di Siena, Nomura e Deutsche Bank serão julgados por um tribunal de Milão sobre crimes financeiros, de acordo com a Reuters. O novo CEO do BMPS, Marco Morelli, admitiu que será difícil juntar  5 bilhões de euros em uma nova capitalização. As ações da BMPS sobem ligeiramente. UBI Banca operam estáveis depois que o Banco Central Europeu rejeitou um plano proposto pelo banco para comprar três outros bancos italianos.

O Stoxx Europe 600 Oil Index sobe 1,29%, seguindo a alta do petróleo. Entre os produtores de petróleo, a Royal Dutch Shell sobe 2,82%, a francesa Total sobe 1,45% e a empresa de engenharia norueguesa Subsea 7 avança 2,91%.

O setor manufatureiro do Reino Unido continuou a se expandir em setembro, depois de cair acentuadamente no  calor do Brexit. Isso provavelmente vai impulsionar o humor entre os dirigentes conservadores que se preparam para traçar a saída do país do bloco de 28 países. A primeira-ministra Theresa May sinalizou que iria iniciar o procedimento de saída formal até ao final do primeiro trimestre de 2017, iniciando um período de negociação de dois anos. Falando na conferência anual do Partido Conservador em Birmingham, May disse que era hora de "começar o trabalho", prometendo que o governo do Reino Unido não iria questionar ou retroceder com o Brexit. Ela também sinalizou que quer uma ruptura límpida por parte da UE, dizendo que quer que as empresas britânicas tenham "liberdade máxima" para operar no mercado único europeu, mas que o Reino Unido não desistirá de seu direito de controlar a imigração no país.

O índice PMI para o setor manufatureiro subiu para 55,4 em setembro, acima das previsões de analistas consultados pelo The Wall Street Journal, que previu um ritmo mais lento de expansão e acima de 53,4 de agosto. As leituras acima de 50 significam crescimento. A libra cai 0,6936% frente ao dólar, para $ 1,2864, ante US $ 1,2976 na sexta-feira em Nova York. Uma libra mais fraca beneficia empresas britânicas, que na maior parte tem suas receitas no exterior. O FTSE 100 avança. Entre as mineradoras listadas na LSE, Anglo American sobe 3,0%, Antofagasta avança 2,1% e Glencore sobe 1,1%. Entre as gigantes, BHP Billiton sobe 2,1% e Rio Tinto opera em alta de 1,4%.

EUA:  Wall Street segue para uma abertura tranquila do quarto trimestre nesta segunda-feira, com futuros de ações subindo ligeiramente. Investidores observam cuidadosamente a crise em torno do Deutsche Bank e digerindo os resultados de Tesla no fim de semana, que estabeleceu novos recordes trimestrais para a produção de veículos no terceiro trimestre. As ações sobem no pré-market.

Dados econômicos devidos mais tarde poderão ser decisivos na direção dos mercados, enquanto os ganhos dos preços do petróleo não estão influenciando muito no sentimento do mercado. A agenda desta segunda-feira segue movimentada.  A Markit divulga o seu índice PMI de manufatura para setembro, enquanto o Instituto de Gestão de Fornecimento solta a sua pesquisa para setembro e ainda hoje será divulgado os gastos com construção para agosto.

AGENDA ECONÔMICA:
EUA:
10h45 - Final Manufacturing PMI (número final da pesquisa referente ao nível de atividade industrial nos Estados Unidos);
11h00 - ISM Manufacturing PMI (mede o nível de atividade industrial no país);
11h00 - ISM Manufacturing Prices (expectativa dos negócios em relação à inflação futura, onde um número maior indica uma maior expectativa de inflação);
11h00 - Construction Spending (mede os gastos decorrentes da construção de imóveis);

ÍNDICES FUTUROS - 7h10:
Dow:  +0,07%
SP500:  +0,03%
NASDAQ: +0,04%

OBSERVAÇÃO: Este material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário da disponibilização dos dados.