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RESENHA DA BOLSA - QUINTA-FEIRA 17/11/2016

ÁSIA: Os mercados asiáticos fecharam sem direção nesta quinta-feira, tomando um fôlego depois do fim da série de declínios nos preços do petróleo, antes dos dados de inflação, emprego e testemunho da Chairwoman do Federal Reserve, Janet Yellen, sobre as perspectivas econômicas perante o Congresso no final do dia.

O Nikkei do Japão fechou inalterada em 17.862,63 pontos, após recuperar das perdas iniciais de cerca de 0,4%. O índice de referência japonês subiu quase 10% desde 9 de novembro. O iene enfraqueceu em relação ao dólar a 109,29, mas ficou em torno de 108 durante a maior parte do pregão japonês. O Banco do Japão anunciou que iria comprar uma quantidade ilimitada de títulos do governo japonês (JGB) a taxas fixas, o primeiro sinal claro do banco central de que pretende atuar para manter um limite na alta dos rendimentos quando necessário. Esta foi a primeira operação de títulos do banco central desde setembro quando decidiu mudar sua meta de política monetária para taxas de juros de curto e longo prazos e afastar-se dos montantes de ativos que compra.

O presidente do BoJ, Haruhiko Kuroda, disse uma hora após o anúncio que não permitirá que a pressão do mercado no exterior dite o curso das taxas de juros do governo japonês, destacando sua determinação em manter as baixas das taxas de juros. "As taxas de juros podem ter aumentado nos Estados Unidos, mas isso não significa que tenhamos que permitir automaticamente que as taxas de juros japonesas aumentem junto”, disse Kuroda em uma sessão no parlamento. Os rendimentos dos títulos da dívida japonesa aumentaram nos últimos dias, seguindo os ganhos acentuados nos rendimentos dos títulos americanos após a vitória eleitoral de Donald Trump. Os rendimentos das obrigações de 10 anos do governo japonês subiu para território positivo para 0,031% na quarta-feira, impulsionado pelo sell-off dos bônus globais. Na quinta-feira, o rendimento do JGB subia 0,029%. Os bancos japoneses recuaram após a notícia.

Mercados chineses terminou mista, com o Shanghai Composite fechando em alta de 0,11%, enquanto o composto de Shenzhen caiu 0,37%.  Em Hong Kong, o Hang Seng foi negociado em baixa de 0,08%, enquanto o Kospi da Coreia do Sul subiu 0,05%. O índice de referência sul-coreano abriu uma hora mais tarde nesta quinta-feira devido aos exames nacionais de admissão para faculdades.

O ASX 200 da Austrália terminou em alta de 0,20% depois de chegar a perder mais de 0,3%. O índice de referência teve as maiores perdas no subíndice de energia que caiu 1,2%, com recuo das grandes companhias de petróleo australianas; Santos caiu 2,71%, Woodside Petroleum perdeu 1,61% e Oil Search fechou estável em A $ 6,79. No setor de materiais, Rio Tinto subiu 1,1%, após a notícia de que a gigante de mineração australiana demitiu dois dos 10 mais altos executivos em meio a uma investigação sobre pagamentos de propina a um consultor para ajudá-los para ganhar a concessão de uma reserva de minério de ferro ainda não explorado na Guiné. BHP Billiton fechou estável e Fortescue Metals caiu 0,5%. Na frente dos dados econômicos, a taxa de desemprego da Austrália manteve-se em baixa de três anos em 5,6% em outubro, mas o emprego recuperou-se apenas 9.800, em comparação com uma previsão para um ganho de 20.000.

Durante comércio asiático, os futuros do petróleo nos EUA e o Brent recuaram, na sequência da queda no pregão americano, quando a Energy Information Administration dos EUA disse que os estoques do petróleo bruto subiram 5,3 milhões de barris na semana passada, em comparação com uma previsão de 1,5 milhões de barris.

O ouro, considerada um hedge contra a volatilidade, subiu 0,2% no comércio asiático.

O dólar foi negociado a 100,37 contra uma cesta de moedas. A moeda americana chegou a tocar nos 100,57, o maior nível desde Abril de 2003. O dólar australiano foi negociado a US $ 0,7476 contra o dólar no meio da tarde, em comparação com os níveis de US $ 0,75 vistos no início desta semana, pressionados pelo aumento dos rendimentos de títulos americanos e nervosismo nos mercados regionais.

Entre outros dados, o PIB do terceiro trimestre das Filipinas ficou em 7,1% no ano, surpreendendo os economistas. O índice de referência PSEI subiu 0,8%.

EUROPA: As bolsas europeias abriram com sinais opostos na abertura do pregão de quinta-feira após o índice Dow Jones quebrar uma série de sete sessões de alta devido rali pós-eleitoral pesada por ações de bancos. O pan europeu STOXX 600 recua cerca de 0,22%. A política fiscal expansionista do presidente eleito Donald Trump é visto como um alimentador da inflação e levou o dólar a subir e os preços dos títulos a cair, empurrando os rendimentos para cima. Isso poderia ter um efeito na trajetória da alta da taxa de juros pelo Federal Reserve dos EUA.

Comentários de autoridades do Fed parecem sugerir que o banco central ainda não decidiu quais as políticas de Trump é significava para a política monetária local. O Presidente do Fed de Philadelphia, Patrick Harker, disse na quarta-feira que "é muito cedo para avaliar" o impacto de Trump, enquanto a Presidente do Fed de Cleveland, Loretta Mester, acrescentou que uma "extrema volatilidade" forçará a reavaliar a política, mas "os movimentos diários" dos preços dos ativos não é "preocupante".

No Reino Unido, o FTSE 100 se esforça para manter a força compradora, após o valor de referência de Londres cair 0,6% na quarta-feira, após duas sessões de ganhos. CRH sobe 0,88% após anunciar um aumento de 6% nas vendas e garantir seu guidance para o ano. A fornecedora de materiais de construção subiu na semana passada após vitória de Trump, com os investidores apostando que a CRH irá se beneficiar com os projetos de infraestrutura do presidente eleito.

O setor de mineração tem um dia de ganhos. Anglo American sobe 1,9%, apesar de anunciar na quarta-feira que estava suspendendo todas as operações em sua mina de cobre em Los Bronces no Chile depois de protestos no local. Antofagasta e Glencore sobem 1% cada e BHP Billiton avança 1,4%. Rio Tinto dispensou dois altos executivos acusados de fazer pagamentos de cerca de $ 10,5 milhões para ganhar a concessão de exploração de uma mina de minério de ferro na Guiné, mas as ações seguem sendo negociadas em território positivo.

AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:
11h30 - Housing Starts (número de casas que começaram a ser construídas) e Building Permits (autorizações para a construção de imóveis foram concedidas), ambos dedezembro;
11h30 - CPI - Consumer Price Index (Indicador mensal da inflação ao consumidor dos Estados Unidos) e de seu núcleo Core CPI (mensura os preços ao consumidor, com exceção dos custos relativos à alimentação e energia), ambos de dezembro;
11h30 - Unemployment Claims (número de pedidos de auxílio-desemprego);
13h00 - Philadelphia Fed Index de janeiro (mede a atividade industrial no estado);
13h00 - Testemunho da Presidente do FED Janet Yellen no Congresso dos EUA;

ÍNDICES FUTUROS - 7h30:

Dow: +0,07%
SP500: +0,10%
NASDAQ: +0,30%

OBSERVAÇÃO: Este material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - QUARTA-FEIRA 16/11/2016

ÁSIA: A maior parte das bolsas asiáticas fecharam em alta nesta quarta-feira, com as ações financeiras regionais seguindo os ganhos nos EUA, com os investidores aumentando suas apostas de que as políticas do presidente eleito Donald Trump seria bom para os bancos globais. Segundo analistas, as expectativas de que as taxas de juros subiriam com menor regulação sob a presidência de Trump "é um bom presságio" para o setor bancário, não apenas nos EUA mas em todo o mundo, pois espera-se um aumento nas margens de lucro.

As bolsas regionais também tiveram impulso com a alta de quase 6% nos preços do petróleo, na esperança de que a Organização de Países Exportadores de Petróleo (OPEP) negocie corte de produção na reunião de 30 de novembro.

O benchmark australiano ASX 200 fechou em ligeira alta de 0,03%, pesada por uma queda de 1,11% no subíndice de materiais, mas compensada pela alta no subíndice de energia. BHP Billiton caiu 2,5%, Fortescue recuou 3,9% e Rio Tinto fechou em queda de 3,4%.

O Nikkei 225 do Japão fechou em alta de 1,1%, com o iene continuando a fraqueza contra o dólar. O par dólar / iene foi negociado à 109, ante 105 no dia da eleição americana. Um iene mais fraco tende a beneficiar os exportadores, que recebem um impulso nos ganhos no exterior quando são repatriados para a moeda local. O presidente do Bank of Japan, Haruhiko Kuroda, disse quarta-feira que estava acompanhando o desempenho dos bancos regionais com "profundo interesse", uma indicação de sua preocupação de que as perspectivas de lucros pode piorar com mais cortes nas taxas de juros.

Mercados do continente chinês fecharam em sinais contrários. O Shanghai Composite fechou 0,05% menor, enquanto o composto de Shenzhen fechou em alta de 0,02%. O yuan continuou a se enfraquecer em relação ao dólar, sendo negociado a 6,8688, nível mais baixo desde Janeiro de 2009. O Banco Popular da China (PBOC) baixou ponto médio do yuan pelo nono consecutivo nesta quarta-feira para 6,8592. O Banco de Xangai fechou em alta na sua estreia comercial depois de levantar 10,7 bilhões de yuans (US $ 1,6 bilhões) na maior oferta pública inicial na China neste ano. As ações do segundo maior banco municipal da China subiram 44%, o limite de alta para o primeiro dia de negociação entre as novas "IPOs".

Em Hong Kong, as ações reverteram os ganhos na última hora de negociação, após uma abertura mista nos mercados europeus. Fundos estão  migrando para a bolsa de Hong Kong nos últimos dois dias através do Hong Kong Xangai Connect, mostrando crescente interesse de investidores do continente após o recente sell-off, provavelmente devido a investidores se antecipando ao lançamento do programa semelhante que ligará Hong Kong à bolsa de Shenzhen ainda neste mês.

Na Coreia do Sul, o Kospi terminou 0,62% maior. Hyundai Heavy Industries saltou 4,78%, depois que o construtor naval anunciou planos de cisão de seus negócios fora da construção naval na terça-feira. A indústria naval na Ásia tem estado sob pressão recentemente, devido à demanda externa fraca e excesso de capacidade.

Na Ásia, as ações de grandes companhias de petróleo avançaram. Na Austrália, Santos subiu 1,5% e Oil Search adicionou 3,35 %. No Japão Inpex subiu 2,96%.

O índice do dólar, que acompanha o dólar contra uma cesta de moedas, oscilou em torno da marca de 100, mas chegando a ser negociado a 99,974. O índice do dólar que tem flertado com níveis acima de 100, teve um impulso extra na terça-feira após a divulgação de vendas a varejo melhores do que o esperado nos EUA em outubro, por outro lado, a maioria das moedas asiáticas ficaram estáveis face ao dólar americano. Números mais fortes nas vendas aumentaram as expectativas de uma alta das taxas de Fed em dezembro, com os futuros do Fed CME Group para 30 dias, aumentando a probabilidade para 90,6% para um movimento em dezembro.

EUROPA: As bolsas europeias abriram em alta nesta quarta-feira como o dólar americano fszendo uma pausa para tomar fôlego depois de um rali pós-eleição, impulsionado por um aumento nos rendimentos de títulos do governo dos EUA. O pan europeu STOXX 600 sobe 0,44%.

Os investidores continuam a acompanhar as políticas econômicas de Trump de perto em busca de pistas sobre as perspectivas para as taxas de juros. O republicano disse que planejou gastar em infraestrutura e cortar impostos para estimular a economia. Segundo analistas, o aumento de estímulo fiscal poderia ter impacto direto na trajetória da alta na taxa de juros do Federal Reserve. Além disso, o aumento das expectativas de inflação após a vitória de Trump provocou um sell-off nos mercados de títulos e empurrou o dólar para cima. Enquanto isso, Robert Kaplan, presidente do Federal Reserve Bank de Dallas, disse nesta terça-feira que era hora de começar a aumentar e "normalizar" as taxas de juros porque o ambiente de taxa baixa havia distorcido os mercados.

Entre as notícias corporativas, Volkswagen disse que chegou a um acordo com os reguladores dos EUA para corrigir e recomprar de cerca de 80.000  carros Audi, Porsche e VW. As ações seguem negociados em ligeira alta. Enquanto isso, os investidores do Banca Monte dei Paschi di Siena deram luz verde à conversão da dívida em capital como parte do plano de resgate do problemático banco, mas as ações recuam. A francesa Bouygues relatou um aumento no lucro operacional no terceiro trimestre em seus negócios de telecomunicações, levando suas ações para cima. Enquanto isso, o rival Ilíada também postou fortes ganhos com um aumento de 6,5% nas receitas do terceiro trimestre frente ao ano anterior. As ações da Ilíada também estavam em território positivo. As ações da Bayer caem drasticamente depois que a empresa química alemã anunciou planos de vender 4 bilhões de euros (US $ 4,3 bilhões) em títulos conversíveis para levantar dinheiro para cobrir a sua proposta de aquisição da Monsanto.

No Reino Unido, o FTSE 100 opera em ligeira baixa após abrir em modesta alta. A perda desta quarta-feira seria a primeira queda do índice após duas sessões de ganhos. O valor de referência de Londres subiu 0,6% na terça-feira. A construtora Barratt Developments cai 2,2%, liderando a baixa no FTSE 100. A construtora de imóveis disse que as vendas na capital haviam suavizado em comparação com ano passado. Ações de outros construtores caíram. Taylor Wimpey desliza 1,07% e Persimmon  perde 1,1%.

Anglo American teve seu preço alvo elevado pelo Goldman Sachs e Deutsche Bank A mineradora listada em Londres opera estável, mas seus pares recuam. Antofagasta cai 1,7%, Glencore recua 0,6%. Entre as gigantes, BHP Billiton cai 0,3% e Rio Tinto cai 0,1%.

AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:
12h15 - Industrial Production (produção industrial) e pelo Capacity Utilization Rate (capacidade utilizada);
13h00 - NAHB Housing Market Index (venda de imóveis e a expectativa para novas construções no mercado imobiliário americano);
13h30 - Crude Oil Inventories (Relatório de Estoques de Petróleo dos Estados Unidos);
19h00 - TIC Long-Term Purchases (mede o nível de investimento estrangeiro e nacional nos EUA);

ÍNDICES FUTUROS - 7h30:

Dow:  -0,17%
SP500:  -0,17%
NASDAQ:  -0,21%

OBSERVAÇÃO: Este material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - SEGUNDA-FEIRA 14/11/2016

ÁSIA: Mercados de ações asiáticos fecharam sem direção nesta segunda-feira, com a japonesa Nikkei superando os mercados regionais após dados econômicos mais fortes do que o esperado e um iene mais fraco.

O Nikkei Stock Average subiu 1,71%. Dados do governo japonês mostraram que o seu PIB do terceiro trimestre expandiu a uma taxa anualizada de 2,2% nos três meses findos em setembro, superando as expectativas de uma expansão de 0,9%, marcando o terceiro trimestre consecutivo de expansão, depois de um desempenho econômico desigual nos últimos três anos desde o Verão de 2013. Segundo o ministro da Economia Nobuteru Ishihara em um comunicado, a economia do Japão provavelmente vai continuar a sua recuperação gradual, citando a melhoria das condições de emprego e salário. Os números também mostraram que a construção residencial aumentou no país, depois da queda das taxas de empréstimos que alimentaram a demanda por investimentos imobiliários. Entre as empresas imobiliárias, Mitsui Fudosan subiu 4,23%, Mitsubishi Estate avançou 1,92% e Sumitomo Realty & Development adicionou 4,08%. Enquanto isso, o iene caiu contra o dólar, recuando 0,8%, tornando-o mais barato para os exportadores enviar seus bens ao redor do mundo. Stocks de exportadoras avançaram.

No resto da região, os mercados estavam sob pressão, com os investidores se fixando numa visão otimista de que o presidente americano eleito Donald Trump pode ser capaz de estimular o crescimento da economia dos EUA após a eleição na semana passada. Isso poderia resultar em um aumento das taxas de juros a um ritmo mais rápido no próximo ano, provocando saídas de capital de mercados emergentes. O mercado está alerta para quaisquer notícias sobre as políticas do presidente eleito Trump e possíveis compromissos. Um relatório do Wall Street Journal no sábado mostrou que os planos de infraestrutura de Trump se resumia a uma redução de impostos, na esperança de atrair capital para projetos, cujo especialistas dizem que pode ficar aquém de financiar adequadamente as melhorias para estradas, pontes e aeroportos.

Na Austrália, o ASX 200 fechou 0,47% menor, pesada pelo seu subíndice de materiais que caiu 1,31% e pelo seu subíndice financeiro que caiu 0,53%. Os bancos Westpac e ANZ recuaram 3,17 e 1,45%, respectivamente, sendo negociadas ex-dividendo. Grandes mineradoras de ouro tiveram fortes perdas; Newcrest Mining caiu 7,08%, Northern Star Resources recuou 9,16% e Evolução Mining despencou 9,65%. Outras mineradoras tiveram perdas menores. BHP Billiton e Fortescue Metals recuaram 0,2% e Rio Tinto caiu 0,3%.

Na China continental, os mercados de ações abriram em queda, mas rapidamente virou segundo a alta, após as ações entraram tecnicamente em "bull market" na semana passada. o Shanghai Composite acabou 0,44% maior e o Shenzhen Composite fechou em alta de 0,29%. Os dados econômicos da China divulgados na segunda-feira foram misturados. Investimento em ativos fixos da China subiu 8,3% no período de janeiro a outubro, superando as expectativas do mercado, enquanto a produção industrial de outubro e as vendas no varejo ficaram aquém das previsões. A produção industrial em outubro cresceu apenas 6,1%%.

Em Hong Kong, o Hang Seng caiu 1,37%. A onda de vendas continuou entre os promotores imobiliários de Hong Kong dada preocupações com o possível aumento da taxa de juro mais rápido nos EUA, um movimento que vai pesar no mercado imobiliário da cidade.

Na Coreia do Sul, o Kospi terminou em baixa de 0,51%, em meio a uma crescente crise política onde centenas de milhares de manifestantes pediram a renúncia da Presidente Park Geun-hye no fim de semana.

EUROPA:  As bolsas europeias abriram em alta, ignorando a baixa na Ásia, em meio a um aumento dos rendimentos dos títulos e um dólar americano alimentando o apetite ao risco.

O índice do dólar, que mede o dólar contra uma cesta de moedas é negociado em torno 99,579 na segunda-feira, alta de 0,52%, na sequência de um sell-off nos títulos do Tesouro dos EUA. Os rendimentos das notas de 10 anos sobem 2,2%, seu nível mais alto desde janeiro. Analistas veem as políticas de Trump com uma inflação mais elevada atraindo o fluxo do dólar dos EUA e aumentando as expectativas de que o Federal Reserve poderia aumentar as taxas de juro em breve. Na sexta-feira, o vice-presidente do Fed Stanley Fischer disse que a economia está forte e as primeiras indicações parecem sugerir que o Federal Reserve continua em curso para aumentar as taxas no próximo mês e que um estímulo fiscal adicional poderia alterar a dinâmica da economia dos EUA.

Rendimentos de títulos melhores e a perspectiva de um aumento da taxa de juro ajudou os setores europeus de serviços bancários e financeiros.

No Reino Unido, o FTSE 100 avança, após o índice cair 1,4% na sexta-feira e cravar uma alta semanal de apenas 0,6%. Na segunda-feira, ações financeiras segue entre os destaques de alta, com a libra devolvendo parte do rali da semana passada estimulada pela vitória eleitoral de Donald Trump. A libra cai 0,8735% frente ao dólar nesta segunda-feira, sendo negociado a US $ 1,2498, ante US $ 1,2655 na sexta-feira. Barclays sobe 3,27%, enquanto Royal Bank of Scotland adiciona 2,58%.

Entre as mineradoras listadas na LSE, Anglo American sobe 3,6%, Antofagasta avança 2%, BHP Billiton avança 3,1%, Glencore adiciona 2,7% e Rio Tinto sobe 2,4%.

AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:  Não está prevista a divulgação de dados econômicos importantes.

ÍNDICES FUTUROS - 7h30:

Dow:  +0,56%
SP500:  +0,38%
NASDAQ:  +0,34%
OBSERVAÇÃO: Este material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.