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RESENHA DA BOLSA - SEGUNDA-FEIRA 05/12/2016




ÁSIA: As bolsas da Ásia fecharam em queda nesta segunda feira, enquanto investidores avaliavam as implicações da renúncia do primeiro-ministro italiano Matteo Renzi após sofrer uma derrota humilhante no referendo sobre reformas constitucionais de domingo, que poderá prejudicar o sistema bancário do país e estimular um contágio global, enquanto o euro caiu para uma baixa de 20 meses.


O índice referencial australiano S & P / ASX 200 deslizou 0,80%, pesada pela queda dos quatro grandes bancos, enquanto ganhos de concessionárias e mineradoras impediram perdas mais acentuadas.  Futuro do minério de ferro subiu 4,5%, ajudando tanto BHP Billiton, quanto Rio Tinto e Fortescue Metals a subirem 0,8, 1,1 e 1,8%, respectivamente.O dólar australiano saltou 0,4% contra a moeda da Nova Zelândia, depois que o primeiro-ministro John Key surpreendeu os investidores ao anunciar sua aposentadoria e que não buscaria um quarto mandato.

As bolsas chinesas recuaram, com muitos investidores esperando o lançamento do tão aguardado o programa Shenzhen-Hong Kong Stock Connect, que deu a partir de hoje aos investidores do continente, acesso às ações de Hong Kong e permitir que os investidores internacionais negociem ações em Shenzhen. O Shenzhen Composite caiu 0,55%, com ações de tecnologia contrariando a tendência e fechar em alta. Dongxu OptoelectronicTechnology subiu 4,08%, enquanto o Shenzhen O-film Technology avançou 4,71%.

Em Hong Kong, o índice Hang Seng caiu 0,50%, enquanto o Shanghai Composite recuou 1,15%, após Donald Trump twittar que o presidente de Taiwan Tsai Ing-wen havia feito uma ligação telefônica. A conversa foi vista como uma mudança na política externa dos EUA em relação à China, uma vez que Taiwan é considerada uma província separatista. Ainda no domingo, Trump atacou novamente a China, acusando Pequim de manipular sua moeda de forma injusta, tributando produtos americanos e militarizar o Mar do Sul da China. Em Xangai, os investidores compraram stocks de defesa, impulsionado por especulações de que Trump, junto com o líder de Taiwan iriam aumentar a tensão militar entre Pequim e Taiwan. O índice de referência Taiex de Taiwan abriu em alta, contrariando a tendência regional, mas não conseguiu se manter e caiu 0,21%​.

No Japão, o Nikkei caiu 0,89%, pesada por ações do setor bancário. Mitsubishi UFJ Financial Group caiu 2,4%, T & D Holdings recuou 2,2% e Sumitomo Mitsui Financial perdeu 1,78%.

O índice do dólar, que mede o dólar contra uma cesta de seis moedas importantes foi negociado 0,61% maior, para 101,38. A moeda comum caiu em relação ao dólar para 1,056 e tocou uma baixa de dois anos, a US $ 1,0505 na parte da manhã. Contra o iene, euro foi buscar 119,9, em comparação com 120,8 da semana passada.

Ainda sob o pregão asiático, o petróleo recuou após os futuros do petróleo nos EUA subirem 12% na semana que terminou em 02 de dezembro, o maior ganho semanal desde 2011, enquanto os futuros do Brent avançou 15% na semana passada, seu maior ganho desde 2009.


EUROPA: Os mercados da Europa abriram com perdas, após o anúncio de intenção de renúncia do primeiro-ministro italiano Matteo Renzi na sequência da derrota no referendo de domingo.O pan europeu Stoxx 600 sobe 1,2% depois de abrir no vermelho. Os bancos caíam mais de 1,2% na abertura mas recuperam, no entanto os bancos italianos continuam a figurar entre as maiores perdas.


Quase 60% dos eleitores italianos rejeitaram a proposta do governo sobre a reforma constitucional. Renzi havia dito que iria se demitir caso a reforma não fosse aprovada pelos eleitores. Os investidores estão preocupados com a possibilidade de novas eleições na terceira maior economia do euro e com o impacto que a instabilidade política em curso terá sobre o frágil sistema bancário. Os conselheiros do conturbado banco italiano Monte dei Paschi di Siena estão reunidos nesta segunda-feira para discutir um plano de recapitalização de 5 bilhões de euros (US $ 5,29 bilhões), informou o Financial Times. Unicredit está tentando vender a Pionner, seu gestor de ativos, para a Amundi por cerca de 3 bilhões de euros. O negócio ajudaria o banco italiano a aumentar seu capital. Apesar da notícia, as ações da Unicredit caem 2%.

O euro caiu para uma baixa de 20 meses durante o pregão asiático, mas que desde então as perdas tem sido dizimado. Os ministros de finanças europeus estão reunidos em Bruxelas nesta segunda-feira, mas o representante italiano Pier Carlo Padoan cancelou sua presença. Enquanto isso,  o primeiro-ministro francês Manuel Valls deve anunciar sua candidatura à presidência nesta segunda-feira, de acordo com a Reuters.

No Reino Unido, o FTSE 100 sobe nesta segunda-feira, com ações de bancos sacudindo as perdas iniciais. Investidores avaliam as consequências da renúncia do primeiro-ministro da Itália após a derrota do referendo no fim de semana. Setores bancários, de materiais básicos, indústrias e bens de consumo lideram os ganhos no benchmark, que abriu em queda de 0,4%. Barclays avança 2,35% e Lloyds Banking Group adiciona 1,3%, mas Standard Chartered ainda cai 0,25%. Royal Bank Of Scotland sobe 2,12%, depois que o banco essencialmente estatal concordou em pagar até 800 milhões de libras (US $ 1,02 bilhões) para liquidar três ações com acionistas.

Enquanto isso, a mineradora Antofagasta sobe 2,5%, seguindo a alta de quase 2% para os futuros do cobre. Outros pares do setor também operam em alta. Rio Tinto sobe 1,8%, BHP Billiton sobe 2,1% e Glencore avança 1,8%, mas a produtora de ouro Randgold Resources  despenca 3,52%, após o ouro recuar quase 1%.

Ainda hoje, o Supremo Tribunal vai ouvir o apelo do governo do Reino Unido contra uma decisão de novembro, sobre o acionamento do artigo 50. A vara judicial determinou que é necessário a aprovação parlamentar para o governo invocar o artigo, que marca o início formal das negociações para Reino Unido para deixar a União Europeia. A primeiro-ministro Theresa May disse quer acionar o artigo 50 para começar as negociações até o final de março.

AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:
12h45 - Final Services PMI (número final da pesquisa referente ao nível de atividade no setor de serviços nos Estados Unidos);
13h00 - ISM Non-Manufacturing PMI (índice baseado em pesquisas com 400 empresas não industriais, em 60 setores em todo o país);
13h00 - Labor Market Conditions Index (compilação de vários dados de trabalho em uma única leitura, a fim de dar uma melhor visão do mercado);


ÍNDICES FUTUROS - 8h00:
Dow: +0,51%
SP500:  +0,50%
NASDAQ: +0,64%

OBSERVAÇÃO: Este material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - SEXTA-FEIRA 01/12/2016


ÁSIA: Os principais mercados asiáticos fecharam em queda nesta sexta-feira, após euforia pós-acordo da OPEP perder força, enquanto o dólar fez uma pausa e com investidores aguardando o relatório de empregos dos EUA.

Globalmente, o "rali Trump" está começando a perder força e começa a afetar outros mercados após otimismo exagerado após eleição americana sob a égide de que o governo republicano vai cortar impostos e impulsionar gastos em infraestrutura e alguns esperam que isso provoque um crescimento e inflação.


Na Austrália, o ASX 200 fechou em queda de 1,02%, arrastado por uma queda generalizada em todo o índice. Entre as mineradoras, BHP Billiton caiu 2,2%, Fortescue recuou 2,7% e Rio Tinto perdeu 1,2%.As vendas no varejo de outubro da Austrália subiu 0,5% em relação ao mês anterior, o terceiro mês consecutivo de ganhos. Uma pesquisa da Reuters esperavam uma alta de 0,3% nas vendas.

O Nikkei do Japão terminou em baixa de 0,47%, após o índice chegar próximo do recorde do ano na quinta-feira, pesada por pela força iene, uma vez que torna as exportações japonesas mais caros e corrói os lucros no exterior quando repatriados. O iene foi negociado a 114,07 em relação ao dólar, ante 113,54 do dia anterior.

O sul-coreano Kospi fechou 0,66% menor. A revisão do PIB do terceiro trimestre da Coréia do Sul ficou em 0,6% em relação ao trimestre anterior, ligeiramente abaixo da estimativa de 0,7%. O país asiático permanece envolvido em um escândalo político cujo pivô central é a Presidente Park Geun-hye, que se ofereceu para deixar o cargo.

Na China continental, o Shanghai Composite fechou em baixa de 0,88%, enquanto o composto de Shenzhen fechou 1.66% menor. Segundo analistas, o ouro está subindo na China em meio à planos de Pequim para restringir as importações de ouro para conter o fluxo de saída do yuan, no entanto, a perspectiva de curto prazo é que a alta das taxas de juros pelo Federal Reserve dos EUA deve limitar qualquer potencial de alta no preço do ouro. Ouro subiu 0,76%, sendo  negociado a US $ 1,176.10 a onça-troy.

Enquanto isso, os preços do petróleo começaram a cair no pregão de sexta-feira na Ásia, mas se segurando acima dos US $ 50 o barril, depois que a OPEP concordou em cortar sua produção na quarta-feira, pela primeira vez desde 2008.

O dólar recuou na sexta-feira, com os investidores aguardando o relatório de empregos dos EUA. O índice do dólar foi negociado a 100,77, ante 101,59 de ontem.



EUROPA: As bolsas europeias abriram em queda nesta sexta-feira, com a intensificação das incertezas políticas na Itália e na França . O Stoxx 600 cai mais de 1% com todas as principais bolsas e setores no vermelho. Os investidores também deve manter os olhos nos números do relatório de emprego dos EUA.

O referendo de domingo na Itália continua a preocupar os investidores, uma vez que pode provocar novas eleições e complicar o processo de recapitalização dos bancos italianos. O FTSE MIB italiano recua pesada principalmente por ações de bancos italianos. Além disso, o presidente francês François Hollande anunciou quinta-feira que não deve se candidatar a um segundo mandato na próxima eleição presidencial do país. Ainda na Europa, os investidores estão de olho no resultado da segunda eleição presidencial austríaca no domingo, pois os resultados da primeira votação, em 12 de maio, foram contestados.

No Reino Unido, o FTSE 100 cai liderado pelas ações relacionadas às commodities. O setor de recursos básicos cai mais de 2% no início da sessão, continuando a queda após recente fraqueza nos preços dos metais. Anglo American cai 2,2%, Antofagasta cai 2,8% e Glencore perde 2,1%. Entre as gigantes, BHP Billiton mergulha 3,3% e Rio Tinto cai 2,3%.O setor de petróleo e gás cai mais de 1,8%, com os preços do petróleo voltando a cair depois de um forte rali nesta semana.

O Brent atingiu o maior nível desde o final de agosto do ano passado na quinta-feira, após notícias deque os principais produtores fora da OPEP, como a Rússia e Omã, também concordaram em reduzir sua produção, mas os investidores estão céticos se a OPEP vai conseguir fazer os membros cumprirem com suas quotas de produção. O pacto deve entrar em vigor em janeiro e haverá uma reavaliação em seis meses com a opção de estender o acordo por mais seis meses. Com base na previsão do Goldman Sachs, a possibilidade de cumprimento por parte dos membros da OPEP desta vez é de aproximadamente 73% da meta, o que colocaria a produção total da OPEP a 33 milhões de barris por dia. Além disso, o acordo da Opep só corta produção, mas não as exportações. Assim, países com alta capacidade de armazenamento como a Arábia Saudita ainda será capaz de manter a sua quota de mercado.

AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:
11h30 - Relatório de Emprego, composto por: Unemployment Rate (taxa de desemprego), Nonfarm Payrolls (pesquisa realizada em cerca de 375 mil empresas, que mostra o númerode empregos gerados na economia, excetuando-se agricultura e pecuária), Average Workweek (média de horas trabalhadas por semana) e Hourly Earnings (média de remunerações por hora trabalhada);

ÍNDICES FUTUROS - 8h00:
Dow: -0,16%
SP500: -0,27%
NASDAQ: -0,54%

OBSERVAÇÃO: Este material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - SEXTA-FEIRA 01/12/2016

ÁSIA: Apesar do ceticismo sobre o acordo, a OPEP conseguiu fechar o acordo para cortar a produção de 1,2 milhão de barris por dia na quarta-feira, marcando o primeiro esforço concentrado do grupo para reduzir a produção desde 2008. O movimento fez os preços do petróleo bruto subirem mais de 9 %. O corte representa cerca de 1% da produção mundial, que vai ajudar a reduzir o excesso de óleo que provocou a queda dos preços por mais de dois anos. A notícia impulsionou as bolsas asiáticas.

O Nikkei do Japão fechou em alta de 1,12%, liderada por ações de energia. Inpex subiu 9,95% e Japan Petroleum Exploration saltou 12,2%. O iene mais fraco também ajudou. O iene foi negociado em torno de 114,12 contra o dólar, ante 112 no início desta semana.


Na Austrália, o ASX 200 terminou 1,1% maior, conduzido por fortes ganhos no subíndice de energia, que disparou 7,21% e pelo  subíndice de recursos naturais, que avançou 2,88%. Entre as ações de energia, Woodside Petroleum e Oil Search subiram 6,48 e 9,8%, respectivamente e entre as mineradoras, BHP Billiton subiu 4,3%, Fortescue Metals avalou 7,8% e Rio Tinto fechou em alta de 1,8%.
Estatísticas oficiais mostram que o investimento empresarial da Austrália caiu 4% no terceiro trimestre, uma queda mais acentuada do que os 2,5% previstas pelos analistas da Reuters. A queda nos investimentos provavelmente terá impacto sobre o PIV do terceiro trimestre que será divulgado em 07 de dezembro.

As bolsas chinesas fecharam em território positivo, o Shanghai Composite fechou em alta de 0,74% enquanto o Shenzhen Composite terminou 0,60% maior. Em Hong Kong, o índice Hang Seng subiu 0,32%. O índice PMI oficial de manufatura da China, que mede a atividade das estatais e grandes empresas, subiu para 51,7, ante expectativa de 51,0 de uma pesquisa da Reuters, enquanto isso, o índice PMI de manufatura promovido pela Caixin / Markit, que mede a atividade de pequenas e médias empresas, caiu para 50,9, abaixo dos 51,2 em outubro, mas melhor do que os analistas esperavam. Uma leitura abaixo de 50 representa contração, enquanto uma leitura acima de 50 indica expansão.  O índice PMI oficial de serviços da China subiu para 54,7 em novembro, ante 54,0 em outubro.

Kospi da Coreia do Sul fechou praticamente estável em 1.983,75 pontos. Dados de estatísticas da Coreia mostrou que o índice de preços ao consumidor (CPI) em novembro subiu 1,3% ano-a-ano, abaixo da expectativa para um aumento de 1,5% em uma pesquisa da Reuters. A meta do Banco da Coreia é de uma inflação de 2%, o que deixa espaço para aliviar ainda mais a sua política monetária. Também foi divulgado os  números da balança comercial de novembro. As exportações aumentaram 2,7% ano-a-ano, ante comparação em uma pesquisa da Reuters que estimavam um aumento de apenas 1,2% nas exportações. As importações saltaram 10,1% face ao ano anterior, superando as previsões de aumento de 2,9% pela Reuters . Os embarques para a China também cresceu pela primeira vez em 17 meses.


O aumento dos preços do petróleo, juntamente com os dados econômicos sólidos dos EUA, enviou ao dólar para o maior nível contra o iene desde fevereiro, dando suporte aos stocks de exportação no Japão. O rendimento dos títulos do tesouro de 10 anos dos EUA subiu para 2,386% durante a noite, ante 2,297% na quarta-feira. O aumento dos rendimentos do tesouro ter tirado dinheiro da Ásia nas últimas semanas, desvalorizando moedas regionais, mas o impacto do preço do petróleo sobre as moedas asiáticas, aumento de expectativas de inflação e aumento dos rendimentos do Tesouro diminuíram na quinta-feira. O peso filipino e a rupia da Indonésia caíram 0,07%, enquanto o won coreano subiu 0,4%.

O dólar foi negociado a 101,29 frente a uma cesta de moedas, enquanto o dólar australiano estava em US $ 0,7411. Segundo analistas, os riscos permanecem enviesados ​​para o lado negativo para o dólar australiano. As pressões inflacionárias perceptíveis a partir dos preços do petróleo e  a entrada de Trump na Casa Branca não parecem estar ainda totalmente precificados no preço no dólar, enquanto os dados dos EUA continua a justificar um aumento da taxa tanto em dezembro, quanto no próximo ano.

EUROPA: Mercados europeus operam ligeiramente mais baixos na quinta-feira, após euforia de ontem resultante do corte da produção por parte da OPEP. Investidores estão focados no desenvolvimento político na Itália e aguardando dados regionais importantes como taxa de desemprego e índices PMIs de novembro para a zona do euro, O Stoxx 600 cai 0,24%.

Os investidores continuam preocupados com o referendo no domingo, aumentando as incertezas políticas na Itália e suas implicações no sistema bancário. O banco central italiano advertiu na quarta-feira que os três principais bancos do país deverão prover mais capital em seus ativos a partir de 2018. FTSE MIB da Itália opera em baixa de 0,56%.

Empresas de recursos básicos e de petróleo e gás registram os melhores desempenhos durante a primeira hora de negociação. As ações da Anglo American sobem 3,4% com a notícia de que está vendendo sua participação de 9,7% na mineradora sul africana Exxaro para reduzir sua dívida. A mineradora suíça Glencore sobe 3% com o anúncio de que vai pagar US $ 1 bilhão em dividendos no próximo ano, depois suspender os dividendo por mais de um ano em meio à dúvidas sobre sua solvência. Entre as gigantes da mineração, BHP Billiton sobe 0,4% e Rio Tinto cai 0,2% em Londres.

Os dados do Nationwide mostraram que preços dos imóveis no Reino Unido subiu em novembro. Em relação ao mesmo mês do ano passado, os preços registraram um aumento de 4,4%. O índice PMI de manufatura do Reino Unido ficou em 53,4 em novembro, ante expectativa de 54,5. O  FTSE 100 do Reino Unido cai 0,61%,


O preço do petróleo Brent, referência internacional para os preços do petróleo, virou para queda depois de subir acima de US $ 52 o barril, alta de mais de 10% após acordo da Opep para cortar a produção de petróleo em 1,2 milhões de barris por dia, o primeiro esforço do grupo para reduzir a produção desde 2008. Agora, os analistas perguntam como a Opep, que não tem força jurídica, fará para seus membros cumprirem o acordo, pois é de conhecimento de todos que membros da OPEP tem um longo histórico de fraude em suas produções além de suas quotas.

Sob o acordo, a Arábia Saudita deve cortar a produção em 486.000 barris por dia. Iraque teve uma mudança de última hora, ao concordar em reduzir a produção em 20.000 barris por dia. Enquanto isso, produtores como a Nigéria e Líbia foram isentados do negócio pois sua produção tem sido prejudicada por ataques de militantes e o Irã teve autorização especial para aumentar a produção ligeiramente acima do seu nível  de outubro. O grupo vai reavaliar a eficácia do acordo em seis meses.

Entretanto, o acordo deve levar os preços para cima, porém, os produtores de xisto podem aumentar a sua produção nos EUA, visto que a Administração de Informação de Energia dos EUA mostrou que produção dos EUA aumentou em 9 mil barris por dia para 8,7 milhões de barris na semana encerrada em 25 de novembro. Segundo o ANZ Research​, que espera que os preços internacionais do petróleo batam a resistência em torno de US $ 60 o barril no início de 2017, há um risco real de que os preços mais altos podem reativar a produção do óleo de xisto.



Além disso, um aumento de preço de US $ 10 a US $ 15 o barril, também pode diminuir o apetite de alguns consumidores de petróleo na Ásia, que reforçaram os estoques recentemente comprando quando os preços estavam na faixa de US $ 40. Outra incógnita é a cooperação dos produtores não participantes da OPEP, que devem diminuir a produção de 600.000 barris por dia. A Rússia por exemplo disse que iria cortar a produção em 300.000 barris por dia, mas analistas não estão plenamente confiantes de que a Rússia irá congelar a produção, especialmente se o mercado seduzi-los com preços mais altos.


AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:
10h30 - Challenger Job Cuts (número de demissões corporativas);
11h00 - Unemployment Claims (número de pedidos de auxílio-desemprego);
12h45 - Final Manufacturing PMI (número final da pesquisa referente ao nível de atividade industrial nos Estados Unidos);
13h00 - ISM Manufacturing PMI (mede o nível de atividade industrial no país);
13h00 - ISM Manufacturing Prices (expectativa dos negócios em relação à inflação futura, onde um número maior indica uma maior expectativa de inflação);
13h00 - Construction Spending (mede os gastos decorrentes da construção de imóveis);


ÍNDICES FUTUROS - 8h00:
Dow: -0,01%
SP500: -0,13%
NASDAQ: -0,18%


OBSERVAÇÃO: Este material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.