RESENHA DA BOLSA - QUARTA-FEIRA 18/01/2017
ÁSIA:
Mercados da Ásia terminaram majoritariamente em alta nesta
quarta-feira, com o dólar recuando, devido comentários feitos ao Wall
Street Jornal pelo presidente eleito Donald Trump de que o dólar estaria
"muito forte", em parte porque a China estava mantendo o yuan fraco e
que as empresas americanas são incapazes de competir com as contrapartes
chinesas. Suas observações derrubaram o índice do dólar, uma cesta ponderada de moedas
para níveis próximos de 100 nesta semana, ante 102,80 na semana
passada. Por outro lado, o presidente chinês Xi Jinping fez uma forte
defesa a favor do comércio global na reunião em Davos nesta terça-feira.
Durante
o horário do comércio na Ásia, o dólar foi negociado a 100,63 depois
atingir 100,32 no intraday. Uma das consequências de um dólar mais forte é que pode aumentar os ganhos dos
exportadores que recebem em dólares, mas a fraqueza da moeda também
torna as importações mais baratas para as commodities baseadas com a
moeda dos EUA. Enquanto isso, a libra britânica viu seu maior ganho
diário contra o dólar desde outubro de 2008, depois que a primeira
ministra Theresa May anunciou seu plano de ruptura entre o Reino Unido e
a União Europeia. A libra subiu de níveis próximos de US $ 1,24 e
durante o horário asiático, o par recuou para US $ 1,2346, ante alta
anterior de US $ 1,2415.
No Japão, o Nikkei fechou em
alta de 0,43%, com exportadores recebendo impulso a partir de um iene
mais fraco. O iene saiu da casa dos 112 alcançado na sessão anterior
para 113,27 contra o dólar nesta quarta feira.
Do
outro lado do Estreito Coreano, o Kospi terminou em 2.070,54 pontos,
queda de apenas 0,06%. Samsung Eletronics caiu 0,1%, Samsung C & T
caiu 1,6%, enquanto Samsung Engineering subiu 1,9%, antes de uma decisão
judicial sobre a possibilidade de emissão de um mandado de prisão para
Jay Y. Lee, o herdeiro da Samsung Group. Lee, que foi interrogado por um
juiz nesta quarta-feira, depois de ser acusado por investidores sul
coreanos de pagar subornos para Choi Soon-sil, um amigo da Presidente
Park Geun-hye e que tem estado no centro de um escândalo de corrupção e
tráfico de influência.
Na Austrália, o ASX 200
encerrou em queda de 0,36%, com o setor financeiro fortemente ponderado
caindo 0,85%, enquanto ações com exposição ao dólar também recuaram. O
ouro continuou sua ascensão, batendo seu nível mais elevado desde
novembro: $ US1218,64 a onça. A sétima sessão consecutiva de ganhos do
ouro à vista incentivaram stocks relacionados ao metal amarelo. Newcrest
Mining e Northern Star Resources, subiram 0,5 e 1%, respectivamente,
enquanto Evolution Mining terminou estável. A curto prazo, os analistas
esperam que o metal precioso possa subir ainda mais, já que os
investidores procuram refúgio em momentos tempestuosos.
Entre
outras mineradoras, BHP Billiton e Fortescue recuaram 0,7% cada e Rio
Tinto avançou 0,8%. Enquanto isso, alta do preço do petróleo, deu apoio
às ações australianas de energia, com o Woodside Petroleum subindo 1,2%,
enquanto Caltex teve um aumento de 1,7%.
EUROPA: As bolsas europeias operam em alta nesta manhã de quarta-feira depois que a primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, deu mais detalhes sobre seus objetivos para as próximas negociações do Brexit e com investidores avaliando diversos balanços corporativos. O pan europeu Euro Stoxx 600 sobe 0,3% com a maioria dos setores seguindo em negociação positiva.
Stocks de tecnologia sobem, com um aumento de mais de 1,1% após fortes relatórios trimestrais. ASML, o maior fornecedor de semicondutores, registrou um aumento de mais de 4% no lucro líquido, depois de bater previsões de analistas. A empresa de biotecnologia dinamarquesa Novozymes superou as expectativas,
anunciando vendas de 3,71 bilhões de coroas ($ 530 milhões) em seu
quarto trimestre. A empresa também disse que haverá 198 cortes de
empregos, dos quais 62 na Dinamarca. Suas ações sobem mais de 3%.
Destaque negativo para a editora britânica Pearson, que afunda
mais de 23%, após a empresa cortar suas perspectivas de lucro nos próximos dois anos, citando mudanças "sem precedentes" no mercado
editorial. Deutsche Bank disse esperar um impacto de US $ 1,2 bilhões em seu lucro antes de impostos no quarto trimestre depois de chegar a um acordo de US $ 7,2 bilhões com autoridades americanas sobre emissões de títulos hipotecários podres antes da crise. Suas ações caem no início da sessão.
Na Alemanha, dados confirmaram um aumento de 1,7% nos preços de consumidor alemães anual em dezembro, enquanto IPC subiu 1% em relação ao mês anterior. DAX 30 opera em alta.
No Reino Unido, o FTSE 100 avança depois de deslizar 1,5%, seu pior desempenho desde 27 de junho, depois que a primeira-ministra britânica revelou planos do governo a respeito do Brexit. Agora está claro que a Primeira-Ministra May não quer manter o acesso ao mercado único da União Europeia, mas está disposta a negociar um acordo de comércio livre com outros 27 países. A montadora BMW sugeriu seguir o discurso de que o Reino Unido deva manter o livre acesso de tarifas ao mercado único europeu.
O fechamento da terça-feira foi estimulado em grande parte por um aumento na libra contra o dólar e o euro. A
queda na libra esterlina nos últimos meses ajudou os exportadores
listados no FTSE 100, cujo lucro no exterior recebe um impulso da taxa
de câmbio. Uma dessas multinacionais é Burberry Group. As ações da empresa de artigos de luxo sobem 0,2% na quarta-feira, depois de perderem 2,7% na sessão anterior. A mudança ocorreu depois que a Burberry publicou um crescimento de 3% nas vendas do terceiro trimestre, acima das expectativas dos analistas.
Entre as mineradoras que negociam suas ações na LSE, Anglo American cai 1,8%, Antofagasta cai 0,6%, Glencore recua 1,1%, enquanto BHP Billiton cai 0,8%. Rio Tinto opera estável.
Os investidores se concentram nos EUA, onde o presidente eleito Trump se prepara para assumir o cargo. Enquanto isso, o Fórum Econômico Mundial continua pelo seu segundo dia em Davos, na Suíça.
AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:
11h30 - CPI (Consumer Price Index) (índice de preços ao consumidor
considerando uma cesta fixa de bens e serviços) e o Core CPI (mede os
preços ao consumidor, considerando a mesma cesta com exceção dos custos
relativos à alimentação e energia);
12h15 - Industrial Production (produção industrial) e Capacity Utilization Rate (capacidade utilizada);
13h00 - NAHB Housing Market Index (venda de imóveis e a expectativa para novas construções no mercado imobiliário americano);
17h00 - Beige Book (Livro Bege do Federal Reserve - relatório sobre o desempenho atual da economia do país);
18h00 - Discurso da presidente do Federal Reserve Janet Yellen;
19h00 - TIC Long-Term Purchases (mede o nível de investimento estrangeiro e nacional nos EUA);
ÍNDICES FUTUROS - 7h30:
Dow: +0,12%
SP500: +0,10%
NASDAQ: +0,14%
OBSERVAÇÃO:
Este material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de
dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de
maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O
texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente
devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o
horário de disponibilização dos dados.
Veja Também

RESENHA DA BOLSA - TERÇA-FEIRA 17/01/2017
ÁSIA: Os mercados asiáticos terminaram de forma mista nesta terça-feira, com investidores cautelosos antes do discurso da primeira-ministra britânica, Theresa May, que deve falar sobre o Brexit, esboçar planos para o Reino Unido sair da União Europeia. Além disso isso, as incertezas políticas crescentes, como as próximas eleições na França e na Alemanha, bem como a imprevisibilidade de Trump, que terá o início de seu governo ainda nesta semana, pesaram sobre papeis em toda a região, particularmente no setor bancário.
No Japão, o Nikkei fechou em baixa de 1,48%, depois de oscilar entre perdas e ganhos durante toda a sessão. O iene ganhou terreno em relação ao dólar, chegando a 113,32, ante níveis de 116 na semana anterior. A relativa força da moeda manteve manteve os principais exportadores japoneses sob pressão. Destaque para a queda das ações das montadoras e fabricante de eletrônicos. Entre as ações bancárias no Japão, Sumitomo Mitsui caiu 1,36%, Mizuho caiu 1,61% e Mitsubishi UFJ recuou 1,54%, seguindo o declínio nos stocks de seus homólogos europeus com preocupações sobre o Brexit.
Do outro lado do Estreito Coreano, o Kospi da Coreia do Sul subiu 0,37%. O Tribunal Distrital Central de Seul deve realizar uma audiência na quarta-feira de manhã para decidir se vai aprovar um mandado de prisão para o chefe da Samsung Group, Jay Y. Lee, depois que promotores especiais da Coreia do Sul acusaram-o de pagar milhões de dólares em suborno a um amigo da presidente Park Geun-hye. Entre as ações do grupo Samsung, Samsung Eletronics subiu 0,8%, Samsung SDI avançou 0,4%, enquanto Samsung C & T caiu 2% e Samsung Engineering despencou 4%.
Na Austrália, o ASX 200 caiu 0,85%, com a maioria dos setores registrando um fechamento negativo. O setor financeiro caiu 0,97%, com os grandes bancos em baixa. Entre as mineradora australiana, Rio Tinto divulgou os resultados de produção de 2016 e forneceu metas para 2017. As remessas de minério de ferro de Pilbara chegaram a 327,6 milhões de toneladas em 2016, em linha com a expectativa e cerca de 3% acima dos números de 2015. Para 2017, a Rio Tinto espera que os embarques de Pilbara estejam entre 330 e 340 milhões de toneladas. A produção de cobre em 2016 subiu 4% em relação ao ano passado, mas ficou abaixo das expectativas. As ações da Rio Tinto caíram 0,82%. Outros produtores de recursos também caíram. BHP Billiton caiu 0,22% e Fortescue recuou 3,31%.
Enquanto isso, o Brent, o valor de referência internacional do petróleo, caiu 0,3% para US $ 55,78 o barril durante o horário do pregão asiático, antes de dados cruciais desta semana que poderia mostrar se os cortes anunciados pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo funcionaram. Khalid Al-Falih, ministro saudita de Energia e da Indústria, disse na segunda-feira que esses cortes podem não ser necessários para a metade do ano em alusão de que o mercado já estava voltando ao equilíbrio em 2016.
Ações de gigantes petrolíferas chinesas negociadas em Hong Kong fecharam em alta. Sinopec subiu 0,60%, Cnooc avançou 0,31%, enquanto a PetroChina fechou em alta de 0,35%, ajudando os mercados da China a fecharem em alta. Shanghai Composite fechou em alta de 0,17% e o Shenzhen Composite avançou 1,16%. Em Hong Kong, o índice Hang Seng fechou em alta de 0,54%.
Nos EUA, os mercados permaneceram fechados na segunda-feira para um feriado, mas analistas disseram que os recentes comentários de Donald Trump fez pouco para aliviar as preocupações do mercado, em particular sobre o futuro das relações sino americanas. Ele disse que sua adesão à política de "One China" depende do progresso da China sobre questões sobre comércio, destacando a sensibilidade de Pequim às questões comerciais e seus comentários "não foram vistos como propícios a aliviar a tensão entre os dois países".
O presidente chinês, Xi Jinping, deve falar em Davos nesta terça-feira e os investidores vão se atentar aos comentários sobre as recentes tensões sobre comércio e geopolítica.
EUROPA: Os mercados da Europa abriram em baixa na manhã desta terça-feira, com investidores esperando o discurso da primeira-ministra britânica Theresa May sobre os planos do Brexit. O pan europeu Stoxx 600 cai 0,2% com a maioria dos setores em território negativo.
Entre as notícias corporativas, a potencial compra da italiana Mediaset pela empresa pela francesa Vivendi pode estar em risco. De acordo com a imprensa italiana, autoridades reguladoras da Itália acham que a aquisição não é "judicialmente aceitável". A Mediaset cai mais de 4%. Casino, grupo varejista francesa, disse que seus lucros bateram a sua meta de 2016, mas as suas ações recuam. A Renault disse que suas vendas aumentaram mais de 13% em 2016 e espera um crescimento contínuo ao longo dos próximos meses na Europa e nos mercados internacionais. Suas ações operam em ligeira baixa no início de negociação.
No Reino Unido, o FTSE 100 opera em baixa após cair 0,2% na segunda-feira, quando interrompeu uma sequência de 14 dias de alta, com investidores lidando com a probabilidade do Reino Unido anuncie um "Hard Brexit", que consiste em algo próximo de uma ruptura total com a UE: o Reino Unido deixaria o mercado comum, a união aduaneira e passaria a negociar com o bloco como qualquer outro país de fora da Europa. Em contrapartida, sairia totalmente da zona de livre-trânsito. Em um discurso mais tarde, é esperado que a primeira-ministra britânica, anuncie doze prioridades para a saída do Reino Unido da União Europeia e que o Reino Unido não quer uma "adesão parcial" na União Europeia.
A queda de segunda-feira também marcou a quebra uma sequência de 12 máximas consecutivos de fechamento de todos os tempos. Esses relatórios também pesaram sobre a libra, que caiu mais de 1% em relação ao dólar e mais de 2% contra o iene na segunda-feira. Na terça-feira, a libra segue comprando $ 1.2137, acima de $ 1.2046 da tarde de segunda-feira em New York e paira próximo de uma baixa de três meses.
Reynolds American anunciou nesta terça-feira um acordo de fusão com a British American Tobacco. Segundo a Reuters, a British American Tobacco comprará 57,8% da Reynolds por US $ 59,64 por ação. Suas ações sobem 1% no pré-market. Rolls Royce salta mais de 7% e figura entre os melhores desempenhos na manhã após a fabricante de motores aeroespaciais britânica dizer que chegou a um acordo sobre uma investigação de suborno e apresentar lucros em 2016 superiores aos esperados.
Stocks de recursos básicos pesam sobre o benchmark de Londres. A mineradora Rio Tinto manteve sua meta de 330 milhões a 340 milhões de toneladas para 2017. Suas ações caem mais de 1,2%.
AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:
11h30 - NY Empire State Manufacturing Index (mede a atividade manufatureira no estado de Nova York);
13h00 - Discurso do Secretário do Tesouro dos EUA Jack Lew;
ÍNDICES FUTUROS - 7h30:
Dow: -0,34%
SP500: -0,40%
NASDAQ: -0,32%
OBSERVAÇÃO: Este material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
ÁSIA: Os mercados asiáticos terminaram de forma mista nesta terça-feira, com investidores cautelosos antes do discurso da primeira-ministra britânica, Theresa May, que deve falar sobre o Brexit, esboçar planos para o Reino Unido sair da União Europeia. Além disso isso, as incertezas políticas crescentes, como as próximas eleições na França e na Alemanha, bem como a imprevisibilidade de Trump, que terá o início de seu governo ainda nesta semana, pesaram sobre papeis em toda a região, particularmente no setor bancário.
No Japão, o Nikkei fechou em baixa de 1,48%, depois de oscilar entre perdas e ganhos durante toda a sessão. O iene ganhou terreno em relação ao dólar, chegando a 113,32, ante níveis de 116 na semana anterior. A relativa força da moeda manteve manteve os principais exportadores japoneses sob pressão. Destaque para a queda das ações das montadoras e fabricante de eletrônicos. Entre as ações bancárias no Japão, Sumitomo Mitsui caiu 1,36%, Mizuho caiu 1,61% e Mitsubishi UFJ recuou 1,54%, seguindo o declínio nos stocks de seus homólogos europeus com preocupações sobre o Brexit.
Do outro lado do Estreito Coreano, o Kospi da Coreia do Sul subiu 0,37%. O Tribunal Distrital Central de Seul deve realizar uma audiência na quarta-feira de manhã para decidir se vai aprovar um mandado de prisão para o chefe da Samsung Group, Jay Y. Lee, depois que promotores especiais da Coreia do Sul acusaram-o de pagar milhões de dólares em suborno a um amigo da presidente Park Geun-hye. Entre as ações do grupo Samsung, Samsung Eletronics subiu 0,8%, Samsung SDI avançou 0,4%, enquanto Samsung C & T caiu 2% e Samsung Engineering despencou 4%.
Na Austrália, o ASX 200 caiu 0,85%, com a maioria dos setores registrando um fechamento negativo. O setor financeiro caiu 0,97%, com os grandes bancos em baixa. Entre as mineradora australiana, Rio Tinto divulgou os resultados de produção de 2016 e forneceu metas para 2017. As remessas de minério de ferro de Pilbara chegaram a 327,6 milhões de toneladas em 2016, em linha com a expectativa e cerca de 3% acima dos números de 2015. Para 2017, a Rio Tinto espera que os embarques de Pilbara estejam entre 330 e 340 milhões de toneladas. A produção de cobre em 2016 subiu 4% em relação ao ano passado, mas ficou abaixo das expectativas. As ações da Rio Tinto caíram 0,82%. Outros produtores de recursos também caíram. BHP Billiton caiu 0,22% e Fortescue recuou 3,31%.
Enquanto isso, o Brent, o valor de referência internacional do petróleo, caiu 0,3% para US $ 55,78 o barril durante o horário do pregão asiático, antes de dados cruciais desta semana que poderia mostrar se os cortes anunciados pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo funcionaram. Khalid Al-Falih, ministro saudita de Energia e da Indústria, disse na segunda-feira que esses cortes podem não ser necessários para a metade do ano em alusão de que o mercado já estava voltando ao equilíbrio em 2016.
Ações de gigantes petrolíferas chinesas negociadas em Hong Kong fecharam em alta. Sinopec subiu 0,60%, Cnooc avançou 0,31%, enquanto a PetroChina fechou em alta de 0,35%, ajudando os mercados da China a fecharem em alta. Shanghai Composite fechou em alta de 0,17% e o Shenzhen Composite avançou 1,16%. Em Hong Kong, o índice Hang Seng fechou em alta de 0,54%.
Nos EUA, os mercados permaneceram fechados na segunda-feira para um feriado, mas analistas disseram que os recentes comentários de Donald Trump fez pouco para aliviar as preocupações do mercado, em particular sobre o futuro das relações sino americanas. Ele disse que sua adesão à política de "One China" depende do progresso da China sobre questões sobre comércio, destacando a sensibilidade de Pequim às questões comerciais e seus comentários "não foram vistos como propícios a aliviar a tensão entre os dois países".
O presidente chinês, Xi Jinping, deve falar em Davos nesta terça-feira e os investidores vão se atentar aos comentários sobre as recentes tensões sobre comércio e geopolítica.
EUROPA: Os mercados da Europa abriram em baixa na manhã desta terça-feira, com investidores esperando o discurso da primeira-ministra britânica Theresa May sobre os planos do Brexit. O pan europeu Stoxx 600 cai 0,2% com a maioria dos setores em território negativo.
Entre as notícias corporativas, a potencial compra da italiana Mediaset pela empresa pela francesa Vivendi pode estar em risco. De acordo com a imprensa italiana, autoridades reguladoras da Itália acham que a aquisição não é "judicialmente aceitável". A Mediaset cai mais de 4%. Casino, grupo varejista francesa, disse que seus lucros bateram a sua meta de 2016, mas as suas ações recuam. A Renault disse que suas vendas aumentaram mais de 13% em 2016 e espera um crescimento contínuo ao longo dos próximos meses na Europa e nos mercados internacionais. Suas ações operam em ligeira baixa no início de negociação.
No Reino Unido, o FTSE 100 opera em baixa após cair 0,2% na segunda-feira, quando interrompeu uma sequência de 14 dias de alta, com investidores lidando com a probabilidade do Reino Unido anuncie um "Hard Brexit", que consiste em algo próximo de uma ruptura total com a UE: o Reino Unido deixaria o mercado comum, a união aduaneira e passaria a negociar com o bloco como qualquer outro país de fora da Europa. Em contrapartida, sairia totalmente da zona de livre-trânsito. Em um discurso mais tarde, é esperado que a primeira-ministra britânica, anuncie doze prioridades para a saída do Reino Unido da União Europeia e que o Reino Unido não quer uma "adesão parcial" na União Europeia.
A queda de segunda-feira também marcou a quebra uma sequência de 12 máximas consecutivos de fechamento de todos os tempos. Esses relatórios também pesaram sobre a libra, que caiu mais de 1% em relação ao dólar e mais de 2% contra o iene na segunda-feira. Na terça-feira, a libra segue comprando $ 1.2137, acima de $ 1.2046 da tarde de segunda-feira em New York e paira próximo de uma baixa de três meses.
Reynolds American anunciou nesta terça-feira um acordo de fusão com a British American Tobacco. Segundo a Reuters, a British American Tobacco comprará 57,8% da Reynolds por US $ 59,64 por ação. Suas ações sobem 1% no pré-market. Rolls Royce salta mais de 7% e figura entre os melhores desempenhos na manhã após a fabricante de motores aeroespaciais britânica dizer que chegou a um acordo sobre uma investigação de suborno e apresentar lucros em 2016 superiores aos esperados.
Stocks de recursos básicos pesam sobre o benchmark de Londres. A mineradora Rio Tinto manteve sua meta de 330 milhões a 340 milhões de toneladas para 2017. Suas ações caem mais de 1,2%.
AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:
11h30 - NY Empire State Manufacturing Index (mede a atividade manufatureira no estado de Nova York);
13h00 - Discurso do Secretário do Tesouro dos EUA Jack Lew;
ÍNDICES FUTUROS - 7h30:
Dow: -0,34%
SP500: -0,40%
NASDAQ: -0,32%
OBSERVAÇÃO: Este material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - SEGUNDA-FEIRA 16/01/2017
ÁSIA: As bolsas na Ásia fecharam majoritariamente em baixa nesta segunda-feira, com as bolsas dos EUA devendo permanecer fechadas em comemoração ao feriado de Martim Luther King e o iene mais forte pesando sobre o Nikkei.
O benchmark japonês fechou em 19.095,24 pontos, queda de 1%. Com um iene mais forte, as empresas dependentes de exportações tiveram um desempenho inferior; A debilidade ocorreu segundo o Banco do Japão, por conta de um índice que mede os preços dos produtos negociados entre as empresas japonesas, que caíram 1,2% em relação ao ano anterior, o menor declínio em quase dois anos. O iene foi buscar os 113,78 contra o dólar, ante níveis acima de 116 na semana anterior.
O Kospi da Coreia do Sul caiu 0,61%. As ações da Samsung, maior conglomerado do país, caíram na segunda-feira após notícias de que um promotor especial sul-coreano enviaria um mandado de prisão para o chefe do Grupo Samsung, Jay Y. Lee, por acusações relacionadas a um escândalo de influência que envolve a presidente Park Geun-hye. A promotoria acusa Lee de pagar subornos a um colaborador próximo da presidente Park, totalizando 43 bilhões de wons (36,42 milhões de dólares).
Os mercados chineses também sofreram forte pressão. O Shanghai Composite deslizou 0,32% e o Shenzhen Composite caiu 3,62%. Em Hong Kong, o índice Hang Seng declinou 0,96%. O índice de Shanghai caiu em seis das últimas sete semanas e registrou o quinto declínio diário consecutivo nesta segunda-feira. Em uma reunião na última sexta-feira com especialistas e empresários para rascunhar um relatório anual do governo, o primeiro-ministro chinês Li Keqiang disse que a economia chinesa enfrentará mais pressão e problemas este ano em meio a mudanças na política global e desafios econômicos.
O Ministério das Relações Exteriores da China emitiu uma reprimenda às declarações do presidente eleito dos EUA, Donald Trump, de que a política da "One China", que sustentou os laços bilaterais por quase quatro décadas era negociável. Trump disse ao The Wall Street Journal em uma entrevista na sexta-feira que a política de longa data, sob a qual os EUA concorda em não reconhecer Taiwan, "estava no ar". Trump disse que não iria se comprometer com a política, a menos que visse progresso de Pequim sobre tais questões como práticas comerciais e câmbio. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lu Kang, disse que a política é a base dos laços entre os EUA e a China e não é negociável, alegando que há apenas uma China no mundo e Taiwan é uma parte inalienável da China, em uma declaração postada no site do Ministério das Relações Exteriores no sábado.
Contrariando a tendência regional, S & P / ASX 200 da Austrália subiu 0,48%, impulsionado por fortes ganhos nos stocks ligados às commodities, na sequência dos grandes ganhos nos mercados de futuros chineses de vergalhões de aço e de minério de ferro, sustentados na promessa feita por uma alta autoridade do centro de mineração de carvão da província de Shanxi de que Pequim eliminará a capacidade de processamento de cerca de 20 milhões de toneladas de carvão e 1,7 milhões de toneladas de aço. As ações da Rio Tinto subiram 1,82%, Fotescue subiu 2,92% e BHP Billiton fechou em alta de 1,67%.
EUROPA: Os mercados da Europa recuam, com os investidores esperando mais detalhes sobre o Brexit e da posse do presidente eleito Donald Trump, ainda nesta semana. O pan europeu Stoxx 600 recua 0,71% com a maioria dos setores negociação vermelho.
Entre as notícias corporativas, a gigante de óculos italiana Luxottica e Essilor da França chegaram a um acordo de fusão 46 bilhões de euros ($ 49 bilhões de dólares), informou a Reuters. Ambos estavam no topo do índice europeu no início do pregão, com Essilor disparando mais de 14% e a Luxottica avançando mais de 13%.
Bancos e seguradoras apresentam os piores resultados na abertura do comércio europeu, com queda de mais de 1,3%. O banco sueco SEB recua mais de 1% após notícia de que seu CEO estava se demitindo. Alguns bancos italianos pesam sobre o índice italiano depois que a agência canadense de rating DBRS cortar o rating do país de A para BBB.
No Reino Unido, o FTSE 100 opera entre altas e baixas, com a libra sendo arrastada ainda mais, com perspectiva renovada de que os britânicos irão perder o acesso ao mercado único da União Europeia. Uma nova alta nesta segunda-feira estenderia a série de ganhos do índice para a 15ª sessão, a sua mais longa série de avanços. O índice avançou 0,6% na sexta-feira, o 12o recorde consecutivo de fechamento de todos os tempos. Na semana passada, o índice de referência de Londres subiu 1,8%.
A libra cai 1,1409% frente ao dólar, sendo negociado a $ 1,2026 ante US $ 1,2189 na sexta-feira em Nova York. A libra atingiu $ 1,1987 no domingo, após mídias britânicas informarem que a primeira ministra Thereza May iria propor a saída do bloco do mercado único em troca de um maior controle sobre a política de imigração. May já sinalizou que o Reino Unido vai avançar para o chamado "hard Brexit" e que deverá delinear sua visão sobre Brexit em um discurso agendado para terça-feira. A fraqueza da moeda britânica nos últimos meses empurrou para cima ações de empresas multinacionais, pois o lucro que eles realizam no exterior é reforçada quando é convertido em libras.
Entre tais multinacionais, as ações da Unilever avançam 0,38% e Reckitt Benckiser Group adicionam 0,81%, mas a perspectiva de um Brexit duro pesava sobre as ações dos bancos, que dependem de regras de passaporte para lhes permitirem realizar negócios com mais facilmente em toda a UE. Barclays cai 2,1%, HSBC Holdings recua 0,22% e Royal Bank of Scotland despenca 2,8%.
Entre as mineradoras, Anglo American sobe 1,7%, Antofagasta avança 0,6% e Glencore sobe 0,8%. Entre as gigantes, BHP Billiton e Rio Tinto sobem 0,5% cada.
AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA: Mercados fechados devido feriado em homenagem à Martin Luther King.
ÍNDICES FUTUROS - 7h30:
Dow: -0,26%
SP500: -0,30%
NASDAQ: -0,20%
OBSERVAÇÃO: Este material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
ÁSIA: As bolsas na Ásia fecharam majoritariamente em baixa nesta segunda-feira, com as bolsas dos EUA devendo permanecer fechadas em comemoração ao feriado de Martim Luther King e o iene mais forte pesando sobre o Nikkei.
O benchmark japonês fechou em 19.095,24 pontos, queda de 1%. Com um iene mais forte, as empresas dependentes de exportações tiveram um desempenho inferior; A debilidade ocorreu segundo o Banco do Japão, por conta de um índice que mede os preços dos produtos negociados entre as empresas japonesas, que caíram 1,2% em relação ao ano anterior, o menor declínio em quase dois anos. O iene foi buscar os 113,78 contra o dólar, ante níveis acima de 116 na semana anterior.
O Kospi da Coreia do Sul caiu 0,61%. As ações da Samsung, maior conglomerado do país, caíram na segunda-feira após notícias de que um promotor especial sul-coreano enviaria um mandado de prisão para o chefe do Grupo Samsung, Jay Y. Lee, por acusações relacionadas a um escândalo de influência que envolve a presidente Park Geun-hye. A promotoria acusa Lee de pagar subornos a um colaborador próximo da presidente Park, totalizando 43 bilhões de wons (36,42 milhões de dólares).
Os mercados chineses também sofreram forte pressão. O Shanghai Composite deslizou 0,32% e o Shenzhen Composite caiu 3,62%. Em Hong Kong, o índice Hang Seng declinou 0,96%. O índice de Shanghai caiu em seis das últimas sete semanas e registrou o quinto declínio diário consecutivo nesta segunda-feira. Em uma reunião na última sexta-feira com especialistas e empresários para rascunhar um relatório anual do governo, o primeiro-ministro chinês Li Keqiang disse que a economia chinesa enfrentará mais pressão e problemas este ano em meio a mudanças na política global e desafios econômicos.
O Ministério das Relações Exteriores da China emitiu uma reprimenda às declarações do presidente eleito dos EUA, Donald Trump, de que a política da "One China", que sustentou os laços bilaterais por quase quatro décadas era negociável. Trump disse ao The Wall Street Journal em uma entrevista na sexta-feira que a política de longa data, sob a qual os EUA concorda em não reconhecer Taiwan, "estava no ar". Trump disse que não iria se comprometer com a política, a menos que visse progresso de Pequim sobre tais questões como práticas comerciais e câmbio. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lu Kang, disse que a política é a base dos laços entre os EUA e a China e não é negociável, alegando que há apenas uma China no mundo e Taiwan é uma parte inalienável da China, em uma declaração postada no site do Ministério das Relações Exteriores no sábado.
Contrariando a tendência regional, S & P / ASX 200 da Austrália subiu 0,48%, impulsionado por fortes ganhos nos stocks ligados às commodities, na sequência dos grandes ganhos nos mercados de futuros chineses de vergalhões de aço e de minério de ferro, sustentados na promessa feita por uma alta autoridade do centro de mineração de carvão da província de Shanxi de que Pequim eliminará a capacidade de processamento de cerca de 20 milhões de toneladas de carvão e 1,7 milhões de toneladas de aço. As ações da Rio Tinto subiram 1,82%, Fotescue subiu 2,92% e BHP Billiton fechou em alta de 1,67%.
EUROPA: Os mercados da Europa recuam, com os investidores esperando mais detalhes sobre o Brexit e da posse do presidente eleito Donald Trump, ainda nesta semana. O pan europeu Stoxx 600 recua 0,71% com a maioria dos setores negociação vermelho.
Entre as notícias corporativas, a gigante de óculos italiana Luxottica e Essilor da França chegaram a um acordo de fusão 46 bilhões de euros ($ 49 bilhões de dólares), informou a Reuters. Ambos estavam no topo do índice europeu no início do pregão, com Essilor disparando mais de 14% e a Luxottica avançando mais de 13%.
Bancos e seguradoras apresentam os piores resultados na abertura do comércio europeu, com queda de mais de 1,3%. O banco sueco SEB recua mais de 1% após notícia de que seu CEO estava se demitindo. Alguns bancos italianos pesam sobre o índice italiano depois que a agência canadense de rating DBRS cortar o rating do país de A para BBB.
No Reino Unido, o FTSE 100 opera entre altas e baixas, com a libra sendo arrastada ainda mais, com perspectiva renovada de que os britânicos irão perder o acesso ao mercado único da União Europeia. Uma nova alta nesta segunda-feira estenderia a série de ganhos do índice para a 15ª sessão, a sua mais longa série de avanços. O índice avançou 0,6% na sexta-feira, o 12o recorde consecutivo de fechamento de todos os tempos. Na semana passada, o índice de referência de Londres subiu 1,8%.
A libra cai 1,1409% frente ao dólar, sendo negociado a $ 1,2026 ante US $ 1,2189 na sexta-feira em Nova York. A libra atingiu $ 1,1987 no domingo, após mídias britânicas informarem que a primeira ministra Thereza May iria propor a saída do bloco do mercado único em troca de um maior controle sobre a política de imigração. May já sinalizou que o Reino Unido vai avançar para o chamado "hard Brexit" e que deverá delinear sua visão sobre Brexit em um discurso agendado para terça-feira. A fraqueza da moeda britânica nos últimos meses empurrou para cima ações de empresas multinacionais, pois o lucro que eles realizam no exterior é reforçada quando é convertido em libras.
Entre tais multinacionais, as ações da Unilever avançam 0,38% e Reckitt Benckiser Group adicionam 0,81%, mas a perspectiva de um Brexit duro pesava sobre as ações dos bancos, que dependem de regras de passaporte para lhes permitirem realizar negócios com mais facilmente em toda a UE. Barclays cai 2,1%, HSBC Holdings recua 0,22% e Royal Bank of Scotland despenca 2,8%.
Entre as mineradoras, Anglo American sobe 1,7%, Antofagasta avança 0,6% e Glencore sobe 0,8%. Entre as gigantes, BHP Billiton e Rio Tinto sobem 0,5% cada.
AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA: Mercados fechados devido feriado em homenagem à Martin Luther King.
ÍNDICES FUTUROS - 7h30:
Dow: -0,26%
SP500: -0,30%
NASDAQ: -0,20%
OBSERVAÇÃO: Este material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
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