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RESENHA DA BOLSA - SEXTA-FEIRA 03/03/2017

ÁSIA: Os mercados asiáticos perderam terreno nesta sexta-feira seguindo o recuo em Wall Street, com o aumento das taxas de juros pelo Fed no final deste mês já precificado pelos mercados. Comentários de várias autoridades do Fed nas últimas semanas, notadamente, Yellen, o vice-presidente Fischer, Evans, Lacker e Powell, impulsionaram a probabilidade de alta das taxas de juros em março.

No Japão, o Nikkei fechou em baixa de 0,49%, em 19.469,17 pontos,  pesada por ações do setor bancário, com investidores realizando lucro após subirem recentemente. Exportadores fecharam sem direção, com alguns perdendo terreno com a força do iene contra o dólar. A moeda japonesa foi negociado a 114.13 frente ao dólar, mas ainda relativamente mais fraca em relação aos 111,60 do início desta semana.

Do outro lado do Estreito coreano, o Kospi caiu 1,14%, provavelmente em meio as tensões entre a China e a Coreia do Sul. A Reuters informou que um ataque cibernético usando um protocolo de internet chinês derrubou o site da Lotte Duty Free. Agências de notícias locais também disseram que a China ordenou que os operadores turísticos deixem de vender pacotes de viagens à Coreia do Sul. As ações da Hyundai Motor  caíram 4,38%.

Em Hong Kong, o índice Hang Seng caiu 0,74% e no continente chinês, o composto de Xangai caiu  0,34%. O yuan  onshore foi negociado mais fraco em relação ao dólar em 6.8976, enquanto o offshore buscou 6.8932. O Banco Popular da China fixou o ponto médio do yuan em 6.8896 para o dólar na sexta-feira. Estrategistas da área atribuem a fraqueza do yuan à força do dólar depois que a moeda chinesa não se moveu tanto quanto outras moedas em relação ao dólar no início da semana, com a oferta e demanda de mercado equilibradas e que se não houver nenhum movimento brusco ou desordenado, é esperado que o yuan continue a enfraquecer ainda mais.

O índice do dólar caiu para 102,03, ante máxima anterior de 102,17. O índice atingiu 101,00 no início da semana, em função das expectativas crescentes do Fed aumentar as taxas de juros em março. O último a indicar uma alta da taxa em março foi Jerome Powell, que em entrevista  indicou que as condições relacionadas à inflação e ao emprego estão próximas da meta do Fed e que um aumento merece consideração.

Na Austrália, o ASX 200 caiu 0,81%, com a maioria dos setores em baixa. O setor financeiro pesadamente ponderado fechou em queda de 0,71%, com os bancos principais perdendo terreno.O dólar mais forte empurrou os preços do ouro para baixo e as produtoras de ouro australianas declinaram acentuadamente nesta  sexta-feira.  Newcrest caiu 2,99%, Evolution Mining despencou 5,09% e Alacer Gold recuou 5,15%. As grandes mineradoras também seguiram a queda na mesma proporção. BHP Billiton caiu 1,5%, Rio Tinto recuou 3,9% e Fortescue despencou 5,1%.

O petróleo subiu no meio-dia de sexta-feira com o dólar recuando ligeiramente.

EUROPA:  ​Bolsas europeias operam em queda nesta sexta-feira, com investidores cautelosos a espera do discurso da Presidente do Federal Reserve, Janet Yellen, que pode dizer sobre um possível aumento da taxa de juros. A probabilidade de um aumento da taxa em março já atingiu 77,5%, acima dos 30% na semana passada, de acordo com dados do CME Group.

O Stoxx Europe 600 cai 0,3% para 374,43, mas o índice ainda está a caminho de fechar a semana com uma alta de 1,2%, durante o qual registrou seu maior fechamento desde o início de dezembro após o Dow Jones Industrial Average atingir os 21 mil pontos pela primeira vez, depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, reiterou sua promessa de mais gastos fiscais e cortes de impostos perante o congresso americano.

O Banco Central Europeu divulgará sua próxima atualização na quinta-feira e os investidores vão estar atentos para ver o que as autoridades políticas podem dizer sobre a alta da inflação na zona euro, que esta semana atingiu 2%, acima da meta do banco.

No Reino Unido, o FTSE 100 cai em uma semana de negociações com recordes. O índice de Londres recuou 0,1% na quinta-feira, mas segue em curso para uma alta semanal de 1,6%. As ações não encontram alívio com a queda da libra, que caiu depois que dados do setor de serviços mostrou uma maior fraqueza do que o esperado, apontando uma perspectiva de desaceleração do crescimento econômico britânico. O IHS Markit / CIPS disse que seu PMI de serviço ficou em 53,3, abaixo da expectativa de 54,5 da FactSet,  com entrevistados apontando para gastos mais cautelosos entre os consumidores. A leitura da atividade de serviços do Reino Unido em fevereiro caiu para uma baixa de 5 meses.

Entre as mineradoras listadas em Londres, Anglo American cai 0,7%, Antofagasta recua 0,5%, Rio Tinto perde 1,5%. BHP Billiton ensaia uma reação com ligeira alta de 0,1%.



AGENDA DO INVESTIDOR:

EUA:
11h45 - Final Services PMI (número final da pesquisa referente ao nível de atividade no setor de serviços nos Estados Unidos);
12h00 - ISM Non-Manufacturing PMI (índice baseado em pesquisas com 400 empresas não industriais, em 60 setores em todo o país);
12h15 - Discurso do membro do FOMC e Presidente do Federal Bank de Chicago, Charles Evans;
14h15 - Discurso do membro do FOMC Jerome Powell;
15h00 - Discurso da Chairwoman do Fed Janet Yellen;

ÍNDICES FUTUROS - 8h20:
Dow: -0,01%
SP500: -0,10%
NASDAQ: -0,13%

OBSERVAÇÃO: Este material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - QUINTA-FEIRA 02/03/2017

ÁSIA: A maior parte dos mercados de Ásia fecharam em alta nesta quinta-feira, seguindo ganhos nos EUA, onde o Dow Jones fechou acima dos 21.000 pontos pela primeira vez e o dólar fortaleceu entre as crescentes expectativas de um aumento da taxa de juros em março. Analistas disseram que o discurso mais diplomático do que o esperado de Trump perante o Congresso reativou a confiança de que poderia cumprir seus planos de introduzir reformas tributárias, refazer acordos comerciais e desenvolver o setor de infraestrutura. Além disso, os recentes comentários "hawkish" de autoridades do Fed estão sugerindo que pode haver um aumento de taxa neste mês. Na quarta-feira, Lael Brainard, disse que a melhoria dos ambientes econômicos nacionais e internacionais reforçam o argumento para que o banco central aumente as taxas de juros em breve.

No Japão, o Nikkei fechou em alta de 0,88%, em 19.564,80 pontos, enquanto o Topix ganhou 0,75%. A maioria dos exportadores avançaram, impulsionados por um iene relativamente mais fraco. O iene foi negociado a 114.16 ao dólar, mais fraco do que os níveis de 112.0 alcançado no início da semana.

Do outro lado do Estreito da Coreia, o Kospi ganhou 0,53%, atingindo seu nível mais alto desde maio de 2015 no início da sessão no retorno das atividades depois do feriado na terça-feira.

Em Hong Kong, o índice Hang Seng terminou em baixa em 0,20%, em 23.728,07 pontos. Os mercados chineses do continente também fecharam em queda; O compósito de Xangai fechou 0,5% menor, em 3.230,57 pontos, enquanto o composto de Shenzhen caiu 0,55%.

Na Austrália, o ASX 200 fechou em alta de 1,26%, com o setor financeiro fortemente ponderado ganhando 1,26%, seguindo a alta do setor bancário em torno da região.  Taxas de juros mais altas podem impulsionar os ganhos dos bancos. O discurso de Trump no congresso também favoreceu as mineradoras. BHP Billiton e Rio Tinto avançaram 3,5% cada. 

O índice do dólar subiu para 101,85, acima dos níveis próximos de 100,8 no início da semana, impulsionada pelas crescentes expectativas de que o Fed dos EUA poderá aumentar as taxas de juros no início deste mês. Os mercados agora colocam uma probabilidade de 80% de uma alta em março, mais do que o dobro a uma semana atrás. Segundo analistas, o principal drive foi os comentários do presidente do Fed de Nova York, William Dudley, um aliado próximo da presidente do Fed, Janet Yellen, feito na terça-feira, de que o "argumento para o aperto monetário se tornou mais convincente". O último a se juntar ao coro para uma alta das taxas foi Lael Brainard, também membro votante do FOMC.

No mercado de commodities, os preços do petróleo caíram no horário do pregão asiático, assim como o ouro, devido a um dólar mais forte. Segundo analistas, as razões para a queda do ouro são as ações mais fortes, a possibilidade do Fed aumentar as taxas de juros em março e a força do dólar.

EUROPA:  Os mercados da Europa operam em ligeira queda nesta quinta-feira, enquanto investidores respiram após um forte rali em Wall Street e se concentraram nos balanços corporativos e  na instabilidade política regional.O pan europeu Stoxx 600 cai 0,02% com "stocks" de alimentos e bebidas liderando as quedas. A belga AB InBev​, dona da Ambev, relatou ganhos mais fracos do que o esperado após as vendas caírem no Brasil. Suas ações recuam 2% no início das negociações.

No Reino Unido. o FTSE abriu em alta, mas perde o fôlego e opera em modesta baixa. O índice de referência londrino saltou 1,6% na quarta-feira para terminar em 7.382,90 pontos, superando o recorde de 7.337,81 registrados em 13 de janeiro. As mineradoras avançam após dados positivos dos aço chineses. BHP Billiton sobe 1,1%, Rio Tinto avança 1,2%, enquanto Glencore sobe 0,7% e Anglo American recua 0,5%.

O plano britânico da primeira-ministra britânica Theresa May sofreu um revés na quarta-feira depois que a casa parlamentar superior votou por uma mudança no artigo 50. De acordo com a votação, May só pode iniciar o Brexit se ela prometer proteger os direitos de cerca de 3 milhões de cidadãos da UE que já vivem no Reino Unido possam permanecer após o Brexit. O processo agora volta à Câmara de baixo para debate e votação.

A inflação da zona do Euro subiu 2% em fevereiro, em linha com as expectativas dos analistas e acima da meta do Banco Central Europeu. Enquanto isso, as eleições presidenciais francesas estão se aquecendo depois que autoridades decidiram investigar formalmente o candidato conservador Francois Fillon por usar fundos públicos. Seu adversário centrista, Emmanuel Macron, planeja delinear seu manifesto na manhã desta  quinta-feira.

AGENDA DO INVESTIDOR:

EUA:
9h30 - Challenger Job Cuts (número de demissões corporativas);
10h30 - Unemployment Claims (número de pedidos de auxílio-desemprego);


ÍNDICES FUTUROS - 7h20:
Dow: +0,01%
SP500:  -0,10%
NASDAQ: -0,05%

OBSERVAÇÃO: Este material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - QUARTA-FEIRA DE CINZAS 01/03/2017 

ÁSIA: O discurso do presidente Donald Trump no Congresso inicialmente teve pouco efeito nos mercados asiáticos, mas as bolsas reagiram quando o foco voltou à probabilidade de um aumento da taxa de juros em março pelo Federal Reserve, com vários comentários de autoridades do banco central antes do discurso de Trump no congresso americano que falou sobre diversos tópicos, incluindo esforços para desenvolver um plano de reforma tributária com objetivo de aumentar a competitividade do país, ao mesmo tempo proporcionar alívio fiscal para a classe média. O dólar subiu após o discurso, bem como os futuros dos EUA.

As expectativas são de que o dólar se fortaleça com o aumento da taxa. O presidente do Fed de Nova York, William Dudley, disse que os argumentos para aumentar as taxas tornou-se muito atraente à luz do desempenho atual e do esperado da economia. Isso ajudou no selloff da dívida soberana. O rendimento dos treasurys​ de 10 anos subiu para 2,42% durante o pregão na Ásia, ante 2,35% do horário americano, enquanto a probabilidade de alta da taxa em março aumentou para 62%, de acordo com dados do CME. Isso é o dobro da porcentagem do dia anterior. As atenções agora se voltam para a presidente do Fed, Janet Yellen, que está programada para falar no final da semana.

No Japão, o Nikkei fechou em alta de 1,44%, em 19.393,54 pontos, com exportadores japoneses recebendo um impulso de um iene mais fraco, fechando em 113.64 por dólar, abaixo dos níveis de 112.20.

Em Hong Kong, o índice Hang Seng subiu 0,15%, enquanto no continente chinês o composto de Shanghai avançou 0,15%, para 3.246,63 pontos e o composto de Shenzhen subiu 0,37%.

Na Austrália, o ASX 200 fechou em baixa de 0,13%, em 5.704,8 pontos, com a força do dólar pesando sobre as commodities. As ações das produtoras de ouro Newcrest e Alacer Gold recuaram 1,4% e 4,28%, respectivamente. Um ligeiro decréscimo no preço do ferro pesou sobre a Rio Tinto, que fechou 1% menor e BHP Billiton não muito atrás, fechou em baixa de 0,5%. O petróleo também foi negociado em baixa durante o horário do pregão asiático.  As ações da gigante das telecomunicações Telstra também foi um obstáculo no ASX. Ela  representa 3,4% do benchmark australiano e fechou em baixa de 0,5% após negociar ex-dividendo.

O produto interno bruto (PIB) do quarto trimestre do país cresceu 2,4% no ano, superando as expectativas de um aumento de 1,9% em uma pesquisa da Reuters. Economistas do Banco Nacional da Austrália disseram que o forte impulso econômico no PIB provavelmente manterá o Reserve Bank ofAustralia (RBA) uma boa margem  de negociação na maior parte de 2017.


O mercado sul-coreano ficou fechado por conta de um feriado.


EUROPA: Os mercados da Europa abriram em alta no primeiro pregão de março, com os investidores se concentrando nos balanços trimestrais e nos dados econômicos e digerindo o discurso do presidente Donald Trump perante o Congresso.O pan europeu Stoxx 600 sobe 0,7% com todos os setores sendo negociado em território positivo. Setor de construção e recursos básicos apresentaram os melhores desempenhos nos primeiros negócios, com as promessas do presidente Trump de investir em infraestrutura. Em um discurso para o Congresso, prometeu fazer uma reforma fiscal "histórica".

A francesa Moncler lidera o benchmark, com alta de mais de 4%, depois de anunciar os resultados do ano, por outro lado, a Covestro despenca 7%. A britânica Man Group cai 6% com a notícia de que espera uma queda de 8% no lucro ante impostos. A empresa italiana Eni reportou lucro líquido de 340 milhões de euros (US $ 360 milhões) no último trimestre, recuperando-se das perdas de um ano atrás. Suas ações sobem mais de 1%.

A atividade no setor manufatureiro da zona do euro aumentou em fevereiro, mas em um ritmo mais lento do que o estimado anteriormente. O índice PMI para o setor, com base em respostas de 3.000 empresas, subiu para 55,4, ante 55,2 em janeiro, seu maior nível desde abril de 2011. Uma leitura acima de 50 mostra sinais de um aumento da atividade. Uma estimativa preliminar divulgada no mês passado ficou em 55,5. A medida é consistente com outros indicadores recentes que apontam para uma recuperação no crescimento econômico da zona do euro nos primeiros meses de 2017 apesar da maior incerteza política diante de uma série de eleições que podem ter ganhos de partidos políticos hostis ao euro e à União Europeia.

Na Alemanha, as solicitações de seguro desemprego caíram mais do que o esperado em fevereiro e a taxa de desemprego permaneceu em um recorde mínimo, consolidando a Alemanha como o mercado de trabalho mais forte da zona do euro. Os pedidos de seguro desemprego caíram 14.000 a partir de janeiro. A taxa de desemprego ajustada da Alemanha ficou estável em 5,9%, o menor nível desde o início da série de dados em janeiro de 1992, após a unificação do país, mas enquanto mais alemães encontraram emprego, o desemprego entre estrangeiros tem aumentado, liderado pela explosão do desemprego entre os migrantes dos países devastados pela guerra no Oriente Médio e África, muitas vezes sem qualificações.

No Reino Unido, o FTSE 100 sobe, na sequência de uma pequena alta de 0,1% na terça-feira e encerrar o mês de fevereiro com ganho de 2.3%. O benchmark de Londres avança com o fortalecimento do dólar frente a libra, já que as chances de um aumento da taxa de juros pelo Federal Reserve em março atingiram 70% depois que o presidente do Fed de Nova York, William Dudley, disse que a alta tornou-se "muito atraente".

A libra esterlina caiu para US $ 1.2369, ante US $ 1.2381 da terça-feira em Nova York. A libra chegou a negociar acima de US $ 1,24 durante a sessão de terça-feira. Uma libra mais fraca impulsiona as perspectivas de ganhos por empresas multinacionais listadas no FTSE 100. Entre as mineradoras, Anglo American e Antofagasta avançam 1,9%, BHP Billiton sobe 3% e Rio Tinto opera em alta de 1,7%.

O índice PMI de manufatura do Reino Unido  ficou em 54,6 em fevereiro, abaixo da expectativa de 55,6.



AGENDA DO INVESTIDOR:

EUA:
11h30 - Core PCE Price Index (renda individual dos cidadãos norte-americanos) e Personal Spending (gastos dos consumidores), ambos de janeiro e também o núcleo do Personal Consumption Expenditures - PCE (gastos pessoais dos americanos - medida de inflação mais acompanhada pelo Fed);
12h45 - Final Manufacturing PMI (número final da pesquisa referente ao nível de atividade industrial nos Estados Unidos);
13h00 - ISM Manufacturing PMI (mede o nível de atividade industrial no país);
13h00 - ISM Manufacturing Prices (expectativa dos negócios em relação à inflação futura, onde um número maior indica uma maior expectativa de
inflação);
13h00 - Construction Spending (mede os gastos decorrentes da construção de imóveis);
13h30 - Crude Oil Inventories (Relatório de Estoques de Petróleo dos Estados Unidos);
16h00 - Beige Book (Livro Bege do Federal Reserve - relatório sobre o desempenho atual da economia do país);

ÍNDICES FUTUROS - 7h20:
Dow:  +0,36%
SP500: +0,45%
NASDAQ: +0,45%

HORÁRIO QUARTA-FEIRA DE CINZAS

TESOURO DIRETO: Início às 14h. 
 A liquidação das compras ocorrerá normalmente a partir de 02/03.
A liquidação das operações de vendas inseridas em 24/02 até às 18h, será no dia 01/03.

BM&FBovespa 
Sessão de negociação
Das 12h30 às 12h45 - fase de cancelamento de ofertas;
Das 12h45 às 13h - fase de pré-abertura ou call de abertura;
Das 13h às 17h55 - sessão contínua de negociação;
Das 17h50 às 18h15 - call de fechamento para as opções sobre Ibovespa e IBrX-50;
Das 17h55 às 18h - call de fechamento para todos os ativos negociados no mercado a vista (lote-padrão e lote fracionário);
Das 17h55 às 18h15 - call de fechamento para todas as séries de opções e as cotas de fundo de índices (ETFs).

OBSERVAÇÃO: Este material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.