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RESENHA DA BOLSA - QUINTA-FEIRA 04/05/2017

ÁSIA: Os mercados asiáticos fecharam majoritariamente em queda nesta quinta-feira depois que o Fed concluiu sua reunião de política de dois dias dando uma avaliação positiva sobre a economia dos EUA, mantendo as taxas inalteradas como amplamente esperado, enquanto os preços dos metais recuaram.

O índice australiano S & P / ASX 200 fechou em baixa de 0,27% em 5876.40, pesada pela queda nos setores de recursos naturais e bancos. A maioria dos metais básicos como o cobre, níquel e zinco caíram mais de 3%. A queda nos preços do cobre ocorreu depois das pesquisas PMIs de abril da Caixin / Markit. Na terça-feira, o PMI de manufatura mostrou um declínio maior do que o esperado para 50,3, o menor desde setembro de 2016 e o PMI Services apontou que o crescimento do setor esfriou para seu ritmo mais lento em quase um ano. Entre as mineradoras australianas, a Rio Tinto caiu 2,1%, Fortescue perdeu 4,8% e Newcrest recuou 1,2%.

Canberra alertou que vai interceder os movimentos orquestrados por um fundo de hedge americano para tirar os ativos de petróleo da gigante de mineração BHP Billiton da bolsa de valores australiana. Suas ações subiram 0,1%, depois de perder 1,9% quarta-feira. Entre os bancos, a NAB caiu 0,5%, ANZ recuou 1,6%, estendendo queda de 2,7% de quarta-feira, enquanto CBA caiu 0,8% e Westpac perdeu 1,12%.

As bolsas chinesas estenderam suas perdas na quinta-feira para fechar próximo das mínimas de três meses, após outra pesquisa mostrar que a atividade do setor de serviços aumentou as preocupações sobre os crescentes riscos econômicos. O crescimento no setor de serviços da China em abril foi o mais lento em quase um ano, com os receios de um crescimento econômico mais lento prejudicando a confiança das empresas. A pesquisa ecoa a tendência semelhante de desaceleração observada pelo índice oficial divulgado no domingo. No continente, o Shanghai Composite caiu 0,26% e o Shenzhen Composite recuou 0,28% e o Índice Hang Seng de Hong Kong caiu 0,05%. 

Na Coréia do Sul, o Kospi terminou em alta de 0,97%, em um recorde de fechamento em 2240,26 pontos, após permanecer fechado na quarta-feira. O Kospi subiu em 11 das últimas 14 sessões.

O índice de Straits Times de Cingapura recuou 0,21%, enquanto o Taiex de Taiwan terminou em alta de 0,12%.

Os mercados japoneses permanecem fechados por conta do Golden Week.

EUROPA: Os mercados europeus avançam na manhã desta quinta-feira impulsionado por balanços corporativos e pelo debate político televisionado que pouco alterou a vantagem de 20 pontos para Macron antes da eleição francesa neste domingo. O índice Stoxx Europe 600 sobe 0,39% e segue a caminho para o maior fechamento desde agosto de 2015. O CAC 40 da França atinge o maior nível desde 2008, enquanto o DAX 30 da Alemanha registra um novo recorde.  
O índice de referência pan-europeu subiu 2,7% no mês passado, em parte graças as apostas de que os eleitores franceses irão eleger o candidato amigo do mercado, Emmanuel Macron, no domingo, em detrimento à candidata de extrema-direita Marine Le Pen.

Um dilúvio de balanços ajudou a guiar os mercados. HSBC Holdings sobe 3,5% após o peso pesado do Reino Unido registrar um lucro maior do que o esperado no primeiro trimestre, enquanto no setor de energia, Royal Dutch Shell avança 2,7% após a gigante do petróleo dizer que seu lucro mais do que quadruplicou no primeiro trimestre, uma vez que se beneficiou do aumento nos preços do petróleo. Na mesma linha, Statoil sobe 2,6% após o lucro superar as previsões. Adidas sobe 1,8% depois que o empresa de roupas esportivas alemã registrou um aumento no lucro impulsionado por fortes vendas na América do Norte. A Anheuser-Busch InBev sobe 4,3% após a maior cervejaria do mundo em vendas reportar um aumento acentuado no lucro. A cervejadora Carlsberg avança 1,6% após aumento de 5% na receita.

Entre as quedas, o banco francês Société Générale perde 0,5% após registrar uma queda de 19% no lucro trimestral, mas que entrou em acordo com a Autoridade de Investimentos da Líbia por suposto suborno durante os últimos anos do governo do ditador Moammar Gadhafi. A varejista Next cai 4,8% depois de reduzir sua previsão de vendas para o ano todo.  Rolls-Royce Holdings cai 1,3% mesmo depois que a fabricante de motores disse que espera que a libra beneficie os lucros deste ano.

No Reino Unido, a atividade do setor de serviços em abril da IHS Markit / CIPS chegou em 55,8, acima de 55,0 em março, marcando a recuperação mais rápida do setor desde dezembro de 2016. Os serviços representam quase 80% do PIB do Reino Unido.

O FTSE 100 avança, após dados mostrar que a atividade do setor de serviços no Reino Unido está em alta e com  Royal Dutch Shell e HSBC Holdings avançando após divulgação de seus balanços. O benchmark de Londres recuou 0,2% na quarta-feira. Entre as mineradoras listadas na LSE, Anglo American cai 2,6%, Antofagasta recua 1,5%, BHP Billiton perde 1,5% e Rio Tinto opera em baixa de 0,5%.

Entre os dados econômicos, o PMI final de serviços da zona do euro em Abril subiu para 56,4, ante uma estimativa de 56,2 e maior que a leitura de 56 de março. O PMI composto veio dentro da expectativa em 56,8, acima de 56,4 em março e marcando a maior alta em 6 anos. Uma leitura acima de 50 mostra sinais de expansão na economia. Segundo analistas, a pesquisa provavelmente ajudará a elevar as expectativas sobre o crescimento econômico da zona do euro em 2017 e também aumentará a especulação de que o BCE tornará cada vez mais agressiva.

EUA: Os futuros de ações americanos apontam para uma abertura com ganhos na quinta-feira, à medida que os investidores digerem a declaração do Federal Reserve sinalizando confiança na economia americana e acompanham a melhora do sentimento, depois que o candidato presidencial francês, Emmanuel Macron, enfrentou a candidata de extrema direita Marine Le Pen em um debate televisivo na quarta-feira à noite e deve vencer a eleição de domingo.

O Fed divulgou sua decisão da reunião de dois dias duas horas antes do fechamento do mercado e disse que "considera a desaceleração do crescimento no primeiro trimestre como transitória". 

Além da declaração do Fed no dia anterior, os investidores estão focados nos dados do "payrolls" na sexta-feira, bem como uma lista dados econômicos desta quinta-feira, como a leitura sobre reivindicações de seguro desemprego, com economistas esperando 245 mil pedidos. Também está prevista a divulgação da balança comercial dos Estados Unidos, juntamente com o relatório sobre a produtividade do primeiro trimestre e custos unitários de mão-de-obra. As previsões são de um déficit de US $ 44,5 bilhões, bem como nenhum crescimento na produtividade e um aumento de 2,6% nas despesas de mão-de-obra. Além desses dados, é esperado a liberação de pedidos das fábricas em março e espera-se um crescimento de 0,5%.

Não há autoridades programados para falar hoje.

AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA: 
8h30 - Challenger Job Cuts (número de demissões corporativas); 
9h30 - Unemployment Claims (número de pedidos de auxílio-desemprego);
9h30 - Prelim Nonfarm Productivity (mede a produtividade da mão-de-obra da economia norte-americana, excluída a agropecuária);
9h30 - Prelim Unit Labor Costs (mede a variação no custo total do emprego);
9h30 - Trade Balance (balança comercial - mede a diferença entre os valores das importações e exportações realizadas pelo país);
11h00 - Factory Orders (mede o volume de pedidos feitos à indústria como um todo, de bens duráveis e bens não duráveis);

ÍNDICES FUTUROS - 7h30:
Dow: +0,28%
SP500: +0,27%
NASDAQ: +0,30%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - QUARTA-FEIRA 03/05/2017

ÁSIA: Num dia em que as bolsas do Japão, Coreia do Sul e Hong Kong permaneceram fechadas para feriados, os mercados que abriram não consolidaram uma direção, apesar dos ganhos em Wall Street não compensar a decepção com os números da Apple. Investidores preferiram a cautela, antes da decisão da reunião de dois dias do Federal Reserve dos EUA.

Na Austrália, o S & P / ASX 200 caiu 0,98%, para 5.892,30, em meio a quedas de ações de bancos e de recursos. Setor bancário continuou a queda de ontem, iniciado pela decepção do balanço da ANZ. As ações do banco caíram 2,7% nesta quarta-feira, enquanto entre seus rivais, CBA caiu 1,7% e NAB perdeu 2,7%. Entre as mineradoras listadas no ASX, a perspectiva das ações da BHP Billiton foi alterada de estável para positivo pela Moody's Investors Service, mantendo a classificação A3 inalterada. Segundo analista senior da agência, "a mudança de perspectiva para positivo reflete a expectativa de que a BHP Billiton continuará a gerar ganhos materiais e fluxo de caixa sólido no atual cenário e isso
permitirá que o grupo mantenha fortes margens e métricas de crédito para suas avaliações nos próximos 12-18 meses, apesar das expectativas para preços mais baixos para as commodities". As ações da BHP caíram 1,9%. A Rio Tinto registrou queda de 0,9%, Fortescue recuou 0,3%, enquanto Alacer Gold recuou 3,35%.

No continente, o Shanghai Composite fechou 0,25% menor, em 3135,84 pontos, enquanto o Shenzhen Composite caiu 0,27%. O Taiex de Taiwan fechou em alta de 0,14%, enquanto o índice de Straits Times de Cingapura subiu 0,74%.

Ações de fornecedores da Apple tiram um desempenho divergente após divulgação do balanço da fabricante do iPhone após o sino de encerramento de Wall Street. Os ganhos trimestrais superaram as expectativas, a receita porém ficou aquém das estimativas, visto que a empresa vendeu menos iPhones do que o esperado. A gigante da tecnologia gerou no terceiro trimestre, uma receita em torno de US $ 44,5 bilhões, um pouco abaixo do consenso do mercado. A China continua a ser um ponto fraco para a Apple Inc., com a receita trimestral no país caindo novamente apesar do crescimento em todas as outras regiões. A empresa disse que a receita na China, Hong Kong e Taiwan recuou 14% para US $ 10,7 bilhões no trimestre encerrado em 31 de março, o quinto trimestre consecutivo de declínio na região, isso comparado com o crescimento global de 5%. China, Hong Kong e Taiwan representaram 20% da receita global da Apple no trimestre, ante 25% no ano anterior. As ações da Apple caíram 2,4% no after market.

Entre os fornecedores, Hon Hai acabou em alta de 0,50%, Largan adicionou 0,4% e Catcher subiu 0,81%, enquanto Pegatron fechou estável. Segundo analistas, o mercado espera que a Apple lance novas séries de iPad no trimestre de junho e que os novos produtos ajudarão a reavivar as receitas dos fabricantes no segundo trimestre de 2017 e que as perspectivas para os fornecedores podem melhorar daqui pra frente.

O petróleo avançou no horário asiático, após o petróleo bruto dos EUA recuar e quebrar a barreira de US $ 48 o barril pela primeira vez em mais de um mês. A queda se deve ao aumento da produção nos Estados Unidos, Canadá e Líbia, neutralizando a notícia da queda da produção da Rússia e da OPEP, mas depois do fechamento do mercado, as estimativas da indústria mostraram que os estoques de petróleo bruto caíram mais de 4,16 milhões de barris no final da semana passada, segundo o American Petroleum Institute (API).

EUROPA: Os principais mercados europeus negociam em baixa nesta quarta-feira, com investidores digeridos as negociações do Brexit, balanços corporativos e mantendo a cautela antes da decisão do Federal Reserve que será divulga ainda hoje, mas quando as bolsas europeias já estarão fechadas. O índice Stoxx Europe 600 recua 0,17%, depois de fechar no nível mais alto desde agosto de 2015 na terça-feira.

A Europa se mantém dividida com o desenrolar das conversas do Brexit. A França e a Alemanha endurecersm sua posição em relação ao Reino Unido, alegando que esperaram um pagamento bruto de até 100 bilhões de euros (US $ 109 bilhões), segundo o Financial Times.

Na França, Emmanuel Macron e Marine Le Pen entram na reta final para a campanha do segundo turno da corrida presidencial. Os dois se enfrentarão na noite desta quarta-feira em um debate na televisão.

No Reino Unido, o FTSE 100 cai, pesada por ações de commodities seguindo a queda dos metais e recuo das varejistas após dados de market-share. O índice londrino registrou um ganho de 0,6% na terça-feira.

Os quatro principais supermercados do Reino Unido, Sainsbury, Tesco, Wal-Mart Stores (subsidiária Asda) e Wm Morrison Supermarkets, perderam participação de mercado para os varejistas alemães de baixo custo, Aldi e Lidl, nos primeiros três meses do ano, mas as empresas de mineração são os maiores obstáculos no FTSE 100, levando os investidores a saírem destas ações após queda nos preços dos metais. Anglo American cai 2,5%, Antofagasta despenca 4% e Glencore recua 3,6%. Entre as gigantes, BHP Billiton cai 3,2% e Rio Tinto perde 2,3%.

O PIB da zona euro subiu 0,5% no primeiro trimestre de 2017, cumprindo amplamente as expectativas dos analistas. Esta foi a mesma leitura do quarto trimestre de 2016. Entre outras notícias econômicas, os preços ao produtor na área do euro caíram em 0,3% em março e a taxa de desemprego alemã em abril permaneceu em 5,8%, o menor desde a reunificação do país em 1992.

EUA: Os futuros dos índices de ações americanos apontaram para uma queda na abertura dos mercados nesta quarta-feira, pressionada pela queda na receita da Apple Inc., a maior empresa do mundo em valor de mercado. Os investidores aguardam o relatório da ADP sobre o emprego no setor privado que será divulgado antes da abertura da sessão, podendo estimular o apetite dos investidores antes dos números do payrolls na sexta-feira. Também é esperado o relatório de serviços de abril da Markit, além da leitura de abril para o índice da ISM. Os economistas preveem 56,0% para o ISM. Todos também aguardam com ansiedade o anúncio de política do Federal Reserve na parte da tarde.

EIS as empresas que devem divulgar seus resultados antes da abertura: Clorox, Reynolds American, Time Warner, Yum Brands, Human e Molson Coors Brewing.

AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:
 9h15 - ADP Non-Farm Employment Change (número de postos de trabalho no setor privado dos EUA);
10h45 - Final Services PMI (número final da pesquisa referente ao nível de atividade no setor de serviços nos Estados Unidos);
11h00 - ISM Non-Manufacturing PMI  (índice baseado em pesquisas com 400  empresas não industriais, em 60 setores em todo o país);
11h30 - Crude Oil Inventories (Relatório de Estoques de Petróleo dos Estados Unidos);
15h00 - Federal Funds Rate (Decisão da Taxa de Juros);
15h00 - FOMC Statement (Declaração do FOMC);

ÍNDICES FUTUROS - 7h30:
Dow: -0,10%
SP500: -0,17%
NASDAQ: -0,30%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - TERÇA-FEIRA 02/05/2017

ÁSIA: Os mercados de Ásia fecharam sem direção nesta terça-feira, com algumas bolsas regionais retornando suas negociações após do feriado do Dia do Trabalho. No Japão, terça-feira é o último dia de negociação da semana antes do feriado de Golden Week. Assim sendo, houve cautela por parte dos investidores antes de eventos importantes como a reunião do Federal Reserve nesta semana, relatório de empregos nos EUA na sexta-feira e o segundo turno da eleição presidencial francesa no domingo.

O Nikkei do Japão subiu 0,7%, para 19.445,7 pontos, enquanto o índice Topix adicionou 0,68%, em meio a novas quedas no iene e do outro lado do Estreito coreano, o Kospi fechou 0,65% maior, em 2.219,67 pontos.

O Reserve Bank of Australia (RBA) manteve sua taxa de câmbio de referência inalterada em um recorde de baixa de 1,5%, em linha com as expectativas do mercado. O presidente Philip Lowe disse na declaração de política que as condições no mercado doméstico continuam a variar considerável em todo o país. O dólar australiano subiu após a decisão para  $ 0,7555 ante  $ 0,7500 da segunda-feira. No mercado de ações, o benchmark ASX 200 terminou em queda de 0,1%, em 5.950,37 pontos, pesada pelo setor financeiro. Um resultado decepcionante do balanço da ANZ foi suficiente para desencadear venda nos grandes bancos, mas um rali em outros setores do ASX ajudaram a limitar as perdas, com a atuação de caçadores de pechinchas. Entre as mineradoras, BHP Billiton caiu 0,7%, Fortescue e Rio Tinto fecharam em alta de 0,1 e 0,3%, respectivamente. 

Os mercados do continente chinês fecharam em baixa. O composto de Xangai caiu 0,35%, em 3.143,71 pontos e o composto de Shenzhen fechou quase estável. Em Hong Kong, o índice Hang Seng subiu 0,33%, atingindo um máximo de 21 meses, impulsionado por um forte crescimento das receitas de jogos em Macau. O setor fabril da China perdeu impulso em abril, com o crescimento abrandando para seu ritmo mais fraco em sete meses, pesada pela demanda doméstica e de exportação, segundo uma pesquisa privada. As conclusões coincidem com os dados oficiais do setor de manufatura e serviços divulgados no domingo, reforçando opiniões de que o crescimento econômico da China permanece sólido mas está começando a esfriar após um início surpreendentemente forte no começo do ano. O índice Caixin / Markit Manufacturing Purchasing Managers (PMI) caiu para 50,3 em abril, abaixo das previsões dos economistas de 51,0 e uma queda significativa frente os 51,2 de março.

o setor de tecnologia de Taiwan, que tem subido durante meses em meio à esperança de uma forte demanda da Apple subiu 1,3%, ajudando o Taiex a fechar em alta de 0,70%, voltando para o que seria uma alta de 17 anos.

No mercado cambial, o índice dólar cotizou em 99,09, subindo próximos de 98,88 da sessão anterior, com investidores aguardando o início da reunião de dois dias do FOMC , onde "não se espera que produza qualquer mudança significativa em termos de orientação política".

EUROPA: Mercados europeus avançam na volta do feriado nesta terça-feira, depois que a Grécia assinou um acordo para liberar a próxima parcela de seu resgate e depois que os dados mostraram que a produção industrial da zona do euro cresceu.

O Athex Composite sobe 2,97% depois que a Grécia e seus credores internacionais chegaram a um acordo sobre as medidas de austeridade e reformas econômicas que o governo de Atenas precisará empreender. O acordo deve desbloquear a próxima parcela da ajuda para o país heleno, que enfrenta uma dívida de cerca de 7 bilhões de euros (US $ 7,63 bilhões) em julho. Entre os bancos gregos, Piraeus Bank dispara 13,33%, Eurobank Ergasias sobe 13,41% e Banco Nacional da Grécia avança 6,64%. Os rendimentos dos títulos gregos caem à medida que os preços sobem. A taxa de 10 anos cai 35 pontos base para 5,98%, de acordo com a Tradeweb.

Os sólidos PMIs de manufatura da Europa estão oferecendo suporte aos "touros", avançando para a máxima de seis anos, confirmando a recente tendência do setor manufatureiro e isso deve dar mais garantias ao Banco Central Europeu. O PMI francês situou-se em 55,1, ante 53,3 em março. O PMI alemão em abriu foi de 58,2, em torno do mesmo nível alcançado em março quando atingiu uma alta de 71 meses. A produção industrial italiana aumentou para 56,2. Uma leitura acima de 50 significa expansão.

O euro sobe 0,1468% frente ao euro após os dados PMI, sendo negociado a $ 1,0913, acima dos $ 1,0900 de segunda-feira em New York e próximo de seu nível o mais elevado em cinco meses.

O índice Stoxx Europe 600 sobe 0,34%, liderado pelos setores de petróleo e gás, saúde e telecomunicações. O grupo de recursos naturais é o único setor no vermelho. Na segunda-feira, a maioria dos mercados europeus ficou fechado para o feriado de primeiro de maio. Na semana passada, o benchmark pan-europeu subiu 2,4%, a melhor semana desde dezembro, iniciado pela vitória do centrista Emmanuel Macron no primeiro turno da eleição presidencial francesa, diminuindo os temores de um chamado "Frexit". No próximo domingo, Macron e a candidata de extrema-direita Marine Le Pen irão se enfrentar no segundo turno da eleição francesa. O CAC 40 sobe. 

O FTSE MIB da Itália opera em alta, com investidores tendo a primeira chance de reagir frente à vitória de Matteo Renzi na eleição primária do Partido Democrata. Há menos de cinco meses, Renzi renunciou ao cargo de primeiro-ministro da Itália e agora será o líder de seu partido nas próximas eleições gerais.

Em Londres, o índice britânico FTSE 100 também opera em alta, com todos os setores em alta, com exceção do setor de materiais. O benchmark registrou um ganho de 1,3% na semana passada, mas o benchmark de Londres perdeu 1,6% em abril, em parte porque a libra subiu mais de 3% em relação ao dólar ao longo do mês. O Markit / CIPS disse que a atividade industrial britânica atingiu uma alta de três anos, com a leitura do PMI chegando a 57,3, puxado por novos pedidos às indústrias, aumento de empregos e a exportação sendo beneficiado pelo declínio da libra.

A aparente melhora do setor em abril fornece a primeira evidência de que a fraqueza de crescimento do primeiro trimestre pode ter sido apenas um lapso, tranquilizando os falcões do Banco da Inglaterra e a equipe de negociação do Brexit frente à União Europeia. A economia britânica cresceu 0,3% no primeiro trimestre, com base em uma leitura preliminar e uma previsão de 0,4%.

Ações da BP sobem 1,4% após o produtor de petróleo divulgar que seu lucro no primeiro trimestre quase que triplicou. As ações da Royal Dutch Shell também sobem após o relatório da BP, mas reduzem seu ganho para 0,4%. A Shell divulgará seu balanço do primeiro trimestre na quinta-feira. O setor de petróleo e gás contribui com uma ponderação de 14% no FTSE 100. Em sentido contrário, as ações de mineração caem depois que um indicador privado sobre a atividade das fábricas da China desacelerou para a mínimo de sete meses em abril. A China é um grande comprador de metais industriais e preciosos.  No setor, Anglo American cai 1,8%, Antofagasta recua 1,7%, Glencore recua 2,1%. Entre as gigantes, BHP Billiton cai 1,1% e Rio Tinto perde 1,3%. As produtoras de ouro, Fresnillo e Randgold Resources caem 2,4 e 2,2% respectivamente.

Ainda na agenda, está prevista a visita da chanceler alemã, Angela Merkel, com o presidente Vladimir Putin em Sochi, Rússia, nesta terça-feira. A reunião acontece num momento em que as relações bilaterais entre Berlim e Moscou estão estremecidas devido a guerra na Síria e a anexação da Crimeia pela Rússia. 

EUA: Futuros dos EUA apontam para uma abertura sem direção de Wall Street nesta terça-feira, um dia depois que o Nasdaq fechou em um novo recorde, com os investidores se preparando a divulgação do balanço da Apple e de outras empresas importantes. A cautela impera antes da reunião de política monetária do Federal Reserve, que começa mais tarde e termina amanhã. O banco central americano deve aumentar as taxas mais duas vezes neste ano.

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que ficaria honrado em conhecer o líder da Coreia do Norte Kim Jong-un em uma entrevista à Bloomberg News na segunda-feira. No entanto, a Casa Branca sugeriu que muitas condições teriam de ser autorizadas para que os dois líderes agendassem uma reunião. 

AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA: Não está prevista a divulgação de dados econômicos;

ÍNDICES FUTUROS - 8h05:
Dow: -0,06%
SP500: -0,07%
NASDAQ: +0,05%

OBSERVAÇÃO:
Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.