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RESENHA DA BOLSA - TERÇA-FEIRA 09/05/2017

ÁSIA: As bolsas asiáticas tiveram movimentos modestos nesta terça-feira após alta na sessão anterior com investidores focados em eventos regionais importantes.

Os sul-coreanos foram às urnas hoje para escolher um novo líder após a queda da ex-presidente Park Geun-hye acusada de suborno. O favorito para ganhar a eleição é Moon Jae-in do Partido Democrático Liberal da Coreia. Pesquisas mostram que a Moon conseguiu 38% do apoio dos eleitores entre um total de 13 candidatos, segundo a Reuters. O Kospi não abriu hoje e está em alta de 4% neste mês, um dos melhores desempenho entre os mercados asiáticos.

O Nikkei do Japão fechou em queda de 0,26% após subir mais de 2% na sessão anterior. O dólar foi negociado em 113.35 ienes, seu nível o mais elevado em quase dois meses. 

O Índice Hang Seng de Hong Kong subiu 1,27%, enquanto no continente o Shanghai Composite ganhou 0,06% e o Shenzhen Composite adicionou 0,65%.

O índice de referência S & P / ASX 200 da Austrália caiu 0,53% para fechar em 5.839,9 pontos, pesada pelo subíndice financeiro, que experimentou uma queda de 2,4% devido a possibilidade de um imposto bancário poder ser incluído no orçamento do ano fiscal a partir de 01 de julho. Analistas dizem que o mercado ficou nervoso com a expectativa da capacidade dos bancos de passar esse custo aos clientes. Entre as mineradoras australianas, BHP Billiton subiu 0,8%, Rio Tinto subiu 0,5% e South32 aumentou 1,5%, enquanto Fortescue recuou modestos 0,2%. Entre as empresas de energia, Origin Energy ganhou 2,6% e Santos subiu 2,2%.

Os preços do petróleo subiram inicialmente devido às esperanças renovadas de que os cortes de produção dos produtores de petróleo da OPEP e não-OPEP poderiam estender até 2018, mas os ganhos diminuíram à medida que a sessão avançava.

EUROPA: As bolsas europeias avançam nesta terça-feira com dados sobre o comércio alemão superando as expectativa e com investidores voltando a assumir mais riscos após uma sessão animada em Wall Street e uma estabilização dos preços das commodities.

O índice Stoxx Europe 600 sobe 0,49%, com todos os setores de utilidades a ganhar terreno. O benchmark pan-europeu desvalorizou 0,1% na segunda-feira, depois da corrida presidencial francesa no domingo. O índice tem girado em torno de seu maior nível desde agosto de 2015.

A Alemanha registrou um aumento de 0,4% nas exportações em março para um recorde de € 118,2 bilhões, enquanto as importações subiram 2,4% para € 92,9 bilhões. Estes números mostram que a maior economia da Europa está importando e exportando mais do que nunca. O Commerzbank informou um aumento de 28% no lucro líquido nos primeiros três meses do ano. O segundo maior banco da Alemanha superou as expectativas dos analistas e disse que pretende manter seus custos-base estáveis ​​ao longo do ano. Suas ações sobem cerca de 3%. O DAX 30 de Frankfurt opera em alta.

No Reino Unido, o FTSE 100 avança, ajudado pelos ganhos de ações de mineração, mas as ações de concessionárias de serviços públicas estavam sob pressão devido preocupações com a perspectiva de um teto nos preços de seus serviços aos consumidores. A primeira-ministra Theresa May prometeu “acabar com a injustiça dos preços da energia”.

O índice de referência de Londres fechou em queda de 0,1% nesta segunda-feira. Os ganhos de terça-feira ocorre a medida que os índices de volatilidade europeus e americanos, que refletem o nível de preocupação entre os investidores, recuam após a vitória de Emmanuel Macron nas eleições presidenciais francesas. O índice CBOE Volatility Index  na segunda-feira atingiu seu menor nível em 24 anos.

Aações de mineração seguem dominando o topo do FTSE 100, depois de cair recentemente. Glencore sobe 2,13% depois de reverter os planos de fechar uma mina de carvão australiana, colocando-a a venda. Entre outros pares, Anglo American sobe 1,44%, BHP Billiton adiciona 2,00%, Antofagasta sobe 1,99% e Rio Tinto sobe 0,99%.

EUA: Futuros americanos parecem estar marcados para mais um dia positivo, enquanto os investidores se esforçam para encontrar novos catalisadores para empurrar os mercados ainda mais para territórios recordes, embora uma lista de autoridades do Federal Reserve esteja pela frente.

AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA: 
11h00 - JOLTS Job Openings (pesquisa mensal em diferentes indústrias em que analisa contratações, abertura de emprego, demissões, recrutamentos, etc);
11h00 - Wholesale Inventories (dados de vendas e estoques no atacado americano);
11h00 - IBD/TIPP Economic Optimism (mede o nível de confiança do consumidor e o otimismo quanto à atividade econômica); 

ÍNDICES FUTUROS - 7h30:
Dow: +0,15%
SP500: +0,08%
NASDAQ: +0,07%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - SEGUNDA-FEIRA 08/05/2017

ÁSIA: A maior parte das bolsas asiáticas fecharam em alta nesta segunda-feira após a vitória de Emmanuel Macron nas eleições francesas no domingo, derrotando a candidata de extrema direita Marine Le Pen. Macron que tem 39 anos, será o presidente mais jovem da França.

Na volta do feriado prolongado de quase uma semana, o Nikkei do Japão subiu 2,31% para fechar em 19.895,7 pontos, atingindo o seu maior nível desde dezembro de 2015, enquanto do outro lado do Estreito Coreano, o índice de referência Kospi da Coreia do Sul subiu 2,3%, registrando o maior nível de todos os tempos.

Na Austrália, o ASX 200 fechou em alta de 0,59%, recuperando das perdas da semana passada, impulsionado principalmente pelos subíndices de energia e materiais, que subiram 2,35% e 1,09%, respectivamente. Uma recuperação de curto prazo dos futuros de minério de ferro provocou uma forte abertura dos gigantes de recursos mas as preocupações com um mercado superabastecido, seus lucros recuaram durante a tarde, mas mesmo assim fecharam em alta. BHP Billiton subiu 1,6%, Fortescue avançou 1,4% e Rio Tinto subiu 2,4%.

O Índice Hang Seng subiu 0,41%, mas os mercados chineses fecharam em baixa. O composto de Shanghai recuou 0,85%, enquanto o composto de Shenzhen caiu 1,98%. Entre os dados econômicos divulgados no continente, as exportações da China em abril cresceram 14,3% em relação ao ano anterior em yuan, após um aumento de 22,3% em março, enquanto as importações em abril subiram 18,6% em relação ao ano anterior também em  yuan, comparado com um aumento de 26,3% em março. O saldo comercial do país em abril subiu para 262,3 bilhões de yuans (US $ 38,0 bilhões), ante 164,34 bilhões de yuans em março, melhor do que as previsões para um excedente de 197,2 bilhões. Em dólares, as exportações da China cresceram 8%, enquanto as importações aumentaram 11,9% no ano. Ambos ficaram aquém das expectativas dos analistas.

O dólar foi negociado a 98,64 ante uma cesta de moedas rivais, ligeiramente mais alto comparado com 98,5 visto na sessão anterior. O greenback alcançou uma máxima de sete semanas contra o iene, mas depois estabilizou para negociar em 112,71. O dólar australiano sensível ao risco continuou a sua queda em relação ao dólar, sendo negociando a US $ 0,7409 após divulgação dos dados comerciais da China.

No que diz respeito à energia, os preços do petróleo subiram em função das esperanças renovadas de corte de produção, depois que os futuros do petróleo registrar seus preços os mais baixos em cinco meses na semana passada. Empresas do setor avançaram na Ásia. Oil Search da Austrália subiu 2,2%, enquanto Japan Petroleum Exploration avançou 2,5%.

EUROPA:
Os mercados europeus abriram sob pressão na manhã desta segunda-feira, quando os investidores reagiram à confortável vitória de Emmanuel Macron para se tornar o próximo e o mais jovem presidente da França. O índice Stoxx Europe 600 recua 0,20%, liderado por perdas nos setores de materiais básicos, indústrias e tecnologia. O índice de referência fechou em seu nível mais alto desde agosto de 2015 na sexta-feira e ganhou 1,9% na semana passada, na expectativas de que o independente centrista Macron iria derrotar a candidata de extrema direita eurocética Marine Le Pen na eleição francesa.

Segundo analistas, a vitória de Macron é vista como um fortalecimento do projeto do euro. O foco agora se desloca para o primeiro turno das eleições legislativas francesas em 11 de junho, onde a formação de um governo maioritário será importante para Macron cumprir suas promessas de campanha de um governo mais eficiente e redução dos gastos do governo. Os bancos franceses seguem negociando em baixa depois que os investidores apostaram na vitória de Macron seguindo as pesquisas de opinião. Dado que a vitória de Macron era totalmente esperada pelos mercados, os primeiros movimentos mostram um pequeno grau de realização de lucro. O índice francês CAC 40 opera em queda de 0,85% depois de fechar no patamar mais elevado desde janeiro de 2008 na sexta-feira.  O índice francês subiu 7,4% desde 23 de abril, quando ocorreu o primeiro turno da corrida presidencial.

Os pedidos às fabricas alemãs aumentaram 1,0% no mês de março, mais do que o esperado e é outro sinal de que a maior economia da Europa acelerou no primeiro trimestre. Mesmo assim, o DAX 30 de Frankfurt opera em baixa, assim como o IBEX 35 da Espanha e o FTSE MIB da Itália.

O índice FTSE 100 do Reino Unido opera entre pequenos ganhos e perdas, com as ações de mineração perdendo terreno. O índice de referência londrino terminou a semana passada com alta de 1,3%. Ele ganhou 0,7% na sexta-feira. Os dados decepcionantes da balança comercial da China pesou sobre as ações mineradoras listadas em Londres. O setor é sensível aos dados econômicos da China, que é um grande comprador de metais industriais e preciosos. Anglo American cai 1,3%, Antofagasta recua 2%, BBP Biliton cai 1,8% e Rio Tinto perde 1,9%.

O partido conservador do Reino Unido deve publicar seu manifesto para as eleições gerais de 8 de junho. O início da semana marca o aniversário de dois anos desde que o partido ganhou pela última vez as eleições gerais em 2015.

EUA: Os futuros de ações dos EUA recuam nesta segunda-feira, um sinal de que os investidores podem estar prontos para realizar lucros com os ganhos gerados na semana passada, depois da vitória do presidente eleito da França, Emmanuel Macron no fim de semana não oferecer muita inspiração para as ações avançarem ainda mais. Os índices dos EUA terminaram em alta na semana passada após um relatório de emprego de abril mais forte do que o esperado na sexta-feira. O Dow Jones Industrial Average fechou acima da marca de 21 mil, em 21.006,94 pontos,a primeira vez desde o início de março.

Na agenda, não há a divulgação de dados importantes na segunda-feira, porém os investidores estarão atentos a um alto fluxo de autoridades do Federal Reserve nesta semana. Isso começa na segunda-feira com o presidente do Fed de St. Louis, James Bullard, que participará de um painel de discussão sobre as taxas baixas na conferência dos mercados financeiros do Fed de Atlanta às 9h35 (horário de Brasília). Loretta Mester, presidente do Fed da Cleveland, está programada para fazer um discurso sobre as perspectivas para a economia no Conselho de Chicago sobre Assuntos Globais às 9h45.

Enquanto isso, o subcomitê do Senado dos Estados Unidos vai realizar uma audiência sobre a suposta interferência russa nas eleições presidenciais do ano passado.

AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:
11h00 - Labor Market Conditions Index (relatório sobre as condições de trabalho dos EUA que condensa vários dados de trabalho em uma única leitura, a fim de dar uma melhor visão do mercado);

ÍNDICES FUTUROS - 7h30:
Dow: -0,12%
SP500: -0,08%
NASDAQ: -0,03%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - SEXTA-FEIRA 05/05/2017

ÁSIA: A maioria dos mercados asiáticos perdeu terreno nesta sexta-feira, pesada pela queda dos preços das commodities e com investidores aguardando os dados laborais dos EUA.

O índice S & P / ASX 200 da Austrália caiu 0,68%, puxada pela queda no setor de recursos. A Rio Tinto perdeu 2,01%, a Fortescue recuou 3,02% e a BHP Billiton caiu 2,67%. Stocks de petróleo também recuaram, Santos caiu 3,02% e Woodside caiu 2,68%. As quedas do preço das commodities também pesaram sobre o dólar australiano, que atingiu seus níveis mais baixos desde janeiro.

Um aparente aperto financeiro na China exacerbou o sentimento "bearish" no mercado. O Índice Hang Seng de Hong Kong caiu 0,84%, enquanto no continente, o Shanghai Composite perdeu 0,77% para terminar em 3.103,36 pontos e o Shenzhen Composite recuou 1,24%.

Os mercados no Japão e Coreia do Sul ficaram fechados para o feriado do Dia das Crianças.

Dados dos EUA divulgados na quarta-feira mostraram que os estoques de petróleo bruto caíram 930 mil barris, ante expectativa de queda de 2,3 milhões de barris. Produtores dos EUA aproveitaram os preços mais altos deste ano para aumentar sua produção, além disso, fontes da OPEP disseram à Reuters que o cartel provavelmente não fará cortes na sua produção. Alguns acreditam que isso acontece porque a Líbia e a Nigéria, membros da OPEP e isentos do acordo, aumentaram a produção mais do que o previsto.

Na quinta-feira o petróleo atingiu as mínimos de cinco meses, com os futuros do US West Texas Intermediate (WTI) terminando 4,8% menor e os futuros do Brent recuaram 5%, enquanto na Ásia, os preços do petróleo apagaram os ganhos iniciais para estender as perdas. Segundo analistas, os preços do petróleo caíram abaixo dos níveis de antes da OPEP instituir um teto de produção.

EUROPA: Os mercados europeus abriram em queda na manhã desta sexta-feira, à medida que a queda dos preços do petróleo pesam sobre o sentimento dos investidores. O pan-europeu Stoxx 600 cai 0,14%, com a maioria de setores sendo negociado em território negativo.

O índice de ações da Europa deve fechar a semana no maior nível desde agosto de 2015, impulsionado por uma série de balanços bem sucedidos. O referencial pan-europeu subiu 3,1% no mês passado, graças, em parte, às apostas de que os eleitores franceses elegerão o candidato Emmanuel Macron na eleição presidencial de domingo e rejeitarão a candidata de extrema-direita Marine Le Pen, que ameaça tirar a França da União Europeia.

No Reino Unido, o FTSE 100 abriu em queda mas recupera e opera em território positivo. As mineradoras listadas na LSE recuperam parte das recentes perdas nesta sexta-feira. Anglo American sobe 1,3%, Antofagasta avança 0,4%. Entre as gigantes BHP Billiton sobe 0,7% e Rio Tinto avança 1%.

O PMI final de serviços da zona do euro de Abril subiu para 56,4, ante uma estimativa de 56,2 e maior que 56 de março. O PMI composto veio dentro da expectativa, em 56,8 e acima dos 56,4 de março e marcando uma alta de seis anos. Uma leitura acima de 50 mostra sinais de expansão na economia. Os dados da pesquisa provavelmente ajudará a elevar as expectativas sobre o crescimento econômico da zona do euro em 2017 e aumentará a especulação de que o BCE se tornará mais agressiva em suas decisões neste ano.

EUA: Os futuros de ações americanos negociam com uma margem apertada nesta sexta-feira, com ganhos sendo limitados pela volatilidade dos preços do petróleo, à medida que os investidores esperam o tão aguardado relatório mensal dos empregos dos EUA.

As perdas para o setor de energia pesaram sobre os papeis na quinta-feira, quando os preços do petróleo bruto caíram quase 5% devido a preocupações com a oferta global e analistas acreditam que os preços devem permanecer voláteis nesta sexta-feira. A próxima pista para a direção dos preços do petróleo poderia vir da Baker Hughes, que irá informar o número de plataformas de perfuração de petróleo ativas nos EUA nesta sexta-feira. A contagem sobe a 15 semanas seguidas, aumentando a preocupação com o excesso mundial de petróleo.

Na agenda, várias autoridades do Federal Reserve estão programados para falar na sexta-feira, começando com o vice-presidente do Fed, Stanley Fischer, durante a conferência sobre política monetária da Hoover Institution, na Universidade de Stanford às 12h30. O presidente do Fed de Chicago, Charles Evans, o presidente do Fed, Eric Rosengren, e o presidente do Fed, James Bullard, devem participar de uma mesa-redonda na conferência às 14h30. Finalmente, a presidente do Fed, Janet Yellen, deve falar sobre "125 anos de participação das mulheres na economia" na Brown University, também às 14h30.

AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:
9h30 - Relatório de Emprego, composto por: Unemployment Rate (taxa de desemprego), Nonfarm Payrolls (pesquisa realizada em cerca de 375 mil empresas, que mostra o número de empregos gerados na economia, excetuando-se agricultura e pecuária), Average Workweek (média de horas trabalhadas por semana) e Hourly Earnings (média de remunerações por hora trabalhada);
12h30 - Discurso do vice-presidente do Fed Stanley Fischer;
14h30 - Discurso da Chairwoman do Fed Janet Yellen;
14h30 - Discurso do membro do FOMC e Presidente do Federal Bank de Chicago, Charles Evans;
16h00 - Consumer Credit (mede o total de crédito ao consumidor).

ÍNDICES FUTUROS - 9h00:
Dow: -0,08%
SP500: +0,03%
NASDAQ: +0,02%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.