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RESENHA DA BOLSA - SEXTA-FEIRA 19/05/2017

ÁSIA: As bolsas asiáticas andaram de lado nesta sexta-feira, com a alta em Wall Street ofertando um alivio depois de seu pior dia no ano.

O Nikkei reverteu perdas anteriores e avançou 0,19% para fechar em 19.590,76 pontos. Do outro lado do Estreito Coreano, o Kospi da Coreia do Sul subiu 0,07%, enquanto os mercados chineses fecharam sem direção. O índice de Hang Seng subiu 0,15%, o composto de Shanghai adicionou 0,03%, enquanto o composto de Shenzhen recuou 0,12%. O índice Shanghai Composite registrou a sua primeira alta semanal depois de seis semanas.

O índice ASX 200 da Austrália caiu 0,19%, pesado principalmente por seus subíndices financeiros e industriais. Os investidores australianos foram mais cautelosos, olhando para os eventos de risco da próxima semana em vez de pontos de entrada no mercado. Uma queda no sharemarket brasileiro na quinta-feira, com acusações contra o presidente do país acrescentou turbulentas geopolíticas.

Segundo analistas, o escândalo do FBI de Donald Trump e a crise política no Brasil estão atingindo os mercados, mas os indicadores globais sugerem que os riscos políticos nos mercados emergentes vem recuando e acreditam que o "sell-off" atual seja transitório. Na próxima semana, o ex-diretor do FBI, James Comey, testemunhará em uma audiência no Senado e a OPEP se reunirá em Viena para discutir o fornecimento de petróleo. 

Uma recuperação do minério de ferro e o avanço nos preços do ouro, que desfrutou de seu maior ganho semanal desde meados de abril, proporcionou apoio de compra para os gigantes de recursos. A BHP, também impulsionada pela estabilização dos preços do petróleo, subiu 1,6%, Fortescue subiu 5,2% e Rio Tinto avançou 2,2%. Ao longo da semana, BHB Billiton subiu 2,5%, a rival Rio Tinto subiu 5% e Fortescue Metals disparou 10,6%. 

EUROPA: As bolsas europeias ganham terreno nesta sexta-feira, tentando reduzir o prejuízo causado pelas incertezas políticas nos EUA e no Brasil. O índice Stoxx Europe 600 sobe 0,36% e segue para uma perda de 1,3% na semana, o que seria o primeiro declínio em quatro semanas.

Segundo o JP Morgan, as empresas europeias subiram em média 23% no primeiro trimestre, enquanto o crescimento de 10% ns vendas na Europa foi o mais forte a nível mundial. A entrega dos resultados no primeiro trimestre foi a melhor em seis a sete anos, com surpresas positivas acima da média e crescimento de dois dígitos em todas as principais regiões, ajudada pelo aumento dos preços das commodities, pela recuperação da inflação e pela recuperação da atividade global.

No Reino Unido, o FTSE 100 avança, seguindo seus pares regionais. Entre as mineradoras listadas em Londres, Anglo American sobe 1,4%, BHP Billiton sobe 0,5% e Rio Tinto avança 0,6%. Em sentido contrário, Antofagasta recua 0,3%.

Os preços ao produtor alemão  em abril subiram 3,4%, seu maior ganho anual em mais de cinco anos, ajudado pelo aumento dos preços dos metais.

EUA: Os futuros de ações americanos indicaram que Wall Street pode registrar a segunda alta consecutiva nesta sexta-feira, ajudada pela escassez de manchetes dramáticas em Washington, embora a semana provavelmente acabará com perda para as ações.

Os mercados dos EUA fecharam em alta nesta quinta-feira, impulsionados por dados positivos e ganhos de ações de tecnologia, porém na semana, os três índices estão olhando para perdas de cerca de 1%, com os investidores questionando se o presidente dos EUA Donald Trump pode cumprir suas promessas de estímulo econômico. A maior queda durante a semana ocorreu na quarta-feira, depois que um relatório apontou que Trump pediu ao então diretor federal do Departamento de Investigações, James Comey, que interrompesse uma investigação sobre a interferência russa nas eleições americanas. Alguns investidores tem questionado se Trump vai terminar o seu mandato.

Sem dados econômicos importantes, o presidente do Fed de St. Louis, James Bullard, fará um discurso sobre a economia e a política monetária na Associação para o Crescimento Corporativo da Universidade de Washington, em St. Louis, às 10h15.

AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA: Não está prevista a divulgação de dados econômicos relevantes;

ÍNDICES FUTUROS - 8h30:
Dow: +0,17%
SP500: +0,25%
NASDAQ: +0,27%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - QUINTA-FEIRA 18/05/2017

ÁSIA: As bolsas asiáticas estendem as perdas nesta quinta-feira, enquanto os futuros dos EUA serpenteavam, em meio à turbulência política nos EUA acelerada com a nomeação de um conselho especial para assumir a investigação sobre o envolvimento da Rússia nas eleições presidenciais dos EUA no ano passado.

No Japão, o Nikkei caiu 1,32% para terminar em 19.553,86 pontos, depois de cair 0,53% na sessão anterior devido fortalecimento do iene. Desta vez, o iene não reagiu muito ao crescimento do produto interno bruto (PIB) do Japão no período de janeiro a março, que chegou a 2,2% ao ano, superando uma previsão da Reuters de 1,7%. Segundo analistas, os dados do PIB foram abafados pelas tensões políticas em Washington que abalaram os mercados globais. Os exportadores japoneses recuaram com o impulso do iene. Um iene mais forte tende a enfraquecer os ganhos dos exportadores no exterior quando repatriados para sua moeda local.

Do outro lado do Estreito coreano, o Kospi da Coreia do Sul caiu 0,18% para terminar em 2.288,85 pontos, enquanto o índice Hang Seng de Hong Kong caiu 0,62%. No continente, o Shanghai Composite caiu 0,45% para terminar em 3.090,40 pontos, enquanto o Shenzhen Composite caiu 0,63%.

O australiano S & P / ASX 200 caiu 0,82% e fechou em 5738,30 pontos, estendendo a queda de 1,1% da quarta-feira. O setor bancário continua pesando sobre o benchmark desde que o orçamento australiano, anunciado na semana passada, incluiu planos para um novo imposto sobre os ganhos dos grandes bancos. As mineradoras australianas tiveram um desempenho misto. BHP caiu 0,8%, Fortescue recuou 1,8%, enquanto Rio Tinto avançou 0,3%.

O dólar australiano fortaleceu após dados oficiais de emprego mostrar que a taxa de desemprego caiu para 5,7% em abril, ante 5,9% no mês passado. O Aussie subiu para US 0,746.

EUROPA: Os mercados europeus caem próximo das mínimas de duas semanas, com a crescente incerteza política nos EUA exacerbando preocupações dos investidores quanto à possibilidade do presidente Donald Trump ser capaz de cumprir as principais políticas pró-crescimento. O índice Stoxx Europe 600 cai 1,16% na sequência da queda de 1,2% na quarta-feira, que marcou a maior perda percentual diária desde o dia 26 de setembro.

Na quarta-feira, os investidores começaram a fugir de ativos considerados mais arriscados, como ações, depois que um relatório mostrou que Trump tinha pedido a James Comey, então diretor do Federal Bureau of Investigation, para parar com uma investigação sobre as ligações entre Trump e as autoridades russas.

Nesta quinta-feira, ações de bancos europeus lutam contra a celeuma de que a administração Trump não será capaz aprovar regras reguladoras mais flexíveis para o setor financeiro. O Stoxx Europe 600 Bank recua 2,37. O setor de exportação europeu também sofre em meio à força do euro, que nesta subiu acima de US $ 1,11 pela primeira vez desde novembro.

A fabricante de automóveis Fiat Chrysler despenca 5,96% após relatos de que o Departamento de Justiça dos Estados Unidos pretende apresentar uma ação civil contra a empresa sob alegação de excesso de emissão de diesel em seus modelos se nenhum acordo prévio for firmado. Altice cai 2,70%, porque a empresa de telecomunicações holandesa quebrou as regras da União Europeia ao realizar a aquisição da PT Portugal sem antes de notificar ou obter a aprovação prévia do órgão de fiscalização de concorrência da União Europeia.

O FTSE 100 do Reino Unido estendem as perdas de quarta-feira, liderado pelos setores de materiais básicos, industrial e financeiro. O índice caiu 0,3% na quarta-feira, a primeira perda em 10 sessões, recuando de seu recorde de fechamento de 7.522,03 pontos registrado na terça-feira. Em Londres, as ações do Barclays recuam 1,98% e HSBC Holdings caem 1,56%.

Questionamentos sobre a viabilidade dos planos de infraestrutura promovidos pelo governo Trump e a continuidade de um comércio fraco, prejudicou as ações dos produtores de metais. Antofagasta cai 3,2%, Anglo American perde 2,7%, BHP recua 1,9% e Rio Tinto perde 1,3%.

Entre os dados econômicos divulgados, a taxa de desemprego da França caiu para 9,6%, uma baixa de cinco anos, com o mercado de trabalho melhorando para os jovens. As vendas do varejo britânico recuperaram em abril, após um declínio íngreme nos primeiros três meses do ano. As vendas no varejo cresceram 2,3% no mês, significativamente maior do que os 1,5% esperados por uma pesquisa do Wall Street Journal.

A França deve realizar uma reunião de gabinete do seu governo recém empossado. O apoio ao partido centrista do presidente Emmanuel Macron vem crescendo antes das eleições legislativas de junho de acordo com a pesquisa da Harris Interactive, aumentando a probabilidade do ex-ministro da economia conseguir apoio parlamentar para seus planos de reforma.

Por outro lado, secretários de relações exteriores da UE se reunirão em Bruxelas para discutir a cooperação da OTAN, bem como segurança e defesa.

EUA: Futuros de ações dos EUA enfrentam um outro "selloff". Os futuros do Dow deslizaram quase 100 pontos após a Reuters informar que o ex-conselheiro de Segurança Nacional, Michael Flynn e outros membros da equipe de campanha de Trump trocaram pelo menos 18 telefonemas ou e-mails com autoridades russas durante a campanha presidencial de 2016. Entre os acontecimentos recentes, o ex-chefe do FBI, Robert Muller, foi nomeado como conselheiro especial pelo Departamento de Justiça, para assumir a investigação sobre a interferência da Rússia nas eleições de 2016, além dos e-mails de Hillary Clinton.

Na quarta-feira, as bolsas dos EUA sofreram um pesado "selloff" depois que o New York Times informou que o presidente dos EUA, Donald Trump, havia pedido ao ex-diretor do Federal Bureau of Investigations, James Comey, que abandonasse uma investigação entre seu círculo íntimo e os russos. O Nasdaq Composite liderou a sessão desastrosa em Wall Street caindo de 2,6% para 6.011,24 pontos, o pior declínio diário desde o Brexit no verão passado.

Os relatórios provocaram a possibilidade de impeachment para Trump, embora muitos analistas acreditam que a situação não acontecerá, mas os apostadores internacionais estão aumentando suas apostas de que Donald Trump será retirado do cargo de presidente dos EUA. A PredictIt, que oferece previsões em eventos políticos e financeiro, teve um volume recorde nos últimos dois dias em contratos focados em saber se Trump sofrerá impeachment. As probabilidades mais recentes sugerem uma chance de 27% para "sim". As apostas na britânica Ladbrokes sugere cerca de 56%, as chances do presidente americano ser retirado do cargo.

Analistas de mercados acreditam que não há nenhuma chance de que os cortes de impostos para as empresas americanas cheguem ao Congresso, enquanto o presidente Trump estiver defendendo suas alegações sobre obstrução da justiça.

O dólar americano vem subindo depois da eleição de novembro, em parte devido em parte às expectativas sobre as políticas propostas por Trump, mas o mercado parece estar a desfazendo essas expectativas.

Na agenda desta quinta-feira está prevista a divulgação do relatório sobre reivindicações semanais de desemprego  às 9h30, onde se espera um pequeno aumento para 240.000. O Philly Fed index para maio será divulgado no mesmo horário e a leitura sobre os principais indicadores de abril será às 11h00 (horário de Brasilia). Loretta Mester, presidente do Fed da Cleveland, falará sobre a perspectiva econômica em Minneapolis, Minnesota, às 14h15.

AGENDA DO INVESTIDOR:

EUA:
9h30 - Unemployment Claims (número de pedidos de auxílio-desemprego);
9h30 - Philly Fed Manufacturing Index (indicador responsável por mensurar a atividade industrial no estado);
11h00 - CB Leading Index (ou Índice de Indicadores Antecedentes, relatório que compreende 10 índices já divulgados no país e que resumem a situação da economia americana e servem como prévia para o desempenho da economia);

ÍNDICES FUTUROS - 8h00:
Dow: -0,52%
SP500: -0,42%
NASDAQ: -0,32%

BRASIL: As ações brasileiras negociadas em Nova York despencaram após a notícia de que o dono da JBS, Joesley Batista, gravou Michel Temer dando aval para comprar o silêncio de Eduardo Cunha. No after market do pregão americano, o iShares MSCI Brazil Capped ETF, que representa as ações com maior peso no Ibovespa, desabou 14% na quarta-feira. Os ADRs da Petrobras desabaram 11,08% para US $ 9,15. No pregão regular, que terminou às 17h00 (horário de Brasilia), os papeis da estatal haviam caído apenas 1,53%.

O iShares MSCI Brasil Capped ETF cai 15,97% no pré market desta quinta-feira, com os políticos da oposição pedindo para o presidente Michel Temer se demitir. O fundo iShares é o maior ETF cotado nos EUA que rastreia ações brasileiras e atraiu quase US $ 6 bilhões em dinheiro de investidores.

OBSERVAÇÃO:
Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - QUARTA-FEIRA 17/05/2017

ÁSIA: As principais bolsas asiáticas fecharam em queda nesta quarta-feira, com os futuros do Dow caindo em meio à tensão em Washington levantando dúvidas sobre a capacidade do governo do presidente Donald Trump de fazer progressos políticos, após revelação de que Trump compartilhou informações de inteligência obtida de um aliado próximo com autoridades russas na Casa Branca na semana passada. 

O dólar caiu pela quinta sessão consecutiva durante o pregão asiático. Com isso como pano de fundo, o iene japonês, considerado um ativo de segurança em épocas de turbulências, foi o maior propulsor das últimas 24 horas na região, fortalecendo contra o dólar para ¥ 112, 45, uma baixa de cerca de duas semanas, depois de ficar grande parte de maio em baixa. 

O Nikkei caiu 0,53% para terminar em 19.814,88 pontos, com os exportadores recuando devido um iene mais forte, o que diminui seus ganhos no exterior quando convertidos de volta para a moeda local. Do outro lado do Estreito Coreano, na Coréia do Sul, o Kospi terminou em baixa de 0,15%, enquanto o Hang Seng de Hong Kong fechou em queda de 0,17%. No continente, o Shanghai Composite terminou em queda de 0,26%, em 3.104,74 pontos.

O S & P / ASX 200 da Austrália caiu 1,1%, pesada pelo setor bancário que tem um forte peso ponderado sobre o benchmark. O setor tem estado sob pressão desde que o orçamento australiano anunciado na semana passada, incluiu um imposto sobre os ganhos dos grandes bancos. Além disso, a agência de classificação de risco Moody's citou em nota nesta quarta-feira, preocupações de que o aumento dos preços dos imóveis e o baixo crescimento salarial, aumentam os riscos no setor bancário do país. Em contrapartida, o setor de recursos subiram, com a Rio Tinto subindo 2,2%, Fortescue disparou 5,3%, BHP avançou 0,2% e a produtora de ouro Newcrest subiu 4,55%.

Os "stocks" de petróleo caíram em torno da região, enquanto os preços do petróleo recuaram após os dados mostrarem que os estoques americanos aumentaram. Também pairam dúvidas se o resto dos membros da OPEP concordará com a extensão do corte de produção proposta pela Arábia Saudita e Rússia. Analistas esperam uma negociação cautelosa antes dos dados oficiais do inventário dos EUA. Na Austrália, Santos caiu 2,49%, o japonês Inpex caiu 1,60%, S-Oil da Coreia do Sul perdeu 3,79% e Cnooc cotados em Hong Kong recuou 0,76%.

EUROPA: As bolsas europeias abriram em queda, com investidores digerindo preocupações políticas sobre o presidente dos EUA Donald Trump, depois que o The New York Times informou que Trump havia pedido a James Comey, então diretor do FBI, para interromper sua investigação sobre as ligações entre Trump e as autoridades russas. O índice Stoxx Europe 600 recua 0,25%.

O setor automotivo lidera as perdas no pan-índice. A Fiat Chrysler cai 2,4% após a Reuters ter informado na sessão anterior que a União Europeia iria iniciar uma ação legal na Itália frente aos testes de emissões de poluentes da montadora, enquanto Raiffeisen Bank International lidera o topo do Stoxx 600 e sobe 3%. O credor austríaco superou as expectativas dos analistas, registrando um salto no lucro líquido no primeiro trimestre e relatou melhora das condições econômicas. 

No Reino Unido, o FTSE 100 opera entre altas e baixas. Setor industrial e financeiro lideram as perdas, enquanto as ações de bens de consumo avançam. Os setores de infraestrutura e bancário se beneficiaram em todo o mundo com a perspectiva de que a administração Trump iria impulsionar os gastos com infraestrutura, reduzir impostos e implementar reformas no setor financeiro, mas o dólar mais fraco ajuda a maioria dos preços dos metais nominados em dólares, incluindo os futuros de ouro que sobe 0,74%, impulsionando a maioria das ações  de produtores de metais listadas em Londres. A produtora de ouro Fresnillo sobe 2,69%, enquanto entre outras mineradoras listadas na LSE registram ganhos mais modestos. Anglo American sobe 0,3%, Antofagasta avança 0,8% e Rio Tinto sobe 1,1%, enquanto BHP cai 0,2% e Glencore perde 0,5%.

A taxa de desemprego no Reino Unido caiu para a mínima de quatro décadas no primeiro trimestre do ano, mas os salários ajustados pela inflação declinaram pela primeira vez desde 2014, um sinal de que os britânicos estão enfrentando um aperto no padrão de vida apesar de um mercado de trabalho robusto. A taxa de desemprego no período de janeiro a março caiu  para 4,6% em relação ao trimestre anterior, o menor desde meados de 1975. O emprego aumentou 122 mil, atingindo o nível mais alto registrado, mas ajustado com a inflação, os salários no primeiro trimestre caíram 0,2%, o primeiro declínio real nos salários desde 2014. A inflação anual no Reino Unido ficou em 2,7% em Abril, a taxa de crescimento dos preços mais rápida em mais de três anos, ultrapassando a meta do Banco de Inglaterra de 2% pelo terceiro mês consecutivo. Dados preliminares mostraram que a economia do Reino Unido desacelerou acentuadamente já no primeiro trimestre do ano, enquanto os consumidores reduziram os gastos.

EUA: Os futuros de ações americanos recuam a medida que a turbulência política em Washington deixa dúvidas se o presidente dos EUA, Donald Trump, pode avançar com sua agenda pró crescimento, após o New York Times informar que Trump pediu ao ex-diretor do FBI, James Comey, para interromper sua investigação sobre o ex-conselheiro de Segurança Nacional Michael Flynn, citando um memorando do próprio Comey. O relatório levou alguns republicanos da Câmara a pedir uma nova investigação e ao FBI entregar documentos relacionados às comunicações entre Comey e o presidente. Trump enfrenta perguntas como por que demitiu James Comey.

O dólar caiu em relação a uma cesta de moedas, com o Dólar ICE caindo para seu menor nível desde a eleição presidencial dos EUA, ao atingir uma baixa no "intraday" de 97,86, ante níveis próximos de 99 na semana passada.

AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:
11h30 - Crude Oil Inventories (Relatório de Estoques de Petróleo dos Estados Unidos);.

ÍNDICES FUTUROS - 7h10:
Dow: -0,48%
SP500: -0,50%
NASDAQ: -0,41%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.