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RESENHA DA BOLSA - SEGUNDA-FEIRA 21/08/2017

ÁSIA: Os mercados da Ásia fecharam misturados no pregão de segunda-feira, com investidores digerindo os desenvolvimentos políticos em Washington, enquanto os EUA iniciam os exercícios militares em conjunto com a Coreia do Sul.

O Nikkei do Japão caiu 0,40%, para fechar em 19.393,13 pontos, com ganhos nos "stocks" de petróleo sendo compensados ​​pela suavidade dos fabricantes de automóveis, finanças e tecnologia. O índice de referência caiu para os níveis próximos de três meses e meio na sessão anterior.

Atravessando o estreito coreano, o Kospi da Coreia do Sul caiu 0,14% e fechou em 2.355 pontos enquanto começam os exercícios militares anuais de 21 de agosto a 31 de agosto, conhecido como Ulchi Freedom Guardian, que testarão se a aparente flexibilidade da Coreia do Norte em relação à Guam é duradoura, mas Pyongyang já advertiu no domingo que as manobras são "comportamento imprudente, levando a situação para a fase incontrolável de uma guerra nuclear".

Abaixo, o S & P / ASX 200 recuou 0,37%, para terminar a sessão em 5.725,90 pontos, com fraqueza nos subíndices de serviços de saúde e telecomunicações. O subíndice financeiro altamente ponderado caiu 0,29%. O grupo australiano Fortescue Metals afirmou na segunda-feira que o lucro líquido subiu 113% para US $ 2,09 bilhões no ano findo em 30 de junho de 2017. As ações da mineradora dispararam 6,1%, depois de anunciar um dividendo maior do que o esperado. Enquanto isso, as rivais BHP Billiton e Rio Tinto avançaram 0,8 e 1,3%, respectivamente. 

Entre outros destaques de mercado, a empresa siderúrgica australiana Bluescope viu suas ações despencar 21,83% depois que a empresa destacou uma perspectiva mais fraca de ganhos devido à concorrência e menores margens nos EUA.

Na Grande China, os mercados subiram. O índice Hang Seng de Hong Kong ganhou 0,40% e no continente, o Shanghai Composite avançou 0,57%, enquanto o Shenzhen Composite subiu 0,74%.

EUROPA: As bolsas europeias recuam nesta segunda-feira com investidores duvidando da capacidade do presidente Donald Trump de impor sua ambiciosa agenda econômica, enquanto as tensões entre os EUA e a Coreia do Norte aumentam. O índice Stoxx 600 cai 0,16%, após o índice de referência pan-europeu cair 0,7% na sexta-feira, na sequência dos ataques terroristas em Espanha. O benchmark já caiu cerca de 6% desde que alcançou o pico de 20 meses em meados de maio.

Destaque de alta para a Fiat Chrysler que segue em direção ao topo do pan-índice, subindo mais de 3% com notícias de que a montadora chinesa Great Wall Motor está interessada na empresa. O conglomerado dinamarquês AP Moller-Maersk anunciou que concordou em vender sua divisão de petróleo e gás, a Maersk Oil, para a gigante francesa Total por US $ 7,45 bilhões. O acordo, que deverá ser fechado no primeiro trimestre de 2018, fez as ações da Moller-Maersk dispararem 4%.

O setor bancário da Europa recua 0,35%, enquanto o setor de recursos básicos avançam na segunda-feira, apoiados pela alta nos preços de metais. O zinco subiu para seu maior nível em 10 anos em de Londres, devido demanda robusta do aço na China. As ações da mineradora de cobre Antofagasta sobem 1,48% e as Glencore adicionam 0,38%. Os peso pesados de minério de ferro BHP Billiton e Rio Tinto avançam 0,89 e 0,98%, respectivamente. No início desta segunda-feira, a produtora australiana de minério de ferro Fortescue Metals Group aumentou seus dividendos após o lucro anual mais do que duplicar devido fortes preços do minério de ferro.

Apesar do avanço do setor de materiais básicos, o FTSE 100 do Reino Unido opera em baixa. O índice caiu 0,9% na sexta-feira, reduzindo seu ganho semanal para 0,2%.

EUA: Os futuros de ações dos EUA operam entre altas de baixas, antes da abertura desta segunda-feira, podendo colocar o Dow Jones Industrial Average a caminho de uma baixa de duas semanas. Na semana passada, o DJIA caiu 0,8%, resultando em uma queda de 1,9% em duas semanas, o maior declínio percentual em duas semanas desde meados de setembro. O S & P 500 caiu 0,7% na semana e o Nasdaq Composite caiu 0,6%.

Segundo analistas, "não há muito para se comemorar neste momento, com a temporada de ganhos chegando ao fim, pois o sentimento do mercado é bastante negativo, com um novo ciclo de escalada na península coreana parecendo estar pronto para se iniciar, já que os EUA e a Coreia do Sul iniciaram nesta segunda-feira, exercícios militares anuais.

O ouro saltou brevemente acima de US $ 1.300 a onça pela primeira vez desde novembro na sexta-feira, impulsionado pela demanda por ativos de refúgio após uma semana de contínua turbulência na Casa Branca e o ataque terrorista em Barcelona, ​​Espanha. O metal amarelo subiu 0,2% na semana passada, alta em quatro das últimas seis semanas, tocando em uma alta de dois meses.

O sentimento também azedou após Trump demitir seu controverso estrategista político, Steve Bannon. A demissão do ex-estrategista chefe da Casa Branca de Trump foi seguida pela renúncia de seu conselheiro especial sobre regulamentação, Carl Icahn, na sexta-feira. 

O índice de atividade nacional para julho do Federal Reserve de Chicago está programada para sair às 9h30 da manhã, mas os investidores começam a concentrar suas atenções para o simpósio do Fed de Kansas City em Jackson Hole, Wyo. O encontro dos presidentes dos principais bancos centrais do mundo começa na quinta-feira e termina no sábado.

Na semana passada, fontes do Banco Central Europeu, em um relatório da Reuters, atenuaram as expectativas de uma mudança radical do presidente do Banco Central Europeu, Mario Draghi, alegando que ele não divulgará novas mensagens políticas na conferência. Analistas acreditam que o Conselho de Administração do BCE deve anunciar planos sobre o futuro do programa de compras de ativos conhecido como "QE" em sua próxima reunião em 7 de setembro.

Mas mesmo sem um discurso do Sr. Draghi, a presidente da Fed, Janet Yellen, deverá ser o foco do simpósio e é claro que o evento geralmente produz pistas globais em relação ao pensamento do banco central.

ÍNDICES FUTUROS - 7h40:
Dow: -0,01%
SP500: -0,01%
NASDAQ: -0,08%

OBSERVAÇÃO:
Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - SEXTA-FEIRA 18/08/2017

ÁSIA: Os mercados da Ásia foram pressionados com as crescentes incertezas sobre a capacidade da administração Trump de seguir suas políticas econômicas propostas durante sua campanha, após rumores de que Gary Cohn, diretor do Conselho Econômico Nacional, seria o próximo membro importante a se demitir pela administração, após Trump dissolver na quarta-feira dois conselhos consultivos compostos por executivos de alto nível. Vários membros desses conselhos haviam se demitido após resposta do presidente à violência em uma manifestação nacionalista em Charlottesville, Virgínia. O rumor foi posteriormente refutado pela Casa Branca.

Os mercados também acompanharam a notícia de um ataque terrorista próximo de um popular ponto turístico em Barcelona, ​​na Espanha, na quinta-feira. Pelo menos 13 morreram no ataque e feriu mais de outros 100.

O Nikkei do Japão tocou em seus níveis mais baixos em três meses, com a força no iene também pesando sobre as ações. Houve uma pressão da moeda japonesa frente ao dólar, euro e libra britânica, o que prejudica os exportadores japoneses. O índice de referência recuperou parte das perdas no final após analistas dizerem que os ganhos corporativos estavam fornecendo apoio ao benchmark e fechou em baixa de 1,18% para terminar em 19.470,41 pontos.

Atravessando o estreito coreano, o Kospi da Coreia do Sul recuou 0,14% e terminou em 2358,37 pontos.

Enquanto isso, o S & P / ASX 200 da Austrália caiu 0,56% para 5.747,10 pontos, impulsionado por perdas na maioria dos subíndices. O subíndice financeiro pesadamente ponderado perdeu 1,09%. Entre as mineradoras australianas, BHP Billiton caiu 2%, Fortescue recuou 0,7% e Rio Tinto perdeu 0,5%.

Nos mercados na China, o índice Hang Seng de Hong Kong perdeu 1,08% e no continente, o Shanghai Composite fechou em ligeira alta de 0,02%, próximo da estabilidade, em 3.269,24 pontos.

A fabricante de computadores Lenovo registrou uma perda de US $ 72 milhões no trimestre findo em 30 de junho, citando condições de mercado desafiantes e restrições de oferta. O papel caiu 3,81% em Hong Kong.

Ações financeiras apresentavam as maiores baixas na região. Em Tóquio, as seguradoras de vida lideraram o caminho para baixo: Dai-ichi Life Holdings caiu 2,69% enquanto a T & D Holdings caiu 2,6%. Na Austrália, três dos quatro maiores bancos do país, Westpac Banking (-1,56%)  National Bank Bank (-1,34%) e Austrália and New Zeland Banking (-1,15%) caíram pelo menos 1,2%.

Entre os dados econômicos divulgados, os preços de casas novas na China subiram 0,4% em julho em relação ao mês anterior, abaixo de uma alta de 0,7% observado em junho. Em uma base anual, os preços médios de casas novas aumentaram 9,7% em relação ao ano anterior.

EUROPA: As bolsas europeias registram baixas substanciais na manhã desta sexta-feira, com investidores reagindo ao pior ataque terrorista na Espanha em mais de 13 anos. Pelo menos 13 pessoas foram mortas na quinta-feira, quando uma van atropelou centenas de pedestres na popular via de Las Ramblas de Barcelona. Mais de 100 pessoas ficaram feridas e o número de mortos poderá aumentar, segundo autoridades. Horas depois, a polícia matou cinco supostos terroristas enquanto realizavam um outro ataque que atingiu sete pessoas em Cambrils, cidade espanhola a sudoeste de Barcelona. O chamado Estado islâmico se responsabilizou pelo ataque, no entanto, a reivindicação não foi confirmada.

Em Madrid, o IBEX 35 registra baixa de 1,17%, enquanto o pan-europeu Stoxx 600 caiu quase 1%, pesada pelo setor de viagens e lazer. As companhias aéreas, incluindo a Easyjet, Ryanair e Lufthansa, registram as maiores baixas, com cada uma recuando mais de 1,3%. A empresa holandesa de armazenagem de petróleo e produtos químicos Vopak reportou que o lucro principal em 2017 será menor do que no ano passado, em parte devido aos planos da empresa em investir em suas instalações de armazenamento. Suas ações lideram a baixa no benchmark, com queda de mais de 8%. O Stoxx Europe 600 segue em curso para um aumento semanal de 0,3%.

Assim como em toda a Europa, o FTSE 100 do Reino Unido cai nesta sexta-feira, com queda nas ações relacionadas à viagens depois dos ataques terroristas na Espanha. O índice enfrenta a segunda perda consecutiva, mas ainda está em curso para um modesto aumento semanal de 0,4%. As ações da produtora de ouro Randgold Resources sobem 1,3%. Entre outras mineradoras, Anglo American cai 1,2%, Antofagasta recua 1%, BHP Billiton perde 1,6% e Rio Tinto opera em baixa de 0,8%.

EUA: Os futuros do índice de ações dos EUA apontam para uma abertura próximo da estabilidade, com investidores tomando nota do sentimento comercial negativo visto globalmente à luz do ataque terrorista em Barcelona na quinta-feira.

A turbulência em torno da liderança do presidente Donald trump, das políticas econômicas e suas recentes declarações sobre a supremacia branca na Virgínia, continuam a pesar o sentimento dos mercados.

Na agenda do investidor, os dados do sentimento do consumidor de Michigan estão programados para sair às 11h00. Enquanto isso, Deere, Estee Lauder 
devem relatar seus números trimestrais.

Foot Locker despenca 18,26% no "pré-market", depois que a empresa de vestuário esportivo ficou aquém das estimativas de lucro e vendas no segundo trimestre. A empresa reportou um lucro líquido de US $ 51 milhões, ou 39 centavos por ação no trimestre, em comparação com US $ 127 milhões, ou 94 centavos por ação, no mesmo período do ano anterior. As vendas caíram 4,4% para US $ 1,701 bilhão, também abaixo do consenso de US $ 1,801 bilhão. As vendas nas lojas caíram 6%, em comparação com um consenso de um ganho de 0,8%. O presidente executivo, Richard Johnson, reportou em um comunicado, descrevendo os resultados como "decepcionantes", afetados pela disponibilidade limitada de novos produtos inovadores no mercado e que essas dinâmica persistirá até o fim de 2017 e espera-se que as vendas ​​diminuam de 3 a 4% ao longo do resto do ano.

Na sequência da minuta da última reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto vistos no início desta semana, os investidores irão procurar comentários importantes por parte do presidente do Fed, Robert Kaplan, que deve falar no Dia da Conferência do Distrito da Comunidade do Condado de Dallas, no Texas.

ÍNDICES FUTUROS - 8h00:
Dow: -0,07%
SP500: -0,04%
NASDAQ: +0,21%

OBSERVAÇÃO:
Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - QUINTA-FEIRA 17/08/2017

ÁSIA: Os mercados asiáticos fecharam mesclados nesta quinta-feira, enquanto os investidores digeriam a ata do Federal Reserve que revelou uma divisão entre os membros do FOMC sobre o momento do próximo aumento da taxa de juros.

A perspectiva de um ritmo mais lento no aumento de taxa de juros nos EUA pressionou o dólar e o ganho subsequente no iene pesou nas ações japonesas na quinta-feira. O Nikkei do Japão caiu 0,14%, para fechar em 19.702,63 pontos, com o iene se fortalecendo contra o dólar, sendo negociado abaixo de ¥ 110. Os setores automotivos e financeiros encerraram a sessão em baixa. As ações japonesas geralmente caem quando o iene se fortalece em meio ao medo de que uma moeda mais forte atinja os exportadores, uma faceta importante da economia do país, enquanto uma taxa de juros mais alto nos EUA aumenta os lucros dos bancos.

Ainda assim, a recuperação no iene neste ano não parece estar atingindo a economia japonesa. As exportações japonesas cresceram 13,4% em julho comparado com o ano anterior, o oitavo aumento mensal consecutivo, em linha com a previsão de um aumento de 13,6% e acima do aumento de 9,7% observado em junho. 

Na Coreia do Sul, o Kospi avançou 0,57%, para terminar em 2.361,67 pontos, auxiliado pelo otimismo em relação aos ganhos no terceiro trimestre. Posco terminou 4,71%  maior e a Hyundai Steel subiu 2,81%.

O índice de referência S & P / ASX 200 da Austrália caiu 0,10%, para fechar em 5.779,20 pontos, com os ganhos nos subíndices de materiais e cuidados de saúde sendo equilibrados com as perdas no subíndice de serviços de telecomunicações. As ações da Telstra despencaram 10,62% depois de ter dito que reduziria os dividendos. O dólar mais fraco alimentou a recuperação dos metais, assim a mineradora Rio Tinto subiu 1,4%, enquanto Fortescue Metals e BHP Billiton subiram 1,2% cada.

O Índice Hang Seng de Hong Kong caiu 0,24%, com a continuidade da temporada de relatórios corporativos. Os mercados do continente fecharam em alta: o Shanghai Composite subiu 0,68% e o Shenzhen Composite adicionou 0,57%.

Os mercados da Indonésia estavam fechados para um feriado público.

os preços do petróleo subiram depois de cair mais de 1% durante horário ocidental, devido preocupações de que a produção dos EUA estava aumentando.

EUROPA: As bolsas europeias caem quinta-feira, com as ações do banco sofrendo com dúvidas sobre quando o Federal Reserve elevará a taxa de juros dos EUA em 2017 após uma série de leituras inesperadamente baixas, enquanto os investidores esperam detalhes oficiais da discussão política do Banco Central Europeu no mês passado.

O índice Stoxx Europe 600 recua 0,20%, liderado por perdas de ações financeiras e de petróleo e gás. Nomes de utilidade e cuidados de saúde, no entanto, avançam. Um declínio nesta quinta-feira será o primeiro do índice de referência em quatro sessões. O benchmark terminou em alta de 0,7% na sessão de quarta-feira, auxiliada em parte pelo enfraquecimento do euro.

O Stoxx Europe 600 Bank Index cai 0,78% pesada pela perspectiva de taxa de câmbio, já que muitos bancos europeus tem operações nos EUA e taxas mais altas podem ajudar a margem dos juros.

No Reino Unido, o FTSE 100 opera em baixa, com ações de bancos e da varejista Kingfisher pesando sobre o benchmark, enquanto ações de mineradoras apresentam um melhor desempenho. O índice subiu 0,7%  na quarta-feira e uma perda na quinta-feira será o primeiro teste em quatro sessões. 

O debate "dovish" no Fed pesou sobre o dólar, mas essa fraqueza ajudou a elevar os preços de commodities nominados em dólares, incluindo cobre que apresenta uma recuperação recente. A produtora de cobre Antofagasta sobe 0,5%. Outros pares do setor perdem fôlego. Anglo American sobe 0,1%, BHP Billiton cai 0,1% e Rio Tinto recua 0,5%. A varejista Kingfisher despenca 5,73% depois que registrou queda nas vendas ​​no segundo trimestre, em parte por causa da contínua fraqueza na França.

As vendas no varejo no Reino Unido cresceram 0,3% em julho e o crescimento do mês anterior foi revisado significativamente. A leitura de julho ficou um pouco abaixo das expectativas dos economistas que previam uma leitura de 0,4%. Em termos anuais, as vendas no varejo cresceram 1,3%, decepcionando as expectativas de uma expansão de 1,7%. Depois de um início de ano lento, as vendas no varejo recuperaram um pouco no segundo trimestre, com o calor do verão fazendo os britânicos sair de casa e gastar. 

A inflação acelerou bruscamente após a forte depreciação da libra na sequência do Brexit no ano passado, espremendo as carteiras das famílias britânicas. A inflação ficou em 2,6% em julho, abaixo da máxima de quatro anos de maio, quando registrou 2,9%, mas ainda significativamente acima do alvo do Banco da Inglaterra de 2%. Com o crescimento da inflação, os britânicos viram seus salários reais diminuir pelo quarto mês consecutivo em junho.

Novos dados divulgados pela câmara de comércio britânica na quinta-feira mostrou que a confiança do exportador suavizou devido às flutuações cambiais e escassez de trabalhadores qualificados pós-Brexit. O Office for National Statistics anunciou recentemente que o número de cidadãos da UE que trabalham no Reino Unido atingiu um recorde.

Existem expectativas de que o BCE comece a encerrar seus esforços agressivos de estímulo monetário, com o aumento do PIB e a melhora das economias da eurozona neste ano. Os investidores estavam ansiosos para ouvir o que o presidente do BCE, Mario Draghi, dirá sobre esse assunto durante o simpósio do Fed em Jackson Hole, Wyo, na próxima semana, mas um relatório da Reuters de quarta-feira, citando fontes do BCE, disse que Draghi não divulgará detalhes sobre políticas econômicas na conferência. Na última reunião do BCE, Draghi afirmou claramente que uma discussão sobre os ajustes para o QE deveria ocorrer no "outono", sugerindo que é provável que possa começar a haver sinais de mudanças de estímulo em setembro ou outubro. Analistas mantém a visão de que um cenário provável é que o banco elimine seu viés de flexibilização do QE na reunião de setembro, preparando as bases para um anúncio formal em outubro de que o ritmo das compras do QE pode ser reduzido até a virada do ano.

EUA: Os futuros de ações dos EUA seguem em baixa nesta quinta-feira, após os investidores digerirem a última minuta do Federal Reserve e a decisão do presidente Donald Trump de dissolver dois conselhos empresariais após CEOs de diferentes companhias renunciarem em protesto às declarações de Trump culpando não apenas supremacistas brancos, mas também manifestantes opostos a eles, pela violência em Charlottesville, na Virgínia. Diversos políticos do Partido Republicano, o mesmo de Trump e o aliados do Reino Unido criticaram o presidente após seus comentários da terça-feira sobre a violência de sábado.

As pequenas perdas ocorrem depois que as bolsas fecharam moderadamente maior na quarta-feira, com o Dow terminando em território positivo pela quarta sessão consecutiva.

O dólar declinou depois que a minuta da reunião de julho do Fed sugeriu que o banco central está preocupado com a inflação lenta e esse tipo de incerteza leva a novas dúvidas sobre se o Fed será capaz de aumentar as taxas novamente neste ano, deixando os investidores nervosos. Segundo analistas, olhando para o futuro, o caminho do dólar pode ser ditada por qualquer notícia vindo da Coreia do Norte, após o presidente Trump pedir a seus conselheiros militares sobre opções militares credíveis.

As atenções de quinta-feira também se voltam para os ganhos dos pesos pesados ​​Alibaba e Wal-Mart, além de dados de reivindicações semanais de desempregados e o índice de manufatura do Fed de Filadélfia de agosto que serão divulgados às 9h30. A produção industrial e a utilização da capacidade para julho são esperadas às 10h15, seguidas de indicadores econômicos para julho às 11 da manhã.

AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:
9h30 - Unemployment Claims (número de pedidos de auxílio-desemprego);
9h30 - Philly Fed Manufacturing Index (indicador responsável por mensurar a atividad
10h15 - Industrial Production (produção industrial) e pelo Capacity Utilization Rate (capacidade utilizada);
11h00 - CB Leading Index (ou Índice de Indicadores Antecedentes, relatório que compreende 10 índices já divulgados no país e que resumem a situação da economia americana e servem como prévia para o desempenho da economia);

ÍNDICES FUTUROS - 7h20:
Dow: -0,06%
SP500:-0,09%
NASDAQ: -0,25%

OBSERVAÇÃO:
Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.