Veja Também

Veja Também
RESENHA DA BOLSA - SEGUNDA-FEIRA 13/11/2017

ÁSIA: A maioria dos mercados de ações da Ásia Pacífico começaram a semana sem uma direção definida, após o sentimento global por ações azedar na semana passada em meio a novas preocupações sobre as reformas tributárias dos EUA, já que as propostas republicanas alternativas surgiram.

O Nikkei Stock Average recuou 1,32%, a maior perda percentual em dois meses e o menor fechamento desde 31 de outubro. O índice de referência aumentou 21% desde o início de setembro até a semana passada. O declínio da segunda-feira no Japão ocorreu apesar do recuo do iene. O dólar foi negociado em torno de ¥ 113,70 contra ¥ 113,47 de quando os mercados de ações local fecharam na semana passada. As casas comerciais, "stocks" bancários e "players" de tecnologia pesaram sobre os "benchmarks" locais. As ações relacionadas à energia, no entanto, fecharam mescladas: JXTG Holding fechou 1,69% maior, enquanto Inpex deslizou 1,66%. O desenvolvedor imobiliário Mitsui Fudosan despencou 4,09% e a fabricante de fibras Toray recuou 3,93%.

Do outro lado do estreito coreano, o Kospi da Coreia do Sul recuou 0,50%, para finalizar em 2.530,35 pontos, com as montadoras e cosméticos sendo compensadas ​​por perdas do setor industrial: Amorepacific fechou 0,62% maior, Hyundai Motor saltou 3.88 por cento, mas Samsung Heavy caiu 2,78% no final da sessão.

Abaixo, o australiano ASX 200 caiu 0,13% para fechar em 6.021,77 pontos, com perdas moderadas no subíndice financeiro fortemente ponderado, pesando sobre o índice mais amplo. O setor de recursos básicos teve o melhor desempenho setorial do ASX na segunda-feira. A BHP adicionou 0,8% e Rio Tinto subiu 1,1%, enquanto Fortescue perdeu 0,2% e South32 permaneceu inalterada. A produtora de petróleo, Woodside Petroleum caiu 1,2%.

No fim de semana, o governo australiano perdeu sua maioria na câmara dos deputados, após a demissão de um deputado. No entanto, os investidores na segunda-feira estavam se posicionando antes da divulgação de pesquisas chinesas relevantes, como sentimento dos negócios e confiança dos consumidores e o relatório local de emprego. 

Os mercados da China lideraram uma recuperação na região. O índice Hang Seng subiu 0,21%, enquanto no continente, o Shanghai Composite subiu 0,47% e o Shenzhen Composite subiu 0,30%. As ações da desenvolvedora imobiliária Country Garden Holdings saltaram 6,03% e da Sunny Optical Technology avançaram 5,19%, depois que as empresas foram incluídas no Índice Hang Seng. Enquanto isso, a Cathay Pacific Airways e a Kunlun Energy caíram 0,65% e 3,23%nto, depois de serem removidas do índice. Ações de tecnologia também ajudaram o índice de ações em Hong Kong. Tencent subiu 0,57% e a fornecedora da Apple, AAC, disparou 5,79%, cravando o sexto recorde intradiário.

As ações bancárias negociadas no continente fecharam a sessão em alta após anúncio na semana passada de que a China estaria facilitando as regras para aquisição estrangeira no gigantesco setor financeiro: o ICBC fechou 2,41% maior e Merchants Bank subiu 2,14% no final da sessão.

Onze países concordaram fazer em um pacto de comércio regional após os EUA se retirar no início deste ano. O Japão liderou as negociações, denominado Acordo abrangente e progressivo para a Parceria Trans Pacific (CPTPP). A Reuters informou que o acordo ainda não foi finalizado.

EUROPA: As bolsas europeias operam sem direção na manhã desta segunda-feira, enquanto os investidores se concentram em ganhos regionais, observam os planos de reforma tributária nos EUA e problemas políticos no Reino Unido. 

O índice pan-europeu STOXX 600 cai 0,05%, pesado por perdas na concessionária francesa EDF após uma atualização decepcionante, enquanto o DAX da Alemanha avança.

Destaque também para a alta do FTSE 100 do Reino Unido nos negócios iniciais. Na sexta-feira, o índice caiu 0,7% pela segunda vez consecutiva, em seu menor fechamento em seis semanas. O índice de referência de Londres na semana passada caiu 1,7%. As mineradoras negociam em alta nesta segunda-feira. Anglo American sobe 0,3%, Antofagasta avança 0,5%, BHP Biliton adiciona 0,8% e Rio Tinto opera em alta de 0,7%.

O índice é ajudado por uma queda acentuada na libra esterlina durante o fim de semana, o que aumenta os lucros das grandes empresas multinacionais baseadas em Londres, que coletam receitas em dólares americanos. A libra esterlina cai em preocupações crescentes sobre o futuro de Theresa May como primeira ministra. Vários deputados querem que a primeira-ministra se demita. Analistas acreditam que os desenvolvimentos políticos provavelmente será o fator mais importante que guiará a libra nos próximos meses, dada a perspectiva cautelosa do Banco da Inglaterra sobre as taxas de juros. O banco central espera apenas mais dois aumentos até o final de 2020, pois ela elevou a sua taxa de juros de referência pela primeira vez em uma década anterior em novembro.

O Reino Unido também está enfrentando uma pressão crescente da Europa sobre seus planos de deixar a UE, que está prevista para março de 2019. Na sexta-feira, o negociador chefe da UE da Brexit deu ao Reino Unido um prazo de duas semanas para mostrar progressos suficientes para as negociações avançarem. Os líderes europeus, incluindo a chanceler alemã Angela Merkel e o presidente francês, Emmanuel Macron, devem decidir, na reunião de dezembro, se os negociadores devem autorizar a discussão dos futuros vínculos econômicos do Reino Unido com o bloco.

EUA: Acabou o horário de verão nos EUA e as bolsas americanas abrirão as 12h30. Os futuros de ações dos EUA operam em baixa nesta manhã de segunda-feira após o Dow e o S & P 500 postarem o primeiro declínio semanal e 9 semanas.

18h00 - Federal Budget Balance (orçamento federal dos Estados Unidos);

ÍNDICES FUTUROS - 8h00:
Dow: -0,10%
SP500: -0,07%
NASDAQ: -0,01%

OBSERVAÇÃO:
Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - SEXTA-FEIRA 10/11/2017


ÁSIA: Os mercados da Ásia sofreram nesta sexta-feira, seguindo a baixa em Wall Street, pesada pela decepção com o plano de reforma tributária revelado pelos republicanos do Senado na quinta-feira.

O Nikkei do Japão caiu 0,82%, para fechar em 22.681,42 pontos, estendendo as perdas da quinta-feira, quando o índice caiu forte na segunda metade do dia depois de chegar a ganhar cerca de 2% durante a manhã.

Do outro lado do estreito coreano, o Kospi da Coreia do Sul recuou 0,3% para terminar em 2.542,95 pontos. Posco subiu 1,25%, mas as blue chips SK Hynix, LG Electronics e a Hyundai Motors recuaram 0,49.,1,67 e 0,64, respectivamente.

Abaixo, o ASX 200 australiano fechou 0,33% menor, em 6.029,37 pontos com o subíndice de materiais pesando sobre o índice mais amplo: Rio Tinto fechou 2,26% menor e BHP perdeu 1,96%.

Os principais mercados da China fecharam perto da linha plana. O Índice Hang Seng de Hong Kong caiu 0,05%, enquanto nos mercados continentais, o Shanghai Composite subiu 0,16% e o Shenzhen Composite avançou 0,52%.

A China afirmou na sexta-feira que facilitaria as regras de propriedade estrangeira que limitam a participação dos estrangeiros em empresas de joint venture do setor financeiro a 49%. O novo limite seria aumentado para 51%. As companhias de seguros subiram com as notícias: New China Insurance disparou 9,04% e o Ping An Insurance fechou 5,38% maior.

EUROPA: As bolsas europeias abriram ligeiramente maiores na manha desta sexta-feira, com investidores continuando a monitorar os ganhos das empresas, porém devolvem os ganhos e operam em queda. O pan-europeu Stoxx 600 abriu com alta de 0,1%, mas recua 0,60%.

O setor de recursos básicos registra ganhos logo após o sino de abertura, subindo 0,7%. A ArcelorMittal registrou lucro mais forte do que o esperado nos três meses até setembro e disse que estava otimista em relação a 2018. As ações da maior siderúrgica do mundo lidera o topo do benchmark, subindo 3,5%.  As mineradoras listadas em Londres seguem a tendência do setor e avançam. Anglo American sobe 0,3%, Antofagasta sobe 0,6%, BHP Biliton avança 0,5% e Rio Tinto opera em alta de 0,9%.

O FTSE 100 do Reino Unido cai, pesada por concessionárias de serviços, industrias, bens de consumo e setores financeiros, mas os setores de materiais básicos, tecnologia e petróleo e gás avançam. Na quinta-feira, o índice de referência caiu 0,6% e o indicador de Londres avança para a maior queda semanal em quase dois meses, uma perda de 1%.

uma semana difícil para ações de varejo continua na sexta-feira, após o lançamento de uma pesquisa que mostrou que os gastos dos consumidores britânicos estão recuando.

Enquanto isso, as negociações com o Brexit continua nesta sexta-feira, com os dois lados na esperança de romper o impasse nas negociações antes do final do ano.

EUA: Preocupações com um possível atraso nos cortes de impostos nos EUA provocaram um "selloff" em Wall Street na quinta-feira. O Comitê de Finanças do Senado publicou nesta quinta-feira a versão de um plano fiscal que adiaria a implementação dos corte de imposto corporativo para 20% até 2019, divergindo do plano dos republicanos da Câmara para apresentar essa taxa já no próximo ano. A perspectiva de impostos mais baixos e outros estímulos apresentados pela administração do Trump reforçaram os mercados de ações no ano passado.

A visita do presidente Donald Trump pela Ásia continuou a ser destaque. Trump é esperado na cúpula econômica em Da Nang, no Vietnã  na manhã de sexta-feira, onde é esperado que defenda novas regras comerciais e lobby contra a Coreia do Norte. O presidente dos EUA também deve encontrar com o presidente russo, Vladimir Putin, no Vietnã. No entanto, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse que Moscou recebeu sinais contraditórios sobre se tal encontro aconteceria, informou a Reuters.

12h00 - Prelim UoM Consumer Sentiment (mede a confiança dos consumidores na economia norte-americana);
12h00 - Prelim UoM Inflation Expectations (mede a porcentagem que os consumidores esperam do preço dos bens e serviços nos próximos 12 meses);

ÍNDICES FUTUROS - 8h00:
Dow: -0,27%
SP500: -0,42%
NASDAQ: -0,42%

OBSERVAÇÃO:
Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - QUINTA-FEIRA 09/11/2017

ÁSIA: As bolsas asiáticas fecharam mescladas nesta quinta-feira, com investidores da região digerindo o lançamento de dados da inflação chinesa e mantendo um olho na visita do presidente Donald Trump à Pequim. O índice de ações da MSCI para a Ásia-Pacífico, excluindo o Japão, subiu 0,31%.

Os preços ao consumidor na China em outubro subiram 1,9% em relação ao ano anterior, ligeiramente acima da previsão de 1,8% em uma pesquisa da Reuters. Os preços aos produtores também superaram as expectativas, aumentando 6,9% no ano, em comparação com a previsão de 6,6%. O índice Hang Seng de Hong Kong subiu 0,79% após os dados, enquanto os mercados continentais fecharam moderadamente mais alto: o Shanghai Composite subiu 0,36%, terminando em 3.427,79 pontos e o Shenzhen Composite avançou 0,74% para fechar em 2.028,69.

O ASX 200 da Austrália avançou 0,55% para fechar em 6.049,43 pontos. O benchmark ultrapassou os 6000 pontos na terça-feira. Os subíndices de materiais e bancos avançaram, mas vários nomes relacionados à energia tiveram perdas após ganhos realizados no início da semana. Westpac subiu 1,3%, CBA subiu 0,8% e ANZ avançou 0,8%. No entanto, NAB declinou 3,4%, sendo negociado ex-dividendo. Santos caiu 2,7% após o produtor de petróleo e gás prever uma queda significativa no volume de vendas para o próximo ano.

A China é o maior mercado de exportação do país e as ações de empresas de mineração avançaram  BHP Billiton subiu 0,49% e Rio Tinto adicionou 0,54% após os futuros de minério de ferro subirem cerca de 2% na bolsa de Dailan na China.

As bolsas japonesas reverteram todos os ganhos realizados na sessão da manhã à medida que o iene se fortalecia em relação ao dólar. O Nikkei, que subiu cerca de 2% na sessão matutina, negociando acima da marca de 23 mil pontos pela primeira vez desde janeiro de 1992, fechou em queda de 0,20%, para fechar em 22.868,71 pontos. O índice Topix terminou a sessão 0,25% menor depois de tocar em níveis não vistos desde 1991 no início do dia.  Um relatório do governo de que as principais encomendas de máquinas, visto como um importante dado para as despesas de capital corporativo, caiu 8,1% em setembro ante agosto, quatro vezes os economistas que esperavam.

Do outro lado do estreito coreano, o Kospi da Coreia do Sul recuou 0,07% para fechar em 2.550,57 pontos. As ações tecnológicas fecharam misturadas, com a Samsung Electronics e SK Hynix fechando em baixa de 1% cada, enquanto a LG Electronics saltou 3,9% e a LG Display subiu 2,6%.

O NZX 50 da Nova Zelândia caiu 0,24% depois que o índice marcou décimo sétimo recorde de alta de fechamento em outubro. O Reserve Bank of New Zealand manteve as taxas inalteradas em 1,75%, como era esperado, mas os comentários que acompanharam a decisão foram vistos como "hawkish" pelos mercados. O dólar do Kiwi manteve os ganhos realizados após o anúncio para negociar em US $ 0,696. A moeda havia aumentado a $ 0,697 na sessão de quarta-feira, em comparação com os níveis em torno de $ 0,698 visto antes do anúncio.

A visita do presidente Donald Trump pela Ásia permaneceu em destaque. Trump abordou o déficit comercial entre os EUA e a China durante um discurso em Pequim, dizendo que trabalharia na resolução de "práticas comerciais injustas".

EUROPA: As bolsas europeias operam sem direção na manhã desta quinta-feira, enquanto os investidores monitoram uma série de ganhos corporativos. O pan-europeu Stoxx 600 opera com pouca oscilação durante os primeiros negócios da manhã, com os setores e principais bolsas apontando em direções opostas.

O índice bancário da Europa lidera os ganhos na manhã de quinta-feira, com mais de 0,4% de ganhos. O Commerzbank da Alemanha registrou lucro líquido no terceiro trimestre e suas ações sobem mais de 2% maiores nas notícias.

A empresa alemã de roupas esportivas, a Adidas, registrou um forte trimestre de vendas e crescimento de lucros, impulsionado pela expansão na China e na América do Norte, onde vem conquistando participação no mercado da Nike, mas suas ações caem 2%. 

Enquanto isso, Vestas figura no fundo do benchmark depois que a empresa reduziu a perspectiva de margem de lucro de 2017. A maior fabricante de turbinas eólicas do mundo citou maior concorrência e incerteza sobre a reforma tributária dos EUA como prováveis ​​desafios para sua indústria nos próximos meses. Suas ações despencam mais de 17%.

O CAC 40 da França abriu em ligeira baixa, mas tenta se manter em território positivo, enquanto os investidores digerem uma enxurrada de relatórios trimestrais e mantem o olho no segundo dia da visita do presidente dos EUA, Donald Trump, à Pequim. As preocupações com a reforma tributária dos EUA e as tensões no meio Oriente também é destaque do dia. O benchmark recuou 0,2% na sessão anterior. O Banco da França mostrou que a economia da França provavelmente crescerá a um ritmo constante no quarto trimestre. Prevê-se que o PIB cresça 0,5%, a mesma taxa observada no terceiro trimestre.

Seguindo os passos de seu par francês, o DAX 30 da Alemanha, tenta e sustentar em ligeira alta, após fechamento marginalmente maior no dia anterior. A produtora de aço Salzgitter avança 1,8% após reiterar sua previsão para o ano inteiro depois de publicar seu melhor lucro pré-imposto em nove anos. As exportações da Alemanha diminuíram menos do que o esperado em setembro, enquanto as importações caíram inesperadamente em agosto, revelaram dados da Destatis. As exportações caíram 0,4% em relação ao mês anterior, ante previsão de um aumento de 2% em agosto. As importações deslizaram inesperadamente 1% em uma base mensal, em contraste com um aumento de 0,8% em agosto.

O FTSE 100 do Reino Unido opera em queda, pesada pelos setores de material básico, industriais e ações relacionadas com o consumidor, mas os setores financeiro e de saúde avançam. Na quarta-feira, o índice de referência caiu 0,2%. Construtores de casas recuam após números mais baixos da indústria e as ações da fabricante de bens de luxo Burberry Group recuando para uma baixa de mais de cinco anos após um relatório trimestral decepcionante.

A Royal Institution of Chartered Surveyors disse que seu saldo mensal do preço da casa caiu 5 pontos, para mais 1 em outubro, abaixo do consenso do Wall Street Journal, cuja estimativa era de uma leitura de mais 3.

Entre as mineradoras listadas em Londres, Anglo American sobe 1,1%, Antofagasta recua 1%, BHP Biliton perde 1,5% e Rio Tinto opera em baixa de 0,7%.

O Brexit volta à tona, com os dois lados esperando romper o impasse nas negociações antes do final do ano. Com o tempo acabando para garantir um bom acordo antes do Reino Unido sair do bloco em março de 2019, autoridades europeias pediram à Grã-Bretanha que faça uma oferta satisfatória na lei de divórcio do Brexit.

EUA:
10h30 - Unemployment Claims (número de pedidos de auxílio-desemprego);
12h00 - Final Wholesale Inventories (relatório com informações sobre as vendas e os estoques do setor atacadista);

ÍNDICES FUTUROS - 8h00:
Dow: -0,07%
SP500: -0,14%
NASDAQ: -0,12%

OBSERVAÇÃO:
Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.