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RESENHA DA BOLSA - TERÇA-FEIRA 05/12/2017

ÁSIA: A maioria dos principais mercados da Ásia fechou em baixa na segunda-feira, enquanto os futuros dos EUA subiam, reflexo latente da aprovação da importante reforma tributária pelo Senado dos Estados Unidos. Um declínio global nas ações de tecnologia avançou pela Ásia, enquanto as preocupações com o Brexit também aumentam o pessimismo nos mercados globais.

No Japão, o Nikkei 225 caiu 0,37%, para 22.622,38 pontos, enquanto o índice Topix tornou-se positivo e fechou em alta de 0,23%, para 1.790,97 pontos. Do outro lado do Estreito Coreano, o Kospi da Coreia do Sul subiu 0,34%, para 2.510,12 pontos. Samsung Electronics caiu 0,19% em Seul, mas o setor siderúrgico do pais contrabalanceou o índice.

O Taiex de Taiwan caiu 0,79%, com o peso pesado Taiwan Semiconductor Manufacturing recuando 1,92%, enquanto o índice Hang Seng de Hong Kong caiu 1,01% e no continente chinês, o composto de Shanghai terminou 0,2% menor, em 3.303,04 pontos. O benchmark de Hong Kong também foi afetado pela queda das "techs", com a maior empresa do mercado, a Tencent Holdings recuando 3,19% enquanto o novo componente do índice, Sunny Optical despencou 5,68%.

O ASX 200 da Austrália caiu 0,23%, em 5.971,82 pontos. O subíndice financeiro fortemente ponderado recuou 0,49%, após o Reserve Bank of Australia manter sua taxa de caixa inalterada em uma baixa recorde de 1,5% durante a reunião de dezembro como amplamente esperado. Em um comunicado, o governador da RBA, Philip Lowe, disse que as condições econômicas globais melhoraram ao longo do ano, os mercados de trabalho se fortaleceram, mas o crescimento dos salários permaneceu baixo em muitos países, assim com a inflação. Lowe espera que o crescimento dos salários na Austrália permaneça fraco por "mais um tempo ainda, embora as condições no mercado de trabalho possam melhorar o crescimento dos salários ao longo do tempo". O comunicado acrescentou que o banco central espera que a economia australiana cresça, em média, cerca de 3% nos próximos anos, com uma perspectiva melhorada para o investimento de empresas não mineradoras e o aumento do investimento em infra-estrutura pública. O HSBC espera que o RBA comece a aumentar a taxa de caixa em meados do ano que vem.

Entre os "Big Four" do país, ANZ perdeu 0,99%, Commonwealth Bank baixou 0,23%, Westpac recuou 1,09% e National Australia Bank declinou 0,37%. Entre as mineradoras, BHP Biliton caiu 1%, Rio Tinto despencou 2,4%, enquanto Fortescue Metals fechou em ligeira alta de 0,4%. 

EUROPA: Os mercados europeus operam sem direção na manhã de terça-feira, com investidores digerindo as últimas notícias sobre o Brexit e monitoram novos dados econômicos. O pan-europeu Stoxx 600 cai 0,16% nos primeiros negócios da manhã com diversos setores e importantes bolsas apontando em direções opostas.

O setor de alimentos e bebidas da Europa lideram os ganhos logo após o sino de abertura, enquanto as perdas no setor de recursos básicos evitam um movimento ascendente. 

O FTSE 100 do Reino Unido, com o setor de bens de consumo e serviços, petróleo e gás e empresas financeiras marchando para cima após os dados sobre vendas no varejo e uma atualização de classificação para o Tesco, enquanto o setor de materiais básicos e tecnologia estavam perdendo terreno. O índice de referência subiu 0,5% na segunda feira. 

As ações de mineração recuam, mesmo após dos mostrarem que a atividade no setor de serviços da China expandiu em novembro, o que seria bom para a segunda maior economia do mundo, um importante comprador de metais preciosos e industriais. Anglo American recua 1,1%, Antofagasta perde 1,4%, Rio Tinto cai 1,1%, Glencore perde 1,6% e BHP Biliton cai 0,2%, enquanto a produtora de ouro Randgold Resources sobe 1,03%.

O mercado em geral também acompanha a libra, que recua, devido preocupações políticas. Uma retração contínua na libra ajuda as ações de empresas multinacionais, pois eles fazem a maior parte de seus ganhos no exterior. A libra foi sacudida segunda-feira após a primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May e o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, dizerem que não conseguiram chegar a um acordo sobre algumas questões do Brexit. Autoridades britânicas estão trabalhando para resolver alguns problemas antes que os líderes da UE se encontrem em uma reunião de cúpula entre 14 e 15 de dezembro.

EUA: 
11h30 - Trade Balance (balança comercial, mede a diferença entre os valores das importações e exportações realizadas pelo país);
12h45 - Final Services PMI (Índice PMI de Serviços);
13h00 - ISM Non-Manufacturing PMI (índice baseado em pesquisas com 400 empresas não industriais, em 60 setores em todo o país);

ÍNDICES FUTUROS - 8h00:
Dow: +0,24%
SP500: +0,09%
NASDAQ: -0,16%

OBSERVAÇÃO:
Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - SEGUNDA-FEIRA 04/12/2017

ÁSIA: Os mercados da Ásia negociaram misturados na segunda-feira, enquanto os futuros dos EUA subiam, após aprovação da importante reforma tributária pelo Senado dos Estados Unidos.

Na Austrália, o ASX 200 fechou em ligeira baixa de 0,07%, em 5.985,6 pontos, enquanto o subíndice financeiro pesadamente ponderado caiu 0,62%, com os chamados "Big Four" do país recuando devido investigação no setor bancário e industrial. As ações da ANZ diminuíram 1,01%, Commonwealth Bank recuou 0,32%, Westpac caiu 1,24% e National Australia Bank perdeu 0,51%. Em sentido contrário, as mineradoras tiveram um dia positivo. BHP Biliton subiu 1,8%, Fortescue Metals avançou 2% e Rio Tinto fechou em alta de 1,4%.

O Nikkei 225 do Japão caiu 0,49%, para 22.707,16 pontos, enquanto o índice Topix caiu 0,54%, para 1.786,87 pontos. O iene japonês foi negociado a 112,87 dólares, enfraquecendo a partir de 112,39 na sessão anterior. Apesar da relativa fraqueza do iene, alguns dos principais exportadores permaneceram sob pressão. Normalmente, um iene fraco é positivo para os exportadores japoneses, uma vez que aumenta sua receita no exterior quando convertidos de volta para a moeda local.

Atravessando o Estreito Coreano, o Kospi da Coreia do Sul se destacou de seus pares e fechou em alta de 1,06%, em 2.501,67 pontos, beneficiado pela recuperação das "techs".

Os mercados do continente chinês oscilaram entre ganhos e perdas ao longo da sessão. O composto de Shanghai fechou em queda de 0,22%, enquanto o composto de Shenzhen caiu 0,72%. Em Hong Kong, o índice Hang Seng reverteu perdas iniciais de cerca de 0,3% para subir 0,22%. O benchmark caiu todos os dias na semana passada, quando registrou seu primeiro rali de cinco sessões de baixa em 13 meses.

Em outros lugares, índices importantes da Indonésia e Índia também fecharam em alta.

EUROPA: Os mercados europeus operam em alta na manhã desta segunda-feira, enquanto os investidores digerem notícias da aprovação da reforma fiscal pelo Senado dos Estados Unidos no final de semana. 

O pan-europeu Stoxx 600 sobe cerca de 0,70% nos negócios matinais, com quase todos os setores e principais bolsas em território positivo. Na sexta-feira, o índice de referência caiu 0,7%. O índice DAX 30 da Alemanha salta 1,1% para 13.004,37 pontos, em curso para o maior aumento diário desde 1 de novembro. CAC 40 da França, IBEX 35 da Espanha e FTSE MIB da Itália também operam em alta.

O setor bancário é destaque de alta após progressos do Senado dos EUA durante o fim de semana. O Stoxx Europe 600 Bank Index avança 1,01%. O alemão Deutsche Bank ganha 0,89% e lidera o índice DAX 30. O Banco Santander sobe 1,22% na Espanha e  Société Générale da França sobe 1,78%.

O setor de automóveis da Europa, que tem uma grande exposição nos EUA, sobe mais de 1% na manhã de segunda-feira, depois que o Senado dos Estados Unidos aprovou a reforma tributária, pois o setor deve se beneficiar dos estímulos fiscais. 

Enquanto isso, Dialog Semiconductorcaiu lidera o fundo do índice de referência na manhã de segunda-feira. O fabricante alemão de microchip disse que seu principal cliente, a Apple, poderia optar por construir seus próprios chips de gerenciamento de energia, no entanto, a Dialog Semiconductor disse que não deve perder seu negócio de chips de energia da Apple em 2018. Suas ações recuam mais de 10%.

No Reino Unido, FTSE 100 sobe com setores industriais e financeiros liderando a alta. O índice caiu 0,4% na sexta-feira, registrando uma perda semanal de 1,5% na semana passada. A libra recua e é negociado em US $ 1,3444, ante US $ 1,3478 no final da sexta-feira em Nova York. Contra o euro, a libra é negociado a € 1,1330.

Em Londres, as ações do Barclays disparam 3,12%, as da HSBC Holdings avançam 1,01%, Royal Bank of Scotland Group opera em alta de 1,41% e Standard Chartered avança 1,12%. Lloyds Banking Group opera em alta de 0,83%. Entre as mineradoras, Anglo American sobe 0,5%, Antofagasta adiciona 1,2% e BHP Biliton sobe 1,7%.

Rio Tinto sobe 1,4%. A empresa de mineração nomeou Simon Thompson, um veterano com experiência na indústria de mineração, para suceder Jan du Plessis como presidente do próximo ano. Thompson é diretor da Rio Tinto desde 2014 e assumirá o cargo quando o Sr. du Plessis deixar o cargo em março de 2018, após cerca de nove anos como presidente.

Voltando ao tema Brexit, o mesmo deverá agitar o sentimento dos mercados na segunda-feira. Esta semana, os negociadores do Reino Unido e da União Europeia devem se encontrar e quebrar o impasse em torno das negociações. A UE deu a primeira-ministra britânica Theresa May até segunda-feira, para propor uma oferta mais abrangente em se tratando de certos problemas de divórcio com o Brexit. Segundo a Reuters, autoridades da UE e diplomatas disseram que estão mais otimistas de que um acordo possa ser atingido na segunda-feira, mas ainda estavam atentos aos possíveis problemas que possam surgir.

EUA: Os mercados de ações dos EUA se preparam para uma forte recuperação nesta segunda-feira, à medida que os futuros  do Dow Jones Industrial Average sobem mais de 200 pontos. Os ganhos surgiram após notícias políticas em Washington de que os republicanos do Senado aprovaram uma revisão abrangente do código tributário dos EUA.

Na frente econômica desta segunda-feira, uma leitura de pedido das fábrica para outubro está programada para ser lançado às 11h00.

ÍNDICES FUTUROS - 8h00:
Dow: +0,78%
SP500: +0,49%
NASDAQ: +0,29%

OBSERVAÇÃO:
Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - SEXTA-FEIRA 01/12/2017

ÁSIA: Os mercados da Ásia fecharam sem direção nesta sexta-feira, apesar do fechamento inédito do Dow Jones, acima de 24.000 pontos pela primeira vez.

Na Austrália, o ASX 200 caiu 6.000 na primeira hora de negociação, mas o índice recuperou e fechou em alta de 0,33%, em 5989,8. Os principais bancos terminaram misturados. ANZ subiu 0,56%, Commonwealth Bank caiu 0,33% e  Westpac aumentou 0,29%. Entre as mineradoras, BHP Biliton e Rio Tinto avançaram 1% cada, enquanto Fortescue Metals recuou 1,1%.

O Nikkei 225 do Japão fechou em alta de 0,41%, em 22.819,03 pontos, enquanto o índice Topix terminou 0,25% maior, em 1.796,53 pontos.

Do outro lado do estreito coreano, o Kospi da Coreia do Sul recuou  0,04%, em 2.475,41 pontos.

Em Hong Kong, o índice Hang Seng devolveu os ganhos iniciais e fechou em queda de 0,35%. No continente chinês, as bolsas abriram com pouca confiança, mas, à tarde, o composto de Shanghai fechou com leve alta de 0,02%, enquanto o composto de Shenzhen obteve um ganho mais expressivo, de 0,78%Em outros lugares, o Índice de Gerentes de Compras da China Caixin de novembro, que se concentra nas pequenas e médias empresas do país, veio mais fraco do que o esperado .

EUROPA: Os mercados europeus operam em baixa na manhã desta sexta-feira, após a votação sobre a reforma tributária nos Estados Unidos ser adiada.

O pan-europeu Stoxx 600 recua quase 1%. O índice bancário da Europa cai no início da negociação, enquanto ganhos modestos nos preços da energia apoiaram o setor de petróleo e gás. Destaque negativo para Royal Mail que lidera o lado inferior do benchmark europeu, com queda de quase 4% logo após a abertura, após Deutsche Bank, Berenberg e Jefferies reduzir o preço-alvo de suas ações. Na parte superior do índice, Indivior sobe mais de 11% depois que a US Food and Drug Administration aprovou um de seus medicamento. A empresa farmacêutica do Reino Unido disse que o tratamento seria disponibilizado nos EUA nos primeiros três meses de 2018. 

No Reino Unido, o FTSE 100 opera em baixo, pesada por ações do setor bancário, levando o mercado de blue chips para uma potencial queda na semana. O setor de petróleo e o gás avança. Na sexta-feira, o indicador caiu 0,9% para uma baixa de dois meses.

Os investidores estão atentos ao movimento da libra, que segue sendo negociado acima de US $ 1,3500 contra o dólar americano. A força da libra esterlina pode pesar no FTSE 100, já que cerca de 75% da receita dos componentes do índice é gerada fora do Reino Unido. A libra valorizou na quinta-feira após o jornal The Times dizer que o Reino Unido estava perto de chegar a um acordo sobre a Irlanda do Norte com as autoridades da União Europeia, com objetivo de evitar uma "fronteira" entre o Reino Unido e a República da Irlanda.

No grupo bancário, Barclays cai 0,77%, HSBC recua 0,28%, Lloyds Banking Group perde 0,94% e Standard Chartered devolve 0,53%. O setor financeiro deve se beneficiar da reforma tributária dos EUA e o adiamento prejudica o sentimento sobre o setor.  Entre as mineradoras, Anglo American sobe 1%, mas Antofagasta cai 0,4%, Glencore perde 0,8% e Rio Tinto é negociado em baixa de 0,5%.

As ações do setor de petróleo e gás permanecem em alta, com Shell e a BP operando em alta, uma vez que a extensão dos cortes de oferta pela Organização de Países Exportadores de Petróleo continua a impulsionar os preços do petróleo.

EUA: Os futuros de ações dos EUA apontam para baixo, com investidores erraram cautelosos, aguardando a votação da reforma tributária.

Futuros do Dow Jones Industrial Average cai, depois de terminar acima da marca de 24.000 pela primeira vez na quinta-feira. Para a semana, o benchmark de blue-chip segue a caminho para um rally de 3%, que seria o maior salto semanal desde dezembro do ano passado.

Futuros do S & P 500 e do Nasdaq Index também operam com perdas. O S & P 500 soma um aumento semanal de 1,7%, enquanto o Nasdaq Composite Index segue para uma perda de 0,2% na semana. O índice da Nasdaq sofreu a maior queda em mais de três meses na quarta-feira, com investidores reequilibrando suas carteiras.

O crescente otimismo se deve pelo fato de que o Senado aprovaria a grande revisão fiscal,  que é vista como favorável aos mercados financeiros. A votação final sobre o projeto de lei era esperada para o final da quinta-feira, mas foi adiada para sexta-feira porque ainda falta uma série de questões a serem resolvidas. Entre as principais preocupações está a questão de como financiar os cortes de impostos. Na quinta-feira, o Comitê Conjunto de Tributação disse que o projeto de lei do Senado geraria mais de US $ 400 bilhões em receita ao longo de 10 anos através do crescimento econômico, mas isso não é o suficiente para compensar o custo de US $ 1,4 trilhão da medida.

O índice PMI de manufatura da Markit para novembro sairá às 10h45, seguida da leitura do ISM às 11 horas. As despesas de construção para outubro também são devidas às 11 horas, enquanto as vendas mensais de automóveis no mesmo mês será divulgada ao longo do dia.

ÍNDICES FUTUROS - 8h30:
Dow: -0,46%
SP500: -0,58%
NASDAQ: -0,87%

OBSERVAÇÃO:
Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.