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RESENHA DA BOLSA - QUINTA-FEIRA 15/02/2018

ÁSIA: As bolsas asiáticas fecharam em alta nesta quinta-feira, seguindo desempenho positivo em Wall Street, enquanto o dólar caia.

O Nikkei do Japão subiu 1,47%, para fechar em 21.464,98 pontos. A maioria dos setores fechou em território positivo apesar do iene mais firme. Destaque para os setores de tecnologia e financeiro, que registraram ganhos substanciais. O setor de manufatura também fechou em alta. O benchmark passou por pressão na última sessão depois que o dólar caiu para a mínima de 15 meses contra o iene durante o horário comercial asiático.

Na frente dos dados econômicos, o núcleo de encomendas de máquinas do Japão em dezembro caiu 11,9%, um declínio maior do que a queda mediana de 2,3% projetada.

Em Sydney, o ASX 200 subiu 1,16% para terminar em 5.909 pontos, com os setores de energia, materiais e ouro entre os setores de melhor desempenho. As principais mineradoras foram destaques de alta no dia: o Rio Tinto saltou 4,06% e a BHP ganhou 3,56%. Destaque negativo para a s seguradora australiana Suncorp que caiu 2,4% depois de reportar queda de 15,58% no lucro líquido na metade do ano, para 452 milhões de dólares australianos (US $ 358 milhões), abaixo da previsão de US $ 486 milhões, citando aumento de indenizações por riscos naturais acima do esperado como um fator que afetou seus ganhos.

Em Hong Kong, o índice Hang Seng fechou em alta de 1,97%, com os setores financeiros, comércio e indústria contribuindo para os ganhos. China Construction Bank terminou a sessão com ganhos acima de 4,69% e HSBC avançou 2,01%. Segundo analistas, alguns investidores provavelmente fecham posições "short" nas ações da cidade antes do feriado.

Os mercados da China, Coreia do Sul, Taiwan e Vietnã permaneceram fechados nesta quinta-feira por conta do feriado do Ano Novo Lunar.

No mercado cambial, o índice do dólar, que rastreia a moeda dos EUA contra uma cesta de moedas rivais, caiu para 88,876 ante fechamento de quarta-feira de 89,006. O declínio do greenback ocorreu apesar das expectativas de que as pressões da inflação influenciariam a caminhada das taxas de juros do Federal Reserve. 

Contra o iene, o dólar foi negociado em 106,40 depois de deslizar para 106,29 no início da sessão. Destaca-se que o ministro das Finanças japonês, Taro Aso, disse na quinta-feira que não tem planos combater as variações da moeda.

Enquanto isso, o dólar australiano caiu US $ 0,7905 após lançamento de dados de empregos de janeiro que atenderam às previsões, mas depois firmaram em US $ 0,7946, acima dos US $ 0,78 visto no início da semana.

Em relação às commodities, os preços do petróleo subiram durante o pregão asiático, depois de um dólar mais fraco na última sessão e um aumento menor do que esperado nos estoques de petróleo dos EUA.

EUROPA: As bolsas europeias operam em alta na manhã desta quinta-feira, com investidores digerindo a inflação dos EUA mais fortes do que o esperado, enquanto monitoram os ganhos corporativos e aproveitam a fraqueza do dólar para carregarem em ações relacionadas com commodities.

O índice Stoxx Europe 600 sobe quase 1%, liderado pelos setores de materiais básicos e petróleo e gás. Na quarta-feira, o índice pan-europeu subiu 1,1% em uma sessão volátil. Esses movimentos ajudam o mercado regional de ações a quebrar uma série de perdas semanais.

A alta das ações do setor de recursos básicos, de quase 2%, ocorre também após o presidente da África do Sul, Jacob Zuma, anunciar sua demissão na sessão anterior. Papeis com alta exposição à África do Sul saltaram com as notícias, como o grupo de serviços financeiros anglo-sul-africanos Old Mutual e a gigante de mineração Anglo American  que negociam com alta de cerca de 3% pouco.

Entre outras mineradoras listadas em Londres, Antofagasta sobe 2,6% e as gigantes BHP Biliton e Rio Tinto sobem 3% cada. 

EUA
Os futuros de ações dos Estados Unidos avançam. O Dow segue no curso para o quinto dia consecutivo de ganhos, tentando se recuperar da queda no início deste mês.

A Cisco Systems Inc. é destaque de alta entre os componentes da Dow, na sequência de seus resultados trimestrais.

Os investidores devem receber uma série de relatórios econômicos, incluindo leituras sobre preços ao produtor e mercado imobiliário.

ÍNDICES FUTUROS - 9h00:
Dow: +1,01%
SP500: +0,62%
NASDAQ: +0,68%

OBSERVAÇÃO:
Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - QUARTA-FEIRA 14/02/2018

ÁSIA: Os mercados asiáticos fecharam mesclados, já que a desvalorização global visto nos mercados mundiais nas últimas duas semanas perdeu força, enquanto todos aguardam o lançamento dos dados da inflação dos EUA nesta quarta-feira.

O Nikkei do Japão fechou em baixa de 0,43%, em 21.154,17 pontos depois de reverter os ganhos observados inicialmente. O índice chegou a cair 1,42% e tocou em seus níveis mais baixos de quatro meses. Esse movimento fez com que o dólar caísse para as mínimas de 15 meses contra o iene para ¥ 106,85, ante ¥ 108,30 no final da terça-feira. Fabricantes de automóveis fecharam a sessão em território negativo, com Toyota e Honda Motor recuando 2,12% e 1,15%, respectivamente. As ações de tecnologia também foram recuaram. Entre outros pesos pesados, Fanuc Manufacturing caiu 1,38% e Fast Retailing recuou 0,1%.

Os dados do produto interno bruto do Japão no quarto trimestre, divulgados nesta quarta-feira, mostraram que a economia cresceu 0,5% em anualizado, abaixo da previsão de 0,9%.

O Kospi da Coreia do Sul avançou 1,11% para fechar em 2.421,83 pontos, com a Samsung Electronics subindo 3,07%, enquanto SK Hynix caiu 0,13% e LG Electronics perdeu 2,02% no dia.

Abaixo, o ASX 200 da Austrália caiu 0,25% para fechar em 5.841,2 pontos, com o subíndice financeiro pesadamente ponderado arrastando o índice para baixo. O setor sofreu uma queda de 0,72%, enquanto entre as mineradoras australianas contrabalancearam. BHP Biliton subiu 0,7%, Fortescue Metals e Rio Tinto avançou 0,2% cada.

Os mercados da China passearam em território positivo, embora o volume de negociação tenha sido baixo, antes dos diversos feriados do Ano Novo Lunar. O índice Hang Seng de Hong Kong subiu 2,27%, com o setor financeiro registrando um desempenho forte. HSBC ganhou 2,26% e a seguradora AIA aumentou 1,06. O peso pesado do setor tecnológico, Tencent, aumentou 2,23%, assim como a maioria dos pares do setor de tecnologia. 

Nos mercados continentais, o composto de Shanghai avançou 0,46% para fechar em 3.199,48 pontos, enquanto o composto de Shenzhen ganhou 0,48% para terminar em 1.739,15.

Os mercados da China Continental irão fechar entre 15 de fevereiro a 21 de fevereiro, enquanto os mercados de Hong Kong fecharão de 16 de fevereiro a 19 de fevereiro para as festividades do Ano Novo Lunar. Outros mercados regionais, incluindo a Coreia do Sul, Taiwan e Cingapura, também finalizarão a semana mais cedo devido feriados.

Os mercados do Vietnã permaneceram fechados nesta quarta-feira para os feriados do Ano Novo Lunar.

EUROPA: As bolsas europeias marcharam para cima, enquanto os investidores monitorando o lançamento de balanços corporativos, dados econômicos e esperam a divulgação do relatório sobre a inflação dos EUA. O índice Stoxx Europe 600 avança 0,8% para 373,49 pontos. Na terça-feira, o índice perdeu 0,6%.

Destaque no pan-índice para as ações do Credit Suisse, que reportou uma perda líquida de 983 milhões de francos suíços (US $ 1,1 bilhão) em 2017. O segundo maior banco da Suíça atribuiu créditos aos impostos americanos pela sua terceira perda anual consecutiva. Os números ficaram aquém das estimativas e suas ações avançam 2,5%.

O produto interno bruto da Alemanha aumentou 0,6% no quarto trimestre e 2,9% em 2017. O crescimento foi favorecido pela demanda por exportações alemãs, embora os números indicassem uma leve queda de 0,7% no quarto trimestre. O DAX 30 da Alemanha opera em alta.

O FTSE 100 do Reino Unido avança, liderados pelos grupos financeiros e de bens de consumo. Na terça-feira, o índice de referência caiu 0,1% após uma sessão com grande volatilidade. A libra cai 0,1439% frente do dólar e é negociada em US $ 1,3882, ligeiramente inferior a US $ 1,3894 no final de terça-feira em Nova York. Entre as mineradoras, Anglo American sobe 1,3%, Antofagasta avança 1,5%, BHP Biliton sobe 0,5% e Rio Tinto recua 0,4%.

Entre outros dados econômicos, a produção industrial da zona do euro cresceu 0,4% em dezembro, ante estimativa de 0,2% do FactSet, enquanto a leitura do PIB da zona do euro no segundo trimestre ficou em 0,6%, atendendo às expectativas.

EUA
Os futuros de ações dos EUA apontaram para uma abertura com ganhos, colocando o Dow no caminho para o quarto dia consecutivo de alta.

Os investidores aguardam a leitura sobre a inflação que será divulgada antes do sino de abertura. Os dados tem sua importância, porque a recente queda do mercado foi atribuída em grande parte à preocupações com a aceleração da inflação. O mercado prevê um aumento de 0,4% no índice de preços ao consumidor, além de um aumento de 0,2% para o IPC central.

Nenhum oficial do Federal Reserve está programado para fazer discursos.

ÍNDICES FUTUROS - 9h00:
Dow: +0,45%
SP500: +0,39%
NASDAQ: +0,41%

BOVESPA:
Não houve negociação e liquidação na bolsa tanto na segunda, quanto na terça-feira em razão do Carnaval. As operações serão retomadas nesta Quarta-feira de Cinzas às 13h.

OBSERVAÇÃO:
Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - SEXTA-FEIRA 09/02/2018

ÁSIA: As bolsas asiáticas fecharam em baixa nesta sexta-feira, seguindo os índices dos EUA, que aceleraram as perdas na última sessão.

O Nikkei do Japão caiu 2,32%, para fechar em 21.382,62 pontos com perdas observadas na maioria dos setores. O Nikkei continuou a sua trajetória de correção, tendo já caído cerca de 12% em relação às últimas 52 semanas. As montadoras de automóveis, finanças e as "techs" encerraram a sessão em forte baixa. Entre as blue chips, Toyota afundou 1,14%, Fanuc Manufacturing perdeu 3,98% e  Fast Retailing recuou 3,69%.

O Kospi da Coreia do Sul caiu 1,82% para terminar em 2.363,77 pontos, com a maioria dos setores fechando o dia em território negativo. A peso-pesada Samsung Electronics caiu 2,83%, ajudado pela notícia de que os promotores haviam realizado uma busca e apreensão nos escritórios da empresa na quinta-feira, como parte de uma investigação ao presidente Lee Myung-bak.

Abaixo, o ASX 200 da Austrália diminuiu 0,89% para fechar em 5.838 pontos, com todos os setores no vermelho. O setor de energia registrou perdas de 2,14%, enquanto o subíndice financeiro caiu 0,51%.

Os mercados da China também tiveram um dia de baixa. O Índice Hang Seng de Hong Kong perdeu 3,10%. Antes do fechamento do mercado, o HSBC e China Construction Bank caiam 0,87%e 4,33%, respectivamente. Os promotores imobiliários também registraram declínios significativos: China Evergrande caiu 5,79% e Country Garden caiu 6,12%, enquanto a gigante Tencent negociou 2,43% menor. No continente, o composto de Shanghai caiu 4,02% e o composto de Shenzhen afundou 3,19%. O índice de blue chips CSI 300 caiu 4,26%. As principais seguradoras do continente apresentaram desempenho inferior ao mercado mais amplo. Ping An Insurance Group perdeu 6,58% e China Life Insurance recuou 6,66%.

O Banco Popular da China anunciou nesta sexta-feira que liberou cerca de US $ 316,28 bilhões em liquidez para atender a demanda antes do Ano Novo Lunar, enquanto isso, os dados divulgados nesta sexta-feira mostraram que o índice de preços ao consumidor subiu 1,5% em janeiro, em comparação com um ano atrás, dentro das previsões. O índice de preços no produtor subiu 4,3% ao ano, ligeiramente abaixo dos 4,4% previstos pelos analistas.

No mercado das commodities, os preços do petróleo aumentaram as perdas depois de recuarem pelo quinto dia consecutivo na quinta-feira.

EUROPA: Os mercados europeus operam em baixa nesta sexta-feira de manhã, com investidores acompanhando a turbulência observada nos mercados globais. O índice Europe Stoxx 600 cai 0,76%. O benchmark pan-europeu está a caminho para uma perda semanal de 4,1%, o que seria a maior queda desde fevereiro de 2016.

Os bancos seguem entre as ações mais afetadas pelo "selloff". O Stoxx 600 Banks Index recua 1,63%, levando a perda semanal de 4,1%.

Em uma nota positiva, as ações da L'Oréal sobem 1,34% depois que o grupo francês de cosméticos divulgou que as vendas do quarto trimestre ultrapassaram as expectativas.

O FTSE 100 do Reino Unido cai pela oitava vez em nove sessões na sexta-feira, seguindo a caminho para sua pior semanal em 15 meses. Para a semana, o índice busca uma queda de 4,1%, o que seria pior desde novembro de 2016. O setor de mineração é um dos poucos em território positivo em Londres. Anglo American sobe 1,8%, Antofagasta sobe 1,6%, BHP Biliton avança 0,8% e Rio Tinto sobe 1,4%.

A libra cai 0,5247% frente ao dólar para US $ 1,3962, ante US $ 1,3914 no final da quinta-feira em Nova York.

A produção industrial francesa aumentou ligeiramente mais do que o esperado em dezembro, subindo 0,5%. Enquanto isso, na produção industrial do Reino Unido caiu 1,3% em dezembro devido a uma paralisação de emergência de um importante oleoduto no Mar do Norte.

EUA
Após pesadas perdas na quinta-feira, os futuros de ações dos Estados Unidos sobem no início da sexta-feira, mas a volatilidade foi próxima. Uma queda de mais de 1000 pontos para o Dow no final da quinta-feira pesa nos mercados globais.

As perdas vieram devido à temores crescentes de que uma inflação mais rápida do que o esperado poderá levar o Federal Reserve a subir suas taxas mais vezes do que o esperado atualmente. 

A política permanecerá no foco os investidores, já que o Senado aprovou um acordo orçamentário de dois anos, mas o pacote chegou muito tarde na Casa para evitar um "shutdown" do governo . É esperado uma votação na Câmara no início desta sexta-feira, com aprovação e a revogação do presidente Donald Trump é exigido para a suspensão desse encerramento.

Os dados de comércio para dezembro é o único item importante na agenda econômica. Esse relatório é devido às 13h00.

ÍNDICES FUTUROS - 9h30:
Dow: +0,17%
SP500: +0,41%
NASDAQ: +0,27%

OBSERVAÇÃO:
Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.