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RESENHA DA BOLSA - QUARTA-FEIRA 05/09/2018

ÁSIA: Os mercados da Ásia fecharam em forte baixa nesta quarta-feira, seguindo a baixa em Wall Street no primeiro dia de negociação do mês. O índice da MSCI para as ações da Ásia-Pacífico, excluindo o Japão, caiu 0,5%.

O Nikkei do Japão sofreu uma queda de 0,51%, fechando em 22.580,83 pontos. Empresas de transportes, companhias aéreas e empresas imobiliárias lideraram as quedas. Montadoras recuaram com preocupações sobre o impacto de um tufão em suas sedes operacionais. A Toyota caiu 0,77%, enquanto a Nissan caiu 1,01%. Ambas as montadoras disseram que o tufão não teve impacto nas operações. 

Jebi, o mais poderoso tufão a atingir o Japão em 25 anos, matou pelo menos sete pessoas e causou danos generalizados na costa oeste do Japão e forçou o fechamento por tempo indeterminado de um dos maiores aeroportos do país.

O Kospi da Coreia do Sul fechou em queda de 1,03%, para 2.291,77 pontos, com a gigante Samsung recuando 2,2%.

Na Austrália, o ASX 200 continuou a tendência de queda, deslizando 1% e fechar em 6.230,4 pontos, apesar de novos dados  revelarem que a economia registrou um crescimento do PIB mais forte do que o esperado no segundo trimestre. As mineradoras tiveram um dia de fortes baixas. BHP Biliton caiu 2,5%, Fortescue Metals recuou 2,8% e Rio Tinto fechou em baixa de 2,4%.

Na região da China, o índice Hang Seng de Hong Kong despencou 2,61%, pesada pelas empresas de tecnologia. O composto de Xangai caiu 1,68%, em 2.704,34 pontos, enquanto o composto de Shenzhen teve uma perda de 1,605% para terminar em 1.442,25 pontos.

Índices de referência em Taiwan, Cingapura e Malásia também fecharam em baixa.

EUROPA: As bolsas europeias recuam, com analistas culpando o clima negativo às tensões no comércio global. O Stoxx Europe 600 cai 0,82%, depois de cair 0,7% na terça-feira. O indicador pan-europeu aponta um declínio de 2,8% para o ano.

O DAX 30 da Alemanha cai 0,61%, enquanto o CAC 40 da França recua 1,05%. Destaque positivo para o FTSE MIB da Itália contraria a tendência regional e sobe 1,2%.

O FTSE 100 do Reino Unido opera em baixa de 0,47%. Entre as mineradoras listadas na LSE, Anglo American e BHP Biliton  cai 0,4% cada, enquanto Antofagasta e Glencore sobem 0,6 e 1,3%, respectivamente. 

EUA:   As ações dos EUA segue a caminho de estender as recentes perdas, já que as negociações entre os EUA e o Canadá sobre comércio devem recomeçar as negociações após terminar sem um acordo na semana passada. As negociações entre Washington e os parceiros comerciais internacionais tem sido uma fonte de ansiedade para Wall Street, embora amplamente compensadas por fortes resultados corporativos e sinais de uma economia doméstica saudável.

Na terça-feira, após o primeiro dia de negociação após o feriado do Dia do Trabalho, o Dow Jones caiu 0,05%, para 25.952,48 pontos. O índice S & P 500 caiu 0,17% e o Nasdaq Composite Index recuou 0,23%. O Dow está a caminho de registrar seu quarto declínio seguido, uma sequência não registrada desde meados de agosto, segundo dados da FactSet.

Os EUA e o Canadá devem retomar as negociações para resolver as diferenças comerciais enquanto trabalham para reformular o Acordo de Livre Comércio da América do Norte. As discussões tem sido tensas, às vezes, com o presidente Donald Trump, ameaçando avançar sem o vizinho do norte se não concordar com os termos. 

A chanceler canadense, Chrystia Freeland, deve se reunir com o representante de Comércio dos EUA, Robert Lighthizer, em Washington, na quarta-feira.

A incerteza em torno do comércio abalou os investidores, ajudando a ofuscar os dados econômicos dos EUA, incluindo a pesquisa de opinião do Institute for Supply Management, que subiu para 61,3 em agosto, seu maior nível desde maio de 2004.

Além disso, os investidores estão acompanhando o constante desmoronamento dos mercados emergentes, já que o dólar dos EUA, conhecido como uma fonte de segurança para os investidores preocupados, tem se fortalecido em meio a prolongadas disputas comerciais. Na vanguarda dessas preocupações estão os declínios da lira turca, o peso argentino e o rand sul-africano.

Na agenda econômica, os investidores se preparando para receber o relatório sobre o déficit comercial internacional dos EUA para agosto, que deve ser divulgado às 9h30. 

Separadamente, um trio de palestrantes do Federal Reserve estará em ação. O presidente de St. Louis, James Bullard, fala às 10h20 para discutir a economia e a política monetária em uma conferência em Nova York. O presidente do Fed de Minneapolis, Neel Kashkari, deve falar às 17h00 em um fórum da prefeitura em Bozeman, Montana, enquanto o presidente do Fed de Atlanta, Raphael Bostic, deve fazer bate-papo no Conselho de Assuntos Globais de Chicago às 19h30.

ÍNDICES FUTUROS - 8h20:
Dow: -0,33%
SP500: -0,22%
NASDAQ: -0,28%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - TERÇA-FEIRA 04/09/2018

ÁSIA: Os índices de ações asiáticos fecharam em alta na sessão de terça-feira, após um dia após turbulências nos mercados, quando incertezas com as questões comerciais e preocupações com os mercados emergentes ficaram a tona.

O Nikkei do Japão encerrou o pregão praticamente inalterado em 22.696,9 pontos, embora a maioria de seus principais setores fechassem em território negativo, com notícia de alerta de tufão e tsunami. O Kospi da Coreia do Sul fechou em alta de 0,38%, para 2.315,72 pontos.

Na China, os mercados fecharam amplamente positivos. O índice Hang Seng de Hong Kong fechou em alta de 0,94%. No continente, o composto de Xangai fechou em alta de 1,1%, em torno de 2.750,58 pontos, enquanto o composto de Shenzhen subiu 1,16%, encerrando o pregão a 1.465,79 pontos.

Abaixo, o ASX 200 da Austrália recuperou parte das perdas iniciais, mas ainda encerrou o pregão em baixa de 0,28%, a 6.293,1 pontos. O setor financeiro altamente ponderado fechou em queda de 0,74%.

O Reserve Bank of Australia (RBA) anunciou que as taxas de juros oficiais seriam mantidas inalteradas em 1,5%, em um movimento que foi antecipado pela maioria dos observadores de mercado. Após o anúncio do RBA, o dólar australiano enfraqueceu cerca de 0,11% em relação ao dólar, ao fechar a $ 0,7203.

Uma pesquisa divulgada ontem parece mostrar que a China está começando a sofrer efeitos negativos de sua guerra comercial contra Washington: o Índice PMI da Caixin / Markit ficou em 50,6, seu nível mais baixo desde junho de 2017 , como as exportações caíndo pelo quinto mês consecutivo.

Outra questão que está preocupando os investidores se refere as moedas de mercados emergentes que continuam a sofrer. Na segunda-feira, a rupia da Indonésia caiu para o seu nível mais baixo em mais de 20 anos e o banco central do país teria dito que interviria nos mercados de câmbio e de títulos, mas analistas dizem que com a inflação da Indonésia em 3%, não haveria necessidade, de elevar as taxas de juros, apesar de que, o movimento para estabilizar a rupia através do uso de taxas de juros tem sido "bastante eficaz" em relação aos "desastres" vistos em outros mercados emergentes, como Turquia e Argentina. Apesar do contágio dos mercados emergentes, as altas das taxas do Fed e as questões da guerra comercial, pode ser difícil para os investidores assumirem riscos de dívidas locais neste momento.

O índice da MSCI para as ações da Ásia-Pacífico, excluindo o Japão, caiu 0,3% nesta segunda-feira.

O índice do dólar, que acompanha o dólar em relação a uma cesta de moedas, subiu 0,28%, para 95,403 depois de ser negociado por volta de 95,14 na sessão de ontem. Enquanto isso, o iene japonês enfraqueceu em relação ao dólar para 111,34.

EUROPA: As principais referências de ações da Europa perdem terreno na terça-feira. O Stoxx Europe 600 cai 0,5%, para 380,65 pontos, após ter subido menos de 0,1% na sessão de segunda-feira. O indicador pan-europeu aponta uma queda de 2,2% para o ano.

As tensões comerciais entre os EUA e seus parceiros pressionam os mercados globais. Os holofotes tem estado na posição da administração Trump em relação ao Canadá. Ambos devem retomar as negociações na quarta-feira, depois que o presidente Donald Trump twittou durante o fim de semana, durante o feriado dos EUA, que não há nenhum imperativo político para incluir o Canadá na nova versão  do Acordo de Livre Comércio da América do Norte. Há também preocupações com a falta de progresso nas negociações comerciais entre os EUA e a China.

Os investidores também estão preocupados com a possibilidade do governo italiano anunciar um orçamento que coloque a dívida do país em um curso insustentável e amplifique as tensões com a União Europeia, assim, preferem reduzir o apetite de compra por ações europeias.

Entre os principais índices, o DAX 30 da Alemanha cai 0,83%, enquanto o CAC 40 da França recua 1,09%, enquanto o FTSE MIB da Itália contraria a tendência regional e opera em alta de 0,45%. O FTSE 100  do Reino Unido cai 0,26%.

Entre as mineradoras listadas na LSE, Anglo American cai 1,9%, Antofagasta recua 1,4%, BHP Biliton perde 1% e Rio Tinto cai 1,4%.

EUA:   Os futuros do índice de ações dos Estados Unidos operam em ligeira baixa nesta terça-feira, num fim de semana de três dias, quando a maioria dos mercados nos EUA estavam fechados em observância do Dia do Trabalho na segunda-feira. Os investidores aguardam novos dados econômicos e os mais recentes desenvolvimentos nas questões comerciais entre os EUA e o Canadá que deve ser retomada nesta quarta-feira.

Na sexta-feira, o Dow Jones Industrial Average caiu 22,10 pontos, ou 0,09%, para 25.964,82 pontos, enquanto isso, o índice S & P 500 avançou ligeiros 0,01%, para 2.901,52 pontos, enquanto o Nasdaq Composite Index subiu 0,26%, para fechar em 8.109,54 pontos, com o apoio de ações da Apple que renovou um recorde.

Na semana, o Dow subiu 0,7%, o S & P subiu 0,9% e o Nasdaq subiu 2,1%. Olhando para todo o mês de agosto, o Dow subiu 2,2%, o S &P acrescentou 3% e o Nasdaq subiu 5,7%.

Tanto a S & P quanto a Nasdaq registraram seu quinto mês consecutivo de alta, enquanto a Dow ganhou por dois meses consecutivos.
As leituras sobre a atividade manufatureira nos EUA estão programadas para o final da manhã com o relatório final do PMI da Markit para agosto que está programado para as 10h45, enquanto o índice ISM está programada para ser lançada às 11h00.

Um relatório sobre os gastos de construção para julho também deve ser divulgado às 11h00 e os números sobre as vendas de veículos devem sair durante o pregão.

ÍNDICES FUTUROS - 8h20:
Dow: -0,28%
SP500: -0,16%
NASDAQ: -0,20%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - SEGUNDA-FEIRA 03/09/2018

ÁSIA: Os mercados da Ásia fecharam em queda nesta segunda-feira, com o sentimento prejudicado com o fracasso nas negociações entre o Canadá e os Estados Unidos na sexta-feira e com o aumento das preocupações na escalada da guerra comercial EUA-China. O índice da MSCI para as ações na Ásia-Pacífico, excluindo o Japão, caiu 0,7%.

O Nikkei do Japão encerrou o primeiro dia de negociação em setembro em território negativo, com queda de 0,69%, em 22.707,38 pontos, pesada pela maioria de seus principais setores. Kospi da Coreia do Sul fechou em baixa de 0,68%, em 2.307,03 pontos, pesada pelas perdas de mais de 2% dos peso-pesado do índice, Samsung Electronics e Posco.

Na Austrália, o ASX 200 reverteu de seus ganhos iniciais para fechar 0,14% menor, em 6.310,9 pontos. Entre as mineradoras australianas, BHP Biliton caiu 0,8%, Fortescue Metals recuou 4,8% e Rio Tinto fechou em baixa de 1,3%

Os mercados da China atingidas na semana passada, continuaram em baixa. O índice Hang Seng de Hong Kong caiu 0,63%. Os mercados do continente recuperaram parte de suas baixas iniciais, mas ainda encerraram o dia em território negativo. O índice de Xangai caiu 0,17%, para 2.720,74 pontos e o composto de Shenzhen caiu 0,17%, para 1.448,93 pontos.

Os movimentos nesses mercados vieram depois que o índice PMI da CISSIN / Markit, uma pesquisa de manufatura privada, divulgado na segunda-feira, ficar em 50,6, sua leitura mais fraca desde junho de 2017. 

Referências de Taiwan, Cingapura e Malásia caíram entre 0,2% e 0,9%.

O índice do dólar, que acompanha o dólar em relação a uma cesta de moedas, estava em 95,101 durante o pregão asiático depois de atingir 94,52 na semana passada.

O iene japonês manteve seus ganhos contra o dólar em 110,90 ienes, enquanto o dólar australiano ficou praticamente estável em $ 0,719.

EUROPA: O principal indicador europeu, o Stoxx 600 opera praticamente estável em 382,39 pontos, após queda de 0,8% na sexta-feira, fechando o mês de agosto em baixa de 2,4%. No ano, o indicador pan-europeu está mostrando um declínio de quase 2% até o momento. 

Analistas citam incertezas com as tensões comerciais globais, depois que o presidente Donald Trump disse na semana passada que estava preparado para impor novas tarifas à China. Se implementado pela administração Trump, seria uma outra onda de escalada, já que Washington já aplicou US $ 50 bilhões em tarifas sobre exportações originárias de Pequim.

O setor de automóveis da Europa registram os piores desempenhos logo após o início do pregão, em meio a novas tensões comerciais. Na semana passada, a União Europeia disse que responderia na mesma moeda se o presidente Donald Trump refutasse sua promessa de não impor tarifas aos carros europeus. Porsche, Volkswagen e Pirelli estavam negociando em baixa de mais de 1% na manhã de segunda-feira. O DAX 30 da Alemanha e o CAC 40 da França recuam ligeiramente. 

O índice FTSE 100 do Reino Unido sobe 0,89%, aproveitando-se da queda da libra, após Michel Barnier, o principal negociador da UE no Brexit, criticar as propostas da primeira-ministra britânica Theresa May em uma entrevista a um jornal alemão publicado no final de semana, dizendo que isso pode significar "o fim do mercado único e do projeto europeu". Uma libra mais branda pode impulsionar o FTSE 100, já que as empresas multinacionais do índice geram a maior parte de suas receitas em outras moedas. O indicador britânico caiu 1,1% na sexta-feira e fechou o mês de agosto em baixa de 4,1 e aponta uma queda de quase 3% no ano até o momento.

O desempenho das mineradoras em Londres é positivo. Anglo American sobe 1,7%, Antofagasta avança 0,8%, BHP Biliton sobe 1,5% e Rio Tinto avança 0,1%.

EUA:   Os investidores americanos fazem uma pausa para o Dia do Trabalho, mas as negociações comerciais entre os EUA e seus parceiros continuam uma fonte de volatilidade para os mercados globais. Os holofotes agora tem sido direcionado sobre a administração Trump em relação ao Canadá.

No final de semana, o presidente Donald Trump twittou que não há um imperativo político para incluir o Canadá em uma nova versão do Acordo de Livre Comércio da América do Norte. Seus comentários vieram depois que um acordo preliminar com o México para reestruturar o Nafta parece sinalizar que a Casa Branca está disposta a repensar em suas duras exigências e a evitar as guerras comerciais nocivas.

À medida que nos aproximamos de uma nova semana e um novo mês, essas preocupações permanecem no centro das mentes dos investidores, junto com preocupações crescentes sobre a estabilidade nos mercados emergentes como a Turquia e Argentina, após fortes quedas do peso argentino e lira da Turquia no mês passado.

ÍNDICES FUTUROS - 7h20:
Dow: +0,18%
SP500: +0,18%
NASDAQ: +0,02%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.