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RESENHA DA BOLSA - TERÇA-FEIRA 11/09/2018

ÁSIA: Os mercados da Ásia fecharam misturados nesta terça-feira.

A Casa Branca anunciou que estava em processo de coordenar a segunda reunião entre o presidente dos EUA, Donald Trump e o líder norte coreano Kim Jong Un.

Nos mercados da China, o índice Hang Seng de Hong Kong fechou em baixa de 0,72%, permanecendo em território de baixa pelo segundo dia consecutivo, caíndo mais de 20% em janeiro de 2018.

No continente, o composto de Xangai entregou seus ganhos para fechar 0,18% menor, em 2.664,80 pontos, enquanto o composto de Shenzhen subiu 0,17% para terminar em 1.409,34 pontos.

O Nikkei do Japão ampliou seus ganhos e encerrou o pregão em alta de 1,3%, em 22.664,69 pontos. Do outro lado do Estreito Coreano, o Kospi da Coreia do Sul fechou em queda de 0,24%, a 2.283,2 pontos.

Abaixo, o ASX 200 da Austrália fechou em alta de 0,62%, em 6.179,7 pontos, com o setor financeiro subindo 0,85%. As mineradoras Rio Tinto e Fortescue Metals avançaram 0,88 e 1,5%, respectivamente.

Na segunda-feira, a Casa Branca anunciou que Trump recebeu um pedido da Kim da Coreia do Norte para uma nova reunião dapós o histórico encontro em Cingapura em junho de 2018. Descrita pela Casa Branca como uma "carta muito calorosa e positiva", a secretária de imprensa Sarah Huckabee Sanders informou aos repórteres na segunda-feira que a administração estava aberta ao pedido e já estava no processo de "coordenar" a reunião.

O comércio também continua a ser outro ponto para os mercados, com o Canadá e os EUA ainda tentando garantir um acordo que substitua o Acordo de Livre Comércio da América do Norte. Os investidores também estavam conscientes sobre possíveis novas tarifas comerciais dos EUA sobre a China.

Nos mercados cambial, o índice do dólar, que acompanha o dólar em relação a uma cesta de moedas, estava em 94,931, enquanto o iene japonês enfraqueceu ainda mais em relação ao dólar, sendo negociado a 111,53, enquanto o dólar australiano recuperou de suas perdas iniciais e avançou cerca de 0,1%, para 0,7121.

EUROPA: Os mercados da Europa operam em baixa na manhã de terça-feira, com os investidores focando sobre questões comerciais. 

O índice pan europeu Stoxx 600 recua 0,32%, com a maioria dos setores negociando em território negativo. O setor de petróleo e o gás lideraram os ganhos, após notícias de que as exportações de petróleo dos EUA ao Japão e à Coreia do Sul atingiram recordes neste mês. O benchmark registrou um ganho de 0,4% na segunda-feira, após cair 2,2% na semana passada e quase 3,5% no acumulado do ano.

O setor de recursos básicos e automóveis recuam, à medida que as crescentes tensões em torno da guerra comercial dos EUA na China permanecem em destaque.

A ArcelorMittal cai mais de 2%, após a notícia de que a siderúrgica havia aumentado sua oferta para comprar a Essar Steel. As ações da Heineken também caem após rebaixamento de rating de analistas.

As bolsas europeias geralmente enfrentavam dificuldades, pois os investidores continuam a procurar catalisadores que pudessem elevar o mercado. O DAX 30 da Alemanha cai 0,44%, enquanto o CAC 40 da França recua 0,13% e o FTSE 100 do Reino Unido cai 0,4%.

Entre as mineradoras listadas em Londres, Anglo American cai 1,9%, Antofagasta recua 1,3%, BHP Biliton perde 1,9% e Rio Tinto perde 0,6%.

A libra dispara com esperanças de que um acordo com o Brexit possa ser aceito dentro de seis a oito semanas. Uma libra mais forte pode pesar no FTSE 100, já que as empresas multinacionais do índice geram a maior parte de suas receitas em outras moedas. A estimativa do cronograma ocorre depois que o negociador-chefe da União Europeia, Michel Barnier, em uma conferência na Eslovênia e ajudou a aliviar os temores dos investidores de que o Reino Unido poderia se separar do grande bloco comercial da Europa em março de 2019 sem um acordo, mas que várias questões ainda precisam ser resolvidas. 

Na frente comercial, os negociadores da UE e dos EUA estão reunidos nesta segunda-feira para discutir um pacto que evitaria uma briga transatlântica. Embora nenhum grande avanço tenha sido observado, o representante de Comércio dos EUA, Robert Lighthizer e a comissária européia de comércio, Cecilia Malmström, disseram que reuniriam novamente até o final de setembro e começarão a concentrar no fechamento um acordo nos próximos meses. Segundo o Financial Times, os Estados Unidos e a UE estão trabalhando para conseguir um acordo comercial parcial nos próximos dois meses.

Entre os dados econômicos, o índice ZEW Economic mostrou que as expectativas econômicas na Alemanha aumentaram ligeiramente no mês anterior, apesar de algumas preocupações com a Turquia e a Argentina.

EUA: Os futuros de ações dos Estados Unidos apontam para um começo mais suave em Wall Street, com os investidores se esforçando para encontrar novos catalisadores para o mercado, optando por focar nas preocupações com questões relacionadas aos desenvolvimentos comerciais e políticos.

Na segunda-feira, o S & P 500 subiu 0,2% para terminar em 2.877,13 pontos e o Nasdaq Composite Index adicionou 0,3%, para 7.924,16 pontos, com ambos os índices interrompendo uma série de quatro dias de queda. O Dow Jones Industrial Average caiu 0,2%, para 25.857,07 pontos.

A semana passada foi a primeira semana negativa do S & P, marcando a maior queda percentual semanal desde junho, enquanto o Nasdaq sofreu sua maior queda semanal desde março.

Ainda na sexta-feira passada, o presidente Donald Trump disse que estava "pronto para uma nova rodada de tarifas na ordem de US $ 267 bilhões em produtos da China", superando as já propostas na ordem de US $ 200 bilhões. A China prometeu retaliar. 

A China deverá entrar em contato com a Organização Mundial do Comércio em breve para obter autorização para impor sanções aos EUA, informou a Reuters. A razão para isso é por causa do descumprimento de Washington de uma decisão em uma disputa sobre as taxas de dumping americano, ja solicitado pela China em 2013.

A Coreia do Norte volta à agenda, depois de notícias de que Trump recebeu, o que a Casa Branca chamou de "carta muito calorosa e muito positiva", de Kim Jong Un, que pediu uma reunião com o presidente dos EUA. Ambos os líderes se reuniram em Cingapura em junho para discutir a desnuclearização e o futuro do relacionamento entre as duas nações.

O índice de otimismo para pequenas empresas da Federação Nacional de Empresas Independentes subiu para um novo recorde em agosto, para 0,9 ponto para um nível ajustado sazonalmente de 108,8, com avanços em seis dos dez principais componentes. O recorde anterior foi estabelecido há 35 anos. Ainda será divulgado as vagas de emprego e estoques de atacado para julho às 11h00. 

O presidente do Fed, Lael Brainard e o presidente do Federal Reserve de Minneapolis, Neel Kashkari, falarão em um painel sobre empresas patrocinadas pelo governo e habitação na crise financeira às 15h20 (horário de Brasília).

ÍNDICES FUTUROS - 8h00:
Dow: -0,44%
SP500: -0,24%
NASDAQ: -0,26%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - QUINTA-FEIRA 06/09/2018

ÁSIA: A maioria dos índices de ações da Ásia fechou em baixa na madrugada desta quinta-feira, com contínuos temores dos mercados emergentes e depois de uma queda no setor de tecnologia em Wall Street. O índice MSCI de ações para a Ásia-Pacífico, excluindo o Japão, caiu 3,08% na Ásia.

O Nikkei do Japão caiu 0,41%, fechando em 22.487,94 pontos. Setor de agricultura e mineração foram os únicos entre os 33 sub-índices Topix que fecharam em alta. Ações da distribuidora e geradora de eletricidade Hokkaido Electric Power despencaram 6,43% devido forte terremoto que deixou os moradores da ilha sem eletricidade. Japan Airlines caiu 1,36% e ANA recuou 1,14%, enquanto a fabricante de cosméticos Kose perdeu 0,9% após a queda de 6,7% na quarta-feira. Nintendo caiu 3,61%, mas a Sony conseguiu subir quase 0,9%.

O Kospi da Coreia do Sul encerrou o dia com queda de 0,18%, para 2.287,61 pnotos, com "players" de tecnologia, como Samsung Electronics e SK Hynix, registrando perdas. A Samsung Publishing, no entanto, avançou por mais um dia consecutivo, com alta de 13,19%, continuando sua série positiva desde que a canção infantil "Baby Shark" chegou ao topo das paradas britânicas no final do mês passado.

O ASX 200 da Austrália caiu 1,12% para fechar em 6.160,4 pontos. Entre as mineradoras australianas, BHP Biliton caiu 2,6%, enquanto Fortescue Metals e Rio Tinto avançaram 2,1% e 1%, respectivamente.

Na China, o índice Hang Seng de Hong Kong caiu 0,99%. No continente, o composto de Xangai encerrou o pregão em baixa de 0,47%, em torno de 2.691,59 pontos, enquanto o composto de Shenzhen recuou 0,72%, fechando em 1.431,86 pontos.

Moedas do mercado emergente (EM) permaneceram em foco, atingindo não apenas o peso argentino e a lira turca, mas também moedas asiáticas como a rupia indiana e da indonésia. 

O índice do dólar, que acompanha o dólar contra uma cesta de moedas, foi negociado em 95,160, ainda abaixo do nível de ontem. O iene japonês manteve ganhos em relação ao dólar em 111,34, enquanto o dólar australiano entregou seus ganhos anteriores para negociar em 0,7168.

Os preços do petróleo caíram na tarde do comércio asiático. 

EUROPA: Os mercados europeus operam em ligeira alta, suportados por ações das empresas de serviços públicos, porém, o sentimento do mercado ainda é abafado por preocupações com os mercados emergentes e possíveis novas tarifações dos EUA sobre produtos da China.

O pan-europeu Stoxx 600 sobe 0,15%. O benchmark atingiu seu nível mais baixo em quase cinco meses antes da abertura da sessão.

No mundo corporativo, Commerzbank será substituído no DAX por uma empresa de tecnologia a partir de 24 de setembro, segundo a Reuters. DAX 30 opera em queda de 0,06%.

O FTSE 100 do Reino Unido cai 0,19%. Entre as empresas listadas na LSE, Anglo American sobe 0,4%, Rio Tinto opera em alta de 0,2%, enquanto Antofagasta cai 0,8% e BHP Biliton recua 3,5%. 

O Brexit continua sendo uma preocupação, após comentários do governo alemão de que está pronto para todos os cenários, incluindo um não acordo. Enquanto isso, o Financial Times informou que o Reino Unido testará um novo esquema para contratar trabalhadores agrícolas não-europeus para garantir que os agricultores britânicos não enfrentem problemas depois do Brexit.

No front econômico, os mercados digeriram notícias do banco central sueco. A instituição manteve as taxas inalteradas, mas disse que a taxa de recompra pode subir em dezembro ou fevereiro.

EUA:  Os futuros dos índices de ações dos EUA sobem antes da abertura da sessão desta quinta-feira.

Na quarta-feira, o Nasdaq Composite Index registrou as maiores perdas entre seus pares de referência, caindo 96,07 pontos, ou 1,2%, para 7.995,17 pontos, terminando abaixo da marca chave de 8.000. O índice S & P 500 perdeu 8,12 pontos, ou 0,3%, para 2.888,60 pontos, com o setor de tecnologia e internet caindo 1,5%, sua maior queda diária desde 30 de julho, no entanto, o Dow Jones Industrial Average, DJIA, ignorou essa tendência de baixa, subindo 22,51 pontos, ou 0,09%, para 25.974,99 pontos.

Autoridades dos EUA e do Canadá trabalharam até tarde da noite na quarta-feira sem, tentando garantir um novo acordo comercial para substituir o atual acordo do Tratado de Livre Comércio da América do Norte (NAFTA), porém sem sucesso. As negociações provavelmente continuarão nos próximos dias e podem potencialmente durar semanas.

Enquanto isso, a relação entre a China e os Estados Unidos permanece tensa. Os mercados permanecem em "stand by" depois que a Bloomberg revelou na semana passada que a administração Trump estava de prontidão para aplicar impostos adicionais sobre produtos chineses no valor de US $ 200 bilhões a partir desta semana. O Ministério do Comércio da China afirmou na quinta-feira que Pequim retaliaria se Washington impusesse novas tarifas, informou a Reuters.

Dados econômicos que serão divulgados nesta quinta-feira incluem o Relatório Nacional de Emprego da ADP às 9h15; pedidos de subsídio de desemprego, produtividade do trabalho e custos às 9h30; dados do índice PMI de serviços  às 10h45 e dados de não-manufaturados da ISM e pedido das fábricas às 11h00.

No espaço corporativo, espera-se que a Dell Technologies, a Barnes & Noble, a Broadcom, a Domo, a Five Below e a Okta publiquem seus últimos relatórios trimestrais.

Os investidores também ficarão de olho no mundo corporativo, depois que importantes executivos de tecnologia testemunharam diante do Congresso na quarta-feira, abordando preocupações em torno da interferência online na eleição e como reprimir o abuso nas plataformas sociais.

ÍNDICES FUTUROS - 8h00:
Dow: +0,01%
SP500: -0,07%
NASDAQ: -0,13%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - QUARTA-FEIRA 05/09/2018

ÁSIA: Os mercados da Ásia fecharam em forte baixa nesta quarta-feira, seguindo a baixa em Wall Street no primeiro dia de negociação do mês. O índice da MSCI para as ações da Ásia-Pacífico, excluindo o Japão, caiu 0,5%.

O Nikkei do Japão sofreu uma queda de 0,51%, fechando em 22.580,83 pontos. Empresas de transportes, companhias aéreas e empresas imobiliárias lideraram as quedas. Montadoras recuaram com preocupações sobre o impacto de um tufão em suas sedes operacionais. A Toyota caiu 0,77%, enquanto a Nissan caiu 1,01%. Ambas as montadoras disseram que o tufão não teve impacto nas operações. 

Jebi, o mais poderoso tufão a atingir o Japão em 25 anos, matou pelo menos sete pessoas e causou danos generalizados na costa oeste do Japão e forçou o fechamento por tempo indeterminado de um dos maiores aeroportos do país.

O Kospi da Coreia do Sul fechou em queda de 1,03%, para 2.291,77 pontos, com a gigante Samsung recuando 2,2%.

Na Austrália, o ASX 200 continuou a tendência de queda, deslizando 1% e fechar em 6.230,4 pontos, apesar de novos dados  revelarem que a economia registrou um crescimento do PIB mais forte do que o esperado no segundo trimestre. As mineradoras tiveram um dia de fortes baixas. BHP Biliton caiu 2,5%, Fortescue Metals recuou 2,8% e Rio Tinto fechou em baixa de 2,4%.

Na região da China, o índice Hang Seng de Hong Kong despencou 2,61%, pesada pelas empresas de tecnologia. O composto de Xangai caiu 1,68%, em 2.704,34 pontos, enquanto o composto de Shenzhen teve uma perda de 1,605% para terminar em 1.442,25 pontos.

Índices de referência em Taiwan, Cingapura e Malásia também fecharam em baixa.

EUROPA: As bolsas europeias recuam, com analistas culpando o clima negativo às tensões no comércio global. O Stoxx Europe 600 cai 0,82%, depois de cair 0,7% na terça-feira. O indicador pan-europeu aponta um declínio de 2,8% para o ano.

O DAX 30 da Alemanha cai 0,61%, enquanto o CAC 40 da França recua 1,05%. Destaque positivo para o FTSE MIB da Itália contraria a tendência regional e sobe 1,2%.

O FTSE 100 do Reino Unido opera em baixa de 0,47%. Entre as mineradoras listadas na LSE, Anglo American e BHP Biliton  cai 0,4% cada, enquanto Antofagasta e Glencore sobem 0,6 e 1,3%, respectivamente. 

EUA:   As ações dos EUA segue a caminho de estender as recentes perdas, já que as negociações entre os EUA e o Canadá sobre comércio devem recomeçar as negociações após terminar sem um acordo na semana passada. As negociações entre Washington e os parceiros comerciais internacionais tem sido uma fonte de ansiedade para Wall Street, embora amplamente compensadas por fortes resultados corporativos e sinais de uma economia doméstica saudável.

Na terça-feira, após o primeiro dia de negociação após o feriado do Dia do Trabalho, o Dow Jones caiu 0,05%, para 25.952,48 pontos. O índice S & P 500 caiu 0,17% e o Nasdaq Composite Index recuou 0,23%. O Dow está a caminho de registrar seu quarto declínio seguido, uma sequência não registrada desde meados de agosto, segundo dados da FactSet.

Os EUA e o Canadá devem retomar as negociações para resolver as diferenças comerciais enquanto trabalham para reformular o Acordo de Livre Comércio da América do Norte. As discussões tem sido tensas, às vezes, com o presidente Donald Trump, ameaçando avançar sem o vizinho do norte se não concordar com os termos. 

A chanceler canadense, Chrystia Freeland, deve se reunir com o representante de Comércio dos EUA, Robert Lighthizer, em Washington, na quarta-feira.

A incerteza em torno do comércio abalou os investidores, ajudando a ofuscar os dados econômicos dos EUA, incluindo a pesquisa de opinião do Institute for Supply Management, que subiu para 61,3 em agosto, seu maior nível desde maio de 2004.

Além disso, os investidores estão acompanhando o constante desmoronamento dos mercados emergentes, já que o dólar dos EUA, conhecido como uma fonte de segurança para os investidores preocupados, tem se fortalecido em meio a prolongadas disputas comerciais. Na vanguarda dessas preocupações estão os declínios da lira turca, o peso argentino e o rand sul-africano.

Na agenda econômica, os investidores se preparando para receber o relatório sobre o déficit comercial internacional dos EUA para agosto, que deve ser divulgado às 9h30. 

Separadamente, um trio de palestrantes do Federal Reserve estará em ação. O presidente de St. Louis, James Bullard, fala às 10h20 para discutir a economia e a política monetária em uma conferência em Nova York. O presidente do Fed de Minneapolis, Neel Kashkari, deve falar às 17h00 em um fórum da prefeitura em Bozeman, Montana, enquanto o presidente do Fed de Atlanta, Raphael Bostic, deve fazer bate-papo no Conselho de Assuntos Globais de Chicago às 19h30.

ÍNDICES FUTUROS - 8h20:
Dow: -0,33%
SP500: -0,22%
NASDAQ: -0,28%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.