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RESENHA DA BOLSA - QUARTA-FEIRA 03/04/2019

ÁSIA: Os principais mercados asiáticos fecharam em alta nesta quarta-feira, após boatos de que os EUA e a China estão próximos de chegar a um acordo comercial. O índice MSCI Ásia, excluindo o Japão, avançou quase 1%.

Os EUA e a China devem retomar as negociações comerciais em Washington na quarta-feira, após última rodada de negociações em Pequim na semana passada. Antes da reunião, o conselheiro econômico da Casa Branca, Larry Kudlow, disse que os dois países "esperam fazer mais progressos" nas negociações desta semana.

Myron Brilliant, vice-presidente executivo de assuntos internacionais da Câmara de Comércio dos EUA, disse à repórteres que 90% do acordo está concluído, mas os 10% finais continuam sendo a parte mais complicada das negociações e exigiriam compensações de ambos os lados.

As ações da China continental fecharam em alta com a recuperação de uma manhã tépida. O composto de Xangai adicionou 1,24% enquanto o Shenzhen Composite avançou 0,82%.

O índice Hang Seng de Hong Kong ganhou 1,22%. As ações da gigante chinesa de tecnologia Tencent subiram 3,44%, alcançando os níveis mais altos do final de julho do ano passado.

O Nikkei do Japão fechou em alta de 0,97%, enquanto o índice Topix, mais amplo, subiu 0,63%.

Na Coreia do Sul, o Kospi subiu 1,2%, enquanto a fabricante de chips SK Hynix viu sua ação disparar 4,58%.

O ASX 200 da Austrália subiu 0,68%. Na quarta-feira, dados mostraram que as vendas no varejo atingiram uma alta de 15 meses em fevereiro, o superávit comercial do país subiu acima do esperado para o segundo maior valor registrado no mesmo mês. BHP e Fortescue Metals subiram 2,2% cada, enquanto Rio Tinto fechou em alta de 2,1%.

EUROPA: As bolsas europeias operam em alta na manhã de quarta-feira, com investidores monitorando sinais de progresso nas negociações comerciais EUA-China.

O índice pan-europeu Stoxx 600 sobe cerca de 0,7% durante as negociações da manhã, com a maioria dos setores e as principais bolsas em território positivo. O benchmark subiu para seu nível mais alto em quase 8 meses, logo após o início do pregão, antes de devolver parte de seus ganhos e segue a caminho do quarto dia consecutivo de ganhos. Na terça-feira subiu 0,4%.

O setor de recursos básicos da Europa, com sua forte exposição à China, é destaque de alta. Ele ocorre em um momento em que os investidores esperam que uma nova rodada de negociações comerciais entre as duas maiores economias do mundo ponha fim a uma disputa prolongada. Entre as mineradoras listadas em Londres, Anglo American sobe 1,3%, Antofagasta avança 1,6%, BHP sobe 0,4% e Rio Tinto avança 0,5%.

O Casino Guichard da França cai para o fundo do índice depois que a Moody's cortou seus ratings de longo prazo. As ações do varejista caem mais de 2%.

A atividade empresarial na zona do euro ficou fraca no mês passado. O Índice PMI da IHS Markit, amplamente visto como um indicador de saúde econômica geral, ficou em 51,6 em março, ante 51,9 em fevereiro.

Em relação ao Brexit, a primeira-ministra britânica, Theresa May, disse que pedirá à UE uma prorrogação do prazo do Brexit para "quebrar o impasse" no Parlamento. Falando na noite de terça-feira, May disse que queria se encontrar com o líder trabalhista Jeremy Corbyn para chegar a um acordo sobre o futuro relacionamento com a UE. Se nada for aprovado na Câmara dos Comuns nos próximos dias, a quinta maior economia do mundo deverá deixar o bloco sem um acordo em 12 de abril.

EUA: Os futuros de ações dos EUA sobem na manhã desta quarta-feira ajudado pelo otimismo em relação às negociações comerciais entre EUA e China.

As autoridades americanas e chinesas estão supostamente se aproximando de um acordo comercial, tendo resolvido a maior parte das questões pendentes em sua prolongada disputa comercial. Ambos os países taxaram bilhões de dólares em bens um do outro desde o ano passado.

De acordo com o Financial Times, Pequim quer que Washington remova as tarifas sobre as importações chinesas, enquanto o governo Trump quer que a China concorde com medidas de fiscalização que garantam que o país adira ao acordo.

O representante de Comércio dos EUA, Robert Lighthizer e o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, devem se encontrar com o vice-primeiro-ministro chinês, Liu He, na quarta-feira, para retomar as negociações. A notícia apoia as ações globais, bem como os futuros dos EUA, com os mercados europeus e asiáticos subindo na quarta-feira.

Isto vem depois que o Dow caiu pela primeira vez em quatro sessões na terça-feira, recuando após uma sólida recuperação no início da semana.

Na agenda econômica, os pedidos de hipoteca semanais, folhas de pagamento do setor privado, o PMI de serviços e o índice de não-manufatura da ISM e estoque de petróleo dos EUA devem ser divulgados durante a manhã.

ÍNDICES FUTUROS - 8h00:
Dow: +0,39%
SP500: +0,58%
NASDAQ: +0,49%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - TERÇA-FEIRA 02/04/2019

ÁSIA: Os principais mercados da região Ásia-Pacífico registraram ganhos nesta terça-feira, seguindo os avanços em Wall Street, já que as preocupações com uma possível desaceleração econômica global diminuíram.

O índice da MSCI para as ações da Ásia-Pacífico, exceto Japão, subiu 0,20%.

O composto de Xangai subiu 0,2%, enquanto o Shenzhen Composite subiu 0,11%. O índice Hang Seng de Hong Kong subiu 0,21%.

O Nikkei do Japão recuou 0,02%, enquanto o índice Topix, mais amplo, caiu 0,25%. O iene, considerado uma moeda porto seguro, foi negociado a 111,36 por dólar, enfraquecendo em relação aos níveis próximos de 110,00 na semana anterior, com os investidores assumindo mais riscos.

Na Coreia do Sul, o índice Kospi subiu 0,41%.

O índice de referência ASX 200 da Austrália subiu 0,41%, com o sub-índice financeiro, fortemente ponderado, avançando 0,45%, enquanto o sub-índice de energia subiu 0,89%. Entre as mineradoras, BHP subiu 0,2%, Fortescue Metals avançou 2,7% e Rio Tinto recuou 1,3%.

O banco central da Austrália manteve sua taxa de câmbio inalterada em 1,50%, de acordo com as expectativas do mercado. Na declaração de política monetária, o governador Philip Lowe disse que o baixo nível das taxas de juros está apoiando a economia australiana. Ele disse que o mercado de trabalho do país continua forte e levou a uma recuperação dos salários. O RBA espera mais progressos na redução do desemprego e que a inflação retornem gradualmente à sua meta. Lowe disse que o cenário central é que a inflação subjacente seja de 2% em 2019 e 2,25% em 2020.

EUROPA: Os mercados europeus estão flertando o terceiro dia consecutivo de ganhos, com investidores encorajados com as pesquisas mais fortes do que as esperadas da atividade fabril dos EUA e da China, diminuindo preocupações com a economia global.

O índice Stoxx Europe 600 sobe 0,11%. Na segunda-feira o pan-índice subiu 1,2%. 

Os setores bancários e de seguros da Europa lideraram os ganhos, impulsionados pelo avanço do Swedbank para o topo do benchmark europeu. As ações do banco sobem quase 6%, depois que foi anunciado que as autoridades suecas não investigariam as acusações de lavagem de dinheiro feitas pelo investidor Bill Browder.

No outro extremo, a Rolls Royce perde quase 2% após a Singapore Airlines descobriu um defeito nos motores durante inspeções de dois de seus aviões Boeing 787-10 Dreamliner, o mais recente problema para a fabricante de aviões norte-americana. Os motores fornecidos pela empresa britânica estavam deteriorando mais rápido do que o esperado.

A empresa francesa de serviços de TI, Atos, cai para o fundo do índice, depois que Berenberg cortou a recomendação para suas ações de "espera" para "vender". As ações listada em Paris caem mais de 4% com as notícias.

Enquanto isso, a Coca-Cola Hellenic sobe para o topo do benchmark europeu depois que o Barclays citou a engarrafadora de refrigerantes entre um dos seus favoritos. As ações listadas em Londres aumentam quase 2%.

Entre as mineradoras listadas em Londres, Anglo American sobe 0,8%, Antofagasta recua 0,2%, BHP perde 0,5% e Rio Tinto cai 0,1%.

Os legisladores britânicos não chegaram à um acordo para o Brexit. Na noite de segunda-feira, o parlamento britânico não obteve maioria para nenhuma proposta alternativa ao acordo da primeira-ministra Theresa May. Se nada for aprovado na Câmara dos Comuns nos próximos dias, a quinta maior economia do mundo deverá deixar o bloco sem um acordo em 12 de abril.

EUA: Os futuros de ações dos EUA operam sob pressão nesta terça-feira, apesar dos dados dos EUA e China mostrarem uma recuperação na atividade manufatureira.

Dados de de manufatura mais forte dos EUA e da China melhoraram o sentimento durante a sessão de segunda-feira, com o Dow fechando acima de 26.000 pontos pela primeira vez desde 26 de fevereiro.

Na agenda econômica, o relatório de bens duráveis ​​dos EUA deve ser divulgado na terça-feira às 9h30.

Na frente corporativa, Walgreens Boots Alliance deve divulgar seus resultados.

ÍNDICES FUTUROS - 8h00:
Dow: +0,02%
SP500: +0,04%
NASDAQ: +0,03%
OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - SEGUNDA-FEIRA 01/04/2019

ÁSIA: Os principais mercados da Ásia fecharam em alta na segunda-feira, após dados divulgados no fim de semana mostrando que a atividade econômica na China subiu inesperadamente em março. O índice da MSCI para as ações da Ásia-Pacífico, exceto Japão subiu 0,94%.

Na China continental, o índice de Xangai subiu 2,58%, enquanto o componente Shenzhen Composite subiu 3,57%. Em Hong Kong, o índice Hang Seng subiu 1,76%. 

A atividade manufatureira na China expandiu-se inesperadamente em março, depois de encolher por três meses seguidos, mostrou o Índice de PMI da Caixin / Markit Manufacturing, que ficou em 50,8 em março. O PMI oficial subiu para 50,5, marcando a primeira expansão em quatro meses. A marca de 50 separa o crescimento da contração em uma base mensal.

Este é o primeiro mês em quatro que a atividade manufatureira chinesa retornou ao crescimento e sugere que o crescimento da macro economia política chinesa  começa a fluir.

O Nikkei no Japão subiu 1,43% e o índice Topix, mais amplo, subiu 1,52%. A fornecedora da Apple, Japan Display viu suas ações subirem 10,14%, depois que a companhia afirmou que pretende chegar a um acordo de financiamento nesta semana que levaria a uma emissão de ações e títulos de 60 a 80 bilhões de ienes (aproximadamente US $ 540 a US $ 720 milhões). Relatórios em janeiro sugeriram que a empresa, que sofreu o impacto de vendas decepcionantes do iPhone XR da Apple, estava em negociações avançadas com um grupo de investidores de Taiwan e da China para resgatar a empresa.

A pesquisa "tankan" do Banco do Japão divulgada na segunda-feira, mostrou uma piora na confiança comercial entre os grandes fabricantes do país no primeiro trimestre.

Na Coreia do Sul, o Kospi subiu 1,29%, com a fabricante de chips SK Hynix saltando 3,23%.

O ASX 200 da Austrália subiu 0,59%, com a maioria dos setores registrando ganhos. Entre as mineradoras, BHP subiu 1,2%, Fortescue Metals avançou 4,3% e Rio Tinto fechou em alta de 1,4%.

Na frente comercial EUA-China, as negociações comerciais de alto nível entre as duas potências econômicas serão retomadas em Washington nesta semana, após as negociações da semana passada em Pequim.

EUROPA: As bolsas europeias operam em alta na segunda-feira de manhã, com investidores na Europa digerindo dados chineses mais fortes do que o esperado. O pan-europeu Stoxx 600 sobe 0,8%, com todos os setores em território positivo.

Os setores de recursos básicos e de automóveis reagem positivamente ao dados positivos da atividade manufatureira de Pequim, sugerindo uma recuperação da atividade econômica. A China é a segunda maior economia do mundo e qualquer indicação de desaceleração tende a preocupar os investidores quanto à perspectiva geral da economia global.

O setor automotivo também reage aos relatórios de fim de semana de que a Fiat Chrysler e o PSA Group estão explorando conjutamente maneiras de se cooperar na Europa.

A easyJet afunda mais de 8% depois que a companhia aérea citou que a incerteza do Brexit levou a queda nos preços das passagens e que as perspectiva para o segundo semestre do ano eram "mais cautelosas".

Entre as mineradoras que negociam em Londres, Anglo American sobe 1,9%, Antofagasta avança 2,4%, BHP sobe 2,7% e Rio Tinto sobe 2,8%.

Os investidores também monitoram os últimos desenvolvimentos políticos. Legisladores do Reino Unido votarão alternativas ao processo Brexit nesta segunda-feira. Ao mesmo tempo, relatos sugerem que a Primeira-ministra Theresa May poderia colocar seu acordo de retirada para uma quarta votação na terça-feira. O Reino Unido tem duas semanas para decidir o caminho para o processo Brexit ou corre o risco de deixar a UE em 12 de abril sem um acordo.

Na Ucrânia, Volodymyr Zelensky, de 41 anos, que interpreta um presidente fictício em uma popular série de TV, ficou em primeiro lugar nas pesquisas de domingo. Enquanto isso, na Eslováquia, os eleitores elegeram a primeira presidente neste fim de semana, Zuzana Caputova, uma advogada anticorrupção.

EUA: Os futuros de ações dos EUA operam em alta na segunda-feira, após dados de manufatura da China. 

Os números deram um alívio para os investidores nervosos por temores de uma recessão econômica global. No início da semana passada, as ações ficaram sob pressão após os mercados de títulos indicando uma iminente recessão nos EUA.

O rendimento da nota do Tesouro de 10 anos caiu recentemente abaixo da nota de 3 meses, no que é conhecido como uma inversão da curva de juros. Uma inversão da curva de juros é vista como um preditor confiável de uma recessão.

Entre outras notícias que impulsionam os mercados, os EUA e a China concluíram recentemente sua última rodada de negociações comerciais. Autoridades americanas disseram na semana passada que a China fez propostas sobre várias questões, incluindo transferências de tecnologia, que vão além dos compromissos anteriores. As duas potências devem retomar as conversas em Washington nesta semana. 

Segunda-feira é um dia movimentado na agenda de dados, com vendas no varejo dos EUA, números de manufatura, gastos com construção e estoques de negócios que devem ser liberados.

ÍNDICES FUTUROS - 8h20:
Dow: +0,74%
SP500: +0,71%
NASDAQ: +0,96%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.