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RESENHA DA BOLSA - QUINTA-FEIRA 03/10/2019

ÁSIA: Os mercados da Ásia sofreram na madrugada desta quinta-feira depois das pesadas perdas em Wall Street provocadas por novas preocupações com a desaceleração econômica. 

O Nikkei do Japão caiu 2,01%, enquanto o índice Topix caiu 1,72%. Pesos-pesados do índice como Retailing , Softbank Group e Fanuc cairam pelo menos 2% cada.

Na Austrália, o S & P / ASX 200 caiu 2,21% para fechar em 6.493,00 pontos, com a maioria dos setores em declínio. O subíndice financeiro fortemente ponderado caiu 2,6%, com as ações dos chamados Big Four Banks recuando: ANZ Group caiu 2,6%, CBA caiu 2,8%, Westpac caiu 2,4% e NAB caiu 3,5%. Entre as mineradoras, BHP caiu 2,9%, Fortescue recuou 3,1% e Rio Tinto despencou 5,4%. A produtora de petróleo e gás Woodside Petroleum caiu 4,4%, seguindo a queda dos preços do petróleo no comércio asiático.

O índice Hang Seng de Hong Kong contrariou a tendência e subiu 0,26%. A reviravolta ocorreu em meio a relatos da mídia local de que as autoridades da cidade devem proibir máscaras em manifestações por meio de uma lei de emergência. As vendas no varejo de Hong Kong em agosto caíram para o nível mais baixo já registrado, em meio aos prolongados protestos na cidade que duram meses. 

No geral, o índice MSCI Ásia exceto Japão foi 0,4% menor.

Os mercados da China e da Coreia do Sul permaneceram fechados por conta de feriados nesta quinta-feira.

EUROPA: Mercados europeus iniciam a sessão de quinta-feira sob pressão, depois que os EUA anunciaram imposição de tarifas sobre as exportações da União Europeia.

A Organização Mundial do Comércio (OMC) concedeu permissão aos EUA para tributar até US $ 7,5 bilhões em exportações europeias anualmente na quarta-feira. Washington vai impor taxas de 10% aos aviões da Airbus e 25% sobre o vinho francês, uísques irlandeses e escoceses e queijo de todo o continente, que entrarão em vigor a partir de 18 de outubro.

Os fabricantes da UE já enfrentam impostos sobre aço e alumínio da UE e uma ameaça de Trump de penalizar carros e autopeças da UE. A perspectiva da UE responder na mesma moeda aos produtos dos EUA provavelmente alimentará preocupações sobre a desaceleração do crescimento global. A ação aumenta os conflitos que o governo Trump trava em todo o mundo, enquanto tenta fazer com que os principais parceiros comerciais mudarem suas práticas. 

Depois de sofrer a pior perda em um único dia em quase 11 meses na quarta-feira, o Stoxx Europe 600 recua 0,03%. O FTSE 100 do Reino Unido cai 0,66%, enquanto o francês CAC 40 avança 0,59% e o FTSE MIB de Milão avança 0,37%. Mercados alemães estão fechados por conta de feriado. 

As mineradoras sofrem pelo segundo dia consecutivo em Londres. Anglo American cai 2,1%, Antofagasta recua 1,7%, enquanto as gigantes BHP e Rio Tinto recuam 1,2% cada. 

As ações da Airbus sobem 3,45%, pois as peças fabricadas por uma de suas fábricas no Alabama não estarão sujeitas as novas sanções.

A leitura final do PMI de serviços da zona do euro para setembro foi revisada para 51,6, em relação à leitura inicial de 52,6. O PMI de serviços do Reino Unido caiu para o território de contração, passando de 50,5 para 49,6. O PMI de serviços da Espanha mostrou que seu setor de serviços cresceu em ritmo mais lento em setembro, esfriando em relação à alta de cinco meses de agosto, chegando a 53,3, ante 54,3. Números acima de 50 indicam crescimento.

O primeiro-ministro britânico Boris Johnson levará seu novo plano para o Brexit ao Parlamento nesta quinta-feira, um dia após apresentar à União Europeia. Johnson é esperado na Câmara dos Comuns para explicar o plano aos legisladores do Reino Unido, que contém grandes mudanças nos acordos propostos que regulariam o comércio entre a Irlanda e a Irlanda do Norte após o Brexit. Johnson insiste que a Grã-Bretanha deixará a União Europeia em 31 de outubro com ou sem um acordo, mas o Parlamento aprovou uma lei exigindo que ele busque uma extensão se nenhum acordo for alcançado. A posição de Johnson é tênue porque ele não tem maioria no Parlamento.

EUA: Futuros dos EUA apontam para recuperação em Wall Street nesta quinta-feira, após uma queda de 800 pontos nas últimas duas sessões, com o Dow Jones Industrial Average fechando 494,42 pontos na quarta-feira, queda de 1,86%, com o temor de uma recessão econômica.

A liquidação começou com os dados fracos da manufatura na terça-feira, depois que o Institute for Supply Management (ISM) disse que a atividade manufatureira dos EUA em setembro caiu para o nível mais baixo em mais de uma década. Alguns analistas sugeriram que a prolongada guerra comercial entre os EUA e a China está começando a impactar sobre a economia americana. As delegações de Washington e Pequim devem se reunir na próxima semana, na esperança de encontrar um consenso.

A Casa Branca decidiu tarifar os aviões da Airbus, os vinhos franceses, uísques escoceses e irlandeses, além de queijo de todo o continente. A OMC deu veredito a favor dos EUA após anos de discussões sobre subsídios do governo europeu à fabricante de aviões Airbus. A UE sugeriu que aplicará medidas de retaliação.

Uma série de dados econômicos é esperada nesta quinta-feira. As reivindicações de desemprego para setembro serão divulgadas às 9h30 da manhã, antes dos dados finais do PMI final de serviço às 10h45.

O PMI não manufatureiro do ISM, novas encomendas às fábricas, preços e números de atividades de negócios para setembro são esperados às 11h00.

O vice-presidente do Fed, Randal Quarles, deve fazer um discurso às 9h30 da manhã na Cúpula da Federação Bancária Europeia, em Bruxelas.

ÍNDICES FUTUROS - 7h30:
Dow: +0,37%
SP500: +0,41%
NASDAQ: +0,60%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - QUARTA-FEIRA 02/10/2019

ÁSIA: As principais bolsas na Ásia fecharam em queda nesta quarta-feira, em meio a temores renovados de uma desaceleração econômica global.

Novos dados revelaram que atividade manufatureira nos EUA caiu para o pior nível desde junho de 2009, que somados aos recentes dados decepcionantes da China, Japão e outras economias líderes, ajudaram a atemorizar os temores de uma recessão iminente. A divulgação ocorreu após o lançamento de dados fracos de manufatura da Europa

O índice Hang Seng de Hong Kong caiu 0,19%, depois que a Coreia do Norte disparou um míssil balístico em direção ao mar na quarta-feira, em uma demonstração de sua capacidade militar em expansão horas depois de anunciar que retomaria a diplomacia nuclear com os Estados Unidos neste fim de semana.

O Nikkei do Japão caiu 0,49%, enquanto o índice Topix caiu 0,42%. 

Na Coreia do Sul, o Kospi caiu 1,95%, fechando em 2.031,91 pontos.

O S & P / ASX 200 na Austrália encerrou o pregão em baixa de 1,53%, a 6.639,90 pontos, com a maioria dos setores em queda. Entre as mineradoras BHP e Rio Tinto recuaram 1,7% cada, enquanto a produtora de petróleo Woodside Petroleum fechou em queda de 1,4%.

As ações do National Australia Bank caíram 2,29% depois que o banco anunciou que sofreria encargos adicionais de 1,18 bilhão de dólares australianos (US $ 791,96 milhões), o que deve reduzir seu lucro no segundo semestre do ano fiscal de 2019 em cerca de 1,123 bilhão de dólares australianos (US $ 753,70 milhões).

No geral, o índice MSCI Asia ex-Japan negociou 0,7% menor.

Os mercados da China e da Índia permaneceram fechados na quarta-feira por conta de feriados.

EUROPA: As bolsas europeias negociam em baixa na quarta-feira de manhã, depois que a atividade manufatureira americana inesperadamente fraca alimentou preocupações com a maior economia do mundo, enquanto investidores aguardam novas propostas do governo britânico para o Brexit.

Os principais institutos de pesquisa econômica da Alemanha reduziram suas previsões econômicas, agora para um crescimento de 0,5% na economia líder da Europa, em vez de uma previsão anterior de crescimento de 0,8%. Eles também reduziram sua visão de crescimento no próximo ano de 1,8% para 1,1%. O DIW, Ifo Institute, IfW, IWH e RWI citaram a queda da demanda mundial por bens de capital, bem como a incerteza política e mudanças estruturais na indústria automotiva alemã pelo rebaixamento.

O índice pan-europeu Stoxx 600 cai 1,22%. O DAX 30 alemão recua 1,03%, o CAC 40 francês cai 1,42% e o FTSE 100 do Reino Unido perde 1,52%.

O líder do partido conservador, o primeiro-ministro britânico Boris Johnson, deve divulgar sua proposta final do Brexit à União Europeia nesta quarta-feira e já alertou Bruxelas que se os líderes da UE não se engajarem à sua proposta, a quinta maior economia do mundo não negociará mais e sairá sem um acordo em 31 de outubro. A libra esterlina foi negociada em baixa de 0,1%, a 1,2265 por dólar. O setor de recursos básicos registra fortes perdas em Londres. Anglo American cai 3,2%, Antofagasta recua 4%, BHP perde 2,6%, enquanto Rio Tinto cai 2,7%.

EUA: Os futuros dos índices de ações dos EUA operam com baixas consistentes na quarta-feira de manhã.

Wall Street terminou em baixa na terça-feira, após dados decepcionantes da indústria, provocando temores de uma possível desaceleração econômica. O presidente Trump disse que o dólar forte e taxas de juros altas foram as razões pelos números decepcionantes do setor de manufatura.

Enquanto isso, os investidores também aguardam novas negociações comerciais entre os EUA e a China, que devem começar na próxima semana.

Na agenda econômica, está prevista a divulgação dos números de pedidos de hipoteca semanais às 8h00 e dados mensais das folhas de pagamento privadas da ADP às 9h15.

Vários membros do Federal Reserve devem fazer discursos, inclusive do presidente do Fed de Nova York, John Williams, às 11h50. Nancy Pelosi, a presidente da Câmara dos Representantes, deve fazer uma conferência de imprensa às 11h45.

ÍNDICES FUTUROS - 7h10:
Dow: -0,65%
SP500: -0,67%
NASDAQ: -0,78%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - TERÇA-FEIRA 01/10/2019

ÁSIA: Os principais mercados da Ásia-Pacífico fecharam em alta na terça-feira, enquanto o banco central da Austrália reduziu sua taxa para um novo recorde.

No Japão, o Nikkei fechou em alta de 0,59%, enquanto o índice Topix avançou 0,96%. A pesquisa Tankan do Banco do Japão para o terceiro trimestre piorou pelo terceiro trimestre consecutivo e atingiu seu nível mais baixo desde junho de 2013.

Enquanto isso, um aumento no imposto sobre vendas no Japão, de 8% para 10%, adiado duas vezes, entrou em vigor na terça-feira, uma medida que a tempos suscita preocupação entre varejistas, restaurantes e outros negócios no país.

O Kospi da Coreia do Sul fechou o dia em alta de 0,45%, com as ações da Celltrion subindo 5,79%. 

O S &P / ASX 200 da Austrália subiu 0,81%, para 6.742,80 pontos, com a maioria dos setores subindo. Entre as mineradoras, BHP subiu 0,3%, Fortescue Metals recuou 0,6%, enquanto Rio Tinto perdeu 0,5%. 

O Reserve Bank of Australia (RBA) reduziu sua taxa de juros em um quarto de ponto, para 0,75%, um novo recorde de baixa. O governador da RBA, Philip Lowe, disse: ”É razoável esperar que um período prolongado de baixas taxas de juros seja necessário na Austrália para alcançar o emprego pleno e atingir a meta de inflação”. O banco central australiano reduziu três vezes as suas taxas de juros até agora em 2019.

No geral, o índice MSCI Asia ex-Japan negociou com valorização de 0,17%.

Os mercados da China e Hong Kong permaneceram fechados por conta de feriados. Os mercados financeiros chineses ficarão fechados por uma semana, a partir desta terça-feira, com Pequim marcando 70 anos desde a fundação da República Popular da China.

EUROPA: As bolsas europeias reverteram os ganhos iniciais para negociar em baixa na terça-feira, após um conjunto de dados econômicos fracos da zona do euro.

Os movimentos positivos no início da sessão ocorreram depois que o consultor comercial da Casa Branca, Peter Navarro, negou relatos de que o governo do presidente Donald Trump estava considerando excluir empresas chinesas das bolsas de valores dos EUA e os classificou como “notícias falsas”.

A leitura final dos dados do PMI de fabricação da zona do euro em setembro chegou a 45,7, 0,1 maior do que a estimativa, nível mais baixo desde outubro de 2012. Novos pedidos finais chegaram a 43,4, novamente melhor do que a estimativa instantânea, mas também o nível mais baixo desde outubro de 2012. A Alemanha liderou a fraqueza do bloco, com seu PMI chegando a 41,7.

A inflação também caiu inesperadamente para apenas 0,9% ao ano, um ponto abaixo da meta do Banco Central Europeu.

O pan-europeu Stoxx 600 cai 0,3 %, para 393,04, com os setores de bens domésticos e de alimentos e bebidas caindo 0,6%, enquanto ações de automóveis mantiveram ganhos de 0,7%. Os estrategistas do Bank of America Merrill Lynch dizem que o Stoxx 600 pode chegar a 415 em março de 2020. Como o JP Morgan disse na segunda-feira, os estrategistas observaram um aumento da oferta de moeda na zona do euro e a equipe do Bank of America apontam também que o risco de uma recessão nos EUA permanece baixo.

Entre as mineradora listadas em Londres, Anglo American cai 0,6%, Antofagasta recua 1%, Rio Tinto cai 0,2%, enquanto BHP Group sobe 0,2%.

A política europeia estará de volta ao foco, com o primeiro-ministro do Reino Unido Boris Johnson pronto para falar na Conferência do Partido Conservador, juntamente com uma proposta formal sobre os planos do governo britânico para o Brexit. Johnson defende as propostas de seu governo para um acordo alterado no Brexit depois que detalhes do plano foram divulgados pela mídia e criticados pela República da Irlanda.

EUA: Os futuros dos índices de ações dos EUA seguem negociando em alta na terça-feira de manhã.

Wall Street terminou em alta na sessão de segunda-feira, com o otimismo renovado nas negociações comerciais EUA-China. Uma porta-voz do Tesouro dos EUA disse que a Casa Branca “não está pensando em impedir que empresas chinesas listem suas ações nas bolsas de valores dos EUA no momento”. Isso aliviou temores levantados por relatórios na semana passada de que os EUA estavam tentando restringir os investimentos dos EUA em China.

Delegações comerciais da China e dos EUA devem retomar as negociações comerciais na próxima semana.

Além disso, os investidores estão procurando notícias oriundos da Organização Mundial do Comércio. A instituição deve decidir sobre uma disputa por subsídios a aeronaves que permita que os EUA imponham tarifas à Europa.

Na agenda econômica, os números do Índice PMI de fabricação serão divulgados às 10h45 (horário de Brasília); os números de gastos com construção serão divulgados às 11h00, bem como os números do setor de serviços do Federal Reserve de Dallas.

Há vários discursos de autoridades do Fed, incluindo o presidente do Fed de St Louis, James Bullard, às 10h15.

ÍNDICES FUTUROS - 7h50:
Dow: +0,17%
SP500: +0,17%
NASDAQ: +0,28%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.