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RESENHA DA BOLSA - SEGUNDA-FEIRA 21/10/2019

ÁSIA: Investidores da Ásia-Pacífico negociaram com cautela na segunda-feira, após desenvolvimentos do Brexit no fim de semana criando mais incertezas quanto à iminente saída do Reino Unido da União Europeia.

No Japão, o Nikkei subiu 0,25%, para 22.548,90 pontos, enquanto o índice Topix subiu 0,41%.

O Kospi da Coreia do Sul subiu 0,2% em 2.064,84  pontos. 

O ASX 200 da Austrália fechou quase estável em 6,652.50 pontos. Entre as mineradoras, BHP e Forrescue Metals avançaram 0,4% cada, enquanto Rio Tinto subiu 0,2%. A produtora de petróleo e gás Woodside Petroleum caiu 0,5%.

As ações da China continental negociaram em baixa: o composto de Xangai fechou quase estável, enquanto o Shenzhen Composite caiu 0,11%.

Em Hong Kong, o índice Hang Seng lutou muito e finalmente fechou em alta de 0,02%.

No geral, o índice de ações da MSCI na Ásia exceto Japão subiu 0,28%.

No front das negociações entre os EUA e a China houve "progressos substanciais", de acordo com o vice-primeiro-ministro chinês Liu He, informou a Reuters. Depois de chegar a um acordo comercial parcial no início deste mês, Pequim e Washington estão trabalhando para firmar um acordo por escrito.

Os dois lados aplicaram tarifas de bilhões de dólares em produtos de um contra o outro, que agitaram os mercados globais, criaram incerteza nos negócios e prejudicaram as perspectivas econômicas em todo o mundo. A China disse na semana passada que sua economia cresceu 6% em relação ao ano anterior no terceiro trimestre, o que se acredita ser o menor ganho do PIB para o país em pelo menos 27,5 anos.

EUROPA: As bolsas europeias operam em alta na segunda-feira de manhã. O pan-europeu Stoxx 600 sobe 0,4% no início da sessão, com bancos e ações ligados às seguradoras avançando, enquanto as ações ligadas à produtos de saúde e eletrodomésticos caem.

O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, foi forçado a solicitar à UE uma prorrogação do atual prazo de 31 de outubro para o Brexit no sábado depois que um grupo de legisladores inter-partidários aprovou uma emenda forçando um atraso na votação de seu recém-negociado acordo de divórcio por três meses. Johnson, que se opõe a qualquer adiamento.

Resta saber se a UE aceitará o pedido, o que atrasaria o Brexit até 31 de janeiro e abriria portas para uma nova eleição geral no Reino Unido. Alguns líderes europeus relutam em dar mais tempo à Grã-Bretanha, embora uma saída organizada seja amplamente aceita como o cenário menos prejudicial para o Reino Unido e a UE.

O veredicto da UE deve ser dado nesta segunda-feira, enquanto Johnson tentará aprovar seu acordo no parlamento britânico no início desta semana. O governo britânico insistiu no domingo que o país deixará a UE em 31 de outubro, embora o jornal britânico Sunday Times tenha noticiado que a UE atrasaria até fevereiro de 2020 se Johnson não aprovar seu acordo com legisladores britânicos nesta semana.

Analistas do Goldman Sachs disseram que esperam que o acordo acabe sendo aprovado e por esse motivo, a libra sobe para US $ 1,35, embora outros colegas tem sido mais cautelosos. A libra obteve um ganho de 5,8% em outubro mantendo a moeda perto de níveis nunca vistos desde maio.  Enquanto isso, o FTSE 100 sobe 0,19%. As mineradoras registram ganhos consistentes em Londres. Anglo American sobe 3,2%, Antofagasta sobe 3,1%, BHP avança 0,8% e Rio Tinto opera em alta de 1,2%. 

EUA: Futuros dos EUA apontam abertura semanal ligeiramente positiva em Wall Street.

As mudanças no pre-market ocorrem quando os investidores continuam monitorando de perto a evolução do comércio global. Na sexta-feira, o vice-primeiro-ministro chinês Liu He disse que Pequim trabalharia com os EUA para resolver as questões comerciais. O principal negociador da China também disse que interromper a guerra comercial seria bom para os dois lados, assim como para a economia global.

Enquanto isso, o presidente Donald Trump tem dito que espera que um acordo comercial entre os EUA e a China seja assinado na reunião da Cooperação Econômica Ásia-Pacífico, no Chile em meados de novembro. As duas superpotências econômicas chegaram a um acordo parcial na semana passada, num esforço de ambos os lados para encerrar uma prolongada disputa que atinge os mercados financeiros e prejudica o crescimento global. Ambos os lados estão trabalhando para um avanço mais abrangente.

Nas notícias corporativas, a Halliburton, Lennox International e PetMed Express estão prontas para informar seus ganhos antes do sinal de abertura. A Cadence Design Systems, Celanese e Zions Bancorp estão entre algumas das empresas que devem divulgar seus últimos números trimestrais após o fechamento do mercado.

Não há relatórios econômicos significantes agendados para esta segunda-feira.

ÍNDICES FUTUROS - 7h50:
Dow: +0,10%
SP500: +0,21%
NASDAQ: +0,27%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - QUINTA-FEIRA 16/10/2019

ÁSIA: Os mercados da Ásia-Pacífico tiveram um fechamento misto nesta quinta-feira, após queda nas ações dos EUA devido dados econômicos fracos. Investidores mantiveram-se cautelosos com as perspectivas de crescimento global e com as negociações do Brexit.

Os mercados continentais chineses ficaram silenciados: o composto de Xangai caiu 0,12%, enquanto o Shenzhen Composite fechou perto da linha da abertura.

Em Hong Kong, o índice Hang Seng subiu 0,69%, com ações ligadas ao setor imobiliário saltando depois que a líder da cidade, Carrie Lam, anunciou na quarta-feira medidas para aliviar a falta de moradias e acalmar protestos contra o governo.

O Nikkei do Japão fechou em 22.451,86 pontos, baixa de 0,09%, enquanto o índice Topix caiu 0,45%. O índice Kospi da Coreia do Sul caiu 0,23%.

O índice Straits Times de Singapura caiu 0,64%. O país do sudeste asiático, que recentemente se esquivou de uma recessão técnica, anunciou que suas exportações exceto petróleo caíram 8,1% em setembro, pior do que os 7% previstos em uma pesquisa da Reuters. Esse é o sétimo mês consecutivo de contração das exportações do país, segundo a Reuters.

Na Austrália, o ASX 200 caiu 0,77%, para 6.684,7 pontos, com o setor de materiais caindo 2%. As principais mineradoras recuaram: a Rio Tinto caiu 2,8%, a Fortescue Metals caiu 4% e as ações da BHP caíram 3,2%.

A BHP registrou uma queda de 3% em sua produção de minério de ferro nos últimos três meses findos em setembro, citando manutenção planejada em um importante porto de minério de ferro na Austrália Ocidental. Ainda assim, manteve sua meta de produção e custo unitário para o exercício financeiro de 2020.

Enquanto isso, os dados do Australian Bureau of Statistics revelaram que o emprego no país cresceu 14.700. Esse número foi menor do que os 15.000 previstos por analistas da Reuters.

EUROPA: Mercados europeus revertem a tendência inicial e sobe na manhã desta quinta-feira após Boris Johnson anunciar que o Reino Unido e a UE chegaram a um acordo com o Brexit, antes da reunião com a UE que acontece ainda hoje.

Os líderes da UE terão que aprovar o projeto deste acordo, assim como a maioria dos legisladores britânicos em uma possível reunião parlamentar que acontecerá no sábado. O Parlamento da UE também terá que ratificar o acordo em uma data ainda não especificada. O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, está legalmente obrigado a solicitar uma prorrogação da atual data de saída do Brexit fixada em 31 de outubro, se nenhum acordo for alcançado ou rejeitado até 19 de outubro.

O Banco Central Europeu (BCE) planeja implementar um pacote de estímulo substancial, apesar das divergências dentro do Conselho do BCE sobre a mudança que foi tornada pública, segundo o presidente do banco central francês François Villeroy de Galhau. No entanto, ele acrescentou que uma revisão mais ampla da estrutura de políticas do banco será bem vinda.

O pan-europeu Stoxx 600 abriu em queda de 0,2%, porém reverte a baixa e sobe 0,7%. Entre as mineradoras listadas em Londres, Anglo American sobe 0,3%, Rio Tinto sobe 0,4%, enquanto Antofagasta cai 0,5% e BHP recua 0,3%.

EUA: Os futuros do índice de ações dos EUA sobe nesta quinta-feira de manhã, com relatos de que um acordo preliminar sobre o Brexit entre a União Europeia e o Reino Unido foi alcançado.

No início desta quinta-feira, o primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, twittou que um “grande novo acordo” havia sido alcançado no Brexit. A Bloomberg também citou Jean-Claude Juncker, presidente da Comissão Europeia, que também citou que um acordo “justo e equilibrado” foi alcançado.

Na quarta-feira, dados inesperadamente fracos sobre as vendas no varejo dos EUA alimentaram o medo de uma possível recessão e as ações de Wall Street tiveram um dia de baixas. Os dados econômicos globais apontam para um crescimento mais lento, enquanto o setor manufatureiro dos EUA já está se contraindo. Entre as maiores preocupações que assolam os mercados, está a guerra comercial EUA-China.

Nesta quinta-feira, os investidores devem monitorar de perto uma enxurrada de dados econômicos e balanços corporativos.

Os últimos números semanais das reivindicações de seguro desemprego, início de habitação e licenças de construção para setembro, e o índice de fabricação do Federal Reserve da Filadélfia para outubro serão divulgados às 9h30 da manhã. Os dados de produção industrial de setembro seguirão um pouco mais tarde na sessão.

Na frente da temporada de resulatdos, o Morgan Stanley, Philip Morris e Union Pacific estão entre algumas das empresas que devem reportar lucros antes do início da sessão. Intuitive Surgical, Bank OZK e First Financial estão entre os que devem reportar seus últimos números trimestrais após o fechamento do mercado.

ÍNDICES FUTUROS - 7h20:
Dow: +0,45%
SP500: +0,41%
NASDAQ: +0,47%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - QUARTA-FEIRA 16/10/2019

ÁSIA: Os principais mercados da Ásia-Pacífico fecharam majoritariamente em alta nesta quarta-feira, após ganhos em Wall Street revigorados pelo início da temporada de balanços nos EUA e com o otimismo sobre o Brexit.

O índice Hang Seng de Hong Kong fechou em alta de 0,61%, apesar de novas agitações políticas na cidade, com a diretora-executiva de Hong Kong, Carrie Lam, descartando a possibilidade de ceder às demandas dos manifestantes pró-democracia, à medida que a violência aumenta pela cidade. Os legisladores pró-democracia, da oposição, interromperam o discurso de Lam na quarta-feira, atacando e jogando objetos contra ela, forçando-a a abandonar seu discurso anual de políticas. Nove dos maiores bancos de Hong Kong devem se reunir na quarta-feira com o banco central de fato da cidade para discutir maneiras de ajudar as empresas a encontrar financiamento para sobreviver a uma esperada desaceleração. A economia da cidade caiu em meio a manifestações que duraram meses e se tornam cada vez mais violentas.

A Huawei, maior fabricante mundial de equipamentos de telecomunicações, disse que sua receita aumentou 24,4% nos primeiros nove meses do ano, apesar da lista negra de exportações dos EUA. A gigante da tecnologia chinesa também informou que enviou 185 milhões de smartphones durante o período de nove meses, um aumento de 26% em relação ao ano anterior. A Huawei é a segunda maior fabricante mundial de smartphones, atrás apenas da Samsung Electronics.

As ações da China continental caíram, com o composto de Xangai recuando 0,41%. 

O Nikkei do Japão subiu 1,20%, com automóveis, tecnologia e varejo obtendo ganhos significativos. 

Na Coreia do Sul, o Kospi subiu 0,71%, para 2.082,83. O banco central cortou sua taxa de juros pela segunda vez em três meses nesta quarta-feira, como esperado, após o primeiro corte em julho.

O S & P / ASX 200 da Austrália saltou 1,27%, para 6.736,50 pontos. O subíndice financeiro fortemente ponderado subiu 1,51%. Entre as mineradoras, Fortescue Metals caiu 1,7% e Rio Tinto recuou 0,9%. A produtora de petróleo e gás Woodside Petroleum por sua vez subiu 0,9%.

O entusiasmo com o acordo comercial parcial da semana passada entre os EUA e a China pode começar a azedar depois que a Câmara dos Deputados dos EUA aprovou na terça-feira três projetos de apoio à manifestantes pró-democracia em Hong Kong. A China promete retaliação se os projetos se tornarem lei em resposta às decisões do lado americano para defender seus interesses de soberania, segurança e desenvolvimento.

EUROPA: As bolsas de valores europeias negociam em baixa nesta quarta-feira de manhã, enquanto os investidores avaliam a probabilidade de um acordo iminente com o Brexit.

O pan-europeu Stoxx 600 cai 0,2% no início do pregão, com recursos básicos liderando as perdas. Entre as mineradoras listadas em Londres, Anglo American cai 1,2%, Antofagasta recua 1,2%, BHP perde 1% e Rio Tinto cai 1,8%.

Em relação ao Brexit, os meios de comunicação britânicos informaram na noite de terça-feira que as duas partes estavam à beira de um acordo depois que o Reino Unido fez concessões às demandas da UE sobre a fronteira irlandesa. As negociações vararam a madrugada de quarta-feira, porém sem sucesso. 

O negociador-chefe da UE, Michel Barnier, deve se reunir com os embaixadores dos países-membros nesta quarta-feira à tarde para dizer se recomenda os líderes da UE a assinar um acordo na reunião em Bruxelas na quinta e sexta-feira, a última reunião programada antes do prazo do Brexit. Esta é considerada a última oportunidade para aprovar um acordo de separação. O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, insiste que seu país sairá no final do mês com ou sem um acordo, embora os legisladores britânicos estejam determinados a pressionar por mais um adiamento, em vez de arriscar um caótico Brexit sem acordo.

A inflação no Reino Unido ficou em 1,7% em setembro, informou o Escritório de Estatísticas Nacionais na quarta-feira. Os economistas esperavam um aumento de 1,8%. Enquanto os preços dos combustíveis, carros usados ​​e eletricidade caíram, houve aumentos nas estadas em hotéis e aumento nos preços dos móveis e eletrodomésticos.

A inflação na zona do euro caiu para a menor taxa desde novembro de 2016. A agência de estatísticas Eurostat revisou a taxa anual da inflação ao consumidor em setembro para 0,8% em relação à estimativa inicial de 0,9%, uma vez que os preços da energia caíram mais do que se pensava inicialmente. 

A queda da taxa em relação ao resultado de 1% do mês anterior ajuda a explicar por que o Banco Central Europeu anunciou recentemente outro pacote de estímulo. A inflação baixa pode ser um sinal de fraqueza econômica e tem sido uma preocupação do BCE, cujo objetivo é manter uma inflação de pouco menos de 2%. O banco central decidiu em 12 de setembro lançar um pacote de medidas destinadas a aumentar a inflação e apoiar o enfraquecimento do crescimento.

EUA: Os futuros dos índices de ações dos EUA operam em baixa na quarta-feira de manhã.

Os movimentos refletem os desenvolvimentos do Brexit à medida que as diferenças nos termos da divisão do Reino Unido com a União Europeia diminuíram significativamente na terça-feira, porém não conseguiram avançar na madrugada desta quarta-feira.

Entre outros destaques, o Ministério das Relações Exteriores da China disse quarta-feira que retaliaria os EUA em resposta a projetos de lei que favorecem os manifestantes de Hong Kong. Isso acontece a menos de 24 horas depois que a Câmara dos Deputados dos EUA aprovar um projeto de lei que solicita a vários departamentos do governo que considerem os desenvolvimentos políticos em Hong Kong exigem que os EUA alterem o status comercial especial da região. Os projetos são lembretes de como os EUA devem apoiar os direitos humanos, apesar dos interesses comerciais significativos na China e que agora vão para o Senado. Outra parte da legislação não vinculativa elogiou o Canadá por sua resposta a um pedido dos EUA de extraditar Meng Wanzhou, diretora financeira da gigante chinesa de telecomunicações Huawei Technologies, que foi presa em Vancouver há um ano.

Na agenda econômica, as vendas no varejo em setembro e uma pesquisa com líderes de negócios em outubro serão divulgadas por volta das 9h30 da manhã. Os estoques de negócios para agosto e a última pesquisa mensal da Associação Nacional de Construtores de Casas (NAHB) sairá às 11h00. 

Às 15h00, as atenções se voltam para o Livro Bege, relatório que mostra o desempenho atual da economia do país.

A temporada de resultados segue com Abbott Labs, Bank of America e US Bancorp estão entre as principais empresas programadas para reportar seus números antes do sino de abertura. IBM, Netflix e CSX estão entre as empresas que devem divulgar seus últimos resultados trimestrais após o fechamento do mercado.

ÍNDICES FUTUROS - 7h40:
Dow: -0,28%
SP500: -0,31%
NASDAQ: -0,29%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.