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RESENHA DA BOLSA - SEXTA-FEIRA 15/05/2020

ÁSIA: As bolsas da Ásia fecharam majoritariamente em alta nesta sexta-feira, com investidores em busca de notícias sobre a reabertura das economias.

A produção industrial da China subiu 3,9% em abril, segundo dados divulgados na sexta-feira pelo Escritório Nacional de Estatísticas do país. Isso marcou a primeira expansão este ano da China. Analistas esperavam um aumento de 1,5% em abril. As vendas no varejo, no entanto, caíram 7,5% em abril, pior do que a previsão de queda de 7%, de acordo com a Reuters.

Os dados da China são observados de perto por investidores, por ter relatado os primeiros casos de coronavírus e conseguiram reiniciar sua economia após medidas de bloqueio implementadas no início do ano. Segundo analistas, o crescimento da China “depende em grande parte da demanda doméstica” e que a dinâmica do consumo das famílias “melhorou substancialmente” em abril, embora “permaneça o elo mais fraco”.

Na China continental, o composto de Xangai fechou ligeiramente mais baixo, em torno de 2.868,46 pontos, queda de 0,07%, enquanto o composto de Shenzhen subiu 0,16%, para cerca de 1.808,56 pontos. O índice Hang Seng de Hong Kong caiu 0,14%.

No Japão, o Nikkei fechou em alta de 0,62% em 20.037,47 pontos, enquanto o índice Topix subiu 0,5%, encerrando o pregão em 1.453,77 pontos. Algumas regiões do Japão estão começando diminuindo os pedidos para que as pessoas fiquem em casa, enquanto as preocupações se aprofundam com o aumento do número de casos. O Keidanren, que representa mais de 1.000 empresas japonesas e grupos econômicos regionais, divulgou diretrizes para um trabalho mais seguro, incluindo instruções sobre jornada de funcionários de escritório apenas três dias por semana para minimizar deslocamentos e adaptar os locais de trabalho para o distanciamento social.

O Kospi da Coreia do Sul avançou  0,12%, fechando em 1.927,28 pontos. 

Na Austrália, o S &a P / ASX 200 subiu 1,43%, para 5.404,80 pontos. As mineradoras tiveram um dia de altas consistentes. BHP subiu 3,1%, Fortescue Metals avançou 3,7% e Rio Tinto fechou em alta de 2,3%. Entre as produtoras de energia, Santos subiu 0,9% e Woodside Petrolelum adicionou 0,5%.

No geral, o índice MSCI Asia ex-Japan ganhou 0,19%.

Os preços do petróleo subiram na tarde do pregão asiático. Os contratos futuros do Brent subiu 3,76%, para US $ 32,30 por barril. Os contratos futuros de petróleo dos EUA subiram 3,37%, para US $ 28,49 por barril.

EUROPA: Os mercados europeus avançam nesta sexta-feira, com sinais de recuperação na China, que ajudam a impulsionar o otimismo após um forte fechamento em Wall Street na sessão anterior.

O Stoxx 600 sobe 1,3% no período da manhã, com o setor de recursos básicos liderando os ganhos. Em Londres, Anglo American sobe 6,8%, Antofagasta sobe 3,3%, BHP dispara 5,4% e Rio Tinto sobe 4,2%. Entre as empresas de energia, BP sobe 0,6% e Royal Dutch Shell sobe 1,6%.

O DAX 30 da Alemanha sobe 1,90%, o CAC 40 da França avança 1,01%, o FTSE 100 do Reino Unido sobe 1,24%, enquanto IBEX 35 da Espanha  sobe apenas 0,04% e o FTSE MIB da Itália avança 0,88%.

Dados oficiais publicados na sexta-feira revelaram que o PIB alemão (produto interno bruto) encolheu 2,2% no primeiro trimestre em comparação com os três meses finais de 2019, o maior declínio trimestral da maior economia da Europa desde a crise financeira. Isso significa que a maior economia da Europa entrou em recessão após uma pequena queda no final do ano passado.

O país começou a afrouxar as restrições em 20 de abril e o processo ganhou ritmo recentemente. Muitas lojas foram reabertas, os restaurantes estão se abrindo gradualmente e a produção de automóveis foi reiniciada.

Ainda na Alemanha, a taxa de transmissão do coronavírus permaneceu abaixo do limiar após a flexibilização inicial das medidas de bloqueio, disse o Instituto Robert Koch de Controle de Doenças.

A França argumentou que todas as nações deveriam ter acesso igual a qualquer potencial vacina contra o coronavírus desenvolvida pela gigante farmacêutica Sanofi, depois que o CEO indicou que os EUA provavelmente seriam priorizados.

EUA: Os índices futuros de ações dos EUA operam em alta nesta sexta-feira de manhã, após uma sessão positiva no dia anterior, enquanto os investidores aguardam dados do setor de varejo.

Espera-se que os dados mensais das vendas no varejo com vencimento às 9h30 mostrem uma queda recorde, já que os consumidores americanos foram obrigados a ficarem em casa em meio ao surto de coronavírus. As vendas no varejo em abril deverão cair 12,3%, o que seria o maior declínio desde o início da série de dados em 1992. Os economistas esperam que o relatório mostre uma fraqueza  nas vendas de roupas e nas vendas de gasolina e automóveis, mas os gastos com  alimentos e bebidas e compras on-line provavelmente aumentaram.

O Dow alcançou mais de 300 pontos, enquanto o S&P 500 ganhou mais de 1% na quinta-feira. O Nasdaq Composite avançou 0,9%. Os ganhos em ações bancárias e de energia elevaram os principais índices, assim como as ações de grandes empresas de tecnologia como Apple e Alphabet.

Apesar desses ganhos, Wall Street ainda registra seu maior declínio semanal desde o final de março. O Dow e o S&P 500 encerraram a sessão de quinta-feira em queda de mais de 2% na semana. A Nasdaq havia perdido quase 2% na semana até hoje.

Essas seriam as piores performances semanais dos índices desde a semana que terminou em 20 de março. O Dow, o S&P 500 e o Nasdaq caíram pelo menos 12,6%.

O Dow e o S&P 500 ainda está mais de 29% acima da mínima intradiária atingido em 23 de março. O Nasdaq Composite subiu cerca de 35% nesse período.

As reivindicações semanais de desemprego para a semana que terminou em 9 de maio totalizaram quase 3 milhões, de acordo com dados do Departamento do Trabalho. Isso eleva o número total para mais de 36 milhões desde o início da crise do coronavírus.  

ÍNDICES FUTUROS - 7h40:
Dow: +0,15%
SP500: +0,11%
NASDAQ: +0,33%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - QUINTA-FEIRA 14/05/2020

ÁSIA: As bolsas na Ásia fecharam em queda nesta quinta-feira, na sequência de mais uma liquidação em Wall Street.

No Japão, o Nikkei caiu 1,74%, enquanto o índice Topix caiu 1,91%, enquanto o Japão se preparava para permitir que as empresas reabrissem em algumas regiões. 

O Kospi da Coreia do Sul caiu 0,80%.

Na China continental, o composto de Xangai caiu 0,96%, enquanto o composto de Shenzhen caiu 0,94%.

O índice Hang Seng de Hong Kong caiu 1,45%. 

O S & P / ASX 200 da Austrália fechou em  baixa de 1,72%. O emprego com ajuste sazonal na Austrália perdeu 594.300 postos de trabalho em abril em comparação a março, segundo dados divulgados pelo Bureau of Statistics do país na quinta-feira. Entre as mineradoras, BHP caiu 1,1%, Fortescue Metals caiu 0,7%, enquanto entre as produtoras de energia, Santos caiu 3% e Woodside Petroleum fechou em baixa de 2,3%.

No geral, o índice MSCI Asia-ex Japan caiu 1,31%.

Os preços do petróleo subiram na tarde do pregão asiático, com os contratos futuros do Brent avançando 2,26%, para $ 29,85 por barril. Os contratos futuros de petróleo dos EUA  subiram 2,33%, a US $ 25,88 por barril.

EUROPA: As bolsas europeias recuam na quinta-feira com investidores preocupados com a possibilidade da economia global demorar para  recuperar mesmo após os desbloqueios que estão sendo implementados em vários países.

O Stoxx Europe 600 cai 2,02%, na sequência de uma sessão pesada em Wall Street, após perspectiva sombria do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell. Após a sessão de quarta-feira, o Stoxx 600 ainda sobe 19% em relação às mínimas de março.

DAX 30 da Alemanha cai 1,92%, CAC 40 da França recua 2,15%, enquanto IBEX 35 da Espanha cai 1,79% e o FTSE MIB da Itália perde 2,22%. 

Em Londres, o FTSE 100 cai 2,56%. As mineradoras registram perdas. Anglo American cai 3,7%, Antofagasta recua 2,7%, BHP perde 1,3% e Rio Tinto recua 1,1%. Entre as produtoras de energia, BP cai 2,5%  e Royal Dutch Shell perde 4,7%.

Enquanto isso a vice-ministra de Finanças francesa, Agnes Pannier-Runacher, disse que seria "inaceitável" que a gigante farmacêutica francesa Sanofi atendesse primeiro ao mercado dos EUA se encontrasse uma vacina contra o coronavírus, após a empresa dizer que o governo dos EUA teria direito às maiores encomendas iniciais das vacinas. 

EUA: Os futuros dos índices de ações dos EUA operam em ligeira baixa na manhã desta quinta-feira, depois que o discurso de Jerome Powell, presidente do FED, provocou outra liquidação em ações no dia anterior.

O Dow e o S&P 500 caíram 2,2% e 1,8%, respectivamente, durante o pregão regular, enquanto o Nasdaq Composite caiu 1,6%. 

Powell fez seus comentários enquanto vários estados americanos começaram a reabrir suas economias. O presidente do Federal Reserve disse que "medidas adicionais podem ser necessárias" para evitar ainda mais impactos econômicos por conta da pandemia. A fala vem em meio as discussões no mundo financeiro sobre as possibilidades da autoridade dos Estados Unidos ter que enfrentar uma recessão iminente, em um contexto de juros na faixa entre 0% e 0,25%. Ele destacou que o tamanho e a velocidade da crise não tem precedentes na história moderna, com "severo declínio na atividade econômica e no emprego". "Continuaremos a usar nossas ferramentas até que crise seja superada", defendeu.

Em relação à juros negativos, Powell afirmou que a autoridade monetária não está considerando, no momento, a implementação de juros negativos nos Estados Unidos e que a crise provocada pelo coronavírus não mudou as visões dos dirigentes sobre o tema. Ele lembrou que, durante a crise financeira global, o Fed preferiu outros ferramentas, entre eles o "foward guidance" e compra de ativos. "E nós já dissemos que pretendemos continuar usando essas ferramentas", afirmou. Na avaliação de Powell, não existe um consenso sobre a eficácia de juros negativos em corrigir desequilíbrios econômicos. "Na reunião de outubro, nós revisamos essa questão e a minuta (do encontro) diz que todos os participantes julgaram que juros negativos não parecem ser uma política atrativa no momento", ressaltou.

Apesar da queda acentuada na quarta-feira, o S&P 500 permanece mais de 28% acima da mínima de 23 de março. O Dow sobe mais de 27% desde então, com as ações das principais empresas de tecnologia liderando a alta.

Tensões geopolíticas pesam na relação EUA-China. O primeiro acusa o segundo de tentar roubar informações sobre vacina do COVID-19. O FBI e a Agência de Cibersegurança e Segurança de Infraestrutura (CISA) disseram que as organizações que pesquisam o COVID-19 correm o risco de ser alvos da China. Eles alertaram que grupos afiliados ao governo chinês e outros estavam tentando obter "dados valiosos sobre propriedade intelectual e saúde pública relacionados a vacinas, tratamentos e testes".

O destaque na agenda de hoje fica por conta das solicitações de seguro-desemprego, que será divulgado às 9h30 da manha. 

ÍNDICES FUTUROS - 7h40:
Dow: -0,30%
SP500: -0,23%
NASDAQ: -0,09%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - QUARTA-FEIRA 13/05/2020

ÁSIA: Os mercados da Ásia registraram mais um dia de indefinição na madrugada desta quarta-feira, pois a cautela predominou em relação ao recente ressurgimento de novos casos de coronavírus em alguns países da região, enquanto eles começaram a reabrir suas economias.

Na China continental, o dia foi de alta. O composto de Xangai subiu 0,22%,enquanto o composto de Shenzhen subiu 0,67%. O índice Hang Seng de Hong Kong fechou em queda de 0,27%.

No Japão, o Nikkei caiu 0,49%, fechando em 20.267,05, enquanto o índice Topix caiu 0,14%. O Kospi da Coreia do Sul fechou alta de 0,95%.

Enquanto isso, o  S & P / ASX 200 na Austrália subiu 0,35%. As mineradoras tiveram um dia positivo. BHP subiu 0,8%, Fortescue Metals subiu 3,7% e Rio Tinto fechou em alta de 1%. As empresas de energia não tiveram um bom desempenho. Santos caiu 2,1% e Woodside Petroleum caiu 2%.

No geral, o índice MSCI Asia ex-Japan subiu 0,34%.

Os desenvolvimentos na frente do coronavírus provavelmente continuaram pesando nas opiniões dos investidores. Globalmente, mais de 4,2 milhões de pessoas foram infectadas e pelo menos 291.366 vidas foram tiradas, segundo dados compilados pela Universidade Johns Hopkins.

Na Ásia, onde o coronavírus foi atingido pela primeira vez, vários países, incluindo China e Coreia do Sul, sofreram um aumento nos casos após o relaxamento das restrições.

Os preços do petróleo caíram na tarde do horário asiático. Os futuros do Brent caiu 1,57%, para $ 29,51 por barril. Os contratos futuros de petróleo dos EUA caíram 0,31%, para US $ 25,70 por barril.

EUROPA: As bolsas europeias caem na manhã desta quarta-feira, com investidores preocupados com a possibilidade da segunda onda de infecções pelo coronavírus.

O índice Stoxx Europe 600 cai 1,32%, após dois dias de ganhos. O índice alemão DAX 30 cai 1,50%, o francês CAC 40 recua 1,83%, enquanto o IBEX 35 da Espanha cai 0,78% e o FTSE MIB da Itália, recua 1,34%. 

Em Londres, o FTSE 100 cai 1,03%. Entre as mineradoras, Anglo American cai 1,9%, Antofagasta cai 1,4%, BHP recua 0,3%, enquanto Rio Tinto sobe 1%. Entre as empresas de energia, BP cai 1,4% e Royal Dutch Shell perde 1,4%. 

Dados oficiais mostram que a economia britânica encolheu 2% no primeiro trimestre do ano em relação ao trimestre anterior, à medida que as restrições à atividade econômica aumentaram antes o bloqueio do coronavírus em 23 de março. O declínio é o maior desde a crise financeira global de 2008 e é a primeira indicação do impacto do coronavírus na economia antes do bloqueio britânico. Somente em março, a economia britânica encolheu 5,8%, a maior queda mensal já registrada. 

Na semana passada, o Banco da Inglaterra alertou que a economia britânica poderia cair cerca de 30% na primeira metade do ano, antes de uma forte recuperação na segunda metade do ano, deixando-a 14% menor até o final de 2020. Mesmo com a recuperação prevista para o segundo semestre, a queda anual seria a maior desde 1706.

A agência de estatísticas da União Europeia disse nesta quarta-feira que a produção industrial nos 19 países que compartilham o euro foi 11,3% menor que em fevereiro e 12,9% menor em relação à março do ano passado. Esse foi o maior declínio mensal desde que os registros começaram em 1991 e muito superior à queda de 4,1% de janeiro de 2009.

A Itália sofreu a maior queda na produção, um colapso de 28,4% que refletiu o confinamento nas regiões que abrigam seu setor manufatureiro. A Eslováquia registrou um declínio de 20,3%, refletindo a queda do setor automotivo, cujas cadeias de suprimentos globais foram interrompidas desde que o novo coronavírus levou ao fechamento de fábricas na China em janeiro.

Em toda a zona do euro, os fabricantes de bens de consumo duráveis, como eletrodomésticos, tiveram a produção caindo 26,3%. A produção de bens de consumo não duráveis ​​caiu apenas 1,6%.

O Norges Bank Investment Management, braço do banco central da Noruega, disse na quarta-feira que vendeu suas ações na Glencore, Anglo American, RWE, Sasol e AGL Energy. O fundo introduziu no ano passado regras mais rígidas em torno de seus investimentos em empresas que obtêm pelo menos 30% de sua receita com carvão térmico, extraem mais de 20 milhões de toneladas de carvão térmico por ano ou ter uma capacidade de energia de carvão superior a 10.000 megawatts. O fundo detinha uma participação de 2,4% na Anglo American, 1,2% na Glencore e 0,6% na RWE no final de 2019, a data mais recente em que os dados estavam disponíveis.

Com base nessas mesmas regras, o fundo de petróleo colocou o BHP, Vistra Energy, Enel SpA e Uniper em uma lista de observação. A política do fundo é vender sua participação nas empresas antes de anunciar sua exclusão.

Em outra medida, o conselho executivo do fundo decidiu excluir a Canadian Natural Resources, Cenovus Energy, Suncor Energy e a Imperial Oil por conta de níveis inaceitáveis ​​de emissões de gases de efeito estufa. 

A ElSewedy Electric foi excluída por questões ambientais em meio à sua participação no desenvolvimento de um projeto de energia hidrelétrica na Tanzânia. 

No Brasil, a Vale foi excluída por conta dos problemas em suas barragens. Eletrobras foi excluída em meio a violações de direitos humanos relacionadas ao desenvolvimento da usina de Belo Monte.

As decisões haviam sido tomadas há algum tempo, mas a venda demorou mais que o normal devido à atual situação do mercado, incluindo pouca liquidez em algumas ações.

EUA: Os contratos futuros de ações dos EUA negociam em alta na manhã desta quarta-feira, após uma forte liquidação na sessão anterior em Wall Street.

Na terça-feira, os investidores analisavam os últimos desenvolvimentos em torno da reabertura da economia. O Dow Jones Industrial Average perdeu mais de 450 pontos, revertendo seu ganho de 160 pontos no início do dia. O S&P 500 também registrou uma perda acentuada, caindo 2,05%. 

As ações que provavelmente irão se beneficiar da reabertura das economias, como varejo, imóveis, bancos e companhias aéreas pesaram sobre os principais índices. Disney caiu 3%, Nike caiu 2,9% e JPMorgan perdeu 3,3%. O operador do shopping Simon Property Group entregou um ganho de 10% para fechar no vermelho. 

Investidores esperam  para ver como as economias vão se comportar com a reabertura dos mercados. “Depois de quase seis sessões de mercado subindo, o S&P 500 tem uma importante barreira técnica dos 3.000 pontos e vai precisar de um catalisador para superar isso. Um dos principais catalisadores será se a economia puder abrir sem aumentar os números de casos.

O Nasdaq Composite quebrou sua sequência de seis sessões consecutivas de alta na terça-feira. O índice perdeu 2,06% e manteve um ganho positivo de 0,3% no acumulado do ano. Apple e Microsoft recuaram 1,1% e 2,3%, respectivamente. A Netflix caiu 2% e a Amazon caiu 2,2%.

O Dr. Anthony Fauci disse na terça-feira que uma vacina será essencial para impedir a disseminação do coronavírus, mas alertou que levará um tempo até que esteja disponível. Fauci acrescentou que os EUA podem enfrentar mais “sofrimento e morte” se os estados começarem a reabrir de maneira muito rápida. Vários estados do sul já começaram a deixar empresas não essenciais retomarem suas operações.

Ainda na terça-feira, os democratas da Câmara viram um pacote de alívio de mais de US $ 3 trilhões para financiamento dos estados, empresas, apoio alimentar e famílias serem rejeitadas pelos republicanos.

Os traders buscarão pistas sobre futuras ações do Federal Reserve quando o presidente Jerome Powell falar sobre questões econômicas atuais na quarta-feira às 10h00 da manhã. 

O Departamento do Trabalho divulgará seu índice de preços ao produtor para o mês de abril às 9h30. Analistas esperam uma queda de 0,5% em abril, após a queda de 0,2% em março. Os preços ao produtor caíram durante a pandemia, puxados pelos declínios nos custos de bens como gasolina e serviços.

Os números dos estoques de petróleo dos EUA será divulgado às 11h30. 

Ainda nesta quarta-feira, será leiloado US $ 35 bilhões em títulos do Tesouro de 105 dias, US $ 40 bilhões em títulos de 154 dias e US $ 22 bilhões em títulos de 30 anos.

ÍNDICES FUTUROS - 7h40:
Dow: +0,60%
SP500: +0,55%
NASDAQ: +0,69%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.