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RESENHA DA BOLSA - QUINTA-FEIRA 10/09/2020

ÁSIA: As bolsas da Ásia fecharam sem direção nesta quinta-feira, depois que Wall Street interrompeu uma seqüência de três dias de quedas.

O Nikkei do Japão subiu 0,88%, enquanto o índice Topix avançou 1,21.

Na Austrália, o  S & P / ASX 200 subiu 0,51%, para 5.908,50 pontos, com ações de tecnologia liderando os ganhos ao longo do dia. Os bancos, setor altamente ponderado, começaram bem, mas logo recuaram e terminaram a sessão no vermelho. Os titãs da mineração BHP e Rio Tinto adicionaram 0,5% e 1,4%, respectivamente, enquanto os produtores de ouro brilharam. A Newcrest terminou com alta de 1,8% depois de anunciar resultados de exploração encorajadores na Austrália Ocidental e Canadá. A Gold Road Resources adicionou 6,2% em uma atualização igualmente positiva. A Fortescue Metals terminou em baixa de 0,6%, após um início forte.

O Kospi da Coreia do Sul subiu 0,87%. As ações da Kakao Games dispararam em sua estrei, encerrando o dia de negociação com mais do dobro do preço de emissão.

O índice Hang Seng de Hong Kong fechou em queda de 0,64%. As ações da Yum China caíram mais de 5% em relação ao seu preço de estreia.

Na China Continental, o composto de Xangai caiu 0,61%, enquanto o Shenzhen Component caiu 0,92%. O ChiNext, índice ao estilo Nasdaq despencou 4,69% no dia.

No sudeste da Ásia, o Jakarta Composite da Indonésia caiu 5,01%, após paralisação temporária das negociações, depois que o governo anunciou planos para restabelecer um bloqueio parcial por causa do coronavírus na capital do país. 

O índice MSCI Asia ex-Japan subiu 0,18%.

EUROPA: As bolsas europeias flutuaram na manhã de quinta-feira, com investidores aguardando a reunião do Banco Central Europeu (BCE) sobre a política monetária na zona do euro.

Os observadores do mercado acreditam que o banco central pode ajustar suas políticas e pode até mesmo seguir o Federal Reserve revisando suas metas de inflação no longo prazo. Desde a última reunião, os dados econômicos mostraram sinais de desaceleração da recuperação, o euro se valorizou e o núcleo da inflação caiu para um novo recorde de baixa em agosto. 

A decisão do BCE deve ser divulgada às 13h45, horário da Europa Central (8h45, horário de Brasilia), embora os analistas estejam se concentrando na entrevista coletiva com a presidente Christine Lagarde às 9h30.

Após subir 1,6% na quarta-feira, o Stoxx Europe 600 recua 0,22%. O alemão DAX 30 sobe 0,19%, o FTSE MIB da Itália avança 0,33% enquanto o francês CAC 40 cai 0,20%, o IBEX 35 da Espanha recua 0,24%

A atenção também está em Londres, onde uma reunião de emergência está sendo convocada para dirimir a decisão do Reino Unido de alterar unilateralmente seu acordo de retirada. A Bloomberg News informou que a União Europeia está considerando entrar com um processo judicial.

O FTSE 100 cai 0,46% em Londres. As mineradoras registram um dia de baixa. Anglo American cai 1,9%, Antofagasta recua 2%, enquanto Rio Tinto cai 1% e BHP perde 2,4%. Entre as empresas produtoras de petróleo, BP cai 0,9% e Royal Dutch Shell cai 0,4%.

EUA: Os futuros dos índices de ações dos EUA recuam no início de quinta-feira após forte recuperação do mercado em Wall Street no pregão regular, interrompendo uma sequência de três dias de baixa. 

O S&P 500 subiu 2,01% em seu melhor dia desde junho. O Nasdaq Composite subiu 2,71% para sair do território de correção, depois que uma liquidação de importantes ações de tecnologia levou a uma forte baixa em três sessões consecutivas no benchmark. 

Algumas das ações mais atingidas durante a recente queda foram destaque de alta. As ações da Tesla, recém-saídas de seu pior dia, subiram quase 11%. A gigante da tecnologia Apple subiu 4% trazendo seu valor de mercado de volta para US $ 2 trilhões. 

A queda de três dias ocorreu em meio à crescente preocupação em Wall Street sobre uma bolha de tecnologia, com as principais ações de tecnologia alimentando o Nasdaq Composite a altas recordes, apesar do impacto da pandemia do coronavírus na economia. Alguns analistas disseram que o recuo não foi longe o suficiente, outros apontaram as razões pelas quais o mercado poderia recuperar seu equilíbrio, alegando que o dinheiro do investidor ainda não retornou após a liquidação induzida pela pandemia em fevereiro e março e que deve fornecer suporte para as ações. 

Na agenda econômica, espera-se dados do PPI e Core PPI às 9h30 ao mesmo tempo em que será divulgado o relatório semanal de pedidos de seguro desemprego do Departamento do Trabalho. Economistas consultados pela Dow Jones esperam 850.000 novas solicitações, ante 881.000 na semana passada. Às 12h00 será divulgado os estoques semanais de petróleo dos EUA

ÍNDICES FUTUROS - 7h30:
Dow: -0,39%
SP500: -0,36%
NASDAQ: -0,18%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - QUARTA-FEIRA 09/09/2020

ÁSIA: Os principais mercados asiáticos fecharam em baixa nesta quarta-feira, com investidores reagindo aos declínios em Wall Street. O índice MSCI Asia, exceto o Japão, caiu 1%.

Na China Continental, o composto de Xangai caiu 1,86%, enquanto o Shenzhen Component caiu 3,24%. O índice Hang Seng de Hong Kong caiu 0,63%. Dados da inflação chinesa para agosto, mostraram que o índice de preços ao produtor caiu 2,0% em agosto em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com o Escritório Nacional de Estatísticas da China, em linha com as expectativas de uma queda de 2,0% em uma pesquisa da Reuters. O índice de preços ao consumidor em agosto subiu 2,4% em comparação com o ano anterior, também em linha com as expectativas dos analistas.

Na Austrália, o  S & P / ASX 200 também registrou perdas consideráveis ​​ao cair 2,15% e fechou em 5.878,60 pontos, com as ações dos principais bancos do país caindo. Entre as mineradoras, BHP caiu 1,7%, Rio Tinto recuou 0,3%, enquanto Fortescue Metals caiu 2,7%. As produtoras de petróleo tiveram perdas mais íngremes. Santos despencou 5,6% e Woodside Petroleum recuou 3,8%.

No Japão, o Nikkei caiu 1,04%, enquanto o índice Topix caiu 0,96%.

O Kospi da Coreia do Sul caiu 1,09%.

As ações de tecnologia pesaram sobre os principais mercados na Ásia, após perdas vistas por suas contrapartes nos Estados Unidos.

As ações do conglomerado japonês Softbank Group caíram 2,87%. As ações despencaram mais de 10% desde o fechamento de sexta-feira, depois que um relatório do Financial Times classificando a empresa como uma “baleia Nasdaq” por ter comprado bilhões de dólares em opções de ações de empresas de tecnologia no mês passado.

Em outros lugares, perdas também foram observadas. Taiwan Semiconductor Manufacturing Company viu suas ações em Taiwan caírem 0,93%. Na Coreia do Sul, as ações da SK Hynix caíram 2,64%. Em Hong Kong, as ações da gigante chinesa de tecnologia Alibaba caíram 2,37%, enquanto a Xiaomi  caiu 1,34%. A Sunny Optical, no entanto, subiu 0,86%.

Os preços do petróleo subiram na tarde do pregão asiático, com os futuros do Brent subindo 1,06%, para $ 40,20 por barril. Os futuros do petróleo dos EUA subiram 1,44%, para $ 37,29 por barril.

EUROPA: As bolsas europeias avançam na manhã de quarta-feira, com investidores tentando evitar a pressão liderada pelo setor de tecnologia nos EUA, que está pressionando os mercados financeiros em todo o mundo.

O índice Stoxx Europe 600 sobe 0,90%, após queda de pouco mais de 1% na terça-feira. O índice caiu em sete dos últimos nove pregões. 

O alemão DAX 30 sobe 0,97%, o francês CAC 40 sobe 0,78%, enquanto o IBEX 35 da Espanha e o FTSE MIB da Itália avançam 0,20% e 0,72%, respectivamente. 

Em Londres, o FTSE 100 sobe 0,99%. Entre as empresas listadas na LSE, Anglo American sobe 0,6%, BHP e Rio Tinto sobem 1% cada, enquanto Antofagasta recua 0,5%. Entre as produtoras de energia, BP sobe 2,9% e Royal Dutch Shell avançam 2,9%.

A libra britânica caiu 0,26% em relação ao dólar depois que o Reino Unido disse à União Europeia que está se preparando para sair do bloco sem qualquer acordo. Uma libra fraca pode beneficiar as empresas do Reino Unido que obtém receita no exterior, pois torna seus produtos mais competitivos.

Os preços do petróleo caíram para o nível mais baixo desde junho na terça-feira em meio à preocupações de que um aumento contínuo nos casos de pandemia global afetará a demanda. Futuros do Brent, de referência internacional e o WTI americano sobem 1,26% e 1,92%, respectivamente, no horário ocidental. 

EUA: Os futuros de ações dos EUA operam em território positivo na manhã desta quarta-feira, após pressão das ações de tecnologia sobre os mercados financeiros. 

As movimentações nos mercados futuros ocorrem quando os investidores ignoraram as notícias sobre a vacina contra o coronavírus. As ações da AstraZeneca despencaram no "after market" depois que a empresa divulgou que um teste em estágio final de sua vacina candidata Covid-19 foi suspenso devido a uma suspeita de "reação adversa séria" em um participante no Reino Unido.

A liquidação de ações de tecnologia continuou na terça-feira, quando os investidores trocaram as empresas que lideraram o retorno do mercado da recessão do coronavírus.

O Nasdaq Composite caiu 4,11% na terça-feira depois de sofrer sua pior semana desde março. O Nasdaq caiu mais de 10% nas últimas três sessões, entrando oficialmente em território de correção. O índice ainda está acima de 63% em relação à baixa de 52 semanas registrada em março. 

Além das ações techs, conhecido como FAANG, das ações que de empresas beneficiadas por pessoas que ficam em casa e as ações de produtoras de chips foram as que mais perderam, à medida que as tensões entre os EUA e a China continuavam a aumentar. Enquanto isso, uma queda de 21% na Tesla, sua maior queda de ações em um único dia, ajudou a arrastar o Nasdaq para baixo. Tesla foi impedida de ingressar no S&P 500 na sexta-feira. 

O Dow Jones Industrial Average caiu 2,55%, com uma queda de quase 6% na Boeing. O S&P caiu 2,7%, terceiro dia consecutivo de queda, o primeiro rali negativo vez desde 11 de junho. 

Muitos em Wall Street acreditam que a fraqueza das ações de tecnologia deriva de preocupações de que a alta maciça das ações de tecnologia tenha levado as avaliações em níveis insustentáveis. 

Alguns analistas estão sugerindo que este é o início de outra pesada liquidação, semelhante à primavera de 2000, quando a ‘bolha tecnológica’ estourou. Outros estão reticentes diante dessa assertiva, alegando não ser uma correção e sim, uma digestão, visto que o Nasdaq Composite subiu mais de 60% em relação ao seu fundo de março, ou seja, é um período saudável de consolidação após uma aceleração acentuada.

A derrocada das ações de tecnologia deu vida a algumas ações de empresas sensíveis à recuperação da economia. Companhias aéreas, empresas de cruzeiros e alguns varejistas tiveram desempenho superior na terça-feira. 

O índice de volatilidade Cboe, um medidor do medo dos investidores, subiu acima de 31 na terça-feira. 

A Pesquisa de Rotatividade de Trabalho de Vagas de Emprego do Departamento de Trabalho em julho será divulgada às 11h00. O relatório, embora um tanto desatualizado, deve dar aos investidores algumas dicas sobre o mercado de trabalho. Analistas preveem que as contratações aumentaram 6,0 milhões em julho, ante 5,9 milhões em junho. 

ÍNDICES FUTUROS - 7h30:
Dow: +0,39%
SP500: +0,72%
NASDAQ: +1,88%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - TERÇA-FEIRA 08/09/2020

ÁSIA: As bolsas na região Ásia-Pacífico fecharam em alta nesta terça-feira, depois que seus pares europeus recuperaram na segunda-feira, enquanto os mercados americanos permaneceram fechados para feriado nacional.

No Japão, o Nikkei avançou 0,80%, enquanto o índice Topix encerrou o pregão em alta de 0,69%. Os números revisados ​​do PIB do Japão para o segundo trimestre mostraram que a economia do país encolheu a 28,1% em termos anualizados, pior do que as estimativas preliminares divulgadas em meados de agosto pelo governo, quando mostraram que a economia do país havia encolhido 27,8%, ante previsão dos analistas de uma contração de 28,6% em uma pesquisa da Reuters. Este foi o pior trimestre para a economia japonesa desde a Segunda Guerra Mundial, porém analistas dizem que a médio prazo, a economia japonesa está “no caminho da recuperação".

O índice Hang Seng de Hong Kong subiu 0,14%. As ações da empresa chinesa de engarrafamento de água Nongfu Spring chegou a subir mais de 80% em relação ao preço de emissão em sua estreia em Hong Kong, porém reduziu parte desses ganhos, mas ainda assim subiu mais de 50% no fechamento do mercado.

Na China Continental, o dia foi de alta. O composto de Xangai avançou 0,72%, enquanto o Shenzhen Component subiu ligeiramente, em 13.293,33 pontos.

O Kospi da Coreia do Sul subiu 0,74%.

Na Austrália, o S & P / ASX 200 subiu 1,06%, encerrando seu dia de negociação em 6.007,80 pontos. As produtoras de commodities tiveram um dia positivo. BHP subiu  0,9%, Rio Tinto avançou 1,4%, enquatno Fortescue Metals disparou 3,5%. Entre as empresas de energia, Santos e Woodside Petroleum subiram 1,7% e 1,2%, respectivamente. 

O índice MSCI Asia ex-Japan subiu 0,32%.

EUROPA: Os mercados europeus recuam nesta terça-feira, devolvendo parte dos ganhos da sessão anterior, enquanto novas insinuações do presidente dos EUA, Donald Trump, em relação à China acrescentou ainda mais preocupação aos mercados.

O Stoxx 600 subiu 1,7% na segunda-feira, enquanto os mercados americanos permaneceram fechados por conta do feriado do dia do Trabalho. O pan-índice recua 1,09%. 

O alemão DAX 30 cai 0,79%, o francês CAC 40 recua 1,18%, enquanto o IBEX 35 da Espanha e o FTSE MIB da Itália caem 1,14% e 1,59%, respectivamente. 

Em Londres, o FTSE 100 cai 0,27%. As mineradoras recuam. Anglo American cai 1,3%, Antofagasta recua 2,5%, enquanto BHP e Rio Tinto caem 0,7% e 0,9%, respectivamente. As gigantes de energia BP e Royal Dutch Shell caem 0,7% e 1,3%, respectivamente. 

O Reino Unido deve intensificar seus preparativos para deixar a União Europeia sem um acordo se nenhum acordo de livre comércio for alcançado nesta semana. O Financial Times informou que o governo do primeiro-ministro Boris Johnson pretende anular aspectos do Acordo de Retirada que assinou em janeiro, com a UE alertando o governo britânico na segunda-feira que qualquer tentativa de renegar os compromissos assumidos antes de sua saída do bloco no início deste ano poderia colocar em risco a paz conquistada a duras penas com a Irlanda do Norte. A Grã-Bretanha deixou o bloco em 31 de janeiro, mas os dois lados estão em um período de transição que termina no final deste ano e estão negociando seus futuros laços comerciais.

As preocupações com o coronavírus também estão de volta ao holofote depois que o Reino Unido relatou quase 3.000 novos casos diários no domingo e na segunda-feira, com o vice-chefe médico da Inglaterra dizendo que a situação agora é uma preocupação séria.

Dados revisados ​​publicados na terça-feira mostraram que o PIB da zona do euro no segundo trimestre contraiu 14,7% no comparativo anual e 11% em relação ao trimestre anterior, menos do que as estimativas iniciais, mas ainda assim registrando suas quedas mais acentuadas já registradas.

EUA: Os futuros dos índices das ações dos EUA recuam após o feriado do Dia do Trabalho, com investidores permanecendo receosos com as recentes quedas nas ações de gigantes de tecnologia.

Os mercados dos EUA permaneceram fechados na segunda-feira em comemoração ao Dia do Trabalho. 

Na sexta-feira, as bolsas interromperam uma sequência de cinco semanas de alta, após uma reversão nas principais ações de tecnologia na semana passada. Grandes perdas da Amazon, Apple, Microsoft e Facebook, até então líderes de mercado em 2020, levaram o Nasdaq Composite a cair 3,3%, sofrendo sua pior semana desde 20 de março. O Dow e o S&P 500 caíram 1,8% e 2,3% na semana passada, respectivamente, registrando suas maiores perdas semanais desde junho. 

Muitos em Wall Street acreditam que a fraqueza deriva de temores de que o aumento substancial das ações de tecnologia tenha levado à níveis insustentáveis. Mesmo com a retração da semana passada, o Nasdaq subiu mais de 70% em relação à mínima de março. 

Em meio à apreensão, o Cboe Volatility Index, conhecido como VIX ou “índice do medo”, atingiu uma alta de 38,28 na sexta-feira, seu nível mais alto desde 15 de junho.

Os desenvolvimentos geopolíticos também podem pesar sobre o sentimento dos investidores. A China acusou os EUA de “intimidação” ao lançar uma iniciativa global frente a segurança de dados na terça-feira, enquanto Washington continua pressionando as maiores empresas de tecnologia da China e convencendo países ao redor do mundo a bloqueá-las. O presidente Donald Trump também cogitou recentemente a ideia de se “separar” da China, ou se recusar a fazer negócios com o país asiático.

Na agenda econômica, está prevista a divulgação de crédito ao consumidor às 16h00.

ÍNDICES FUTUROS - 7h30:
Dow: -0,30%
SP500: -0,84%
NASDAQ: -2,43%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.