RESENHA DA BOLSA - HARAMOTO - QUARTA-FEIRA 11/03/2015
ÁSIA: A maioria dos mercados asiáticos recuou nesta quarta-feira, seguindo a forte retração das bolsas em Wall Street, provocada pela crescente ansiedade dos investidores com relação à iminente elevação da taxa de juros nos EUA e com uma série de dados da China que ficou aquém das expectativas do mercado, indicando uma desaceleração persistente na segunda maior economia do mundo.
As vendas no varejo no continente chinês aumentou 10,7% no período de janeiro a fevereiro em relação ao ano anterior, mais baixo do que as expectativas para um aumento de 11,7%. Enquanto isso, a produção industrial aumentou 6,8% no período, também abaixo da previsão de 7,8% e abaixo do aumento de 7,9% em dezembro. O governo emite os números de ambos os meses juntos para suavizar as distorções do longo feriado do Ano Novo Lunar, que podem cair em qualquer um desses meses.
O Shanghai Composite fechou em alta de 0,16% após oscilar entre ganhos e perdas, depois da divulgação dos dados econômicos. Ações do setor bancário impediram a queda; Bank of China subiu 2%, enquanto China Construction Bank e Banco Industrial e Comercial da China avançaram 1,1 e 0,9% cada. A exibição positiva por parte das seguradoras também apoiou a dinâmica positiva na bolsa; China Life Insurance e China Pacific Insurance subiram mais de 1% cada.
Em Hong Kong, o Hang Seng index recuou 0,75%, cravando o sétimo pregão consecutivo de baixa. Prudential caiu 1,3%, após a notícia de que o CEO Tidjane Thiam está deixando o cargo para assumir o Credit Suisse. As ações da seguradora britânica não foram negociadas em Cingapura.
No Japão, o Nikkei reverteu a abertura em queda e após a divulgação de encomendas de janeiro melhores do que o esperado. O principal indicador de gastos de capital recuou 1,7%, menor do que a queda de 4,1% estimada pelos economistas da Reuters. Exportadores fecharam sem direção, embora o iene tenha enfraquecido ainda mais contra o dólar a ¥ 121,32, em comparação com ¥ 121,14 na terça-feira em Nova York, quebrando a correlação inversa de longa data entre a cotação da moeda e os preços das ações japonesas.
S & P ASX 200 da Austrália encerrou em queda de 0,53%, enquanto o dólar australiano tocou seu nível mais baixo desde maio de 2009, após um executivo do Banco da Reserva da Austrália (RBA) dizer que as taxas de juros baixos continuarão a apoiar a economia australiana embora a "melhora do crescimento não seja garantida." A moeda local foi cotado a 0,7601 dólar americano, depois de tocar $ 0,7590 na sequência dos indicadores econômicos da China.
Entre os dados nacionais, o sentimento do consumidor australiano recuou 1,2% em março, depois de uma alta de 13 meses.
BHP foi negociado ex-dividendo e ela sozinha respondeu por quase dois terços da queda no índice de referência. A mineradora recuou 4,95%. Outras mineradoras também perderam terreno por conta da queda nos preços das commodities durante a noite. O minério de ferro buscou mínima de seis anos, enquanto o petróleo bruto Brent recuou forte. Rio Tinto caiu 1,2% e Fortescue afundou 3,5%.
Entre as reservas de petróleo, Woodside caiu 1,38%, Santos terminou estável e Oil Search ganhou 1,3%, enquanto os grandes bancos também estiveram sob pressão. Commonwealth Bank teve queda de 0,2%, apesar de uma atualização pela Macquarie
EUROPA: As bolsas europeias operam em alta nesta manhã de quarta-feira, se recuperando de uma perda de dois dias, com os bancos centrais da região entraram em seu terceiro dia de compra de títulos soberanos e um euro mais fraco impulsionando exportadores, descartando o nervosismo do mercado global e recuperando parte das perdas da sessão anterior.
O índice Stoxx Europe 600 sobe 1%, após perder 1,2% desde a alta de sete anos no dia 6 de março, pesada pela queda nas ações de energia e preocupações crescente com a proximidade da reunião do Federal Reserve nos dias 17 e 18 de março, quando se discutirá mais uma vez sobre o aumento das taxas de juros.
Bancos centrais da zona euro tem comprado títulos alemão, belga, francês, italiano e espanhóis nesta semana, enviando custos de empréstimos em toda a Europa para níveis recorde. As compras são parte do programa de compra de ativos do Banco Central Europeu, no montante de 60 bilhões de euros (64.000 milhões dolares) por mês, conhecido como afrouxamento quantitativo. O Presidente do BCE, Mario Draghi, disse hoje que vai empurrar a inflação na zona do euro de volta em direção de seu objetivo.
Segundo analistas, o QE está deixando a moeda comum fantasticamente barato e isso está mudando a demanda em todo o mundo. Acredita-se que o crescimento dos lucros das empresas vai ser muito forte e o mercado vai reagir. O euro foi negociado perto de uma baixa de 12 anos e a moeda única está pronta para um declínio trimestral recorde, devendo impulsionar empresas com foco em exportação.
Em outras notícias, a Grécia continua no foco dos investidores com o país se preparando para se encontrar com as equipes técnicas da troika (Comissão Europeia, BCE e FMI) que supervisionam o resgate do país em Bruxelas nesta quarta-feira para discutir as reformas gregas.
Ainda segundo a Reuters, tanques russos e equipamento militar pesado cruzaram a fronteira com a Ucrânia nos últimos dias, numa nítida violação ao cessar-fogo mediado pela Comunidade Europeia em fevereiro, disse um alto funcionário do Departamento de Estado dos EUA na terça-feira e ainda hoje, Angela Merkel reune-se com chefes de FMI, Banco Mundial, OMC, OCDE e OIT em Berlim.
Em Londres, o índice de referência FTSE 100 se recupera de sua pior perda em cinco meses durante a sessão anterior, com todos os principais setores em movimento de alta, o que será a primeira em quatro sessões. Destaque para a fabricante de bens de luxo Burberry que sobe 2,42% e seguradora Prudential que avança 1,52%.
O benchmark caiu 2,5% na terça-feira caiu 2,5%, a maior perda desde meados de outubro, pesada pelo setor de recursos, mas hoje as mineradoras avançam. Anglo American sobe 0,42%, depois de recuar 5% na terça-feira. A Investec alterou a avaliação da mineradora para comprar, alegando que a mesma oferece atrativos de crescimento dos lucros devido diversidade de commodities, mas que se os preços das commodities persistir na atual situação, a empresa pode enfrentar sérios problemas estruturais e financeiros.
Entre outros pares do setor, BHP Billiton cai 0,82% e Rio Tinto avança 0,12%.
AGENDA ECONÔMICA:
EUA:
11h30 - Crude Oil Inventories (estoques de Petróleo norte-americano);
14h01 - 10-y Bond Auction (leilão de títulos de 10 anos do governo americano);
15h00 - Federal Budget Balance (orçamento federal dos Estados Unidos).
ÍNDICES MUNDIAIS (7h10):
ÁSIA
Nikkei: +0,31%
Austrália: -0,53%
Hong Kong: -0,75%
Shanghai Composite: +0,16%
EUROPA
Frankfurt - Dax: +1,68%
London - FTSE: +0,39%
Paris CAC +1,80%
IBEX 35: +1,28%
FTSE MIB: +1,59%
COMMODITIES
BRENT: +0,18%
WTI: +3,08%
OURO: -0,26%
COBRE: +0,40%
NIQUEL: +0,58%
FERRO 62%: +0,50%
SOJA: +0,63%
ALGODÃO: -0,05%
ÍNDICES FUTUROS
DOW: +0,37%
SP500: +0,49%
NASDAQ: +0,36%
Observação: Este material é um trabalho voluntário e gratuíto, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. Atenção para o horário da disponibilização dos dados desse relatório. Você pode acompanhar também no http://br.investing.com/ e no http://haramoto.blogspot.com. Siga também no twitter: http://www.twitter.com/haramototrader
Veja Também

RESENHA DA BOLSA - HARAMOTO - TERÇA-FEIRA 10/03/2015
ÁSIA: As bolsas da Ásia tiveram perdas nesta terça-feira, com dados misto de inflação chinesa compensando a alta em Wall Street.
O preço ao consumidor (CPI) da China subiu 1,4% no ano, superando as expectativas de um aumento de 0,9% previsto em uma pesquisa da Reuters e maior do que 0,8% em janeiro, mas os preços no atacado recuaram 4,8% em fevereiro, mais do que as previsões de uma queda de 4,3% e recuo de 4,3% em janeiro, marcando o trigésimo sexto mês consecutivo de quedas.
Os riscos deflacionários desanimaram os mercados chineses, O Shanghai Composite recuou 0,46%, pesada por ações do setor bancário. Banco Agrícola da China , Bank of China e China Construction Bank perderam mais de 2% cada. Também entre os maiores perdedores, a empresa imobiliária Poly Real Estate recuou 2,9%, enquanto as seguradoras China Life Insurance e China Pacific Insurance perderam mais de 2% cada.
Em Hong Kong, o Hang Seng índice caiu 0,94%, aumentando para seis a série de quedas consecutivas.
No Japão, o Nikkei recuou 0,67%, com o iene caindo ainda mais em relação ao dólar a ¥ 121,79, em comparação com ¥ 120,84 no dia anterior. A moeda tocou ¥ 122,04, seu nível mais baixo em relação ao dólar desde julho de 2007. Pesou sobre os mercados o relatório de que o Comité da Basileia de Supervisão Bancária pode pedir aos bancos para aumentar o capital se os juros subirem, de acordo com a Reuters.
S & P ASX 200 da Austrália entregou os ganhos da manhã para terminar perto da estabilidade, um dia depois de sofrer sua maior queda diária em dois meses. A alta de 1% das ações da Westpac ajudou a impulsionar a bolsa, enquanto National Australia Bank, Commonwealth Bank of Australia e Australia & New Zealand Banking tiveram ganhos entre 0,2 e 0,4%, mas o desânimo no setor de recursos, atingida pela queda dos preços do minério de ferro, limitaram os avanços no benchmark. As gigantes BHP Billiton e Rio Tinto perderam 0,75% e 1,1%, enquanto produtora de minério de ferro Fortescue Metals Group perdeu 5,6%. O preço à vista do minério de ferro, desembarcado na China, caiu 1,5 por cento, para US $ 58.58 a tonelada, o menor patamar desde 2009.
O maior produtor de petróleo da Austrália Woodside Petroleum caiu 0,1% e Santos recuou 2,9%, depois que o petróleo bruto Brent caiu 2% durante a noite, para US $ US58.58 o barril.
Enquanto isso, o dólar australiano caiu para uma baixa de quase um mês em 0,7650 dólar americano após dados de preços ao produtor chinês sem brio.
EUROPA: As bolsas europeias recuam nesta manhã de terça-feira, com o sentimento do investidor freado por uma queda no preço do petróleo e com as negociações em curso em torno da Grécia. Grécia e a troika, que supervisionam o resgate do país, vai começar a detalhar as reformas gregas.
Os investidores também monitoraram o efeito dos bilhões de euros do BCE mensais do programa de flexibilização quantitativa, que iniciaram ontem. Rendibilidade das obrigações da maioria dos países da zona do euro caiu próxima da mínima histórica na data do lançamento e continuou a recuar na terça-feira. O rendimento dos bonds de 10 anos do governo alemão caiu 2 pontos base para 0,283%, um recorde de baixa, de acordo com a Tradeweb, plataforma de negociação eletrônica.
Em outras notícias, a Itália discute com a Comissão Europeia, um planos para socorrer os bancos do país, segundo o ministro da Economia, Pier Carlo Padoan, informou a Reuters.
Entre os dados divulgados, os números da produção industrial da França subiu novamente em janeiro, para um aumento de 0,4%, enquanto a Itália divulgou uma queda de 0,7% na produção industrial, pior que a expectativa de alta alta de 0,2% e 0,4% no mês anterior.
O FTSE 100 do Reino Unido opera no vermelho pelo terceiro dia consecutivo, a caminho para o seu menor fechamento em quase um mês. As ações da Prudential desliza 1,83% após a seguradora confirmar que executivo-chefe Tidjane Thiam estará deixando o cargo depois de seis anos para se tornar CEO do Credit Suisse Group, que avança 7,50%.
Empresas de mineração também recuam em Londres. Antofagasta perde 2,72%, BHP Billiton recua 2,81% e Rio Tinto cai 1,75% e os preços do petróleo também caem, pesando sobre os produtores de energia de Londres. Tullow Oil despencam 6,53%, Royal Dutch Shell cai 2,62% e BP perde 1,75%.
AGENDA ECONÔMICA:
EUA:
10h00 - NFIB Small Business Index (índice de otimismo do pequeno empresário);
11h00 - JOLTS Job Openings (pesquisa mensal em diferentes indústrias em que analisa contratações, abertura de emprego, demissões, recrutamentos, etc);
11h00 - Wholesale Inventories (dados de vendas e estoques no atacado americano).
ÍNDICES MUNDIAIS (7h35):
ÁSIA
Nikkei: -0,67%
Austrália: +0,05%
Hong Kong: -0,94%
Shanghai Composite: -0,46%
EUROPA
Frankfurt - Dax: -0,55%
London - FTSE: -0,66%
Paris CAC -0,57%
IBEX 35: -1,04%
FTSE MIB: -0,45%
COMMODITIES
BRENT: -1,55%
WTI: -0,85%
OURO: -0,45%
COBRE: -1,52%
NIQUEL: -1,73%
FERRO 62%: -1,50%
SOJA: -0,09%
ALGODÃO: -0,05%
ÍNDICES FUTUROS
DOW: -0,62%
SP500: -0,66%
NASDAQ: -0,62%
Observação: Este material é um trabalho voluntário e gratuíto, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. Atenção para o horário da disponibilização dos dados desse relatório. Você pode acompanhar também no http://br.investing.com/ e no http://haramoto.blogspot.com. Siga também no twitter: http://www.twitter.com/haramototrader
ÁSIA: As bolsas da Ásia tiveram perdas nesta terça-feira, com dados misto de inflação chinesa compensando a alta em Wall Street.
O preço ao consumidor (CPI) da China subiu 1,4% no ano, superando as expectativas de um aumento de 0,9% previsto em uma pesquisa da Reuters e maior do que 0,8% em janeiro, mas os preços no atacado recuaram 4,8% em fevereiro, mais do que as previsões de uma queda de 4,3% e recuo de 4,3% em janeiro, marcando o trigésimo sexto mês consecutivo de quedas.
Os riscos deflacionários desanimaram os mercados chineses, O Shanghai Composite recuou 0,46%, pesada por ações do setor bancário. Banco Agrícola da China , Bank of China e China Construction Bank perderam mais de 2% cada. Também entre os maiores perdedores, a empresa imobiliária Poly Real Estate recuou 2,9%, enquanto as seguradoras China Life Insurance e China Pacific Insurance perderam mais de 2% cada.
Em Hong Kong, o Hang Seng índice caiu 0,94%, aumentando para seis a série de quedas consecutivas.
No Japão, o Nikkei recuou 0,67%, com o iene caindo ainda mais em relação ao dólar a ¥ 121,79, em comparação com ¥ 120,84 no dia anterior. A moeda tocou ¥ 122,04, seu nível mais baixo em relação ao dólar desde julho de 2007. Pesou sobre os mercados o relatório de que o Comité da Basileia de Supervisão Bancária pode pedir aos bancos para aumentar o capital se os juros subirem, de acordo com a Reuters.
S & P ASX 200 da Austrália entregou os ganhos da manhã para terminar perto da estabilidade, um dia depois de sofrer sua maior queda diária em dois meses. A alta de 1% das ações da Westpac ajudou a impulsionar a bolsa, enquanto National Australia Bank, Commonwealth Bank of Australia e Australia & New Zealand Banking tiveram ganhos entre 0,2 e 0,4%, mas o desânimo no setor de recursos, atingida pela queda dos preços do minério de ferro, limitaram os avanços no benchmark. As gigantes BHP Billiton e Rio Tinto perderam 0,75% e 1,1%, enquanto produtora de minério de ferro Fortescue Metals Group perdeu 5,6%. O preço à vista do minério de ferro, desembarcado na China, caiu 1,5 por cento, para US $ 58.58 a tonelada, o menor patamar desde 2009.
O maior produtor de petróleo da Austrália Woodside Petroleum caiu 0,1% e Santos recuou 2,9%, depois que o petróleo bruto Brent caiu 2% durante a noite, para US $ US58.58 o barril.
Enquanto isso, o dólar australiano caiu para uma baixa de quase um mês em 0,7650 dólar americano após dados de preços ao produtor chinês sem brio.
EUROPA: As bolsas europeias recuam nesta manhã de terça-feira, com o sentimento do investidor freado por uma queda no preço do petróleo e com as negociações em curso em torno da Grécia. Grécia e a troika, que supervisionam o resgate do país, vai começar a detalhar as reformas gregas.
Os investidores também monitoraram o efeito dos bilhões de euros do BCE mensais do programa de flexibilização quantitativa, que iniciaram ontem. Rendibilidade das obrigações da maioria dos países da zona do euro caiu próxima da mínima histórica na data do lançamento e continuou a recuar na terça-feira. O rendimento dos bonds de 10 anos do governo alemão caiu 2 pontos base para 0,283%, um recorde de baixa, de acordo com a Tradeweb, plataforma de negociação eletrônica.
Em outras notícias, a Itália discute com a Comissão Europeia, um planos para socorrer os bancos do país, segundo o ministro da Economia, Pier Carlo Padoan, informou a Reuters.
Entre os dados divulgados, os números da produção industrial da França subiu novamente em janeiro, para um aumento de 0,4%, enquanto a Itália divulgou uma queda de 0,7% na produção industrial, pior que a expectativa de alta alta de 0,2% e 0,4% no mês anterior.
O FTSE 100 do Reino Unido opera no vermelho pelo terceiro dia consecutivo, a caminho para o seu menor fechamento em quase um mês. As ações da Prudential desliza 1,83% após a seguradora confirmar que executivo-chefe Tidjane Thiam estará deixando o cargo depois de seis anos para se tornar CEO do Credit Suisse Group, que avança 7,50%.
Empresas de mineração também recuam em Londres. Antofagasta perde 2,72%, BHP Billiton recua 2,81% e Rio Tinto cai 1,75% e os preços do petróleo também caem, pesando sobre os produtores de energia de Londres. Tullow Oil despencam 6,53%, Royal Dutch Shell cai 2,62% e BP perde 1,75%.
AGENDA ECONÔMICA:
EUA:
10h00 - NFIB Small Business Index (índice de otimismo do pequeno empresário);
11h00 - JOLTS Job Openings (pesquisa mensal em diferentes indústrias em que analisa contratações, abertura de emprego, demissões, recrutamentos, etc);
11h00 - Wholesale Inventories (dados de vendas e estoques no atacado americano).
ÍNDICES MUNDIAIS (7h35):
ÁSIA
Nikkei: -0,67%
Austrália: +0,05%
Hong Kong: -0,94%
Shanghai Composite: -0,46%
EUROPA
Frankfurt - Dax: -0,55%
London - FTSE: -0,66%
Paris CAC -0,57%
IBEX 35: -1,04%
FTSE MIB: -0,45%
COMMODITIES
BRENT: -1,55%
WTI: -0,85%
OURO: -0,45%
COBRE: -1,52%
NIQUEL: -1,73%
FERRO 62%: -1,50%
SOJA: -0,09%
ALGODÃO: -0,05%
ÍNDICES FUTUROS
DOW: -0,62%
SP500: -0,66%
NASDAQ: -0,62%
Observação: Este material é um trabalho voluntário e gratuíto, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. Atenção para o horário da disponibilização dos dados desse relatório. Você pode acompanhar também no http://br.investing.com/ e no http://haramoto.blogspot.com. Siga também no twitter: http://www.twitter.com/haramototrader
RESENHA DA BOLSA - HARAMOTO - SEGUNDA-FEIRA 09/03/2015
ÁSIA: O receio de que o Federal Reserve eleve os juros nos Estados Unidos derrubaram os mercados asiáticos, com exceção de Shanghai. A queda de Wall Street na sexta-feira em mais de 1% enfraqueceu o sentimento do investidor, que viu dados laborais mais fortes do que o esperado reforçar a tese de que o Fed poderia aumentar as taxas de juros mais cedo do que o esperado.
Nikkei do Japão recuou 0,95%, após dados do governo mostrarem que a terceira maior economia do mundo cresceu menos do que se pensava no último trimestre de 2014. O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu a uma taxa anualizada de 1,5% no período outubro-dezembro, ante uma leitura preliminar de 2,2% em fevereiro, mostrando que o Japão ainda está emergindo da recessão. Pesopesados do índice incluindo Softbank e Fast Retailing caíram 1 e 1,7%, respectivamente.
O iene permaneceu fraco, sendo negociado a ¥ 120,84 em relação ao dólar, mas ainda assim não conseguiu melhorar o sentimento do investidor. Exportadores recuaram: Sony caiu 1,6 %, enquanto a Honda e Panasonic caíram 0,7 e 1% cada.
S & P ASX 200 da Austrália caiu 1,31%, a pior queda em dois meses, cravando uma baixa de duas semanas e meia. Antes da decisão da RBA de manter as taxas inalteradas na última terça-feira, o ASX 200 estava em busca de testar a marca de 6000 pontos pela primeira vez em sete anos, no entanto, desde então recuou mais de 2%.
Dados fracos de importação da China divulgados no fim de semana pesou sobre o setor de recursos. BHP Billiton e Rio Tinto caíram 1,5 e 2,1% depois que os preços do minério de ferro atingiu uma baixa recorde após relatos de fechamento das fábricas de aço chinesas. A produtora de ouro Newcrest Mining caiu quase 5%, devido baixa do metal amarelo. Empresas relacionadas com Petróleo recuaram após perdas nos preços do petróleo; Santos e Oil Search perderam 3,6 e 1%.
Os quatro grandes bancos recuaram, após rebaixamento do Goldman Sachs; Westpac e National Australia Bank lideraram as perdas com uma queda de 1% cada, enquanto Australia & New Zealand Banking e Commonwealth Bank of Australia perderam 0,7% cada.
Em Hong Kong, o referencial Hang Seng caiu 0,17%, recuando pela quinta sessão consecutiva, enquanto no continente chinês, o Shanghai Composite contrariou a tendência regional e cravou uma forte recuperação na sessão da tarde, fechando em alta de 1,88%, quebrando uma maré de derrotas de dois dias, depois de cair quase 1% no período da manhã, com os ganhos de ações do setor bancário compensando as perdas das corretoras.
China Construction Bank e Bank of China subiram mais de 5% cada, enquanto Bank of Communications e Agricultural Bank of China subiu mais de 4% cada, enquanto as corretoras China Merchants Securities, Haitong Securities e Founder Securities perderam 4%, 1,9% e 2,5%, respectivamente.
No fim de semana, o governo divulgou um aumento de 48% nas exportações da China, mostrando uma forte recuperação em fevereiro, após números fracos em janeiro, enquanto as importações em fevereiro caíram 20,5% ante ano anterior, superando a queda de 19,9% em janeiro, marcando o quarto mês consecutivo de queda e superando as expectativas de uma redução de 10% do mercado.
O declínio das importações foi, em parte, devido à queda acentuada nos preços de matérias-primas essenciais, como petróleo e metais. Importações de petróleo bruto caiu 46% em valor, mas subiram 11% em volume. As importações de minério de ferro mostraram uma tendência semelhante, perdendo 39% em valor, mas ganhando 11% em volume.
Remessas para o exterior em dólares americanos subiram 48,3% em fevereiro ante o ano anterior, invertendo o declínio de 3,3% em janeiro, ficando longe as expectativas do mercado de um aumento de 13,3%, melhorando o superávit comercial recorde de 60600 milhões dólares de fevereiro.
EUROPA: As bolsas europeias recuam na manhã desta segunda-feira em meio a especulações de que os empregos nos EUA, divulgados na sexta-feira, melhor do que o esperado, vai levar o Federal Reserve a aumentar as taxas em breve.
O pan europeu Euro Stoxx 600 recua 0,66%, com todos os setores em território negativo. As ações do Deutsche Bank e Barclays recuam depois de um relatório do Financial Times dizer que os dois bancos estão sendo questionados como parte de uma investigação sobre o aparelhamento da taxa básica de juros .
O Banco Central Europeu lança hoje o seu programa de compra de títulos de € 1.1 trilhão, enquanto os ministros das Finanças da zona do euro se reúnem para discutir os planos de reforma da Grécia. O ministro das Finanças grego Yanis Varoufakis disse ao jornal italiano Corriere della Sera no domingo que se os planos da Grécia foram rejeitadas, o país poderia convocar um referendo ou realizar eleições antecipadas, enquanto o presidente do Eurogrupo, Jeroen Dijsselbloem, disse no domingo que as propostas da Grécia não estavam completas e que o país não estaria susceptível para obter a parcela de ajuda deste mês, segundo a Bloomberg News.
Enquanto isso na Itália, o ex primeiro ministro Silvio Berlusconi confirmou no domingo que seu partido não iria apoiar propostas reformas constitucionais do governo enquanto tenta recuperar sua liderança de centro direita.
Os investidores também ficam de olho nos movimentos do Banco Nacional da Suíça depois que o jornal suíço Schweiz am Sonntag, relatado pela Reuters, disse que fontes haviam dito que que o banco central poderia empurrar as taxas de juros ainda mais para o território negativo para dissuadir os investidores de buscarem o franco suíço como porto-seguro.
No segmento de commodities, o secretário geral da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), Abdullah al-Badri, segundo a Reuters, disse no domingo que os produtores de petróleo da entidade e os que não pertencem a ela, deveriam trabalhar em conjunto para estabilizar os mercados do setor, sugerindo que o excesso de oferta pode equivaler a dois milhões de barris por dia e que não tinha dúvidas de que os mercados voltará a equilibrar-se na segunda metade de 2015, alegando que não acredita que as regras básicas do mercado assegurem uma queda do preço como a que foi vista.
No Reino Unido, o FTSE 100 recua pela segunda sessão consecutiva, acompanhando o resto da Europa, antes de uma reunião de ministros de Finanças, onde a Grécia deve dominar as discussões.
As ações da Glencore sobe 0,86% após Exane BNP Paribas elevar o preço alvo da mineradora em 8% para £ 3,45, mas outras mineradoras recuam. Anglo American cai 0.75%, BHP Billiton perde 0.77% e Rio Tinto recua 1,39%.
AGENDA ECONÔMICA:
EUA:
11h00 - Labor Market Conditions Index (compilação de vários dados de trabalho em uma única leitura, a fim de dar uma melhor visão do mercado);
ÍNDICES MUNDIAIS (7h35):
ÁSIA
Nikkei: -0,95%
Austrália: -1,31%
Hong Kong: -0,17%
Shanghai Composite: +1,88%
EUROPA
Frankfurt - Dax: -0,09%
London - FTSE: -0,62%
Paris CAC -0,45%
IBEX 35: -0,36%
FTSE MIB: +0,45%
COMMODITIES
BRENT: -1,17%
WTI: -0,46%
OURO: +0,60%
COBRE: +0,59%
NIQUEL: +0,23%
FERRO 62%: -1,1%
SOJA: +0,15%
ALGODÃO: -0,02%
ÍNDICES FUTUROS
DOW: -0,17%
SP500: -0,14%
NASDAQ: -0,11%
Observação: Este material é um trabalho voluntário e gratuíto, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. Atenção para o horário da disponibilização dos dados desse relatório. Você pode acompanhar também no http://br.investing.com/ e no http://haramoto.blogspot.com. Siga também no twitter: http://www.twitter.com/haramototrader
ÁSIA: O receio de que o Federal Reserve eleve os juros nos Estados Unidos derrubaram os mercados asiáticos, com exceção de Shanghai. A queda de Wall Street na sexta-feira em mais de 1% enfraqueceu o sentimento do investidor, que viu dados laborais mais fortes do que o esperado reforçar a tese de que o Fed poderia aumentar as taxas de juros mais cedo do que o esperado.
Nikkei do Japão recuou 0,95%, após dados do governo mostrarem que a terceira maior economia do mundo cresceu menos do que se pensava no último trimestre de 2014. O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu a uma taxa anualizada de 1,5% no período outubro-dezembro, ante uma leitura preliminar de 2,2% em fevereiro, mostrando que o Japão ainda está emergindo da recessão. Pesopesados do índice incluindo Softbank e Fast Retailing caíram 1 e 1,7%, respectivamente.
O iene permaneceu fraco, sendo negociado a ¥ 120,84 em relação ao dólar, mas ainda assim não conseguiu melhorar o sentimento do investidor. Exportadores recuaram: Sony caiu 1,6 %, enquanto a Honda e Panasonic caíram 0,7 e 1% cada.
S & P ASX 200 da Austrália caiu 1,31%, a pior queda em dois meses, cravando uma baixa de duas semanas e meia. Antes da decisão da RBA de manter as taxas inalteradas na última terça-feira, o ASX 200 estava em busca de testar a marca de 6000 pontos pela primeira vez em sete anos, no entanto, desde então recuou mais de 2%.
Dados fracos de importação da China divulgados no fim de semana pesou sobre o setor de recursos. BHP Billiton e Rio Tinto caíram 1,5 e 2,1% depois que os preços do minério de ferro atingiu uma baixa recorde após relatos de fechamento das fábricas de aço chinesas. A produtora de ouro Newcrest Mining caiu quase 5%, devido baixa do metal amarelo. Empresas relacionadas com Petróleo recuaram após perdas nos preços do petróleo; Santos e Oil Search perderam 3,6 e 1%.
Os quatro grandes bancos recuaram, após rebaixamento do Goldman Sachs; Westpac e National Australia Bank lideraram as perdas com uma queda de 1% cada, enquanto Australia & New Zealand Banking e Commonwealth Bank of Australia perderam 0,7% cada.
Em Hong Kong, o referencial Hang Seng caiu 0,17%, recuando pela quinta sessão consecutiva, enquanto no continente chinês, o Shanghai Composite contrariou a tendência regional e cravou uma forte recuperação na sessão da tarde, fechando em alta de 1,88%, quebrando uma maré de derrotas de dois dias, depois de cair quase 1% no período da manhã, com os ganhos de ações do setor bancário compensando as perdas das corretoras.
China Construction Bank e Bank of China subiram mais de 5% cada, enquanto Bank of Communications e Agricultural Bank of China subiu mais de 4% cada, enquanto as corretoras China Merchants Securities, Haitong Securities e Founder Securities perderam 4%, 1,9% e 2,5%, respectivamente.
No fim de semana, o governo divulgou um aumento de 48% nas exportações da China, mostrando uma forte recuperação em fevereiro, após números fracos em janeiro, enquanto as importações em fevereiro caíram 20,5% ante ano anterior, superando a queda de 19,9% em janeiro, marcando o quarto mês consecutivo de queda e superando as expectativas de uma redução de 10% do mercado.
O declínio das importações foi, em parte, devido à queda acentuada nos preços de matérias-primas essenciais, como petróleo e metais. Importações de petróleo bruto caiu 46% em valor, mas subiram 11% em volume. As importações de minério de ferro mostraram uma tendência semelhante, perdendo 39% em valor, mas ganhando 11% em volume.
Remessas para o exterior em dólares americanos subiram 48,3% em fevereiro ante o ano anterior, invertendo o declínio de 3,3% em janeiro, ficando longe as expectativas do mercado de um aumento de 13,3%, melhorando o superávit comercial recorde de 60600 milhões dólares de fevereiro.
EUROPA: As bolsas europeias recuam na manhã desta segunda-feira em meio a especulações de que os empregos nos EUA, divulgados na sexta-feira, melhor do que o esperado, vai levar o Federal Reserve a aumentar as taxas em breve.
O pan europeu Euro Stoxx 600 recua 0,66%, com todos os setores em território negativo. As ações do Deutsche Bank e Barclays recuam depois de um relatório do Financial Times dizer que os dois bancos estão sendo questionados como parte de uma investigação sobre o aparelhamento da taxa básica de juros .
O Banco Central Europeu lança hoje o seu programa de compra de títulos de € 1.1 trilhão, enquanto os ministros das Finanças da zona do euro se reúnem para discutir os planos de reforma da Grécia. O ministro das Finanças grego Yanis Varoufakis disse ao jornal italiano Corriere della Sera no domingo que se os planos da Grécia foram rejeitadas, o país poderia convocar um referendo ou realizar eleições antecipadas, enquanto o presidente do Eurogrupo, Jeroen Dijsselbloem, disse no domingo que as propostas da Grécia não estavam completas e que o país não estaria susceptível para obter a parcela de ajuda deste mês, segundo a Bloomberg News.
Enquanto isso na Itália, o ex primeiro ministro Silvio Berlusconi confirmou no domingo que seu partido não iria apoiar propostas reformas constitucionais do governo enquanto tenta recuperar sua liderança de centro direita.
Os investidores também ficam de olho nos movimentos do Banco Nacional da Suíça depois que o jornal suíço Schweiz am Sonntag, relatado pela Reuters, disse que fontes haviam dito que que o banco central poderia empurrar as taxas de juros ainda mais para o território negativo para dissuadir os investidores de buscarem o franco suíço como porto-seguro.
No segmento de commodities, o secretário geral da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), Abdullah al-Badri, segundo a Reuters, disse no domingo que os produtores de petróleo da entidade e os que não pertencem a ela, deveriam trabalhar em conjunto para estabilizar os mercados do setor, sugerindo que o excesso de oferta pode equivaler a dois milhões de barris por dia e que não tinha dúvidas de que os mercados voltará a equilibrar-se na segunda metade de 2015, alegando que não acredita que as regras básicas do mercado assegurem uma queda do preço como a que foi vista.
No Reino Unido, o FTSE 100 recua pela segunda sessão consecutiva, acompanhando o resto da Europa, antes de uma reunião de ministros de Finanças, onde a Grécia deve dominar as discussões.
As ações da Glencore sobe 0,86% após Exane BNP Paribas elevar o preço alvo da mineradora em 8% para £ 3,45, mas outras mineradoras recuam. Anglo American cai 0.75%, BHP Billiton perde 0.77% e Rio Tinto recua 1,39%.
AGENDA ECONÔMICA:
EUA:
11h00 - Labor Market Conditions Index (compilação de vários dados de trabalho em uma única leitura, a fim de dar uma melhor visão do mercado);
ÍNDICES MUNDIAIS (7h35):
ÁSIA
Nikkei: -0,95%
Austrália: -1,31%
Hong Kong: -0,17%
Shanghai Composite: +1,88%
EUROPA
Frankfurt - Dax: -0,09%
London - FTSE: -0,62%
Paris CAC -0,45%
IBEX 35: -0,36%
FTSE MIB: +0,45%
COMMODITIES
BRENT: -1,17%
WTI: -0,46%
OURO: +0,60%
COBRE: +0,59%
NIQUEL: +0,23%
FERRO 62%: -1,1%
SOJA: +0,15%
ALGODÃO: -0,02%
ÍNDICES FUTUROS
DOW: -0,17%
SP500: -0,14%
NASDAQ: -0,11%
Observação: Este material é um trabalho voluntário e gratuíto, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. Atenção para o horário da disponibilização dos dados desse relatório. Você pode acompanhar também no http://br.investing.com/ e no http://haramoto.blogspot.com. Siga também no twitter: http://www.twitter.com/haramototrader
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