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RESENHA DA BOLSA - SEXTA-FEIRA 13/01/2017


















ÁSIA: As bolsas chinesas caíram nesta sexta-feira, com os investidores digerindo dados de exportações desastrosos  e decepcionantes da China em dezembro e ao longo do ano inteiro. As exportações chinesas em dezembro diminuíram 6,1% em dólares, enquanto as importações subiram 3,1% em relação ao ano anterior. Ambos os números foram inferiores às previsões de uma pesquisa de economistas feitos pela Reuters, que esperavam que uma queda de 2,5% nas exportações e alta de 2,4% nas importações. No ano todo, as exportações da China caíram 7,7% em termos anuais em dólares e as importações caíram 5,5%. O Shanghai Composite ficou oscilando durante a maior parte da sessão, e fechou 0,22% menor, enquanto o Shenzhen Composite recuou 1,55%.

Na Coreia do Sul, o Kospi caiu 0,5%, após o Banco da Coréia deixar as taxas de referência inalterada em 1,25%, alinhado com as expectativas dos analistas, enquanto se espera por mais clareza  com a política internacional dos EUA sob uma administração Trump. O lider da Samsung Group, Jay Lee saiu do escritório do promotor nesta sexta-feira após ser mantido por mais de 22 horas sob interrogatório por suspeitas de suborno em um escândalo de corrupção envolvendo a presidente Park Geun-hye. O Ministério Público está considerando se deve buscar um mandado de prisão para Lee e vai decidir em dois dias.

Na Austrália, o ASX terminou em baixa de 0,79%,  com o seu subíndice financeiro liderando as perdas, com um recuo de 1,43%. O chamado "Big Four" caiu mais de 1%. No setor de mineração,BHP Billiton fechou estável, mas Fortescue e Rio Tinto recuaram 2,5 e 1,4%, respectivamente.

Em sentido contrário, o Nikkei terminou em alta de 0,8%, enquanto em Hong Kong, o índice Hang Seng avançou 0,47%.


EUROPA: Os mercados na Europa recuperam nesta manhã de sexta-feira, com investidores digeriram os dados da China e esperando a temporada de resultados corporativos dos EUA.O pan europeu Euro Stoxx 600 avança 0,45%, liderado pelo desempenho do setor automotivo subindo mais de 1%.

As ações da Fiat-Chrysler disparam mais de 7% depois de uma queda acentuada na sessão anterior. A Agência de Proteção Ambiental dos EUA acusou a montadora de usar software ilegalmente com intuito de permitir um excesso na emissões de diesel na quinta-feira, mas o CEO Sergio Marchionne disse que a notícia não afetaria os objetivos financeiros da empresa, segundo relatos na Itália.

Enquanto isso, as ações de healthcare sobem nesta sexta-feira, se recuperando de observações feitas no início desta semana pelo presidente eleito Donald Trump. No setor financeiro, UBI Banca avança  depois que os investidores aprovaram um aumento de capital e uma oferta de aquisição simbólica 1 euro para comprar três pequenos bancos italianos.

No Reino Unido, o FTSE 100 segue para o décimo quarto dia seguido de ganho, estendendo seu rali de vitórias recorde, enquanto a libra mais fraca estimula os investidores a comprar ações de multinacionais britânicas. Para a semana, o benchmark de Londres segue estabelecendo um ganho de 1,6%, o que seria seu sexto avanço semanal consecutivo.

Com a falta de agenda na Europa, os investidores tendem a se concentrar nos EUA, onde JPMorgam Chase, Bank of America e Wells Fargo devem liberar seus números do quarto trimestre.





AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:
11h30 - Retail Sales (mede as vendas totais do mercado varejista, desconsiderando o setor de serviços) e o Core Retail Sales (exclui as vendas de automóveis e gás);
11h30 - PPI ( é um indicador de inflação que mede a variação nos preçosmédios recebidos pelos produtores nacionais de bens e serviços,excluindo alimentos e energia) e de seu núcleo Core PPI (preços praticados por produtores);
13h00 - Prelim UoM Consumer Sentiment (mede a confiança dos consumidores na economia norte-americana);
13h00 - Prelim UoM Inflation Expectations (mede a porcentagem que osconsumidores esperam do preço dos bens e serviços nos próximos 12 meses);
13h00 - Business Inventories (relatório sobre as vendas e os estoques do setor atacadista);












ÍNDICES FUTUROS - 7h30:
Dow:+0,06%
SP500: +0,06%
NASDAQ: +0,07%


OBSERVAÇÃO: Este material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - QUINTA-FEIRA 12/01/2017

















ÁSIA: A conferência à imprensa  de Donald Trump, que será o 45º presidente dos Estados Unidos no dia 20 de janeiro, não deixou muito claro as suas propostas políticas, cujos rumores levaram os mercados dos EUA e o dólar a subir quase 3% desde novembro. O presidente eleito fez algumas referências a "fazer a América voltar a ser grande ", mas não houve detalhes sobre gastos com infraestrutura, reforma fiscal corporativa, cortes de impostos sobre pessoas físicas, perspectivas de desregulamentação.

O índice do dólar, que mede a moeda americana contra uma cesta de seis moedas importantes, foi negociado a 101,49, ante 101,28 em Nova York, em reação à entrevista coletiva de Trump, que sequer mencionou a palavra "estímulo".

O  par dólar / iene caiu para a mínima em um mês após a ruidosa e frenética conferência, cujos detalhes da política econômica, os analistas classificaram como "esparsa". O iene se fortaleceu contra o dólar para 114,25 em relação aos 116 na sessão de ontem, derrubando o índice Nikkei, que caiu 1,19%. Um iene mais forte geralmente é uma má notícia para as empresas japonesas, pois torna as exportações mais caras e reduz os lucros repatriados obtidos no exterior.

Segundo o secretário-chefe do gabinete do Japão, o governo japonês estava "analisando minuciosamente" os comentários de Trump, embora tenha evitado comentar diretamente as declarações de Trump. Ele também disse que "o governo japonês acredita que os investimentos ativos e de livre comércio são os motores e a fonte das economias dos EUA e do Japão".

Dados mostraram que o superávit da balança comercial do Japão em novembro expandiu 28% em relação ao ano anterior para 1,416 trilhão de ienes, o maior superávit para o mês de novembro desde 2007.

Na Austrália, o ASX 200 caiu 0,08%, com o subíndice healthcare australiano terminando em baixa de 1,19%, na sequência da queda do setor nos EUA. A empresa de biotecnologia CSL caiu 2,8%, enquanto Mayne Pharma Group recuou 4,14%. Em contrapartida, as mineradoras avançaram. BHP Billiton subiu 1,2%, Fortescue avançou 1,4% e Rio Tinto fechou em alta de 1%.

Ao longo da China continental, o Shanghai Composite terminou em baixa de 0,55%, enquanto o Shenzhen Composite fechou 0,87% menor. Em Hong Kong, o índice Hang Seng caiu 0,46%, depois de iniciar em território positivo, com o benchmark se aproximando da marca dos 23.000 pontos.

Contrariando a tendência regional, o Kospi da Coreia do Sul subiu 0,58%. Samsung Eletronics subiu 1,36% e Samsung C & T subiu 1,59%, com investidores ignorando a notícia de que o chefe da Samsung Group, Jay Lee, foi interrogado por um promotor a respeito do escândalo de corrupção que envolveu e resultou no impeachment da Presidente Park Geun-hye.


Os preços do petróleo subiram mais de 2,5% na quarta-feira durante a sessão dos EUA, com o dólar enfraquecido após a conferência de imprensa deTrump e notícias de que a Arábia Saudita cortará as exportações para a Ásia.


EUROPA:  As bolsas operam em queda na Europa nesta manhã de quinta-feira, com os investidores analisando relatórios corporativos recentes e digerido as últimas declarações do Presidente eleito Donald Trump. O pan europeu Stoxx 600 recua com os principais índices e a maioria dos setores recuando. Stocks de heathcare registram os piores desempenho, após comentários de Trump sobre a indústria farmacêutica.

A empresa de artigos de luxo Richemont lidera os ganhos na Europa, saltando mais de 9%, depois de reportar vendas de 3,09 bilhões de euros no último trimestre de 2016.

Na Alemanha, o PIB em 2016 foi de 1,9, acima dos 1,7 de 2015,  enquanto na França, o partido socialista realiza o primeiro debate das primárias antes das eleições presidenciais no final deste ano. DAX 30 da Alemanha e CAC 40 da França operam em baixa.

No Reino Unido, o FTSE 100 recua, após o índice subir 0,2% na quarta-feira, a 12ª sessão consecutiva de ganhos, marcando a sua série de altas mais longa​ de todos os tempos e também o 10 º recorde consecutivo de alta. Tesco, o maior supermercado do Reino Unido, disse que as vendas subiram 0,7% no período de Natal, porém, suas ações caem 2% no início do pregão. Marks & Spencer sobe mais de 4% depois de manter as metas para o ano fiscal inalterada e anunciar um desempenho melhor do que o esperado nas vendas no terceiro trimestre.As mineradoras avançam. Anglo American sobe 2,5%, Antofagasta avança 1,9%. Glencore adiciona 1,8%. Entre as gigantes BHP Billiton e Rio Tinto sobem 2,5 e 2,2%, respectivamente.


Olhando para o futuro, o Banco Central Europeu divulgará as suas últimas contas da reunião de política monetária e a zona euro receberá os seus últimos números sobre a produção industrial, mas o foco dos investidores provavelmente vai se voltar para divulgação de resultados, com a Delta Airlines  começando a temporada de relatórios corporativos na tarde desta quinta-feira.





AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:
13h30 - Crude Oil Inventories (Relatório de Estoques de Petróleo dos Estados);
14h00 - Discurso do Presidente eleito Donald Trump;
16h01 - 10-y Bond Auction (leilão de títulos de 10 anos do governo americano);
16h30 - Discurso do presidente do Federal Reserve de Nova York, William Dudley.











ÍNDICES FUTUROS - 7h30:
Dow: -0,25%
SP500: -0,33%
NASDAQ: -0,29%


OBSERVAÇÃO: Este material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - QUARTA-FEIRA 11/01/2017
















ÁSIA: As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta nesta quarta-feira com investidores esperando a primeira conferência à imprensa de Donald Trump na Trump Tower, em Nova York​, como presidente eleito devendo dar uma introspecção sobre as políticas econômicas de sua administração.

Segundo analistas, empresas automobilísticas, tecnológicas e químicas asiáticas lideram a lista das empresas que ganharão se Trump indicar durante sua conferência de imprensa que ele quer que mais empresas estrangeiras invistam nos EUA e isso indicaria uma mudança na postura política americana, longe das medidas protecionistas como aumento de tarifas e em direção a uma posição pró-investimento que pode ser bom para as empresas asiáticas. Isso pode levar a um dólar mais forte, visto que neste ponto do ciclo econômico com a aceleração da economia e o Fed em um processo de alta de juros, será difícil para os EUA manter um dólar mais fraco, mas um dólar mais forte implica por exemplo, em um iene mais fraco, o que torna os exportadores do Japão mais competitivos.

No Japão, o Nikkei fechou em alta de 0,33%, com o iene desvalorizando frente ao dólar.  Entre os destaques, as ações da Toshiba subiram 4,7% após notícias na mídia dando conta que os seus principais credores concordaram em manter apoio financeiro, mesmo que a empresa tenha que preparar uma gigantesca subscrição em suas operações nucleares nos EUA.

Na Austrália, o ASX 200 subiu 0,19%, liderado por players do subíndice de materiais. As grandes mineradoras avançaram após os preços dos metais saltarem em Londres, provavelmente devido aos dados de inflação e preços aos produtores na China. Rio Tinto ganhou 3,89% e Fortescue avançou 4,53%. BHP Billiton subiu 2,6% após seu CEO dizer que manteve conversas positivas com o presidente eleito Donald Trump na terça-feira. As ofertas de emprego australianas subiram 2,2% sequencialmente para 182 mil no terceiro trimestre. O crescimento é um bom presságio para a contratação nos próximos meses, visto que está bastante claro que o mercado de trabalho australiano está em boa forma.

Atravessando o Estreito Coreano, o Kospi adicionou 1,47%, liderado pela alta de 2,79% da gigante de eletrônicos Samsung Eletronics.

Na China continental, as bolsas recuaram. Shanghai Composite fechou 0,77% menor e o Shenzhen Composite caiu 1,05% e em Hong Kong, o índice Hang Seng subiu 0,84%.

O índice do dólar seguiu para 102,16 durante o comércio asiático, ante níveis de 101.8 na sessão anterior. Segundo analistas, os operadores de dólar aguardam a conferência de imprensa do presidente eleito dos EUA, Donald Trump nesta quarta-feira e que provavelmente, Trump repetirá tudo que prometeu fazer, dando pequenos detalhes sobre ações mais específicas de sua política. A questão será como os mercados vão reagir. O peso mexicano foi buscar 21,773 por dólar na quarta-feira no comércio da Ásia, depois de cair para um recorde de baixa antes da primeira conferência de imprensa de Trump. O peso mexicano mergulhou quase 17% em relação ao dólar desde a vitória surpresa de Trump. Contra o dólar, o iene foi buscar 115,95, enquanto dólar australiano continuou a ganhar e foi negociado a US $ 0,7378, uma alta de um mês.

No mercado de commodities, os futuros do petróleo avançaram durante o comércio asiático, enquanto o cobre e o zinco subiram na Bolsa de metais de Londres.

EUROPA​: Os mercados da Europa operam entre leves baixas e altas na  manhã desta quarta-feira, com os investidores esperando o  primeiro pronunciamento do presidente eleito dos EUA, Donald Trump.O pan europeu Stoxx 600 abriu em  ligeira baixa com a maioria das principais bolsas abrindo em território negativo. O foco principal para quarta-feira será a identificação real da política de Trump, que deve falar em uma conferência à imprensa mais tarde. Ele também deve esboçar o futuro de seus governo.

Telecoms é um dos setores de melhor com desempenho no início da sessão, após algumas atualizações de seus ratings. O setor automobilístico também sobe. A montadora alemã Volkswagen apresentou um acordo  no valor de US $ 4,3 bilhões para autoridades americanas sobre o escândalo de emissões de poluentes. Suas ações sobem 1,2%. Por outro lado, as concessionárias estão sob pressão. O governo francês abriu a venda de uma participação de 4,1% na empresa de utilidade Engie e suas ações caem mais de 3%.

No Reino Unido. o FTSE 100 abriu em ligeira queda após subir 0,5% na terça-feira, quando registrou o 11º ganho consecutivo e o nono recorde consecutivo para o benchmark de Londres, marcando sua mais longa sequência de fechamentos de alta desde que o FactSet começou a coletar dados em 1986.  A alta das ações é acompanhada por uma persistente fraqueza na libra, com investidores preocupados com a perspectiva de um "Hard Brexit", que cortaria o acesso das empresas britânicas ao mercado único da União Europeia. A depreciação da libra esterlina normalmente aumenta os ganhos dos exportadores do Reino Unido. A libra cai 0,26% frente ao dólar  na quarta-feira, sendo comprada a $ 1,2155, abaixo dos US $ 1,2167 da terça-feira em Nova York.

Após avançarem no pregão anterior, as mineradoras recuam em Londres. Anglo American cai 0,2%, Antofagasta cai 0,1%, BHP Billiton e Rio Tinto cai 0,5% cada, enquanto Glencore opera em alta de 0,3%.





AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:
13h30 - Crude Oil Inventories (Relatório de Estoques de Petróleo dos Estados);
14h00 - Discurso do Presidente eleito Donald Trump;
16h01 - 10-y Bond Auction (leilão de títulos de 10 anos do governo americano);
16h30 - Discurso do presidente do Federal Reserve de Nova York, William Dudley.










ÍNDICES FUTUROS - 7h30:
Dow: +0,04%
SP500: -0,04%
NASDAQ: +0,02%


OBSERVAÇÃO: Este material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.