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RESENHA DA BOLSA - SEXTA-FEIRA 14/07/2017

ÁSIA: Os mercados globais continuaram a avançar nesta sexta-feira, com a maioria dos mercados da Ásia-Pacífico terminando a semana em alta, com investidores mantendo apetite ao risco após segundo dia do testemunho da presidente do Federal Reserve, Janet Yellen.

O Nikkei do Japão ganhou 0,09%, para fechar em 20.118,86 pontos, meio a uma retração do iene, com o dólar subindo para ¥ 113,50. A produção industrial do Japão diminuiu 3,6% em relação ao mês anterior, mas subiu 6,5% no ano, segundo dados do Ministério da Economia, Comércio e Indústria.

O Kospi da Coreia do Sul avançou 0,21% e terminou em 2.414,6 pontos, perfazendo ganhos pelo segundo dia consecutivo após fechar em nível recorde na última sessão.

Na Austrália, o S & P / ASX 200 subiu 0,49%, para fechar em 5.765,11 pontos, o terceiro dia consecutivo de alta nesta semana. Os quatro maiores bancos ofereceram apoio ao índice. Entre as mineradoras australianas, BHP Billiton subiu 0,4%, enquanto Fortescue e Rio Tinto recuaram 0,9 e 0,1%, respectivamente. Na semana, as gigantes BHP Billiton e Rio Tinto terminaram a semana com alta de 2,2 e 0,8%, respectivamente.

Os mercados da China tiveram um fechamento misto. O índice Hang Seng de Hong Kong subiu 0,16% e manteve-se próximo da máxima de dois anos. Nos mercados continentais, o Shanghai Composite aumentou 0,13% e o Shenzhen Composite recuou 0,40%. Os gastos fiscais da China cresceram 19,1% em junho em relação ao ano anterior, mais do que o dobro em relação ao crescimento de 9,2% de maio. Uma aceleração nas despesas em projetos públicos, como o bem-estar social e o emprego, é um reflexo da implementação de uma política fiscal governamental proativa, disse o ministério. O crescimento da receita do governo nacional também acelerou para 8,9% em junho, ante 3,7%. O governo disse que força dos preços dos produtos industriais, os lucros das empresas melhores e o aumento das importações contribuíram para o crescimento constante das receitas do governo. A receita da vendas de terras, uma fonte importante de receita para os governos locais, subiu 34% no primeiro semestre do ano, comparado com um aumento de 32,8% nos primeiros cinco meses. Uma pesquisa de economistas previam que a economia chinesa cresceria 6,8% no segundo trimestre em relação ao ano anterior, ante 6,9% do primeiro trimestre.

Os preços do petróleo recuaram durante o pregão asiático, devolvendo parte dos ganhos observados na sessão anterior quando os dados aduaneiros da China mostraram uma forte demanda da segunda maior economia do mundo, compensando os níveis mais altos de produção observados em um relatório da Agência Internacional de Energia.

EUROPA: Os mercados europeus abriram ligeiramente superiores na manhã desta sexta-feira, enquanto os investidores olhavam para os relatórios de lucros dos bancos de Wall Street e acompanham os desenvolvimentos de uma reunião entre os presidentes francês e americano. O Stoxx Europe 600 avança apenas 0,04% com queda nas ações industriais e de utilidade, enquanto "stocks" de recursos básicos e de cuidados de saúde aumentam. Na semana, o benchmark pan europeu segue em busca de um aumento de 1,6%, o que seria a maior alta desde a semana de 5 de maio. A sessão de quarta-feira marcou o maior ganho de porcentual desde o final de abril, após a presidente da Reserva Federal, Janet Yellen, dizer que as taxas de juros dos EUA não precisam se elevar tanto.

Com o Fed em foco em grande parte desta semana, os investidores parecem cauteloso nesta sexta-feira antes dos dados de inflação de junho dos EUA. Analistas acreditam que o relatório de inflação pode ajudar a interpretar a próxima mudança de política do Fed.

Com mais bancos centrais falando em retirar seus programas de facilitação, com o Banco Central Europeu "mais hawkish" também seria positivo para os bancos europeus, uma vez que o aumento nas taxas de empréstimos de curto prazo pelos bancos centrais deve aumentar as margens de lucro dos bancos. O BCE divulgará a última decisão sobre sua política monetária em 20 de julho.

No Reino Unido, o FTSE 100 sofre pressão com a força da libra e perdas contínuas da gigante farmacêutica AstraZeneca e segue em direção do segundo dia consecutivo no vermelho. Para a semana, o benchmark do Reino Unido segue a caminho para um ganho de 0,8%, após avanços no início da semana com comentários "dovish" da presidente do Federal Reserve dos Estados Unidos, Janet Yellen.

A moeda do Reino Unido saltou na quinta-feira após comentários "hawkish" do membro de políticas do Banco de Inglaterra, Ian McCafferty, que pediu o fim precoce do programa de flexibilização quantitativa do banco central. Uma libra mais forte pode prejudicar as ações das multinacionais no FTSE 100, pois essas empresas fazem a maior parte de suas receitas e lucros nos mercados estrangeiros.

Os recursos básicos estavam entre os maiores ganhadores nos primeiros negócios, depois da notícia de um plano da Rio Tinto para uma mina de cobre no Arizona túnel, com 7.000 pés de profundidade e, portanto, um teste para os planos do presidente Donald Trump de reduzir a regulamentação para o setor. Rio Tinto avança 0,7%, Anglo American avança 0,4%, Antofagasta e BHP Billiton sobem 0,5%, cada.

O governo britânico publicou no final da quinta-feira seu primeiro projeto de lei sobre Brexit, destinado a revogar uma lei de 1972 que tornou aplicável a legislação da União Europeia no Reino Unido. O projeto marca o primeiro passo no que se espera que seja uma dura batalha na negociação da saída do Reino Unido da UE. O governo, pela primeira vez, reconheceu explicitamente que tem obrigações financeiras com a UE, a chamada lei de saída, que precisará ser resolvida. A nota de saída foi um ponto importante de contenção, com o secretário de Relações Exteriores do Reino Unido, Boris Johnson, dizendo que a UE pode se quiser, exigir "somas exorbitantes".

Os dados da Associação Europeia dos Fabricantes de Automóveis mostraram que os registros de novos carros aumentaram 2,1% em junho, ante um aumento de 7,6% em maio, apesar de junho de 2017 ter um dia útil a menos do que 2016, que não é contabilizado nesses dados, esses dados mostram sinais de que a demanda por carros novos está diminuindo neste ano em relação ao ano passado.

Os presidentes da França e dos EUA, Macron e Trump vão comemorar o dia da Bastilha em uma reunião em que se espera um reajuste do relacionamento entre os dois líderes depois de início gelado no início deste ano. Durante uma conferência de imprensa conjunta na quinta-feira, Trump insinuou que "algo poderia acontecer" para mudar sua decisão em junho para retirar os EUA do acordo climático de Paris. Trump também disse que haviam discutido um aumento da cooperação em segurança.

EUA: Os futuros dos índices de ações dos EUA apontaram para uma abertura em ligeira queda na sexta-feira, enquanto investidores aguardam o lançamento de balanços corporativos. A sexta-feira marca o início oficial da temporada de balanços dos EUA. Citigroup, JPMorgan Chase e Wells Fargo estão programados para relatar seus números trimestrais antes da abertura. First Republic Bank, PNC Financial Services Group também deve informar seus balanços nesta sexta-feira.

Na quinta-feira, o Dow registrou o seu 24º recorde neste ano, impulsionado por ganhos nos setores financeiro e varejista.

O JP Morgan Chase & Co., o maior banco do país em ativos, reportou lucro de US $ 7,03 bilhões, ou US $ 1,82 por ação nesta sexta-feira, comparado com um lucro de US $ 6,2 bilhões, ou US $ 1,55 por ação, no mesmo período de 2016. Os analistas entrevistados pela Thomson Reuters esperavam ganhos de US $ 1,58 por ação. A receita aumentou para US $ 26,41 bilhões. Os analistas esperavam US $ 24,96 bilhões.

AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:
9h30 - CPI - Consumer Price Index (Indicador mensal da inflação ao consumidor dos Estados Unidos) e de seu núcleo Core CPI (mensura os preços ao consumidor, com exceção dos custos relativos à alimentação e energia);
9h30 - Retail Sales (mede as vendas totais do mercado varejista, desconsiderando o setor de serviços) e o Core Retail Sales (exclui as vendas de automóveis e gás);
10h15 - Industrial Production (produção industrial) e pelo Capacity Utilization Rate (capacidade utilizada);
11h00 - Prelim UoM Consumer Sentiment (mede a confiança dos consumidores na economia norte-americana);
11h00 - Prelim UoM Inflation Expectations (mede a porcentagem que os consumidores esperam do preço dos bens e serviços nos próximos 12 meses);
11h00 - Business Inventories (relatório sobre as vendas e os estoques do setor atacadista);

ÍNDICES FUTUROS - 8h30:
Dow: -0,02%
SP500: -0,04%
NASDAQ: +0,06%

OBSERVAÇÃO:
Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - QUINTA-FEIRA 13/07/2017

ÁSIA: O dia foi de ganhos nos mercados da Ásia nesta quinta-feira, com vários índices atingindo recordes na sessão após comentários da presidente do Federal Reserve, Janet Yellen, de que o banco central prosseguirá com o desenrolar de seu balanço neste ano, mas que estava prestando muita atenção na inflação. Yellen disse que espera que a inflação permita que BC aumente gradualmente as taxas de juros, mas ponderou que o banco central alteraria seus planos caso a inflação baixa persista.

A inflação desacelerou nos últimos meses nos EUA e alguns analistas e investidores dizem que os comentários da dirigente sugerem que o Fed pode ser um pouco mais cauteloso com futuras elevações de juros. Os rendimentos do Tesouro dos EUA de 10 anos caiu de 2,35% para 2,31% durante o testemunho de Yellen.

O Nikkei fechou ligeiramente acima da abertura, subindo 0,01% a 20.099,81 pontos, com o iene estável frente ao dólar em 113,15 ienes.

O índice sul coreano Kospi avançou 0,74%, para terminar em 2.409,49 pontos depois que o Banco da Coreia anunciou que manteria as taxas de base estáveis ​​em 1,25%. O Kospi atingiu um novo recorde ao tocar 2.422,26 pontos no início da sessão.

O Índice Hang Seng de Hong Kong saltou 1,16%, mantendo-se próximo das máximas de dois anos. Os mercados da China continental avançaram após o lançamento dos dados comerciais de junho que vieram acima das expectativas. As exportações de junho em dólares aumentaram 11,3% ao ano, enquanto as importações aumentaram 17,2%. Uma pesquisa da Reuters previa um aumento de 8,7% nas exportações e um aumento de 13,1% nas importações. Em yuan, as exportações da China no primeiro semestre aumentaram 15% ao ano e as importações aumentaram 25,7% no mesmo período. Os dados chineses costumam refletir no comércio do país com a Coreia do Norte, que cresceu 10,5% no primeiro semestre. O Shanghai Composite fechou em alta de 0,67% e o Shenzhen Composite confirmou a alta subiu 0,04%.

O dólar australiano, que é sensível aos dados econômicos da China, fortaleceu após divulgação dos dados e também na sequência de um dólar mais suave. O S & P / ASX 200 da Austrália subiu 1,11%, em 5.736,8 pontos. Os bancos avançaram, compensando parcialmente as perdas da sessão anterior. Entre as mineradoras australianas, BHP Billiton fechou em alta de 0,4%, Fortescue avançou 0,2% e Rio Tinto caiu 0,3%.

O sentimento positivo na Ásia também se espalhou para os mercados da Índia, com o índice S & P BSE Sensex atingindo o nível de 32.000 pontos pela primeira vez no  inicio da sessão. 

Os preços do petróleo lutaram durante o comércio asiático, com o Brent reduzindo 0,23% e o petróleo bruto americano diminuindo 0,22%.

Enquanto isso, o banco central da Malásia manteve as taxas de referência fixas em 3%, como era amplamente esperado pelos mercados.

EUROPA: Os mercados europeus avançam na manhã desta quinta-feira, com investidores digeriram novos relatórios de ganhos e aguardando mais comentários da presidente do Federal Reserve dos EUA, Janet Yellen, que testemunhará no Congresso pelo segundo dia. O Stoxx Europe 600 sobe 0,49%, após o índice subir 1,5% na quarta-feira,  quando registrou o maior percentual diário desde 24 de abril. 

O principal índice regional tem seu bom humor contido pela acentuada queda das ações da AstraZeneca que emitiu um relatório dizendo que seu CEO ocupará o principal cargo na Teva Pharmaceuticals Industries, com sede em Israel. AstraZeneca cai 4,62% liderando a ponta inferior do Stoxx 600.

Entre os dados econômicos, a inflação de maio aumentou 1,5% na Alemanha, mas apenas 0,8% na França.

A chanceler alemã Angela Merkel viajará para a França para se encontrar com seu colega Emmanuel Macron. De acordo com o jornal de negócios alemão Handelsblatt, os ministros das finanças das duas grandes economias europeias apresentarão um plano para coordenar os quadros fiscais corporativos dos países.

No Reino Unido, o FTSE 100 opera em alta, mas tem seus ganhos limitados pela queda das ações da fabricante de medicamentos AstraZeneca. O índice londrino saltou 1,2% na quarta-feira, o maior ganho de porcentagem desde 24 de abril. Ações dos produtores de petróleo BP e Royal Dutch Shell apresentam queda de 0,52% e 1,11%, respectivamente, seguindo o recuo dos preços do petróleo, depois que a Agência Internacional de Energia anunciou que a produção da OPEP aumentou em junho. Ainda nos mercados de commodities, uma ligeira retração do dólar americano está sendo favorável aos preços dos metais nominados em dólares e assim sendo, refletindo nas ações da maioria dos produtores de metais. Além disso, os dados do comércio de junho indicaram o fortalecimento continuado na economia chinesa. A China é um dos principais compradores de metais preciosos e industriais. Glencore sobe 0,90%, Anglo American sobe 0,7%, Antofagasta avança 0,5%, enquanto entre as gigantes, BHP Billiton avança 0,5% e Rio Tinto adiciona 0,2%.

Enquanto isso, Theresa May comemora o primeiro aniversário como primeiro ministro do Reino Unido. Um marco do Brexit também será alcançado quando o Parlamento publicar o projeto de lei da revogação, a legislação necessária para retirar o Reino Unido da União Europeia.

EUA: As bolsas dos EUA devem abrir em alta em Wall Street, com o Dow no caminho para outro recorde depois dos comentários da presidente do Federal Reserve, Janet Yellen, incentivando os investidores a voltar ao mercado de ações, depois que sugeriu que o custo dos empréstimos poderiam aumentar mais devagar do que se pensava anteriormente no primeiro dia de seu testemunho semestral no Congresso. Os investidores irão aguardar novos comentários de Yellen, que testemunhará pelo segundo dia sobre a política monetária da instituição, agora no comitê bancário do Senado. Yellen, que testemunhou no Comitê de Serviços Financeiros da Câmara na quarta-feira, disse entre outras coisas, que o banco central provavelmente começará a reduzir seu enorme portfólio de US $ 4,5 trilhões no final deste ano.

Entre outras autoridades do Fed, o presidente do Fed de Chicago, Charles Evans, falará na Cúpula Econômica das Montanhas Rochosas em Victor, Idaho, às 12h30, enquanto o governador do Fed, Lael Brainard, falará sobre política monetária na conferência de verão da NBER em Cambridge, Massachusetts, às 14 horas, ambos horário de Brasilia.

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse em uma entrevista à Christian Broadcasting Network na quarta-feira que ele e o presidente russo, Vladimir Putin, "se dão muito, muito bem". Trump também continuou apoiando seu filho, Donald Trump Junior, em meio às denúncias sobre seu envolvimento com a Rússia durante a campanha eleitoral presidencial do ano passado.

AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA: 
9h30 - Producer Price Index - PPI (mede o preço cobrado pelos produtores) e também o Core PPI (exceção aos preços de alimentação);
11h00 - Segundo dia de testemunho da Presidente do FED Janet Yellen perante o Congresso dos EUA;
15h00 - Federal Budget Balance (orçamento federal dos Estados Unidos);

ÍNDICES FUTUROS - 7h30:
Dow: +0,08%
SP500: +0,16%
NASDAQ: +0,29%

OBSERVAÇÃO:
Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - QUARTA-FEIRA 12/07/2017

ÁSIA: A cautela imperou nesta quarta-feira na Ásia, com investidores aguardando o testemunho da presidente do Federal Reserve, Janet Yellen, perante o congresso nos EUA.

O Nikkei do Japão caiu 0,48%, para fechar em 20.098,38 pontos, com o dólar se enfraquecendo frente ao iene, depois de atingir uma alta de quatro meses na sessão anterior, com o greenback fechando a 113,49 ienes. O índice japonês de preços de bens corporativos de junho aumentou 2,1% ao ano, alinhando-se com as expectativas dos analistas. O índice rastreia os preços corporativos cobrados por bens e serviços.

O Kospi, índice de referência da Coreia do Sul recuou 0,18% e terminou em 2.391,77 pontos, enquanto na Austrália, o S & P / ASX 200 caiu 0,96%, em 5.673,8 pontos, pesada pela fraqueza nos subíndices financeiros e de cuidados de saúde. 

Acompanhando a continuidade do rali do minério de ferro, BHP Billiton subiu 0,4%, Fortescue avançou 0,2% e Rio Tinto adicionou 0,2%. Os preços do minério de ferro avançaram pelo terceiro dia, atingindo a máxima de dois meses, com alta de 2,1%, enquanto os preços do aço também subiram pelo quarto dia. As ações da Resolute Mining subiram 2,7% depois de divulgar que produziu 329,834 onças de ouro no ano financeiro de 2017, excedendo sua meta original de produção de 300 mil onças. Os investidores ficaram impressionados porque a empresa conseguiu alcançar os resultados com um custo de US $ 1.130 por onça, em comparação com sua meta original de US $ 1.280 por onça. O preço médio do ouro recebido foi de US $ 1.717 por onça. O papel é um dos mais populares entre os analistas australianos: 11 dos 11 analistas entrevistados pela Bloomberg classificam suas ações como "compra".

Os mercados da China fecharam misturados, com o índice Hang Seng de Hong Kong subindo 0,64%, mas os mercados do continente fecharam em baixa. O Shanghai Composite caiu 0,16%3 e o Shenzhen Composite caiu 0,11%.

O índice do dólar, que rastreia a moeda americana em relação a uma cesta de moedas, avançou para 95,720 depois de cair inicialmente com as notícias de que Trump Jr. havia divulgado trechos de uma suposta troca de e-mails com pessoas ligadas ao governo russo em sua conta do Twitter, com intuito de ser "totalmente transparente" a respeito dos eventos que aconteceram durante uma reunião com a advogada russa Natalia Veselnitskaya em junho do ano passado. 

Houve também pressão sobre o euro, com o par euro / dólar atingindo seu nível mais alto desde maio de 2016. A moeda comum era negociada em US $ 1.1456, ante máxima de US $ 1,1489 observado no início da sessão. O dólar australiano avançou após uma leitura positiva no índice de confiança do consumidor da Westpac em julho. 

O Federal Reserve também ficou no centro das atenções depois que o governador do Fed, Lael Brainard, disse na terça-feira que o banco central provavelmente mudaria "em breve" para desenrolar seu enorme portfólio, no entanto, seus comentários sobre os futuros aumentos das taxas de juros foram interpretados como "dovish" pelos mercados. Além disso, os investidores aguardavam o testemunho da presidente da Reserva Federal, Janet Yellen, perante congresso em 12 de julho. Entre os tópicos do testemunho incluem o calendário do balanço do Fed, a próxima alta das taxas de juros, se o banco central permitirá que o mercado de trabalho funcione e assuntos relacionados ao sucessor da chairwoman.

Enquanto isso, um discurso do vice-governador do Banco da Inglaterra, Ben Broadbent, que contornou a questão das futuras altas da taxas resultou na queda da libra britânica contra o euro, sendo negociado em US $ 1,1190, ante US $ 1,13 do início da semana. 

O petróleo avançou na Ásia na sequência da alta no horário ocidental depois que o American Petroleum Institute disse que os estoques de petróleo dos EUA caíram 8,1 milhões de barris na semana passada. Isso é quase o triplo do que os analistas esperam do anúncio oficial desta quarta-feira. Se o declínio for replicado pelos dados do governo, será a maior queda desde setembro. Ações de petróleo australianos e japoneses avançaram. 

EUROPA: As bolsas europeias operam em alta nesta quarta-feira, enquanto os investidores digerem ganhos de empresas e aguardam os comentários da presidente da Reserva Federal, Janet Yellen, perante congresso dos EUA. O índice Stoxx Europe 600 avança 0,81%, recuperando de uma perda de 0,7% na terça-feira.

As ações da Burberry Group sobem 3,2% depois que o varejista de luxo registrou vendas e receitas mais altas no primeiro trimestre. Outras empresas de bens de luxo também sobem. LVMH Moët Hennessy Louis Vuitton adiciona 0,44% e Kering, proprietária da marca Gucci sobe 1,45%. O banco norueguês DNB sobe 4,08% depois que registrou ganhos acima das previsões no segundo trimestre.

As empresas petrolíferas também sobem depois que o American Petroleum Institute reportou na terça-feira uma queda de 8,1 milhões de barris nos suprimentos de petróleo dos EUA muito maior do que o esperado. Apesar da OPEP anunciar na terça-feira que a produção de petróleo em junho aumentou em mais de 300 mil barris por dia, liderada por dois países isentos do acordo de redução de oferta, as ações da BP sobem 2,27% em Londres.

No Reino Unido, o FTSE 100 é  impulsionado com a libra caindo para uma mínima de duas semanas em relação ao dólar. Todos os setores avançam, liderados por ações de petróleo e gás e bens de consumo. O índice estava em curso para a sua melhor sessão desde 3 de julho. Entre as mineradoras listadas na LSE, Anglo American sobe 1,7%, Antofagasta dispara 3,6%, BHP Billiton sobe 2% e Rio Tinto adiciona 0,6%.

O euro cai para US $ 1,1452, ante US $ 1,1468 da terça-feira. A moeda compartilhada fortaleceu em relação ao dólar na terça-feira depois que Donald Trump Jr. divulgou uma série de e-mails sobre uma reunião de junho de 2016 para discutir possíveis informações incriminadoras contra Hillary Clinton.

Os principais líderes europeus, incluindo o presidente francês, Emmanuel Macron, a chanceler alemã Angela Merkel e o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, participarão de uma reunião na Itália, na qual a cooperação econômica e os esforços para combater a corrupção estão na agenda.

Em uma conferência do Fundo Monetário Internacional em Dubrovnik, Croácia, a Diretora Gerente, Christine Lagarde, falou sobre a força da União Europeia na sequência do Brexit há pouco mais de um ano. "É bastante fascinante ver ... membros da UE revivendo, rejuvenescido e reanimado".

EUA: Os futuros de ações dos EUA seguem em uma pequena alta, com os investidores cautelosos antes do que será testemunhado por Janet Yellen perante o Capitólio. 

No início da terça-feira, as bolsas registraram perdas depois que Donald Trump Jr. lançou uma série de troca de e-mails sobre uma reunião de junho de 2016 para discutir possíveis informações incriminatórias contra Hillary Clinton como parte de uma suposta influência russa para apoiar a corrida presidencial de seu pai. As tensões políticas impulsionaram o dólar para baixo na terça-feira e continua a cair contra a maioria das principais moedas  na quarta-feira.  

As bolsas em Wall Street fecharam misturados depois de mergulhar após divulgação dos e-mails de Trump Jr. Segundo analistas, a reação aos e-mails pareceu ter tido um efeito mais duradouro sobre os rendimentos do Tesouro dos EUA e dólar do que nos mercados de ações. 

O dólar também sofrerá influência quando a presidente do Fed, Yellen, começar seu testemunho semestral de dois dias perante o Congresso, onde deve apresentar seu Relatório de Política Monetária sobre o estado da maior economia do mundo. Investidores acompanharão, se a chairwoman reforçará o recente discurso "hawkish" de diversos bancos centrais. 

Entre os dados econômicos, espera-se os números dos estoques de petróleo dos EUA as 11h30 e o Livro Bege sairá às 15h00, seguido do pronunciamento da presidente do Fed de Kansas, Esther George, que falará em Denver às 15h15 sobre as perspectivas econômicas e o balanço do Fed.

Os investidores também se antecipam ante decisão da taxa de juros pelo Banco do Canadá que será divulgado durante o horário dos EUA. O Banco do Canadá deverá aumentar as taxas de juros pela primeira vez em quase sete anos e isso faria do Canadá o primeiro grande banco central a seguir os EUA.

AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA: 
11h00 - Testemunho da Presidente do FED Janet Yellen no Congresso dos EUA;
11h30 - Crude Oil Inventories (estoques de Petróleo norte-americano);
14h01 - 10-y Bond Auction (leilão de títulos de 10 anos do governo americano);
15h00 - Beige Book (Livro Bege do Federal Reserve - relatório sobre o desempenho atual da economia do país);

ÍNDICES FUTUROS - 7h30:
Dow: +0,18%
SP500: +0,19%
NASDAQ: +0,32%

OBSERVAÇÃO:
Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.