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RESENHA DA BOLSA - QUARTA-FEIRA 08/08/2018

ÁSIA: As bolsas de valores asiáticas fecharam sem direção na quarta-feira, com a China perdendo força depois de se recuperar na última sessão, enquanto o resto dos mercados regionais priorizaram os avanços de Wall Street.

O Nikkei do Japão fechou em baixa de 0,08%, em 22.644,31 pontos, com 21 dos 33 subíndices terminando em baixa. Os produtos de petróleo e carvão lideraram as quedas e caíram 2,13%, enquanto ações do setor de telecomunicações também recuaram, com o SoftBank Group fechando em queda de 4,78%.

Na Coreia do Sul, o Kospi também negociou em alta, com o Kospi avançando 0,06%, para 2.301,45 pontos.

Na Austrália, o índice S & P / ASX 200 subiu 0,23%, fechando em 6.268,50 pontos, com ganhos em materiais e financeiro, fortemente ponderado. Entre as mineradoras australianas, BHP Biliton subiu 1,1%, Fortescue Metals avançou 2%, enquanto Rio Tinto adicionou 1,3%.

O índice Hang Seng de Hong Kong subiu 0,39%, com ações ligadas à energia sendo negociadas em alta, ampliando os ganhos observados na terça-feira, com importantes conglomerados e "players" de tecnologia flutuando antes do fechamento do mercado. 

As ações da China continental recuaram nesta quarta-feira, depois de saltarem na última sessão, quando se recuperaram de uma sequência de quatro sessões consecutivas de perdas, em meio ao otimismo em relação às notícias de aumento nos gastos do governo em infra-estrutura, enquanto o Banco Popular da China se reuniu com bancos locais no início desta semana para destacar a importância de evitar o "efeito manada" nos mercados de câmbio, de acordo com um relatório da Bloomberg.

O Shanghai Composite caiu 1,23% para fechar em 2.745,11 pontos e o índice CSI 300 das blue-chip caiu 1,59% nesta quarta-feira. Dados divulgados pela manhã mostraram que o superávit comercial da China com os EUA caiu para US $ 28,1 bilhões em julho, segundo a Reuters, enquanto os dois países continuam envolvidos em uma disputa comercial, comparado com os US $ 28,9 bilhões vistos em junho.

O índice de ações da MSCI para a Ásia Pacífico, excluindo o Japão, subiu 0,38% durante o pregão da tarde. O sentimento positivo na quarta-feira imperou, apesar do aumento das tensões comerciais, depois que a China disse na semana passada que estava preparando tarifas, variando de 5% a 25%, em cerca de US $ 60 bilhões em importações norte-americanas. Isso aconteceu depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, pediu ao representante de Comércio dos EUA, Robert Lighthizer, que considerasse o aumento das tarifas propostas de US $ 200 bilhões em produtos chineses para 25%.

Enquanto isso, o USTR disse na terça-feira que a taxa de 25% sobre 16 bilhões de dólares em bens chineses entrarão em vigor em 23 de agosto. Uma rodada anterior de impostos sobre 34 bilhões de dólares em importações chinesas entrou em vigor em 6 de julho.

EUROPA: As bolsas europeias abriram em baixa nesta quarta-feira, com os investidores observando atentamente os balanços das empresas e as tensões comerciais. O pan-europeu Stoxx 600 oscila ente altas e baixas e tenta se firmar em território positivo. Os varejistas figuram entre os piores setores, puxado para baixo por conta de rebaixamento de nota e resultados trimestrais decepcionantes. 

Os investidores digerem os acontecimentos da noite para o dia depois que os EUA disseram que vão impor mais tarifas sobre os produtos chineses a partir de 23 de agosto de 2018. Espera-se a aplicação de uma tarifa de 25% sobre cerca de US $ 16 bilhões de importações anuais de produtos chineses. O primeiro conjunto de tarifas, no valor de US $ 34 bilhões em bens, entrou em vigor em julho.

A libra atinge uma baixa de nove meses em relação ao euro, uma baixa de onze meses contra o iene japonês e uma queda de 1,1% em relação ao franco suíço, em meio à incerteza sobre o Brexit. O FTSE 100 do Reino Unido opera em alta. Entre as mineradoras negociadas em Londres, Anglo American sobe 0,8%, Antofagasta negocia em alta de 1,1%, BHP Biliton sobe 1%, enquanto Rio Tinto adiciona 0,8%.

EUA: Os futuros do índice de ações dos EUA oscilam entre altas e baixas antes do início da sessão de quarta-feira, com os investidores observando o fraco desempenho nos mercados internacionais.

CVS Health, Liberty Media, Keurig Dr. Pepper, Michael Kors, Best Inc., Cinemark, NY Times, 21st Century Fox, IAC / InterActive, Elf Beauty, Roku e Yelp são empresas que devem divulgar seus resultados antes da abertura. Os investidores também analisarão os movimentos do preço das ações das empresas, incluindo a Disney e Snap , que reportaram após o sino na terça-feira.

Na frente do banco central, o presidente do Fed de Richmond, Tom Barkin, falará sobre "Unlocking Our Potential" em Roanoke, Virginia.

Na agenda econômica, os pedidos de hipoteca semanais são devidos às 8h00 da manhã.

ÍNDICES FUTUROS - 8h00:
Dow: +0,05%
SP500: +0,03%
NASDAQ: +0,02%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - TERÇA-FEIRA 07/08/2018

ÁSIA: As bolsas asiáticos fecharam majoritariamente em alta na madrugada de terça-feira, recuperando da baixa da sessão anterior, seguindo a alta em Wall Street na segunda-feira, com os investidores ignoraram incerteza sobre a disputa comercial, preferindo se concentrar em notícias sobre lucros das empresas.

O índice Nikkei do Japão subindo 0,69%, para fechar em 22.662,74 pontos. A maioria dos setores fechou em território positivo, com o de telecomunicações liderando os ganhos. O peso pesado SoftBank disparou 6,54% depois de ​​registrar um salto de 49% em seu lucro trimestral.

O Kospi da Coreia do Sul avançou em 0,6% para fechar em 2300,16 pontos.O setor de tecnologia terminou em alta, com a Samsung Electronics ganhando 1,97%, enquanto corretoras e varejistas ficaram sob pressão.

As ações chinesas se recuperaram após o deslizamento de segunda-feira. O Shanghai Composite subiu 2,74%, fechando em 2.779,30 pontos, após uma série de quatro dias de queda, enquanto o índice CSI 300 das "blue chips" subiu 2,92%. O índice Hang Seng de Hong Kong subiu 1,54%, ampliando os ganhos obtidos durante a sessão de segunda-feira, após cinco dias consecutivos de queda. O setor de energia, bem como propriedade e construção lideraram o avanço, ambos acima de 3% antes do fechamento do mercado, com Country Garden disparando 6,24%.

A mídia estatal chinesa afirmou que o país está sendo "racional" em suas contramedidas, feitas depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, pediu a autoridades comerciais que considerassem o aumento das tarifas propostas de US $ 200 bilhões em bens chineses para 25%. Tanto o Shanghai como a Shenzhen Composite fecharam em território de baixa no final de segunda-feira. O índice de referência de Xangai fechou em baixa de 1,26% na sessão anterior, registrando uma nova baixa de vários anos.

Em sentido contrário, o ASX 200 australiano terminou o dia em queda, após o Reserve Bank of Australia manter suas taxas estáveis. O índice caiu 0,3%, para fechar em 6.253,90 pontos, com queda nos índices de materiais e telecomunicações pesando sobre o índice mais amplo. As mineradoras BHP Biliton caiu 1,5% e Rio Tinto recuou 1,1%.

O índice de ações da MSCI para a região Ásia-Pacífico, exceto Japão, foi negociado em alta de 0,75%.

EUROPA: As bolsas europeias registram uma sessão positiva nesta terça-feira, com investidores inspirando nos ganhos em todo o mundo e ignorando as ansiedades sobre comércio global.

O índice Stoxx Europe 600 avança 0,52%, para 390,72 pontos, depois de fechar em queda de 0,1% na segunda-feira.

Os mercados ignoram os dados que mostraram um declínio na produção industrial alemã, após a atualização econômica de segunda-feira, quando revelou uma queda nos pedidos das fabricas da maior economia da União Europeia, com o Ministério da Economia do país colocando a culpa por esse resultado nas tensões comerciais. O DAX 30 da Alemanha registra ganhos na sessão europeia.

O FTSE 100 do Reino Unido também opera em alta após fechar em queda de 0,1% na segunda-feira. A libra recupera frente ao dólar após sofrer na segunda-feira depois que Liam Fox, secretário de Comércio Internacional do Reino Unido, disse em uma entrevista de fim de semana que há 60% de chance de o país sair da União Europeia sem um acordo com o bloco.

O setor de commodities dá sustentação ao benchmark londrino com a alta nos preços de metais. O cobre sobe 1,10% e os preços da platina avança 1,37%. Os preços do petróleo avançam e somam aos ganhos de segunda-feira, inspirados em parte pela reimposição das sanções dos EUA ao Irã, algo que poderia bloquear as exportações de petróleo bruto do país árabe. Entre as mineradoras listadas em Londres, Anglo American sobe 3,4%, Antofagasta sobe 3%, BHP Biliton avança 3,2% e Rio Tinto opera em alta de 2,8%.

EUA: Futuros de ações dos EUA apontam para uma abertura positiva em Wall Street, após os papéis dos EUA terminarem em alta na segunda-feira, om o Nasdaq subindo pelo quinto dia consecutivo, com os investidores focados em lucros corporativos saudáveis, que até agora ajudaram a impulsionar o mercado nas últimas sessões. As ações de tecnologia e consumo discricionário lideraram os ganhos, sustentando a alta do mercado.

Na segunda-feira, O índice S & P 500 subiu 0,35%, com nove de seus 11 principais setores fechando em território positivo. O Nasdaq Composite Index subiu 0,61%, para 7.859,68 e o Dow Jones Industrial Average avançou 0,16%, para 25.502,18 pontos.

Na agenda econômica, às 11h00 será divugulgado o JOLTS Job Openings (pesquisa mensal em diferentes indústrias em que analisa contratações, abertura de emprego, demissões, recrutamentos, etc) e às 16h00 será publicado o Consumer Credit (mede o total de crédito ao consumidor).

ÍNDICES FUTUROS - 8h20:
Dow: +0,33%
SP500: +0,21%
NASDAQ: +0,28%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - SEGUNDA-FEIRA 06/08/2018

ÁSIA: A maioria das principais bolsas asiáticas fechou em baixa nesta madrugada de segunda-feira, devolvendo os ganhos vistos na sessão anterior, com a questão do comércio global voltando à tona depois que mais um pacote de tarifas sobre os produtos americanos foi anunciado pela China.

O Nikkei do Japão reduziu os ganhos vistos anteriormente para fechar em baixa de 0,08%, ou 22.507,32 pontos. Os ganhos nos setores de ferro e aço, bem como de telecomunicações, foram compensados ​​por quedas na maioria dos outros setores, incluindo bancos e fabricantes de produtos diversos. O Topix, mais amplo, encerrou o dia com queda de 0,56%, com 24 de seus 33 subíndices fechando em território negativo.

Na Coreia do Sul, o Kospi caiu 0,05%, para 2.286,50, com o índice também desistindo dos ganhos anteriores. As siderúrgicas encerraram o dia em alta, com a Posco subindo 2,64%, enquanto os "players" de tecnologia apresentavam uma imagem mista. A gigante do índice Samsung Samsung adicionou 0,11%, enquanto SK Hynix despencou 4,68%.

Abaixo, o S & P / ASX 200 da Austrália subiu 0,61%, para terminar em 6.273 pontos, com destaque para o subíndice de materiais liderando os ganhos à medida que as principais mineradoras avançaram. BHP subiu 2,16% e a Rio Tinto adicionou 0,63%.

Em Hong Kong, o índice Hang Seng subiu 0,52%, após fechar em baixa nas últimas cinco sessões, enquanto os mercados da China continental lideraram as perdas na região após o anúncio de novas tarifas sobre produtos americanos anunciadas por Pequim na sexta-feira e empurrarem a disputa comercial entre os dois países de volta aos holofotes. A China disse estar preparando taxas, variando de 5% a 25%, sobre cerca de US $ 60 bilhões em importações de produtos americanas, incluindo muitos bens relacionados à agricultura.

A China disse que os últimos impostos serão implementados se os EUA continuarem a impor mais tarifas aos produtos chineses. O presidente dos EUA, Donald Trump, pediu no início deste mês ao representante de Comércio dos EUA que considerasse um aumento das tarifas propostas de US $ 200 bilhões em produtos chineses para 25%, ante uma taxa inicialmente anunciada de 10%. O Shanghai Composite caiu 1,26% para fechar em 2.705,84 pontos e o Shenzhen Composite recuou 2,08.

os mercados também reduziram os ganhos, com os investidores digerindo a decisão do Banco Popular da China de estabilizar a sua moeda. O PBOC fixou o ponto médio do yuan em US $ 6,8513, seu nível mais baixo desde 31 de maio de 2017. 

O índice de ações da MSCI para a Ásia-Pacífico, excluindo o Japão, caiu 0,29% na tarde na Ásia.

EUROPA: Os mercados acionários europeus lutam por uma direção na segunda-feira, com participantes dos mercados digerindo mais uma rodada de relatórios de lucros e o aumento das tensões comerciais entre os EUA e a China.

O índice Stoxx Europe 600 abriu em baixa de 0,10%, mas segue com volatilidade, entrando e saindo de território positivo nesta manhã. O movimento segue uma alta de 0,7% na sexta-feira, quando as ações de tecnologia acompanharam suas contrapartes nos EUA depois de um relatório de lucros bem recebido da Apple Inc.

A indecisão nesta segunda-feira, vem com as preocupações sobre as tensões comerciais globais persistentes, depois que o presidente dos EUA, Donald Trump twittou no fim de semana que as tarifas americanas estão "trabalhando muito melhor do que alguém já havia antecipado". Isso veio depois da China ameaçou na sexta-feira aplicar uma nova tarifa sobre $ 60 bilhões em bens americanos se a Casa Branca prosseguir com seus planos de impor novas taxas aos produtos chineses.

O jornal China Times do Global Times, disse que Pequim está disposta a buscar uma "guerra prolongada" com os EUA na questão do comércio. Estrategistas alertaram que a escalada da luta comercial pode pesar sobre o crescimento econômico global.

Em um sinal de que a atual disputa comercial global está pesando sobre os investimentos corporativos, as encomendas de manufatura da Alemanha despencaram em junho para 4%, segundo dados divulgados na segunda-feira. O DAX 30 se firma no território positivo na manhã desta sessão.

Enquanto isso, no Reino Unido, o secretário de Comércio Internacional, Liam Fox, disse em uma entrevista no Sunday Times no fim de semana que há 60% de chance da Grã-Bretanha sair da União Europeia sem um acordo com o bloco. O FTSE 100 oscila entre pequenos ganhos e perdas na sessão da manhã, depois de saltar 1,1% na sessão de sexta-feira, mas registrou uma perda semanal de 0,6%. O indicador britânico blue-chip está apontando para uma queda de 0,3% no ano até o momento.

Apesar de operar com pouca queda nesta segunda-feira, a libra esterlina, cujas preocupações relacionadas ao Brexit costumam pesar sobre a moeda britânica, já caiu cerca de 1% em relação ao dólar em agosto e permanece muito abaixo do nível de US $ 1,50 que estava sendo negociado antes da votação do Brexit em 2016. Uma libra mais branda pode impulsionar o FTSE 100, já que as empresas multinacionais do índice geram a maior parte de suas vendas em outras moedas.

As ações da HSBC Holdings, maior banco da Europa caem 0,49% depois que a instituição informou que o lucro ajustado antes de impostos caiu. Enquanto isso, as mineradoras listadas em Londres recuam. Anglo American cai 1,6%, Antofagasta recua 1,2%, BHP Biliton perde 1,1% e Rio Tinto cai 1,4%.

EUA: Os futuros de ações dos Estados Unidos apontam para uma abertura em ligeira alta em Wall Street, mas com os investidores focados em novos rumores sobre a questão comercial entre EUA e China e outro grande lote de balanços trimestrais.

O Dow avançou 0,54% na sexta-feira e o S & P adicionou 0,46% e o Nasdaq subiu 0,12% na última sessão.

O único item econômico dos EUA na agenda é uma pesquisa de julho sobre as expectativas dos consumidores, que deve ser divulgada às 12h00.

ÍNDICES FUTUROS - 8h20:
Dow: +0,14%
SP500: +0,11%
NASDAQ: +0,18%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.