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RESENHA DA BOLSA - TERÇA-FEIRA 04/09/2018

ÁSIA: Os índices de ações asiáticos fecharam em alta na sessão de terça-feira, após um dia após turbulências nos mercados, quando incertezas com as questões comerciais e preocupações com os mercados emergentes ficaram a tona.

O Nikkei do Japão encerrou o pregão praticamente inalterado em 22.696,9 pontos, embora a maioria de seus principais setores fechassem em território negativo, com notícia de alerta de tufão e tsunami. O Kospi da Coreia do Sul fechou em alta de 0,38%, para 2.315,72 pontos.

Na China, os mercados fecharam amplamente positivos. O índice Hang Seng de Hong Kong fechou em alta de 0,94%. No continente, o composto de Xangai fechou em alta de 1,1%, em torno de 2.750,58 pontos, enquanto o composto de Shenzhen subiu 1,16%, encerrando o pregão a 1.465,79 pontos.

Abaixo, o ASX 200 da Austrália recuperou parte das perdas iniciais, mas ainda encerrou o pregão em baixa de 0,28%, a 6.293,1 pontos. O setor financeiro altamente ponderado fechou em queda de 0,74%.

O Reserve Bank of Australia (RBA) anunciou que as taxas de juros oficiais seriam mantidas inalteradas em 1,5%, em um movimento que foi antecipado pela maioria dos observadores de mercado. Após o anúncio do RBA, o dólar australiano enfraqueceu cerca de 0,11% em relação ao dólar, ao fechar a $ 0,7203.

Uma pesquisa divulgada ontem parece mostrar que a China está começando a sofrer efeitos negativos de sua guerra comercial contra Washington: o Índice PMI da Caixin / Markit ficou em 50,6, seu nível mais baixo desde junho de 2017 , como as exportações caíndo pelo quinto mês consecutivo.

Outra questão que está preocupando os investidores se refere as moedas de mercados emergentes que continuam a sofrer. Na segunda-feira, a rupia da Indonésia caiu para o seu nível mais baixo em mais de 20 anos e o banco central do país teria dito que interviria nos mercados de câmbio e de títulos, mas analistas dizem que com a inflação da Indonésia em 3%, não haveria necessidade, de elevar as taxas de juros, apesar de que, o movimento para estabilizar a rupia através do uso de taxas de juros tem sido "bastante eficaz" em relação aos "desastres" vistos em outros mercados emergentes, como Turquia e Argentina. Apesar do contágio dos mercados emergentes, as altas das taxas do Fed e as questões da guerra comercial, pode ser difícil para os investidores assumirem riscos de dívidas locais neste momento.

O índice da MSCI para as ações da Ásia-Pacífico, excluindo o Japão, caiu 0,3% nesta segunda-feira.

O índice do dólar, que acompanha o dólar em relação a uma cesta de moedas, subiu 0,28%, para 95,403 depois de ser negociado por volta de 95,14 na sessão de ontem. Enquanto isso, o iene japonês enfraqueceu em relação ao dólar para 111,34.

EUROPA: As principais referências de ações da Europa perdem terreno na terça-feira. O Stoxx Europe 600 cai 0,5%, para 380,65 pontos, após ter subido menos de 0,1% na sessão de segunda-feira. O indicador pan-europeu aponta uma queda de 2,2% para o ano.

As tensões comerciais entre os EUA e seus parceiros pressionam os mercados globais. Os holofotes tem estado na posição da administração Trump em relação ao Canadá. Ambos devem retomar as negociações na quarta-feira, depois que o presidente Donald Trump twittou durante o fim de semana, durante o feriado dos EUA, que não há nenhum imperativo político para incluir o Canadá na nova versão  do Acordo de Livre Comércio da América do Norte. Há também preocupações com a falta de progresso nas negociações comerciais entre os EUA e a China.

Os investidores também estão preocupados com a possibilidade do governo italiano anunciar um orçamento que coloque a dívida do país em um curso insustentável e amplifique as tensões com a União Europeia, assim, preferem reduzir o apetite de compra por ações europeias.

Entre os principais índices, o DAX 30 da Alemanha cai 0,83%, enquanto o CAC 40 da França recua 1,09%, enquanto o FTSE MIB da Itália contraria a tendência regional e opera em alta de 0,45%. O FTSE 100  do Reino Unido cai 0,26%.

Entre as mineradoras listadas na LSE, Anglo American cai 1,9%, Antofagasta recua 1,4%, BHP Biliton perde 1% e Rio Tinto cai 1,4%.

EUA:   Os futuros do índice de ações dos Estados Unidos operam em ligeira baixa nesta terça-feira, num fim de semana de três dias, quando a maioria dos mercados nos EUA estavam fechados em observância do Dia do Trabalho na segunda-feira. Os investidores aguardam novos dados econômicos e os mais recentes desenvolvimentos nas questões comerciais entre os EUA e o Canadá que deve ser retomada nesta quarta-feira.

Na sexta-feira, o Dow Jones Industrial Average caiu 22,10 pontos, ou 0,09%, para 25.964,82 pontos, enquanto isso, o índice S & P 500 avançou ligeiros 0,01%, para 2.901,52 pontos, enquanto o Nasdaq Composite Index subiu 0,26%, para fechar em 8.109,54 pontos, com o apoio de ações da Apple que renovou um recorde.

Na semana, o Dow subiu 0,7%, o S & P subiu 0,9% e o Nasdaq subiu 2,1%. Olhando para todo o mês de agosto, o Dow subiu 2,2%, o S &P acrescentou 3% e o Nasdaq subiu 5,7%.

Tanto a S & P quanto a Nasdaq registraram seu quinto mês consecutivo de alta, enquanto a Dow ganhou por dois meses consecutivos.
As leituras sobre a atividade manufatureira nos EUA estão programadas para o final da manhã com o relatório final do PMI da Markit para agosto que está programado para as 10h45, enquanto o índice ISM está programada para ser lançada às 11h00.

Um relatório sobre os gastos de construção para julho também deve ser divulgado às 11h00 e os números sobre as vendas de veículos devem sair durante o pregão.

ÍNDICES FUTUROS - 8h20:
Dow: -0,28%
SP500: -0,16%
NASDAQ: -0,20%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - SEGUNDA-FEIRA 03/09/2018

ÁSIA: Os mercados da Ásia fecharam em queda nesta segunda-feira, com o sentimento prejudicado com o fracasso nas negociações entre o Canadá e os Estados Unidos na sexta-feira e com o aumento das preocupações na escalada da guerra comercial EUA-China. O índice da MSCI para as ações na Ásia-Pacífico, excluindo o Japão, caiu 0,7%.

O Nikkei do Japão encerrou o primeiro dia de negociação em setembro em território negativo, com queda de 0,69%, em 22.707,38 pontos, pesada pela maioria de seus principais setores. Kospi da Coreia do Sul fechou em baixa de 0,68%, em 2.307,03 pontos, pesada pelas perdas de mais de 2% dos peso-pesado do índice, Samsung Electronics e Posco.

Na Austrália, o ASX 200 reverteu de seus ganhos iniciais para fechar 0,14% menor, em 6.310,9 pontos. Entre as mineradoras australianas, BHP Biliton caiu 0,8%, Fortescue Metals recuou 4,8% e Rio Tinto fechou em baixa de 1,3%

Os mercados da China atingidas na semana passada, continuaram em baixa. O índice Hang Seng de Hong Kong caiu 0,63%. Os mercados do continente recuperaram parte de suas baixas iniciais, mas ainda encerraram o dia em território negativo. O índice de Xangai caiu 0,17%, para 2.720,74 pontos e o composto de Shenzhen caiu 0,17%, para 1.448,93 pontos.

Os movimentos nesses mercados vieram depois que o índice PMI da CISSIN / Markit, uma pesquisa de manufatura privada, divulgado na segunda-feira, ficar em 50,6, sua leitura mais fraca desde junho de 2017. 

Referências de Taiwan, Cingapura e Malásia caíram entre 0,2% e 0,9%.

O índice do dólar, que acompanha o dólar em relação a uma cesta de moedas, estava em 95,101 durante o pregão asiático depois de atingir 94,52 na semana passada.

O iene japonês manteve seus ganhos contra o dólar em 110,90 ienes, enquanto o dólar australiano ficou praticamente estável em $ 0,719.

EUROPA: O principal indicador europeu, o Stoxx 600 opera praticamente estável em 382,39 pontos, após queda de 0,8% na sexta-feira, fechando o mês de agosto em baixa de 2,4%. No ano, o indicador pan-europeu está mostrando um declínio de quase 2% até o momento. 

Analistas citam incertezas com as tensões comerciais globais, depois que o presidente Donald Trump disse na semana passada que estava preparado para impor novas tarifas à China. Se implementado pela administração Trump, seria uma outra onda de escalada, já que Washington já aplicou US $ 50 bilhões em tarifas sobre exportações originárias de Pequim.

O setor de automóveis da Europa registram os piores desempenhos logo após o início do pregão, em meio a novas tensões comerciais. Na semana passada, a União Europeia disse que responderia na mesma moeda se o presidente Donald Trump refutasse sua promessa de não impor tarifas aos carros europeus. Porsche, Volkswagen e Pirelli estavam negociando em baixa de mais de 1% na manhã de segunda-feira. O DAX 30 da Alemanha e o CAC 40 da França recuam ligeiramente. 

O índice FTSE 100 do Reino Unido sobe 0,89%, aproveitando-se da queda da libra, após Michel Barnier, o principal negociador da UE no Brexit, criticar as propostas da primeira-ministra britânica Theresa May em uma entrevista a um jornal alemão publicado no final de semana, dizendo que isso pode significar "o fim do mercado único e do projeto europeu". Uma libra mais branda pode impulsionar o FTSE 100, já que as empresas multinacionais do índice geram a maior parte de suas receitas em outras moedas. O indicador britânico caiu 1,1% na sexta-feira e fechou o mês de agosto em baixa de 4,1 e aponta uma queda de quase 3% no ano até o momento.

O desempenho das mineradoras em Londres é positivo. Anglo American sobe 1,7%, Antofagasta avança 0,8%, BHP Biliton sobe 1,5% e Rio Tinto avança 0,1%.

EUA:   Os investidores americanos fazem uma pausa para o Dia do Trabalho, mas as negociações comerciais entre os EUA e seus parceiros continuam uma fonte de volatilidade para os mercados globais. Os holofotes agora tem sido direcionado sobre a administração Trump em relação ao Canadá.

No final de semana, o presidente Donald Trump twittou que não há um imperativo político para incluir o Canadá em uma nova versão do Acordo de Livre Comércio da América do Norte. Seus comentários vieram depois que um acordo preliminar com o México para reestruturar o Nafta parece sinalizar que a Casa Branca está disposta a repensar em suas duras exigências e a evitar as guerras comerciais nocivas.

À medida que nos aproximamos de uma nova semana e um novo mês, essas preocupações permanecem no centro das mentes dos investidores, junto com preocupações crescentes sobre a estabilidade nos mercados emergentes como a Turquia e Argentina, após fortes quedas do peso argentino e lira da Turquia no mês passado.

ÍNDICES FUTUROS - 7h20:
Dow: +0,18%
SP500: +0,18%
NASDAQ: +0,02%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - QUINTA-FEIRA 30/08/2018

ÁSIA: Os mercados da Ásia fecharam majoritariamente em baixa nesta quinta-feira, depois de negociar em território positivamente a maior parte do dia. O índice da MSCI para as ações na região da Ásia-Pacífico, excluindo o Japão, caiu 0,2%, com os ganhos sendo compensados ​​pelas perdas em Pequim. 

Na Austrália, o ASX 200 terminou o dia próximo da linha plana e fechou em 6.351,80 pontos, após o recorde de alta de 10,5 anos na quarta-feira. Destaque para o setor de telecomunicações que disparou 3,59% depois que a TPG Telecom e a Vodafone Hutchison Australia anunciaram uma fusão que criará uma estrutura avaliada em A $ 15 bilhões (US $ 11 bilhões). As ações da Hutchison Telecommunications, que detém 50% da Vodafone Hutchison Australia, fecharam em alta de 44%, enquanto as ações da TPG Telecom subiram 18,15%.

Entre as mineradoras australianas, Fortescue Metals caiu 1,2% e Rio Tinto recuou 0,5%.

O Kospi da Coreia do Sul também encerrou o pregão estável. O índice atingiu uma alta intradiária de 2.320,85 pontos com as as notícias de que o presidente dos EUA, Donald Trump, assinou acordos que permitia "aliviar  quotas de aço e alumínio de alguns países", incluindo a Coreia do Sul. As ações de siderúrgicas do país subiram com o anúncio, com a Hyundai Steel fechando em alta de 0,56%, enquanto a Posco obteve ganhos na ordem de 0,3%.

O Nikkei do Japão fechou em 22.869,50 pontos, alta de 0,75%, a oitava sessão positiva, o maior nível em mais de três meses, segundo a Reuters. Depois de subir quase 1% no pregão da manhã, o benchmark nipônico recuou um pouco quando encontrou resistência técnica após quebrar brevemente o nível de 23.000 pontos. 

Os mercados da China recuaram a partir do meio dia, com o índice de Hang Seng de Hong Kong sendo negociado em baixa de 0,89%, interrompendo uma sequência de três dias de ganhos. O índice caiu 1,5% este mês e está a caminho de seu quarto declínio mensal. Em 2018, caiu 5,9% até este momento. No continente, o composto de Xangai devolveu seus ganhos iniciais e caiu 1,44%, para fechar em torno de 2.737,74 pontos, enquanto o composto de Shenzhen terminou em 1.467,18 pontos, ao cair 1,48%.

No Sudeste Asiático, a bolsa de Cingapura caiu 0,56% e Malásia recuou 0,05% , mas na Indonésia, o benchmark local registrou ganhos de 0,37%.

O índice do dólar, que acompanha a moeda americana em relação a uma cesta de moedas, caiu para 94,481, depois de negociar a maior parte do dia praticamente estável. O iene foi negociado em 111,60 contra o dólar, enquanto o dólar australiano se recuperou das perdas, mas ainda foi negociado em baixa de 0,14%, a US $ 0,7298.

EUROPA: As bolsas europeias operam em baixa, com bancos e ações ligadas à commodities liderando as quedas do dia. O índice Stoxx Europe 600 cai 0,56%. Nesta semana, o índice pan-europeu sobe 0,4%, o que seria seu segundo ganho semanal consecutivo. Para o mês de agosto, recua 1,7% e segue em direção ao desempenho mensal mais fraco desde março.

O FTSE 100 do Reino Unido recua 0,63%, pesada por uma libra mais forte, após recuar 0,7% na sessão anterior. Uma valorização da libra pode conter o FTSE 100, porque as empresas multinacionais do índice geram a maior parte de suas vendas em outras moedas. O negociador da UE, Michel Barnier, disse na quarta-feira que o bloco comercial estava disposto a oferecer ao Reino Unido "uma parceria sem precedentes", dando um grande impulso à libra nessa sessão. Seus comentários ajudaram a aliviar as preocupações sobre um potencial "não-acordo" em relação ao Brexit.

O setor de recursos básicos registram perdas, devido preocupações persistentes com as tensões comerciais entre os EUA e a China. Anglo American cai 1,4%, Antofagasta recua 0,7%, BHP Biliton perde 1,2% e Rio Tinto cai 0,9%.

O indicador britânico está apontando para uma queda de 0,9% na semana e registra uma queda de 2,3% no ano até o momento.

Na frente econômica, os dados da área do euro mostraram que a confiança econômica na região caiu em agosto. 

Os pedidos de auxílio-desemprego da Alemanha em agosto caíram em 8.000 em julho, de acordo com a previsão dos economistas. A taxa de desemprego ajustada da Alemanha permaneceu em 5,2%, inalterada em relação a julho, a menor taxa desde o início da série de dados em janeiro de 1992. O mercado de trabalho da Alemanha permanece em forte posição em agosto, já que outros indicadores chaves também sinalizaram recentemente um crescimento econômico robusto na maior economia da Europa. 

EUA: Os futuros do índice de ações dos Estados Unidos operam em ligeira baixa, sugerindo uma modesta retirada depois de uma recuperação de vários dias, que levou índices a diversos recordes, devido um aparente abrandamento das tensões entre os EUA e seus principais parceiros comerciais. Na terça-feira, a ministra canadense de Relações Exteriores Chrystia Freeland se reuniu com autoridades do governo Trump em uma tentativa de resolver discussões entre os dois países, após anúncio de um acordo entre os Estados Unidos e  México, que pode resultar em um reformulação do Acordo de Livre Comércio Trilateral da América do Norte.

Na quarta-feira, Wall Street subiu modestamente no que foi o quarto dia consecutivo de ganhos para os principais índices. Tanto o S & P 500 quanto o Nasdaq Composite Index terminaram em recordes, a quarta consecutiva.

Para o mês de agosto, o S & P 500 sobe 3,5% e o Nasdaq ganha 5,7%. Ambos seguem no caminho para o quinto avanço mensal, enquanto o Nasdaq está no caminho certo para seu maior ganho mensal desde janeiro. O Dow sobe 2,8% e busca o segundo mês consecutivo positivo.

Entre os últimos desenvolvimentos, a Reuters informou que o presidente Donald Trump havia aprovado um alívio nas cotas de aço e alumínio para alguns parceiros comerciais dos EUA.

No front econômico, uma atualização do Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre mostrou um crescimento chegando a um ritmo de 4,2%, ligeiramente melhor do que a leitura inicial de 4,1%. Separadamente, uma leitura da confiança do consumidor atingiu seu nível mais alto desde outubro de 2000, porém, as vendas pendentes de casas caíram no último sinal de instabilidade no mercado imobiliário.

Na quinta-feira, os investidores estarão olhando para dados semanais de pedidos de auxílio-desemprego, dados  de gastos e renda pessoais de julho e dados do PCE, também para julho.

Os volumes de negociação podem ser leves, como é típico na última semana de agosto. Os mercados estarão fechados na segunda-feira para o feriado do Dia do Trabalho.

ÍNDICES FUTUROS - 7h40:
Dow: -0,31%
SP500: -0,19%
NASDAQ: -0,20%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.