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RESENHA DA BOLSA - SEGUNDA-FEIRA 02/12/2019

ÁSIA: Os principais mercados asiáticos registraram ganhos no primeiro dia útil de dezembro, após um salto inesperado na atividade industrial da China em novembro.

As ações japonesas lideraram ganhos entre os principais mercados da região, com o Nikkei subindo 1,01%. enquanto o índice Topix subiu 0,89%.

Na China continental, o composto de Xangai subiu 0,13%, enquanto o Shenzhen Composite avançou 0,22%. O índice Hang Seng de Hong Kong subiu 0,37%.

O Kospi da Coreia do Sul fechou em alta de 0,19%. 

Na Austrália, o S & P / ASX 200 subiu 0,24%, terminando o dia de negociação em 6.862,30 pontos. Entre as mineradoras, BHP subiu 0,4%, Fortescue avançou 2,9%, enquanto Rio Tinto fechou em alta de 0,8%. A produtora de petróleo Woodside Petroleum caiu 0,9%.

No geral, o índice MSCI Asia ex-Japan fechou em alta de 0,23%.

O Índice PMI da Caixin / Markit de novembro subiu para 51,8, acima das expectativas de uma leitura de 51,4. A leitura do PMI de outubro chegou em 51,7. A marca de 50 pontos separa crescimento e contração nas leituras do PMI.

No final de semana, o Bureau Nacional de Estatísticas da China mostrou que o Índice PMI oficial ficou em 50,2 em novembro, acima das expectativas de uma leitura de 49,5 feita por analistas em uma pesquisa da Reuters. A leitura oficial do PMI chegara a 49,3 em outubro.

Enquanto isso, a incerteza continuou a obscurecer as perspectivas das negociações comerciais EUA-China por conta dos protestos em Hong Kong. O Axios informou no domingo, citando uma fonte, que o acordo antecipado da “fase um” entre Washington e Pequim está “parado por causa da legislação de Hong Kong” e que um acordo só aconteceria “no final do ano”. O relatório também disse que Trump deve fazer uma pausa na aplicação das tarifas planejadas para dezembro.

Uma mídia estatal chinesa disse no domingo que Pequim quer uma reversão de tarifas na primeira fase do acordo comercial que as duas potências econômicas pretendem alcançar.

Enquanto isso, a agitação civil continuou a abalar Hong Kong, com novos protestos na cidade no fim de semana.

As tensões EUA-China aumentaram na semana passada depois que Trump assinou duas leis que apoiam os manifestantes em Hong Kong, levando o Ministério das Relações Exteriores da China a alegar que Washington tem “intenções sinistras” depois que as leis foram aprovadas. Um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China acrescentou na sexta-feira que o país tomará ”fortes contramedidas” contra os EUA.

EUROPA: As bolsas europeias abriram em alta nesta segunda-feira de manhã, com os investidores digerindo dados econômicos e monitorando as negociações comerciais em andamento entre as duas maiores economias do mundo.

O pan-europeu Stoxx 600 sobe 0,56%, com quase todos os setores e principais bolsas em território positivo.

Ações do setor de recursos básicos da Europa, com sua forte exposição à China, lideraram os ganhos. Anglo American e Antofagasta sobem 1,3% cada. BHP e Rio Tinto avançam 1,5% cada. Glencore e ArcelorMittal ganham próximos de 1,8% cada. 

A atividade manufatureira da zona do euro encolheu pelo décimo mês consecutivo em novembro, mostraram estatísticas oficiais na segunda-feira. No entanto, a IHS Markit informou que o pior já passou para as fábricas do bloco.

O presidente Donald Trump deve chegar ao Reino Unido na manhã de segunda-feira, antes da reunião da OTAN. Sua viagem a Londres acontece em um momento extremamente sensível na política britânica, faltando apenas 10 dias para que os britânicos dirijam às urnas.

EUA: Os futuros dos índices de ações dos EUA operam em alta nesta segunda-feira de manhã, com os participantes do mercado monitorando as negociações comerciais EUA-China.

Uma mídia estatal chinesa informou no domingo que Pequim quer o cancelamento de tarifas para que alcance um acordo comercial da primeira fase. Não há indicação clara de quando os dois países poderão assinar um acordo. Na semana passada houve aumento de tensão entre Washington e Pequim depois que o presidente Donald Trump assinou uma legislação que apóia manifestantes em Hong Kong.

Afya, Yunji e Coupa Software devem reportar seus números trimestrais na segunda-feira. O foco do mercado se voltará para as ações de varejo com as compras da Cyber ​​Monday.

Não há dados econômicos relevantes nesta segunda-feira.


ÍNDICES FUTUROS - 7h30:
Dow: +0,41%
SP500: +0,38%
NASDAQ: +0,34%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - QUINTA-FEIRA 28/11/2019

ÁSIA: As bolsas asiáticas fecharam em baixa na quinta-feira, depois que o presidente Donald Trump assinou dois projetos de lei expressando apoio aos direitos humanos em Hong Kong. A China reagiu com indignação a lei aprovada pelo Congresso com apoio esmagador. 

A decisão de Trump não foi uma surpresa, dada a pressão dos legisladores para apoiar a medida, mas não está claro se a lei, que Pequim vê como uma "intromissão" nos assuntos internos da China, possa atrapalhar os recentes progressos nas negociações comerciais com Washington, expectativa que fizeram com que os mercados subissem no início da semana.

"Pedimos aos EUA que não continuem seguindo o caminho errado, ou a China tomará contra-medidas e os EUA deverão arcar com todas as consequências", afirmou o Ministério das Relações Exteriores da China em comunicado.

Em Hong Kong, onde os protestos violentos se arrastam por quase seis meses, o índice Hang Seng caiu 0,22%. Na China continental, o composto de Xangai caiu 0,47% e o Shenzhen Composite caiu 0,26%. 

As ações da Alibaba listadas em Hong Kong continuaram a registrar fortes ganhos, subindo 5,59% após sua estreia com sucesso na terça-feira.

Em outros lugares, o Nikkei do Japão fechou em queda de 0,12%, enquanto o índice Topix encerrou o pregão em queda de 0,17%. As ações da Panasonic subiram 2,82% depois que o Nikkei Asian Review informou que a empresa venderá seus negócios de semicondutores para a Nuvoton Technology de Taiwan.

O Kospi da Coreia do Sul caiu 0,43%. 

Na Austrália, o S&P / ASX 200 encerrando seu pregão com alta de 0,2%, a 6.864,00 pontos, um recorde pelo segundo dia consecutivo. Durante a sessão, o índice atingiu 6879,5 pontos, superando o recorde intraday anterior estabelecido em julho deste ano. As mineradoras registraram em alta. BHP subiu 0,3%, Fortescue avançou 0,1% e Rio Tinto adicionou 0,4%.

No geral, o índice MSCI Asia ex-Japan foi 0,24% menor. 

EUROPA: Os mercados europeus negociam em baixa nesta quinta-feira, enquanto os investidores monitoram atritos entre os EUA e a China.

O pan-europeu Stoxx 600 cai 0,2%. O DAX 30 da Alemanha cai 0,32%, FTSE 100 do Reino Unido cai 0,46% enquanto o CAC 40 francês recua 0,29%.

Entre as mineradoras listadas em Londres, Anglo American cai 1%, Antofagasta recua 1,8%, enquanto BHP sobe 06% e Rio Tinto opera próximo da linha de abertura. 

Os investidores digerem dados de pesquisas do Reino Unido antes das eleições cruciais de 12 de dezembro. Uma pesquisa do YouGov mostrou que o primeiro-ministro Boris Johnson está a caminho de conquistar uma sólida maioria de 68 cadeiras no Parlamento. A libra sobe frente ao dólar.

EUA: Os mercados dos EUA estarão fechados nesta quinta-feira por conta do Dia de Ação de Graças. Eles estarão abertos no meio dia na sexta-feira.

Na quarta-feira, as bolsas buscaram novos recordes e o quarto dia consecutivo de ganhos. O S&P 500 subiu 0,4%, fechando em 3153,64 pontos, enquanto o Nasdaq Composite encerrou seu pregão 0,7% mais alto, em 8705,18 pontos. O índice Dow Jones Industrial Average ganhou 42,32 pontos, fechando em 28.164 pontos. 

Os mercados se beneficiaram dos dados econômicos americanos mais fortes do que o esperado. Os pedidos de bens duráveis ​​subiram 0,6% em outubro, enquanto os economistas esperavam um declínio de 0,8%. Enquanto isso, as solicitações semanais de seguro-desemprego caíram de 227.000 para 213.000. O PIB do terceiro trimestre foi revisado ao apontar um crescimento de 2,1%, acima da leitura anterior de 1,9%.

Enquanto isso, o resumo das condições econômicas do Federal Reserve, mais conhecido como Livro Bege, mostrou que o banco central viu a economia se expandir modestamente entre outubro e meados de novembro.

ÍNDICES FUTUROS - 7h30:
Dow: -0,35%
SP500: -0,30%
NASDAQ: -0,31%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - QUARTA-FEIRA 27/11/2019

ÁSIA: As bolsas na Ásia fecharam majoritariamente em alta nest a quarta-feira, com as crescentes esperanças de um acordo comercial EUA-China, à medida que a ameaça de aumento de tarifas se aproxima.

Os principais negociadores de Washington e Pequim realizaram outro contato telefônico na manhã de terça-feira para discutir como “resolver questões centrais”, disse o Ministério do Comércio da China. Isso foi reforçado pelos comentários do presidente dos EUA, Donald Trump, que também disse ambas as potências estão próximos de alcançar um acordo comercial.

Segundo analistas, ambos os lados tem incentivos para finalizar pelo menos a "fase 1”, mas que as fase dois, três, está cada vez mais difícil, mas, que os EUA teriam um forte incentivo para pelo menos não intensificar ainda mais a tensão".

Na China continental, o composto de Xangai caiu 0,13% e o Shenzhen Composite caiu 0,22%. As quedas ocorreram depois que um comunicado do Bureau Nacional de Estatísticas da China mostrou que os lucros industriais caíam 9,9% em outubro em relação ao ano anterior, o terceiro mês consecutivo de baixa.

O índice Hang Seng de Hong Kong fechou em alta de 0,15%. As ações da gigante chinesa de tecnologia Alibaba listadas em Hong Kong continuaram sua jornada ascendente, com alta de 2,99%, após uma estreia bem sucedida na terça-feira.

O Nikkei do Japão subiu 0,28%, enquanto o índice Topix avançou 0,31%. O Kospi da Coreia do Sul avançou 0,31%.

Na Austrália, o S & P / ASX 200 subiu 0,93%, para um recorde de fechamento, em 6850,6 pontos, menos de 0,4% abaixo do recorde intra-diário estabelecido no final de julho, após um discurso do governador da RBA, Philip Lowe, na noite de terça-feira, que descreveu que o banco central poderia implementar medidas de política monetária não convencionais para apoiar o crescimento econômico, reduzir o desemprego e aumentar a inflação subjacente. BHP subiu 0,9%, Rio Tinto avançou 1,4%, enquanto Fortescue Metals recuou 0,3%.

No geral, o índice MSCI Ásia exceto Japão avançou 0,35%.

EUROPA: Os mercados europeus negociam em alta nesta quarta-feira, enquanto os investidores acompanham o clima positivo das negociações comerciais EUA-China e os desenvolvimentos políticos no Reino Unido, enquanto o país se dirige para nova eleição em 12 de dezembro.

O pan-europeu Stoxx 600 sobe 0,4%, com ações de recursos básicos liderando os ganhos, enquanto ações de viagens e lazer caem. O índice europeu de blue chips alcançou uma alta de quatro anos no início da sessão.

Entre as mineradoras listadas em Londres, Anglo American sobe 1,2%, Antofagasta sobe 1,1%, enquanto BHP e Rio Tinto sobe 1,4% e 1,1%, respectivamente.

Os dois principais partidos políticos da Grã-Bretanha se envolveram em um debate sobre preconceito religioso. O Partido Trabalhista de oposição foi acusado pelo rabino-chefe de não atacar o anti-semitismo com "seriedade", enquanto um grupo muçulmano disse que o partido conservador no governo tem um problema de "islamofobia".

Entre as notícias corporativas, a Reuters relatou que a Lufthansa está em negociações finais para concluir a venda de suas operações de "catering" na Europa para a empresa suíça Gategroup.

Quanto aos dados econômicos, a confiança do consumidor melhorou em novembro, informou o Insee na quarta-feira. A confiança do consumidor ficou em 106 em novembro, ante 104 em outubro. Economistas consultados pelo The Wall Street Journal previam uma queda para 103 em novembro. Insee disse que o aumento ocorreu após dois meses sem alterações, com o valor ainda acima da média de longo prazo de 100.

EUA: Os futuros dos índices de ações dos EUA operam ligeiramente mais altos na quarta-feira de manhã.

O foco do mercado está amplamente sintonizado com o desenvolvimento do comércio global depois que o presidente Donald Trump disse que os negociadores estavam perto de chegar a um acordo comercial inicial.

Os comentários otimistas de Trump foram na sequência das negociações por telefone entre autoridades dos EUA e da China na terça-feira. Os negociadores concordaram em continuar trabalhando nas questões restantes.

O sentimento positivo do mercado ajudou a empurrar os principais indices de Wall Street para recordes de alta na sessão anterior.

Na agenda econômica, as últimas reivindicações semanais de seguro desemprego serão divulgadas às 10h30. Bens duráveis ​​para outubro e uma segunda leitura do produto interno bruto (PIB) real no terceiro trimestre será publicada ao mesmo tempo.

O PMI de Chicago de novembro, a renda pessoal e as vendas pendentes de imóveis para outubro seguirão um pouco mais tarde.

O resumo dos comentários do Federal Reserve sobre as condições econômicas atuais, também conhecido como Livro Bege, será divulgado às 16h00. O comentário é um importante indicador do estado da maior economia do mundo e mostra como o Fed vê sua posição de política monetária.




ÍNDICES FUTUROS - 7h30:
Dow: -0,02%
SP500: -0,03%
NASDAQ: -0,01%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.