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RESENHA DA BOLSA - SEGUNDA-FEIRA 08/06/2020

ÁSIA: As bolsas da região da Ásia subiram na segunda-feira, depois que os dados de empregos dos EUA divulgados sexta-feira mostraram um salto inesperado, gerando esperanças de uma forte recuperação econômica.

No Japão, o Nikkei subiu 1,37%, enquanto o índice Topix subiu 1,13%.

Na China continental, o composto de Xangai subiu 0,24%. O índice Hang Seng de Hong Kong subiu 0,03%.

Na Coreia do Sul, o Kospi subiu 0,11%.

Na Nova Zelândia, as ações da Air New Zealand dispararam 9,15% depois que a empresa anunciou uma meta para voltar aos “lucros saudáveis” no final de agosto de 2022. 

Em Singapura, as ações da Singapore Airlines caíram 1,62% depois que a empresa anunciou que havia levantado mais de 10 bilhões de dólares de Singapura (US $ 7,18 bilhões).

Esses movimentos seguiram um aumento geral no setor aéreo. As ações da Japan Airlines subiram cerca de 3% no Japão, enquanto as da Korean Air Lines subiram 0,49% na Coreia do Sul. As ações da China Southern Airlines listadas em Hong Kong  subiram 3,66%. A Cathay Pacific, no entanto, recuou 1,35%.

No geral, o índice MSCI Asia ex-Japan subiu cerca de 0,3%.

Os mercados da Austrália ficaram fechados na segunda-feira por conta de um feriado.

Os preços do petróleo recuperaram na tarde do pregão asiático, depois que a OPEP e seus aliados concordaram no sábado em estender o corte histórico de produção de quase 10 milhões de barris de petróleo diário até o final de julho. Os  contratos futuros do Brent subiram 1,21%, para US $ 42,81 por barril, enquanto os futuros dos EUA avançaram 0,81%, para US $ 39,87 por barril

EUROPA: Uma abertura instável nos mercados europeus marca uma divergência em relação à tendência amplamente positiva observada na Ásia e nos EUA. 

Os investidores avaliam a recuperação econômica causada pela pandemia de coronavírus e com o andamento dos protestos globais contra o racismo, revertendo a forte alta da semana passada.

O Stoxx 600 cai 0,52%, o alemão DAX 30 recua 0,53%, o CAC 40 da França  cai 0,49%. Em sentido contrário, o FTSE 100 do Reino Unido sobe 0,20%, o IBEX 35 da Espanha avança 0,70% e o FTSE MIB da Itália sobe 0,40%.

Em Londres, Anglo American sobe 1,4%, Antofagasta avança 0,4%, BHP sobe 1,4% e Rio Tinto opera em alta de 0,7%. Entre as produtoras de petróleo, BP sobe 3,4% e Royal Dutch Shell avança 4,6%.

A AstraZeneca, listada na LSE, cai 2,30% depois que a Bloomberg News disse que havia abordado a Gilead Sciences para uma possível fusão.

Em outras notícias, uma quarentena de 14 dias entra em vigor para qualquer viajante que chega ao Reino Unido na segunda-feira. A mudança ocorre quando a maioria dos países europeus continua a relaxar as restrições. 

Dados divulgados na segunda-feira mostraram que a produção industrial alemã caiu 17,9% em abril em relação ao mês anterior, quando os bloqueios causados ​​pelo coronavírus atingiram a maior economia da Europa. Isto seguiu uma queda de 8,9% em março e marcou um declínio anual de 25,3%.

EUA: Os futuros dos índices de ações dos EUA seguem avançando na manhã de segunda-feira, após fortes ganhos da semana passada.

Na sexta-feira, o Nasdaq Composite Index fechou com alta de 2,06% depois de estabelecer um recorde intradiário em 9.842,49 pontos. O Dow subiu 3,15%, enquanto o S&P 500 subiu 2,62%.

Na semana passada, o Dow subiu 6,8%, enquanto o S&P 500 saltou 4,9%. O Nasdaq Composite subiu 3,4% após fechar em níveis recordes pela primeira vez desde 19 de fevereiro. O Nasdaq foi o primeiro dos três índices a reverter as máximas histórica desde que a pandemia de coronavírus fechou a economia global.

Uma grande parte desses ganhos semanais ocorreu na sexta-feira, quando as ações dispararam devido a um aumento surpreendente no número de emprego nos EUA. O Departamento do Trabalho disse na sexta-feira que a economia adicionou 2,5 milhões de empregos em maio, um recorde. Economistas previram uma queda de mais de 8 milhões.

A recuperação dos empregos ocorre quando os estados continuam seus processos de reabertura. Todos os 50 estados reduziram as restrições de quarentena, com restaurantes e outras empresas retomando as operações em alguns estados.

Os dados compilados pelo OpenTable mostram que as reservas de restaurantes nos EUA estão agora 80% abaixo dos níveis do ano passado. Em abril, as reservas caíram 100%. As taxas de ocupação de hotéis, compras de imóveis residenciais e viagens aéreas nos EUA também começaram a recuperar.

As expectativas de uma rápida recuperação econômica fizeram com que as ações voassem desde que atingiram mínimos em 23 de março. Nesse período, o S&P 500 subiu mais de 45%, enquanto o Dow ganhou mais de 48%.

Entre as ações que mais se beneficiam com a reabertura da economia, o JPMorgan Chase e o Citigroup aumentaram mais de 23% no trimestre até o momento, enquanto Hilton Worldwide avançaram 27,8%. As ações da American Airlines subiram 52,5% nesse período, enquanto as da Delta e da United subiram 19,7% e 34,4%, respectivamente.

Não está prevista a divulgação de dados relevantes nesta segunda-feira.

O Federal Reserve deve divulgar sua declaração de política atualizada na quarta-feira. Embora os investidores não esperem que o banco central faça alguma alteração na sua taxa de juros, que atualmente está entre 0% e 0,25%, os investidores tentarão obter pistas após o forte relatório de empregos de sexta-feira que apontou um aumento impressionante de 2,5 milhões de empregos em maio, enquanto os economistas esperavam perdas de até 9 milhões de empregos no mês, em meio a fechamentos dos estabelecimentos relacionados ao coronavírus.

ÍNDICES FUTUROS - 7h55:
Dow: +0,76%
SP500: +0,55%
NASDAQ: +0,20%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - QUINTA-FEIRA 04/06/2020

ÁSIA: As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta nesta quinta-feira, enquanto os investidores avaliavam com otimismo uma possível recuperação global causada pela pandemia de coronavírus, à medida que mais economias reabrem, apesar do aumento do número de casos nos Estados Unidos, Brasil e outros países.

No Japão, o Nikkei subiu 0,36%, enquanto o índice Topix encerrou o pregão em alta de 0,3%. 

O Kospi da Coreia do Sul fechou em alta de 0,19%, além dos seus ganhos de quase 3% na quarta-feira.

Na China continental, o Shenzhen  Component subiu 0,28%, enquanto o composto de Xangai caiu 0,14%. O índice Hang Seng de Hong Kong caiu 0,27%. 

Na quarta-feira, o governo Trump disse que suspenderia os voos de passageiros de quatro companhias aéreas chinesas para os Estados Unidos a partir de 16 de junho, porque Pequim não aprovou a retomada dos voos para a China pela United e pela Delta Airlines.

Na Austrália, o S & P / ASX 200 fechou com  alta de 0,84%, em 5.991,80 pontos. As vendas no varejo da Austrália em abril caíram 17,7% em abril, segundo dados divulgados quinta-feira pelo Bureau of Statistics do país. Entre as mineradoras, BHP caiu 0,2%, Fortescue Metals recuou 0,9%, enquanto Rio Tinto avançou 1%. Entre as produtoras de petróleo, Santos caiu 1,8% e Woodside Petroleum caiu 1,4%, seguindo a queda dos preços do petróleo.

Na tarde do pregão asiático, os futuros do Brent caiu 1,33%, a US $ 39,26 por barril. Os contratos futuros de petróleo dos EUA caíram 1,93%, para US $ 36,57 por barril.

EUROPA: As bolsas europeias recuam nesta quinta-feira, com investidores cautelosos antes da última decisão do Banco Central Europeu.

O Banco Central Europeu (BCE) deve anunciar seu mais recente movimento de política monetária e os analistas acreditam que o banco deve expandir o Pandemic Emergency Purchase Program, seu programa de compras de títulos relacionados com a crise por coronavírus, em uma tentativa de enfrentar a pior crise econômica da zona do euro desde a Guerra Mundial II.

O banco central mostrou na terça-feira que comprou € 235 bilhões (US $ 263 bilhões) em ativos até o final de maio, com € 103 bilhões em abril e € 116 bilhões em maio. Até agora, o BCE concentrou quase todo o PEPP em títulos do governo. Adquiriu 186,6 bilhões de euros em títulos do setor público usando o programa.

O BC comprou desproporcionalmente títulos italianos, norteado na participação de cada país no capital do banco central, baseado com os números da população e no PIB. Surpreendentemente, talvez a Alemanha tenha sido o maior vencedor, enquanto a França foi o principal perdedor, de acordo com uma análise do estrategista da Pictet Wealth Management, Frederik Ducrozet. 

As ações do BCE ajudaram a limitar o spread entre o rendimento dos títulos italianos e os da Alemanha. O rendimento do título de 10 anos do governo italiano caiu para 1,52% na terça-feira, ante 2,38% em meados de março, enquanto o rendimento do título do governo alemão de 10 anos, negativo há mais de um ano, foi de -0,41%.

O BCE também comprou € 35 bilhões em títulos comerciais, enquanto comprou só € 10,6 bilhões em títulos corporativos.

Isabel Schnabel, membro do conselho executivo do BCE, disse em entrevista à Perspektiven der Wirtschaftspolitik que o programa ajudou a acalmar os mercados financeiros.

O Stoxx Europe 600 cai 0,70%, mas mantém uma alta de 32% em relação às mínimas de março. Entre as maiores quedas, incluem os grupos imobiliários de shopping centers Hammerson (-9,91%) e Unibail-Rodamco-Westfield (-3,10%).

O alemão DAX 30 cai 0,94% apesar da Alemanha aprovar um pacote de estímulo econômico pandêmico no valor de 130 bilhões de euros para 2020 e 2021.

O CAC 40 recua 0,71%, enquanto o IBEX 35 da Espanha cai 1,12% e o FTSE MIB da Itália perde 1,15%.

Em Londres, o FTSE 100 cai 0,41%. Entre as mineradoras, Anglo American cai 1,7%, Antofagasta cai 1,1%, BHP recua 0,6% e Rio Tinto perde 0,9%. Entre as produtoras de petróleo, BP cai 0,9% e Royal Dutch Shell cai 1,1%.

O euro cai 0,24% e a libra recua 0,30% frente ao dólar, devolvendo parte dos recentes ganhos.

EUA: Os futuros dos índices de ações dos EUA são negociados em baixa nesta quinta-feira de manhã, após uma série de ganhos, com um reinício gradual das economias dos EUA e mundiais, o que ajudou a apoiar o sentimento de alta.

Os investidores aguardam o relatório sobre reivindicações semanais de seguro-desemprego nos EUA para avaliar o impacto do surto viral, enquanto uma decisão política do Banco Central Europeu no final da manhã pode influenciar a negociação dos ativos nos EUA. 

Espera-se que pelo menos 1,8 milhão de trabalhadores desempregados tenham solicitado o benefício na semana encerrada em 30 de maio. Esses dados podem ressaltar que os EUA possa estar no fim do impacto da epidemia que abalou a economia dos EUA. Espera-se que o relatório seja divulgado às 9h30 da manhã.

Os dados de emprego do setor privado divulgados na quarta-feira mostraram que um total de 2,76 milhões de empregos foram perdidos em maio, informou a Automatic Data Processing (ADP), mas essa perda foi muito menor do que os 8,66 milhões estimados pela Econoday.

Na quarta-feira, o Dow subiu 2,04%, para fechar em 26.269,89 pontos, enquanto o S&P 500 subiu 1,36%, terminando em 3.112,87 pontos, o fechamento mais alto para os dois benchmarks desde 4 de março. O Índice Nasdaq avançou 0,77%, terminando em 9.682,91, ou 1,4% acima da máxima histórica de 9.817,18 pontos registrados em fevereiro.

Os índices de ações nos EUA se recuperaram com força desde as mínimas de 23 de março, em parte devido ao otimismo em torno dos esforços de reabertura e a evidência de uma lenta disseminação da infecção mortal à medida que o verão começa.

Trilhões de dólares em estímulos do Federal Reserve e do governo dos EUA, que sustentam os mercados financeiros, também ajudaram a impulsionar os ativos considerados "de risco".

Até agora, as manifestações civis centrada na morte de um negro desarmado por um policial branco em Minnesota não está refletindo nas negociações do mercado de ações, nem nas tensões crescentes entre a China e os EUA, visto que o governo Trump suspendeu os voos para os EUA pelas companhias aéreas chinesas em retaliação aparente por parte de Pequim que interrompeu os voos americanos com destino à China.

Entre outros dados econômicos, os investidores aguardam um relatório sobre comércio internacional às 9h30, um relatório sobre custos de produtividade e uma atualização do balanço do Fed às 17h30.

ÍNDICES FUTUROS - 7h55:
Dow: -0,43%
SP500: -0,46%
NASDAQ: -0,20%
OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - QUARTA-FEIRA 03/06/2020

ÁSIA: As bolsas da Ásia fecharam em alta nesta quarta-feira, com otimismo em relação à reabertura das economias, à medida que as autoridades facilitam as medidas de bloqueio introduzidas para conter o coronavírus.

Na Coreia do Sul, o Kospi liderou ganhos entre os principais mercados da região, subindo 2,87%, depois que a Coreia do Sul divulgou na quarta-feira um orçamento suplementar de 35,3 trilhões de won (US $ 29 bilhões), aumentando o estímulo total para 270 trilhões de won para combater o impacto econômico da pandemia do coronavírus, segundo a Reuters.

O Nikkei do Japão avançou 1,29%, enquanto o índice Topix fechou em alta de 0,72%. Tóquio relatou 34 casos recentemente confirmados na terça-feira, levando as autoridades da cidade a declarar um "alerta" simbólico por mais distância social. A Ponte Arco-Íris em Tóquio estava acesa em vermelho para lembrar os moradores. Antes de terça-feira, novas infecções diárias estavam abaixo de 20.

Em Hong Kong, o índice Hang Seng subiu 1,37%, com as ações da gigante chinesa de tecnologia Alibaba subindo 4,5%. Na China continental, com o composto de Xangai subiu 0,07%, enquanto o Shenzhen Component caiu ligeiramente para cerca de 11.108,36 pontos.

Na Austrália, o dia também foi de ganhos. O  S & P / ASX 200 subiu 1,83%, em 5.941,60 pontos. O PIB da Austrália caiu 0,3% no primeiro trimestre, segundo dados divulgados quarta-feira pelo Bureau of Statistics do país. Entre as mineradoras, BHP subiu 2,3%, Rio Tinto avançou 0,3%, enquanto as produtoras de petróleo, Santos e Woodside Petroleum, fecharam em alta de 3,7% e 2,7%, respectivamente.

As ações dos bancos na região subiram com o otimismo dos investidores. Em Hong Kong, as ações do HSBC subiram 2,02%, enquanto o China Construction Bank subiu 0,48%. As ações do Shinhan Financial Group na Coreia do Sul subiram 11,72%. Em Singapura, o DBS Group subiu 6,83%, enquanto a Oversea-Chinese Banking Corporation subiu  4,05%. O Commonwealth Bank of Australia e o Westpac, na Austrália, saltaram 3,25% e 4,36%, respectivamente.

No geral, o índice MSCI Asia ex-Japan subiu 1,75%. 

Os mercados da Tailândia permaneceram fechados na quarta-feira por conta de feriado.

Os preços do petróleo subiram na tarde do pregão asiático, com os contratos futuros do Brent avançando 1,69%, para $ 40,24 por barril. Os contratos futuros de petróleo nos EUA subiram 2,36%, para US $ 37,68 por barril.

EUROPA: As bolsas europeias estendem os ganhos pelo terceiro dia na sessão desta quarta-feira, enquanto os investidores avaliam a instabilidade interna nos EUA e a expansão para outros países como a frança e se inspiraram em dados que indicam mais força econômica à medida que os bloqueios da pandemia global se desenrolam.

O índice Stoxx Europe 600 sobe 1,47%, após fechar em alta de 1,6% na terça-feira. O índice alemão DAX 30 sobe 2,47%, ante um aumento de 3,7% na terça-feira, quando marcou o seu melhor fechamento desde 4 de maio. O índice francês CAC 40 sobe 2,12% e o índice FTSE 100 sobe 1,30%.

Em Londres, Anglo American sobe 1,1%, BHP avança 2,7%, Rio Tinto cai 0,2%, enquanto Antofagasta recua 2,8%. Entre as produtoras de energia, BP sobe 2,6% e Royal Dutch Shell sobe 3,7%.

O euro sobe 0,34% frente ao dólar, para US $ 1,12, um nível que não vê há 11 semanas.

Espera-se que as economias globais estejam se recuperando depois do devastador surto de coronavírus. Um indicador privado da atividade do setor de serviços da China mostrou uma forte recuperação em maio, com a demanda doméstica subindo em meio a medidas governamentais para impulsionar o crescimento econômico e isso parece refletir na Europa, à medida que os mercados extrapolam as melhorias observadas nos dados mais recentes da China para o resto do mundo.

O índice PMI de serviços da zona do euro subiu para 30,5 em maio, ante 12 em abril, acima da leitura flash de 28,7, mas ainda está bem abaixo da marca dos 50, indicando condições de deterioração, disse IHS Markit. 

As reivindicações de seguro-desemprego na Alemanha aumentaram 238.000 em maio, o que marcou um ritmo mais lento do que em abril.

Os investidores buscarão pistas para ver se o Banco Central Europeu vai expandir o seu Programa de Compras de Emergência frente à pandemia de € 750 bilhões quando se reunir na quinta-feira.

Os investidores parecem ignorar as manifestações nos EUA após a morte de George Floyd, em 25 de maio e outros recentes crimes raciais.

Ignorando o toque de recolher, os protestos dos EUA continuaram no final da noite de terça-feira, principalmente em Manhattan e Brooklyn, marcando o oitavo dia de manifestações em todo o país após a morte de 25 de maio de George Floyd e outros recentes assassinatos raciais.

EUA: Os futuros dos índices de ações dos EUA apontam para ganhos adicionais nesta quarta-feira em Wall Street, após o mercado de ações fechar em seu nível mais alto desde o início de março.

Na terça-feira, as bolsas subiram com o otimismo em torno da reabertura das empresas, ofuscando as preocupações com a pandemia global, as tensões comerciais EUA-China e protestos em todo o país. As ações receberam um impulso extra na hora final das negociações e fecharam em torno das máximas intradiárias.

O Dow subiu 1,05%, terminando em 25.742,65 pontos, marcando o maior fechamento desde 6 de março. Enquanto isso, o índice S&P 500 avançou 0,82%, fechando em 3.080,82 pontos, o mais alto nível desde 4 de março e o Nasdaq Composite Index subiu 0,59%, para terminar em 9.608,37 pontos, representando o melhor nível de fechamento desde 20 de fevereiro.

Ações vinculadas à reabertura dos estados subiram. Citigroup, Wells Fargo e Bank of America subiram pelo menos 0,9%. GAP subiu 7,7% e Southwest ganhou 2,6%. Operadores de shopping centers tiveram ganhos robustos na terça-feira. 

As ações continuaram sua trajetória ascendente, à medida que o apetite ao risco aumenta com o otimismo de que o pior da crise econômica decorrente da disseminação do coronavírus ocorreu. Os ganhos em junho seguem os aumentos mensais consecutivos em abril e maio para as ações dos EUA. 

O Dow agora subiu mais de 41% em relação à baixa de 52 semanas de 23 de março. O S&P 500 subiu 1% em junho e está com uma valorização de 40% ante a baixa de março. 

Na agenda econômica desta quarta-feira, o relatório de empregos do setor privado da ADP será divulgado às 9h30. Os analistas esperam uma perda de 8,75 milhões de empregos em maio. Isso ocorre depois que das perdas de mais de 20 milhões de empregos em abril, quando as empresas demitiram empregados em meio a uma paralisação induzido pelo coronavírus que deixou a maior parte da economia americana parada. Abril marcou o pior perda de emprego na história do relatório da ADP. 

A pesquisa PMI final sairá as 10h45 e o PMI de serviços do ISM sairá às 11h00, enquanto os estoques de petróleo sairá as 11h30.  

ÍNDICES FUTUROS - 7h55:
Dow: +0,63%
SP500: +0,40%
NASDAQ: +0,29%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.