(1) RESUMO:
Maioria dos mercados asiáticos fecharam no azul nesta quarta-feira, impulsionado pelo sucesso do leilão de títulos português. Na Austrália, ações ligadas a commodities subiram seguindo a alta no preço do cobre. O mercado australiano apresentou um certo alivio na expectativa de que as inundações no estado de Queensland começa a melhorar. Em Seul, houve realização de lucro, apesar do Banco da Coreia surpreender os mercados com alta de 25 pontos para 2.75% na taxa de juros, na tentativa de conter a inflação. As ações financeiras, especialmente as bancos e seguradoras subiram na expectativas de fortes ganhos em 2011 com a decisão de nova regulamentação do Serviço Nacional de Pensões para permitir aumentos nos investimentos em bancos nacionais. Entre os outros mercados, NZX-50 da Nova Zelândia, Straits Times de Singapura, KLCI da Malásia, ações da Indonésia, Tailândia, Filipinas, Taiex de Taiwan subiram. Sensex da Índia caiu. Nos mercados cambiais, o euro manteve ganhos contra o dólar dos EUA e o iene japonês. Europa abriu em alta.
CHINA: Ações em Hong Kong estenderam os ganhos de quinta-feira apoiadas em ações de empresas com exposição na Europa. Com a melhora da percepção de risco no cenário mundial, empresas do setor petrolífero fecharam o pregão com a cotação valorizada. O índice Hang Seng e o Hang Seng China Enterprises subiram. No continente, o China Composite também fechou em alta. Segundo o Banco Mundial, a economia chinesa deverá desacelerar neste ano e crescer próximo a 8,7% e em 2012 a instituição espera que o PIB (Produto Interno Bruto) da economia chinesa expanda-se algo em torno de 8,4%.
JAPÃO: No Japão o índice Nikkei e o Topix fecharam em alta, ajudado pelo leilão português um pouco melhor do que o esperado e consequentemente um iene mais fraco que o euro. Exportadoras com foco na Europa, imobiliárias, bancos e construtoras deram o tom da alta. Os pedidos para a indústria japonesa caíram 3% em novembro em relação a outubro. Analistas esperavam um avanço do indicador.
EUROPA: Mercados da Europa operam em queda neste instante, aguardando os leilões de títulos da Espanha e a Itália e o BoE (Bank of England) e do BCE (Banco Central Europeu) anunciarão as decisões tanto da taxa de juro mais tarde. O Stoxx Europe 600 cai 0,3%, para 284,83, com queda nas ações de mineradoras e companhias aéreas, enquanto os bancos tiveram uma sessão mista. O IBEX 35 da Espanha, PSI 20 de Portugal e FTSE Itália sobem. Entre os principais índices, o alemão DAX 30, o britânico FTSE 100 caem com as mineradoras, após recentes ganhos. O índice francês CAC 40 sobe, apesar da queda de papéis de companhias aérea. O governo espanhol vendeu 3 bilhões de euros (3,9 bilhões) em bônus de cinco anos. O leilão apresentou um rendimento de 4,542%, contra um rendimento de 3,576% em novembro. Demanda reforçada, com a oferta total superior a 2,1 vezes oferta contra 1,6 na venda de Novembro. O euro estende ganhos em relação ao dólar.
(2) AGENDA DO MERCADO :
HOJE:
- EUA:
11h30 - Trade Balance de novembro (mede a diferença entre os valores das importações e exportações realizadas pelo país);
11h30 - PPI - Producer Price Index (é o mais importante indicador de inflação dos Estados Unidos) e CORE PPI (é muito acompanhado pelo mercado financeiro devido a grandes volatilidades, exceção aos preços de alimentação), ambos de dezembro;
11h30 - Initial Claims (pedidos de auxílio-desemprego).
AGENDA DE AMANHÃ:
EUROPA: Consumer Price Index (CPI) de dezembro (indicador da inflação ao consumidor europeu) e o Trade Balance de novembro (balança comercial na Zona do Euro).
REINO UNIDO: Não está prevista a divulgação de indicadores econômicos.
ALEMANHA: Consumer Price Index (CPI) de dezembro (indicador da inflação ao consumidor alemão).
EUA: 11h30 - Retail Sales (mede as vendas totais do mercado varejista, exceto o setor de serviços) e o Retail Sales ex-auto (ignora as vendas de automóveis) de dezembro; 11h30 - CPI - Consumer Price Index e de seu núcleo (indicador mensal da inflação ao consumidor americano) de dezembro; 12h15 - Industrial Production (produção industrial) e pelo Capacity Utilization (capacidade utilizada), ambos de dezembro; 12h55 - Michigan Sentiment de janeiro (mede a confiança dos consumidores na economia norte-americana); 13h00 - Business Inventories de novembro (mede o nível de vendas e de estoques das indústrias, além dos setores de atacado e varejo).
(3) ÍNDICES MUNDIAIS (8h15):
ÁSIA
Austrália: +1,44%
Nikkei: +0,73%
Hong Kong: +0,47%
Xangai Composite: +0,23%
EUROPA
London - FTSE: -0,48%
Paris Cac 40: +0,37%
Frankfurt - Dax: 0,08%
Madrid IBEX: +2,03%
Moscow: +0,18%
PETRÓLEO
BRENT: +0,61%
WTI: +0,24%
COMMODITIES METÁLICAS
COBRE: -1,14%
NIQUEL: -1,54%
ÍNDICES FUTUROS AMERICANO
Dow: -0,12%
S&P: -0,12%
NASDAQ: -0,08%
ATENÇÃO: Atenções ficam por conta dos dados de desemprego americano e leilões e reuniões dos Bancos Centrais na Europa. É aguardado para hoje os resultados corporativos nos EUA da: Intel, Infosys, Sealy, CRA Intl e DHT.
Observação: Este material é um trabalho voluntário e gratuíto, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui redigidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. Atenção para o horário da disponibilização dos dados desse relatório.
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Veja Também

QUARTA-FEIRA 12/01/2011
(1) RESUMO:
Mercados de ações fecharam em alta nesta quarta-feira, após a ascensão de Wall Street. Na Austrália teve a primeira alta depois de sucessivas baixas, apesar dos ganhos ainda serem limitado pelas preocupações com o impacto das grandes enchentes no estado de Queensland e cautela antes do leilão de títulos português. Todos ainda aguardam para ver o montante dos danos, porém ainda é muito cedo para fazer qualquer estimativa de como o governo irá atuar. Mineradoras subiram, ajudadas principalmente pela forte alta nos preços do cobre, enquanto bancos e transportadoras ainda apresentam quedas. Em Seul, empresas de tecnologia subiram alimentadas pelas expectativas que os preços de chips de memória DRAM cairá em breve. Construtoras tanbém subiram na expectativa de recuperação do mercado imobiliário neste ano. No resto da região, as ações da Malásia, o Straits Times, de Singapura, NZX-50 da Nova Zelândia, mercado de ações da Indonésia, as ações da Tailândia e Sensex da Índia subiram. Nos mercados cambiais, o euro apresentava pouco volume de negociação, com os investidores aguardando os leilões da dívida da zona do euro esta semana. Portugal tem leilão agendado para hoje, a Espanha estará leiloando 2.016 títulos na quinta-feira e Itália leiloará 2026 títulos do governo no mesmo dia. Europa abriu em alta.
CHINA: Mineradoras de carvão e produtores de petróleo sustentaram os ganhos na China devido à alta nos preços do petróleo no exterior, com queda da oferta e um dólar dos EUA enfraquecido. Em Hong Kong a alta foi sustentada por ganhos em ações de telecomunicações e de propriedade devido ao boom de consumo local. Ações de companhias aéreas chinesas também apresentaram ganhos sólidos após emitirem uma forte previsão de lucro para 2010. O índice Hang Seng e o Hang Seng China Enterprises subiram. No continente o Xangai China Composite também subiu. Em taiwan, a alta foi sustentada pelos ganhos no setor do turismo, financeiro e empresas de construção civil.
JAPÃO: Embora o aumento em Wall Street estivesse ajudando as ações em Tóquio, os ganhos foram limitados pela cautela antes do leilão de títulos de Portugal agendadas para hoje. As tensões relativas às condições Europeia continuará ao longo da semana. Bancos, seguradoras, montadoras foram destaques positivos. As ações de exportadoras japonesas de tecnologia foram beneficiados pelo ienes um pouco mais fraco. Montadoras também fecharam em alta. Nikkei e Topix tiveram alta ignorando os dados da conta corrente do Japão, com a queda do superávit mais do que o esperado em novembro, de ¥ 1.436.000.000.000 em outubro para ¥ 926.200.000.000 ($ 11,1 bilhões), uma queda de 15,7% em relação a novembro de 2009, devido principalmente à elevação dos preços das commodities. Economistas esperavam que o superávit em ¥ 977.700.000.000, de acordo com uma pesquisa realizada pela Dow Jones Newswires. As exportações de novembro subiram 9,3% face ao mesmo período homólogo do ano anterior e as importações tiveram aumento de 15,7%.
EUROPA: Mercados na Europa operam em alta. O Stoxx Europe 600 sobe 0,8% para 284,27 seguindo ganhos dos mercados asiáticos. Os ganhos vem dos investidores que aguardam os resultados da venda de títulos de Portugal. A agência planeja vender entre 750 milhões de euros (970 milhões dólares) e € 1,25 bilhões de títulos com vencimento em outubro de 2014 e junho 2020. Segundo analistas, o leilão de hoje está tão bem sinalizado, que seria uma grande surpresa se não for devorado com facilidade. O leilão de espanhol de amanhã mantém a mesma expectativa de que seja facilmente financiado. O euro sobe frente ao dólar antes dos resultados do leilão. PSI 20 de Portugal e o IBEX espanhol sobem forte. O CAC 40 francês sobe alavancado pelo grupo aeroespacial EADS, após a Airbus anunciar pedido recorde de 180 aeronaves da transportadora indiana Indigo. Entre os outros principais mercados europeus, o índice FTSE 100 e o alemão DAX 30 também sobem, alimentadas pelas financeiras, depois que analistas do JP Morgan disseram que preferem bancos de investimentos europeus do que seus rivais dos EUA, devido uma aplicação mais rígida do que o esperado da Regra Volcker sobre a restrição de negociação especulativa. A economia da Alemanha cresceu 3,6% em 2010 (maior aumento desde a reunificação do país). A recuperação veio depois que a Alemanha foi atingido em 2009 pela pior recessão desde a Segunda Guerra Mundial, com queda de 4,7% do PIB.
(2) AGENDA DO MERCADO :
HOJE:
- EUA:
11h30 - Export Prices (preços de bens exportados, excluindo produtos agrícolas) e o Import Prices (preços de bens importados, excluindo petróleo), ambos de dezembro;
11h30 - Discurso do Secretario do Tesouro americano Timoty Geitner (discursará em Washington a respeito do relacionamento econômico entre China e EUA).
13h30 - Estoques de Petróleo norte-americano;
17h00 - Treasury Budget de dezembro (orçamento governamental);
17h00 - Livro Bege do Fed (relatório importante sobre o desempenho atual da economia do país)
AGENDA DE AMANHÃ:
EUROPA: Reunião do Banco Central Europeu para deliberar sobre os rumos da política monetária na Zona do Euro, atualmente a taxa básica de juros na região está fixada em 1,00% ao ano.
REINO UNIDO: Industrial Production de Novembro (números da produção industrial do Reino Unido) e Reunião do Banco da Inglaterra para deliberar sobre os rumos da política monetária no Reino Unido, atualmente a taxa básica de juros britânica está fixada em 0,50% ao ano.
ALEMANHA: Não está prevista a divulgação de indicadores econômicos.
EUA: 11h30 - Trade Balance de novembro (mede a diferença entre os valores das importações e exportações realizadas pelo país); 11h30 - PPI - Producer Price Index (é o mais importante indicador de inflação dos Estados Unidos) e CORE PPI (é muito acompanhado pelo mercado financeiro, por estar alheio a grandes volatilidades, exceção aos preços de alimentação), ambos de dezembro; 11h30 - Initial Claims (pedidos de auxílio-desemprego).
(3) ÍNDICES MUNDIAIS (7h45):
ÁSIA
Austrália: +0,35%
Nikkei: +0,02%
Hong Kong: +1,65%
Xangai Composite: +0,20%
EUROPA
London - FTSE: +0,50%
Paris Cac 40: +1,49%
Frankfurt - Dax: +1,33%
Madrid IBEX: +3,89%
Moscow: +1,88%
PETRÓLEO
BRENT: +0,61%
WTI: +0,24%
COMMODITIES METÁLICAS
COBRE: +1,11%
NIQUEL: +2,06%
ÍNDICES FUTUROS AMERICANO
Dow: +0,62%
S&P: +0,71%
NASDAQ: +0,62%
ATENÇÃO: Agenda pesada com destaque para o Livro Bege do Fed e para o orçamento do governo americano, mas o foco das atenções ficará por conta do Leilão de Títulos de Portugal.
Observação: Este material é um trabalho voluntário e gratuíto, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui redigidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. Atenção para o horário da disponibilização dos dados desse relatório.
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Mercados de ações fecharam em alta nesta quarta-feira, após a ascensão de Wall Street. Na Austrália teve a primeira alta depois de sucessivas baixas, apesar dos ganhos ainda serem limitado pelas preocupações com o impacto das grandes enchentes no estado de Queensland e cautela antes do leilão de títulos português. Todos ainda aguardam para ver o montante dos danos, porém ainda é muito cedo para fazer qualquer estimativa de como o governo irá atuar. Mineradoras subiram, ajudadas principalmente pela forte alta nos preços do cobre, enquanto bancos e transportadoras ainda apresentam quedas. Em Seul, empresas de tecnologia subiram alimentadas pelas expectativas que os preços de chips de memória DRAM cairá em breve. Construtoras tanbém subiram na expectativa de recuperação do mercado imobiliário neste ano. No resto da região, as ações da Malásia, o Straits Times, de Singapura, NZX-50 da Nova Zelândia, mercado de ações da Indonésia, as ações da Tailândia e Sensex da Índia subiram. Nos mercados cambiais, o euro apresentava pouco volume de negociação, com os investidores aguardando os leilões da dívida da zona do euro esta semana. Portugal tem leilão agendado para hoje, a Espanha estará leiloando 2.016 títulos na quinta-feira e Itália leiloará 2026 títulos do governo no mesmo dia. Europa abriu em alta.
CHINA: Mineradoras de carvão e produtores de petróleo sustentaram os ganhos na China devido à alta nos preços do petróleo no exterior, com queda da oferta e um dólar dos EUA enfraquecido. Em Hong Kong a alta foi sustentada por ganhos em ações de telecomunicações e de propriedade devido ao boom de consumo local. Ações de companhias aéreas chinesas também apresentaram ganhos sólidos após emitirem uma forte previsão de lucro para 2010. O índice Hang Seng e o Hang Seng China Enterprises subiram. No continente o Xangai China Composite também subiu. Em taiwan, a alta foi sustentada pelos ganhos no setor do turismo, financeiro e empresas de construção civil.
JAPÃO: Embora o aumento em Wall Street estivesse ajudando as ações em Tóquio, os ganhos foram limitados pela cautela antes do leilão de títulos de Portugal agendadas para hoje. As tensões relativas às condições Europeia continuará ao longo da semana. Bancos, seguradoras, montadoras foram destaques positivos. As ações de exportadoras japonesas de tecnologia foram beneficiados pelo ienes um pouco mais fraco. Montadoras também fecharam em alta. Nikkei e Topix tiveram alta ignorando os dados da conta corrente do Japão, com a queda do superávit mais do que o esperado em novembro, de ¥ 1.436.000.000.000 em outubro para ¥ 926.200.000.000 ($ 11,1 bilhões), uma queda de 15,7% em relação a novembro de 2009, devido principalmente à elevação dos preços das commodities. Economistas esperavam que o superávit em ¥ 977.700.000.000, de acordo com uma pesquisa realizada pela Dow Jones Newswires. As exportações de novembro subiram 9,3% face ao mesmo período homólogo do ano anterior e as importações tiveram aumento de 15,7%.
EUROPA: Mercados na Europa operam em alta. O Stoxx Europe 600 sobe 0,8% para 284,27 seguindo ganhos dos mercados asiáticos. Os ganhos vem dos investidores que aguardam os resultados da venda de títulos de Portugal. A agência planeja vender entre 750 milhões de euros (970 milhões dólares) e € 1,25 bilhões de títulos com vencimento em outubro de 2014 e junho 2020. Segundo analistas, o leilão de hoje está tão bem sinalizado, que seria uma grande surpresa se não for devorado com facilidade. O leilão de espanhol de amanhã mantém a mesma expectativa de que seja facilmente financiado. O euro sobe frente ao dólar antes dos resultados do leilão. PSI 20 de Portugal e o IBEX espanhol sobem forte. O CAC 40 francês sobe alavancado pelo grupo aeroespacial EADS, após a Airbus anunciar pedido recorde de 180 aeronaves da transportadora indiana Indigo. Entre os outros principais mercados europeus, o índice FTSE 100 e o alemão DAX 30 também sobem, alimentadas pelas financeiras, depois que analistas do JP Morgan disseram que preferem bancos de investimentos europeus do que seus rivais dos EUA, devido uma aplicação mais rígida do que o esperado da Regra Volcker sobre a restrição de negociação especulativa. A economia da Alemanha cresceu 3,6% em 2010 (maior aumento desde a reunificação do país). A recuperação veio depois que a Alemanha foi atingido em 2009 pela pior recessão desde a Segunda Guerra Mundial, com queda de 4,7% do PIB.
(2) AGENDA DO MERCADO :
HOJE:
- EUA:
11h30 - Export Prices (preços de bens exportados, excluindo produtos agrícolas) e o Import Prices (preços de bens importados, excluindo petróleo), ambos de dezembro;
11h30 - Discurso do Secretario do Tesouro americano Timoty Geitner (discursará em Washington a respeito do relacionamento econômico entre China e EUA).
13h30 - Estoques de Petróleo norte-americano;
17h00 - Treasury Budget de dezembro (orçamento governamental);
17h00 - Livro Bege do Fed (relatório importante sobre o desempenho atual da economia do país)
AGENDA DE AMANHÃ:
EUROPA: Reunião do Banco Central Europeu para deliberar sobre os rumos da política monetária na Zona do Euro, atualmente a taxa básica de juros na região está fixada em 1,00% ao ano.
REINO UNIDO: Industrial Production de Novembro (números da produção industrial do Reino Unido) e Reunião do Banco da Inglaterra para deliberar sobre os rumos da política monetária no Reino Unido, atualmente a taxa básica de juros britânica está fixada em 0,50% ao ano.
ALEMANHA: Não está prevista a divulgação de indicadores econômicos.
EUA: 11h30 - Trade Balance de novembro (mede a diferença entre os valores das importações e exportações realizadas pelo país); 11h30 - PPI - Producer Price Index (é o mais importante indicador de inflação dos Estados Unidos) e CORE PPI (é muito acompanhado pelo mercado financeiro, por estar alheio a grandes volatilidades, exceção aos preços de alimentação), ambos de dezembro; 11h30 - Initial Claims (pedidos de auxílio-desemprego).
(3) ÍNDICES MUNDIAIS (7h45):
ÁSIA
Austrália: +0,35%
Nikkei: +0,02%
Hong Kong: +1,65%
Xangai Composite: +0,20%
EUROPA
London - FTSE: +0,50%
Paris Cac 40: +1,49%
Frankfurt - Dax: +1,33%
Madrid IBEX: +3,89%
Moscow: +1,88%
PETRÓLEO
BRENT: +0,61%
WTI: +0,24%
COMMODITIES METÁLICAS
COBRE: +1,11%
NIQUEL: +2,06%
ÍNDICES FUTUROS AMERICANO
Dow: +0,62%
S&P: +0,71%
NASDAQ: +0,62%
ATENÇÃO: Agenda pesada com destaque para o Livro Bege do Fed e para o orçamento do governo americano, mas o foco das atenções ficará por conta do Leilão de Títulos de Portugal.
Observação: Este material é um trabalho voluntário e gratuíto, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui redigidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. Atenção para o horário da disponibilização dos dados desse relatório.
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TERÇA-FEIRA 11/01/2011
(1) RESUMO:
Fechamento misto na maioria dos mercados de ações na Ásia nesta terça-feira com Austrália ainda sentindo reflexos das inundações no estado de Queensland. Bancos, seguradoras e mineradoras ainda dão o tom negativo para as bolsas locais. A dívida soberana na Zona Euro, bem como a decisão da política de taxas do Banco da Coréia arrastou Seul para baixo. No resto da região, Taiex de Taiwan, Straits Times de Singapura, ações na Indonésia e a NZX-50 da Nova Zelândia subiram, enquanto Kuala Lumpur da Malásia, ações nas Filipinas, Tailândia cairam. Nos mercados cambiais, subida do euro face ao iene diante comentário ministro das Finanças do Japão Noda ajudou a apoiar a moeda única em relação ao dólar dos EUA. Os investidores estão de olho nos leilões da dívida da Europa esta semana, pois os resultados desses leilões podem fornecer pistas sobre a gravidade dos problemas da dívida soberana de alguns países. Portugal agendou o leilão para quarta-feira e a Espanha e Itália na quinta quinta-feira. Europa abriu em alta.
CHINA: Hong Kong fecharam em alta, com destaque para bancos (foi anunciado que a quantidade de empréstimos no último ano atingiu 7,95 trilhões de yuans, valor 8% menor que aquele registrado em 2009, mas superior à meta de 17% do governo) e produtores de energia, após alta nos preços do petróleo bruto, reflexo do fechamento de oleoduto no Alaska, enquanto os promotores imobiliários chineses cairam com preocupações de que seja necessário novo imposto sobre propriedade (provavelmente vai ser aplicada na segunda habitação e irá variar entre 0,4% e 0,8% do valor da propriedade e é esperado para antes de Abril). O índice Hang Seng e o Hang Seng China Enterprises fecharam em alta. No continente o Xangai Composite também fechou em alta.
JAPÃO: No Japão, as preocupações sobre a dívida da zona do euro pesaram na volta do fim de semana prolongado, fazendo com que que o mercado viesse para baixo, apesar dos ganhos do euro face ao iene japonês com o anúncio do ministro das Finanças japonês Yoshihiko Noda que o país poderá comprar mais de 20% do montante de títulos do EFSF. Na parte positiva, siderúrgicas subiram na expectativa de altas no preço do aço.
EUROPA: Bolsas na Europa operam em alta. O Stoxx Europe 600 ganha 0,7% para 280,30, depois de perder 0,9% na sessão anterior. Os mercados foram impulsionados pelo interesse dos japoneses nos títulos do EFSF que será emitido no final deste mês. O EFSF foi criada pela União Europeia para fornecer empréstimos de emergência para países necessitados da zona do euro, após resgate da Grécia no ano passado. Bancos liderado os ganhos na Europa. PSI 20 de Lisboa opera em alta. Entre as principais bolsas, CAC da França, DAX da Alemanha e FTSE do Reino Unido operam em alta.
(2) AGENDA DO MERCADO :
HOJE:
- EUA:
13H00 - IBD/TIPP Economic Optimism (mede o nível de confiança do consumidor e o otimismo quanto à atividade econômica)
13h00 - Wholesale Inventories de novembro (relatório que contém informações sobre as vendas e os estoques do setor atacadista).
AGENDA DE AMANHÃ:
EUROPA: Industrial Production de novembro (os investidores acompanham os números da produção industrial da zona do euro).
REINO UNIDO: Trade Balance de novembro (o indicador mostra o desempenho mensal do comércio exterior britânico).
ALEMANHA: Produto Interno Bruto de dezembro (números do Produto Interno Bruto (PIB) da Alemanha).
EUA: 11h30 - Export Prices (preços de bens exportados, excluindo produtos agrícolas) e o Import Prices (preços de bens importados, excluindo petróleo), ambos de dezembro; 13h30 - Estoques de Petróleo norte-americano; 17h00 - Treasury Budget de dezembro (orçamento governamental); 17h00 - Livro Bege do Fed, relatório importante sobre o desempenho atual da economia do país.
(3) ÍNDICES MUNDIAIS (7h45):
ÁSIA
Sidney: -0,08%
Nikkei: -0,29%
Hong Kong: +0,99%
Xangai Composite: +0,47%
EUROPA
London - FTSE: 0,88%
Paris Cac 40: +0,40%
Frankfurt - Dax: +0,15%
Madrid IBEX: +0,18%
Moscow: +0,41%
PETRÓLEO
BRENT: -0,61%
WTI: -0,49%
COMMODITIES METÁLICAS
COBRE: +0,81%
NIQUEL: +1,86%
ÍNDICES FUTUROS AMERICANO
Dow: +0,13%
S&P: +0,08%
NASDAQ: +0,12%
ATENÇÃO: Atenção para as vendas e estoques do setor atacadista americanos, mas quem deve puxar as bolsas são os números dos balanços corporativos nos EUA que iniciou a temporada ontem com a Alcoa com lucro de US$ 258 milhões no quarto trimestre do ano passado, superando a expectativa dos analistas, com as vendas aumentando 4% na comparação com o mesmo período do ano passado, a maior marca da companhia desde a recessão de 2008.
Observação: Este material é um trabalho voluntário e gratuíto, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui redigidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. Atenção para o horário da disponibilização dos dados desse relatório.
Você encontrará também esse material no site http://haramoto.blogspot.com
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Fechamento misto na maioria dos mercados de ações na Ásia nesta terça-feira com Austrália ainda sentindo reflexos das inundações no estado de Queensland. Bancos, seguradoras e mineradoras ainda dão o tom negativo para as bolsas locais. A dívida soberana na Zona Euro, bem como a decisão da política de taxas do Banco da Coréia arrastou Seul para baixo. No resto da região, Taiex de Taiwan, Straits Times de Singapura, ações na Indonésia e a NZX-50 da Nova Zelândia subiram, enquanto Kuala Lumpur da Malásia, ações nas Filipinas, Tailândia cairam. Nos mercados cambiais, subida do euro face ao iene diante comentário ministro das Finanças do Japão Noda ajudou a apoiar a moeda única em relação ao dólar dos EUA. Os investidores estão de olho nos leilões da dívida da Europa esta semana, pois os resultados desses leilões podem fornecer pistas sobre a gravidade dos problemas da dívida soberana de alguns países. Portugal agendou o leilão para quarta-feira e a Espanha e Itália na quinta quinta-feira. Europa abriu em alta.
CHINA: Hong Kong fecharam em alta, com destaque para bancos (foi anunciado que a quantidade de empréstimos no último ano atingiu 7,95 trilhões de yuans, valor 8% menor que aquele registrado em 2009, mas superior à meta de 17% do governo) e produtores de energia, após alta nos preços do petróleo bruto, reflexo do fechamento de oleoduto no Alaska, enquanto os promotores imobiliários chineses cairam com preocupações de que seja necessário novo imposto sobre propriedade (provavelmente vai ser aplicada na segunda habitação e irá variar entre 0,4% e 0,8% do valor da propriedade e é esperado para antes de Abril). O índice Hang Seng e o Hang Seng China Enterprises fecharam em alta. No continente o Xangai Composite também fechou em alta.
JAPÃO: No Japão, as preocupações sobre a dívida da zona do euro pesaram na volta do fim de semana prolongado, fazendo com que que o mercado viesse para baixo, apesar dos ganhos do euro face ao iene japonês com o anúncio do ministro das Finanças japonês Yoshihiko Noda que o país poderá comprar mais de 20% do montante de títulos do EFSF. Na parte positiva, siderúrgicas subiram na expectativa de altas no preço do aço.
EUROPA: Bolsas na Europa operam em alta. O Stoxx Europe 600 ganha 0,7% para 280,30, depois de perder 0,9% na sessão anterior. Os mercados foram impulsionados pelo interesse dos japoneses nos títulos do EFSF que será emitido no final deste mês. O EFSF foi criada pela União Europeia para fornecer empréstimos de emergência para países necessitados da zona do euro, após resgate da Grécia no ano passado. Bancos liderado os ganhos na Europa. PSI 20 de Lisboa opera em alta. Entre as principais bolsas, CAC da França, DAX da Alemanha e FTSE do Reino Unido operam em alta.
(2) AGENDA DO MERCADO :
HOJE:
- EUA:
13H00 - IBD/TIPP Economic Optimism (mede o nível de confiança do consumidor e o otimismo quanto à atividade econômica)
13h00 - Wholesale Inventories de novembro (relatório que contém informações sobre as vendas e os estoques do setor atacadista).
AGENDA DE AMANHÃ:
EUROPA: Industrial Production de novembro (os investidores acompanham os números da produção industrial da zona do euro).
REINO UNIDO: Trade Balance de novembro (o indicador mostra o desempenho mensal do comércio exterior britânico).
ALEMANHA: Produto Interno Bruto de dezembro (números do Produto Interno Bruto (PIB) da Alemanha).
EUA: 11h30 - Export Prices (preços de bens exportados, excluindo produtos agrícolas) e o Import Prices (preços de bens importados, excluindo petróleo), ambos de dezembro; 13h30 - Estoques de Petróleo norte-americano; 17h00 - Treasury Budget de dezembro (orçamento governamental); 17h00 - Livro Bege do Fed, relatório importante sobre o desempenho atual da economia do país.
(3) ÍNDICES MUNDIAIS (7h45):
ÁSIA
Sidney: -0,08%
Nikkei: -0,29%
Hong Kong: +0,99%
Xangai Composite: +0,47%
EUROPA
London - FTSE: 0,88%
Paris Cac 40: +0,40%
Frankfurt - Dax: +0,15%
Madrid IBEX: +0,18%
Moscow: +0,41%
PETRÓLEO
BRENT: -0,61%
WTI: -0,49%
COMMODITIES METÁLICAS
COBRE: +0,81%
NIQUEL: +1,86%
ÍNDICES FUTUROS AMERICANO
Dow: +0,13%
S&P: +0,08%
NASDAQ: +0,12%
ATENÇÃO: Atenção para as vendas e estoques do setor atacadista americanos, mas quem deve puxar as bolsas são os números dos balanços corporativos nos EUA que iniciou a temporada ontem com a Alcoa com lucro de US$ 258 milhões no quarto trimestre do ano passado, superando a expectativa dos analistas, com as vendas aumentando 4% na comparação com o mesmo período do ano passado, a maior marca da companhia desde a recessão de 2008.
Observação: Este material é um trabalho voluntário e gratuíto, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui redigidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. Atenção para o horário da disponibilização dos dados desse relatório.
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