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TERÇA-FEIRA 12/04/2011

(1) RESUMO: Maioria dos mercados acionários da Ásia fecharam em queda nesta terça-feira, com a deteriorização da crise nuclear do Japão à níveis correspondentes ao desastre de Chernobyl. Nikkei do Japão, S & P / ASX 200 da Austrália, Kospi da Coreia do Sul, Hang Seng de Hong Kong e o principal índice de Taiwan caíram, enquanto o Xangai Composite subiu ligeiramente. No resto da região, Straits Times de Singapura, as ações da Malásia, Filipinas, Indonésia, Tailândia, Nova Zelândia caíram. O mercado indiano ficou fechado por conta de feriado. Na Austrália, Alumina caiu 5,2% após a gigante de alumínio Alcoa informar resultados trimestrais decepcionantes na segunda-feira, enquanto a BHP Billiton perdeu 1,4% e Fortescue Metals com queda de 3,1%. Os principais bancos caíram. Em Seul, o mercado seguiu as perdas nos mercados regionais.
O Banco da Coreia manteve a sua taxa de juro estável em 3,00%, como previsto. Novas preocupações em torno da crise nuclear do Japão provocou um onda de venda de moedas com grau de risco, como o dólar australiano. O iene e o franco suíço, visto como execuções porto-seguro, se beneficiaram.

JAPÃO: O Japão elevou o nível de crise nuclear de Fukushima Daiichi, em escala internacional para 7, o mesmo que o desastre de Chernobyl de 1986 e o mercado não gostou da notícia, além de sentir um novo terremoto de magnitude 6,4 que atingiu a região de Honshu e teve o epicentro localizado a apenas 77 km ao sudeste de Tóquio, sendo sentido na capital japonesa, mas ainda não há relatos de vítimas ou danos. Trinta e dois dos 33 subíndices Topix foram menores como a Tepco, detentora da nuclear de Fukushima, com queda de 3,4%. Um iene fortalecido e preocupações sobre a interrupção da produção levaram a maioria dos exportadores para baixo: Toyota Motor perdeu 0,6% e Sony caiu 2,9%.

CHINA: Ações em Hong Kong caíram fortemente, lideradas por estoques de energia, após abrupta queda dos preços do petróleo bruto. O declínio também pesou sobre os produtores de carvão. As ações dos bancos de Hong Kong caíram depois da autoridade monetária da cidade anunciar que vai intensificar a vigilância contra o que descreveu como "crescimento do crédito insustentável".

EUROPA: Mercados europeus abriram em queda. O índice Stoxx Europe 600 cai 1.13% no início do pregão, na sequência de queda na Ásia. O fraco desempenho na Europa também veio após um início decepcionante da temporada de resultados dos EUA: Alcoa que registrou números abaixo das expectativas. Ações de reservas de petróleo e mineração foram duramente atingidas na Europa, com a queda nos preços das commodities. As ações da Total cai 1.81% em Paris e Kazakhmys perde 3.89% em Londres, aliás, as ações das mineradoras são as que registram maiores quedas no Reino Unido e ajudaram a puxar o índice FTSE 100 para baixo. O recuo nos preços do petróleo ajudou empresas de viagens e companhias aéreas. As ações da Air France-KLM sobem em Paris e Ryanair Holdings mantém alta em Dublin. Ainda na Irlanda, as ações do Allied Irish Banks cai 11,2%, depois que o grupo anunciou aumento nas perda em 2010 e que irá cortar cerca de 2.000 empregos em 2011 e 2012. O ISEQ irlandês e o PSI 20 de Portugal opera em queda. As ações do grupo alemão de resseguros Munich Re sobem, após a empresa ser atualizado de equal-weight para overweight pela Morgan Stanley. No entanto, as perdas de estoques de tecnologia e automóveis pesam sobre os principais índice. O DAX 30 cai, liderada por um declínio 2,2% para a Volkswagen e uma queda de 2,9% para a fabricante de chips Infineon Technologies. Na França, a Renault cai 2.95%. O índice CAC 40 opera em queda. Entre outras ações em foco na Europa, as ações da Delta Lloyd cai 7,8% em Amsterdã após a seguradora britânica Aviva anunciar que vai diminuir sua participação no grupo. Banco italiano Banca Monte dei Paschi di Siena sobe 3% após delinear um plano de crescimento e disse espera lucro de mais de € 1,7 bilhão até 2015. A libra esterlina estendeu o declínio em relação ao dólar dos EUA depois que a inflação anual desacelerou para 4% em março, a partir de uma leitura de 4,4% em de fevereiro. Economistas previam que a taxa de inflação anual permaneceria em 4%. Em uma base mensal, os preços ao consumidor subiram 0,3% em março contra as expectativas de um aumento de 0,5%.

(2) AGENDA DO MERCADO :

HOJE:

_EUA:
9h30 – Export Prices (preços de bens exportados, excluindo produtos agrícolas) e o Import Prices (preços de bens importados, excluindo petróleo), ambos de março;
9h30 - Trade Balance (balança comercial) de fevereiro (mede a diferença entre os valores das importações e exportações realizadas pelo país);
15h00 - Treasury Budget (orçamento governamental) de março.

AGENDA DE AMANHÃ:
EUROPA: Industrial Production de fevereiro (números da produção industrial da Zona do Euro).
ALEMANHA: Não está prevista a divulgação de indicadores econômicos.
REINO UNIDO: ILO Unemployment Rate de fevereiro (taxa de desemprego divulgada pelo National Statistics e um dos principais indicadores da economia britânica); Average Earing Excluding Bonus de fevereiro (níveis de pagamento no curto prazo na economia britânica, excluindo bônus); Claimant Count Rate de março (situação do desemprego no Reino Unido).
BRASIL: Vencimento de opções sobre os contratos de Ibovespa Futuro negociados na BM&F Bovespa.
EUA: 9h30 - Retail Sales de março (vendas do mercado varejista, desconsiderando o setor de serviços e o Retail Sales ex-auto ignora as vendas de automóveis; 11h00 - Business Inventories de fevereiro (nível de vendas e de estoques das indústrias, além dos setores de atacado e varejo); 11h30 - Estoques de Petróleo norte-americano; 15h00 - Livro Bege do Fed (relatório importante sobre o desempenho atual da economia do país).

(3) ÍNDICES MUNDIAIS (7h05):

ÁSIA
Austrália: -1,46%
Nikkei: -1,69%
Hong Kong: -1,34%
Xangai Composite: +0,03%

EUROPA
London - FTSE: -0,84%
Paris Cac 40: -1,07%
Frankfurt - Dax: -0,99%
Madrid IBEX: -0,15%

COMMODITIES
BRENT: +1,23%
WTI: +0,90%
COBRE: -0,35%
NIQUEL: -0,68%
SOJA FUTURO: -0,23%
ALGODÃO FUTURO: -0,14%

INDICES FUTUROS
Dow: -0,41%
S&P: -0,49%
NASDAQ: -0,53%

ATENÇÃO: Expectativa de dados econômicos fracos nos EUA, podem afetar negativamente o pregão de hoje e a proximidade de acordo de cessar-fogo na Líbia e a estimativa de queda de crescimento dos EUA e Japão pelo FMI, pode reduzir as cotações de petróleo e prejudicar empresas ligadas à commodity.

HIGHLIGHTS:
_ OGX deverá divulgar relatório de avaliação de recursos nesta sexta-feira.

Observação: Este material é um trabalho voluntário e gratuíto, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui redigidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. Atenção para o horário da disponibilização dos dados desse relatório.
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SEGUNDA-FEIRA 11/04/2011

(1) RESUMO: A maioria dos mercados asiáticos fecharam em queda nesta segunda-feira, com S & P / ASX 200 da Austrália em alta diante a especulações envolvendo notícia de que a BHP Billiton estava em negociações para comprar a participação holandesa Shell na Woodside Petroleum, enquanto as ações japonesas foram afetadas por dados mais fracos que o esperado. Nikkei do Japão, Kospi da Coreia do Sul, Hang Seng de Hong Kong, Taiex de Taiwan e o índice composto de Xangai fecharam em queda. No resto da região, as ações da Malásia, Straits Times de Singapura e Sensex da Índia caíram. Nova Zelândia, ndonésia e Tailândia subiram. Nos mercados cambiais, o dólar dos EUA vai bem, após legisladores dos EUA chegaram a um acordo sobre o orçamento, mas não deve ter um impacto duradouro, devido uma série de discursos de autoridades do Federal Reserve, onde os investidores estarão atrás de pistas sobre o rumo da política monetária dos EUA .

JAPÃO: Ações japonesas cederam, frente à realização de lucros após a subida de 1,9% do Nikkei na sexta-feira, bem como dados de encomendas de máquinas japonesas que caiu 2,3% em fevereiro, frente a um ganho de 4,2% em janeiro. O resultado, que abrangeu o período antes da catastrofe de 11 de março, ultrapassou a projeção dos economistas, que previam uma queda de 0,9% nas encomendas. O sentimento do mercado não é bom, pois se fevereiro foi ruim, março será ainda mais grave. Sony caiu 2,2% e Sharp perdeu 1,2% com a notícia da suspensão de operações em instalações domésticas. Um novo com magnitude preliminar de 7,1 sacudiu a nordeste do Japão, no aniversário de um mês do tremor de magnitude 9,0 de 11 de março. A Agência Meteorológica do Japão emitiu alerta de tsunami para a região de Ibaraki. A Tokyo Electric Power subiu 20,56%,após anunciar que não houve alteração nos níveis de radiação na sua usina nuclear de Fukushima Daiichi após o último terremoto e que havia retomado o resfriamento dos reatores.

CHINA: Ações em Hong Kong iniciaram a sessão em alta lideradas por papéis de petrolíferas e mineradoras de carvão, seguindo o preço do petróleo bruto. Alguns promotores imobiliários locais tiveram desempenho fracos frente a uma perspectiva de cautela, após o premier Wen Jiabao alertar que o país precisa intensificar a regulação e controle do setor, para tentar conter a alta nos preços, enquanto os crescentes custos de combustível arrastava Cathay Pacific Airways, mas o benchmark Hang Seng, Hang Seng China Enterprises e em Xangai, o Composite fecharam em queda, diante novo terremoto no Japão.

EUROPA: Mercados europeus também sucumbem ao novo terremoto no Japão. O índice Stoxx Europe 600 cai 0,4%, após ganho de 0,6% na semana passada. Stocks de automóveis registram perdas, após downgrade do setor pelo Credit Suisse. Daimler cai -3.43%. A BMW perde 2.17% e a Volkswagen tem baixa de 2.76%. O índice alemão DAX 30 opera em baixa. A operadora da bolsa Deutsche Boerse sobe até 1,1% após o conselho de administração da NYSE Euronext afirmar no domingo, afirmar seu compromisso de fusão com a bolsa alemã e rejeitou uma oferta de 11,3 bilhões da Nasdaq e Intercontinental Exchange. Autoss também pesam sobre o mercado de Paris, onde a Peugeot e Renault perdem mais de 2%. A fabricante de pneus Michelin cai 1,6%. O índice CAC 40 opera em baixa. Em Londres, os bancos tomaram o centro do palco, com as ações do Barclays PLC subindo 3,7% e Royal Bank of Scotland Group tem alta de 3% após a divulgação do relatório do ICB. A comissão disse que os maiores bancos do país deve ter capital social mínimo de 10% e as operações bancárias de varejo devem ser separados dos braços de investimentos mais arriscados. As ações de mineradoras subem, seguindo a cotação do cobre e prata. As ações da Xstrata e BHP Billiton, adicionam 2%. O índice FTSE 100 opera estável

(2) AGENDA DO MERCADO :

HOJE:

_EUA: Não está prevista a divulgação de indicadores econômicos.

AGENDA DE AMANHÃ:
EUROPA: Não está prevista a divulgação de indicadores econômicos.
ALEMANHA: German Consumer Price Index - CPI (mede a evolução dos preços de bens e serviços).
REINO UNIDO: Consumer Price Index - CPI (indicador mensal da inflação ao consumidor britânico), Core CPI (mede a evolução dos preços de bens e serviços, excluindo alimentos e energia), o DCLG HPI (O Department for Communities and Local Government (DCLG) Home Price Index mede a variação no preço de venda das casas) e o RPI - Retail Price Index (mede a evolução dos preços de bens e serviços adquiridos pelos consumidores para fins de consumo. Ela inclui os custos de habitação (O CPI não).
EUA: 9h30 – Export Prices (preços de bens exportados, excluindo produtos agrícolas) e o Import Prices (preços de bens importados, excluindo petróleo), ambos de março; 9h30 - Trade Balance (balança comercial) de fevereiro (mede a diferença entre os valores das importações e exportações realizadas pelo país); 15h00 - Treasury Budget (orçamento governamental) de março.

(3) ÍNDICES MUNDIAIS (7h10):

ÁSIA
Austrália: +0,62%
Nikkei: -0,50%
Hong Kong: -0,38%
Xangai Composite: -0,25%

EUROPA
London - FTSE: +0,05%
Paris Cac 40: -0,65%
Frankfurt - Dax: -0,62%
Madrid IBEX: -0,23%

COMMODITIES
BRENT: -1,27%
WTI: -1,14%
COBRE: -0,60%
NIQUEL: -0,40%
SOJA FUTURO: -0,91%
ALGODÃO FUTURO: +0,35%

INDICES FUTUROS
Dow: +0,28%
S&P: +0,06%
NASDAQ: +0,08%

ATENÇÃO: Sem dados na agenda dos EUA, as atenções ficam por conta da definição do pacote de ajuda a Portugal, que não foi definido durante o final de semana pela União Europeia e nem pelo FMI (Fundo Monetário Internacional) e espera-se por um montante por volta de € 70 bilhões e € 90 bilhões. Dependendo da cifra, poderá agitar o mercado, visto que valores dentro deste intervalo já está precificado ao longo da última semana.

Observação: Este material é um trabalho voluntário e gratuíto, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui redigidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. Atenção para o horário da disponibilização dos dados desse relatório.
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SEXTA-FEIRA 08/04/2011

(1) RESUMO: Maioria dos mercados de ações na Ásia fecharam em alta, nesta sexta-feira, após outro terremoto no Japão. Nikkei do Japão, S & P / ASX 200 da Austrália, Hang Seng de Hong Kong e Xangai Composite fecharam em alta. Kospi de Coreia do Sul caiu. Entre os outros mercados, Straits Times de Singapura, bolsas da Indonésia e Filipinas subiram; KLCI da Malásia, estável; Taiex de Taiwan, Sensex da Índia, SET Tailândia e NZX 50 da Nova Zelândia caíram. Na Austrália, as ações lideradas por bancos e petrolíferas, garantiram a alta. Nos mercados cambiais, o euro tocou a máxima de 11 meses face ao dólar dos EUA e iene, com a súbita onda de compras em Tóquio impulsionou a moeda única. Os ganhos vieram, apesar de elevar a taxa básica de juro em 0,25 ponto percentual, para 1,25% ao ano, conforme expectativas, enquanto os bancos centrais do Japão e da Inglaterra optaram por manter o juro básico. Várias moedas asiáticas subiram acentuadamente em relação ao dólar, como won coreano avançando e as moedas de Singapura e da Austrália também apresentam ganhos. Traders disseram que a fraqueza do dólar e a ampla retomada do iene reforçou essas moedas.

JAPÃO: Ações em Tóquio fechou surpreendentemente em forte alta, mesmo após após o nordeste do Japão ter sdo sacudido por um terremoto de magnitude 7,1. Foi o maior terremoto desde 11 de março, causando falta de energia generalizada pelo norte, balançando prédios em Tóquio e colocando o país em alerta para a segurança de suas usinas nucleares. Relatórios sugerem dano de pequena monta, tendo epicentro próximo a Sendai. Um aviso de evacuação por tsunami foi acionado, mas cancelado cerca de uma hora depois. A cadeia de vestuário Fast Retailing saltou de 6,7%, após elevar sua projeção de lucro para o ano fiscal que encerra em agosto, anunciando que uma contribuição maior do que o esperado em suas operações no exterior vai ajudar a compensar o impacto negativo do terremoto de 11 de Março. Tohoku Electric Power perdeu 2,1% após o terremoto de ontem obrigar a empresa mudar temporariamente um gerador diesel de emergência para alimentar o sistema de arrefecimento na sua usina nuclear de Aomori . Analistas estavam focados na pesquisa economia de Março, que mostrará um retrato mais completo de sentimento de negócios após o terremoto. A pesquisa é realizada no final de cada mês. Notícias de que embarques de automóveis no Japão foi retomada pela primeira vez desde o terremoto de 11 de março ajudou montadoras de auto a mover para cima. Toyota Motor subiu 1,4%, a Honda adicionou 1,7% e a Mitsubishi Motors teve alta de 3,1%, embora a Mazda perdeu 1,1%. E desta vez sem novos danos relatados na usina nuclear de Fukushima Daiichi após o tremor, a operara Tokyo Electric Power recuperou 20,6%.

CHINA: Ações em Hong Kong subiram, com promotores imobiliários em baixa, diante perspectiva fraca em meio a crescentes taxas de hipoteca, aliada a expectativa do fim do programa de compras de ativos do FED dos EUA e com CNOOC subindo, mas refinarias deslizaram com preços do petróleo bruto-Nymex superando os US $ 110 o barril.

EUROPA: Os mercados europeus abriram em alta na sexta-feira, impulsionadas pela recuperação das ações japonesas durante a noite e aumento nos preços de metais preciosos. O índice Stoxx Europe 600 avança 0,5%, liderada por ações de mineradoras e de seguros. Rio Tinto, Kazakhmys e BHP Billiton, tidas sobem entre 1,5% e 2%. Os preços do ouro subem mais uma vez com o dólar mais fraco e preocupações sobre a inflação levando investidores a buscar refúgio em metais preciosos. Os preços do cobre e prata também avançaram. As ações da mineradora de ouro African Barrick Gold e Randgold Resources e a mineradora de prata Fresnillo também apresentam alta. O britânico FTSE 100 sobe, também lideradas por ações defensivas como a Scottish & Southern Energy e farmacêutica Shire. Em Portugal, o índice PSI-20 sobe 1,2%. Ministros das Finanças da Europa estão reunidos na Hungria para tentar definir o tamanho e os termos do pacote de resgate para Portugal. A empresa de correios holandesa TNT cai quase 8% após o grupo cortar as perspectivas lucro, citando o aumento acentuado do preço do petróleo. Na França, as ações da Lafarge, maior fabricante do mundo de cimento, sube 2%. A Reuters informou que o braço europeu do grupo de gesso tem atraído o interesse de fundos de private equity. O índice CAC 40 e DAX 30 sobem, esta última liderado por ganhos da operadora Deutsche Boerse e pela fabricante de chips Infineon Technologies.

(2) AGENDA DO MERCADO :

HOJE:

_EUA:
11h00 - Wholesale Inventories de fevereiro (informações sobre as vendas e os estoques do setor atacadista).

AGENDA DE SEGUNDA-FEIRA:
EUROPA: Não está prevista a divulgação de indicadores econômicos.
ALEMANHA: German WPI (preços de vendas no atacado).
REINO UNIDO: Nationwide Consumer Confidence (nível de confiança do consumidor britânico sobre o momento atual eo futuro da economia local).
EUA: Não está prevista a divulgação de indicadores econômicos.

(3) ÍNDICES MUNDIAIS (7h05):

ÁSIA
Austrália: +0,66%
Nikkei: +1,85%
Hong Kong: +0,47%
Xangai Composite: +0,73%

EUROPA
London - FTSE: +0,81%
Paris Cac 40: +0,85%
Frankfurt - Dax: +0,53%
Madrid IBEX: +0,77%

COMMODITIES
BRENT: +1,27%
WTI: +1,14%
COBRE: +1,59%
NIQUEL: +2,54%
SOJA FUTURO: +0,91%
ALGODÃO FUTURO: +1,61%

INDICES FUTUROS
Dow: +0,34%
S&P: +0,39%
NASDAQ: +0,24%

ATENÇÃO: Agenda fraca lá fora, faz com que as atenções fiquem por conta das medidas anunciadas pelo ministro Guido Mantega, que divulgou que as operações de crédito para pessoa física passam a ter IOF de 3% ao mês a partir de hoje, a fim de “moderar o consumo”. Vamos ver como o mercado digere mais essa.

Observação: Este material é um trabalho voluntário e gratuíto, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui redigidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. Atenção para o horário da disponibilização dos dados desse relatório.
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