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TERÇA-FEIRA 12/07/2011

(1) ÁSIA: Bolsas na Ásia sucumbiram aos medos sobre os problemas da dívida europeia, associado à falta de solução para a dívida dos EUA adicionaram incertezas sobre a economia global. Hang Seng de Hong Kong, Xangai Composite, Kospi da Coreia do Sul, Nikkei do Japão, S & P / ASX 200 da Austrália, TAIEX de Taiwan e Sensex da Índia fecharam em queda. Em Sydney, Macquarie Group caiu 6% e National Australia Bank perdeu 3,7%. Contrariando a tendência, Marcarthur Coal, produtora de carvão teve suas ações subindo 36,6% após a Peabody Energy e ArcelorMittal ofertarem 4,7 bilhões de dólares australiano (US$ 4,9 bilhões).

CHINA: As bolsas de Hong Kong encerraram em forte baixa, com o benchmark índice Hang Seng caindo mais de 3% em meio a preocupações com a dívida soberana na Europa, enquanto o relatório da Moodys Investors identificando problemas na governança corporativa e contábeis em algumas empresas chinesas também adicionou um sentimento negativo. Todos os setores do Hang Seng terminaram em território negativo, com destaque para o setor financeiro particularmente fraco. Banco Industrial e Comercial da China (-4%) e HSBC Holdings (-3%). Produtores de petróleo como a gigante PetroChina caiu 4,5%.

JAPÃO: O Banco Central do Japão, decidiu manter sua política de taxa de juros inalterada, como esperado e foi otimista em sua avaliação geral da economia, mas reduziu sua estimativa de crescimento econômico para o ano fiscal que começou em abril. Setor financeiro e exportadores são destaques de queda no Japão. Shinsei Bank (-2,3%) e Nomura Holdings (-3,3%). Sony (-3%) e Canon (-1,8%), apesar de relatório demonstrando que o sentimento para os fabricantes japoneses já retornaram ao terreno positivo pela primeira vez desde o grande terremoto, em março.

(2) EUROPA: Mercados na Europa caem novamente, com os investidores continuando a desfazer de ações de bancos em meio a temores de que a crise de dívida soberana está se acelerando. O Stoxx 600 cai, juntando-se a sua queda de segunda-feira. Stocks italiano são novamente destaque de queda, após autoridades européias não conseguirem convencer os mercados de que são capazes de deter o contágio da dívida soberana em outros mercados. Ministros das finanças da zona do euro disseram que estão pronto para adotar medidas suplementares para prevenir a propagação da crise, mas não tomaram qualquer medida concreta. FTSE MIB da Itália, cai com ações da UniCredit derretendo 7,1% e Intesa Sanpaolo caíndo 5,4%. UniCredit já perdeu mais de 30% desde o início de julho. Ações de bancos também em outras partes do continente. BNP Paribas cai 4,1% em Paris e UBS perde 4,8% na Bolsa SIX da Suíça. IBEX 35 da Espanha, o PSI 20 de Portugal e o grego ASE Composite operam em queda. As ações da fabricante de equipamentos de telecomunicações, Alcatel-Lucent cai 4,7% em Paris após o Deutsche Bank rebaixar suas açõesde comprar para manter, dizendo que indicadores para a empresa estão começando a abrandar. Montadora PSA Peugeot Citroen cai 3,3% depois de informar aumento de 0,2% nas vendas de veículos globais, ajudando a puxar o índice francês CAC 40 para baixo. Entre os outros mercados, o alemão DAX 30 cai, liderada por uma queda de 4,8% para o Deutsche Bank . O índice de referência do Reino Unido FTSE 100, lideradas entre elas pela Lloyds Banking, caíndo 3,7% e pela produtora de chips ARM Holdings caíndo 4,5%.

(3) CÂMBIO: Com as preocupações crescentes com a dívida europeia de que a crise está se espalhando para outras nações como a Itália, o euro enfraqueceu em relação ao iene. A unidade europeia caiu para ¥ 110,55 no final da tarde em Hong Kong. Semana passada era negociada a ¥ 114,90. O índice do dólar, que acompanha o desempenho do dólar contra uma cesta de outras moedas importantes, subiu 0,9%, para 76,563. O euro cai 1,3% em relação ao dólar para 1,3850 dólares. O dólar cai frente ao iene, para ¥ 79,57, em comparação com 80,28 ¥ de segunda-feira.

(4) AGENDA DO MERCADO :

HOJE:

EUA:
09h30 - Trade Balance de maio (saldo mensal da balança comercial dos Estados Unidos)

AGENDA DE AMANHÃ:

EUROPA: Industrial Production (números da produção industrial da Zona do Euro).
ALEMANHA: German WPI (preços de vendas no atacado).
REINO UNIDO: Claimant Count Change(mede a variação do número de pessoas desempregadas no Reino Unido durante o mês), Average Earnings Index (mede a variação do preço médio para o trabalho, incluindo gratificações)e Unemployment Rate (porcentagem da força de trabalho total, que está desempregado, mas que procuram emprego ativamente e dispostos a trabalhar no Reino Unido).
EUA: 9h30 – h30 – Export Prices (preços de bens exportados, excluindo produtos agrícolas) e o Import Prices (preços de bens importados, excluindo petróleo), ambos de julho; 11h00 - Discurso do presidente do Fed, Ben Bernanke; 11h30 - Relatório de Estoques de Petróleo norte-americano; 15h00 - ATA do FOMC (Federal Open Market Committee) que revela a política monetária do Federal Reserve na última reunião; 15h00 - Treasury Budget de junho (orçamento governamental).

(5) ÍNDICES MUNDIAIS (6h40):

ÁSIA
Austrália: -1,90%
Nikkei: -1,43%
Hong Kong: -3,06%
Xangai Composite: -1,73%

EUROPA
London - FTSE: -1,34%
Paris Cac 40: -1,73%
Frankfurt - Dax: -1,85%
Madrid IBEX: -0,91%

COMMODITIES
BRENT: -1,67%
WTI: -0,90%
COBRE: -0,43%
NIQUEL: -1,06%
SOJA FUTURO: -0,95%
ALGODÃO FUTURO: -4,12%

INDICES FUTUROS
Dow: -0,54%
S&P: -0,67%
NASDAQ: -0,65%

ATENÇÃO: Analistas do Bank of America Merrill Lynch emitiu uma dura advertência sobre a crescente pressão sobre a Itália, dizendo que o tamanho do mercado de títulos italiano, pode significar uma maior deterioração e uma ameaça para a recuperação econômica global. Rendimentos dos títulos italiano e espanhol governo continuaram a subir e o euro a cair. Após o encerramento do pregão de segunda-feira, a produtora de alumínio Alcoa relatou lucro líquido de US$ 326 milhões no segundo trimestre do ano, um crescimento de 138% na comparação com igual período em 2010, ou 28 centavos por ação, acima dos US $ 136 milhões, ou 13 centavos de dólar por ação, no mesmo período do ano anterior.

Observação: Este material é um trabalho voluntário e gratuíto, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. Atenção para o horário da disponibilização dos dados desse relatório.
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SEGUNDA-FEIRA 11/07/2011

(1) ÁSIA: Maioria dos mercados asiáticos afundaram nesta segunda-feira, com preocupações com as exportações da região, após um fraco relatório de empregos nos EUA e antes de uma reunião de emergência da zona do euro, em meio a temores de um transbordamento dos problemas da dívida soberana da Grécia para a Itália. Nikkei do Japão, S & P / ASX 200 da Austrália, Kospi da Coreia do Sul, TAIEX de Taiwan e Hang Seng de Hong Kong Seng caíram, enquanto Xangai Composite da China terminou ligeiramente positivo. Em Sydney, a queda veio após o governo australiano divulgar detalhes de sua tão esperada reforma no programa do comércio de carbono. Como esperado, a legislação vai definir o preço de 23 dólares australianos (24,60 dólares) por tonelada de carbono emitido pelo país entre os 500 maiores poluidores em 01 de julho de 2012. Ações da BlueScope Steel caiu 6,7%, e OneSteel perdeu 4,9%.

CHINA: A ações chinesas sofreram, com o nervosismo do mercado sobre os dados do fim de semana, mostrando que um aumento nos preços da carne suína elevou os preços dos alimentos e da inflação em geral de junho. O Banco Popular Central da China elevou sua taxa de depósito e empréstimo em 0,25 pontos percentuais, mas muitos analistas não esperam que taxa de juros aumente ainda mais, mesmo após os dados de inflação, pois o país necessita mudanças políticas macroeconômicas, pois aumentos da taxa são "tanto inadequado e inútil" para lidar com a oferta no setor de alimentos como a China tem experimentado. Muitos bancos e ações de propriedade foram mais fracas. China Construction Bank ( -2,22% em Hong Kong e 0,4% em Xangai); Guangzhou R & F Proprieties (-3,6% em Hong Kong) e China Vanke (-0,8% em Shenzhen).

JAPÃO: Os dados de empregos empurrou o dólar para baixo em relação ao iene, prejudicando ações de montadoras e outros exportadores no comércio japonês. Tokyo Electron (-2,9%) e Mazda Motor (-2,3%). Setor bancário também perderam terreno. Mitsubushi UFJ Financial Group (-1,5%). Destaque para a operadora da usina nuclear de Fukushima Daiichi, Tokyo Electric Power (+7,3%) depois do governo divulgar novos detalhes do plano de testes de estresse em instalações de energia nuclear. O governo do Japão disse que será realizada em duas etapas, com a primeira fase abrangendo instalações atualmente ociosa.

(2) EUROPA: Bancos levam os mercados europeus para baixo outra vez, com ações italianas sob pressão com as preocupações com a dívida soberana do país. O Stoxx 600 cai com setor bancário e de seguros. BNP Paribas (-3,49%) em Paris e Commerzbank (-3,2%) em Frankfurt. Credores italianos também estão entre os mais atingidos, somando-se perdas do setor na sexta-feira, quando algumas ações foram brevemente suspensos devido à queda nos preços. UniCredit cai 3% no início do pregão, depois de ter caído 19% em relação a semana anterior com aumento no custo dos empréstimos da Itália em meio a temores sobre o resultado dos testes de estresse dos bancos europeus. Funcionários da Comissão Europeia e do Banco Central Europeu, incluíndo o presidente do BCE, Jean-Claude Trichet e primeiro-ministro luxemburguês Jean-Claude Juncker, irão realizar uma reunião de emergência hoje para discutir a possibilidade da crise da dívida se espalhar para a Itália e discutir mais ajuda para a Grécia, antes da reunião agendada para Bruxelas. O regulador italiano no fim de semana introduziu regras de emergência short-selling para tentar conter a volatilidade. FTSE MIB da Itália esta entre os piores desempenhos na Europa. Fora do setor financeiro, as ações da montadora francesa Renault cai 2% depois que registrou um aumento de 1,9% no total de vendas do primeiro semestre do veículo, mas disse que as limitações da oferta havia prejudicado as vendas no mercado Europeu. A rival PSA Peugeot Citroen afunda 3%, ajudando a puxar o índice francês CAC 40 para baixo. Na Alemanha, a fabricante farmacêutica e de produtos químicos Bayer cai 2% depois que disse na sexta-feira que o Instituto Europeu de Patentes decidiu revogar a sua patente para a sua formulação de contraceptivos Yasmin. O índice DAX 30 opera em queda. FTSE 100 do Reino Unido também cai, com o desempenho do setor bancário em todo continente. Royal Bank of Scotland cai 3,1% e Barclays perde 2,3%. International Power sobe 3,6%, após divulgar que a proposta de plano de mudanças climáticas do governo australiano não teria impacto sobre o grupo como um todo. A maior queda no índice principal é London British Sky Broadcasting Group que cai 6,1%, seguindo uma perda de 17% na semana passada, em meio a temores do escândalo que atingiu o News of the World, um jornal tablóide, que foi fechado pela News Corp na semana passada.

(3) CÂMBIO: Preocupações com a zona do euro levou os comerciantes a buscar segurança do dólar dos EUA, com o índice do dólar, que acompanha o desempenho do dólar contra uma cesta de outras moedas importantes, subindo 0,8% para 75,683. O euro caiu 0,6% para 1,4121 dólares.

(4) AGENDA DO MERCADO :

HOJE:

EUA: Não está prevista a divulgação de indicadores econômicos.

AGENDA DE SEGUNDA FEIRA:

EUROPA: Não está prevista a divulgação de indicadores econômicos.
ALEMANHA: German Consumer Price Index - CPI (mede a evolução dos preços de bens e serviços).
REINO UNIDO: Trade Balance (desempenho mensal do comércio exterior britânico); Consumer Price Index - CPI (indicador mensal da inflação ao consumidor britânico), Core CPI (mede a evolução dos preços de bens e serviços, excluindo alimentos e energia), DCLG HPI (O Department for Communities and Local Government (DCLG) Home Price Index mede a variação no preço de venda das casas) e o RPI - Retail Price Index (mede a evolução dos preços de bens e serviços adquiridos pelos consumidores para fins de consumo. Ela inclui os custos de habitação (O CPI não).
EUA: 9h30 - Trade balance de maio (saldo da balança comercial).

(5) ÍNDICES MUNDIAIS (7h05):

ÁSIA
Austrália: -1,56%
Nikkei: -0,67%
Hong Kong: -1,67%
Xangai Composite: +0,24%

EUROPA
London - FTSE: -0,32%
Paris Cac 40: -1,44%
Frankfurt - Dax: -1,07%
Madrid IBEX: -1,97%

COMMODITIES
BRENT: -0,86%
WTI: -1,32%
COBRE: -0,76%
NIQUEL: -1,06%
SOJA FUTURO: -0,20%
ALGODÃO FUTURO: -3,93%

INDICES FUTUROS
Dow: -0,69%
S&P: -0,95%
NASDAQ: -0,99%

ATENÇÃO: Preocupações com a possibilidade de default americano e crise da dívida soberana europeia são o centro das atenções, visto que a agenda está vazia. Destaque para o início da temporada de resultados do segundo trimestre nos EUA que começa com a Alcoa, depois do pregão.

Observação: Este material é um trabalho voluntário e gratuíto, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. Atenção para o horário da disponibilização dos dados desse relatório.
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SEXTA-FEIRA 08/07/2011

(1) ÁSIA: As bolsas do Japão e da Austrália fecharam em alta nesta sexta-feira, com o apetite ao risco melhorando no decorrer da noite após dados de emprego dos EUA positivos. As ações em Xangai também conseguiram terminar no azul, após um pregão instável em meio a expectativas de que os dados mensais de inflação previsto para sábado, mostrará uma alta repentina. Hang Seng de Hong Kong fechou em alta. Taiex de Taiwan fechou em baixa e Kospi da Coreia do Sul, praticamente estável. O Nikkei encerrou a semana com uma alta de 2,7%, enquanto o benchmark australiano registrou um ganho semanal de 1,4%. Mercados em Hong Kong, Xangai e Seul também subiram pela terceira semana sucessiva. Papéis de energia foram impulsionadas pelo preço dos futuros do petróleo Nymex acima 98 dólares o barril. Santos subiu 2,2% em Sydney, Inpex Corp teve alta de 1,8% em Tóquio e a CNOOC avançou 1,8% em Hong Kong.

CHINA: Ganhos com ações na China continental foram silenciados, frente ao aguardado números da inflação de Junho, no sábado, como vários economistas esperando uma alta de mais de 6% em relação ao mesmo mês do ano passado e um aumento de 5,5% em relação a maio. Os bancos chineses e promotores imobiliários sustentaram os ganhos em Hong Kong, bem como Xangai. Banco Industrial e Comercial da China (+1,4% em Hong Kong e +0,7% em Xangai), enquanto o Bank of Communications (+2,7% em Hong Kong e +0,5% em Xangai). No setor imobiliário, China Overseas Terra & Investment (+1,9%) e China Resources (+3,4%) em Hong Kong, China Vanke (+0,6%) em Shenzhen, enquanto Poly Real Estate Group (+1%) em Xangai. A expectativa para a rodada de dados deve apontar uma desaceleração generalizada da atividade econômica, porém, economistas não acreditam em um relaxamento da política econômica no quarto trimestre, pois essas decisões estão intimamente ligadas ao índice de preço ao consumidor e aos preços das propriedades.

JAPÃO: Ações japonesas ganharam um impulso a partir da ascensão do dólar, passando acima do nível de 81 ienes, a ¥ 81,28, favorecendo os exportadores, que também foram beneficiados pelos dados da conta corrente que apontou uma queda acentuada em relação ao mesmo mês do ano anterior, devido ao impacto do desastre de março, mas ainda veio melhor do que os economistas esperavam. O superávit caiu 51,7% para ¥ 590.700.000.000 (7.270 milhões dólares), melhor do que o previsto pelos economistas, que apontava uma uma queda de 77,5%, de acordo com uma pesquisa realizada pela Nikkei e Dow Jones Newswires. As exportações caíram 9,8% em maio de 2010, e as importações aumentaram 14,7%. As montadoras estavam entre os grandes beneficiários, como Suzuki Motor (+1,8%), Toyota Motor (+1,3%) e Mitsubishi Motors (+2,9%). Stocks de varejo avançaram após Seven & I Holdings Co. JP: 3,382 % 1,31 SVNDF 0,77% elevou sua projeção para o ano inteiro, apesar de uma queda no seu lucro líquido no primeiro trimestre. Ações Seven & I subir 1,3% e Aeon Co. subir 1%, enquanto Fast Retailing ganharem 1,9%.

(2) EUROPA: Mercados de ações na Europa abriram em alta, mas perdem terreno. O Stoxx 600 opera em baixa, depois de um ganho de 0,4% na sessão anterior, quando o Banco Central Europeu disse que irá suspender as regras de garantia para a dívida de Portugal na sequência de um downgrade para o país no início desta semana. Os bancos assumiram a liderança: Commerzbank sobe 1,6% e Deutsche Bank ganham 1,1%, tentando segurar o alemão DAX 30 no azul. Pressão sobre o lado negativo veio da concessionária RWE (-1,8%) , depois de um relatório de que a empresa pode discutir uma venda de ações em uma reunião em Agosto. Em Paris, as ações da Societe Generale sobem 1,5%, enquanto as ações de artigos de luxo PPR SA sobe 1,4% após a Bloomberg News anunciar que poderia ser alvo de aquisição da TPG Capital, a Bain Capital LLC e Permira Advisors LLP, citando fontes familiarizadas com a situação. Ações da Casino Guichard-Perrachon cai 2% depois de ser cortada de compra para aguardar pela UniCredit. Os analistas afirmam que uma possível fusão entre as operações do Carrefour Brasil e a Companhia Brasileira de Distribuição do Grupo Pão de Açúcar (CBD), seria negativo para o Casino, de quem já é um parceiro. CAC 40 em Paris opera em queda. Em Londres, as ações da Barclays sobe 1,2% e Royal Bank of Scotland Group aumenta 0,8%, enquanto a seguradora Old Mutual sobe 1%. Entre as blue chips, as varejistas estavam ganhando. Marks & Spencer Grupo (+18%) e Next (+1,3%). O índice FTSE 100 opera no vermelho.
Perdas maiores para os índices periféricos, com FTSE MIB Itália em baixa de 2,1%, o PSI 20 regista em Portugal, queda de 1,1% e IBEX 35 da Espanha cai 1%. Ações da UniCredit (-7,3%) estavam entre os decliners. O preço ao produtor britânico tiveram um aumento mensal de 0,1% em junho e 5,7% em relação ao mesmo mês do ano passado. Economistas previam um aumento de 0,2% mensal e um aumento de 5,6% anual. Preços dos insumos teve um aumento de 0,4% mensal e um aumento de 17% anual. Núcleo do PPI, que retira de alimentos, bebidas, tabaco e petróleo, registrou um aumento de 0,2% mensal e 3,2% anual.

(3) CÂMBIO: Dólar sobe frente as principais rivais, aguardando os dados do Departamento do Trabalho norte-americano. Para o dólar, quaisquer sinais de que a economia está se recuperando, sempre será bem recebida. Os dados de emprego do setor privado subiu 157 mil em junho, mais do dobro do aumento do 70 mil esperado pelos economistas. O índice do dólar, que mede o valor da moeda dos EUA contra uma cesta de seis moedas importantes, sobe para 75,099 contra 74,938 de quinta-feira. O euro cai para 1,4314 dólares e face ao iene japonês, o dólar era negociado a ¥ 81,35, em comparação com 81,23 ¥ quinta-feira.

(4) AGENDA DO MERCADO :

HOJE:

EUA:
9h30 - Relatório de Emprego de maio, composto por: Unemployment Rate (taxa de desemprego), Nonfarm Payrolls (número de postos de trabalho), Hourly Earnings (ganho por hora trabalhada) e Average Workweek (média de horas trabalhadas);
11h00 - Wholesale Inventories de maio (vendas e os estoques do setor atacadista);
16h00 - Consumer Credit de maio (mede o total de crédito ao consumidor).

AGENDA DE SEGUNDA FEIRA:

EUROPA: Não está prevista a divulgação de indicadores econômicos.
EUA: Não está prevista a divulgação de indicadores econômicos.

(5) ÍNDICES MUNDIAIS (7h05):

ÁSIA
Austrália: +1,0%
Nikkei: +0,66%
Hong Kong: +0,87%
Xangai Composite: +0,07%

EUROPA
London - FTSE: -0,07%
Paris Cac 40: -0,28%
Frankfurt - Dax: +0,19%
Madrid IBEX: -1,15%

COMMODITIES
BRENT: -0,24%
WTI: +1,81%
COBRE: -0,06%
NIQUEL: +0,96%
SOJA FUTURO: +0,09%
ALGODÃO FUTURO: +2,58%

INDICES FUTUROS
Dow: -0,09%
S&P: -0,22%
NASDAQ: -0,10%

ATENÇÃO: Espectativa do investidor hoje fica por conta do relatório de emprego dos EUA. Economistas consultados esperam um ganho de 115.000 postos de trabalho e que a taxa de desemprego permanecerá estável em 9,1%.

Observação: Este material é um trabalho voluntário e gratuíto, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. Atenção para o horário da disponibilização dos dados desse relatório.
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