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RESENHA DA BOLSA - QUARTA-FEIRA 14/09/2016

ÁSIA: A maior parte dos mercados na Ásia recuou nesta quarta-feira, seguindo as perdas americanas sob a égide das incertezas sobre os próximos movimentos dos bancos centrais, estimulando o nervosismo entre os investidores.

No Japão, o Nikkei 225 fechou em queda de 0,69%, a 16.614,24 pontos, enquanto o Topix caiu 0,62%. O iene japonês foi negociado a 103,29 contra o dólar, com a moeda japonesa voltando de uma sessão anterior de 102,40, na sequência da alta dos rendimentos dos títulos do tesouro dos EUA, sugerindo um aumento nos rendimentos japoneses no curto prazo em benefício ao iene. O rendimento do título do governo japonês de 10 anos estava em -0,015%, acima dos níveis de -0,04% da semana passada. Os preços dos títulos movem inversamente aos rendimentos. Um relatório de um diário japonês sugeriu que o BOJ poderia aprofundar ainda mais a sua política de taxa de juro negativa na próxima reunião de política de dois dias que começa em 20 de setembro. Ações do setor bancário japonês ficaram sob pressão na sequência do relatório.

Na Austrália, o ASX 200 subiu 0,38%, em 5.227,70 pontos, apeasr dos setores da energia e materiais fecharem em queda de 1,44 e 0,61%, respectivamente. Santos despencou 5,65%, Oil Search recuou 0,93% e Woodside Petroleum perdeu 0,735, enquanto as mineradoras australianas também tiveram vendas. Rio Tinto seguiu em baixa de 1,33%, Fortescue caiu 1,69%o e BHP Billiton fechou em queda de 1%.

No continente, o Shanghai Composite fechou em baixa de 0,69%, em 3.002,67 pontos e o Shenzhen Composto recuou 0,45%. Em Hong Kong, o índice Hang Seng caiu 0,11%. Os principais índices em Singapura, Malásia, Filipinas e Indonésia também recuaram, enquanto mercados sul-coreano ficaram fechados por conta de feriado público.

Durante o horário asiático, os futuros do petróleo se recuperaram modestamente, após uma queda de 3% durante o horário americano, quando o American Petroleum Institute mostrou um estoque de petróleo bruto menor do que o esperado na semana encerrada em 9 de Setembro. O petróleo já tinha levado outra pancada na terça-feira quando a Agência Internacional de Energia (AIE) advertiu em sua mais recente atualização dizendo que os preços podem demorar mais tempo para se reequilíbrar, citando uma desaceleração mais rápida do que o esperado na demanda global de petróleo e com as observações da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) do início desta semana de que as decisões de bancos centrais importantes, como os dos EUA no final deste mês, que será crucial para determinar o crescimento global e a saúde geral do setor de energia. Se o Federal Reserve dos EUA aumentar as taxas de juros, é provável que fortaleça o dólar, o que tornaria os preços do petróleo nominados em dólar mais caro para os compradores de outras moedas. Isso poderia, por sua vez, dificultar a procura e o consumo global.

EUROPA:  As bolsas europeias abriram em alta, contrariando a tendência negativa visto na Ásia, ignorando as incertezas frente às decisões de diversos bancos centrais e seguem a caminho de quebrar a sua mais longa série de quedas em cerca de um mês. O Stoxx Europe 600 sobe 0,33%, após cair 1% na terça-feira. Uma vitória hoje será a sua primeira em quatro sessões.

A produção industrial da Zona Euro caiu 1,1% em julho ante junho, com as maiores quedas provenientes dos fabricantes de bens de capital. O euro sobe 0,0802% frente ao dólar e é negociado a US $ 1,1219, ante US $ 1,1209 na terça-feira em Nova York.

No Reino Unido, o FTSE 100 avança, de olho no seu primeiro aumento em quatro sessões. Mineração, serviços ao consumidor e ações de indústrias são destaques de alta, mas as de energia, bens de consumo e tecnologia estavam no vermelho.

O número de desempregados no Reino Unido caiu em 39.000 nos três meses até julho, puxando a taxa de desemprego para 4,9% ante 5% no trimestre anterior. É o menor nível desde o terceiro trimestre de 2005,  um sinal de que o mercado de trabalho britânico aguentou bem os efeitos da votação do Brexit em Junho. O número de pessoas com emprego subiu para um recorde de 31,8 milhões. Uma recente série de dados sugere que a produção industrial recuperou em agosto depois de tropeçar brevemente em julho.

O Banco da Inglaterra deverá manter sua taxa básica de juros estável na quinta-feira, após cortá-lo para uma nova baixa no mês passado. O banco central lançou um pacote de medidas de estímulo para proteger a economia e os mercados financeiros após o Brexit. Autoridades do BoE e muitos economistas expressaram cautela sobre a perspectiva da economia apesar dos dados recentes. Alguns esperam que a contratação abrande nos próximos meses, já que existem incertezas em torno dos futuros acordos comerciais do Reino Unido, pesando sobre o investimento empresarial. O aumento do desemprego provavelmente teria um impacto adverso sobre os gastos dos consumidores, um motor essencial para a economia britânica, comprimindo suas perspectivas de crescimento.

Entre os bancos, HSBC sobe 0.59%. A avaliação do HSBC foi rebaixado de comprar para neutro pelo UBS, após registrar um recente rali que adicionou $ 25 bilhões ao banco. A libra sobe 0,0682% frente o dólar e é negociado a US $ 1,3197 ante US $ 1,3184 na terça-feira em Nova York. Entre as mineradoras, Anglo American sobe 3,9%,
Antofagasta avança 3,3% e Glencore adiciona 4,7%. Entre as gigantes da mineração, BHP Billiton sobe 2,9% e Rio Tinto opera em alta de 2,6% em Londres.

EUA: Wall Street deve recuperar ligeiramente do sell-off da sessão anterior, seguindo a recuperação dos preços do petróleo, ajudando a enviar futuros dos EUA para cima. Todos os três benchmarks na terça-feira sofreu grandes perdas, com uma queda acentuada nos preços da energia e incerteza sobre os planos sobre a política monetária do Fed.

Nesta quarta-feira, os futuros do petróleo se recuperaram, com investidores aguardando a divulgação oficial da Energy Information Administration de seus dados semanais oficiais, cuja previsão deve mostrar uma recuperação nos estoques de petróleo.

AGENDA ECONÔMICA:
EUA:
9h30 - Import Prices (preços de bens importados, excluindo petróleo);
11h30 - Crude Oil Inventories (Relatório de Estoques de Petróleo dos Estados Unidos);

ÍNDICES FUTUROS - 7h30:

Dow: 0,22%
SP500: 0,26%
NASDAQ: 0,30%

OBSERVAÇÃO: Este material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário da disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - TERÇA-FEIRA 13/09/2016

ÁSIA: Os mercados asiáticos fecharam sem direção, apesar de dados da China ligeiramente melhor do que o esperado e um discurso dovish da governadora do Federal Reserve, Lael Brainard. Ela disse que a cautela do banco central sobre as taxas tem servido bem nos últimos meses, ajudando a apoiar ganhos contínuos em relação ao emprego e progressos sobre a inflação. Comentários de outras duas autoridades do Fed ofereceram esperança de que o banco central pode adiar o aumento das taxas pelo menos até o final do ano.

Após abrir em alta de mais de 1 %, o ASX 200 da Austrália fechou um dia promissor em baixa de 0,23%, em 5.207,8 pontos, pesada por perdas no subíndice de energia e setor financeiro.  A confiança nos negócios na Austrália mostraram que as condições de negócios diminuíram pelo segundo mês consecutivo, após corte das taxas do banco central em agosto. Depois de pressionar para as máximas de 12 meses em agosto, agora parece ter uma clara falta de confiança no mercado, com as pessoas acreditando em suma, que o aumento da volatilidade que tem sido visto ultimamente está longe de terminar. A queda dos preços do petróleo, com o petróleo bruto Brent caindo para US $ US47.98 o barril na sessão asiática atingiu ações do setor. Origin Energy e Santos recuaram 1,9% e Oil Search recuou 2%. Entre as mineradoras, BHP Billiton subiu 0,5% e Rio Tinto avançou 0,2%. Fortescue Metals subiu 1,2%, devolvendo quase todos os 4% da sessão inicial, depois que a empresa anunciou que iria devolver US $ 700 milhões de seus empréstimos com prazo para 2019 e economizar em cerca de US $ 26 milhões em juros.

O índice de referência japonês Nikkei 225 fechou em alta de 0,34%, a 16.729,04 pontos, ante alta anterior do 16,787.06. O par dólar / yen foi negociado a 101,94, caindo abaixo dos níveis de cerca de 102 da semana passada após discurso dovish de Brainard, diminuindo expectativas do Fed aumentar as taxas neste mês.

Mercados da China continental subiram; o Shanghai Composite fechou com ligeira alta de 0,06% Shenzhen Composto subiu 0,62%. Em Hong Kong, o Hang Seng caiu 0,32%. Durante a noite, a China lançou dados de agosto melhores do que o esperado. O crescimento do investimento em ativos fixos, seguiu estável em 8,1% em termos homólogos, a produção industrial de agosto subiu 6,3% no ano e as vendas no varejo aumentou 10,6% em termos homólogos. O país está no meio de uma maciça transição econômica, em direção a uma economia mais baseada no consumo e serviços.

EUROPA: As bolsas europeias abriram majoritariamente em alta e operam sem direção, com os investidores digerido comentários da oficial do Federal Reserve, os últimos dados da China e a queda nos preços do petróleo. O Stoxx Europe 600 avança 0,05% depois de ter subido 0,6% nos primeiros minutos da sessão. O benchmark caiu 1% na segunda-feira com preocupações de que o Federal Reserve iria elevar as taxas de juros já na próxima reunião, mas após a sessão europeia fechar, a governadora do Fed, Lael Brainard, disse durante um discurso que a falta de pressão inflacionária significa "apertar a política preventivamente não é convincente.

O setor de petróleo e gás registra o pior desempenho no pan índice após a Agência Internacional de Energia cortar drasticamente sua previsão para a demanda mundial de petróleo para este ano e o próximo ano. Entre os produtores, Statoil da Noruega cai 1,24%%, Galp Energia de Portugal perde 1,44% e a espanhola Repsol recua 1,41%. A provedora de serviços de perfuração de petróleo italiana Saipem cai 2,98%e provedor de serviços de petróleo Petrofac opera em baixa de 1,37%.

O euro cai 0,1157% frente o dólar e é negociado a US $ 1,1229 ante US $ 1,1237 da segunda-feira e entre os dados, os preços ao consumidor alemão em agosto caíram 0,1% em relação a julho, mas aumentou ligeiramente 0,3% em relação ao ano anterior.

No Reino Unido, o FTSE 100 opera entre altas e baixas após abrir cerca de 0,3% maior, após 0 benchmark caiu 1,1% na segunda-feira. Setor de energia lidera as baixas. BP cai 1,39% e Royal Dutch Shell cai 1,04%. Entre as mineradoras opera sem direção. Anglo American cai 0,6%, Antofagasta e Glencore avançam 0,8%, enquanto BHP Billiton recua 0,3% e Rio Tinto avança 0,3%. A libra recua 0,5699% frente o dólar e segue comprando em $ 1,3317 ante US $ 1,3336 da sessão anterior. Enquanto isso, os preços ao consumidor no Reino Unido subiram 0,3% mês a mês em agosto e deve interferir na próxima decisão de política do Banco da Inglaterra que ocorrerá na quinta-feira. O banco central desencadeou novos esforços de estímulo para amortecer a economia britânica no início do mês passado na sequência do Brexit.

EUA: Wall Street segue configurado para abrir com fortes perdas nesta terça-feira, depois de um sólido rali embasado nos últimos comentários de autoridades do Federal Reserve. Brainard, que é uma membra votante do comitê de políticas do Fed, disse ontem que o Fed deve ser cauteloso em apertar a política monetária para evitar prender o crescimento em um ambiente de baixa inflação. Comentários hawkish anteriores do presidente do Fed de Boston, Eric Rosengren, na semana passada estimulou expectativas de uma alta na reunião de 20 e 21 de setembro, no entanto, após as observações contraditórias de Brainard, a probabilidade de uma subida das taxas na próxima semana caiu para 15% ante cerca de 24%. Com tantas vozes discordantes o futuro ainda é incerto e os mercados seguem em meio a um cenário de incerteza política e econômica, aumentando a volatilidade nesta reta final. Não há vozes do Fed nesta terça-feira, pois o banco central entrou no seu período "silêncio" à frente da reunião de setembro.

AGENDA ECONÔMICA:
EUA:
8h30 - NFIB Small Business Index (índice de otimismo do pequeno empresário);
14h01 - 30-y Bond Auction (leilão de títulos de 30 anos do governo dos EUA);
15h00 - Federal Budget Balance (orçamento federal dos Estados Unidos);

ÍNDICES FUTUROS - 7h10:

Dow: -0,62%
SP500: -0,63%
NASDAQ: -0,59%

OBSERVAÇÃO: Este material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário da disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - SEGUNDA-FEIRA 12/09/2016

ÁSIA: As bolsas asiáticas caíram nesta segunda-feira depois de uma forte baixa nos principais índices americanos na sexta-feira em meio à preocupações com bancos centrais. O BCE não estendeu seu programa QE, provocando uma onda de vendas nos mercados de obrigações, que alimentou a curva de títulos dos EUA, além de que o Fed pode aumentar a sua taxa na reunião dos dias 20 e 21 de setembro. Na sexta-feira, o Presidente do Fed de Boston, Eric Rosengren, disse que a economia dos EUA provou ser mais resistente a riscos e que um aperto gradual é o mais apropriado. Mercados emergentes da Ásia são particularmente vulneráveis ​​a um aumento das taxas nos EUA, que poderia levar a uma fuga de capitais destas áreas menos desenvolvidas, mas alguns analistas dizem que o forte crescimento e o potencial de lucro mais rápido na Ásia vai temperar qualquer retirada pesada.

A fraqueza nas ações asiáticas foi acompanhado por quedas consideráveis ​​nas commodities, que pressionou as ações de empresas ligadas ao setor. Contratos futuros de níquel de três meses caíram 3,5% na Bolsa de Metais de Londres, enquanto o petróleo estende as quedas de sexta-feira a tarde nos EUA.

O ASX 200 da Austrália fechou em queda de 2,24%, em 5.219,1 pontos, em níveis vistos a dois meses atrás, pesada por uma queda de 3% do setor da energia, 3,23% do subíndice materiais e 2,01% do setor financeiro. O rendimento de títulos de 10 anos da Austrália saltou 2% pela primeira vez desde junho e os investidores correram das empresas altamente alavancadas e aqueles que tenham sido beneficiado historicamente pelas baixas taxas de juros. Entre os mais atingidos, Woodside Petroleum recuou 2,7%, as mineradoras BHP, Newcrest e Fortescue caíram 4,3, 4,9 e 5%, respectivamente e todos os grandes bancos recuaram.

O índice de referência japonês Nikkei 225 terminou 1,73% menor, em 16.672,92 pontos; Destaque para as seguradoras japonesas, que ganharam na expectativa de que seus investimentos no exterior irão produzir retornos mais elevados. Na frente de dados, o núcleo dos pedidos de máquinas do Japão subiu 4,9%, acima da expectativa de uma retração de 2,8%, sugerindo que as despesas de capital privado está aumentando.

O Kospi da Coreia do Sul terminou em queda de 2,28%, ou 1.991,48 pontos, ante níveis acima de 2.040 pontos da semana passada, novamente pesada pela Samsung, cujas ações respondem por grande parte do benchmark e caíram 6,98% desta vez, estendendo as perdas da sessão anterior quando várias companhias aéreas pediram a todos os clientes a pararem de usar os smartphones Galaxy Note 7 em meio a preocupações com baterias propensas a pegar fogo.

Mercados da China continental também recuaram: O Shanghai Composite fechou em queda de 1,88%, em 3.020,93 pontos e o Shenzhen Composto derramou 2,65%. Em Hong Kong, o Hang Seng index deslizou 3,38%. Mercados de Singapura, Malásia, Indonésia, Sri Lanka e Filipinas ficaram fechados por conta de feriados.

EUROPA: As bolsas europeias recuam, com investidores fugindo ativos de risco em meio às expectativas de que as taxas de juro será elevadas neste mês nos EUA. A subida das taxas de juros podem prejudicar o apetite por ativos europeus, com investidores devendo optar por procurar investimentos de maior rendimento nos EUA. O Stoxx Europe 600 cai 1,64% na sequência da queda de 1,1% de sexta-feira. O setor de recursos básicos tem a pior performance no pan índice. Ações de commodities estão sob pressão na sequência de uma queda nos preços do petróleo e de metais, com perspectivas de que um aumento das taxas de juro nos EUA irá fortalecer o dólar e isso torna as commodities nominadas em dólares mais caro para as empresas. Um aumento no número de sondas nos EUA também ajudou no declínio dos preços do petróleo.

No Reino Unido, o FTSE 100 recua, após recuar 1,2% na sexta-feira. O Banco da Inglaterra, que início do mês passado expandiu o seu programa de estímulo monetário, emitirá sua próxima decisão na quinta-feira. Entre as mineradoras, Anglo American despenca 5,4%, Antofagasta recua 4,6% e Glencore perde 3,7%. Entre as gigantes, BHP Billiton afunda 5,1% e Rio Tinto cai 3%.

EUA: Wall Street parece estar definido para mais um dia de carnificina nos mercados nesta segunda-feira, com o temor de que o Federal Reserve em breve aumentará as taxas de juros, assustando investidores de ativos de risco como ações. Investidores aguardam o discurso da membra do Fed, Lael Brainard, na esperança de que ela pudesse dissipar as preocupações sobre o iminente aumento da taxa de juros. Brainard deve falar no Conselho de Chicago para Assuntos Globais, enquanto o presidente do Fed de Atlanta, Dennis Lockhart, vai dar um discurso sobre a política monetária na Associação Nacional de Economia Empresarial, em Atlanta e mais tarde, o Presidente do Fed de Minneapolis, Neel Kashkari, falará em um seminário em St. Paul. Serão os últimos discursos antes do "período de silêncio" que antecede a reunião que ocorrerá nos dias 20 e 21 de setembro.

A probabilidade de um aperto na taxa nessa reunião subiu para 27% na sexta-feira, ante 18% na quinta-feira, na sequência dos comentários de Rosengren, de acordo com o CME. O índice VIX de volatilidade dispara, marcando seu maior movimento desde o Brexit do Reino Unido em junho.

Investidores também estão atentos à candidata presidencial democrata Hillary Clinton, após um vídeo mostrou a ela tropeçando numa cerimônia de domingo. Um médico disse que Clinton foi diagnosticado com pneumonia na sexta-feira, mas o incidente tem alimentado preocupações que irá impulsionar a campanha do candidato presidencial republicano Donald Trump, que é visto como uma ameaça aos mercados financeiros.

AGENDA ECONÔMICA:
EUA:
14h00 - Discurso da governadora do FOMC Lael Brainard;
14h01 - 10-y Bond Auction (leilão de títulos de 10 anos do governo americano);

CHINA:
23h00 -  Industrial Production (produção industrial);
23h00 - Chinese Fixed Asset Investment (mede o total de investimento como em fábricas, rodovias e imóveis, excetuando gastos rurais);
23h00 - Retail Sales (vendas a varejo);

ÍNDICES FUTUROS - 7h10:

Dow: -0,66%
SP500: -0,66%
NASDAQ: -0,84%

OBSERVAÇÃO: Este material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário da disponibilização dos dados.