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RESENHA DA BOLSA - QUARTA-FEIRA 04/06/2018

ÁSIA: As bolsas asiáticas fecharam em território negativo nesta quarta-feira, com os mercados chineses não conseguindo sustentar os ganhos alcançados na última sessão, enquanto os nervosismo persistem antes do prazo final de sexta-feira, quando as novas tarifas prometidos por Trump devem entrar em vigor, enquanto espera-se a contra-resposta da China.

No Japão, o índice Nikkei caiu 0,31% para fechar em 21.717,04 pontos, registrando a terceira sessão consecutiva de queda. O setor de eletrodomésticos recuou 1,9%, um dos piores desempenhos do benchmark. Indústria de semicondutores também caíram. Tokyo Electron caiu 4,44%, enquanto concessionárias de serviços públicos e "players" de mineração avançaram.

O Kospi sul coreano não conseguiu manter os ganhos iniciais e fechou em queda de 0,32%, para 2,265.46 pontos.

Na Austrália, o S & P / ASX 200 caiu 0,43%, para 61.8340 pontos, já que a maioria dos setores fechou em baixa. Entre as mineradoras, Fortescue Metals caiu 1,1% e Rio Tinto perdeu 0,7%.

Enquanto isso, o índice Hang Seng de Hong Kong caiu 1,06%, ampliando as perdas da sessão anterior, com declínios observados na maioria dos setores, entre elas, de energia e imobiliário.

No continente, o composto de Xangai registrou mais uma queda, perdendo 0,94%, para fechar em 2.760,59 pontos, após registrar ganhos no pregão anterior. O composto de Shenzhen sofreu uma queda mais forte, fechando em baixa de 1,96%.

O índice de ações da MSCI para a Ásia-Pacífico, excluindo o Japão, caiu 0,32%.

EUROPA: As bolsas europeias abriram em baixa nesta quarta-feira, com preocupações comerciais globais ainda pairando sobre o sentimento dos mercados. O índice Stoxx Europe 600 abriu em baixa de 0,1%, em 379,30 pontos, mas recupera e opera em alta de 0,16%, com perdas de setor de serviços industriais e de consumo. Os grupos de telecomunicações e de serviços públicos sobem, à medida que o setor financeiro obtém pequenos ganhos. O índice pan-europeu subiu
 0,8% na terça-feira.

A União Europeia estão pondera a ideia de um acordo com outros países fabricantes de automóveis, para chegar a um acordo plurilateral de redução de tarifas de automóveis, informou o Financial Times na quarta-feira. Tal movimento poderia ajudar a evitar uma guerra comercial total. O presidente Donald Trump disse que a ameaça das tarifas globais de automóveis é sua maior arma na extração de concessões de seus parceiros comerciais. Ao mesmo tempo, a China está pressionando a União Europeia a unir forças contra as políticas comerciais de Trump na reunião de cúpula do próximo fim de semana em Pequim, segundo um relatório da Reuters.

Na Alemanha, líderes do partido social-democratas (SPD) ainda estão considerando a possibilidade de apoiar um acordo para um controle mais rigoroso sobre a imigração, de acordo com a chanceler alemã, Angela Merkel e seu ministro do Interior, Horst Seehofer, na segunda-feira. Uma disputa sobre o assunto ameaçou derrubar o governo de coalizão do país e o acordo é visto como uma forma de aliviar as tensões.

Os três partidos da coalizão, o SPD, os democratas cristãos de Merkel (CDU) e a União Social Cristã de Seehofer (CSU), devem continuar as negociações na quinta-feira. 

O DAX 30 e o FTSE 100 operam em ligeira baixa, enquanto o índice CAC 40 da França, IBEX 35 da Espanha operam em alta.

Entre as mineradoras listadas em Londres, Antofagasta cai 1,5%, BHP Biliton cai 1,6% e Rio Tinto recua 1,7%, enquanto Anglo American avança 3,2%.

A leitura final da atividade do setor de serviços na zona do euro em junho do IHS Markit ficou em 54,9. A leitura do PMI flash ficou 54,8, acima de 50, que indica expansão. As taxas de expansão da atividade comercial, novas encomendas e emprego aceleraram, enquanto o otimismo dos negócios subiu pela primeira vez em quatro meses, disse a IHS Makit em um comunicado.

O PMI de serviços do Reino Unido ficou em 55,1 em junho, uma alta de 8 meses, superando a estimativa de 54,0. 

Espera-se que os volumes de negociação sejam menores do que o normal, porque os mercados financeiros dos EUA estarão fechados por conta do feriado do Dia da Independência. Além disso, os investidores direcionarão seu foco para o relatório mensal de empregos dos EUA, na sexta-feira.

ÍNDICES FUTUROS - 8h00:
Dow: +0,30%
SP500: +0,35%
NASDAQ: +0,40%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - TERÇA-FEIRA 03/06/2018

ÁSIA: As bolsas de valores da Ásia continuaram a sentir as preocupações frente às relações comerciais de Pequim com os EUA nesta terça-feira, apesar dos mercados da China se recuperarem depois de registrar perdas acentuadas no início da sessão, enquanto outros mercados regionais importantes se misturaram. 

Os mercados da China continental recuperaram no período da tarde. O composto de Xangai acrescentou 0,39%, fechando em 2.786,35, após ter atingido uma baixa de dois anos na última sessão, enquanto o índice de Shenzhen subiu 0,76%. O Chinext teve um desempenho superior, subindo 1,65% n final do dia.

O índice Hang Seng de Hong Kong caiu 1,41% após estar caíndo mais de 3% no início do dia, com os mercados reabrindo depois de um feriado. Os setores de serviços financeiros e materiais lideraram as perdas. O peso pesado HSBC recuou 1,83%, enquanto a gigante de tecnologia Tencent recuou 0,71%.

o índice Nikkei do Japão fechou em baixa de 0,12%, em 21.785,54 pontos, estendendo as perdas de segunda-feira. Companhias aéreas e produtores de petróleo registraram ganhos, enquanto a maioria dos setores recuaram.

Na Coreia do Sul, o Kospi terminou ligeiramente acima da linha plana, avançando 0,05%, para 2.272,76 pontos. Samsung Electronics ganhou 1,32%, enquanto a siderúrgica Posco recuou 0,32%. 

O S & P / ASX 200 da Austrália fechou em alta de 0,52 %, em 6.210,20 pontos. O Reserve Bank of Australia anunciou que manterá sua taxa de câmbio estável em 1,50%, em linha com o que a maioria dos economistas entrevistados em uma pesquisa da Reuters esperava. Entre as mineradoras australianas, BHP Biliton caiu 1,6%, Fortescue Metals recuou 0,9% e Rio Tinto fechou em baixa de 3,3%.

O índice de ações da MSCI para a Ásia-Pacífico, excluindo o Japão, fechou em baixa de 0,34%, recuperando parte do declínio de mais de 1% no início do dia. O sentimento de cautela se deve ao fato do iminente prazo de 6 de julho, data que os EUA pode impor uma tarifa de 25% em 34 bilhões de dólares sobre mercadorias chinesas. A China também anunciou que vai retaliar com impostos sobre o mesmo valor em produtos dos EUA.

Os EUA também estão envolvidos em disputas comerciais com outros parceiros comerciais importantes, incluindo o Canadá e a União Europeia. Trump pode ter que enfrentar tarifas da União Europeia sobre até US $ 300 bilhões em bens norte-americanos se o governo americano continuar com a imposição de impostos sobre carros europeus, informou o Financial Times.

EUROPA: As bolsas europeias operam em alta, embora preocupações persistentes sobre o comércio global parecem limitar mais ganhos. O pan-europeu Stoxx 600 sobe cerca de 0,6% nos primeiros negócios da manhã, com a maioria dos setores e principais bolsas em território positivo.

A chanceler alemã Angela Merkel chegou a um acordo com o governo de coalizão em relação as questões migratória. Ela prometeu a reforçar a fronteira do país com a Áustria em um último esforço para salvar seu governo. O DAX 30 da Alemanha opera em alta de mais de 1%.

O índice FTSE 100 do Reino Unido sobe 0,5%, para 7.587,75 pontos, liderado pelos setores de telecomunicações e de saúde, enquanto o grupo tecnologia opera no vermelho. O índice de referência britânico caiu 1,2% na segunda-feira, marcado pelo aumento das tensões comerciais globais.

O setor de mineração é fortemente ponderado no FTSE 100 e neste grupo, as ações da Glencore afundam 9%, depois que o trader de commodities e mineradora disse que o Departamento de Justiça dos EUA pediu que a empresa entregue registros relacionados ao cumprimento de leis contra práticas de corrupção e lavagem de dinheiro em negócios na República Democrática do Congo, Nigéria e Venezuela. Outras mineradoras avançam em Londres. Anglo American sobe 0,2%, Antofagasta avança 1%, enquanto BHP Biliton sobe 1,2%. 

EUA: Wall Street se prepara para uma abertura positiva, com os futuros de ações registrando ganhos no início do dia. Espera-se que o volume de negociação seja menor do que o normal por conta do feriado de 4 de julho na quarta-feira.

Os três benchmarks dos EUA conseguiram se livrar das perdas iniciais e terminar em território positivo na sessão da segunda-feira. As ações de "techs" subiram, ajudando o Nasdaq Composite Index a encerrar em alta de 0,76% , enquanto o DJIA e o S & P 500 ganharam 0,15% e 0,31%, respectivamente.

Os ganhos do "pre-merket" são vistos como uma continuidade do clima das negociações de segunda-feira, quando dados manufatureiros norte-americanos melhores do que o esperado impulsionaram o otimismo e diminuíram brevemente as preocupações sobre uma potencial guerra comercial.

A incerteza sobre a política comercial ainda paira sobre os mercados, antes da imposição de tarifas por parte do governo dos EUA, de até US $ 50 bilhões em produtos chineses, que devem entrar em vigor na sexta-feira. 

O governo Trump pretende impedir que a China Mobile opere no mercado norte-americano. A Casa Branca citou "interesses de segurança nacional" como a razão para recusar o acesso da China Mobile nos EUA.

Os pedidos de fábrica para maio são devidos às 11h00, enquanto se espera que os números mensais de vendas de junho cheguem ao final do dia. Não há oradores do Federal Reserve na agenda desta terça-feira.

ÍNDICES FUTUROS - 8h00:
Dow: +0,47%
SP500: +0,40%
NASDAQ: +0,55%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - SEGUNDA-FEIRA 02/06/2018

ÁSIA: Os principais mercados asiáticos fecharam em acentuada queda nesta segunda-feira, primeiro dia de negociações do segundo semestre do ano, à frente de um iminente prazo, quando as tarifas tanto de Washington, quanto de Pequim devem entrar em vigor.

Os investidores continuam preocupados com as disputas comerciais que podem prejudicar o crescimento econômico global, apesar do fim de semana não trazer nenhuma notícia sobre as tensões tarifárias. O clima de cautela impera, a medida que as tensões comerciais entre os EUA e seus parceiros comerciais, principalmente a China, aumentam. As tarifas dos EUA sobre 34 bilhões de dólares de produtos chineses devem entrar em vigor em 6 de julho, enquanto a China está pronta para retaliar com o mesmo valor sobre produtos americanos.

Em Tóquio, o Nikkei afundou 2,21%, aos 21.811,93 pontos. As perdas foram generalizadas, com varejistas e o setor de alimentos entre os piores desempenhos. O setor varejista caiu 3,58%, com o peso pesado Fast Retailing perdendo 2,87%.

Em Seul, as perdas no Kospi aumentaram durante o dia. O índice recuou 2,35%, para 2,271.54 pontos, com perdas nos setores de tecnologia e manufatura arrastando o índice para baixo. A gigante Samsung Electronics apresentou ligeiros ganhos na manhã mas fechou em baixa de 2,36%, já a siderúrgica Posco fechou em baixa de 4,26%.

Na China, o composto de Xangai caiu 2,52%, para terminar em 2.775,77, não conseguindo sustentar a ligeira recuperação vista na sessão anterior, enquanto o Shenzhen Composite perdeu 1,58%%. As empresas blue chip registraram quedas maiores, com o índice CSI 300 caindo quase 3%. 

As novas quedas vieram com o enfraquecimento do yuan. A moeda chinesa foi negociada a 6,6503 por dólar, enquanto os números da atividade econômica chinesa mostraram sinais de estresse decorrentes da disputa comercial entre os EUA e a China, as maiores economias do mundo. O índice no índice PMI oficial de manufaturados da China, que mede a demanda por exportações chinesas, subiu para 49,8 em junho, ante 51,2 em maio. O índice PMI da Caixin/Markit PMI para a China caiu para 51,0, ante uma expectativa de 51,1. 

O S & P / ASX 200 da Austrália devolveu os ganhos iniciais, mas as quedas foram menores em comparação com outros mercados regionais. O índice fechou em baixa de 0,27%, em 6.177,80 pontos, com ações ligadas à consumo e os produtores de ouro registrando as maiores quedas. Entre as mineradoras australianas, BHP Biliton caiu 1,2%, Fortescue Metals recuou 0,3% e Rio Tinto caiu 0,2%.

O índice de ações da MSCI para a Ásia-Pacífico, excluindo o Japão, caiu 0,69%, mas permaneceu acima das mínimas de nove meses atingido na semana passada. 

Os mercados de Hong Kong ficaram fechados na segunda-feira por conta de um feriado.

Os principais mercados asiáticos seguem em baixa no ano. Em relação à sessão de segunda-feira, o índice de Xangai cai 13,9% e segue a caminho de seu pior ano desde 2011, quando o índice caiu mais de 20%. Outros mercados estão um pouco melhores, mas ainda em território negativo para o ano: o Japão cai 2,02% em 2018 e o índice de referência da Coreia do Sul recua 5,73% no ano.

O índice de referência chinês encerrou a sessão de segunda-feira em queda de mais de 22% em relação à máxima de 52 semanas, colocando-o no território conhecido como "bear market".

EUROPA: Os investidores iniciam o segundo semestre de 2018 reduzindo suas posições em ações europeias nesta segunda-feira, enquanto o presidente dos EUA, Donald Trump, mira as exportações da União Europeia.

A União Europeia ameaçou com US $ 300 bilhões em novas tarifas contra os produtos norte-americanos se Trump seguir adiante com os impostos contra fabricantes de automóveis do bloco, segundo um relatório do Financial Times de domingo.

O índice Stoxx Europe 600 cai  0,99%. As quedas são estimuladas principalmente pelos grupos financeiro e de materiais básicos. O índice subiu 0,8% na sexta-feira e encerrou o segundo trimestre com um ganho de 2,4%.

O índice FTSE 100 do Reino Unido opera em baixa de quase 1%. A queda é liderada pelo grupo de materiais básicos, que inclui ações de mineração. O índice de referência londrino subiu 0,3% na sexta-feira e marcou um salto de 8,2% para o segundo trimestre, o maior aumento trimestral desde 2013.

As ações de mineração do FTSE 100 estão sendo duramente atingidas por preocupações com a redução da demanda por metais da China, o maior comprador mundial de cobre e outros metais industriais. Anglo American cai 2,1%, Antofagasta recua 2,5%, BHP Biliton perde 2%, enquanto Rio Tinto perde 2,1%.

A libra cai 0,3332% frente ao dólar, para US $ 1,3163, ante US $ 1,3205 na sexta-feira em Nova York. A libra subiu acima de US $ 1,3300 na sexta-feira, após o crescimento econômico do primeiro trimestre do Reino Unido ter sido revisto para cima.

A leitura final da atividade manufatureira da zona do euro em junho do IHS Markit atingiu uma baixa de 18 meses. Seu PMI chegou a 54,9, contra uma expectativa de 55,0 e abaixo de 55,5 em maio.

EUA:
Os futuros de ações dos EUA iniciam a segunda metade do ano em queda, com investidores preocupados com as tensões comerciais entre os EUA e seus tradicionais parceiros comerciais. 

Trump disse no domingo, em uma entrevista à Fox News, que vê sua ameaça de impor tarifas globais de automóveis como sua maior arma para extrair concessões de parceiros comerciais. Ao mesmo tempo, ele chamou a UE de “tão ruim quanto a China, apenas menor" no que se refere ao comércio com os EUA. E continuou: “Dê uma olhada na situação dos veículos: eles mandam seu Mercedes, mas não podemos enviar nossos carros. Olha o que eles fazem com os nossos agricultores? Eles não querem nossos produtos agrícolas”, disse ele.

Os EUA já impuseram tarifas sobre as importações de aço e alumínio da UE e o bloco comercial de 28 países emitiu sua respostas em impostos.

A semana promete ser movimentada em relação aos Estados Unidos com a China, já que Washington deve impor formalmente uma nova rodada de tarifas sobre produtos chineses e Pequim deve retaliar. 

Enquanto isso, as tarifas de retaliação canadenses entraram em vigor no domingo, em resposta às tarifas dos EUA contra produtos metálicos canadenses.

Na sexta-feira, o DJIA, S & P 500 e o Nasdaq Composite fecharam em ligeira alta, mas registraram perdas para a semana. 

No ano, o índice Dow Jones recua 1,8%, enquanto o S & aP e o Nasdaq avançam 1,7% e 8,8%, respectivamente.

Os relatórios de junho sobre a manufatura devem ser divulgados logo depois do sino de abertura. O índice PMI final da Markit está marcado para às 10h45 da manhã e o da ISM programado para as 11h00 da manhã. Economistas consultados esperam uma leitura de 58,3% para o índice de manufatura do ISM.

Também às 11h00, espera-se o lançamento sobre gastos com construção de maio, com economistas prevendo nenhum crescimento após alta de 1,8% no mês anterior.

Nenhuma autoridade do Federal Reserve está programado para fazer discursos na segunda-feira.

ÍNDICES FUTUROS - 8h00:
Dow: -0,68%
SP500: -0,60%
NASDAQ: -0,75%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.