Veja Também

Veja Também
RESENHA DA BOLSA - TERÇA-FEIRA 04/06/2019

ÁSIA: A maioria dos principais mercados asiáticos recuou, com investidores cautelosos com a continuidade das tensões comerciais que pesam sobre as bolsas ao redor do mundo.

O México enviou autoridades à Washington na segunda-feira para discutir questores de migração e possíveis taxações dos EUA e alertou que a escalada de tarifas anunciado pelo presidente Donald Trump, prejudicaria as economias dos dois países. Enquanto isso, autoridades dos EUA disseram que a China não está dizendo a verdade sobre o fracasso das negociações comerciais e culpou a China pelo retrocesso nas promessas feitas.

O índice composto de Xangai declinou 0,96% e o Shenzhen Composite caiu 1,43%. Em Hong Kong, o índice Hang Seng caiu 0,49%. As ações da gigante chinesa de tecnologia Tencent caíram 1,92%.

O Nikkei, índice de referência do Japão recuou 0,01%, logo abaixo da linha de abertura, em 20.408,54 pontos, com as ações do peso pesado do índice, Softbank Group, caiu 3,27%. O índice Topix também terminou seu dia de negociação praticamente inalterado em 1.499,09 pontos.

Na Coreia do Sul, o Kospi caiu 0,04%, em 2.066,97 pontos. A inflação ao consumidor da Coreia do Sul subiu em maio, mas ainda ficou bem abaixo da meta anual de 2%. A recuperação deveu-se em grande parte ao aumento nas taxas de serviços públicos, mas a pressão sobre os preços ainda permaneceu fraca.

O índice de preços ao consumidor subiu 0,7% em maio em relação ao mesmo período do ano passado, ligeiramente acima da alta de 0,6% do mês anterior. A leitura mais recente ficou aquém da previsão do mercado de um ganho de 0,9%. Em relação à abril, o índice avançou 0,2%, também aquém das expectativas do mercado para um ganho de 0,4% e abaixo da alta de 0,4% do mês anterior.

Na Austrália, o ASX 200 contrariou a tendência regional e subiu 0,19%, depois que o Reserve Bank of Austrália (RBA) anunciou que estava reduzindo sua taxa em 25 pontos-base, para 1,25% na terça-feira. Analistas acreditam que poderá haver mais três cortes, podendo chegar a 0,5% até meados do ano que vem e que o próximo passo será rápido, provavelmente em julho ou em agosto.

As mineradoras tiveram um dia de alta. BHP subiu 1,6%, Fortescue Metals avançou 0,8% e Rio Tinto fechou em alta de 1,6%.

EUROPA: As bolsas europeias abriram em baixa, com investidores mantendo-se conectado com as tensões comerciais em curso em todo o mundo, mas inverte a curva ainda na sessão da manhã e os principais mercados avançam na expectativa de que o Federal Reserve dos Estados Unidos poderá em breve ser forçado a reduzir sua taxa de juros, o que é positivo para as ações.

O pan-Europeu Stoxx 600 abriu em queda de 0,5 no início da sessão, com ações de tecnologia liderando as perdas, enquanto o setor de automóveis lideravam os ganhos.

Entre as mineradoras listadas em Londres, Anglo American sobe 0,4%, BHP avança 0,2% e Rio Tinto sobe 0,1%.

A taxa de inflação anual da zona do euro caiu drasticamente em maio para alcançar seu nível mais baixo em mais de um ano, afastando-a da meta do Banco Central Europeu à medida que o crescimento econômico recua e os formuladores de políticas se preparam para a próxima reunião na quarta e quinta-feira para decidir sua resposta à economia que arrefeceu diante do enfraquecimento da demanda de suas exportações e uma série de revezes nos principais países da área monetária.

Há sinais de que a desaceleração está tendo um impacto maior sobre a inflação do que os formuladores de políticas previram. A agência de estatísticas da União Europeia disse na terça-feira que os preços ao consumidor subiram apenas 1,2% em maio ante um ano atrás, uma queda de 1,7% ante abril e a menor desde abril de 2018. A meta do BCE é de inflação é ligeiramente abaixo 2%. Em maio, a inflação de serviços desacelerou acentuadamente à medida que os preços voltaram a níveis "normais", enquanto o preço dos alimentos e energia não processados ​​também subiu lentamente.

Trump e a primeira-dama Melania Trump continuam a visita de estado na Grã-Bretanha. Em seu primeiro dia da visita, Trump tweetou, sugerindo que um “grande acordo comercial” poderia estar em andamento com o Reino Unido no futuro, se “livrar de suas amarras”.

As tensões em torno de sua visita devem se intensificar hoje, já que protestos devem ocorrer em toda a capital inglesa. Observadores do mercado estarão prestando muita atenção no que Trump e a primeira-ministra Theresa May poderiam dizer durante os próximos dias, seja sobre comércio, Brexit ou outros assuntos relativos às duas nações.

EUA: Os futuros dos índices de ações dos EUA avançam na manhã de terça-feira, após uma sessão volátil em Wall Street na segunda-feira. Os investidores esperam que os legisladores entrem em ação e bloqueie o plano do governo Trump de impor tarifas ao México.

O foco do mercado volta-se para a política monetária nesta semana, com uma enxurrada de bancos centrais em todo o mundo que anunciam se devem ajustar as suas taxas de juros. Os investidores avaliam um possível corte de taxa pelo Federal Reserve dos EUA, evidenciado pela queda dos rendimentos da dívida do governo dos EUA. Os rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA de 10 anos abriram em 2,0779%, 70,7 pontos base abaixo do pico do ano, em 21 de janeiro. 

Enquanto isso, os comentários do Federal Reserve na segunda-feira elevaram as expectativas de que o banco central dos EUA esteja se aproximando de mais um corte em suas taxas. O presidente da Reserva Federal de St. Louis, James Bullard, disse que um corte na taxa de juros dos EUA "pode ser garantido em breve”, dado risco crescente sobre o crescimento econômico causado pelas tensões do comércio global e pela fraca inflação dos EUA.

Todos os olhos estarão voltados para o presidente do Fed, Jerome Powell, na tarde desta terça-feira, já que muitos observadores do mercado veem pressão sobre a economia doméstica, reflexo das tarifas do presidente Donald Trump sobre a China e o México e esperam que o Fed intervenha. 

Na frente de dados, os pedidos às fábrica para abril serão esperados por volta das 11h00.

ÍNDICES FUTUROS - 7h40:
Dow: +0,46%
SP500: +0,45%
NASDAQ: +0,51%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - SEGUNDA-FEIRA 03/06/2019

ÁSIA: As bolsas asiáticas fecharam predominantemente em queda na madrugada desta segunda-feira, já que as tensões com o comércio global não mostraram sinais de abrandamento.

No domingo, a Casa Branca disse que o presidente Donald Trump estava "seriamente" decidido em impor taxações contra todas as importações do México, a menos que o fluxo de migrantes que cruzam a fronteira fosse significativamente reduzido. Enquanto isso, a China culpou os EUA pelo colapso nas negociações comerciais e disse que não recuaria, embora tenha deixado a porta aberta para novas negociações com os EUA.

Na segunda-feira, o indicador do PMI privado da Caixin mostrou que a atividade fabril da China ficou estável em maio, embora ainda em território de expansão, mas melhor que a esperada, ao contrário dos dados anteriores que indicavam atividade manufatureira em resfriamento. A leitura ficou em 49,4, abaixo dos 49,9 esperado pelos economistas pesquisados ​​pela Reuters . 

Na semana passada, o PMI de manufatura oficial da China para maio ficou em 49,4, abaixo dos 49,9 esperado pelos economistas e menor do que a leitura de abril, de 50,1. O PMI oficial de serviços para maio ficou de 54,3, inalterado em relação a abril.

As ações da China continental fecharam em baixa. O índice de Xangai caiu 0,30%, enquanto o Shenzhen Composite caiu 1,04%. Em Hong Kong, o índice Hang Seng caiu 0,03%. As ações do HSBC, cotadas em Hong Kong, caíram 1,01%, enquanto a seguradora AIA recuou 1,56%.

No Japão, o Nikkei 225 caiu 0,92%, com a gigante da indústria robótica Fanuc vendo suas ações caírem 3,30%. O índice Topix, mais amplo, caiu 0,88%. As ações do conglomerado japonês Softbank Group despencaram 6,22% depois que o Wall Street Journal noticiou que a empresa estava enfrentando desafios para levantar fundos.

Na Austrália, o ASX 200 caiu 1,19%, com quase todos os setores recuando. Um estrategista local descreveu o ambiente atual como “muito difícil” e “muito complicado”. Entre as mineradoras listadas em Sydney, BHP caiu 2,4%, Fortescue Metals recuou 3,7% e Rio Tinto fechou em baixa de 3%.

Na Coreia do Sul, o Kospi contrariou a tendência regional e adicionou 1,28%, com as ações da gigante Samsung Electronics e da fabricante de chips SK Hynix aumentando 3,06% e 1,99%, respectivamente.

EUROPA: As bolsas de valores da Europa negociam em baixa na manhã de segunda-feira, com o temor sobre o atual estado do comércio global se intensificando.

O pan-europeu Stoxx 600 cai 0,6%, com as ações do setor de petróleo e gás sofrendo o maior impacto, enquanto apenas o setor de alimentos e bebidas operam em território positivo.

Os mercados de ações estarão de olho nas relações comerciais e no que isso significa para a economia global. Na segunda-feira, os mercados da Ásia-Pacífico fecharam em baixa, já que traders digeriram novos dados e reagiram à  sessão volátil de Wall Street na sexta-feira, depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou impor uma tarifa de 5% sobre todas as importações mexicanas, se o país não ajudasse na “crise da migração ilegal”.

O presidente Trump e a primeira-dama Melania Trump visitam à Grã-Bretanha nesta segunda-feira, em visita de estado com objetivo a fortalecer os laços entre as duas nações, mas a viagem correu o risco de ser ofuscada pelo tumulto di Brexit e uma rivalidade política com o prefeito de Londres. É esperado que haja com protestos durante a sua visita. Antes da sua chegada, o líder da oposição Jeremy Corbyn criticou o presidente por “ingerências inaceitáveis” nos assuntos políticos do Reino Unido, depois que os comentários de Trump pareceram endossar Boris Johnson como o próximo primeiro-ministro.

O FTSE 100 do Reino Unido recua 0,29%, após queda de 0,8% sexta-feira. A libra sobe 0,2%, para US $ 1,2648, após subir 0,1% na sexta-feira. 

Entre as mineradoras listadas em Londres, Anglo American sobe 0,7%, Antofagasta cai 0,4%, BHP perde 0,3% e Rio Tinto cai 0,1%. 

A política europeia continua em foco, após notícias no fim de semana de que Andrea Nahles renunciaria como líder do Partido Social Democrata (SPD) da Alemanha. O DAX 30 recua 1,47%.

EUA: A disputa comercial continua pesando sobre os futuros do índice de ações dos EUA nesta segunda-feira de manhã, mas o foco do mercado desta vez está sintonizado com os crescentes temores de que as mais recentes ameaças tarifárias de Washington contra o México possam levar a economia global a uma recessão.

As tensões entre os EUA e a China também aumentaram no fim de semana, quando os dois países entraram em choque com questões de comércio, tecnologia e segurança. Um alto funcionário chinês e que faz parte da equipe de negociação com os EUA disse no domingo que Washington não pode usar a pressão para forçar um acordo comercial em Pequim. O vice-ministro do Comércio, Wang Shouwen, também se recusou a dizer se os líderes dos dois países se reunirão na cúpula do G20 para elaborar um acordo no final deste mês.

Na sexta-feira, o Dow caiu mais de 350 pontos depois que o presidente Donald Trump disse que os EUA vai impor uma tarifa de 5% sobre todas as importações mexicanas a partir de 10 de junho. A administração Trump ameaçou elevar até 25% ao longo dos próximos meses se o México não toma medidas significativas para impedir que os migrantes cheguem à fronteira sul dos EUA.

O Dow caiu 3% na semana passada e marcou sua sexta perda semanal consecutiva. Essa é a maior série de derrotas semanais para a Dow desde 2011. O S & P 500 e o Nasdaq registraram sua quarta queda semanal consecutiva. 

Na agenda dos dados, a leitura final dos dados de PMI (Purchasing Managers Index) de manufatura para maio será divulgada por volta das 10h45. O índice de manufatura do Institute for Supply Management (ISM) para maio e gastos de construção para abril sairão às 11h00, enquanto os dados mais recentes de vendas de veículos leves sairão um pouco mais tarde.

ÍNDICES FUTUROS - 7h50:
Dow: -0,33%
SP500: -0,34%
NASDAQ: -0,55%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - QUINTA-FEIRA 30/05/2019

ÁSIA: As bolsas asiáticas recuaram na sequência de outro "sell-off" em Wall Street, uma vez que o aumento das tensões entre os EUA e a China continuou a pesar sobre o sentimento dos investidores. O índice MSCI Asia ex-Japan subiu 0,24%.

Os investidores continuam atentos aos desenvolvimentos na frente comercial EUA-China, com Pequim fazendo ameaças nesta semana. “Aconselhamos o lado americano a não subestimar a capacidade do lado chinês de salvaguardar seus direitos e interesses de desenvolvimento. Não diga que não o avisamos!”, dizia o Diário do Povo, o jornal oficial do Partido Comunista da China.

Isso ocorre depois que a China recentemente fez uma ameaça velada no início desta semana através de sua mídia estatal sobre minerais de terras raras, um material importante para as indústrias de tecnologia e defesa dos EUA e é dominada pela China. Os comentários de Pequim vieram após a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de colocar a Huawei numa lista negra, gigante de telecomunicações, o que levou muitos fabricantes de chips e empresas de internet a cortarem os laços com a empresa.

O Nikkei do Japão e o índice Topix fecharam em queda de 0,29% cada, com as ações dos pesos-pesados Fast Retailing e do Softbank Group perdendo mais de 1%.

Na Austrália, o ASX 200 caiu 0,74%, com  quase todos os setores declinando. As principais mineradoras de minério de ferro com a queda das perspectivas pela demanda do metal. A Dalian Commodity Exchange também aumentou as taxas de negociação dos futuros sem citar uma razão explícita. O preço do minério de ferro caiu 2,5%, para US $ 103,5. BHP caiu 1,7%, Fortescue Metals caiu 3,9% e Rio Tinto fechou em baixa de 3,4%.

Na parte continental chinesa, o índice de Xangai caiu 0,31%, enquanto o Shenzhen Composite recuou 0,62%. Em Hong Kong, o índice Hang Seng fechou em queda de 0,44%.

O Kospi da Coreia do Sul contrariou a tendência regional e subiu 0,77%, com as ações da gigante Samsung Electronics subindo 1,79%.

EUROPA: Os mercados europeus abriram em alta nesta quinta-feira, depois que o Stoxx 600 atingiu seu ponto mais baixo desde 11 de março, apesar das preocupações dos investidores com a última escalada da guerra comercial EUA-China.

O índice pan-europeu Stoxx 600 sobe 0,3% no início da sessão, após mergulhar 1,4% quarta-feira. o benchmark é liderado pelo setor de óleo e gás, enquanto o setor de serviços públicos abriu no vermelho, 

As mineradoras listadas em Londres tem um dia de alta. Anglo American sobe 1,1%, BHP avança 0,5%, Rio Tinto adiciona 0,3%, enquanto Antofagasta recua 0,5%. 

Os holofotes permanecem nos rendimentos das obrigações italianas, que voltaram a subir após o vice-primeiro ministro Matteo Salvini ter exigido que o Banco Central Europeu interviesse e garantisse toda a dívida do governo da zona do euro. É improvável que o BCE aceite o pedido de Salvini, aumentando ainda mais a temperatura em um conflito já tenso sobre as regras fiscais da Europa.

Uma pesquisa realizada na Alemanha na quarta-feira revelou que a maioria dos alemães não veem na aparente sucessora de Angela Merkel, Annegret Kramp-Karrenbauer, em condições de substituí-la, diminuindo as esperanças de uma suave transição de sua liderança.

Uma pesquisa da Reuters também descobriu que os investidores continuam dissuadidos de comprar ações baratas do FTSE 100, enquanto a saída do Reino Unido da União Europeia permanece indeterminada.

Em notícias corporativas, o Financial Times informou que os promotores alemães teriam invadido o escritório da fabricante de carros de luxo Porsche em uma investigação sobre a suspeita de mau uso dos fundos corporativos pelos executivos da empresa. Enquanto isso, a CEO da Nissan, Hiroto Saikawa, disse que não vê nenhuma desvantagem em relação à proposta de fusão de US $ 35 bilhões da parceira Renault com a Fiat Chrysler.

EUA: Os futuros do índice de ações dos Estados Unidos operam em ligeira alta na manhã de quinta-feira, tentando compensar as perdas da sessão anterior, com o sentimento do investidor, afetada pela longa disputa comercial entre as duas maiores economias do mundo.

O foco do mercado está sintonizada em grande parte com a evolução das tensões comerciais, depois que o vice-ministro das Relações Exteriores da China, Zhang Hanhui, disse na quinta-feira que provocar disputas comerciais equivalia a ”terrorismo econômico puro”, mostrando que a amarga guerra comercial  não está mostrando sinais de terminar em breve.

Com mais dois dias de negociação em maio, o S & P 500 está caminhando para uma perda de 5,5%. Essa seria sua primeira perda mensal desde dezembro.

Os investidores devem monitorar de perto uma enxurrada de dados econômicos nesta quinta-feira. Os últimos dados de desemprego e a segunda leitura do PIB (Produto Interno Bruto) são devidos às 9h30. Os indicadores sobre vendas de casas pendentes para abril devem ser divulgadas às 11h00 e os estoques de petróleo dos EUA devem sair às 12h00. 

ÍNDICES FUTUROS - 7h30:
Dow: +0,33%
SP500: +0,43%
NASDAQ: +0,45%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.