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terça-feira, 21 de maio de 2019

RESENHA DA BOLSA - TERÇA-FEIRA 21/05/2019

ÁSIA: As bolsas da Ásia, de uma maneira geral, fecharam em alta na madrugada desta terça-feira, como o alívio temporário nas tensões comerciais entre os EUA e a China.

O governo Trump abrandou algumas restrições à Huawei, um dia depois que a Google suspendeu os negócios com a Huawei, parceria que envolve a transferência de hardware, software e outros serviços técnicos.  A Bloomberg News informou que empresas como Intel, Qualcomm e Broadcom também não fornecerão à Huawei até novo aviso.

Na segunda-feira, o Wall Street Journal informou que autoridades dos EUA anunciarão no final da semana que algumas empresas terão isenções de 90 dias para a proibição de exportação dos EUA contra a Huawei, uma medida que poderia dar às empresas da Huawei e dos EUA mais tempo para encontrar soluções, além de servir como moeda de barganha para potenciais negociações comerciais com a China.

As ações da China continental fecharam em alta, com o índice de Xangai subindo 1,23%, enquanto o Shenzhen Composite avançou 1,77%. 

Na Coreia do Sul, o Kospi subiu 0,27%, enquanto as ações da Samsung Electronics subiram 2,74%, após notícias de que o Google suspendeu a parceria comercial com a Huawei.

O ASX 200 da Austrália fechou em alta de 0,37%. O banco central da Austrália vai considerar a possibilidade de diminuir as taxas de juros na reunião de política de junho. Entre as mineradoras australianas, BHP caiu 0,7%, Fortescue Metals recuou 2,6% e Rio Tinto perdeu 1,3%.

Por outro lado, o Nikkei 225 no Japão recuou 0,14%, enquanto o índice Topix, mais amplo, caiu 0,3%. As ações da Tokyo Electron caíram 1,88%.

O índice Hang Seng em Hong Kong caiu cerca 0,47%.

O fundador e presidente-executivo da Huawei Technologies disse que o governo dos EUA está subestimando a gigante de tecnologia chinesa. Falando nesta terça-feira à emissora estatal chinesa China Central Television, Ren Zhengfei disse que a medida do governo Trump para aliviar temporariamente as restrições à exportação da Huawei não faz sentido, já que a empresa já se preparou para tal eventualidade, incluindo o armazenamento de chips. Ele também disse que a Huawei poderia fabricar seus próprios chips, apesar de isso não significar que pretende parar de comprar chips americanos. Zhengfei disse que a tecnologia 5G da Huawei não será afetada pela proibição de exportação dos EUA e que dentro de dois a três anos, nenhuma empresa será capaz de igualar sua tecnologia 5G.

A economia da Tailândia perdeu força nos primeiros três meses de 2019, crescendo no ritmo mais lento em mais de quatro anos, à medida que a contínua disputa comercial entre os EUA e a China atinge as exportações do país. O PIB cresceu 2,8% em relação ao ano anterior, desacelerando ante um ritmo revisado de 3,6% no trimestre anterior. O crescimento foi mais lento do que a previsão de 3%, mais lento que o crescimento de 2,4% do quarto trimestre de 2014.

EUROPA: Os mercados da Europa avançam após a liquidação de segunda-feira, depois que as tensões com a guerra comercial entre os EUA e China diminuíram ligeiramente. O índice pan-europeu Stoxx 600 sobe 0,59%, recuperando parte da perda de 1,1% de segunda-feira.

O FTSE 100 do Reino Unido sobe 0,66%, eliminando a queda de 0,5% na segunda-feira. O benchmark londrino está praticamente estável na semana. A libra recua 0,3% para US$ 1,2685, uma baixa de quatro meses. Analistas dizem que a incerteza do Brexit e a força do dólar foram os dois principais fatores para a queda da moeda.  

O FTSE MIB da Itália avança 0,70%, ante queda de 2,7% na segunda-feira. Na Alemanha, o DAX 30 sobe 1,06%. Na segunda-feira caiu 1,6%. O CAC 40 da França sobe 0,54%, após afundar 1,5% na segunda-feira.

Os principais fabricantes de chips europeus viram uma onda de vendas com notícias de que a alemã Infineon havia suspendido a parceria com a Huawei. No entanto, os mercados se recuperam na terça-feira, depois que o governo dos EUA reduziu temporariamente algumas restrições comerciais impostas à companhia chinesa, em uma medida destinada a minimizar a interrupção dos clientes da Huawei em todo o mundo, informou a Reuters.

A fabricante australiano de semicondutores AMS liderou as perdas de segunda-feira, mas sobe 5% no início do pregão de terça-feira, enquanto a rival italiana STMicroelectronics sobe 2,1%.

As mineradoras listadas em Londres operam em alta. Anglo American sobe 1,4%, Antofagasta avança 2,4%, BHP sobe 0,8% e Rio Tinto adiciona 0,1%.

EUA: Os futuros do índice de ações dos EUA sobem na manhã de terça-feira, com os participantes do mercado monitorando os desenvolvimentos comerciais entre as duas maiores economias do mundo.

Na segunda-feira, o governo dos EUA amenizou temporariamente algumas restrições comerciais impostas à Huawei Technologies. A medida busca minimizar a interrupção dos clientes da empresa de telecomunicações em todo o mundo.

O Departamento de Comércio dos EUA informou que permitirá que a Huawei compre produtos fabricados nos Estados Unidos para manter as redes existentes e fornecer atualizações de software para os aparelhos existentes até o dia 19 de agosto.

A flexibilização temporária das restrições trouxe alívio para os participantes do mercado no início do pregão de terça-feira. No entanto, uma atmosfera cada vez mais tensa entre Washington e Pequim continua a manter os mercados financeiros no limite, com os investidores abandonando qualquer esperança de uma resolução iminente para a prolongada disputa comercial.

Alguns dos maiores fabricantes de calçados americanos escreveram uma carta ao presidente Donald Trump, pedindo-lhe que retirasse os sapatos da lista de tarifas sobre as importações chinesas. A carta, datada de 20 de maio, foi publicada no site da distribuidores e varejistas de calçados da América (FDRA) e assinada por quase 200 empresas, incluindo a Nike, Under Armour, Foot Locker e Reebok, sob alegação de que qualquer aumento no custo de importação de calçados tem um impacto direto ao consumidor americano de calçados e que adicionar um aumento de 25% nos impostos significaria que algumas famílias americanas poderiam pagar uma taxa de quase 100% sobre seus calçados, acrescentando que“ é hora de acabar com essa guerra comercial”.

Na agenda de dados econômicos, a pesquisa de não-manufatura do Fed da Filadélfia para maio está programada para sair por volta das 9h30, seguida pelos números de vendas de casas existentes para abril às 11h00.

ÍNDICES FUTUROS - 7h50:
Dow: +0,52%
SP500: +0,62%
NASDAQ: +0,96%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

segunda-feira, 20 de maio de 2019

RESENHA DA BOLSA - SEGUNDA-FEIRA 20/05/2019

ÁSIA: As bolsas da Ásia fecharam sem direção na sessão desta segunda-feira em meio à uma série de desenvolvimentos geopolíticos na região.

O Nikkei do Japão subiu 0,24%, à medida que as ações de pesos-pesados ​​do índice, como Fast Retailing e Softbank Group, avançaram. O Topix, mais amplo, subiu ligeiramente para terminar seu dia de negociação em 1.554,92 pontos. Os movimentos vieram depois que a economia do Japão cresceu a uma taxa anualizada de 2,1% no primeiro trimestre, segundo dados do Produto Interno Bruto (PIB) divulgados nesta segunda-feira, superando as expectativas do mercado de contração de 0,2%.

Na Coreia do Sul, o Kospi fechou estável em 2.055.71 pontos.

O ASX 200 na Austrália subiu 1,74%, depois que a coalizão conservadora da Austrália conseguiu a maioria parlamentar na segunda-feira nas eleições.

O sub-índice financeiro disparou 5,85%, com as ações do Commonwealth Bank da Austrália saltando 6,27% e o National Australia Bank avançando 7,90%. ANZ Banking Group subiu 7,78%, enquanto Westpac disparou 9,21%. As mineradoras tiveram um desempenho mais discreto. Fortescue Metals avançou 3,1% e Rio Tinto fechou em alta de 1,3%, à medida que o minério de ferro atingia US $ 100 a tonelada pela primeira vez desde maio de 2014. BHP caiu 0,7%, à medida que os preços do petróleo recuavam durante o horário asiático. Woodside Petroleum caiu 0,4%, o Beach Energy caiu 0,5% e o Oil Search recuou 0,7%. 

Na Índia, o Nifty 50 saltou 2,9%, após pesquisas de boca de urna apontarem que o primeiro-ministro Narendra Modi deve retornar ao poder após a eleição geral do país.

Na China continental, as ações encerraram o pregão em baixa. O composto de Xangai caiu 0,41%, enquanto o Shenzhen Composite caiu 0,75%. O índice Hang Seng de Hong Kong caiu mais de 0,57%.

As bolsas nos Estados Unidos caíram na sexta-feira, após notícias de que as negociações comerciais entre os EUA e a China estão paralisadas. Fontes disseram que as discussões para futuras negociações comerciais estão suspenso depois que o governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aumentou o cerco sobre empresas de telecomunicações chinesas. 

No fim de semana, a Reuters informou que o Alphabet, dona da Google, suspendeu alguns negócios com a gigante de telecomunicações chinesa Huawei. A Huawei Technologies perderá imediatamente o acesso à atualizações do sistema operacional Android e a próxima versão de seus smartphones para exportação também perderá acesso á aplicativos e serviços populares, incluindo o Google Play Store e o aplicativo Gmail, segundo o relatório da Reuters.

Na semana passada, o governo tornou mais difícil para as empresas americanas fazerem negócios com a Huawei, que desde então, precisam agora de uma licença governamental.

EUROPA: Os mercados europeus negociam em baixa na manhã desta segunda-feira, com os investidores digerindo os desenvolvimentos geopolíticos e os balanços das empresas.

O índice europeu STOXX 600 cai 0,6% no pregão matutino, lideradas pelas ações de tecnologia, com uma queda de 1,7% após aumento das investidas contra empresas de tecnologia chinesas.

As ações de empresas de viagens e lazer caem 1% devido após resultados decepcionantes da Ryanair. A companhia registrou seu lucro anual mais fraco em quatro anos e disse que os lucros podem cair ainda mais no ano que vem, com a maior companhia aérea da Europa lutando contra o excesso de capacidade, o Brexit e os atrasos na entrega do Boeing 737 Max. As ações recuam 1,8%.

O setor de óleo e gás opera estável nos primeiros acordos, enquanto o de telecomunicações e serviços públicos foram os únicos setores que apresentam ligeiros ganhos.

Entre as mineradoras listadas em Londres, Anglo American cai 1,7%, Antofagasta recua 1,2%, BHP perde 0,8% e Rio Tinto opera em ligeira alta de 0,2%.

Investidores estão monitorando riscos geopolíticos depois que o presidente Donald Trump lançou uma nova ameaça à Teerã, twittando que o conflito no Oriente Médio seria o “fim oficial” do Irã, enquanto a Arábia Saudita advertiu que está pronta para responder com "toda a força".

As ações da fabricante de chips alemã Infineon caem 3,4% no início do pregão, depois de relatos de que a empresa também seguirá o exemplo da Google e suspenderá seus negócios com a Huawei. A empresa de semicondutores franco-italiana STMicroelectronics cai 7% em meio à temores de interrupção de sua base de clientes após a Huawei ser colocada na lista negra.

O New York Times também informou no domingo que especialistas do Deutsche Bank detectaram atividades suspeitas em contas de Trump e do genro, Jared Kushner, entre 2016 e 2017. As ações do banco recuam 2%, enquanto o compatriota Commerzbank recua 2,8%.

EUA: Os futuros dos índices de ações dos Estados Unidos operam em baixa na manhã de segunda-feira, devido preocupações com a intensificação das consequências da ofensiva dos EUA contra a Huawei pesando sobre o sentimento do mercado.

Na semana passada, o governo do presidente Donald Trump acrescentou a empresa de telecomunicações chinesa Huawei a uma lista negra comercial. O anúncio levou a Alphabet’s Google a suspender os negócios com a Huawei, que envolvem a transferência de hardware, software e serviços técnicos essenciais. Isso significa que a Huawei não pode mais usar a licença do sistema operacional Android da Google e outros serviços oferecidos por ela. A Huawei agora só poderá usar uma versão pública do sistema operacional do Google através do Android Open Source Project.

A intensificação da guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo continua a manter os mercados financeiros no limite, no entanto, a decisão dos EUA de remover as tarifas sobre o aço e o alumínio canadenses e mexicanos fornece um pouco de alívio para os investidores.

A ministra das Relações Exteriores do Canadá, Chrystia Freeland, disse que Ottawa se moverá rapidamente para ratificar o novo pacto comercial com os americanos.

Entre as notícias corporativas, Pinduoduo, Game Technology e Qudian estão entre algumas das empresas programadas para relatar seus últimos números trimestrais antes do sino de abertura.

Nenhum relatório de dados econômicos importantes foi esperado na segunda-feira.

ÍNDICES FUTUROS - 7h50:
Dow: -0,52%
SP500: -0,62%
NASDAQ: -1,19%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

quinta-feira, 16 de maio de 2019

RESENHA DA BOLSA - QUINTA-FEIRA 16/05/2019

ÁSIA: As bolsas da Ásia fecharam sem direção na madrugada de quinta-feira, com os EUA mirando novamente a Huawei na China, aumentando mais ainda as tensões comerciais.

As ações da China continental subiram. O índice composto de Xangai adicionou 0,58% e o Shenzhen Composite subiu 0,44%. Em Hong Kong, o índice Hang Seng subiu 0,31%.

O Nikkei do Japão recuou 0,59%, enquanto o Topix, mais amplo, recuou 0,43% e na Coreia do Sul, o Kospi caiu 1,20%.

O ASX 200 da Austrália, por outro lado, subiu 0,69%, com expectativas de que o Reserve Bank da Austrália seja forçado a antecipar a redução das taxas de juros, a fim de combater o aumento do desemprego. Entre as mineradoras, BHP subiu 0,7%, Fortescue Metals avançou 3,3% e Rio Tinto fechou em alta de 0,7%.

A ações das montadoras na Ásia fecharam em baixa nesta quinta-feira. Na Coreia do sul, a Hyundai Motor caiu 0,39% e a Kia Motors recuou 0,95%. No Japão, a Toyota caiu 1,04%, enquanto a Nissan avançou 0,17%, após afundar na sessão de ontem. Os movimentos vieram depois de relatos de que o presidente dos EUA, Donald Trump, planeja adiar adiar novos impostos sobre importações de carros e autopeças da Europa em até seis meses.

As tensões comerciais, no entanto, continuaram a pesar sobre o sentimento dos investidores, uma vez que Trump declarou "emergência nacional" contra ameaças à tecnologia americana.

Após o pedido, o Departamento de Comércio dos EUA colocou a fabricante de tecnologia chinesa Huawei e outras 70 afiliadas em uma lista negra. A medida exigirá que os vendedores dos EUA obtenham licenças do governo dos EUA antes de comercializar produtos para as empresas da lista.

O Departamento de Comércio informou nesta quarta-feira ter motivos razoáveis para acreditar que "a Huawei esteja envolvida em atividades contrárias à segurança nacional dos EUA". Agências de inteligência dos EUA acusam a empresa de colocar acesso "backdoor" em seus dispositivos sob ordens do governo chinês, uma característica que lhes permitiria espionar os usuários desses dispositivos. No entanto, Pequim e Huawei negam que tal diretriz exista.

Analistas do Eurasia descreveram o movimento da administração Trump como uma “grave escalada com a China”. “Os eventos serão altamente prejudiciais para os laços entre EUA e China em um momento particularmente delicado do relacionamento. A China vai ver isso como um ato abertamente hostil e uma grande provocação”. Segundo eles, “é improvável que Pequim continue com negociações comerciais enquanto se sentir refém dos EUA. Mesmo que as negociações prossigam, neste clima hostil é menos provável que Pequim faça concessões significativas aos EUA, especialmente em questões de tecnologia no centro da disputa comercial”.

Enquanto isso, a recente divulgação de dados econômicos mais fracos do que o esperado alimentou temores de que a guerra comercial EUA-China esteja arrastando o crescimento econômico global para baixo.

As vendas no varejo dos EUA caíram 0,2% em abril, informou o Departamento de Comércio na quarta-feira. Economistas consultados pela Dow Jones esperavam um aumento de 0,2%. Na China, os dados divulgados na quarta-feira mostraram que a produção industrial do país e o crescimento das vendas no varejo em abril também estão abaixo das expectativas.

Esses números vieram em meio à uma recente escalada das tensões comerciais entre Pequim e Washington, começando com os EUA que aumentou as tarifas sobre US $ 200 bilhões em importações chinesas na semana passada. Em retaliação, a China elevou as tarifas de US $ 60 bilhões em mercadorias americanas no início desta semana. Os EUA também levantaram a possibilidade de aplicar em mais US $ 300 bilhões em mercadorias da China.

Os EUA e o Japão também estão realizando negociações comerciais e espera-se que as questões comerciais estejam em pauta na reunião do G-20 no final deste mês no Japão.

EUROPA: Os mercados europeus negociam em baixa nesta quinta-feira, apesar da alta na tarde de quarta-feira, depois que a imprensa revelou que os EUA planeja atrasar os impostos sobre automóveis importados da Europa em até seis meses.

O Pan-Europeu STOXX 600 cai cerca de 0,2% no meio da manhã, com as montadoras de autos liderando as perdas, enquanto o setor de recursos básicos tiveram o início mais forte.

As ações da BMW caem 0,2%, enquanto a Daimler cai 0,9% e a Porsche recua 1,1% na Alemanha. A Renault cai 0,9% na França.

Entre as mineradoras listadas em Londres, Anglo American sobe 3%, Antofagasta avança 1,4%, bHP adiciona 2,7% e Rio Tinto sobe 2,6%.

O presidente francês, Emmanuel Macron, derramou água fria sobre a ideia de implementar medidas protecionistas em empresas de tecnologia como a Huawei na quinta-feira.

No Reino Unido, os rebeldes que apoiam o Brexit do Partido Conservador da primeira-ministra britânica, Theresa May, disseram na quarta-feira que votariam contra o acordo de divórcio com a União Europeia, que será apresentado ao Parlamento pela quarta vez no próximo mês.

Enquanto isso, a Comissão Europeia está trabalhando em sua maior pressão regulatória sobre o setor bancário desde a crise financeira de 2008, que pode reduzir o acesso da Grã-Bretanha após sua saída do bloco, informou a Reuters.

Na quinta-feira, os reguladores antitruste da UE multaram o Barclays, o Citigroup, o JP Morgan, o MUFG e o Royal Bank of Scotland num total de 1,07 bilhão de euros (US $ 1,2 bilhão) por manipular o mercado de câmbio à vista de 11 moedas.

O suíço UBS não foi multado, pois alertou os cartéis para a Comissão Europeia. O setor financeiro foi atingido com multas de bilhões de euros em todo o mundo na última década por fraudar benchmarks importantes.

EUA: Os futuros de ações dos EUA reduzem as perdas e estabilizam na manhã desta quinta-feira, depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, atacou o grupo de telecomunicações Huawei contra as ameaças à tecnologia americana, aumentando ainda mais as tensões comerciais.

Na quarta-feira, o Dow Jones Industrial Average, DJIA, subiu 115,97 pontos, ou 0,45% e o índice S & P 500 avançou 0,58%, para 2.850,96 pontos. O Nasdaq Composite Index superou seus pares ao subir 1,1%.

A administração Trump lançou um novo tiro na briga comercial com a China na noite de quarta-feira, emitindo uma ordem executiva que proíbe equipamentos de telecomunicações de países considerados "adversários estrangeiros". O movimento parecia direcionado para a Huawei, que está sob pressão da Casa Branca há meses. 

A Huawei respondeu que tal medida só colocará os EUA para trás no que se trata sobre desenvolvimento da tecnologia 5G, dado que a gigante de tecnologia chinesa é a "líder incomparável" neste campo.

A decisão executiva surge um dia depois que os mercados receberam relatos de que Trump adiaria a decisão de instituir novas tarifas sobre importações de carros e peças de automóveis por até seis meses. Horas antes, o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, disse que os EUA "provavelmente" se reunirá novamente com a delegação chinesa em Pequim.

Longe dos desenvolvimentos geopolíticos, o calendário econômico desta quinta-feira inclui reivindicações semanais de desemprego, início de casa e licenças de construção para abril, juntamente com um índice de manufatura do Fed de Philly para maio, tudo devido às 9h30.

ÍNDICES FUTUROS - 7h30:
Dow: +0,36%
SP500: +0,36%
NASDAQ: +0,38%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

quarta-feira, 15 de maio de 2019

RESENHA DA BOLSA - QUARTA-FEIRA 15/05/2019

ÁSIA: As bolsas da Ásia ensaiaram uma recuperação e fecharam em alta na madrugada de quarta-feira, com abrandamento da posição de Trump e em meio à crescente expectativa de mais estímulo do governo chinês.

O presidente Donald Trump minimizou as tensões na terça-feira, classificando a situação como uma "pequena briga" e enfatizando o bom relacionamento que mantém com o presidente da China, Xi Jinping. Mas ele também enfatizou a imposição de tarifas de 25% sobre outros 325 bilhões de dólares em produtos chineses, essencialmente tudo o que a China exporta para os EUA.

Na China continental, as bolsas avançaram no dia, com o composto de Xangai subindo 1,91% e o Shenzhen ganhando 2,325%, enquanto o índice Hang Seng de Hong Kong avançou 0,52%.

O Nikkei do Japão subiu 0,58%, enquanto o índice Topix, mais amplo, subiu 0,60%. As ações da montadora japonesa Nissan Motor despencaram 6,47% depois que a empresa divulgou resultados fiscais de 2018, o menor nível em 11 anos.

Na Coreia do Sul, o Kospi subiu 0,53%, enquanto as ações da LG Chem subiram 2,71%. 

Na Austrália, o ASX 200 subiu 0,71%. As principais mineradoras avançaram depois que os preços do metal base se recuperaram em Londres na terça-feira. O grupo BHP liderou o mercado, subindo 1,9%, a Rio Tinto subiu 2,2%, a Fortescue Metals fechou em alta de 0,6% e a South32 adicionou 1,8%.

A Macquarie espera que os preços do minério de ferro continuem a impulsionar os ganhos das grandes mineradoras, à medida que os embarques globais diminuírem. A corretora disse esperar que a BHP Group e a Fortescue Metals atinjam o limite de baixa de suas diretrizes de embarque, enquanto a Rio Tinto e a Vale devem perder ou cortar as suas. Apesar disso, ainda manteve uma recomendação de 'outperform' para a BHP, Rio Tinto e Fortescue e uma recomendação 'neutra' na Vale. "À preço spot, todas as mineradoras de minério de ferro cobertas veem um aumento substancial na previsão de ganhos de 2019 por ação", disse a corretora. Prévia para a BHP e a Rio Tinto aumentaria em 30% cada.

EUROPA: As bolsas de valores europeias negociam em baixa nesta quarta-feira, após os mercados tentarem recuperar da liquidação de segunda-feira, resultante do anúncio das tarifas de retaliação da China sobre as importações dos Estados Unidos.

O pan-europeu STOXX 600 cai 0,32% no pregão do meio da manhã. O setor de construção e material sobem 0,4%, enquanto os automóveis caem 1,7%.

Relatórios sugeriram que o banco italiano UniCredit intensificou os preparativos para fazer uma oferta pelo Commerzbank, algumas semanas depois do fracasso do acordo com o banco alemão Deutsche Bank. As ações do Commerzbank recuam 1,9% na manhã de quarta-feira.

O banco holandês ABN Amro divulgou uma queda de 20% no lucro líquido do primeiro trimestre, para 478 milhões de euros (US $ 536 milhões). Suas ações caem 1,8% durante o pregão matinal.

O Credit Agricole registrou queda de 11% no lucro líquido do primeiro trimestre e queda de 2,6% no semestre.

O fornecedor de gás e eletricidade E.On caiu 5,4% depois que o Goldman Sachs rebaixou suas ações de “comprar” para “neutro”.

A Alemanha anunciou o retorno ao crescimento econômico no primeiro trimestre, disse um ministro da Economia, Peter Altmaier, à Reuters, como um “primeiro raio de esperança” após dois trimestres sem expansão.

No Reino Unido, o governo anunciou que a primeira-ministra Theresa May trará seu acordo Brexit de volta ao Parlamento no dia 3 de junho, enquanto as negociações com o principal partido trabalhista da oposição continuam apesar da aparente falta de progresso.

O dia é de baixa para as mineradoras listadas em Londres. Anglo American cai 1,4%, Antofagasta recua 1,7%, BHP Group recua 0,9% e Rio Tinto perde 0,7%. 

EUA: Os futuros dos índices de ações dos EUA recuam nesta quarta-feira de manhã, com investidores concentrados nos dados econômicos e novos balanços corporativos.

Na terça-feira, o Dow viu seu melhor dia em um mês, com os investidores deixando de lado as preocupações sobre a atual guerra comercial entre os EUA e a China. O presidente Donald Trump suavizou seu tom sobre a guerra comercial na terça-feira, referindo-se a ela como uma “pequena briga” e insistindo que as conversações não entraram em colapso.

O comércio continuará sendo um foco importante para os participantes do mercado. O presidente dos Estados Unidos tem até a meia-noite de sexta-feira para decidir se vai impor tarifas sobre carros na Europa.

Na agenda de dados econômicos, haverá vendas no varejo, produção industrial e estoques de negócios publicados durante toda a manhã.

Em termos de ganhos, a Macy’s, a Cisco Systems e a ZTO Express reportarão seus últimos resultados.

ÍNDICES FUTUROS - 7h35:
Dow: -0,30%
SP500: -0,30%
NASDAQ: -0,25%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

terça-feira, 14 de maio de 2019

RESENHA DA BOLSA - TERÇA-FEIRA 14/05/2019

ÁSIA: A maioria das principais bolsas da Ásia fechou em baixa nesta terça-feira, seguindo o declínio em Wall Street, um dia depois de Pequim decidiu aumentar suas tarifas sobre alguns produtos americanos em retaliação à decisão de Washington aumentar impostos sobre produtos chineses na semana passada.

As ações da parte continental chinesa caíram no dia. O índice composto de Xangai caiu 0,69% e o Shenzhen Composite caiu 0,624%. O índice Hang Seng de Hong Kong caiu em torno de 1,50%. As ações da gigante chinesa de tecnologia Tencent caíram mais de 2,5%.

O Nikkei do Japão caiu 0,59% e o índice Topix, mais  amplo, caiu 0,4%. As ações do peso-pesado do índice Softbank Grupo caiu 5,44%. 

O ASX 200 da Austrália caiu 0,92%, com a maioria dos setores em baixa depois que a China, maior parceira comercial do país, retaliou as tarifas impostas por Washington. Entre as mineradoras, BHP caiu 1,1%, enquanto Rio Tinto subiu 0,3%.

A forte demanda por ativos considerados refúgio seguro elevou o preço do ouro durante a sessão do ocidente e os investidores locais responderam, com os produtores de ouro listados avançando. Newcrest Mining subiu 1,8%, Evolution Mining subiu 7,2%, Northern Star Resources avançou 4,3%, Regis Resources subiu 6,8%, Saracen Mineral subiu 4,3% e St Barbara fechou a sessão em alta de 3,4%.

Na Coreia do Sul, o Kospi resistiu à tendência geral e subiu 0,14%, com as ações da fabricante de chips SK Hynix subindo 1,5%.

EUROPA: As bolsas de valores da Europa negociam em alta na manhã de terça-feira, com investidores começando a mitigar a forte retração causada pelo anúncio da retaliação da China sobre US $ 60 bilhões em mercadorias americanas a partir de 1º de junho feitas na segunda-feira. A notícia desencadeou uma onda de vendas no mercado, mas as ações europeias iniciaram uma recuperação na manhã de terça-feira.

O pan-europeu STOXX 600 sobe 0,5% no meio da manhã. O setor de recursos básicos lideram o pan-índice. Entre as mineradoras listadas em Londres, Anglo American sobe 2,1%, Antofagasta avança 2,4%, BHP Group sobe 1,5% e Rio Tinto avança 1,4%. 

As ações da Bayer caem 3% depois que um júri da Califórnia condenou a gigante farmacêutica alemã a pagar uma indenização de 2 bilhões de dólares a um casal que alegou que seu herbicida causou câncer. 

A seguradora alemã Allianz registrou um pequeno aumento no lucro líquido no primeiro trimestre em relação ao mesmo período do ano passado, marginalmente acima das expectativas e confirmou suas metas para 2019. O lucro líquido subiu para 1,969 bilhão de euros (US $ 2,21 bilhões). As ações da empresa sobem ligeiramente no início do pregão.

As ações da Volkswagen negociam em alta de 2,3% a mais depois que a montadora alemã apresentou planos para uma IPO (oferta pública inicial) de sua divisão de caminhões.

As ações da Vodafone inverteram o curso no comércio matinal e sobem 1,7%, recuperando-se de uma rápida queda após a companhia de telecomunicações britânica anunciar que cortaria seus dividendos em razão de suas dívidas.

As ações da Thyssenkrupp sobem ligeiramente, apesar de ter apresentado prejuízo no segundo trimestre, dias após o conglomerado ter sido forçado a abandonar os planos de dividir a companhia.

A produtora de cabos italiana Prysmian sobe 6,5% depois que anunciou resultados do primeiro trimestre que superaram as expectativas. Isso ocorre apesar da empresa ter admitido na segunda-feira que não poderia descartar mais falhas no seu projeto WesternLink, de infraestrutura de alta tensão entre a Inglaterra e a Escócia.

A empresa alemã de classificados online Scout24 lidera as perdas, caindo 6,5% após o anúncio de que uma oferta de aquisição liderada por Hellman & Friedman e Blackstone havia fracassado.

EUA: Os futuros de ações dos EUA avançam no "pre-market" na terça-feira, com investidores ponderando o impacto da escalada da guerra comercial entre os Estados Unidos e a China.

Os principais índices dos EUA caíram na segunda-feira após notícias de que a China pretende elevar suas tarifas sobre US $ 60 bilhões em importações dos EUA, começando em 1º de junho. A lista de produtos específicos varia de câmeras de TV a tequila e inclui uma série de produtos agrícolas. A decisão de Pequim vem depois que Washington anunciou na semana passada que aumentaria as tarifas de 10% para 25% em parte das importações chinesas.

O Dow e o S & P 500 sofreram seus piores dias desde o início de janeiro e o Nasdaq Composite teve sua maior queda diária no ano.

Em uma nota aos clientes na segunda-feira, o Citi disse que seus economistas chineses estão “cautelosamente otimistas de que um acordo comercial possa eventualmente ser assinado”, mas acrescentou que a “janela para evitar novas escalações nas tensões entre EUA e China está se fechando rapidamente” e que “fluxos comerciais contínuos podem continuar a afetar as ações no curto prazo, mas achamos que o mercado pode ter valorizado muito isso”.

De acordo com o Washington Post, os EUA já avançou com os primeiros passos para impor tarifas sobre cerca de US $ 300 bilhões em importações chinesas.

O Morgan Stanley disse aos clientes em nota na segunda-feira que o aumento dos impostos sobre produtos chineses provavelmente se transformarão em um obstáculo para os lucros das empresas e a economia pode entrar em recessão se a guerra comercial continuar aumentando.

No curto prazo, o JP Morgan está preparando seus clientes para o pior. Os dois lados fizeram progressos e mantiveram uma série de “conversas construtivas” sobre questões estruturais e desequilíbrios comerciais, no entanto, os obstáculos restantes são críticos e difíceis". “Com a re-escalada dos riscos de guerra tarifária (e a China prometeu retaliar), é difícil chegar a um acordo em breve”.

As ações de empresas que fazem negócios na China foram as mais atingidas. Apple, Intel e Caterpillar recuaram mais de 10% nos seis dias de negociação desde o tweet surpresa de Trump anunciando o aumento das taxas.

Mas a calma parece ter voltado aos mercados na terça-feira, depois que o presidente Donald Trump disse na segunda-feira que deve ficar claro em "três ou quatro semanas" se a recente viagem da delegação americana à China para discutir o comércio foi bem-sucedida. "Tenho a sensação de que vai ser muito bem sucedido", acrescentou.

Os papéis também caíram na segunda-feira após Trump ter dito que se encontraria com o presidente chinês, Xi Jinping, no mês que vem na reunião do Grupo dos 20 e que nenhuma decisão tinha sido tomada sobre a imposição de impostos sobre outra faixa de produtos chineses.

O foco do mercado se dará sobre algumas autoridades do Federal Reserve falando nesta terça-feira. O presidente do Fed de Nova York, John Williams, disse em Zurique que os governos podem desempenhar um papel na mudança do ambiente de crise pós-financeira, onde as taxas de curto prazo são mais baixas do que historicamente.

A presidente do Fed de Kansas City, Esther George, deve discursar no Economic Club of Minnesota em Minneapolis, às 13h45 e a presidente do Fed de San Francisco, Mary Daly, na Northwestern University em Evanston, Illinois, às 19h00.

ÍNDICES FUTUROS - 7h55:
Dow: +0,54%
SP500: +0,65%
NASDAQ: +0,94%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

segunda-feira, 13 de maio de 2019

RESENHA DA BOLSA - SEGUNDA-FEIRA 13/05/2019

ÁSIA: Os mercados de ações da Ásia fecharam em baixa na segunda-feira, depois que as negociações comerciais entre os EUA e a China terminaram sem acordo na sexta-feira.

O composto de Xangai caiu 1,21% e o Shenzhen Composite caiu 1,076%. Ambos haviam subido na sexta-feira passada estimulado por comentários otimistas de autoridades americanas depois de uma queda prematura provocada pela escalada na guerra comercial. 

O Nikkei do Japão caiu 0,72%, enquanto o índice Topix, mais amplo caiu 0,53%. O grupo Softbank, um dos maiores acionistas da Uber, caíram 3,25% após fracasso do IPO da Uber, avaliado em US $ 82 bilhões antes do IPO, bem abaixo das expectativas de US $ 100 bilhões e que encerrou seu primeiro dia com uma valorização abaixo de US $ 70 bilhões. O iene japonês, amplamente visto como uma moeda porto-seguro, foi negociado a 109,71 contra o dólar após o fortalecimento de níveis acima de 110,4 na semana anterior.

O australiano ASX 200 caiu 0,21%, em grande parte devido às perdas em alguns pesos pesados ​​do setor financeiro. O Commonwealth Bank caiu 2,5% na segunda-feira depois da atualização de seus resultados trimestrais decepcionar o mercado. Isso levou a uma fraqueza para todo o setor. 

Entre as mineradoras australianas. BHP avançou 0,5% e Rio Tinto fechou em alta de 0,6%.

Na Coreia do Sul, o Kospi recuou 1,38% e os mercados de Hong Kong ficaram fechados na segunda-feira por conta de um feriado.

Em entrevista no domingo, o assessor econômico da Casa Branca, Larry Kudlow, disse que o presidente dos EUA, Donald Trump e o presidente chinês, Xi Jinping, devem se reunir na próxima reunião do G-20, no Japão.

Segundo analistas, a falta de dados econômicos e feriados em alguns países fará com que o início de semana seja lento para os mercados asiáticos, mas o risco continua com a escalada da guerra comercial EUA-China após a decisão da última sexta-feira dos EUA de aumentar as tarifas de 10% para 25% sobre os produtos chineses. Todos os olhos estão voltados para a retaliação da China.

EUROPA: Os mercados da Europa negociam em baixa na manhã de segunda-feira, com investidores monitorando a evolução das negociações entre os EUA e a China.

O pan-europeu STOXX 600 caiu cerca de 0,5% após o sino de abertura. Alimentos e bebidas foram o setor mais forte, enquanto os automóveis iniciaram o dia perdendo mais de 1,5%.

A E.On e a Centrica divulgaram lucros na segunda-feira. A primeira informou que o EBITDA caiu 8%, para 1,67 bilhão de euros (US $ 1,88 bilhão), mas superando a previsão média de 1,64 bilhão em uma pesquisa da Reuters. Suas ações sobem 0,5%. Enquanto isso, a maior fornecedora de energia da Grã-Bretanha, a Centrica, disse que enfrenta um ambiente comercial desafiador para o primeiro semestre do ano, devido ao teto nacional nos preços da energia, clima mais quente e preços fracos do gás no Reino Unido. A receita bruta aumentou 54% nos primeiros quatro meses de 2019 e manteve o guidance para o ano todo. As ações da Centrica subiram 1,7% após o sino.

As ações do banco britânico Metro Bank despencam 8% no pregão matinal depois de confirmarem que o aumento de capital de 350 milhões de libras esterlinas estava “bem adiantado” e será finalizado até o final do segundo trimestre.

Entre as mineradoras listadas em Londres, Antofagasta cai 1,1%, Anglo American e BHP operam próximo da estabilidade e Rio Tinto sobe 0,3%.

EUA: Wall Street se prepara para um início de semana difícil. Os futuros do Dow Jones Industrial Average recuando mais de 300 pontos na manhã desta segunda-feira, com investidores esperando por contrapartidas da China, após negociações comerciais com os EUA terminarem a semana sem acordo.

Na sexta-feira, o DJIA fechou em alta de 0,44% ao subir 114,01 pontos, para 25.942,37 pontos, recuperando-se de uma queda de mais de 350 pontos. O índice S & P 500 subiu 0,37%, enquanto o Nasdaq Composite Index avançou 0,08%.

Na semana, o índice Dow Jones caiu 2,1%, a maior perda semanal desde março. O S & P teve uma queda semanal de 2,2% e o Nasdaq perdeu 3%, a maior perda para ambos desde a semana que terminou em 21 de dezembro.

As tensões comerciais que impulsionaram a volatilidade das ações na semana passada, mantém nesta segunda-feira, com investidores acreditando que um acordo entre os EUA e a China poderia levar mais tempo do que o esperado. 

O principal negociador da China, o vice-primeiro-ministro Liu He, exigiu que as tarifas sobre as exportações chinesas para os EUA sejam levadas como condição para fechamento de um acordo.

Em vários tweets no fim de semana, o presidente norte-americano Trump disse que os EUA estavam em uma posição vantajosa em relação às negociações, embora o consultor econômico da Casa Branca, Larry Kudlow, tenha admitido no domingo que "os dois lados" sentirão dor. Seu comentário de que Trump e o presidente da China, Xi Jinping, podem se reunir na conferência internacional do Grupo dos 20 em junho não conseguiu acalmar os investidores.

Um editorial de domingo do Global Times, um tabloide chinês publicado pelo Partido Comunista, disse que "a violenta ofensiva dos EUA é irracional" e a ideia de que a China não pode suportar uma guerra comercial é "uma fantasia e um julgamento equivocado". Enquanto o The People's Daily, um jornal oficial do Comitê Central do Partido Comunista, comentou em seu editorial, que "A China tem impulsionado as negociações bilaterais com um alto senso de responsabilidade e maximizado a sinceridade, mas nunca cederá às pressões extremas dos EUA, ou comprometerá questões de princípio".

Sem dados econômicos relevantes no calendário, os investidores provavelmente manterão o foco nas questões das tensões comerciais.  O presidente do Fed de Boston, Eric Rosengren e o vice-presidente do Fed, Richard Clarida, foram escolhidos para discursar em conferências separadas na segunda-feira, começando por volta das 10h da manhã.

Segundo estrategistas de mercados, qualquer boa vontade em arriscar ativos desapareceu depois da sexta-feira e a preservação do capital é o tema predominante, embora não haja pânico.

À medida que os investidores recuaram das ações, os ativos de refúgio, como o iene japonês, tiveram boas ofertas, assim como o ouro. Metais industriais como o cobre, ao contrário, tiveram baixas, enquanto os preços do petróleo subiram, depois que a Arábia Saudita afirmou que dois petroleiros foram atacados perto do Estreito de Ormuz, no início do domingo.

ÍNDICES FUTUROS - 7h45:
Dow: -1,18%
SP500: -1,23%
NASDAQ: -1,64%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

quinta-feira, 9 de maio de 2019

RESENHA DA BOLSA - QUINTA-FEIRA 09/05/2019

ÁSIA: As bolsas da Ásia caíram nesta quinta-feira, com os investidores permanecendo cautelosos depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que a China "quebrou o acordo" nas negociações comerciais em andamento.

O Kospi da Coreia do Sul caiu 3,04%, a maior perda percentual diária desde meados de outubro de 2018, segundo a Reuters. As ações da gigante Samsung Electronics caíram 4,07% e a fabricante de chips SK Hynix caiu 5,35%.

Na China, o composto de Xangai caiu 1,48% e o Shenzhen Composite caiu 1,28%. O índice Hang Seng de Hong Kong caiu 2,39%.

O Nikkei do Japão caiu 0,93%, enquanto o índice Topix, mais amplo, caiu 1,38%. As ações da montadora Honda Motor caíram 4,68%, apesar da companhia prever um aumento de 6% no lucro operacional para o atual ano fiscal.

O ASX 200 na Austrália, por sua vez, contrariou a tendência regional de queda para fechar 0,42% mais alto. As ações da Kidman Resources subiram acima do preço de oferta de US $ 1,90 por ação da Wesfarmers feita na quarta-feira, provocando especulações de que uma oferta rival poderia aparecer. Outras mineradoras de lítio subiram. A Orocobre subiu 4,6%, a Pilbara Minerals avançou 3,3% e a Galaxy Resources adicionou 7,5%.

Entre as mineradoras, BHP caiu 0,4%, Fortescue Metals recuou 0,5% e Rio Tinto perdeu 0,7%. 

EUROPA: As bolsas de valores da Europa negociam em baixa na manhã de quinta-feira, com aumento das tensões comerciais entre os EUA e a China. 

O Stoxx 600 cai 0,79%, depois de tomar um fôlego quarta-feira quando subiu 0,2%. Todos os principais setores são negociados em baixa, com os automóveis liderando as perdas.

O grupo aeroespacial italiano Leonardo registra o melhor desempenho na Europa no meio da manhã, com suas ações subindo mais de 6%, seguido de perto pela empresa de materiais de construção alemã HeidelbergCement, que sobe pouco mais de 2%. As ações da gigante britânica de energia Centrica, no entanto caem 9%.

Entre as mineradoras listadas em Londres, Anglo American cai 1,1%, Antofagasta recua 1,5%, BHP perde 1,3% e Rio Tinto recua 0,6%. 

O FTSE 100 do Reino Unido cai 0,34% após subir 0,2% na quarta-feira. A libra cai 0,1691% para US $ 1,2998, depois de recuar 0,4% na quarta-feira.

O CAC 40 da França perde 1,18%, após recuperação de 0,4% na quarta-feira.

Na Alemanha, o DAX 30 cai 0,78%. Na quarta-feira subiu 0,7%.

O FTSE MIB da Itália  cai 0,97%, acrescentando a queda de 0,1% na quarta-feira.

EUA: Os futuros de ações operam em baixa na manhã desta quinta-feira, acompanhando as perdas na Ásia e Europa, depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou retaliar a China, alegando que o país de ter "quebrado o acordo".

Na quarta-feira, o DJIA Industrial Dow Jones Average avançou 0,01%, para 25.967,33 pontos, mas o S ​​& P 500 caiu 0,16%, enquanto o Nasdaq Composite Index recuou 0,26%.

Na semana, os três principais índices caem em pelo menos 2%. O Dow sofreu sua maior queda percentual desde o dia 3 de janeiro na terça-feira.

Com os investidores aguardando o início das negociações comerciais, que devem começar em Washington nesta quinta-feira, os comentários de Trump para seus correligionário na Flórida na noite de quarta-feira pareciam chocá-los novamente.

O Ministério do Comércio da China, em um comunicado, sem fornecer detalhes específicos disse que lamenta profundamente se as medidas tarifárias dos EUA forem implementadas e que a China tenha que tomar as contra-medidas necessárias.

Os principais representantes comerciais de Pequim, incluindo o vice-primeiro-ministro Liu He, irão a Washington na quinta-feira para retomar as negociações, mas um tweet do Hu Xijin, o editor-chefe do Global Times da China, disse na quarta-feira, que as autoridades estão indo à Washington, simplesmente porque foram convidadas. O tabloide é publicado pelo Diário do Povo do Partido Comunista.

Na agenda do Fed, o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, deve dar “breves comentários" na abertura da conferência de pesquisa de desenvolvimento comunitário do Fed às 9h30. O presidente do Fed de Chicago, Charles Evans, fará um discurso no mesmo evento às 14h15 e o presidente do Fed de Atlanta, Raphael Bostic, comparecerá à convenção da Associação de Banqueiros de Louisiana em Nova Orleans às 11h45.

Quanto aos dados econômicos, as reivindicações semanais de desemprego, o déficit comercial de março e os preços ao produtor para abril serão divulgados às 9h30 da manhã. Os estoques de atacado para março são devidos às 11h00.

ÍNDICES FUTUROS - 7h45:
Dow: -0,71%
SP500: -0,71%
NASDAQ: -0,81%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

quarta-feira, 8 de maio de 2019

RESENHA DA BOLSA - QUARTA-FEIRA 08/05/2019

ÁSIA: As bolsas de valores da Ásia fecharam em queda nesta quarta-feira, após fortes perdas em Wall Street, com os investidores temendo que a guerra comercial entre os EUA e a China possa aumentar.

As bolsas da China continental fecharam em baixa, com o índice de Xangai caindo 1,12% e o Shenzhen Composite recuando 0,65%. Dados do comércio chinês de abril mostraram que tanto as exportações quanto o superávit comercial não atingiram as expectativas, enquanto as importações subiram surpreendentemente. Os dados alfandegários mostraram que o superávit comercial foi de US $ 13,84 bilhões, muito abaixo dos US $ 35 bilhões esperados pelos analistas. As exportações de abril caíram 2,7% em relação a um ano atrás.

O índice Hang Seng em Hong Kong caiu cerca de 1,23%.

O Nikkei 225 do Japão caiu 1,46%, enquanto o índice Topix, mais amplo, caiu 1,72%. As ações do peso pesado do índice, a fabricante de robôs Fanuc recuaram 2,24%

Na Coreia do Sul, o Kospi encerrou o pregão com queda de 0,41%, com as ações da Samsung Electronics recuando 1,34%.

O ASX 200 da Austrália caiu 0,42%, com a maioria dos setores em baixa. As mineradoras tiveram um dia de baixas. BHP caiu 0,8%, Fortescue recuou 1,4% e Rio Tinto fechou em queda de 0,3%. As ações da TPG Telecom despencaram 13,53% após a fusão da companhia com a Vodafone ter sido bloqueada pela Comissão Australiana de Concorrência e Consumo.

O representante de Comércio dos EUA, Robert Lighthizer, disse a repórteres que os EUA aumentarão os impostos sobre as importações chinesas na sexta-feira. Os comentários de Lighthizer vieram depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, twittou que as atuais tarifas de 10% sobre 200 bilhões de dólares de produtos chineses seriam elevadas para 25% na sexta-feira. Trump também ameaçou impor uma taxação adicional de 25% sobre outros 325 bilhões de dólares de produtos chineses “em breve”.

Os desenvolvimentos mais recentes fizeram com que os mercados em todo o mundo cambaleassem, após indicações anteriores de que os EUA e a China poderiam estar prestes a encerrar uma prolongada guerra comercial. No mês passado, o secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, disse ao The New York Times que as negociações estavam nas ”últimas rodadas″.

EUROPA: As bolsas europeias operam em baixa na manhã de quarta-feira, à medida que a crescente ameaça de uma guerra comercial entre os EUA e a China continua a pesar nos principais mercados.

O índice pan-europeu STOXX 600 é negociado em ligeira baixa no meio da manhã. O setor de automóveis mostrou o declínio mais substancial, enquanto o setor industrial avançam na sessão matutina.

Em Londres, Anglo American cai 0,5%, Antofagasta recua 1,2%, BHP perde 0,6%. 

Apesar da notícia de que o vice-primeiro-ministro chinês, Liu He, viajaria a Washington na quinta-feira, teme-se que o acordo comercial proposto entre as duas potências econômicas esteja desmoronando. Na terça-feira, os mercados continuaram a cair, com os investidores monitorando a evolução do comércio entre os EUA e a China.

A incerteza política continua na terça-feira. O governo Conservador do Reino Unido retomou as negociações com o partido trabalhista de oposição numa tentativa de romper o impasse parlamentar sobre a saída do Reino Unido da União Europeia. A libra esterlina cai para a mínimo diária, em meio às baixas expectativas para as negociações.

A França sugeriu que sanções internacionais poderiam ser impostas ao Irã se negar os compromissos sob seu acordo nuclear, informou a Reuters, depois que Teerã anunciou que reduzirá suas obrigações depois da retirada de Washington.

Enquanto isso, a Itália acusa a UE de preconceito depois das previsões econômicas sombrias sugerirem que a economia italiana cresceria 0,1% este ano, ficando aquém do restante do bloco.

EUA: Os futuros do índice de ações dos EUA apontam para uma abertura ligeiramente negativa na quarta-feira, com investidores continuando a monitorar as relações comerciais entre os EUA e a China.

Wall Street encerrou a sessão de terça-feira no vermelho, com comentários de autoridades dos EUA confirmando o aumento das tarifas  sobre produtos chineses no final desta semana. O presidente Trump twittou esse aumento no último domingo, o que provocou uma queda  nos mercados globais.

Os investidores também estarão monitorando os balanços das empresas. Honda Motor, Toyota Motors, The New York Times e Wendy’s reportarão seus últimos resultados antes do sino de abertura. Dinery e a Fox  informarão após o fechamento do mercado.

Os investidores terão uma nova visão sobre o mercado imobiliário norte-americano às 8 horas, quando os dados semanais sobre sinistros hipotecários serão divulgados.

ÍNDICES FUTUROS - 7h45:
Dow: -0,34%
SP500: -0,39%
NASDAQ: -0,48%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

terça-feira, 7 de maio de 2019

RESENHA DA BOLSA - TERÇA-FEIRA 07/05/2019

ÁSIA: As bolsas de valores da Ásia fecharam sem direção na sessão de terça-feira, em meio à novas tensões entre os EUA e a China.

Os mercados chineses, que despencaram mais de 5% na segunda-feira, ensaiaram uma recuperação na sessão de terça-feira após uma fonte informar que uma delegação chinesa ainda viajará para os EUA para continuar as negociações nesta semana, embora com um grupo menor do que originalmente planejado. O vice-primeiro-ministro chinês, Liu, também deve se juntar à delegação em Washington. O composto de Xangai subiu 0,69%, enquanto o Shenzhen Composite avançou 1,61%. O índice Hang Seng de Hong Kong adicionou 0,52%.

O Nikkei do Japão, que retornou às negociações após um longo período de férias em comemoração ao entronamento do Príncipe Naruhito, recuou 1,51%, enquanto o índice Topix, mais amplo, caiu 1,12%. As ações do peso-pesado Fanuc caindo mais de 3%.

Na Coreia do Sul, o Kospi caiu 0,88%. As ações da Hyundai Motor caíram mais de 1%.

O ASX 200 da Austrália, por outro lado, subiu 0,19%, fechando em 6.295,70 pontos. O RBA encerrou sua reunião mensal de política econômica mantendo as taxas inalteradas em 1,5% desde meados de 2016. As mineradoras tiveram um dia de recuperação. BHP subiu 1,9%, Fortescue Metals avançou 6,2% e Rio Tinto fechou em alta de 1,8%.

EUROPA: As bolsas europeias negociam em ligeira baixa durante o pregão de terça-feira, apesar da confirmação de que o vice-primeiro-ministro chinês, Liu He, participará de negociações comerciais em Washington em 9 e 10 de maio.

O pan-europeu STOXX Europe 600 negocia em queda de 0,45% no período da manhã desta terça-feira, após recuo de 0,9% da segunda-feira. O setor de telecomunicações registra o melhor desempenho no pan-índice, enquanto as ações de bancos mostram a queda substancial, liderada pelas baixas dos bancos britânicos HSBC e Standard Chartered.

A operadora de telecomunicações espanhola Cellnex Telecom anunciaram a compra as redes de sites da operadora francesa Iliad e Salt Mobile da Suíça. As ações da Cellnex sobem 6,7% com as notícias.

As ações da BMW caem cerca de 1,1% depois que a montadora alemã reportou uma queda de 78% nos lucros do primeiro trimestre, atingida por provisões legais e despesas.

As ações da Thomas Cook subiram mais de 10% depois que a Lufthansa confirmou que fará uma oferta não vinculativa para a Condor, do grupo britânico, com a opção de adquirir as demais companhias aéreas.

A cervejaria belga AB InBev divulgou seus resultados do primeiro trimestre na manhã de terça-feira, junto com a empresa farmacêutica irlandesa Allergan. As ações da AB Inbev são negociadas em alta de 1%.

O FTSE 100 do Reino Unido, reabre após o feriado de segunda-feira, mas declina 0,9%. Entre as mineradoras listadas em Londres, Anglo American cai 1,1%, Antofagasta recua 1,8%, enquanto Rio Tinto sobe 1,4%. 

Na agenda de dados econômicos, os números industriais alemães mostraram que os pedidos subiram 0,6%, mas ficou bem aquém das previsões de analistas de 1,5%, após dois meses de forte queda, trazendo um pouco alívio para a maior economia da Europa.

A Comissão Europeia deve divulgar suas últimas previsões econômicas ainda hoje. Analistas esperam algumas preocupações em torno do déficit da Itália.

EUA: Wall Street se prepara para novas perdas na terça-feira, com os futuros de ações recuando após autoridades americanas confirmarem que as tarifas sobre produtos da China aumentarão no final da semana.

As ações dos EUA terminaram em baixa na segunda-feira, mas recuperaram de perdas mais acentuadas. O Dow Jones Industrial Average deslizou 0,25%, após cair quase 500 pontos no início da sessão. O índice S & P 500 fechou em baixa de 0,45%, enquanto o Nasdaq Composite Index caiu 0,50%, depois de atingir uma baixa perto de 7.981,85 pontos no início do pregão de segunda-feira.

O representante de Comércio dos EUA, Robert Lighthizer, disse na segunda-feira que o governo Trump aumentará as tarifas sobre US $ 200 bilhões em produtos chineses na sexta-feira. A perspectiva de tarifas mais altas foi levantada pela primeira vez no domingo pelo presidente Donald Trump, sacudindo os investidores que previam progressos em direção a uma resolução de curto prazo entre as duas superpotências.

No mundo corporativo, a AB InBev, Mylan, Cinemark, Lyft, Petrobras e Western Union reportarão seus últimos resultados.

Na frente dos dados econômicos, será divulgado as vagas de emprego e pesquisa de turnover de mão-de-obra (JOLTs), às 11h00 e os números de crédito ao consumidor às 16h00.

ÍNDICES FUTUROS - 7h45:
Dow: -0,48%
SP500: -0,53%
NASDAQ: -0,58%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

segunda-feira, 6 de maio de 2019

RESENHA DA BOLSA - SEGUNDA-FEIRA 06/05/2019

ÁSIA: As bolsas da região Ásia-Pacífico recuaram na sessão de segunda-feira com temores de que as negociações comerciais entre os EUA e a China estivessem à beira de um colapso.

O presidente Donald Trump divulgou tweets na tarde de domingo que os impostos atuais de 10% sobre o valor de US $ 200 bilhões em produtos chineses subirão para 25% na sexta-feira. Ele também ameaçou impor tarifas de 25% sobre um adicional de US $ 325 bilhões em produtos chineses “em breve”. 

Autoridades norte-americanas indicaram na semana passada que houve progressos nas negociações em Pequim e disseram que era possível chegar a um acordo até o final desta semana, mas a súbita linha dura de Trump assustou os investidores.

O índice MSCI Ásia-ex Japão caiu 1,76%. O composto de Xangai caiu 5,58%, enquanto o Shenzhen Composite despencou 7,38%. O CSI 300 index, que acompanha as maiores ações listadas no continente, caiu 5,84%.

Em Hong Kong, o índice Hang Seng recuou 2,90%. As ações da empresa chinesa de equipamentos de telecomunicações ZTE, cotadas em Hong Kong, despencaram 8,82%, com a empresa sendo pega de surpresa no fogo cruzado entre Pequim e Washington. Sua contraparte listada em Shenzhen caiu 9,98%.

O yuan chinês caiu para 6,7790 em relação ao dólar, ante 6,72 na semana passada. Sua contraparte onshore mudou de mãos em 6,7655 contra o dólar, ante 6,73 na semana passada.

Em contrapartida, fontes dizem que a China está considerando cancelar suas negociações comerciais com os EUA nesta semana, diante das recentes ameaças de Trump.

Na Austrália, o ASX 200 caiu 0,82%, com quase todos os setores em baixa. Entre as mineradoras, BHP caiu 0,5%, Fortescue Metals recuou 2,2% e Rio Tinto caiu 0,7%. 

Os mercados no Japão e na Coréia do Sul ficaram fechados por conta de feriados.

EUROPA: Os mercados europeus caem acentuadamente na segunda-feira, depois que o presidente Donald Trump disse que os EUA aumentariam as tarifas sobre produtos da China.

O DAX da Alemanha e o CAC da França caem mais de 2% no meio da manhã. No Reino Unido, os mercados estão fechados devido feriado público.

ThyssenKrupp disse que ainda está buscando um acordo com os reguladores antitruste europeus sobre uma joint venture com a Tata Steel, informou a Reuters.

Enquanto isso, a Comissão Europeia está preparada para lançar uma investigação formal sobre a Apple nas próximas semanas. De acordo com o Financial Times, isso se deve a uma denúncia feita pela Spotify no início deste ano.

A leitura do índice PMI para a zona do euro continua mostrando fraqueza na região. O índice PMI da IHS Markit chegou a 51,6 em abril, ante uma leitura em março de 51,6. A produção industrial ainda está sob pressão da queda da produção e de novos pedidos e está afetando o crescimento do emprego. Nos setor de serviços, no entanto, as condições dos negócios estão melhores.

EUA: Futuros das ações dos EUA despencam nesta segunda-feira, em meio à temores de que as negociações comerciais entre os EUA e a China estejam à beira do colapso, depois que o presidente Donald Trump ameaçou aumentar as tarifas de US $ 200 bilhões.

Os futuros do Dow Jones Industrial Average cai 1,89%, enquanto o S & P 500 futuros cai 1,78%, enquanto os futuros do Nasdaq 100 cai 2,21%.

Na sexta-feira, o Nasdaq Composite Index fechou com alta de 1,58%, alcançando um recorde histórico. O índice S & P 500 subiu 0,96%, enquanto o Dow subiu 0,75% ou 197,16 pontos, para 26.504,95 pontos.

Em um par de tweets surpresa no domingo, Trump expressou frustração com a velocidade das conversações com a China e ameaçou aumentar as tarifas sobre US $ 200 bilhões de produtos chineses na sexta-feira. “O acordo comercial com a China continua, mas muito devagar, enquanto tentam renegociar. Não!”, escreveu ele.

As negociações comerciais, que foram retomadas na semana passada entre os dois países, as autoridades dos EUA pareciam esperançosas com um acordo iminente. Pequim, que no passado rejeitou as pressões dos EUA, disse que a viagem do vice-primeiro-ministro Liu He a Washington nesta semana pode ser cancelada, segundo um relatório do South China Morning Post, citando fontes.

Não está prevista a divulgação de dados econômicos importantes.

ÍNDICES FUTUROS - 7h35:
Dow: -1,88%
SP500: -1,73%
NASDAQ: -2,18%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

quinta-feira, 2 de maio de 2019

RESENHA DA BOLSA - QUINTA-FEIRA 02/05/2019

ÁSIA: As bolsas de valores da Ásia-Pacífico fecharam sem direção na sessão de quinta-feira, após a decisão da política monetária do Federal Reserve dos Estados Unidos sugerir que o banco central não está considerando uma redução nas taxas de juros neste momento.

Em Hong Kong, o índice Hang Seng subiu 0,83%. As ações da seguradora AIA subiram 4,38%.

O Kospi da Coreia do Sul avançou 0,42%. As ações da gigante Samsung Electronics subiram 0,11% e da fabricante de chips SK Hynix avançaram 2,15%.

O ASX 200 na Austrália, por outro lado, caiu 0,59%, com recuo da maioria dos setores. Entre as mineradoras, BHP caiu 1,3%, Fortescue Metals recuou 1,6% e Rio Tinto perdeu 1,3%.

Os mercados da China e do Japão permaneceram fechados por conta de feriado.

Na frente comercial EUA-China, fontes disseram na quarta-feira que um acordo comercial entre as duas potências econômicas pode ser anunciado na próxima sexta-feira. Um analista disse que a reação do mercado, se e quando algum acordo for anunciado, poderia ser “um pouco mais discreta” do que o esperado.

EUROPA: As bolsas de valores europeias seguem os desempenhos da sessão de quarta-feira de seus pares dos Estados Unidos, pesada pelas declaração do presidente do Federal Reserve.

O pan-europeu Euro-Stoxx 600 Index cai 0,3% nos primeiros negócios. As principais bolsas figuram em território negativo, com apenas o DAX alemão contrariando a tendência.

A Volkswagen divulgou lucro do primeiro trimestre em linha com as expectativas na quinta-feira. As ações subiram 2,5% nos primeiros negócios.

O BNP Paribas registrou um lucro líquido de 1,92 bilhão de euros (2,15 bilhões de dólares) no primeiro trimestre, um salto de 22% em relação ao mesmo período do ano anterior. As ações sobem 1%.

O ING, maior grupo financeiro holandês, divulgou uma ligeira queda no lucro líquido do primeiro trimestre, de 1,12 bilhão de euros (1,26 bilhão de dólares), ligeiramente abaixo das expectativas dos analistas de 1,15 bilhão de euros em uma pesquisa da Reuters. As ações caem 1,5% na manhã de quinta-feira.

As mineradoras listadas em Londres tem mais um dia de baixas. Anglo American cai 1,7%, Antofagasta recua 1,9%, BHP Group cai 1,7%, enquanto Rio Tinto perde 1,5%.

Enquanto isso, os investidores no Reino Unido vão monitorar a decisão sobre a taxa juros do Banco da Inglaterra nesta quinta-feira. Há também eleições locais sendo realizadas no país.

Ainda no Reino Unido, a primeira-ministra Theresa May está considerando um acordo com o Partido Trabalhista da oposição para ressuscitar seu plano Brexit, rejeitado diversas vezes. O possível acordo, poderia satisfazer as demandas trabalhistas de que a Grã-Bretanha permaneça dentro da união alfandegária com a UE, limitando a capacidade do país de negociar acordos sobre bens, mas permitiria que fizessem acordos sobre serviços, informou o Financial Times.

EUA: Os futuros do índice de ações dos EUA operam em alta na manhã de quinta-feira, um dia após recuo em Wall Street.

As bolsas americanas fecharam em baixa na quarta-feira com os comentários do presidente Jerome Powell. O banco central manteve as taxas inalteradas, mas Powell desestimulou especulações sobre um potencial corte da taxa de juros no horizonte. Antes da reunião, o presidente Donald Trump pediu ao banco central para reduzir as taxas e aumentar os estímulos.

No mundo corporativo, a Kellogg, Under Armour, CBS, Expedia e Gilead Sciences devem apresentar seus números.

Na agenda de dados, haverá pedidos de auxílio desemprego, dados de produtividade e custos unitários de mão-de-obra às 9h30 da manhã, seguidos por pedidos das fábrica às 11h00.

ÍNDICES FUTUROS - 7h55:
Dow: -0,01%
SP500: +0,12%
NASDAQ: +0,18%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

terça-feira, 30 de abril de 2019

RESENHA DA BOLSA - TERÇA-FEIRA 30/04/2019

ÁSIA: As bolsas da região Ásia-Pacífico fecharam sem direção nesta terça-feira, depois que dados da China mostraram que a atividade manufatureira cresceu menos que o esperado. 

Os mercados da China continental fecharam em alta. O composto de Xangai avançou 0,52%, enquanto o Shenzhen subiu 0,67%. Em Hong Kong, o índice Hang Seng caiu 0,65%.

A atividade manufatureira na China caiu abaixo das expectativas em abril, segundo dados divulgados na terça-feira. O índice PMI oficial ficou em 50,1 no mês de abril. Analistas consultados pela Reuters esperavam que o indicador ficasse em 50,5, o mesmo que no mês anterior. Uma leitura acima de 50 indica expansão, enquanto uma leitura abaixo indica contração.

Os dados vieram em meio à uma recente queda nas ações da China continental, com o índice de Xangai caindo mais de 5,5% na semana passada.

O Kospi na Coreia do Sul caiu 0,58%. As ações da pesada Samsung Electronics caíram 0,65% depois que a companhia registrou um declínio de 60% no lucro do primeiro trimestre em relação ao ano anterior. A principal rival da empresa, a fabricante de chips SK Hynix, viu suas ações caírem 1,25%.

Na Austrália, o ASX 200 caiu 0,53%, com queda da maioria dos setores. As mineradoras que são sensíveis às notícias da China, recuaram. BHP caiu 0,9%, Fortescue Metals recua 1,2%, enquanto Rio Tinto fechou em baixa de 2,7%. 

Os mercados do Japão estão fechados para um feriado de 10 dias de 27 de abril até 6 de maio, para celebrar a o início do reinado do príncipe herdeiro Naruhito.

Enquanto isso, os EUA e a China devem retomar as negociações comerciais na terça-feira. O secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, disse em uma entrevista que as negociações entre as duas potências econômicas estavam nas ”últimas rodadas”, de acordo com um relatório do New York Times no domingo.

EUROPA: As bolsas europeias operam em baixa na manhã de terça-feira, após dados mais fracos do que o esperado na China ressaltarem preocupações com a economia global.

O pan-europeu Stoxx 600 cai 0,2% nos negócios da manhã, com a maioria dos setores e principais bolsas em território negativo.

O setor de recursos básicos da Europa, com sua forte exposição à China, registram perdas. Entre as mineradoras listadas em Londres, Anglo American cai 1,2%, Antofagasta recua 1,3%. Entre as gigantes, BHP Group cai 1% e Rio Tinto cai 1,3%.

Olhando para as ações individuais, a fabricante de chips AMS lidera o topo do benchmark europeu durante o pregão matinal, depois que a fornecedora da Apple informou uma perspectiva otimista para o segundo trimestre, com base em um número crescente de smartphones Android usando seus sensores óticos 3D. As ações do grupo austríaco disparam 21% com as notícias.

Enquanto isso, o Danske Bank figura no último lugar do índice, depois que o banco em dificuldades registrou ganhos abaixo do esperado e reduziu suas perspectivas para o restante do ano. As ações do maior banco da Dinamarca caem mais de 8%.

A gigante britânica do petróleo BP divulgou lucros em linha com as expectativas da manhã de terça-feira. As ações da BP sobem ligeiramente.

As ações da Airbus recuam 0,7% depois que o grupo aeroespacial registrou lucro ligeiramente melhor que o esperado no primeiro trimestre.

Entre os dados econômicos, o crescimento econômico da zona do euro ficou mais forte do que o esperado nos primeiros três meses do ano, enquanto o desemprego caiu para seu nível mais baixo em mais de uma década. Dados oficiais do escritório de estatísticas da UE, o Eurostat, disse que uma estimativa preliminar do PIB do primeiro trimestre subiu 0,4%, ante 0,2% nos três meses finais de 2018.

EUA: Os futuros do índice de ações dos EUA estavam apontando em direções opostas na manhã de terça-feira, enquanto os participantes do mercado se preparavam para mais um dia de lucros corporativos e novos lançamentos de dados.

O S & P 500 atingiu a maior alta de todos os tempos na segunda-feira, devido resultados melhores do que o esperado. Os investidores devem ficar de olho em mais balanços corporativos na terça-feira, com algumas empresas de tecnologia informando seus números.

General Electric, Mastercard, Merck, Pfizer e McDonald’s estão entre as empresas que reportarão antes do sino de abertura. A Apple e a Mondelez International vão atualizar os investidores após o sino de fechamento.

Na agenda de dados econômicos,o índice de custos de emprego sairá às 9h30; enquanto as vendas pendentes e os números de confiança do consumidor são devidos às 11h00.

O Federal Reserve inicia sua reunião de política de dois dias na terça-feira. 

ÍNDICES FUTUROS - 7h25:
Dow: -0,01%
SP500: -0,06%
NASDAQ: -0,12%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

segunda-feira, 29 de abril de 2019

RESENHA DA BOLSA - SEGUNDA-FEIRA 29/04/2019

ÁSIA: As bolsas da região da Ásia-Pacífico fecharam sem direção nesta segunda-feira, enquanto os mercados do Japão permaneceram fechados por conta de um longo feriado. O índice MSCI Ásia-ex Japão subiu 0,53%.

Na China continental, as bolsas caíram. O índice de Xangai recuou 0,77%, enquanto o Shenzhen Composite caiu 2,41%. Enquanto isso, o índice Hang Seng de Hong Kong avançou 0,88% em sua hora final de negociação.

O CSI 300, que acompanha as maiores ações chinesas no continente, por outro lado, subiu 0,28%. As ações da fabricante de carros elétricos BYD, cotadas em Shenzhen, subiram 0,52% depois que a companhia registrou um aumento de 632% no lucro líquido do primeiro trimestre. Sua contraparte listada em Hong Kong, por outro lado, caiu 0,8%.

Os mercados da China continental registraram seu pior desempenho semanal desde outubro na semana passada, com o índice de Xangai caindo mais de 5,5%. A empresa de pesquisa Capital Economics atribuiu a fraqueza aos comentários feitos por um órgão da China sobre os planos de estímulo econômico do país. Enquanto as autoridades chinesas disseram que continuariam a apoiar a economia, resultados do PIB melhores do que o esperado no primeiro trimestre provocaram preocupações sobre o potencial abrandamento da política de curto prazo.

Na Coreia do Sul, o Kospi subiu 1,70%, com as ações da gigante Samsung Electronics saltando 2,90%, antes do lançamento de seus resultados na terça-feira.

O ASX 200 na Austrália, por outro lado, caiu 0,97%, depois dos fortes ganhos da semana passada, com investidores vendendo de empresas imobiliárias e bancos. 

Na semana passada, o índice australiano saltou 2%, enquanto os índices S & P500 e Nasdaq Composite registraram novos recordes após uma forte leitura do PIB dos EUA.

O Straits Times Index de Cingapura subiu 1,54%, com as ações do DBS Group, o maior banco do Sudeste Asiático, avançando 3,4% depois de ter registrado lucro trimestral recorde. As ações de outros bancos em Cingapura também subiram. Oversea-Chinese Banking Corp subiu 2% e o United Overseas Bank avançou 2,8%.

Mercados do Japão estão fechados por conta de um feriado de 10 dias, entre 27 de abril a 6 de maio, para celebrar o início do reinado do príncipe herdeiro Naruhito. O imperador Akihito, de 85 anos, abdicou o trono em favor do filho, Naruhito. É a primeira vez que um monarca deixa o posto ainda em vida em dois séculos de história do país. 

EUROPA: As bolsas europeias operam em baixa na segunda-feira de manhã, depois que dados fracos da zona do euro exacerbaram temores das perspectivas para a economia global.

O pan-europeu Stoxx 600 cai cerca de 0,3% durante os negócios da manhã, com a maioria dos setores e principais bolsas em território negativo.

Dados oficiais publicados nesta segunda-feira mostraram que o sentimento econômico da zona do euro caiu pelo décimo mês consecutivo para o nível mais baixo em mais de dois anos em abril. O sentimento no bloco caiu para 104,0 pontos em abril, abaixo dos 105,6 de março.

Concessionárias de serviços públicos e ações de petróleo e gás lideram as perdas no pan-índice. Enquanto isso, o índice bancário europeu figura entre os ganhadores setoriais, depois que a S & P Global afirmou o rating de crédito da Itália em BBB na sexta-feira. A agência está dando mais tempo para o governo populista de Roma implementar políticas para lidar com os problemas econômicos do país. Os bancos BPM e o Intesa Sanpaolo sobem 1,5% com as notícias.

A Bayer da Alemanha figura no fundo do benchmark europeu. No sábado, o conselho de supervisão da empresa disse que está acompanhando mais perto depois que a maioria dos acionistas se recusou a ratificar as ações da atual administração em 2018. As ações da Bayer caem 2,5%.

Ainda na Alemanha, a fabricante de produtos químicos Covestro informou que o lucro caiu 58% nos primeiros três meses de 2019, com os preços dos produtos sob pressão à medida que os rivais aumentam sua produção. As ações da empresa caem quase 2%.

Entre as mineradoras, Anglo American sobe 0,2%, enquanto Antofagasta recua 0,2%, BHP Group e Rio Tinto recuam 0,4% cada.

Os socialistas da Espanha conquistaram uma vitória nas eleições gerais do país no domingo. O Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE) conquistou a maioria dos assentos no fim de semana, mas ficou significativamente aquém da maioria necessária e deverá procurar formar um governo de coalizão. O partido Vox ganhou 24 assentos, tornando-se o primeiro partido de extrema direita a entrar no parlamento desde que o regime militar terminou na década de 1970.

EUA: Os futuros do índice de ações dos Estados Unidos operam em ligeira baixa na segunda-feira de manhã, com investidores esperando mais uma rodada de balanços corporativos e novos dados econômicos.

O S & P 500 e o Nasdaq Composite registraram novos recordes de fechamento nesta sexta-feira, depois que diversas empresas apresentaram resultados melhores do que o esperado.

Nesta terça-feira, Spotify e Restaurant Brands, devem divulgar seus números antes da abertura. Alphabet e Western Digital atualizarão os investidores depois do sino de fechamento.

Na agenda de dados econômicos, está prevista dados da renda pessoal e gastos do consumidor às 9h30.

Além disso, os investidores também estarão acompanhando a evolução das negociações comerciais entre os EUA e a China. O secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, disse que os dois lados estão “entrando nas últimas rodadas” de negociações, segundo o New York Times.

ÍNDICES FUTUROS - 7h45:
Dow: -0,09%
SP500: -0,10%
NASDAQ: -0,11%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.