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quinta-feira, 30 de agosto de 2018

RESENHA DA BOLSA - QUINTA-FEIRA 30/08/2018

ÁSIA: Os mercados da Ásia fecharam majoritariamente em baixa nesta quinta-feira, depois de negociar em território positivamente a maior parte do dia. O índice da MSCI para as ações na região da Ásia-Pacífico, excluindo o Japão, caiu 0,2%, com os ganhos sendo compensados ​​pelas perdas em Pequim. 

Na Austrália, o ASX 200 terminou o dia próximo da linha plana e fechou em 6.351,80 pontos, após o recorde de alta de 10,5 anos na quarta-feira. Destaque para o setor de telecomunicações que disparou 3,59% depois que a TPG Telecom e a Vodafone Hutchison Australia anunciaram uma fusão que criará uma estrutura avaliada em A $ 15 bilhões (US $ 11 bilhões). As ações da Hutchison Telecommunications, que detém 50% da Vodafone Hutchison Australia, fecharam em alta de 44%, enquanto as ações da TPG Telecom subiram 18,15%.

Entre as mineradoras australianas, Fortescue Metals caiu 1,2% e Rio Tinto recuou 0,5%.

O Kospi da Coreia do Sul também encerrou o pregão estável. O índice atingiu uma alta intradiária de 2.320,85 pontos com as as notícias de que o presidente dos EUA, Donald Trump, assinou acordos que permitia "aliviar  quotas de aço e alumínio de alguns países", incluindo a Coreia do Sul. As ações de siderúrgicas do país subiram com o anúncio, com a Hyundai Steel fechando em alta de 0,56%, enquanto a Posco obteve ganhos na ordem de 0,3%.

O Nikkei do Japão fechou em 22.869,50 pontos, alta de 0,75%, a oitava sessão positiva, o maior nível em mais de três meses, segundo a Reuters. Depois de subir quase 1% no pregão da manhã, o benchmark nipônico recuou um pouco quando encontrou resistência técnica após quebrar brevemente o nível de 23.000 pontos. 

Os mercados da China recuaram a partir do meio dia, com o índice de Hang Seng de Hong Kong sendo negociado em baixa de 0,89%, interrompendo uma sequência de três dias de ganhos. O índice caiu 1,5% este mês e está a caminho de seu quarto declínio mensal. Em 2018, caiu 5,9% até este momento. No continente, o composto de Xangai devolveu seus ganhos iniciais e caiu 1,44%, para fechar em torno de 2.737,74 pontos, enquanto o composto de Shenzhen terminou em 1.467,18 pontos, ao cair 1,48%.

No Sudeste Asiático, a bolsa de Cingapura caiu 0,56% e Malásia recuou 0,05% , mas na Indonésia, o benchmark local registrou ganhos de 0,37%.

O índice do dólar, que acompanha a moeda americana em relação a uma cesta de moedas, caiu para 94,481, depois de negociar a maior parte do dia praticamente estável. O iene foi negociado em 111,60 contra o dólar, enquanto o dólar australiano se recuperou das perdas, mas ainda foi negociado em baixa de 0,14%, a US $ 0,7298.

EUROPA: As bolsas europeias operam em baixa, com bancos e ações ligadas à commodities liderando as quedas do dia. O índice Stoxx Europe 600 cai 0,56%. Nesta semana, o índice pan-europeu sobe 0,4%, o que seria seu segundo ganho semanal consecutivo. Para o mês de agosto, recua 1,7% e segue em direção ao desempenho mensal mais fraco desde março.

O FTSE 100 do Reino Unido recua 0,63%, pesada por uma libra mais forte, após recuar 0,7% na sessão anterior. Uma valorização da libra pode conter o FTSE 100, porque as empresas multinacionais do índice geram a maior parte de suas vendas em outras moedas. O negociador da UE, Michel Barnier, disse na quarta-feira que o bloco comercial estava disposto a oferecer ao Reino Unido "uma parceria sem precedentes", dando um grande impulso à libra nessa sessão. Seus comentários ajudaram a aliviar as preocupações sobre um potencial "não-acordo" em relação ao Brexit.

O setor de recursos básicos registram perdas, devido preocupações persistentes com as tensões comerciais entre os EUA e a China. Anglo American cai 1,4%, Antofagasta recua 0,7%, BHP Biliton perde 1,2% e Rio Tinto cai 0,9%.

O indicador britânico está apontando para uma queda de 0,9% na semana e registra uma queda de 2,3% no ano até o momento.

Na frente econômica, os dados da área do euro mostraram que a confiança econômica na região caiu em agosto. 

Os pedidos de auxílio-desemprego da Alemanha em agosto caíram em 8.000 em julho, de acordo com a previsão dos economistas. A taxa de desemprego ajustada da Alemanha permaneceu em 5,2%, inalterada em relação a julho, a menor taxa desde o início da série de dados em janeiro de 1992. O mercado de trabalho da Alemanha permanece em forte posição em agosto, já que outros indicadores chaves também sinalizaram recentemente um crescimento econômico robusto na maior economia da Europa. 

EUA: Os futuros do índice de ações dos Estados Unidos operam em ligeira baixa, sugerindo uma modesta retirada depois de uma recuperação de vários dias, que levou índices a diversos recordes, devido um aparente abrandamento das tensões entre os EUA e seus principais parceiros comerciais. Na terça-feira, a ministra canadense de Relações Exteriores Chrystia Freeland se reuniu com autoridades do governo Trump em uma tentativa de resolver discussões entre os dois países, após anúncio de um acordo entre os Estados Unidos e  México, que pode resultar em um reformulação do Acordo de Livre Comércio Trilateral da América do Norte.

Na quarta-feira, Wall Street subiu modestamente no que foi o quarto dia consecutivo de ganhos para os principais índices. Tanto o S & P 500 quanto o Nasdaq Composite Index terminaram em recordes, a quarta consecutiva.

Para o mês de agosto, o S & P 500 sobe 3,5% e o Nasdaq ganha 5,7%. Ambos seguem no caminho para o quinto avanço mensal, enquanto o Nasdaq está no caminho certo para seu maior ganho mensal desde janeiro. O Dow sobe 2,8% e busca o segundo mês consecutivo positivo.

Entre os últimos desenvolvimentos, a Reuters informou que o presidente Donald Trump havia aprovado um alívio nas cotas de aço e alumínio para alguns parceiros comerciais dos EUA.

No front econômico, uma atualização do Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre mostrou um crescimento chegando a um ritmo de 4,2%, ligeiramente melhor do que a leitura inicial de 4,1%. Separadamente, uma leitura da confiança do consumidor atingiu seu nível mais alto desde outubro de 2000, porém, as vendas pendentes de casas caíram no último sinal de instabilidade no mercado imobiliário.

Na quinta-feira, os investidores estarão olhando para dados semanais de pedidos de auxílio-desemprego, dados  de gastos e renda pessoais de julho e dados do PCE, também para julho.

Os volumes de negociação podem ser leves, como é típico na última semana de agosto. Os mercados estarão fechados na segunda-feira para o feriado do Dia do Trabalho.

ÍNDICES FUTUROS - 7h40:
Dow: -0,31%
SP500: -0,19%
NASDAQ: -0,20%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

RESENHA DA BOLSA - QUARTA-FEIRA 29/08/2018

ÁSIA: Os mercados da Ásia fecharam sem direção na madrugada desta quarta-feira, mesmo após o Nasdaq e o S & P 500 atingirem outro recorde em Wall Street.

O Nikkei do Japão encerrou o pregão em alta de 0,15%, seu sétimo ganho consecutivo, para 22.848,22, um recorde de alta de 2 meses e meio, com bancos e empresas de navegação liderando os ganhos. 

O Kospi da Coreia do Sul avançou 0,26%, a nona alta seguida, para terminar em 2.309,03 pontos. Fabricantes de chips Hynix e Samsung subiram 0,5% cada, em meio à força global do setor.

O ASX 200 da Austrália subiu 0,75%, a quarta seguida, para fechar em 6,352.2 pontos, novo recorde de 10 anos e meio, com o setor de materiais sustentando a alta. BHP Biliton subiu 1,1% e Rio Tinto avançou 0,3%. O setor financeiro pesadamente ponderado, que pressionaram o mercado a maior parte da semana passada, continuaram a recuperação, quase apagando a queda de agosto.

Os mercados da China continental terminaram o dia de negociação em território negativo. O índice de Xangai caiu 0,31%, para fechar em  2.769,30 pontos, enquanto o composto de Shenzhen caiu 0,56%, para fechar em 1.489,29 pontos. 

O índice Hang Seng de Hong Kong inverteu a queda e fechou em alta de 0,23%, o terceiro avanço seguido. O setor de tecnologia da informação caiu cerca de 1,1%.

O NZX 50 da Nova Zelândia registraram seu maior ganho desde a eleição de Donald Trump. O benchmark subiu 1,6%, para 9362,67, outro recorde de alta.

As bolsas de Cingapura e Malásia recuaram modestamente.

O índice do dólar, que acompanha o dólar em relação a uma cesta de moedas, foi negociado em alta em 94,835, após tocar uma baixa intradiária de 94,688 anteriormente. O iene japonês permaneceu praticamente estável em relação ao dólar, em 111,21 ienes, enquanto o dólar australiano caiu 0,44%, para US $ 0,7305.

EUROPA: Os mercados europeus abriram em alta, acompanhando os ganhos nos mercados dos EUA, com aparente abrandamento das tensões relacionadas ao comércio, porém inverte a mão ainda durante a sessão matinal e a maioria das bolsas operam em território negativo. O índice Stoxx Europe 600 cai 0,3%. Uma alta hoje cravará o terceiro ganho nas últimas quatro sessões, que está sendo negociado em seu nível mais alto desde 10 de agosto.

O índice FTSE 100 do Reino Unido recua 0,64%, com risco Brexit entrando em foco mais uma vez. O benchmark londrino fechou a sessão de terça-feira em alta de 0,5%, para o melhor ganho diário desde 16 de agosto e permanece perto de uma alta de duas semanas. O setor de mineração pesa sobre o índice. A empresa multinacional de mineração Fresnillo cai 2,4%, após uma sessão otimista na terça-feira. Entre outros pares do setor, Anglo American cai 1,7%, Antofagasta perde 2%, BHP Biliton recua 0,8% e Rio Tinto cai 1,2%.

Os investidores continuam observando o andamento do Brexit. De acordo com um relatório da Bloomberg, as duas partes pretendem finalizar os termos de sua divisão até meados de novembro, um mês depois do prazo oficial regulamentado de outubro. O Reino Unido está programado para deixar a União Europeia em 29 de março e tanto os parlamentos da UE quanto os britânicos precisam ratificar o acordo. Os investidores estão preocupados com a perspectiva de um "não-acordo". Na terça-feira, a primeira-ministra britânica, Theresa May, insistiu que o "não-acordo" não seria o fim do mundo, dias depois que Philip Hammond, o ministro das Finanças, ter alertado que isso aumentaria os custos de empréstimos e restrições do Reino Unido.

Entre os dados econômicos, o crescimento dos gastos do consumidor francês avançou menos do que o esperado em julho.

EUA: Os futuros do índice de ações dos EUA tentam avançar, com os índices apontando para sua quarta alta consecutiva, após um aparente alívio entre as tensões dos EUA com outros países importantes na política comercial.

Na terça-feira, os três principais índices registraram o terceiro avanço diário. Para o mês de agosto, o Dow sobe 2,6%, o S & P 500 avança 2,9% e o Nasdaq sobe 4,7%. Tanto a S & P quanto a Nasdaq estão à caminho para o seu quinto ganho mensal consecutivo.

Embora os investidores continuem observando a mais recente rodada de negociações dos EUA com a China e outros importantes parceiros comerciais, a tendência de alta tem sido apoiada por fortes ganhos corporativos e melhorias nos dados econômicos. Na terça-feira, uma leitura da confiança do consumidor chegou ao seu nível mais alto desde outubro de 2000. 

Os investidores aguardam uma leitura das vendas pendentes de julho, marcada para serem divulgadas às 11h00. Os investidores estão cautelosos com o setor, uma vez que observaram uma série de dados fracos. Recentemente, as vendas de casas existentes caíram para uma mínima de dois anos e meio.

Como é típico para o final de agosto, muitos "traders" estão de férias e com a ausência de manchetes relevantes para o mercado, os volumes e as movimentações diárias podem ser fracos.

ÍNDICES FUTUROS - 7h40:
Dow: +0,02%
SP500: +0,05%
NASDAQ: +0,08%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

terça-feira, 28 de agosto de 2018

RESENHA DA BOLSA - TERÇA-FEIRA 28/08/2018

ÁSIA: Os mercados da Ásia fecharam em alta nesta terça-feira, após outro dia de recordes em Wall Street, após os EUA e o México anunciarem um novo acordo comercial.

O Nikkei do Japão encerrou o pregão praticamente estável, fechando em 22.813,47 pontos, com o setor de navegação do país subindo em 2,3%. 

O Kospi da Coreia do Sul fechou em alta de 0,17%, em 2.303,12 pontos, com a gigante Samsung subindo 0,54%.

O ASX 200 da Austrália, por sua vez, subiu 0,57%, ao fechar em 6.304,7 pontos, recuperando da turbulência política da semana passada. As ações da fabricante de vitaminas Blackmores dispararam 11,53%, depois que a empresa divulgou um aumento de 18,6% no lucro anual. As mineradoras também tiveram um dia positivo. BHP Biliton subiu 0,9% e Rio Tinto avançou 0,7%.

Na China, o índice Hang Seng de Hong Kong devolveu parte de seus ganhos iniciais e registrou um aumento de 0,28%. No continente, as bolsas fecharam em território relativamente cauteloso. O composto de Xangai encerrou o pregão em queda de 0,1%, a 2.777,981 pontos, enquanto o composto de Shenzhen fechou em torno de 1.497,70 pontos.

No mercado de câmbio, o índice do dólar, que acompanha a moeda americana em relação a uma cesta de moedas, fechou em 94,750, depois de cair para uma baixa intradiária de 94,677 no início do pregão asiático. O iene japonês manteve-se firme em relação ao dólar em 111,15.

O banco central da China elevou seu ponto médio oficial para uma alta de mais de 15 meses, em 6,8052 por dólar. Os investidores acompanham atentamente a moeda chinesa à luz da recente mudança de política do Banco Popular da China.

o índice da MSCI para as ações da Ásia-Pacífico, excluindo o Japão, subiu cerca de 0,6%, segunda sessão de alta consecutiva.

EUROPA: As bolsas europeias operam sem direção na terça-feira, com os ganhos registrados em Londres, sendo compensados pelas baixas na Itália e Espanha. O índice Stoxx Europe 600 opera entre ligeiras altas e baixas, após fechar 0,5% na segunda-feira. 

Os ganhos regionais mais fortes são vistos no Reino Unido, onde o FTSE 100 avança 0,36% no retorno de um final de semana de três dias. "Players" de metal e mineração estavam entre as maiores ganhadoras, dada sensibilidade à economia global, incluindo a gigante de commodities Glencore que sobe 2,6% e Evraz que avança 4,39%. Entre outros pesos pesados, Anglo American sobe 3,3%, BHP Biliton avança 2,7% e Rio Tinto sobe 1,6%.

O DAX 30 da Alemanha e o CAC 40 da França operam com uma alta mais leve.

Na Itália, o FTSEMIB segue sob pressão e cai 0,42%, liderado pelas quedas do grupo de eletricidade e gás pesado Enel e do grupo bancário Intesa Sanpaolo.

Trump falou por telefone com a chanceler alemã Angela Merkel na segunda-feira, com os dois apoiando “discussões em curso entre Washington e Bruxelas para remover barreiras alfandegárias mais pesadas”, disse a Casa Branca em um comunicado, segundo a Reuters.

EUA: Os futuros do índice de ações dos Estados Unidos registram pequenos ganhos, com os principais índices prestes a abrir próximo dos níveis recordes, uma vez que o recente impulso parecem continuar devido alívio com as preocupações sobre a política comercial.

Os principais índices de Wall Street subiram acentuadamente na segunda-feira , com o S & P 500 e o Nasdaq renovando novos recordes pela segunda sessão consecutiva e o Dow Jones Industrial Average saindo do seu maior período de correção desde 1961. 

Os ganhos de segunda-feira vieram após a divulgação de um novo acordo comercial entre os EUA e o México. Trump disse que as negociações comerciais com o Canadá começarão em breve. Apesar do bom desenvolvimento com o México, o comércio permanecerá sob os holofotes, uma vez que as negociações com a China e outros grandes parceiros ainda estão por vir e a última rodada de negociações com a China não resultou em sinais visíveis de progresso.

ÍNDICES FUTUROS - 7h40:
Dow: +0,08%
SP500: +0,09%
NASDAQ: +0,16%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

segunda-feira, 27 de agosto de 2018


RESENHA DA BOLSA - SEGUNDA-FEIRA 27/08/2018

ÁSIA: Os mercados da Ásia fecharam em alta nesta segunda-feira, com os mercados da China se beneficiando de uma movimentação do banco central da China para guiar o yuan, que os analistas consideraram uma maneira de desacelerar a queda do yuan.
O índice Hang Seng de Hong Kong subiu 2,17%, com destaque para o setor de serviços que subiu 3,21%. Na China continental, o composto de Xangai subiu 1,89%, em 2.780,89 pontos, enquanto o composto de Shenzhen encerrou o pregão em alta de 2,49%, em 1.496,71 pontos.
O yuan chinês onshore caiu frente ao dólar, em 6,8163, após ter atingido 6,8052 no início do dia. Sua contraparte offshore, que também havia negociado em alta anterior de 6,7806, fechou estável em relação ao dólar, em 6,8080.  Os ganhos vieram após  o Banco Popular da China, anunciar que estava aprimorando sua metodologia para fixação do ponto médio diário do yuan em um esforço para estabilizar o mercado de câmbio. A China tem enfraquecido deliberadamente sua taxa de câmbio nos últimos meses para compensar as questões comerciais que o país enfrenta atualmente com os EUA. Segundo analistas, o mais recente movimento do banco central chinês reflete um pouco de pacificação com os EUA, deixando o yuan chinês "talvez se fortalecer um pouco".
Na Austrália, o ASX 200 subiu 0,35%, para fechar em 6.268,9 pontos, após negociar em território negativo anteriormente. Os movimentos  ocorreram após uma semana de turbulência política que culminou com o ex-tesoureiro Scott Morrison emergindo como o sexto primeiro-ministro do país na última década. O conservador, que substitui o moderado Malcolm Turnbull, não prevê convocar eleições. Nenhum primeiro-ministro cumpriu o seu mandato até ao fim na última década na Austrália, a “capital dos golpes do Pacífico”. O setor financeiro altamente ponderado encerrou o pregão em alta de 0,15%.
 O Nikkei do Japão subiu 0,88%, fechando em 22.799,64 pontos, com quase todos os setores encerrando o pregão em território positivo. O Kospi da Coreia do Sul subiu 0,27%, para fechar em 2.299,3 pontos.
O índice do dólar, que acompanha o dólar em relação a uma cesta de moedas, foi negociado a 95,233. O iene japonês foi negociado em 111,08 por dólar, enquanto o dólar australiano ficou em US $ 0,7309.

EUROPA: As bolsas europeias operam em alta na segunda-feira, acompanhando os ganhos nos EUA, embora a fraqueza das ações do setor financeiro tenha pesado sobre o índice de referência italiano. 

As negociações devem ser menor porque os mercados do Reino Unido estão fechados por conta  de feriado. O Europe Stoxx 600 sobe 0,3%, depois de avançar 0,7% na semana passada,  seu primeiro ganho semanal em um mês. No entanto, o indicador pan-europeu cai 2,1% no mês e 1,4% no ano.

O DAX 30 DAX da Alemanha avança 0,5%.O índice alemão subiu 1,5% na semana passada, enquanto o CAC 40 da França adiciona 0,4%, após avançar 1,6% na semana passada.

O FTSE MIB italiano cai 0,6%, pesada pelo setor bancário, enquanto os mercados do Reino Unido estão fechados. O FTSE 100  subiu 0,25% na semana passada.

O euro opera com  pouca alteração frente ao dólar. A moeda única é negociada em US $ 1,1617, ante US $ 1,1622 na sexta-feira em Nova York.

O relatório Ifo da Alemanha mostrou  uma confiança maior do que o esperado nos negócios, apesar dos contínuos rumores de guerras comerciais  com a maior economia da Europa dos EUA, citando “um desempenho robusto". O índice de clima de negócios saltou para 103,8 em agosto, ante 101,7 em julho e superando a previsão de 101,9. Foi a primeira alta desde novembro e levou o índice ao seu nível mais alto desde fevereiro.
Mercados turcos reabriram após um feriado e a lira é negociada em baixa mais uma vez. O dólar sobe 3,9206% frente à moeda turca.

EUA: Os futuros dos índices de ações dos EUA negociam em alta, sugerindo que Wall Street deve inclinar em direção de novos recordes,  após comentários do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, que afirmou que o banco central dos EUA continuará com a sua estratégia de normalizar gradualmente sua politica monetária, que é vista como um sinal de que a economia é forte o suficiente para suportar taxas de juros crescentes. Ao mesmo tempo, a política não é tão agressiva, o que indica que a economia está sob risco de superaquecimento.

Na sexta-feira, o Dow chegou ao seu nível mais alto desde o início de fevereiro, mas permanece cerca de 3% abaixo de sua alta histórica. Na semana passada, ações dos EUA entrou oficialmente em território “bull”. Agosto é considerado um mês historicamente volátil para as ações. Até agora, o Dow subiu 1,5%, o S & P subiu 2,1% e o Nasdaq avançou 3,6%. Tanto a S & P quanto a Nasdaq estão prontas para seu quinto ganho mensal consecutivo.

A sensação de que a economia permanece sólida permitiu que Wall Street ignorasse todos os tipos de revés e manchetes negativas, incluindo as incertezas sobre a política comercial, sinais de enfraquecimento do mercado imobiliário, as dificuldades na economia da Turquia e as questões que cercam o próprio Presidente Donald Trump.

Na agenda econômica, os investidores estão aguardando o índice de atividade nacional de Chicago para julho, às 9h30 da manhã. 
Os dados sobre a confiança do consumidor, vendas de casas e receita e gastos pessoais serão divulgados ainda nesta semana.
Analistas dizem que o "calendário de divulgação de dados continua relativamente escasso, então as manchetes provavelmente serão dominadas por questões políticas geopolíticas e domésticas". Os mercados continuarão aguardando notícias sobre comércio entre os EUA e a China. Relatórios indicam que um acordo comercial bilateral do Nafta com o México está progredindo. Este acordo  deve ser visto como positivo e provavelmente também ajuda no progresso com o Canadá.
ÍNDICES FUTUROS - 8h30:
Dow: +0,36%
SP500: +0,26%
NASDAQ: +0,39%

OBSERVAÇÃO: Este material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.


quarta-feira, 22 de agosto de 2018

RESENHA DA BOLSA - QUARTA-FEIRA 22/08/2018

ÁSIA: Com uma série de mercados do Sudeste Asiático fechados por conta de um feriado na quarta-feira, as bolsas no restante da região da Ásia-Pacífico tiveram um desempenho misto, com uma nova tempestade política no governo Trump e com os investidores esperando o encontro dos negociadores entre EUA e China no final desta semana.

O ASX 200 da Austrália caiu 0,29% a 6,266 pontos, com setores como materiais, concessionárias de serviços públicos e  financeiro, fortemente ponderado, negociando em baixa. Entre as mineradoras, BHP Biliton caiu 1,8%, Fortescue Metals recuou 3,1% e Rio Tinto fechou em queda de 1,75. 

O setor de telecomunicações foi um dos poucos que fecharam em território positivo, devido notícias de que a TPG Telecom estava considerando uma possível fusão com sua rival Vodafone Hutchison Australia. A Hutchison Telecoms, que possui uma participação de 50% na Vodafone Hutchison Austrália, confirmou a notícia. As ações da TPG subiram 21,62%.

No Japão, o índice Nikkei subiu 0,64 por cento, para 22.362,55 pontos, enquanto o Kospi da Coreia do Sul avançou 0,14% para 2.273,33.

O índice Hang Seng recuperou de suas perdas anteriores para fechar em alta de 0,69%. Na China continental, os mercados encerraram o pregão em território negativo após dois dias de altas. O índice de Xangai caiu 0,7%, para fechar em 2.714,61 pontos, enquanto o composto de Shenzhen recuou 1,13%, para 1.454,51 pontos.

A Zai Lab, empresa de biotecnologia cotada na Nasdaq está planejando listar suas ações em Hong Kong e poderá ser a segunda empresa biofarmacêutica chinesa listada nos EUA a retornar aos mercados de Hong Kong seguindo as novas regras de listagem.

EUROPA: As bolsas de valores europeias operam com modesta alta, apoiadas por ganhos em ações bancárias. Os investidores também estavam prestando atenção aos mais recentes desenvolvimentos em uma possível guerra comercial com os Estados Unidos, enquanto aguardam um comunicado do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), que deve fornecer uma visão de como estaria a política monetária na maior economia do mundo.

O índice Stoxx Europe 600 sobe menos de 0,2% em 383,5 pontos.

O DAX 30 da Alemanha abriu entre altas e baixas no início do pregão e tenta se firmar em território positivo. O índice CAC 40 da França também opera com leve alta.

O FTSE 100 abriu em queda de 0,4% e opera com alta de 0,32%, após cair pela primeira vez em quatro sessões na  terça-feira, quando foi arrastado pelas perdas da mineradora peso pesado BHP Billiton. O indicador de blue-chip britânico está mostrando um declínio de 2% no ano até o momento.

Nesta quarta-feira, BHP Biliton sobe 1,3%, Rio Tinto avança 0,7%, Anglo American sobe 0,6%, enquanto Antofagasta recua 1,6%.

EUA: Os futuros de ações dos EUA apontaram para um recuo na abertura de Wall Street, culpada pelo que foi apelidado de "Trump Hell Hour".

O ex-presidente da campanha Trump, Paul Manafort, foi considerado culpado em oito acusações, incluindo fraude fiscal, enquanto o ex-advogado do presidente, Michael Cohen, disse que violou a lei de financiamento de campanha em prol do presidente Donald Trump.

Na terça-feira, o Dow, S & P 500 e Nasdaq Composite obtiveram ganhos variando de 0,2% a 0,5%. Os três indicadores mostram os avanços acumulados no ano, que variam de 4,5% a 14%.

Na agenda econômica, o relatório de julho sobre as vendas de residências existentes deverá ser divulgado às 11h00. Economistas preveem uma taxa anual ajustada sazonalmente de 5,40 milhões de residências. às 11h30 será divulgado o estoque de petróleo americano.

A minutas da última reunião do Federal Reserve deve ser divulgadas às 15h00 e todos estarão em busca de informações sobre o que o Fed vê como potenciais pontos problemáticos para a economia.

ÍNDICES FUTUROS - 7h40:
Dow: -0,14%
SP500: -0,16%
NASDAQ: -0,06%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

terça-feira, 21 de agosto de 2018

RESENHA DA BOLSA - TERÇA-FEIRA 21/08/2018

ÁSIA: Os mercados chineses lideraram os ganhos na terça-feira em uma sessão positiva na Ásia, estendendo o rali em relação ao dia anterior, após o órgão regulador do setor bancário incentivar as instituições a aumentarem os empréstimos de médio e longo prazos para projetos de infra-estrutura e exportadores no país.

O composto de Xangai subiu 1,31%, para 2.733,82 pontos e o composto de Shenzhen avançou 1,39%, para 1.471,27. Em Hong Kong, o índice Hang Seng subiu 0,56%.

Em outros lugares, o Nikkei 225 do Japão fechou em 22.219,73 pontos, alta de 0,09%, enquanto o índice Topix caiu 6,73 pontos ou 0,4%, para 1.685.42 pontos.

O Kospi da Coreia do Sul subiu 0,99%, para 2.270,06 pontos, com avanço das "techs". As ações da Samsung Electronics fecharam em alta de 2,17%, a fabricante de chips SK Hynix adicionou 4,95% e a LG Electronics subiu 1,66%. Em sentido contrário, a maior montadora do país, a Hyundai Motor, caiu 1,57% e a estatal Korea Electric Power Corporation recuou 1,6%. A operadora do mercado de ações, Korea Exchange, está investigando as operações da Merrill Lynch em Seul.

Na Austrália, o benchmark ASX 200 caiu 0,96%, para fechar em 6.284,4 pontos, com a maioria dos setores em queda. O setor de energia caiu 1,79%, materiais recuou 1,26% e o pesado setor financeiro recuou 1,33%. O dólar australiano foi negociado a US $ 0,7351, após a divulgação da ata da reunião de política do Reserve Bank of Australia (RBA) de agosto. 

O banco central disse que, após programar de maneira gradual o progresso no desemprego e na inflação, não houve "nenhum caso" que justificasse algum ajuste na política monetária no curto prazo. No início deste mês, o RBA deixou a taxa de câmbio inalterada em 1,5% e disse que as condições na economia permanecem positivas enquanto o investimento em empresas "não mineradoras" estava aumentando, mas alertou contra a incerteza nas perspectivas de consumo das famílias, em meio a altos níveis de endividamento.

O primeiro-ministro australiano Malcolm Turnbull também manteve a liderança de seu o Partido Liberal contra o ministro do Interior, Peter Dutton. Turnbull venceu por 48 votos contra 35 de Dutton.

Entre as notícias corporativas, a gigante BHP anunciou que o lucro da mineradora subiu 33%, de US $ 6,73 bilhões para US $ 8,93 bilhões no ano fiscal, mas ficou abaixo da estimativa de US $ 9,27 bilhões. As ações da BHP fecharam em queda de 1,8%. Fortescue Metals também recuou 1,8% e Rio Tinto perdeu 0,5%.

O índice da MSCI para as ações da Ásia-Pacífico, excluindo o Japão, subiu 0,6%.

No mercado de divisas, o índice do dólar, que acompanha o dólar em relação a uma cesta de moedas, foi negociado a 95,596 ante níveis próximos à 97,00 na semana anterior. O índice "registrou sua quarta queda diária consecutiva em um cenário de maior apetite por risco, rendimentos (do Tesouro dos EUA) menores e notícias de que o presidente Donald Trump havia expressado descontentamento com os recentes decisões do Fed. 

Os investidores também estão ansiosos com uma reunião entre representantes dos EUA e da China nesta semana. Uma delegação de Pequim devem reunir-se com autoridades americanas em 22 e 23 de agosto para tentar encontrar maneiras de resolver uma escalada da guerra tarifária entre as duas maiores economias do mundo, mas analistas de mercado dizem que não esperam grandes soluções para esta semana.

Entre outros pares, o iene japonês foi negociado a 110,08 por dólar, mais fraco do que os 109,76 da sessão anterior. Enquanto isso, o euro foi negociado a US $ 1,1514, recuperando das baixas anteriores de US $ 1,1477.

Os preços do petróleo fecharam misturados durante as negociações asiáticas.

EUROPA: O otimismo predomina sobre as bolsas europeias, porém sem catalisadores significativos. Os investidores aguardam comentários  de autoridades do Federal Reserve dos EUA que podem fornecer informações de como será a política monetária nos próximos meses.

O índice Stoxx Europe 600 avança 0,38% após alternarem entre os territórios positivo e negativo no início do pregão. O índice fechou em alta de 0,6% na segunda-feira, em uma recuperação modesta após recentes perdas, incluindo a queda de 1,2% na semana passada, o terceiro declínio semanal consecutivo.

O DAX 30 da Alemanha sobe 0,77%. Na segunda-feira, o índice subiu 1%, seu maior ganho percentual diário desde 26 de julho após três semanas de baixa, o maior período desde fevereiro.

O FTSE do Reino Unido, contraria a tendência regional e cai 0,13%, após subir 0,4% na sessão anterior. O indicador de blue-chips britânico está apontando uma queda de 1,3% no ano até o momento. A mineradora BHP Billiton cai 1,2% após o lucro ficou aquém das expectativas. Analistas trabalham com a possibilidade de rebaixar as previsões para o ano fiscal de 2019.

As ações da Polymetal, outra mineradora listada em Londres sobe 0,5% após a empresa divulgar seus resultados. Entre outros pares do setor, Anglo American sobe 0,6%, Antofagasta avança 0,1%, enquanto Rio Tinto perde 1,2%.

EUA: Os futuros do índice de ações dos EUA operam com ligeira alta, mantendo a recente tendência de alta, embora os investidores tenham encontrado poucas razões para continuar a impulsionar as ações após três dias seguidos de ganhos e com índices próximos de importantes recordes.

Todos os três principais índices subiram nas últimas três sessões. Ontem, o DJIA subiu 0,35%, enquanto o S & P 500 avançou 0,24% e o Nasdaq adicionou 0,06%. Nos níveis atuais, o S & P está 0,6% abaixo das máximas históricas, enquanto o Nasdaq está 1,4% abaixo do recorde. O índice Dow Jones está 3,2% abaixo do seu topo desde fevereiro.

Com a temporada de lucros do segundo trimestre praticamente no fim e sem dados econômicos, os investidores voltam suas atenções para as próximas notícias do Federal Reserve. As atas da última reunião do banco central serão divulgadas na quarta-feira e na sexta-feira, o presidente do Fed, Jerome Powell, fará um discurso no encontro anual do Fed em Jackson Hole.

Tanto a ata como o discurso serão examinados em busca de informações sobre como o Fed enxerga os potenciais pontos problemáticos para a economia, em particular, os pensamentos de Powell sobre política comercial e se a crise cambial na Turquia pode se espalhar outros mercados emergentes ou regiões, bem como para quaisquer pistas sobre os planos de política do Fed sobre as taxas de juros.

O discurso pode assumir conotações políticas neste ano, depois que vários meios de comunicação divulgaram na segunda-feira que o presidente Donald Trump criticou Powell. Trump disse que não estava "empolgado" com o presidente do Fed, que ele havia designado para substituir Janet Yellen e que esperava "mais ajuda" do banco central. A Reuters informou que Trump disse que continuará a criticar o Fed se ele continuar a elevar as taxas de juros de curto prazo, que o banco central indicou que fará em um ritmo constante.

Separadamente, os investidores continuam monitorando as relações comerciais entre os Estados Unidos e seus principais parceiros comerciais, com negociações entre EUA e China devendo se encontrar na quarta-feira. Na segunda-feira, o presidente Donald Trump disse à Reuters que "não tem prazo" para acabar com a disputa comercial e que não "espera muito" das negociações. Sua administração seguirá com tarifas que cobrem US $ 200 bilhões em produtos chineses.

ÍNDICES FUTUROS - 8h00:
Dow: +0,16%
SP500: +0,12%
NASDAQ: +0,19%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

RESENHA DA BOLSA - SEGUNDA-FEIRA 20/08/2018

ÁSIA: Os mercados da Ásia fecharam majoritariamente em alta nesta segunda-feira, após um dia positivo em Wall Street na sexta-feira e após comentários de que negociadores da China e dos EUA estariam trabalhando em um plano para encerrar uma disputa comercial que resultaria em reuniões entre o presidente Donald Trump e o líder chinês Xi Jinping em novembro.

A notícia de que os EUA e a China estavam preparando planos para resolver a disputa comercial atual deu um gás aos mercados e interrompeu a valorização do dólar. Os mercados da China continental fecharam em território positivo. O composto de Xangai subiu 1,11%, para 2.698,47 pontos, enquanto o composto de Shenzhen encerrou o pregão em alta de 0,60%, para 1.451,07 pontos. O índice Hang Seng de Hong Kong subiu 1,41%, à medida que as principais ações de cassino avançavam. As ações da Wynn Macau dispararam 8,65%.

A ASX 200 da Austrália fechou em 6.345 pontos, ou alta de  0,09%, com o setor de materiais subindo 1,12%, enquanto o subíndice financeiro, pesadamente ponderado, caiu 0,52%. Entre os principais bancos australianos, ANZ caiu 0,7%, Commonwealth Bank caiu 0,9%, Westpac cai 0,6% e National Bank of Australia reduziu os ganhos para 0,28%.

Entre as mineradoras, BHP Biliton subiu 1,4%, Fortescue Metals avançou 1,6% e Rio Tinto adicionou 0,4%. Na segunda-feira a Fortescue informou que seu lucro anual caiu pela metade, já que os preços do minério de ferro de menor qualidade caíram. A mineradora disse que seu lucro líquido após impostos ficou em US $ 1,08 bilhão, abaixo dos US $ 2,13 bilhões do ano anterior.

Na Coreia do Sul, o Kospi fechou em ligeira alta de 0,04%, em 2.247,88 pontos.

O Nikkei do Japão contrariou a tendência e  fechou em queda de 0,32%, para 22.199 pontos, enquanto o Topix caiu 0,32%, para fechar em 1.692,15, com o iene japonês sendo negociado a 110,63 por dólar, acima dos patamares de 110,8 da semana passada. 

EUROPA: As bolsas europeias avançam, com aumento do otimismo dos investidores antes de uma semana recheada de importantes eventos que inclui uma reunião comercial entre os EUA e a China e dados econômicos e discursos de autoridades do Federal Reserve dos EUA.

O Stoxx Europe 600 sobe 0,6% para 383,37 pontos, após uma queda de 1,2% na semana passada, que foi a sua terceira queda semanal consecutiva. Perdas recentes foram atreladas às preocupações com a crise cambial da Turquia e os baixos preços das commodities.

O DAX 30 da Alemanha sobe 0,99% após sofreu sua terceira semana consecutiva de baixa na semana passada, a maior sequência desde fevereiro.

O FTSE 100 do Reino Unido sobe 0,6%, para 7.606,73 pontos. O índice subiu menos de 0,1% na sexta-feira, insuficiente para tirar o índice do território negativo, quando registrou uma queda de 1,4% na semana passada, a maior desde a semana encerrada em 23 de março, segundo dados da FactSet. 

Ajudado pelo otimismo do comércio global, as ações relacionadas a commodities avançam em Londres. Glencore sobe 2,3%, BHP Billiton avança 2,6%, Anglo American e Antofagasta sobe 2% cada e Rio Tinto adiciona 1,4%. No setor de energia,  Royal Dutch Shell sobe 0,51%.

As ações da Grécia seguem no centro das atenções, após o país emergir de um processo de resgate de oito anos e chegar oficialmente ao fim nesta segunda-feira. O Índice de Preços do  ATHEX Composite sobe 1,6%, para 720,28 pontos.

Mas as preocupações com a região permanecem altas entre os investidores porque a situação econômica e política da Itália persiste. O bloco da moeda única enfrentará um grande teste neste outono, quando o novo governo italiano deverá apresentar seu orçamento. O FTSE MIB da Itália opera com volatilidade.

EUA: Os contratos futuros de índices de ações dos Estados Unidos avançam ligeiramente nesta segunda-feira, com investidores otimistas quanto ao progresso nas negociações comerciais entre os EUA e seus principais parceiros comerciais.

As ações americanas subiram acentuadamente na semana passada, com sinais de melhora nas relações comerciais, bem como na estabilidade da moedas da Turquia. O Dow Jones Industrial Average, DJIA, saltou 1,4%, um movimento que levou ao seu maior fechamento desde fevereiro. O S & P 500 adicionou 0,6% e está próximo de 1% dos níveis recordes multi-meses. O Nasdaq Composite Index caiu 0,3% ao longo da semana passada, mas também está a uma distância próxima desses níveis recordes.

Com o final da temporada de resultados do segundo trimestre, as bolsas podem ser impulsionadas pelas mudanças dos fatores geopolíticos. O comércio provavelmente continuará a ser um foco importante para os investidores, onde qualquer sinal de melhora ou piora entre as relações entre os EUA e a China, pode levar a um movimento correspondente no sentimento dos investidores.

O mais recente avanço neste sentido dá espaço para otimismo. O Wall Street Journal informou que os negociadores tanto dos EUA quanto da China estão planejando uma nova rodada de negociações com o objetivo de resolver a disputa comercial até novembro. Tal resultado removeria um enorme excesso de incerteza sobre os mercados. A notícia gerou ganhos substanciais nos mercados asiáticos.

No entanto, esta semana também deverá ter a implementação de tarifas de 25% sobre US $ 16 bilhões em importações chinesas, uma ação do governo Trump que a China disse que iria retaliar.

Os investidores também continuam prestando muita atenção as regiões problemáticas como a Turquia, onde a lira turca e o mercado de ações despencaram devido à alta inflação, à instabilidade política e à dívida e também na Itália, que enfrenta problemas com suas dívidas. Embora as empresas dos EUA tenham uma exposição direta limitada a qualquer dos dois países, há preocupações de que essas fraquezas possam se espalhar para outras regiões ou sinalizar uma desaceleração mais ampla no crescimento econômico.

Na sexta-feira, tanto a S & P Global Ratings quanto a Moody's Investors Service rebaixaram o crédito soberano da Turquia. 

Não está prevista a divulgação de dados econômicos nesta segunda-feira, mas olhando para o futuro, teremos a liberação da minuta da reunião mais recente do Federal Reserve na quarta-feira, que pode fornecer informações sobre o pensamento do banco central em termos de mudanças de suas políticas.

ÍNDICES FUTUROS - 8h20:
Dow: +0,24%
SP500: +0,29%
NASDAQ: +0,31%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

RESENHA DA BOLSA - QUINTA-FEIRA 16/08/2018

ÁSIA: As bolsas asiáticas fecharam em baixa na quinta-feira, mas diminuíram a velocidade das quedas observadas anteriormente, depois que a China anunciou que estava planejando participar de uma nova rodada de negociações comerciais com os Estados Unidos.

Pequim disse que aceitou um convite dos EUA para participar das negociações no final de agosto. O vice-ministro do Comércio do país, Wang Shouwen, liderará a delegação chinesa com autoridades dos EUA. O Ministério do Comércio da China acrescentou que o país é contra o unilateralismo e o protecionismo, mas estava aberta ao diálogo.

Os mercados da China reduziram as perdas após a notícia, com o Shanghai Composite caindo 0,63%, após recuar mais de 1% no início do pregão. O índice Hang Seng de Hong Kong caiu 0,82%.

Outros importantes mercados da região também refizeram parte de suas perdas anteriores. O Nikkei do Japão sofreu uma ligeira queda de 0,05%, fechando em 22.192,04 pontos, depois de uma sessão bastante volátil durante o dia, quando chegou a perder mais de 300 pontos.

O Kospi da Coreia do Sul terminou o dia em baixa de 0,8%, fechando em 2.240,80 pontos, com o seu importante setor de tecnologia apresentando um desempenho misto, após suas contrapartes americanas ficarem sob pressão. SK Hynix estava entre os principais destaques de baixa, caindo 1,58% no fechamento, enquanto a Samsung Electronics registrou uma queda de 1,99%.

Na Austrália, o ASX 200 fechou ligeiramente abaixo de 6.382,30 pontos, queda de apenas 0,01%, com os setores de energia e materiais entre os com maiores perdas após recuo nos preços das commodities. Entre as mineradoras australianas BHP Biliton caiu 2,3%, Rio Tinto recuou 1,1%.

O índice de ações da MSCI para a Ásia-Pacífico, excluindo o Japão, fechou em baixa de 0,45% no comércio da tarde na Ásia.

Notícias relacionadas com o comércio tiveram um desenvolvimento positivo, mas a reação do mercado foi atenuada por outros fatores, como preocupações com os laços comerciais EUA-China, dólar mais forte e a desaceleração da economia chinesa.

O yuan offshore recuperou após notícias dos últimos desenvolvimentos comerciais entre EUA e China, sendo negociado a 6,9001 por dólar, ante 6,95 negociado durante horário ocidental. Antes do mercado abrir, o Banco Popular da China estabeleceu o ponto médio oficial de 6,8946 por dólar, marcando o sexto dia consecutivo de quedas. O yuan onshore foi negociado pela última vez em 6,9056.

Perdas na Ásia também ocorreram após declínios nos mercados norte-americanos e também impactado pelo lançamento de resultados trimestrais decepcionantes. As ações da Tencent caíram 3,99% em Hong Kong, ampliando as perdas recentes. O lucro do trimestre encerrado em junho caiu 2%, para 17,87 bilhões de yuans (US $ 2,59 bilhões), ficando abaixo das expectativas. Esse também foi o primeiro declínio no lucro da empresa em quase 13 anos.

As ações de tecnologia nos EUA havia fechado em baixa após o decepcionante anúncio da gigante chinesa de tecnologia. O iShares MSCI Emerging Markets ETF (EEM) caiu mais de 2,9% devido à queda da Tencent, entrando em mercado "bear", quando há uma queda de mais de 20% em relação às altas recentes.

No sudeste da Ásia, o banco central da Indonésia elevou as taxas de juros em 0,25%, para 5,5%.

EUROPA: As bolsas de europeias avançam no início do pregão da quinta-feira, revertendo parcialmente os fortes declínios da sessão anterior, após quedas dos preços das commodities e incertezas em torno da crise na Turquia. O Stoxx Europe 600 avança 0,38%. A alta vem após a maior queda diária do índice desde 25 de junho, o seu terceiro declínio nas últimas quatro sessões. O indicador pan-europeu já caiu 1,4% nesta semana e segue a caminho de sua terceira queda semanal consecutiva e recua 2,2% em 2018.

A sessão é impulsionada pela melhora da crise econômica na Turquia, que muitos investidores temem que possa se espalhar para outras regiões ou prejudicar bancos europeus, muitos dos quais tem exposição à região. A questão provavelmente continuará a ditar a direção dos mercados no curto prazo, mas há sinais de que a situação se estabilizou. Na quarta-feira, foi relatado que o Qatar investiria US $ 15 bilhões na Turquia, em meio à disputa entre Ancara e Washington. Washington disse que manteria as sobretaxações sobre aço e alumínio da Turquia mesmo que o presidente Recep Tayyip Erdogan libere o pastor Andrew Brunson. A lira turca sobe 3,3740% frente ao dólar, a sua terceira sessão consecutiva de ganhos, alimentando esperanças de que a baixa histórica representa um passado.

O alemão DAX 30 sobe 0,42%, recuperando parcialmente da queda de 1,6% na sessão de quarta-feira, enquanto o CAC 40 da França sobe 0,52%. O índice francês a sofreu sua maior queda percentual diária desde 2 de março na quarta-feira e se terminar em território positivo nesta quinta-feira, isso representará sua primeira sessão positiva nas últimas cinco sessões.

O FTSE 100 do Reino Unido sobe 0,68%, após uma série de cinco dias de derrotas. O índice cai 1,8% na semana o que representa seu maior declínio semanal desde março. Uma recuperação nos preços do petróleo aumenta o tom positivo do dia e ajuda a alimentar a recuperação das ações que estavam entre as maiores quedas na quarta-feira. BHP Billiton sobe 1,03%, enquanto a petrolífera BP sobe 0,61%. Entre outros, a produtora de cobre Antofagasta sobe 0,38% após cair quase 18% neste mês. Rio Tinto sobe 1,40%.

As vendas no varejo do Reino Unido subiram 3,5% em julho, ante os 2,6% esperados. Excluindo o combustível, a alta foi de 3,7%, acima da previsão de consenso de 3,0%.

EUA: Os futuros do índice de ações dos Estados Unidos avançam modestamente nesta quinta-feira, sugerindo uma recuperação do acentuado declínio da sessão anterior à medida que a atual crise cambial na Turquia mostra sinais de estabilização e assim como o otimismo frente ao progresso frente à política comercial.

Os principais índices caíram acentuadamente na quarta-feira. O Dow fechou em seu nível mais baixo desde 23 de julho. Tanto o Dow quanto o S & P 500 caíram em cinco das últimas seis sessões. O Nasdaq caiu em três dos últimos quatro dias de negociação.

Na agenda econômica, os investidores acompanharão as reivindicações semanais de desemprego às 10h30, assim como as licenças de construção e início de habitação de julho e o índice de manufatura do Federal Reserve da Filadélfia de agosto.

ÍNDICES FUTUROS - 7h50:
Dow: +0,66%
SP500: +0,52%
NASDAQ: +0,75%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

RESENHA DA BOLSA - QUARTA-FEIRA 15/08/2018

ÁSIA: As bolsas asiáticas fecharam sem direção nestae quarta-feira, ignorando o tom positivo de Wall Street, já que o dólar se manteve firme na sequência da crise cambial da Turquia.

Os mercados da China fecharam com pesadas perdas. O Shanghai Composite caiu 2,06% para fechar em 2.723,64 pontos, registrando a terceira sessão consecutiva de quedas. O índice CSI 300 de blue-chip perdeu 2,38% com ações ligadas aos setores de saúde e de consumo entre os de pior desempenho. Essas quedas ocorrem após dados sobre investimento em ativos fixos e produção industrial divulgados na terça-feira ficarem aquém das expectativas.

Em Hong Kong, o índice Hang Seng registrou uma queda de 1,55%, com perdas em tecnologia e materiais pesando no índice. Em meio aos grandes declínios, o gigante de tecnologia Tencent afundou 3,16%, ampliando as perdas após a notícia de que havia retirado um videogame de uma de suas plataformas. 

No Japão, o índice Nikkei caiu 0,68% ou 151,86 pontos, para fechar em 22.204,22 pontos, após o salto de quase 500 pontos da última sessão. A maioria dos setores terminou o dia em baixa, com destaque para o setor de produtos de petróleo e carvão entre os de pior desempenho, enquanto finanças e tecnologia também registraram quedas. Entre os pesos pesados, SoftBank Group caiu 2,63% e o Fast Retailing caiu 0,45%.

As bolsas australianas se firmaram durante a sessão, com o S & P / ASX 200 revertendo as quedas iniciais, para terminar em alta de 0,47%, em 6.329 pontos. O setor financeiro altamente ponderado, no entanto, ficou sob pressão, pressionado pela queda de 2,47% do Commonwealth Bank of Australia, em meio a um inquérito do setor financeiro em andamento no país. Entre as mineradoras, BHP Biliton caiu 0,5%, Fortescue Metals recuou 1,6% e Rio Tinto recuou 0,8%.

O índice de ações da MSCI para a Ásia-Pacífico, excluindo o Japão, caiu 0,91% no comércio da tarde na Ásia.

Mercados da Coreia do Sul e Índia ficaram fechados na quarta-feira.

EUROPA: As bolsas europeias abriram em alta com a estabilidade do drama cambial na Turquia que mostrou sinais de estabilização, mas invertem a mão e caem ainda na manhã desta quarta-feira. O fluxo de negociação é baixa devido feriado público em vários países, incluindo Itália, Grécia e Áustria.

O Stoxx Europe 600 recua 0,20% após terminar inalterado na sessão anterior. Até agora, o índice cai cerca de 0,2%, o terceiro declínio semanal consecutivo e aponta uma queda de 1% para o ano.

Os investidores continuam monitorando a crise cambial na Turquia, cujo temor é que possa espalhar e ter um impacto negativo sobre os bancos europeus com exposição na região. A lira turca avança 3,9% contra o dólar, acumulando um ganho de 4,7% na semana, no entanto, permanece bem abaixo da média, tendo caído cerca de 20% neste mês quando atingiu recentemente uma baixa histórica, no entanto, a volatilidade deve permanecer elevada, pois a Turquia sobretaxou vários produtos americanos, na mais recente escalada de tensão entre os dois países. O presidente dos EUA, Donald Trump, aumentou as tarifas sobre o alumínio e o aço turcos na semana passada.

No Reino Unido, o FTSE 100 cai 0,67% após recuar 0,4% na terça-feira. Caso o índice termine em território negativo, isso marcará sua quinta queda diária consecutiva, a maior sequência de queda desde fevereiro. Até agora, o índice cai 0,7% nesta semana e perde 1,8% ao longo de agosto. 

O dia é de perdas para as mineradoras em Londres. A produtora de cobre Antofagasta cai 3,90%, estendendo o declínio de ontem quando reportou seus resultados trimestrais e alertou sobre o impacto das tensões comerciais entre os EUA e os principais parceiros comerciais do país. O papel já caiu mais de 15% até agora neste mês. Entre outras mineradoras, Anglo American cai 4,3%, BHP Biliton cai 3,5% e Rio Tinto cai 2,8%.

A inflação do Reino Unido subiu a uma taxa anual de 2,5% em julho, marcando o primeiro aumento em termos anuais desde novembro de 2017. Os preços das casas subiram 3% em junho, em comparação com um crescimento de 3,5% em maio. Os preços das casas em Londres, no entanto, caíram 0,7%.

EUA: Os futuros dos índices de ações dos EUA negociam em baixa antes de um lote de relatórios econômicos, enquanto os investidores monitoram a continuidade da crise cambial da Turquia.

Na terça-feira, os principais índices fecharam em alta, com sinais de que o pior do pânico em relação à crise cambial da Turquia havia diminuído, permitindo aos investidores se concentrarem sobre dados mostrando uma economia doméstica saudável e em meios à fortes resultados corporativos.

Na agenda econômica: 
_ Relatório sobre as vendas no varejo para julho devem ser divulgados às 9h30, assim como a leitura sobre manufatura, o índice Empire State para agosto e os custos de produtividade e mão-de-obra do segundo trimestre.
_ Relatório sobre a produção industrial e utilização da capacidade está programado para julho deve ser divulgado às 10h15.
_ O índice dos construtores de casas para agosto está marcado para as 11h00, assim como os dados sobre número de negócios.
_ Relatório sobre estoque de petróleo semanal da Administração de Informações sobre Energia dos EUA  será entregue às 11h30.
_ Relatório sobre compras de Longo Prazo da Treasury International Capital, conhecido como TIC, está programado para ser divulgado às 17h.

ÍNDICES FUTUROS - 7h50:
Dow: -0,58%
SP500: -0,54%
NASDAQ: -0,68%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

terça-feira, 14 de agosto de 2018

RESENHA DA BOLSA - TERÇA-FEIRA 14/08/2018

ÁSIA: As bolsas asiáticas fecharam sem direção nesta terça-feira, com alguns mercados regionais se recuperando após queda provocada pelo nervosismo relacionado à incerteza econômica da Turquia.

O Nikkei do Japão liderou os ganhos, saltando 2,28%, para fechar em 22.356,08 pontos, já que o iene recuou parte de sua recente força em meio às incertezas na Turquia. O iene foi negociado a 111,01 por dólar, ante níveis em torno de 110,3 visto anteriormente. Os exportadores, incluindo montadoras e "players" de tecnologia, se recuperaram. Todos os 33 setores de Tóquio terminaram em território positivo, com o índice Topix, mais amplo, fechou em alta de 1,63%.

O Kospi da Coreia do Sul subiu 0,47%, para 2.258,91 pontos, com a LG Electronics caindo 3,54%, enquanto a Samsung Electronics registrou ganho de 0,22%.

Na Austrállia, o S & P / ASX 200 avançou 0,76% para fechar em 6.299,60 pontos, com os índices financeiros, telecomunicações e tecnologia da informação registrando ganhos de mais de 1%. Entre as mineradoras, BHP Biliton subiu 1,5%, Rio Tinto fechou estável.

Os mercados da China, contrariou a tendência regional e recuaram. O índice Hang Seng de Hong Kong caiu 0,66%, pesada pela queda de 4,29% no setor industrial. O setor de tecnologia registrou pesadas perdas, com a gigante de internet Tencent caindo 3,66% após ser impedido de vender um novo jogo após o seu lançamento.

O Shanghai Composite registrou queda de 0,17%, para fechar em 2.781,16 pontos e o índice CSI 300 que representa as principais blues chips recuou 0,51%, com os mercados digerindo uma enxurrada de dados divulgados anteriormente. O crescimento do investimento em ativos fixos na China subiu 5,5% em comparação com um ano atrás, mas ficou abaixo da estimativa de 6%. As vendas no varejo para o mês de julho avançou 8,8%, enquanto a produção industrial ficou estável em 6% mas ambos abaixo das expectativas de 6,3% e 9%, respectivamente.

O índice de ações da MSCI para a região Ásia-Pacífico foi negociado ligeiramente mais baixo, com queda de 0,09% durante as negociações da tarde da Ásia.

Também digno de nota, a rupia indiana caiu para uma mínima recorde na terça-feira, cruzando o nível 70 no início do dia. A moeda foi negociada a 69,88 por dólar. A Reuters citou Subhash Chander Garg, secretário de assuntos econômicos do país no Ministério das Finanças, dizendo que o declínio da moeda deveu-se a fatores externos.

EUROPA: As bolsas europeias operam em alta, colocando um índice pan-europeu à beira de avançar pela primeira vez em três sessões, após colapso da moeda da Turquia mostrar sinais de estabilidade. "Traders" retomam as compra de ações com base em relatórios econômicos saudáveis.

O Stoxx Europe 600 sobe 0,45%, depois de recuar 0,3% na segunda-feira, ao terminar em 384,91 pontos, em meio a preocupações com a queda da lira da Turquia. O indicador está apontando um aumento de 0,3% nesta semana, mas um declínio de 0,6% em 2018, de acordo com dados da FactSet.

Um relatório sobre a expansão na Alemanha mostrou que a segunda maior economia da Europa registrou um crescimento de 0,5% no segundo trimestre, com uma taxa anualizada de 1,8%, no entanto, o relatório indicou que as tensões do comércio global e a crise cambial da Turquia estão turvando as perspectivas dos negócios.

A taxa de desemprego na França, a segunda maior economia da zona do euro, recuou 9,1% no segundo trimestre,  ante 9,2% do primeiro trimestre. A queda do desemprego acontece quando o governo do presidente francês Emmanuel Macron busca uma revisão das leis trabalhistas do país. O governo disse que o desemprego continua em uma tendência de queda, apesar das flutuações de um trimestre para o outro. No segundo trimestre de 2017, o desemprego ficou em 9,4%. 

O FTSE 100 do Reino Unido sobe, porém menos que seus pares regionais, após novo incidente em Londres, em frente ao Parlamento britânico. A polícia está trabalhando como caso de terrorismo.

As ações da Antofagasta despencam 5,98% após a empresa divulgar resultados trimestrais, colocando a mineradora entre as com pior desempenho no benchmark pan-europeu. Entre outras mineradoras listadas em Londres, Anglo American cai 1,9%, Glencore recua 1,1% e Rio Tinto opera em baixa de 1,3%.

EUA: Os futuros dos índices de ações dos Estados Unidos registram ganhos antes da abertura de terça-feira, com os investidores tentando desvencilhar das incertezas em torno da crise econômica da Turquia. Wall Street também obtém impulsos após resultados positivos da Home Depot.

Na segunda-feira, o Dow Jones caiu 125,44 pontos, ou 0,5%, para 25.187,70 pontos. O S & P 500 caiu 0,4%, para 2.821,93 pontos, com setores de energia e materiais entre os maiores perdedores. O Nasdaq terminou em baixa de 19,40 pontos, ou 0,3%, para 7.819,71 pontos. 

O índice de otimismo de pequenas empresas da Federação Nacional das Empresas Independentes subiu 0,7% em julho, para 107,9. O NFIB disse que foi o segundo maior nível da história e pouco abaixo do topo histórico de 1983.

Os investidores também esperam uma leitura dos preços de importação para julho, às 9h30 e uma leitura sobre as dívidas das famílias para o segundo trimestre deve ser divulgada às 12h00.

Nenhum membro do Federal Reserve dos Estados Unidos deve fazer comentários hoje.

ÍNDICES FUTUROS - 7h50:
Dow: +0,38%
SP500: +0,40%
NASDAQ: +0,52%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

RESENHA DA BOLSA - SEGUNDA-FEIRA 13/08/2018

ÁSIA: Os mercados asiáticos fecharam em baixa na madrugada desta segunda-feira, devido preocupações com a lira turca e seguindo o fraco desempenho de Wall Street na sexta-feira.

A lira ultrapassou os 7,2 em relação ao dólar e registrou um novo recorde intra-diário no início do dia, mas depois voltou para 6,8145, uma queda de 6% contra o dólar após o banco central turco anunciar medidas para reforçar a moeda. A moeda recuou na sexta-feira quando o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que aprovou uma sobretaxação das tarifas de metais contra a Turquia. A lira caiu brevemente 20% na sessão anterior após o anúncio, antes de encerrar a última sessão em cerca de 16% de baixa.

O Nikkei 225 caiu 1,98%, para fechar em 21.857,43 pontos a medida que o iene se firmou em meio à incerteza na Turquia. A moeda porto seguro negociou em 110,30 por dólar, ante níveis em torno de 110,90 vistos na sexta-feira, fazendo com que ações de exportadores diminuíssem, com montadoras e fabricantes de eletrodomésticos sendo duramente atingidos. Toyota Motor caiu 2,1% e a Canon perdeu 2,45%. O subíndice de transporte marítimo liderou as perdas, com o setor afundando 3,37%.

O Kospi da Coreia do Sul recuou 1,5% para terminar em 2.248,45 pontos, pesada pelo setor de tecnologia que continuou os recentes declínios. Samsung Electronics recuou 0,77%. Lotte Shopping despencou 7,09% depois que o varejista sul coreana registrou uma queda de 17% no lucro do segundo trimestre, em comparação com um ano atrás.

Na Austrália, o S & P / ASX 200 encerrou o dia com uma queda de 0,42%, para 6.252,20. No setor de materiais básicos, BHP Biliton e Fortescue Metals recuaram 1,6%, enquanto Rio Tinto caiu 1,5%.

O índice Hang Seng de Hong Kong caiu 1,512%, com todos os setores registrando quedas abruptas antes do fechamento do mercado, mas com destaque para o setor de serviços. Tencent caiu 2,4%, enquanto China Construction Bank recuou 1,28%.

Os mercados da China continental registraram quedas menores. O Shanghai Composite caiu 0,33%, a 2.786,25 pontos e o índice CSI 300 que representa as 300 blue-chips mais importantes, registrou queda de 0,43%. O Shenzhen Composite, no entanto, ganhou 0,31%, contrariando a tendência regional de queda. As ações de imobiliárias recuaram depois que os bancos negaram um corte nas taxas de hipotecas, enquanto "players" de construção e metais também fecharam em baixa. 

Vários outros mercados emergentes também sofreram em meio ao nervosismo. As ações na Indonésia, que tem déficits e uma alta quantidade de dívida em moeda estrangeira, fecharam em queda, com o Composto de Jacarta caindo 3,32%. Índices de referências de Taiwan, Cingapura e Malásia fecharam com perdas de mais de 1%.

O índice de ações da MSCI para a Ásia-Pacífico, excluindo o Japão, caiu 1,43% no comércio da tarde na Ásia.

EUROPA: As bolsas europeias operam em baixa na manhã de segunda-feira, com investidores monitorando as novas tensões comerciais e uma queda mais acentuada da lira turca. O pan-europeu Stoxx 600 cai cerca de 0,4% durante os primeiros negócios da manhã, com a maioria dos setores e principais bolsas em território negativo. O indicador pan-europeu caiu 1,1% na sexta-feira já com as preocupações com a Turquia e está apontando uma queda de 1,4% para o ano até agora. 

Segundo analistas, embora a Turquia tenha laços limitados, a disseminação da crise para a Europa por meio da exposição de seus bancos é uma grande preocupação para os investidores. O banco central da Turquia se comprometeu a fornecer "toda a liquidez de que os bancos precisem" em uma declaração na segunda-feira e também disse que os bancos poderiam tomar emprestados, depósitos em moeda estrangeira do banco central com vencimento de um mês ou de uma semana e destacaram a relutância da Turquia em elevar as taxas de juros.

Destaque negativo para as ações da Bayer que mergulham 11%, a maior queda do Stoxx Europe 600, atingindo uma baixa de quase dois anos. Na sexta-feira, um tribunal americano relatou que o herbicida Roundup causou câncer em um usuário e condenou a empresa a pagar US $ 298 milhões em danos. O fabricante do Roundup, o grupo de sementes e produtos químicos dos EUA, Monsanto, foi considerado incapaz de alertar o usuário sobre os riscos de câncer representados por seu herbicida. A Monsanto foi recentemente comprada pela multinacional alemã Bayer. DAX 30 da Alemanha recua 0,59%.

O FTSE 100 do Reino Unido cai 0,48%, depois de recuar 1% na sexta-feira, com as preocupações derivadas da Turquia. O indicador britânico está apontando uma queda de 0,8% no ano até o momento. Entre as mineradoras listadas na LSE, Anglo American cai 0,3%, Antofagasta perde 0,9%, BHP Biliton recua 0,4%. Rio Tinto opera em ligeira alta de 0,2%.

A Grã-Bretanha e a União Europeia (UE) deverão retomar as negociações do Brexit depois da pausa de verão. O Reino Unido deve deixar a UE em 29 de março de 2019 mas as equipes de negociação ainda estão discutindo os detalhes de um acordo que lhes permitirá manter o comércio sem atritos.

Enquanto isso, os investidores devem ficar de olho na divulgação do relatório mensal da Opep.

EUA: Os índices de ações dos Estados Unidos começam a semana em baixa, com a turbulência na Turquia corroendo o apetite por risco em Wall Street.

Na sexta-feira, o S & P 500 perdeu 20,30 pontos para 2.833,28 pontos, um recuo de 0,7%, marcando sua terceira sessão consecutiva de queda e a pior baixa diária desde 27 de junho, segundo a Dow Jones Market Data.

O Dow Jones Industrial Average, DJIA, caiu 196,09 pontos, ou 0,8%, para 25.313,14 pontos. Sexta-feira foi a terceira queda diária consecutiva do Dow, bem como a maior queda percentual em um dia desde 11 de julho. O declínio de sexta-feira levou a Dow a uma perda de 0,6% na semana.

O Nasdaq Composite Index caiu 52,67 pontos, para 7.839,11 pontos, um recuo de 0,7%, acabando com uma tentativa de uma série de nove vitórias consecutivas para o benchmark. Ainda assim, o avanço do índice na semana passada ajudou a manter um ganho semanal de 0,4%.

Não está prevista a divulgação de nenhum dado econômico relevante nos EUA e tampouco nenhuma fala significativa de autoridades do Federal Reserve. 

ÍNDICES FUTUROS - 8h00:
Dow: -0,30%
SP500: -0,30%
NASDAQ: -0,27%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.