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quinta-feira, 27 de setembro de 2018

RESENHA DA BOLSA - QUINTA-FEIRA 27/09/2018

ÁSIA: Os mercados da Ásia fecharam em baixa nesta quinta-feira, após os comentários do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, sobre a inflação, depois que o banco central decidiu aumentar as taxas de juros.

O Nikkei no Japão terminou o pregão em baixa de 0,99%, em 23.796,74 pontos, com a maioria dos setores fechando em queda.

Abaixo, o ASX 200 australiano caiu 0,18%, para fechar em 6.181,2 pontos, com as ações do Commonwealth Bank of Australia caindo 0,14%. Entre as mineradoras, BHP caiu 0,1%, Fortescue Metals recuou 1,7% e Rio Tinto fechou em baixa de 0,9%.

Na China, o índice de Hang Seng de Hong Kong recuou 0,36%, enquanto no continente, o composto de Xangai caiu 0,54%, para fechar em 2.791,78 pontos, enquanto o índice de Shenzhen caiu 1,26%, para 1.429,61 pontos.

Na Coreia do Sul, a Kospi resistiu à tendência regional ao fechar em alta de 0,7%, em 2.355,43 pontos, na volta do feriado, com as ações da gigante Samsung Electronics avançando 0,21%.

O índice do dólar, que acompanha o dólar americano em comparação com uma cesta de pares internacionais, foi negociado a 94,566, após um turbulento pregão durante a noite. O iene japonês registrou ganhos de 0,12% contra o dólar, em 112,59, enquanto o dólar australiano enfraqueceu 0,47%, para US $ 0,7222.

Nos mercados de petróleo, os preços mantiveram os ganhos. O contrato futuro do Brent registrou ganhos de 1,04%, para US $ 82,19 por barril.

EUROPA: As bolsas europeias operam sob pressão no início do pregão de quinta-feira, com os investidores monitorando notícias políticas que ocorre ao redor do mundo.

O pan europeu STOXX 600 registra perdas de 0,44%, com quase todos os setores da região mergulhando no território negativo. Um mar vermelho é visto em todas as bolsas europeias.

Os ativos italianos seguem sob pressão devido preocupações com o anúncio do governo sobre seu orçamento. O índice FTSE MIB Itália cai 1,7%, provocando perdas em toda a Europa. Os bancos estão entre os que mais sofrem. Intesa Sanpaolo cai 3,12%. 

O novo governo da Itália deveria apresentar suas metas orçamentárias nesta quinta-feira, mas os dois principais partidos da coalizão teriam discutido com o ministro da Economia, Giovanni Tria, sobre uma meta aceitável, informou o Corriere della Serra. A UE quer que a Itália mantenha seu déficit abaixo de 2%, mas o jornal italiano informa que a coalizão está pressionando por 2,4%.  Reportagens de mídia sugerem que os partidos populistas ​​na Itália estão pressionando o ministro da Fazenda a renunciar, se ele não cumprir as promessas feitas na campanha. Um porta-voz do ministro porém, disse que os rumores são infundadas e que Giovanni Tria está focado nos números orçamentários.

Sobre o Brexit, o chanceler do Tesouro, Philip Hammond, twittou na quarta-feira que a declaração orçamentária do outono seria apresentada mais cedo do que o habitual, em 29 de outubro, antes de uma reunião vital do Brexit marcada para novembro.

O euro escorrega 0,2385% frente ao dólar, para US $ 1,1702, ante US $ 1,1742 na quarta-feira em Nova York.

Entre as mineradoras listadas em Londres, Anglo American cai 0,2%, Antofagasta recua 1,1%, BHP sobe 0,1% e Rio Tinto cai 0,3%.

EUA: Os futuros do índice de ações dos EUA flutuaram antes da abertura de quinta-feira. Os movimentos ocorrem depois que Wall Street fechou a sessão de quarta-feira no vermelho, quando o Federal Open Market Committee (FOMC) concluiu sua reunião de política monetária de setembro. A instituição elevou sua taxa básica de juros em um quarto de ponto percentual e anunciou que projeta mais uma alta até o final do ano, além de mais três em 2019.

Os mercados ficaram sob pressão, com os rendimentos dos títulos dos EUA caindo, depois que o presidente Jerome Powell disse aos repórteres que não viu uma inflação ser surpreendente para o lado positivo.

As tensões comerciais entre os EUA e a China continuam aumentando. Na quarta-feira, o presidente Donald Trump acusou a China de interferir nas eleições parlamentares de novembro. Ele acrescentou, sem fornecer evidências, que Pequim não queria que o Partido Republicano tivesse bom desempenho. Isso levou a uma rejeição imediata do governo chinês, que afirmou não interferir nos assuntos internos de outro país, informou a Reuters.

Em outro lugar, Trump criticou o Canadá pelo ritmo lento das discussões sobre a reforma do NAFTA. O presidente disse que recentemente vetou o convite do primeiro-ministro Justin Trudeau para uma reunião entre ambos, uma afirmação que levou um porta-voz do governo de Trudeau a declarar que tal reunião não foi solicitada. Trump concordou, no entanto, em iniciar negociações comerciais com o Japão.

Na política, Brett Kavanaugh, indicado ao Supremo Tribunal, deve comparecer a uma audiência do Comitê Judiciário do Senado na quinta-feira, em meio a várias acusações de má conduta sexual. Kavanaugh negou as alegações.

Na agenda econômica, os dados de pedidos de auxílio desemprego, bens duráveis devem ser divulgados às 9h30. Ao mesmo tempo, outra leitura  do produto interno bruto (PIB) será publicada. Às 11h00, as vendas pendentes de residências serão divulgadas, seguidas pela pesquisa de manufatura do Fed de Kansas City às 12h00.

Entre as notícias corporativas, Carnival, Accenture, McCormick e Rite Aid estão programados para publicar seus balanços.

ÍNDICES FUTUROS - 7h00:
Dow: -0,11%
SP500: -0,03%
NASDAQ: +0,10%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

RESENHA DA BOLSA - QUARTA-FEIRA 26/09/2018

ÁSIA: Os mercados da Ásia registraram ganhos na quarta-feira, apesar da reafirmação da posição rígida sobre o comércio por parte da Casa Branca.

O Nikkei do Japão recuperou de suas perdas para terminar em alta de 0,39% em 24.033,79 pontos. O índice Topix, por outro lado, recuperou de sua baixa anterior para fechar estável em 1.821,67 pontos.

Abaixo, o ASX 200 da Austrália reduziu parte dos seus ganhos mas fechou em alta de 0,1% em 6.192,3 pontos, com as mineradoras Rio Tinto e BHP fechando em alta em 1,2%.

Nos mercados da China, o índice Hang Seng de Hong Kong negociou em alta de 1,15%, com o enfraquecimento do dólar de Hong Kong, após a alta de sexta-feira, a maior em quase 15 anos.  Haidilao, que abriu o capital na quarta-feira, foi negociada a 17,88 dólares de Hong Kong (US $ 2,28) por ação, após atingir a alta de 19,60 dólares inicialmente. Seu preço de emissão foi de HK $ 17,80 por ação.

No continente, o composto de Xangai subiu 0,92%, para cerca de 2.806,82 pontos, enquanto o composto de Shenzhen avançou 0,73%, para cerca de 1.447,85 pontos.

Os mercados sul coreanos ficaram fechados para um feriado público.

O índice do dólar, que acompanha o dólar em relação a uma cesta de moedas, foi negociado em 94,118. O iene japonês registrou ganhos de 0,16%, a 112,79 contra o dólar, enquanto o dólar australiano devolveu parte de seus ganhos iniciais, mas no final avançou 0,17%, em US $ 0,7262.

Nos mercados de petróleo, os preços avançaram na tarde do comércio asiático. O contrato futuro de referência do petróleo Brent subiu 0,27%, para US $ 82,09 por barril, enquanto os futuros de petróleo bruto americano ficaram praticamente estáveis, a US $ 72,30 por barril.

Na terça-feira, Trump disse à Assembleia Geral da ONU que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo está "roubando o resto do mundo".

EUROPA: As bolsas europeias não conseguem definir uma direção na manhã desta quarta-feira, enquanto os investidores aguardam a decisão do Fed. 

O pan europeu Stoxx 600 opera próximo da estabilidade, com os diferentes setores e índices se movendo em direções opostas. Montadoras de auto registram perdas. Na terça-feira, o presidente Donald Trump defendeu a posição de seu governo em relação ao comércio, dizendo aos líderes internacionais que os EUA não tolerariam mais abusos quando se trata de comércio.

Olhando para as ações individuais, Bouygues sobe 2,3% e lidera os ganhos na Europa, após uma atualização de classificação do JP Morgan, enquanto ações de algumas companhias aéreas operam em baixa nos primeiros negócios, com queda de 1,4% na Easyjet e queda de quase 2% na Air-France-KLM.

Em relação ao Brexit, na terça-feira, a primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, disse que não seria de interesse nacional realizar outra eleição geral durante as negociações de saída. Isto acontece à medida que May enfrenta cada vez mais pressão sobre o futuro das negociações com divórcio entre a União Europeia e o Reino Unido.

Entre as mineradoras listadas em Londres, Anglo American cai 0,6%, Antofagasta recua 0,9%, BhP perde 1,1% e Rio Tinto opera em baixa de 0,7%.

EUA: Os futuros do índice de ações dos Estados Unidos registram ligeiros ganhos, sugerindo que Wall Street abrirá em alta, embora a cautela possa predominar à medida que os investidores começarem a concentrar nos comentários do Federal Reserve.

A maioria das ações terminaram em baixa na terça-feira, quando o Dow caiu 0,26%, a segunda sessão consecutiva e o S & P 500 estendeu a sua recente fraqueza para a terceira sessão consecutiva. O Nasdaq no entanto, contrariou a tendência ao subir pela segunda sessão consecutiva.

Nos níveis atuais, o Dow está cerca de 1% abaixo do recorde de 21 de setembro, enquanto o S & P 500 está menos de 1% abaixo do pico de 20 de setembro. O Nasdaq está cerca de 1,3% abaixo do seu próprio recorde, registrado em 29 de agosto.

O FED divulgará a sua decisão de política que deve resultar em um aumento de taxa de juros às 15h00 e meia hora depois ocorrerá a conferência de imprensa do presidente do Fed, Jerome Powell, durante a qual espera-se que os investidores busquem mais informações sobre o estado da economia, o impacto das questões comerciais e a direção dos movimentos futuros das taxas de juros.

Segundo analistas, um aumento da taxa hoje já está mais ou menos fechado e este será o terceiro aumento este ano. A reunião do Federal Reserve de hoje será importante no contexto das projeções para a inflação futura e as projeções do PIB, mas também as expectativas futuras de quantos aumentos na taxa do Fed podemos esperar até o final do próximo ano.

Ainda na agenda econômica, destaque para os números preliminares do PIB às 10h30, vendas iniciais pendentes às 12h00, seguido pelo estoque de petróleo dos EUA às 12h30.

ÍNDICES FUTUROS - 8h30:
Dow: +0,16%
SP500: +0,19%
NASDAQ: +0,23%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

terça-feira, 25 de setembro de 2018

RESENHA DA BOLSA - TERÇA-FEIRA 25/09/2018

ÁSIA: A maioria dos principais mercados da Ásia fechou em baixa nesta terça-feira, em meio às crescentes tensões comerciais entre os EUA e a China, à medida que novas tarifas entraram em vigor. A China havia rejeitado anteriormente um convite dos EUA para reiniciar as negociações comerciais.

Na segunda-feira, a China respondeu as críticas feitas pelos EUA. "A China não quer uma guerra comercial, mas não tem medo dela e vai lutar se for necessário", disse Pequim no documento.

William Zarit, presidente da Câmara Americana de Comércio na China, disse que o conflito entre Washington e Pequim "vai piorar" e que é muito provável que o governo Trump comece a aplicar tarifas a "quase todos" os produtos chinesas nos EUA. 

Na China continental, as bolsas fecharam em baixa após o feriado de segunda-feira. O composto de Xangai encerrou o pregão em queda de 0,58%, em 2.781,14 pontos, enquanto o composto de Shenzhen caiu 0,54%, para fechar em 1.437,31 pontos.

Na Austrália, o ASX 200 fechou praticamente estável, com o setor financeiro registrando uma perda de 0,67%. As ações do Commonwealth Bank of Australia fecharam em baixa de 1,08%, enquanto as ações da Westpac Banking caíram cerca de 1,17%. Entre as mineradoras australianas, BHP subiu 0,7% e Rio Tinto avançou 0,5%.

O Nikkei do Japão registrou ganhos de 0,29%, fechando em 23.940,26 pontos, com a fabricante de semicondutores Tokyo Electron subindo 2,42%.

Mercados em Hong Kong e Coreia do Sul ficaram fechados por conta de feriados.

Produtores de petróleo registraram ganhos na terça-feira após o aumento do preço do petróleo na sessão anterior. Na Austrália, a Beach Energy viu suas ações fecharem em alta de 5,9%, enquanto Santos subiu 2,8%. No Japão, as ações da refinadora Cosmo Energy ganharam 3,72% e Japan Petroleum Exploration avançou 1,48%.

Nos mercados de petróleo, os preços continuaram subindo no comércio asiático. Na segunda-feira, os preços do Brent subiram mais de 3%, após a Arábia Saudita e a Rússia descartarem qualquer aumento imediato na produção de petróleo.

EUROPA: As bolsas europeias operam em alta, com o setor de petróleo liderando os ganhos com o Brent negociando próximo de uma alta de quatro anos. O pan-europeu Stoxx 600 sobe 0,3% com os vários setores que negociando em território positivo. 

Ações da varejista Next lideram os ganhos no pan índice, com alta de 8% após relatar um aumento de 0,5% no lucro do primeiro semestre e com a decisão de elevar seu guidance para o ano.

Os investidores continuam a digerir as notícias de que a Comcast fez a maior oferta pela emissora britânica Sky. As ações desta última sendo negociadas em alta altas. Mais cedo, a Comcast anunciou que havia comprado 29,1% das ações da Sky no mercado.

A Glencore também sobe depois de anunciar planos de recomprar mais US $ 1 bilhão de suas próprias ações. Entre outras mineradoras listadas na LSE, Anglo American sobe 0,8%, BHP avança 0,7%, Rio Tinto adiciona 0,3%, enquanto a produtora de cobre Antofagasta recua 0,6%.

O Brexit continua a dominar as manchetes. A chanceler Angela Merkel disse na terça-feira que um acordo sobre o Brexit é possível em outubro, mas ainda não está claro o que o governo do Reino Unido quer.

EUA: Os futuros do índice de ações dos EUA registram ganhos antes da abertura de terça-feira após queda na sessão anterior.

Na atual guerra comercial EUA-China, o vice-ministro do Comércio da China, Wang Shouwen, disse que era difícil prosseguir com as negociações comerciais e que dependeria da "vontade" dos Estados Unidos para retomar as negociações. de acordo com a Reuters.

As ações em Wall Street caíram na segunda-feira, após relatos de que o vice-procurador-geral Rod Rosenstein estava prestes a renunciar ou ser demitido. A Casa Branca posteriormente divulgou um comunicado, dizendo que Rosenstein e Donald Trump se reuniriam na quinta-feira, em meio à relatos conflitantes.

Entre os dados econômicos, a pesquisa do Non-manufacturing Business Outlook do FED de Philadelphia está programada para sair às 9h30; seguido pelo S & P Corelogic Case-Shiller House Price Index e pelo FHFA House Price Index às 10h00; a leitura de confiança do consumidor e a Pesquisa de Atividade de manufatura do FED de Richmond serão divulgados às 11h00 e a pesquisa do Texas Service Sector Outlook do FED de Texas sairá às 11h30.

Manchester United, FactSet, Nike e KB Home estão programados para publicar seus últimos relatórios de lucros corporativos.

O Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC) começará hoje sua reunião de política monetária de dois dias, com analistas esperando que o Federal Reserve dos EUA anuncie um aumento da taxa quando concluir sua reunião amanhã.

O evento será acompanhado de perto para ver se o banco central fornece sinais de onde a política monetária será conduzida nos próximos meses e no próximo ano.

ÍNDICES FUTUROS - 8h10:
Dow: +0,11%
SP500: +0,10%
NASDAQ: -0,01%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

RESENHA DA BOLSA - SEGUNDA-FEIRA 24/09/2018

ÁSIA: Em dia de feriado no Japão, Coreia do Sul e China, as bolsas asiáticas que operaram, tiveram um dia ruim após a entrada em vigor das tarifas dos EUA sobre produtos chineses. 

O índice Hang Seng de Hong Kong caiu 1,62%, pesadas principalmente por empresas do setor financeiro e imobiliária. China Resources Land despencou 5,2% e China Life Insurance recuou 2,8%, enquanto as ações da Country Garden recuaram 6,2%.

O ASX 200 da Austrália recuperou parte de suas perdas iniciais, mas ainda se manteve fechou em baixa de 0,12%, em 6.186,9 pontos, com o setor financeiro altamente ponderado caindo 0,11%. Commonwealth Bank of Australia caiu 0,5%.

A produtora de terras raras Lynas encerrou o pregão em baixa de 18,33%, depois de anunciar de que estava ciente da especulação da mídia em torno de uma possível revisão de suas operações na Malásia. A produtora de metais preciosos Newcrest Mining recuou 1,5%, enquanto as grandes empresas petrolíferas beneficiaram de um ganho de cerca de 2% no Brent e WTI após uma reunião entre grandes produtores de petróleo, que manteve o "status quo" na produção global. Entre outras grandes do setor de mineração australiana, BHP, que também possui atividades no setor de energia, subiu 1,4%, enquanto a produtora exclusiva de minério de ferro Fortescue Metals recuou 2,8% e a gigante Rio Tinto fechou em baixa de 0,6%.

Na semana passada, as bolsas da Ásia tiveram um forte desempenho, com o Shanghai Composite subindo 2,50% e registrando sua melhor semana em mais de dois anos, em um rali que se estendeu aos mercados globais. Esses ganhos foram liderados pelos EUA em meio ao otimismo sobre a economia e uma visão mais calma da situação do comércio global, mas parte desse otimismo diminuiu na segunda-feira, com a entrada oficial de US $ 200 bilhões de taxações em produtos chineses, enquanto a China teria cancelado as reuniões planejadas com os americanos para os próximos dias. Pequim também retaliou com contribuições de US $ 60 bilhões em produtos americanos.

EUROPA: As bolsas europeias operam em baixa na manhã de segunda-feira, com os investidores se preparando para a entrada de outra rodada de tarifações entre as duas principais economias mundiais. O pan-europeu Stoxx 600 cai 0,22% com quase todos os setores no vermelho. 

Os setores de recursos básicos e automóveis registram os piores desempenhos nos primeiros negócios da manhã, após incerteza entre as relações comerciais EUA-China. 

DAX 30 da Alemanha cai 0,36%, CAC 40 da França recua 0,19% e FTSE 100 do Reino Unido cai 0,16%.

As ações da Randgold Resources sobem quase 4% nos primeiros acordos em Londres, depois que a empresa concordou em se fundir com a canadense Barrick Gold, em um negócio de US $ 18,3 bilhões, mas o dia não é dos melhores para o setor: Anglo American cai 1,5¨, Antofagasta recua 2,3%, BHP cai 1% e Rio Tinto opera em baixa 0,8%.

Enquanto isso, o relacionamento do Reino Unido com a União Europeia permanece tenso entre os dois grupos e dentro do próprio sistema partidário britânico. No mais recente episódio, o Partido Trabalhista britânico, de oposição, viu seu líder Jeremy Corbyn afirmar que apoiaria um segundo referendo sobre o Brexit se seu partido decidisse prosseguir com este movimento. Ao mesmo tempo, o governo do Reino Unido negou reportagens do fim de semana de que planejava convocar uma nova eleição em novembro. A medida seria uma tentativa de aumentar o apoio à primeira-ministra e seus esforços para chegar a um acordo sobre o Brexit com a Europa.

EUA: Os futuros dos índices de ações dos EUA operam em território negativo antes da abertura da sessão de segunda-feira, após o Dow Jones Industrial Average e o S & P 500 baterem recordes durante a sessão de sexta-feira, com a guerra comercial entre os EUA e a China aumentando as preocupações dos investidores.

A última rodada de tarifações comerciais entre os EUA e a China entrou em vigor nesta segunda-feira, com Washington aplicando uma taxação de 10% sobre 200 bilhões de dólares em bens chineses; isso deve aumentar para 25% até o final do ano. A China retaliou, aplicando impostos sobre mais de 5.000 produtos americanos no valor de US $ 60 bilhões.

Na segunda-feira, a pesquisa do Texas Manufacturing Outlook do FED de Dallas está agendada para ser liberada às 11h30.

No espaço corporativo, os investidores provavelmente estarão digerindo a notícia de que a Comcast cobriu a oferta da Twenty-First Century Fox no sábado em uma aquisição de US $ 39 bilhões da emissora britânica Sky, em um leilão de três "rounds". Na segunda-feira, a emissora britânica recomendou aos seus acionistas que aceitassem a oferta da Comcast.

Nenhum membro do Federal Reserve dos EUA está programado para falar nesta segunda-feira. A reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto deve ocorrer na terça e quarta-feira e os analistas esperam que o banco central dos EUA anuncie sua decisão na quarta-feira e todos estarão prestando muita atenção ao evento para ver se o Fed fornece algum sinal para onde a política monetária está caminhando.

ÍNDICES FUTUROS - 7h10:
Dow: -0,16%
SP500: -0,18%
NASDAQ: -0,38%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

RESENHA DA BOLSA - QUINTA-FEIRA 20/09/2018

ÁSIA: A maioria dos principais mercados da Ásia fechou em alta nesta quinta-feira, com os investidores reagindo ao aumento das tensões comerciais na disputa entre os Estados Unidos e a China.

O Nikkei do Japão fechou perto da estabilidade em 23.674,93 pontos, enquanto o índice Topix acrescentou 1,94 pontos, ou 0,11%, a 1.787,6 pontos.

Na Coreia do Sul, o Kospi subiu 0,65%, para 2.323,45 pontos. As ações da Samsung Electronics avançaram 2,4% e as da Hyundai Motor subiram quase 2%.

Os mercados do continente chinês terminaram ligeiramente mais baixos. O composto de Xangai caiu 0,06%, para 2.729,25 pontos e o composto de Shenzhen caiu 0,23%, para 1.420 pontos.

Pequim anunciou tarifas sobre mais de 5.000 produtos americanos, no valor de cerca de US $ 60 bilhões que irá entrar em vigor no dia 24 de setembro, depois da administração Trump disse que os EUA vão impor tarifas de 10% em US $ 200 bilhões em importações chinesas e esses deverão subir para 25% no final do ano.

O Premier Li Keqiang discursou no Fórum Econômico Mundial em Tianjin na quarta-feira, onde reconheceu que a China está sendo confrontada por uma série de desafios e enfrenta "maiores dificuldades em manter um desempenho estável da economia chinesa", mas insistiu que a China estava confortável com sua situação econômica e que Pequim preparou instrumentos políticos suficientes para impulsionar a resiliência do país em lidar com as dificuldades.

Li também disse que a China não recorrerá à desvalorização do yuan em meio à disputa comercial em curso. Embora ele não tenha mencionado diretamente o conflito comercial, o primeiro-ministro disse que a possibilidade de Pequim enfraquecer deliberadamente sua moeda era "infundada". 

O índice Hang Seng de Hong Kong subiu 0,26%, para 27.477,67 pontos. A empresa chinesa de serviços on-line Meituan Dianping fez sua estréia comercial em Hong Kong. As ações foram negociadas em torno de 72,85 dólares de Hong Kong no final da tarde, em comparação com o preço inicial da oferta pública de HK $ 69 por ação, que segundo estimativas avalia a empresa em US $ 53 bilhões.

Abaixo, o ASX 200 caiu 0,33%, para 6.169,5 pontos, com a maioria dos setores em declínio. O sub-índice de energia caiu 0,97% e o setor financeiro pesadamente ponderado caiu 0,34%. 

As mineradoras tiveram um bom desempenho. BHP Biliton subiu 4,8% e Rio Tinto avançou 6,8%. A Rio Tinto revelou planos de recomprar uma parte de suas ações listadas na Austrália antes do final do ano como parte de sua decisão de devolver cerca de US $ 3,2 bilhões da venda de ativos de carvão para seus acionistas.

A companhia global de mineração anunciou nesta quinta-feira a intenção de comprar 41,2 milhões de ações da Rio Tinto em 2018 por meio de um programa fora do mercado avaliado em cerca de US $ 1,9 bilhão. O prazo e o preço máximo da última rodada de recompras serão anunciados após um processo de licitação para ser concluído em meados de novembro. O pacote vem após o anúncio de um programa, que está em andamento, para recomprar ações da Rio Tinto listadas em Londres, onde a companhia disse que ainda tem A $ 1,7 bilhão para recomprar até o dia 27 de fevereiro. O dinheiro vem da venda das operações de carvão Hail Creek e Valeria da empresa e das minas Winchester South e Kestrel. A venda acordada de sua unidade de fundição de alumínio Dunkerque no norte da França por US $ 500 milhões ainda está para ser concluída e a Rio Tinto disse que espera anunciar planos para devolver o dinheiro aos acionistas quando divulgar seus resultados anuais.

EUROPA: As bolsas europeias avançam, após ganhos em Wall Street, com investidores menos preocupados com a guerra comercial entre os EUA e a China.

O pan-europeu Stoxx 600 sobe 0,1%, com os bancos registrando os melhores desempenhos e o setor de saúde, no outro extremo do índice. DAX 30 da Alemanha, CAC 40 da França e FTSE 100 do Reino Unido operam em alta. 

Entre as mineradoras listadas em Londres, Anglo American sobe 0,9%, Antofagasta e BHP Biliton avança 1,1% cada e Rio Tinto sobe 1,9%.

Os reguladores da União Europeia estão verificando se a Amazon, varejista online dos Estados Unidos, está usando os dados de uma forma que impede a concorrência, disse o chefe antitruste da Europa na quarta-feira.

EUA: Os futuros do índice de ações dos Estados Unidos apresentam ligeiros ganhos antes da abertura de quinta-feira, com base na forte sessão vista ontem em Wall Street.

Os investidores continuam monitorando o conflito comercial entre os EUA e a China. Na segunda-feira, o governo dos Estados Unidos anunciou que aplicaria tarifas de 10% a US $ 200 bilhões em importações chinesas, que subirão para 25% até o final do ano.

A China retaliou na terça-feira, anunciando impostos que visam mais de 5.000 produtos americanos no valor de US $ 60 bilhões e devem entrar em vigor na próxima semana. O país também apresentou uma queixa na Organização Mundial do Comércio sobre a última rodada de tarefas dos EUA.

Os dados econômicos da terça-feira incluem pedidos de auxílio desemprego e a Pesquisa de Perspectiva de Negócios de Manufatura do Federal Reserve da Filadélfia às 9h30 da manhã, seguida pelas vendas de casas existentes e pelos indicadores antecedentes às 11h00.

Em notícias corporativas, Darden Restaurants, Micron e Thor Industries publicarão seus últimos resultados.

Nenhum membro do Federal Reserve dos EUA está programado para fazer comentários.

ÍNDICES FUTUROS - 7h30:
Dow: +0,09%
SP500: +0,07%
NASDAQ: +0,06%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

RESENHA DA BOLSA - QUARTA-FEIRA 19/09/2018

ÁSIA: Os mercados da Ásia fecharam em alta na quarta-feira, com investidores aumentando a tensão comercial entre os EUA e a China.

Na Austrália, o benchmark ASX 200 subiu 0,46%, para fechar em 6.190 pontos. As principais ações de mineração subiram: as ações da Rio Tinto subiram 3%, Fortescue saltou 4,70% e a BHP ganhou 2,92%.

O Nikkei do Japão subiu 1,08%, fechando em 23.672,52 pontos e o índice Topix avançou 1,46%, fechando em 1.785,66 pontos. O Banco do Japão manteve sua política monetária estável e a sua visão otimista da economia. Em sua declaração de política monetária, o banco central disse que espera que a economia do Japão "continue sua expansão moderada" e que a demanda doméstica deve seguir a tendência de alta.

Os mercados da China continental subiram: o composto de Xangai ganhou 1,14%, para 2.730,85 pontos e o composto de Shenzhen avançou 1,35%, fechando em 1.423,22 pontos. O índice Hang Seng de Hong Kong subiu 1,12%, fechando em 27.417,71 pontos. 

O primeiro-ministro Li Keqiang discursou no Fórum Econômico Mundial em Tianjin na quarta-feira, onde reconheceu que a China enfrenta uma série de desafios e "dificuldades para manter um desempenho estável da economia chinesa", mas insistiu que a China apresenta uma situação econômica confortável e que Pequim preparou instrumentos políticos suficientes para impulsionar a resiliência do país em lidar com várias dificuldades.

Os comentários de Li seguiram uma escalada nas tensões comerciais entre os Estados Unidos e a China. A China anunciou tarifas que visam mais de 5.000 produtos dos EUA, no valor de cerca de US $ 60 bilhões e entrará em vigor a partir de 24 de setembro. A China também adicionará uma tarifa de 10% em alguns bens que anteriormente seria de 20%. Ao mesmo tempo, o Ministério do Comércio da China disse que apresentou uma queixa à Organização Mundial do Comércio (OMC) contra os EUA. O anúncio de Pequim veio depois que o governo Trump disse que os EUA vão impor taxas de 10% sobre US $ 200 bilhões em importações chinesas  e essas tarifas aumentarão para 25% no final do ano.

Segundo analistas, a queixa à OMC corre o risco de provocar novas medidas por parte dos EUA.

Na Coreia do Sul, o Kospi inverteu à tendência regional e caiu 0,2%, para fechar em 2.308,46 pontos. A reunião do líder norte coreano Kim Jong Un com o presidente sul coreano, Moon Jae-in, para discutir a desnuclearização parece ter sido bem-sucedida. A Coreia do Norte concordou em abolir "permanentemente" suas principais instalações de mísseis na presença de especialistas estrangeiros e está disposta a fechar seu principal complexo nuclear se os Estados Unidos tomarem uma atitude recíproca, disse o presidente da Coréia do Sul, Moon Jae-in.

No mercado de moedas, o índice do dólar que mede o dólar americano em comparação com uma cesta de moedas, foi negociado a 94,401, recuando frente aos 94,800 no início da semana.

O iene que é considerado um porto seguro, foi negociado a 112,31 por dólar, enfraquecendo em relação aos 111,6 na semana anterior. A fraqueza relativa do iene provavelmente fez com que os principais exportadores japoneses  recuperassem. Toyota ganhou 1,24%, Nissan avançou 1,35% e a Honda subiu 2,89%.

Em outros lugares, o dólar australiano foi negociado a US $ 0,724, fortalecendo-se de níveis abaixo de US $ 0,7120 na semana anterior.

EUROPA: Os mercados europeus operam majoritariamente em alta na manhã de quarta-feira, com os investidores ignorando a escalada das tensões comerciais entre os EUA e a China.

O índice Stoxx 600 avança 0,18% com a maioria dos setores em território positivo, exceto os setores de mídia, varejo, tecnologia e alimentos e bebidas.

As ações da Danske Bank estão sendo negociadas em baixa próximo de 4% depois que o CEO do banco dinamarquês renunciou depois do banco anunciar o resultado de uma investigação de que bilhões de euros foram lavados através da agência estoniana do banco.

O setor de recursos básicos apresenta melhor desempenho no índice Stoxx na quarta-feira, com alta de 1,27%. Entre os melhores desempenhos estão as ações de mineração listadas na FTSE, incluindo a Glencore, a Antofagasta e a Rio Tinto, todas com uma alta de 1,6%.

As ações da Kingfisher figura  na parte de baixo do Stoxx 600, com queda de 6,9%, depois que a varejista registrou queda de 15% nos lucros do semestre.

Os líderes europeus estão chegando à Áustria para uma reunião informal em que espera-se que assuntos como imigração e o Brexit sejam os principais temas de discussão. A primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, está preparada para pedir à UE que mostre "boa vontade e determinação" para evitar um Brexit desordenado, disse uma fonte não identificada à Reuters na terça-feira.

Relatórios recentes sugerem que o presidente da França, Emmanuel Macron, está se preparando para usar a reunião de quinta-feira para encorajar os líderes da UE a apoiar as propostas do Reino Unido para um acordo pós-Brexit. Uma reunião inteiramente dedicada às negociações do Brexit é esperada para novembro.

EUA: Os futuros do índice de ações dos Estados Unidos lutam pra definir uma direção antes da abertura de quarta-feira, apesar do sentimento positivo vistos nos mercados internacionais.

Na sessão anterior, as ações registraram ganhos expressivos após o governo americano anunciar que aplicaria novas tarifas de 10% a US $ 200 bilhões em importações chinesas, das quais subiriam para 25% até o final do ano, surpreendendo os mercados. A notícia provocou uma retaliação da China na terça-feira, que anunciou taxas de mais de 5.000 produtos americanos, no valor de $ 60 bilhões, que entraria em vigor na próxima semana em 24 de setembro, de acordo com a Reuters.

O Ministério do Comércio da China anunciou que apresentou uma queixa à Organização Mundial do Comércio contra a última onda de tarifas dos EUA, acrescentou a agência de notícias.

No front de dados econômicos, às 9h30, serão divulgado as licenças de inicio de construções e o relatório de transações internacionais dos EUA. 

Entre as empresas que divulgarão seus resultados, a Red Hat e a Herman Miller estão programadas para lançar seus últimos relatórios corporativos.

Nenhum membro do Federal Reserve dos EUA está programado para falar na quarta-feira.

ÍNDICES FUTUROS - 7h30:
Dow: +0,02%
SP500: -0,07%
NASDAQ: -0,01%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

terça-feira, 18 de setembro de 2018

%RESENHA DA BOLSA - TERÇA-FEIRA 18/09/2018

ÁSIA: Os mercados da Ásia fecharam majoritariamente em alta na madrugada desta terça-feira, apesar de uma escalada nas tensões comerciais entre os Estados Unidos e a China.

O governo Trump decidiu impor tarifas de 10% sobre US $ 200 bilhões em importações chinesas que devem entrar em vigor na próxima semana e essas tarifas aumentarão para 25% no final do ano, segundo o anúncio. A Casa Branca removeu cerca de 300 produtos de uma lista previamente proposta de produtos afetados, incluindo smartphones e alguns produtos químicos.

Na terça-feira, o Ministério do Comércio da China disse que o país não tem escolha a não ser retaliar contra a última implementação das tarifas dos EUA, a fim de salvaguardar seus direitos e interesses em um mundo de livre comércio. 

Com o anúncio, os mercados chineses viram uma recuperação em relação a sua queda na sessão anterior. O índice Hang Seng de Hong Kong subiu 0,56%, embora o gigante de tecnologia Tencent recuado 0,25%. O índice caiu em 10 de 14 dias de negociação. No continente, o composto de Xangai avançou 1,82%, para fechar em 2.699,95 pontos, enquanto o composto de Shenzhen subiu 1,97%, para fechar em 1.404,15 pontos.

O Nikkei do Japão subiu 1,41% na volta de um feriado, fechando em 23.420,54 pontos, atingindo uma alta de 7 meses e meio, enquanto o índice Topix, mais amplo, encerrou o pregão em alta de 1,81%, a 1.759,88 pontos.

Na Coreia do Sul, o Kospi subiu 0,26%, para fechar em 2.308,98 pontos, com desempenho misto das blue chips. As ações da Samsung Electronics avançaram 0,78% e a Hyundai Motor obteve ganhos de 0,39%, enquanto Korea Electric Power Corporation caiu 1,01%.

O presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, partiu para Pyongyang nesta terça-feira para uma reunião histórica com o líder norte coreano Kim Jong Un, com o objetivo de mediar as atividades nucleares norte coreanas e fortalecer as relações entre os dois países, segundo a agência de notícias Yonhap.

O ASX 200 da Austrália contrariou a tendencia e recuou 0,38%, para fechar em 6.161,5 pontos, com o setor de energia caindo 1,53%. O subíndice financeiro fortemente ponderado encerrou o pregão praticamente estável, enquanto entre as mineradoras, BHP Biliton recuou 0,7% após anunciar que estava retirando o “Billiton” de seu nome enquanto a produtora de minério de ferro Fortescue Metals avançou 0,6% e a gigante Rio Tinto subiu 0,3%. 

A ata da reunião de política monetária de setembro do Banco de Reserva da Austrália destacou que as tensões da política comercial global apresentavam perspectiva de um risco material.

No mercado de câmbio, o iene japonês enfraqueceu em relação ao dólar, sendo negociado a 111,94, enquanto o dólar australiano registrou ganhos para 0,7194, ao mesmo tempo, o índice do dólar, que mede o dólar americano em comparação com uma cesta de moedas, foi negociado a 94,529 durante grande parte do dia na Ásia.

EUROPA: A maioria das principais bolsas europeias operam em ligeira alta, um dia depois que o governo Trump decidiu impor tarifas de 10% sobre o valor de US $ 200 bilhões em importações chinesas. O índice pan europeu Stoxx 600 é negociado em alta de 0,06% na terça-feira de manhã. Bancos, varejo, industriais e saúde estão entre os setores com pior desempenho.

Espera-se que o presidente do Banco Central Europeu, Mario Draghi, fale em um evento organizado pela Autoridade de Controle Prudencial e de Resolução em Nouy, Paris.

DAX 30 da Alemanha, CAC 40 da França e FTSE 100 do Reino Unido operam em alta. Entre as mineradoras listadas em Londres, Anglo American sobe 1,6%, Antofagasta adiciona 1,3%, BHP Biliton sobe 1,4% e Rio Tinto opera em alta de 1,2%.

EUA: Os futuros de ações dos EUA sobem na terça-feira, após os Estados Unidos impor novas tarifas sobre os produtos chineses, abaixo do esperado. Na segunda-feira, o governo Trump anunciou que os EUA imporão tarifas de 10% sobre as importações chinesas no valor de 200 bilhões de dólares  e essas tarifas aumentarão para 25% no final do ano.

O secretário do Comércio, Wilbur Ross, disse que as novas tarifas visam modificar o comportamento da China e nivelar o campo de ação para as empresas dos EUA no país e que China está "sem balas" para retaliar.

A última ação agrava uma crescente disputa comercial entre as duas maiores economias do mundo, com Pequim preparada para impor novas sanções. Na terça-feira, a China afirmou que não tinha escolha a não ser retaliar, a fim de salvaguardar seus direitos e interesse em um mundo de livre comércio.

O anúncio veio depois que o diretor do Conselho Econômico Nacional, Larry Kudlow, disse que Trump "não ficou satisfeito" com as negociações comerciais com Pequim.

O Wall Street Journal havia informado anteriormente que Trump estava preparado para impor novas tarifas de US $ 200 bilhões em produtos chineses. O relatório seguiu outras agências de notícias dizendo que as autoridades americanas estavam tentando retomar as negociações comerciais entre EUA e China.

Embora as preocupações comerciais provavelmente dominem o sentimento do mercado na terça-feira, os dados econômicos também chamam a atenção. Às 9h30, a Pesquisa de Líderes Empresariais é esperada para ser divulgada, seguida pelo NAHB / Wells Fargo Housing Market Index às 11h00 e o Treasury International Capital (TIC) sair  às 17h00.

No campo de balanços empresariais, a AutoZone, a General Mills e a Cracker Barrel estão programadas para postar suas últimas atualizações financeiras. 

Os investidores também ficarão de olho nas ações afetadas por desastres naturais, já que o ex-furacão Florence continua a causar estragos em vários estados dos Estados Unidos.

O presidente Trump e a primeira-dama Melania Trump receberão o presidente polonês Andrzej Duda e a primeira-dama Agata Kornhauser-Duda na Casa Branca para sua primeira visita oficial e espera-se que os líderes falem sobre vários tópicos, incluindo questões comerciais, militares e de segurança.


ÍNDICES FUTUROS - 8h30:
Dow: +0,18%
SP500: +0,12%
NASDAQ: +0,03%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

RESENHA DA BOLSA - SEGUNDA-FEIRA 17/09/2018

ÁSIA: Os principais mercados asiáticos fecharam sem uma direção definida na madrugada desta segunda-feira, em meio a relatos no fim de semana de que os EUA poderiam estar impondo novas tarifas de US $ 200 bilhões em mercadorias chinesas já nesta semana, apesar das tentativas de Washington de reabrir as negociações comerciais com Pequim.

No sabado, o The Wall Street Journal publicou que a Casa Branca estava pronta impor novas tarifas em 10%, em vez  de 25% sobre produtos chineses antes da reunião de negociações programadas com Pequim. O jornal então deu seguimento a outro relatório no domingo citando autoridades chinesas dizendo que Pequim poderia recusar a participar das negociações comerciais propostas com os EUA se Washington prosseguir com a imposição de tarifas adicionais às importações chinesas.

Na Coreia do Sul, o Kospi recuperou um pouco de suas perdas iniciais, mas ainda terminou o pregão em baixa de 0,66%, em 2.303,01, pontos, com a gigante Samsung Electronics recuando 1,53%.

Os mercados da China também registraram perdas, com o índice Hang Seng de Hong Kong caindo 1,30%, devido danos causados ​​pelo poderoso tufão Mangkhut sobre a região. Os cassinos em Macau foram forçados a fechar no sábado e reabriram na segunda-feira. Ações de cassinos listadas em Hong Kong recuaram, assim como as da gigante ​​de tecnologia AAC e Tencent, que caíram mais de 3%, assim como a Geely Automobile.

No continente, o composto de Xangai fechou em queda de 1,11%, em 2.651,79 pontos, enquanto o composto de Shenzhen caiu 1,53%, para fechar em 1.380,98 pontos.

Abaixo, o ASX 200 contrariou a tendência geral de fechar em alta de 0,32%, enquanto o setor financeiro ganhava 0,62%. Entre as mineradoras, BHP Biliton caiu 0,8%, Fortescue Metals recuou 1,9% e Rio Tinto perdeu 0,3%.

O índice do dólar, que acompanha o dólar em relação a uma cesta de moedas, era negociado em 94,937 no horário asiático, mantendo-se firme sobre os ganhos da última sexta-feira. O iene japonês permaneceu ligeiramente mais forte novamente contra o dólar em 111,98, enquanto o dólar australiano manteve ligeiro ganho em US $ 0,7155.

As bolsas japonesas não abriram em observância à um feriado.

EUROPA: As bolsas europeias operam em ligeira queda em meio à novos temores relacionadas à escalada da guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo.

O pan europeu Stoxx 600 cai cerca de 0,2% nos primeiros negócios do meio da manhã, com a maioria dos setores e principais bolsas em território negativo.

Ações de tecnologia da Europa registram um dos piores desempenhos no pan índice, em meio às preocupações crescentes com a guerra comercial EUA-China. Sopra Steria Group e Temenos lideram as perdas, ambas caindo mais de 5%. Em sentido contrário, H & M da Suécia lidera o topo do índice de referência europeu, pouco depois da empresa ter registrado lucros acima do esperado no terceiro trimestre. A segunda maior varejista do mundo disse que os esforços para competir com as empresas online estão começando a valer a pena. Suas ações sobem quase 13% com as notícias.

O DAX 40 da Alemanha, CAC 40 da França e FTSE 100 do Reino Unido operam em baixa de menos de 0,5%, enquanto IBEX 35 da Espanha e FTSE MIB da Itália operam em alta de 0,36% e 0,60%, respectivamente.

Entre as mineradoras listadas na LSE em Londres, Anglo American cai 0,4%, Antofagasta recua 1,1%, enquanto as gigantes BHP Biliton e Rio Tinto recuam 0,4 e 0,2%, respectivamente. 

Entre os dados econômicos, a inflação anual da zona do euro desacelerou ligeiramente para 2% em agosto, confirmando a estimativa anterior. A inflação cheia tinha diminuído 2,1% em julho.

O BCE, que tem como meta níveis de inflação abaixo, mas não próximo de 2% no médio prazo, manteve a política inalterada na semana passada. O banco central da Europa também se manteve à caminho para acabar com seu programa de compras neste ano.

EUA:
Os futuros dos índices de ações dos EUA patinam antes da abertura da sessão de segunda-feira, com os investidores tentando se manter atualizados em relação à disputa comercial entre duas maiores economias.

Relatos da mídia dão conta de que o presidente Donald Trump pretende anunciar novas tarifas no valor de US $ 200 bilhões sobre importações chinesas na segunda-feira, enquanto um alto funcionário da administração, familiarizado com o assunto, disse no domingo que o governo americano estava preparando uma nova rodada de tarifas.

Nesta segunda-feira, o Ministério das Relações Exteriores da China respondeu à especulação, afirmando que o governo retaliaria na mesma proporção os EUA, informou a Reuters. Isso ocorre dias depois de surgirem as notícias de que os EUA estavam buscando reacender as discussões comerciais com a China.

Na frente econômica, a pesquisa da Empire State Manufacturing deve ser divulgada às 9h30.

Entre as empresas que devem reportar seus balanços, a FedEx e a Oracle estão programadas para publicar seus ganhos.

Os investidores também ficarão de olho nas ações que podem ser afetadas por desastres naturais e pelo clima, já que a tempestade tropical Florence continua a causar estragos em estados como Carolina do Norte e Carolina do Sul.

Nenhum membro do Federal Reserve dos EUA deve falar hoje.

ÍNDICES FUTUROS - 7h30:
Dow: -0,14%
SP500: -0,17%
NASDAQ: -0,22%
OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

%RESENHA DA BOLSA - QUINTA-FEIRA 13/09/2018

ÁSIA: Os mercados da Ásia fecharam majoritariamente em alta na madrugada desta quinta-feira, após as notícias de que os EUA estavam tentando reiniciar as negociações comerciais com a China.

O Nikkei do Japão obteve um ganho de 0,96%, encerrando o pregão em 22.821,32 pontos, depois de um aumento de 11% nos pedidos de máquinas de industrias japonesas para o mês de julho, recuperando em grande parte do declínio no mês anterior. Alguns economistas, no entanto, alertaram que apesar de positivo, ainda não diminui as preocupações com as perspectivas de exportação do Japão, pois o número divulgado reflete as encomendas domésticas e não a demanda no exterior, que está começando a mostrar certa fraqueza, principalmente da China, reflexo da guerra tarifária EUA - China.

Os mercados da  China recuaram de suas máximas iniciais, mas fecharam em território positivo, com o índice Hang Seng de Hong Kong subindo 2,54%, fechando em 27.014,49 pontos. No continente, o composto de Xangai subiu 1,15% para fechar em 2.686,58 pontos, enquanto o composto de Shenzhen retornou ao território positivo, terminando o pregão em alta de 0,71%, em 1.413,57 pontos.

Abaixo, o ASX 200 da Austrália encerrou o dia em queda de 0,76%, em 6,128.7 pontos, com o setor de serviços públicos recuando 2,15%. O movimento ocorreu mesmo depois que os números de emprego de agosto superaram as expectativas em 44 mil, em comparação com a previsão da Reuters de 15 mil. Entre as mineradoras australianas, BHP Biliton subiu 1%, Fortescue Metals avançou 0,4% e Rio Tinto fechou em alta de 1,9%.

Na quarta-feira, as ações de empresas produtoras de semicondutores foram atingidas depois que a Goldman Sachs alertou sobre uma desaceleração na demanda de chips de memória. As empresas asiáticas do setor experimentaram quedas semelhantes nesta quinta-feira, com ações de fabricantes de chips caindo em relação ao ambiente positivo global dos mercados.

A japonesa Tokyo Electron caiu 2,99% e a fabricante de equipamentos para testes de semicondutores Advantest teve uma queda ainda maior ,de 5,39%, enquanto a Taiwan Semiconductor Manufacturing Company terminou o dia com uma queda de 2,11%.

Na Coreia do Sul, a gigante Samsung Electronics caiu 1,12%, pesando sobre o Kospi que fechou em ligueira alta de 0,14%.

EUROPA: O principal índice de ações da Europa avança modestamente na quinta-feira. O Stoxx Europe 600 sobe 0,3% para 378,22 pontos, após ganho de 0,5% na quarta-feira, com investidores aguardando movimentos de três bancos centrais. O indicador pan europeu está mostrando uma queda de 2,8% no ano até o momento.

O Banco da Inglaterra e o Banco Central Europeu devem anunciar suas últimas decisões na hora do almoço na Europa. Os analistas não esperam nenhuma mudança na política, mas estarão monitorando cuidadosamente as declarações. Na Turquia, espera-se que o banco central aumente as taxas de juros para compensar a depreciação da lira turca e controlar a inflação em alta.

Os investidores também continuam a monitorar as tensões relacionadas ao comércio entre os EUA e a China, as duas maiores economias do mundo. Há um otimismo depois de um relatório divulgado na noite de quarta-feira dizendo que o governo Trump está dando à Pequim outra chance para tentar evitar novas tarifas sobre US $ 200 bilhões nas exportações chinesas, devendo realizar uma nova rodada de negociações no final deste mês.

Além disso, os mercados europeus tem ficado sensíveis às notícias relacionadas ao Brexit. A libra vem atraindo compradores esta semana, com o otimismo aumentado com a possibilidade de que um acordo sobre a saída do Reino Unido da União Europeia  ser alcançado em breve. A moeda britânica subiu 1% contra o dólar até agora nesta semana. O movimento pesa sobre o FTSE 100 do Reino Unido, contrariando o movimento regional, visto que muitas multinacionais que compõe o FTSE gera suas receitas em outras moedas. Entre as mineradoras listadas na LSE, Anglo American sobe 0,8%, Antofagasta avança 0,9% e Rio Tinto sobe 1,1%.

Os agentes de mercado também estão de olho no governo do Reino Unido, com uma reunião de gabinete marcada para esta manhã. A primeira-ministra Theresa May discutirá a questão de um não acordo com a União Europeia sobre o Brexit.

EUA:
Os futuros de ações dos EUA sobem na quinta-feira, enquanto os investidores continuam a monitorar as tensões relacionadas ao comércio entre os EUA e a China, as duas maiores economias do mundo. 

Na quarta-feira, o Dow fechou em alta de 0,11% e o S & P 500 avançou 0,04%. O Nasdaq Composite caiu 0,23% caiu 0,2%, após as ações da Apple Inc. recuarem 1,2% no dia em que a empresa divulgou seus novos iPhones .

O Dow subiu por dois dias seguidos, enquanto o S & P terminou mais alto por três sessões consecutivas. Os três indicadores registram ganhos no acumulado do ano entre 5,2% a 15%, a partir do fechamento de quarta-feira.

Na agenda econômica, é esperado o relatório de agosto para o índice de preços ao consumidor às 9h30 (horário de Brasília), com economistas prevendo um aumento de 0,3% para o número principal. Ao mesmo tempo, os investidores devem receber pedidos de emprego semanais, com 210.000 pedidos esperados.

O presidente do Fed de Atlanta, Raphael Bostic, deve falar sobre as perspectivas econômicas de um evento em Jackson, Mississippi, às 14h15.

ÍNDICES FUTUROS - 8h30:
Dow: +0,24%
SP500: +0,22%
NASDAQ: +0,37%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

%RESENHA DA BOLSA - QUARTA-FEIRA 12/09/2018

ÁSIA: Os mercados da Ásia fecharam em queda na quarta-feira, com o índice MSCI Ásia, excluindo o Japão, atingindo uma baixa de 14 meses, em 506,36, queda de 0,26%, após notícias de que a China solicitará sanções aos EUA perante à Organização Mundial do Comércio. A reunião, marcada para 21 de setembro, ocorre em meio a uma escalada das tensões entre as duas potências econômicas. 

O Nikkei do Japão caiu 0,27%, fechando em 22.604,61 pontos, enquanto o Kospi, da Coreia do Sul, encerrou o pregão praticamente estável, em 2282,92 pontos.

Na Austrália, o ASX 200 recuou 0,06%, com a queda de 0,39% do pesado setor financeiro. Entre as mineradoras australianas, BHP Biliton caiu 0,5%, Fortescue Metals recuou 3,1% e Rio Tinto perdeu 0,6%.

Na China, o índice Hang Seng de Hong Kong permaneceu em território negativo, com uma queda de 0,29%, assim como  nos mercados do continente. O índice de Xangai fechou em baixa de 0,33%, em 2.656,11 pontos, enquanto o composto de Shenzhen caiu 0,40% para terminar o pregão em 1.403,60 pontos.

O índice do dólar, que acompanha o dólar em relação a uma cesta de moedas, atingiu 95,20, enquanto o iene japonês foi negociado a 111,51 contra o dólar, enquanto o dólar australiano permaneceu em baixa, a US $ 0,7098.

Os mercados de petróleo avançaram com as iminentes sanções americanas contra o Irã em novembro e com a redução das previsões das expectativas de um crescimento mais lento da produção de petróleo nos Estados Unidos em 2019. Os futuros do petróleo bruto dos EUA registraram ganhos de 0,82%, a 69,82 dólares por barril, enquanto a costa leste dos EUA se preparava para um grande furacão.

EUROPA: O principal benchmark de ações da Europa sobe na manhã desta quarta-feira, com analistas dizendo que as bolsas da região estavam seguindo a alta do mercado acionário dos EUA, 

O Stoxx Europe 600 sobe 0,19%, após ter caído 0,1% na sessão de terça-feira. O indicador pan europeu está mostrando uma queda de 3,1% para o ano até o momento.

Ações de energia e telecomunicações ajudam a liderar os ganhos do dia, mas as preocupações comerciais continuam, com investidores acompanhando as tensões entre os EUA e a China, as duas maiores economias do mundo. O DAX 30 da Alemanha sobe 0,6%, enquanto o CAC 40 da França adicionam 0,9%.

O FTSE 100 do Reino Unido operava em baixa, mas recupera ligeiramente e sobe 0,1%, prejudicado pelos ganhos recentes da libra. Uma libra mais forte pode pesar no FTSE 100, já que as empresas multinacionais do índice geram a maior parte de suas vendas em outras moedas.

os investidores acompanham as notícias do Brexit. O Reino Unido e a União Europeia estão se preparando para assinar um acordo em novembro e a reunião pode ser anunciada em poucos dias. O país deve sair da UE em março. Acrescentam incertezas, o fato de que alguns "rexiteers" podem forçar a primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, a se afastar, por oporem ao plano do Brexit.

Entre as mineradoras listadas em Londres, Anglo American sobe 0,9%, Antofagasta adiciona 0,7%, BHP Biliton avança 0,6% e Rio Tinto sobe 0,8%

EUA: Os futuros do índice de ações dos Estados Unidos avançam antes da abertura, somando-se aos ganhos observados no pregão anterior.

Um ar de cautela continua entre os investidores em todo o mundo, à medida que a turbulência em torno das relações comerciais e da política persiste. Na sexta-feira passada, o presidente Donald Trump disse aos repórteres que estava "pronto para atingir a China com um adicional de US $ 267 bilhões em tarifas, além dos US $ 200 bilhões já anunciados anteriormente.

Nesta terça-feira, surgiram notícias de que a China pediria à Organização Mundial do Comércio para impor sanções aos EUA em breve; os investidores questionam o que isso significará para as duas nações daqui para frente. De fato, no Fórum Econômico do Oriente, na Rússia, figuras importantes, incluindo o presidente Vladimir Putin, discutirá a ameaça do protecionismo, com a Rússia e a China prometendo combater essa questão.

Na terça-feira, o Dow , o S & P 500 e Nasdaq Composite fecharam em alta, com ações de energia e telecomunicações ajudando a liderar a alta. Os três indicadores registram avanços no acumulado do ano que variam de 5,1% a 15%, a partir do fechamento de terça-feira.

Os investidores devem obter detalhes sobre os últimos iPhones da Apple Inc. em seu evento nesta quarta-feira, que deverá fornecer detalhes e quanto custarão. O papel subiu 1,2% nesta semana, a partir do fechamento de terça-feira, somando Ao ganho de 32% em 2018.

Na agenda econômica, os pedidos de hipoteca serão divulgados às 8h00, seguidos dos números do índice de preços ao produtor (PPI) às 9h30, estoque de petróleo dos EUA às 11h30  e o lançamento do Livro Bege do Federal Reserve dos EUA, às 15h00.

Enquanto isso, vários membros do Banco Central devem falar. A governadora do Fed, Lael Brainard, deve apresentar suas declarações no almoço do Detroit Economic Club, que analisará as perspectivas de política econômica e monetária. Enquanto isso, o presidente do Fed de St. Louis, James Bullard, deve comparecer ao evento de café da manhã da CFA Society Chicago, o Distinguished Speaker Series Breakfast, em Chicago.

ÍNDICES FUTUROS - 7h30:
Dow: +0,22%
SP500: +0,17%
NASDAQ: +0,37%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

terça-feira, 11 de setembro de 2018

RESENHA DA BOLSA - TERÇA-FEIRA 11/09/2018

ÁSIA: Os mercados da Ásia fecharam misturados nesta terça-feira.

A Casa Branca anunciou que estava em processo de coordenar a segunda reunião entre o presidente dos EUA, Donald Trump e o líder norte coreano Kim Jong Un.

Nos mercados da China, o índice Hang Seng de Hong Kong fechou em baixa de 0,72%, permanecendo em território de baixa pelo segundo dia consecutivo, caíndo mais de 20% em janeiro de 2018.

No continente, o composto de Xangai entregou seus ganhos para fechar 0,18% menor, em 2.664,80 pontos, enquanto o composto de Shenzhen subiu 0,17% para terminar em 1.409,34 pontos.

O Nikkei do Japão ampliou seus ganhos e encerrou o pregão em alta de 1,3%, em 22.664,69 pontos. Do outro lado do Estreito Coreano, o Kospi da Coreia do Sul fechou em queda de 0,24%, a 2.283,2 pontos.

Abaixo, o ASX 200 da Austrália fechou em alta de 0,62%, em 6.179,7 pontos, com o setor financeiro subindo 0,85%. As mineradoras Rio Tinto e Fortescue Metals avançaram 0,88 e 1,5%, respectivamente.

Na segunda-feira, a Casa Branca anunciou que Trump recebeu um pedido da Kim da Coreia do Norte para uma nova reunião dapós o histórico encontro em Cingapura em junho de 2018. Descrita pela Casa Branca como uma "carta muito calorosa e positiva", a secretária de imprensa Sarah Huckabee Sanders informou aos repórteres na segunda-feira que a administração estava aberta ao pedido e já estava no processo de "coordenar" a reunião.

O comércio também continua a ser outro ponto para os mercados, com o Canadá e os EUA ainda tentando garantir um acordo que substitua o Acordo de Livre Comércio da América do Norte. Os investidores também estavam conscientes sobre possíveis novas tarifas comerciais dos EUA sobre a China.

Nos mercados cambial, o índice do dólar, que acompanha o dólar em relação a uma cesta de moedas, estava em 94,931, enquanto o iene japonês enfraqueceu ainda mais em relação ao dólar, sendo negociado a 111,53, enquanto o dólar australiano recuperou de suas perdas iniciais e avançou cerca de 0,1%, para 0,7121.

EUROPA: Os mercados da Europa operam em baixa na manhã de terça-feira, com os investidores focando sobre questões comerciais. 

O índice pan europeu Stoxx 600 recua 0,32%, com a maioria dos setores negociando em território negativo. O setor de petróleo e o gás lideraram os ganhos, após notícias de que as exportações de petróleo dos EUA ao Japão e à Coreia do Sul atingiram recordes neste mês. O benchmark registrou um ganho de 0,4% na segunda-feira, após cair 2,2% na semana passada e quase 3,5% no acumulado do ano.

O setor de recursos básicos e automóveis recuam, à medida que as crescentes tensões em torno da guerra comercial dos EUA na China permanecem em destaque.

A ArcelorMittal cai mais de 2%, após a notícia de que a siderúrgica havia aumentado sua oferta para comprar a Essar Steel. As ações da Heineken também caem após rebaixamento de rating de analistas.

As bolsas europeias geralmente enfrentavam dificuldades, pois os investidores continuam a procurar catalisadores que pudessem elevar o mercado. O DAX 30 da Alemanha cai 0,44%, enquanto o CAC 40 da França recua 0,13% e o FTSE 100 do Reino Unido cai 0,4%.

Entre as mineradoras listadas em Londres, Anglo American cai 1,9%, Antofagasta recua 1,3%, BHP Biliton perde 1,9% e Rio Tinto perde 0,6%.

A libra dispara com esperanças de que um acordo com o Brexit possa ser aceito dentro de seis a oito semanas. Uma libra mais forte pode pesar no FTSE 100, já que as empresas multinacionais do índice geram a maior parte de suas receitas em outras moedas. A estimativa do cronograma ocorre depois que o negociador-chefe da União Europeia, Michel Barnier, em uma conferência na Eslovênia e ajudou a aliviar os temores dos investidores de que o Reino Unido poderia se separar do grande bloco comercial da Europa em março de 2019 sem um acordo, mas que várias questões ainda precisam ser resolvidas. 

Na frente comercial, os negociadores da UE e dos EUA estão reunidos nesta segunda-feira para discutir um pacto que evitaria uma briga transatlântica. Embora nenhum grande avanço tenha sido observado, o representante de Comércio dos EUA, Robert Lighthizer e a comissária européia de comércio, Cecilia Malmström, disseram que reuniriam novamente até o final de setembro e começarão a concentrar no fechamento um acordo nos próximos meses. Segundo o Financial Times, os Estados Unidos e a UE estão trabalhando para conseguir um acordo comercial parcial nos próximos dois meses.

Entre os dados econômicos, o índice ZEW Economic mostrou que as expectativas econômicas na Alemanha aumentaram ligeiramente no mês anterior, apesar de algumas preocupações com a Turquia e a Argentina.

EUA: Os futuros de ações dos Estados Unidos apontam para um começo mais suave em Wall Street, com os investidores se esforçando para encontrar novos catalisadores para o mercado, optando por focar nas preocupações com questões relacionadas aos desenvolvimentos comerciais e políticos.

Na segunda-feira, o S & P 500 subiu 0,2% para terminar em 2.877,13 pontos e o Nasdaq Composite Index adicionou 0,3%, para 7.924,16 pontos, com ambos os índices interrompendo uma série de quatro dias de queda. O Dow Jones Industrial Average caiu 0,2%, para 25.857,07 pontos.

A semana passada foi a primeira semana negativa do S & P, marcando a maior queda percentual semanal desde junho, enquanto o Nasdaq sofreu sua maior queda semanal desde março.

Ainda na sexta-feira passada, o presidente Donald Trump disse que estava "pronto para uma nova rodada de tarifas na ordem de US $ 267 bilhões em produtos da China", superando as já propostas na ordem de US $ 200 bilhões. A China prometeu retaliar. 

A China deverá entrar em contato com a Organização Mundial do Comércio em breve para obter autorização para impor sanções aos EUA, informou a Reuters. A razão para isso é por causa do descumprimento de Washington de uma decisão em uma disputa sobre as taxas de dumping americano, ja solicitado pela China em 2013.

A Coreia do Norte volta à agenda, depois de notícias de que Trump recebeu, o que a Casa Branca chamou de "carta muito calorosa e muito positiva", de Kim Jong Un, que pediu uma reunião com o presidente dos EUA. Ambos os líderes se reuniram em Cingapura em junho para discutir a desnuclearização e o futuro do relacionamento entre as duas nações.

O índice de otimismo para pequenas empresas da Federação Nacional de Empresas Independentes subiu para um novo recorde em agosto, para 0,9 ponto para um nível ajustado sazonalmente de 108,8, com avanços em seis dos dez principais componentes. O recorde anterior foi estabelecido há 35 anos. Ainda será divulgado as vagas de emprego e estoques de atacado para julho às 11h00. 

O presidente do Fed, Lael Brainard e o presidente do Federal Reserve de Minneapolis, Neel Kashkari, falarão em um painel sobre empresas patrocinadas pelo governo e habitação na crise financeira às 15h20 (horário de Brasília).

ÍNDICES FUTUROS - 8h00:
Dow: -0,44%
SP500: -0,24%
NASDAQ: -0,26%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

RESENHA DA BOLSA - QUINTA-FEIRA 06/09/2018

ÁSIA: A maioria dos índices de ações da Ásia fechou em baixa na madrugada desta quinta-feira, com contínuos temores dos mercados emergentes e depois de uma queda no setor de tecnologia em Wall Street. O índice MSCI de ações para a Ásia-Pacífico, excluindo o Japão, caiu 3,08% na Ásia.

O Nikkei do Japão caiu 0,41%, fechando em 22.487,94 pontos. Setor de agricultura e mineração foram os únicos entre os 33 sub-índices Topix que fecharam em alta. Ações da distribuidora e geradora de eletricidade Hokkaido Electric Power despencaram 6,43% devido forte terremoto que deixou os moradores da ilha sem eletricidade. Japan Airlines caiu 1,36% e ANA recuou 1,14%, enquanto a fabricante de cosméticos Kose perdeu 0,9% após a queda de 6,7% na quarta-feira. Nintendo caiu 3,61%, mas a Sony conseguiu subir quase 0,9%.

O Kospi da Coreia do Sul encerrou o dia com queda de 0,18%, para 2.287,61 pnotos, com "players" de tecnologia, como Samsung Electronics e SK Hynix, registrando perdas. A Samsung Publishing, no entanto, avançou por mais um dia consecutivo, com alta de 13,19%, continuando sua série positiva desde que a canção infantil "Baby Shark" chegou ao topo das paradas britânicas no final do mês passado.

O ASX 200 da Austrália caiu 1,12% para fechar em 6.160,4 pontos. Entre as mineradoras australianas, BHP Biliton caiu 2,6%, enquanto Fortescue Metals e Rio Tinto avançaram 2,1% e 1%, respectivamente.

Na China, o índice Hang Seng de Hong Kong caiu 0,99%. No continente, o composto de Xangai encerrou o pregão em baixa de 0,47%, em torno de 2.691,59 pontos, enquanto o composto de Shenzhen recuou 0,72%, fechando em 1.431,86 pontos.

Moedas do mercado emergente (EM) permaneceram em foco, atingindo não apenas o peso argentino e a lira turca, mas também moedas asiáticas como a rupia indiana e da indonésia. 

O índice do dólar, que acompanha o dólar contra uma cesta de moedas, foi negociado em 95,160, ainda abaixo do nível de ontem. O iene japonês manteve ganhos em relação ao dólar em 111,34, enquanto o dólar australiano entregou seus ganhos anteriores para negociar em 0,7168.

Os preços do petróleo caíram na tarde do comércio asiático. 

EUROPA: Os mercados europeus operam em ligeira alta, suportados por ações das empresas de serviços públicos, porém, o sentimento do mercado ainda é abafado por preocupações com os mercados emergentes e possíveis novas tarifações dos EUA sobre produtos da China.

O pan-europeu Stoxx 600 sobe 0,15%. O benchmark atingiu seu nível mais baixo em quase cinco meses antes da abertura da sessão.

No mundo corporativo, Commerzbank será substituído no DAX por uma empresa de tecnologia a partir de 24 de setembro, segundo a Reuters. DAX 30 opera em queda de 0,06%.

O FTSE 100 do Reino Unido cai 0,19%. Entre as empresas listadas na LSE, Anglo American sobe 0,4%, Rio Tinto opera em alta de 0,2%, enquanto Antofagasta cai 0,8% e BHP Biliton recua 3,5%. 

O Brexit continua sendo uma preocupação, após comentários do governo alemão de que está pronto para todos os cenários, incluindo um não acordo. Enquanto isso, o Financial Times informou que o Reino Unido testará um novo esquema para contratar trabalhadores agrícolas não-europeus para garantir que os agricultores britânicos não enfrentem problemas depois do Brexit.

No front econômico, os mercados digeriram notícias do banco central sueco. A instituição manteve as taxas inalteradas, mas disse que a taxa de recompra pode subir em dezembro ou fevereiro.

EUA:  Os futuros dos índices de ações dos EUA sobem antes da abertura da sessão desta quinta-feira.

Na quarta-feira, o Nasdaq Composite Index registrou as maiores perdas entre seus pares de referência, caindo 96,07 pontos, ou 1,2%, para 7.995,17 pontos, terminando abaixo da marca chave de 8.000. O índice S & P 500 perdeu 8,12 pontos, ou 0,3%, para 2.888,60 pontos, com o setor de tecnologia e internet caindo 1,5%, sua maior queda diária desde 30 de julho, no entanto, o Dow Jones Industrial Average, DJIA, ignorou essa tendência de baixa, subindo 22,51 pontos, ou 0,09%, para 25.974,99 pontos.

Autoridades dos EUA e do Canadá trabalharam até tarde da noite na quarta-feira sem, tentando garantir um novo acordo comercial para substituir o atual acordo do Tratado de Livre Comércio da América do Norte (NAFTA), porém sem sucesso. As negociações provavelmente continuarão nos próximos dias e podem potencialmente durar semanas.

Enquanto isso, a relação entre a China e os Estados Unidos permanece tensa. Os mercados permanecem em "stand by" depois que a Bloomberg revelou na semana passada que a administração Trump estava de prontidão para aplicar impostos adicionais sobre produtos chineses no valor de US $ 200 bilhões a partir desta semana. O Ministério do Comércio da China afirmou na quinta-feira que Pequim retaliaria se Washington impusesse novas tarifas, informou a Reuters.

Dados econômicos que serão divulgados nesta quinta-feira incluem o Relatório Nacional de Emprego da ADP às 9h15; pedidos de subsídio de desemprego, produtividade do trabalho e custos às 9h30; dados do índice PMI de serviços  às 10h45 e dados de não-manufaturados da ISM e pedido das fábricas às 11h00.

No espaço corporativo, espera-se que a Dell Technologies, a Barnes & Noble, a Broadcom, a Domo, a Five Below e a Okta publiquem seus últimos relatórios trimestrais.

Os investidores também ficarão de olho no mundo corporativo, depois que importantes executivos de tecnologia testemunharam diante do Congresso na quarta-feira, abordando preocupações em torno da interferência online na eleição e como reprimir o abuso nas plataformas sociais.

ÍNDICES FUTUROS - 8h00:
Dow: +0,01%
SP500: -0,07%
NASDAQ: -0,13%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

RESENHA DA BOLSA - QUARTA-FEIRA 05/09/2018

ÁSIA: Os mercados da Ásia fecharam em forte baixa nesta quarta-feira, seguindo a baixa em Wall Street no primeiro dia de negociação do mês. O índice da MSCI para as ações da Ásia-Pacífico, excluindo o Japão, caiu 0,5%.

O Nikkei do Japão sofreu uma queda de 0,51%, fechando em 22.580,83 pontos. Empresas de transportes, companhias aéreas e empresas imobiliárias lideraram as quedas. Montadoras recuaram com preocupações sobre o impacto de um tufão em suas sedes operacionais. A Toyota caiu 0,77%, enquanto a Nissan caiu 1,01%. Ambas as montadoras disseram que o tufão não teve impacto nas operações. 

Jebi, o mais poderoso tufão a atingir o Japão em 25 anos, matou pelo menos sete pessoas e causou danos generalizados na costa oeste do Japão e forçou o fechamento por tempo indeterminado de um dos maiores aeroportos do país.

O Kospi da Coreia do Sul fechou em queda de 1,03%, para 2.291,77 pontos, com a gigante Samsung recuando 2,2%.

Na Austrália, o ASX 200 continuou a tendência de queda, deslizando 1% e fechar em 6.230,4 pontos, apesar de novos dados  revelarem que a economia registrou um crescimento do PIB mais forte do que o esperado no segundo trimestre. As mineradoras tiveram um dia de fortes baixas. BHP Biliton caiu 2,5%, Fortescue Metals recuou 2,8% e Rio Tinto fechou em baixa de 2,4%.

Na região da China, o índice Hang Seng de Hong Kong despencou 2,61%, pesada pelas empresas de tecnologia. O composto de Xangai caiu 1,68%, em 2.704,34 pontos, enquanto o composto de Shenzhen teve uma perda de 1,605% para terminar em 1.442,25 pontos.

Índices de referência em Taiwan, Cingapura e Malásia também fecharam em baixa.

EUROPA: As bolsas europeias recuam, com analistas culpando o clima negativo às tensões no comércio global. O Stoxx Europe 600 cai 0,82%, depois de cair 0,7% na terça-feira. O indicador pan-europeu aponta um declínio de 2,8% para o ano.

O DAX 30 da Alemanha cai 0,61%, enquanto o CAC 40 da França recua 1,05%. Destaque positivo para o FTSE MIB da Itália contraria a tendência regional e sobe 1,2%.

O FTSE 100 do Reino Unido opera em baixa de 0,47%. Entre as mineradoras listadas na LSE, Anglo American e BHP Biliton  cai 0,4% cada, enquanto Antofagasta e Glencore sobem 0,6 e 1,3%, respectivamente. 

EUA:   As ações dos EUA segue a caminho de estender as recentes perdas, já que as negociações entre os EUA e o Canadá sobre comércio devem recomeçar as negociações após terminar sem um acordo na semana passada. As negociações entre Washington e os parceiros comerciais internacionais tem sido uma fonte de ansiedade para Wall Street, embora amplamente compensadas por fortes resultados corporativos e sinais de uma economia doméstica saudável.

Na terça-feira, após o primeiro dia de negociação após o feriado do Dia do Trabalho, o Dow Jones caiu 0,05%, para 25.952,48 pontos. O índice S & P 500 caiu 0,17% e o Nasdaq Composite Index recuou 0,23%. O Dow está a caminho de registrar seu quarto declínio seguido, uma sequência não registrada desde meados de agosto, segundo dados da FactSet.

Os EUA e o Canadá devem retomar as negociações para resolver as diferenças comerciais enquanto trabalham para reformular o Acordo de Livre Comércio da América do Norte. As discussões tem sido tensas, às vezes, com o presidente Donald Trump, ameaçando avançar sem o vizinho do norte se não concordar com os termos. 

A chanceler canadense, Chrystia Freeland, deve se reunir com o representante de Comércio dos EUA, Robert Lighthizer, em Washington, na quarta-feira.

A incerteza em torno do comércio abalou os investidores, ajudando a ofuscar os dados econômicos dos EUA, incluindo a pesquisa de opinião do Institute for Supply Management, que subiu para 61,3 em agosto, seu maior nível desde maio de 2004.

Além disso, os investidores estão acompanhando o constante desmoronamento dos mercados emergentes, já que o dólar dos EUA, conhecido como uma fonte de segurança para os investidores preocupados, tem se fortalecido em meio a prolongadas disputas comerciais. Na vanguarda dessas preocupações estão os declínios da lira turca, o peso argentino e o rand sul-africano.

Na agenda econômica, os investidores se preparando para receber o relatório sobre o déficit comercial internacional dos EUA para agosto, que deve ser divulgado às 9h30. 

Separadamente, um trio de palestrantes do Federal Reserve estará em ação. O presidente de St. Louis, James Bullard, fala às 10h20 para discutir a economia e a política monetária em uma conferência em Nova York. O presidente do Fed de Minneapolis, Neel Kashkari, deve falar às 17h00 em um fórum da prefeitura em Bozeman, Montana, enquanto o presidente do Fed de Atlanta, Raphael Bostic, deve fazer bate-papo no Conselho de Assuntos Globais de Chicago às 19h30.

ÍNDICES FUTUROS - 8h20:
Dow: -0,33%
SP500: -0,22%
NASDAQ: -0,28%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.