RESENHA DA BOLSA - HARAMOTO - SEXTA-FEIRA 03/07/2015
ÁSIA: Os mercados na China ampliaram seu "sell off" na sexta-feira, com o Shanghai Composite chegando a perder 7% no intraday, após notícia de que os reguladores de valores mobiliários do país estão investigando suspeitas de manipulação de mercado. No resto da região, o sentimento pessimista prevaleceu antes do referendo grego no domingo que deverá determinar o futuro do país na zona do euro.
"Em poucas palavras, tanto o" sim "e" não "parecem ter riscos significativos para os mercados globais. Se prevalecer o " sim " veremos uma Grécia mergulhada no caos político e o país deve voltar à mesa de negociações e tentarão tumultuar algo juntos novamente. No entanto, o "não" é muito pior, pois representará uma série de incertezas que deverão chacoalhar os mercados. De qualquer maneira, analistas esperam uma segunda-feira tumultuada.
Os principais índices dos EUA fecharam modestamente negativo após dados laborais mistos. Em junho, o número de novos postos de trabalho nos EUA totalizaram 223 mil , aquém das expectativas da Reuters para uma adição de 230 mil postos de trabalho.
Os mercados de ações na segunda maior economia do mundo enfrentou outra montanha russa, levando a terceira semana de baixa, cuja queda chega a quase 30%, um dia depois que o Shanghai Composite perdeu a barreira psicológica de 4.000 pontos pela primeira vez desde Abril. O benchmark começou o dia com um mergulho de 7%, atingindo 3.629 pontos, antes de gradualmente recuperar as perdas no início da sessão da tarde e finalmente fechar com uma queda de 5,84%, enquanto o índice CSI 300 das blue-chips caiu 5,4%, o menor patamar de fechamento desde 27 de Março. Em Hong Kong, o Hang Seng caiu 0,96%, seguindo as vendas no continente.
As liquidações estavam ligados ao financiamento de margem, após a Comissão Reguladora de Valores da China (CSRC) anunciar que tinha montado uma equipe para investigar "indícios de manipulação ilegal em todos os mercados". A medida que os mercados continuaram a deslizar, o risco de reversão por posições detidas por investidores que emprestaram dinheiro a partir das chamadas "empresas de fundo de correspondência" tornaram-se mais iminente.
Nikkei do Japão terminou em alta de 0,08%, com ganhos robustos no setor bancário ajudando a compensar uma queda de quase 4% no principal componente do índice Fast Retailing, proprietário da marca de roupas Uniqlo, atingida por uma queda de 11,7% nas vendas de suas lojas em junho. Sumitomo Mitsui Financial Group saltou 2,3% após um relatório dizendo que vai criar metas para reduzir participações cruzadas. A notícia animou outros pares; Mizuho Financial e Mitsubishi UFJ Financial Group fecharam em alta de 2,4 e 1,2%, respectivamente.
S & P ASX 200 da Austrália recuou 1,10%, pesada pelos setores bancários e recursos, levou um golpe com a queda dos preços das commodities.
O preço do minério de ferro caiu 6%, para US $ 55.63 a tonelada na quinta-feira, empurrando para baixo os preços das ações de mineradoras. Fortescue Metals Group caiu 4,7% e fechou a semana em baixa de 8,54%, BHP Billiton caiu 1,5% e 3,3% na semana, enquanto Rio Tinto perdeu 1% e 2,9% na semana.
EUROPA: As bolsas europeias recuam com investidores cautelosos antes do referendo de domingo sobre o resgate da Grécia. O Stoxx Europe 600 cai 0,23%, indicando uma queda de 3,2% para a semana, o que seria a mais acentuada retração semanal desde o início de maio.
Alias, a semana está terminando como começou, com a incerteza sobre o futuro da Grécia. Os eleitores do país irão as urnas no domingo para responder se a aceitar os termos do acordo de resgate estabelecido pelos credores. O primeiro-ministro grego Alexis Tsipras incitou na quinta-feira para que o povo vote "não", dizendo que uma rejeição irá reforçar suas chances de garantir uma melhor negociação diante dos credores, mas segundo analistas estaria decretando uma potencial saída da zona da moeda única.
O euro avança 0,2706% a $ 1,1108, contra 1,1086 dólares na quinta-feira em Nova York.
O DAX30 da Alemanha e CAC40 da França enfrentam declínios semanais de 3,8% e 5%, respectivamente, enquanto os mercados do sul da Europa como PSI 20 da Portugal e o espanhol IBEX35 perdem cerca de 5% cada. FTSE MIB da Itália segue caminho para uma queda semanal de 5,3%.
Mercados gregos ficaram fechadas toda a semana, enquanto os títulos gregos caíram, empurrando o rendimento da dívida pública de 10 anos para uma baixa de 1,3 ponto percentual, em 14,85%, segundo dados da Tradeweb
Em Londres, o FTSE 100 do Reino Unido recua e segue a caminho para uma queda de 2,2% na semana. Entre as mineradoras, Anglo American recua 2,43%, Antofagasta perde 1,10%, BHP Billiton cai 2,24% e Rio Tinto devolve 1,82%.
Entre os dados econômicos, a atividade empresarial bater uma alta de quatro anos em junho. A leitura final do índice PMI composto da Markit foi de 54,2, acima da estimativa preliminar de 54,1. Uma leitura acima de 50 indica atividade está aumentando.
AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA: Feriado Bancário, Feriado Independence Day e os mercados em Wall Street não funcionarão.
ÍNDICES MUNDIAIS - 8h10:
ÁSIA
Nikkei: +0,08%
Austrália: -1,10%
Shanghai Composite: -5,84%
Hong Kong: -0,96%
EUROPA
Frankfurt - Dax: +0,06%
London - FTSE: -0,40%
Paris CAC -0,36%
IBEX 35: -0,25%
FTSE MIB: -0,28%
COMMODITIES
BRENT: -0,33%
WTI: +0,09%
OURO: +0,21%
COBRE: +0,06%
SOJA: -0,41%
ALGODÃO: -0,64%
ÍNDICES FUTUROS
DOW: -0,07%
SP500: -0,01%
NASDAQ: -0,01%
Observação: Este material é um trabalho voluntário e gratuito, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. Atenção para o horário da disponibilização dos dados desse relatório.
Veja Também
RESENHA DA BOLSA - HARAMOTO - QUINTA-FEIRA 02/07/2015
ÁSIA: As bolsas asiáticas, com exceção dos pares do continente avançaram mais uma vez nesta quinta-feira, acompanhando o fechamento em Wall Street, mas a persistente incerteza sobre a situação da dívida da Grécia limitou os ganhos ganhos regionais.
Menos de 24 horas depois de escrever uma carta conciliatória para os credores, o primeiro-ministro grego Alexis Tsipras fez um discurso combativo na televisão local, instando os gregos a votar "não" no referendo em 5 de julho. Os comentários vem um dia depois do país ficar sem dinheiro e se tornar a primeira economia desenvolvida a dar calote no Fundo Monetário Internacional (FMI).
Na China, o Shanghai Composite fechou em queda de 3,49%, seu nível mais baixo desde 3 de abril, apesar das notícias de facilitação na emissão de margem de empréstimos por parte do regulador de valores mobiliários da China que lançou regras sobre o uso de dinheiro emprestado para comprar ações após a Bolsa de Xangai encerrar com queda acima de 5% no pregão anterior.
O movimento veio na sequência do pacote no fim de semana, onde o Banco do Povo da China (PBOC) cortou as taxas de empréstimo e de depósito de referência de um ano em 25 pontos base e reduziu a RRR em 50 pontos base, após pânico nas vendas ao longo dos últimas duas semanas que derrubou o índice de referência em mais de 20%.
Em Hong Kong, o Hang Seng subiu 0,16% no retorno de um feriado na terça-feira. Papeis ligados a cassínos como Sands China e Galaxy Entertainment subiram mais de 10% cada, após notícia de que o governo de Macau vai relaxar as regras de visto para turistas do continente.
Nikkei do Japão saltou 0,95%, próximo de uma semana de alta, com exportadores e as seguradoras liderando o rali. Nissan e Honda Motor subiram mais de 2% cada após melhora nas vendas nos EUA em junho. Enquanto isso, T & D Holdings e Dai-ichi Life Insurance subiram 3% cada. A problemática fabricante de eletrônicos Sharp subiu quase 6% depois da decisão da Standard & Poor em retirar a classificação "default", após trocar as dívidas em capital e colocando o seu rating longo prazo em B-. O peso pesado Fast Retailing subiu quase 3%.
S & P ASX 200 da Austrália subiu 1,53%, dando continuidade a uma alta em três dias, enquanto o dólar australiano recuou modestamente após dados comerciais vieram pior do que esperado. O déficit comercial da Austrália ficou em 2,75 bilhões de dólares australianos. A Reuters esperava um déficit de 2,2 bilhões de dólares australianos.
Destaque para as mineradoras, que inverteram a queda no início do pregão. Rio Tinto terminou estável, em 53,03 dólares, enquanto BHP Billiton subiu 1,3%, para US $ 27, Fortescue Metals Group adicionou 4,4%, para 1,91 dólares, enquanto Newcrest Mining avançou 0,6%.
Os "big four" do setor bancário avançaram. Commonwealth Bank subiu 1,7%, ANZ Banking Group avançou 1,3%, National Australia Bank adicionou 1,7% e Westpac saltou 2%.
EUROPA: As bolsas europeias abriram estável nesta quinta-feira após a Grécia e seus credores entrarem em confronto mais uma vez sobre uma nova ajuda financeira para o país. Destaque para os dados do mercado de trabalho dos EUA que será divulgado ainda hoje.
Hoje o ministro das Finanças da Grécia, Yanis Varoufakis, disse em entrevista à Bloomberg que governo grego vai encontrar uma maneira de assinar o acordo de resgate, se o "SIM" vencer o referendo de domingo, mas se o resultado for "NÃO" para a proposta apresentada pelos credores da Grécia, Atenas começará a negociar um novo acordo. Varoufakis reforçou que o país "desesperadamente" quer permanecer no euro e que vai renunciar ao cargo de ministro das Finanças da Grécia se gregos votarem "sim", mas permanecerá como membro do parlamento e vai trabalhar com quem quer que assuma. O Stoxx Europe 600 virou pra queda com a entrevista.
O Stoxx Europe 600 recuam 0,14%, após subir 1,5% na quarta-feira após o primeiro-ministro grego Alexis Tsipras enviar uma carta aos credores dizendo que aceitaria todas as condições de resgate, com apenas pequenas alterações, segundo o jornal Financial Times, mas inesperadamente o mesmo voltou mais tarde combativo em discurso na televisão, pedindo aos gregos que rejeitem o resgate internacional, destruindo qualquer perspectiva de reparar as relações com os parceiros da União Europeia antes do referendo no domingo, que pode decidir o futuro da Grécia na Europa. Pesquisas de opinião sugerem que o resultado será apertado.
No Reino Unido, o FTSE 100 oscila próximo da estabilidade. Na quarta-feira, o benchmark quebrou uma série de quatro sessões de queda. Entre as mineradoras, BHP Billiton e Rio Tinto avança 0,04 e 0,31%, respectivamente, enquanto Anglo American cai 0,30%. Entre as empresas ligados a petróleo, BG Group sobe 0,09% e BP avança 1,36%.
No mercado cambial, a libra recua 0,0448% em relação ao dólar, sendo negociado a $ 1,5583 antes da divulgação do tão esperado relatório de empregos dos EUA. O relatório de junho será divulgado nesta quinta-feira em vez de sexta-feira o habitual por causa do feriado do Dia da Independência. O euro sobe 0,2171% em relação ao dólar para 1,1067 dólares, após fortes dados de emprego do setor privado. O desemprego espanhol caiu 2,25% em junho em relação ao mês anterior.
A coroa sueca recua 0,4796% em relação ao dólar, depois do corte das taxas de juro do banco central do país para -0,35% e reforçou seu programa de compra de ativos. O euro sobe 0,7% em relação à moeda sueca em 9,3321 coroas.
Um número maior do que o esperado de empregos criados no relatório desta quinta-feira poderia antecipar as expectativas para uma elevação da taxa de juros do Federal Reserve, impulsionando ainda mais o dólar. Os economistas esperam que a economia dos EUA adicionem 233 mil postos de trabalho em junho, de acordo com uma pesquisa realizada pelo The Wall Street Journal.
AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:
9h30 - Relatório de Emprego, composto por: Unemployment Rate (taxa de desemprego), Nonfarm Payrolls (pesquisa realizada em cerca de 375 mil empresas, que mostra o número de empregos gerados na economia, excetuando-se agricultura e pecuária), Average Workweek (média de horas trabalhadas por semana) e Hourly Earnings (média de remunerações por hora trabalhada);
11h00 - Factory Orders (mede o volume de pedidos feitos à indústria como um todo, de bens duráveis e bens não duráveis);
ÍNDICES MUNDIAIS - 7h00:
ÁSIA
Nikkei: +0,95%
Austrália: +1,53%
Shanghai Composite: -3,49%
Hong Kong: +0,16%
EUROPA
Frankfurt - Dax: -0,10%
London - FTSE: +0,05%
Paris CAC -0,18%
IBEX 35: -0,10%
FTSE MIB: -0,37%
COMMODITIES
BRENT: +0,17%
WTI: +0,32%
OURO: -0,34%
COBRE: +0,25%
SOJA: -0,31%
ALGODÃO: -0,84%
ÍNDICES FUTUROS
DOW: +0,11%
SP500: +0,12%
NASDAQ: +0,18%
Observação: Este material é um trabalho voluntário e gratuito, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. Atenção para o horário da disponibilização dos dados desse relatório.
ÁSIA: As bolsas asiáticas, com exceção dos pares do continente avançaram mais uma vez nesta quinta-feira, acompanhando o fechamento em Wall Street, mas a persistente incerteza sobre a situação da dívida da Grécia limitou os ganhos ganhos regionais.
Menos de 24 horas depois de escrever uma carta conciliatória para os credores, o primeiro-ministro grego Alexis Tsipras fez um discurso combativo na televisão local, instando os gregos a votar "não" no referendo em 5 de julho. Os comentários vem um dia depois do país ficar sem dinheiro e se tornar a primeira economia desenvolvida a dar calote no Fundo Monetário Internacional (FMI).
Na China, o Shanghai Composite fechou em queda de 3,49%, seu nível mais baixo desde 3 de abril, apesar das notícias de facilitação na emissão de margem de empréstimos por parte do regulador de valores mobiliários da China que lançou regras sobre o uso de dinheiro emprestado para comprar ações após a Bolsa de Xangai encerrar com queda acima de 5% no pregão anterior.
O movimento veio na sequência do pacote no fim de semana, onde o Banco do Povo da China (PBOC) cortou as taxas de empréstimo e de depósito de referência de um ano em 25 pontos base e reduziu a RRR em 50 pontos base, após pânico nas vendas ao longo dos últimas duas semanas que derrubou o índice de referência em mais de 20%.
Em Hong Kong, o Hang Seng subiu 0,16% no retorno de um feriado na terça-feira. Papeis ligados a cassínos como Sands China e Galaxy Entertainment subiram mais de 10% cada, após notícia de que o governo de Macau vai relaxar as regras de visto para turistas do continente.
Nikkei do Japão saltou 0,95%, próximo de uma semana de alta, com exportadores e as seguradoras liderando o rali. Nissan e Honda Motor subiram mais de 2% cada após melhora nas vendas nos EUA em junho. Enquanto isso, T & D Holdings e Dai-ichi Life Insurance subiram 3% cada. A problemática fabricante de eletrônicos Sharp subiu quase 6% depois da decisão da Standard & Poor em retirar a classificação "default", após trocar as dívidas em capital e colocando o seu rating longo prazo em B-. O peso pesado Fast Retailing subiu quase 3%.
S & P ASX 200 da Austrália subiu 1,53%, dando continuidade a uma alta em três dias, enquanto o dólar australiano recuou modestamente após dados comerciais vieram pior do que esperado. O déficit comercial da Austrália ficou em 2,75 bilhões de dólares australianos. A Reuters esperava um déficit de 2,2 bilhões de dólares australianos.
Destaque para as mineradoras, que inverteram a queda no início do pregão. Rio Tinto terminou estável, em 53,03 dólares, enquanto BHP Billiton subiu 1,3%, para US $ 27, Fortescue Metals Group adicionou 4,4%, para 1,91 dólares, enquanto Newcrest Mining avançou 0,6%.
Os "big four" do setor bancário avançaram. Commonwealth Bank subiu 1,7%, ANZ Banking Group avançou 1,3%, National Australia Bank adicionou 1,7% e Westpac saltou 2%.
EUROPA: As bolsas europeias abriram estável nesta quinta-feira após a Grécia e seus credores entrarem em confronto mais uma vez sobre uma nova ajuda financeira para o país. Destaque para os dados do mercado de trabalho dos EUA que será divulgado ainda hoje.
Hoje o ministro das Finanças da Grécia, Yanis Varoufakis, disse em entrevista à Bloomberg que governo grego vai encontrar uma maneira de assinar o acordo de resgate, se o "SIM" vencer o referendo de domingo, mas se o resultado for "NÃO" para a proposta apresentada pelos credores da Grécia, Atenas começará a negociar um novo acordo. Varoufakis reforçou que o país "desesperadamente" quer permanecer no euro e que vai renunciar ao cargo de ministro das Finanças da Grécia se gregos votarem "sim", mas permanecerá como membro do parlamento e vai trabalhar com quem quer que assuma. O Stoxx Europe 600 virou pra queda com a entrevista.
O Stoxx Europe 600 recuam 0,14%, após subir 1,5% na quarta-feira após o primeiro-ministro grego Alexis Tsipras enviar uma carta aos credores dizendo que aceitaria todas as condições de resgate, com apenas pequenas alterações, segundo o jornal Financial Times, mas inesperadamente o mesmo voltou mais tarde combativo em discurso na televisão, pedindo aos gregos que rejeitem o resgate internacional, destruindo qualquer perspectiva de reparar as relações com os parceiros da União Europeia antes do referendo no domingo, que pode decidir o futuro da Grécia na Europa. Pesquisas de opinião sugerem que o resultado será apertado.
No Reino Unido, o FTSE 100 oscila próximo da estabilidade. Na quarta-feira, o benchmark quebrou uma série de quatro sessões de queda. Entre as mineradoras, BHP Billiton e Rio Tinto avança 0,04 e 0,31%, respectivamente, enquanto Anglo American cai 0,30%. Entre as empresas ligados a petróleo, BG Group sobe 0,09% e BP avança 1,36%.
No mercado cambial, a libra recua 0,0448% em relação ao dólar, sendo negociado a $ 1,5583 antes da divulgação do tão esperado relatório de empregos dos EUA. O relatório de junho será divulgado nesta quinta-feira em vez de sexta-feira o habitual por causa do feriado do Dia da Independência. O euro sobe 0,2171% em relação ao dólar para 1,1067 dólares, após fortes dados de emprego do setor privado. O desemprego espanhol caiu 2,25% em junho em relação ao mês anterior.
A coroa sueca recua 0,4796% em relação ao dólar, depois do corte das taxas de juro do banco central do país para -0,35% e reforçou seu programa de compra de ativos. O euro sobe 0,7% em relação à moeda sueca em 9,3321 coroas.
Um número maior do que o esperado de empregos criados no relatório desta quinta-feira poderia antecipar as expectativas para uma elevação da taxa de juros do Federal Reserve, impulsionando ainda mais o dólar. Os economistas esperam que a economia dos EUA adicionem 233 mil postos de trabalho em junho, de acordo com uma pesquisa realizada pelo The Wall Street Journal.
AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:
9h30 - Relatório de Emprego, composto por: Unemployment Rate (taxa de desemprego), Nonfarm Payrolls (pesquisa realizada em cerca de 375 mil empresas, que mostra o número de empregos gerados na economia, excetuando-se agricultura e pecuária), Average Workweek (média de horas trabalhadas por semana) e Hourly Earnings (média de remunerações por hora trabalhada);
11h00 - Factory Orders (mede o volume de pedidos feitos à indústria como um todo, de bens duráveis e bens não duráveis);
ÍNDICES MUNDIAIS - 7h00:
ÁSIA
Nikkei: +0,95%
Austrália: +1,53%
Shanghai Composite: -3,49%
Hong Kong: +0,16%
EUROPA
Frankfurt - Dax: -0,10%
London - FTSE: +0,05%
Paris CAC -0,18%
IBEX 35: -0,10%
FTSE MIB: -0,37%
COMMODITIES
BRENT: +0,17%
WTI: +0,32%
OURO: -0,34%
COBRE: +0,25%
SOJA: -0,31%
ALGODÃO: -0,84%
ÍNDICES FUTUROS
DOW: +0,11%
SP500: +0,12%
NASDAQ: +0,18%
Observação: Este material é um trabalho voluntário e gratuito, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. Atenção para o horário da disponibilização dos dados desse relatório.
RESENHA DA BOLSA - HARAMOTO - QUARTA-FEIRA 01/07/2015
ÁSIA: As principais bolsas da Ásia com exceção da China avançaram no primeiro dia de negociação do segundo semestre, enquanto investidores digeriam uma série de indicadores econômicos e notícias de que a Grécia perdeu o prazo para o pagamento de sua parcela de 1,6 bilhões de euros ao Fundo Monetário Internacional.
Na China, o Shanghai Composite oscilou entre ganhos e perdas por pelo menos 10 vezes após a divulgação de dados econômicos e terminou 5,23% menor, enquanto o índice CSI 300 das blue-chips caiu 4,9%. Shenzhen Composite caiu 4,8% e o ChiNext recuou 4,3%. Mercados de Hong Kong ficaram fechadas por conta de feriado.
Divulgados pela manhã, o índice PMI oficial de manufatura em junho ficou em 50,2, estável em relação ao mês anterior e um pouco acima da marca de 50 que que separa crescimento de contração. Uma pesquisa da Reuters esperava um valor de 50,3. A versão final do PMI do HSBC, que se concentra mais em pequenas e médias empresas, ficou em 49,4 no mês passado, abaixo da leitura preliminar de 49,6, mas acima do 49,2 registrado em maio. O setor de serviços na segunda maior economia do mundo avançou para 53,8 em junho, ante 53,2 em maio, segundo dados do governo.
Nikkei do Japão subiu 0,46%, contabilizando o segundo dia de ganhos modestos, após a pesquisa Tankan trimestral do Banco do Japão mostrar que os grandes fabricantes do país estão mais otimista do que o esperado. O índice atingindo seu nível mais alto desde março de 2014.
Na parte das notícias corporativas, a Sony subiu 0,3% depois avançar 2% no início da sessão. As ações da fabricante de eletrônicos caiu mais de 8% na terça-feira depois de anunciar planos para levantar até 3,6 bilhões dólares através da emissão de novas ações e obrigações conversíveis, para financiar seu negócio no setor de sensores, que por sinal, está indo bem. Analistas atribuíram a liquidação de terça-feira à possível diluição das ações existentes
S & P ASX 200 da Austrália subiu 1,04%, com nove entre dez setores fechando em alta. Destaque para os setores financeiros e de energia. QBE Insurance subiu 3,4%, enquanto o Macquarie Group avançou 1,4%. Entre os quatro principais credores, Commonwealth Bank of Australia liderou os ganhos com uma alta de 1,05%, enquanto ANZ Banking e Westpac fecharam em alta de 0,9 e 0,7 %, respectivamente. Entre as empresas de petróleo Woodside Petroleum e Santos avançaram 1,3 e 2,7%, respectivamente, apesar do recuo dos preços do petróleo durante a madrugada.
As grandes mineradoras recuaram. BHP caiu 1,5%, Rio Tinto perdeu 1,4% e Fortescue mergulhou 4,2%, depois da Austrália reduziu na terça-feira a sua previsão para os preços do minério de ferro em 2015, fazendo com que o preço à vista do metal ficasse abaixo de US $ 60 durante a noite.
EUROPA: As bolsas europeias avançam nesta quinta-feira, a primeira alta em três sessões, depois que o primeiro ministro da Grécia,Aléxis Tsípras, aceitou os termos do resgate dos credores.
De acordo com uma carta de Tsipras aos chefes de a Comissão Europeia, Fundo Monetário Internacional e do Banco Central Europeu, obtido pelo jornal Financial Times, o primeiro-ministro grego aceitará todas as condições de resgate, com apenas pequenas alterações. O programa de resgate da Grécia terminou na terça-feira à meia-noite, mas a carta de Tsipras poderia servir como base para um novo pacote de ajuda nos próximos dias, de acordo com o relatório.
A Grécia iria realizar um referendo no domingo para decidir se aceitava ou não as propostas de reforma apresentadas por seus credores internacionais. O mercado de ações na Grécia está fechado durante a semana e as transações dos títulos do governo grego está interrompida.
O Stoxx Europe 600 sobe 1,74% nos primeiros movimentos, após o índice pan europeu amargar na terça-feira o seu pior desempenho trimestral desde o segundo trimestre de 2012.
Em Londres, o FTSE 100 avança, assim como seus pares do continente. Bancos avançam. Royal Bank of Scotland sobe 3,13%, Standard Chartered adiciona 2,90% e HSBC sobe 0,8% após o presidente dizer aos legisladores do Reino Unido que o banco enfrentará uma fatura de cerca de £ 1,5 bilhão (2360 milhões dólares americanos) para proteger os clientes de varejo domésticos devido suas operações de risco, informou a Reuters. Entre as mineradoras, BHP Billiton sobe 1,80% e Rio Tinto avança 1,38%.
Entre os dados econômicos, a leitura final do PMI de manufatura na zona euro em junho ficou em 52,5, atendendo previsões. Todas as nações com exceção da Grécia apresentaram crescimento. As encomendas de máquinas e instalações da indústria da Alemanha recuou novamente em Maio e no mercado cambial, o euro cai 0.0269% em relação ao dólar após os dados, sendo comprado a 1,1107 dólares, ante 1,1141 dólares na terça-feira em Nova York.
AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:
8h30 - Challenger Job Cuts (número de demissões corporativas);
9h15 - ADP Non-Farm Employment Change (número de postos de trabalho no setor privado dos EUA);
10h45 - Final Manufacturing PMI (número final da pesquisa referente ao nível de atividade industrial nos Estados Unidos);
11h00 - ISM Manufacturing PMI (mede o nível de atividade industrial no país);
11h00 - ISM Manufacturing Prices (expectativa dos negócios em relação à inflação futura, onde um número maior indica uma maior expectativa de inflação);
11h00 - Construction Spending (mede os gastos decorrentes da construção de imóveis);
11h30 - Crude Oil Inventories (Relatório de Estoques de Petróleo dos Estados Unidos);
ÍNDICES MUNDIAIS - 6h40:
ÁSIA
Nikkei: +0,46%
Austrália: +1,04%
Shanghai Composite: -5,23%
Hong Kong: ---%
EUROPA
Frankfurt - Dax: +2,20%
London - FTSE: +1,46%
Paris CAC +2,31%
IBEX 35: +1,62%
FTSE MIB: +2,19%
COMMODITIES
BRENT: -0,62%
WTI: -0,54%
OURO: +0,04%
COBRE: +0,13%
SOJA: +0,36%
ALGODÃO: -0,31%
ÍNDICES FUTUROS
DOW: +0,90%
SP500: +0,87%
NASDAQ: +0,97%
Observação: Este material é um trabalho voluntário e gratuito, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. Atenção para o horário da disponibilização dos dados desse relatório.
ÁSIA: As principais bolsas da Ásia com exceção da China avançaram no primeiro dia de negociação do segundo semestre, enquanto investidores digeriam uma série de indicadores econômicos e notícias de que a Grécia perdeu o prazo para o pagamento de sua parcela de 1,6 bilhões de euros ao Fundo Monetário Internacional.
Na China, o Shanghai Composite oscilou entre ganhos e perdas por pelo menos 10 vezes após a divulgação de dados econômicos e terminou 5,23% menor, enquanto o índice CSI 300 das blue-chips caiu 4,9%. Shenzhen Composite caiu 4,8% e o ChiNext recuou 4,3%. Mercados de Hong Kong ficaram fechadas por conta de feriado.
Divulgados pela manhã, o índice PMI oficial de manufatura em junho ficou em 50,2, estável em relação ao mês anterior e um pouco acima da marca de 50 que que separa crescimento de contração. Uma pesquisa da Reuters esperava um valor de 50,3. A versão final do PMI do HSBC, que se concentra mais em pequenas e médias empresas, ficou em 49,4 no mês passado, abaixo da leitura preliminar de 49,6, mas acima do 49,2 registrado em maio. O setor de serviços na segunda maior economia do mundo avançou para 53,8 em junho, ante 53,2 em maio, segundo dados do governo.
Nikkei do Japão subiu 0,46%, contabilizando o segundo dia de ganhos modestos, após a pesquisa Tankan trimestral do Banco do Japão mostrar que os grandes fabricantes do país estão mais otimista do que o esperado. O índice atingindo seu nível mais alto desde março de 2014.
Na parte das notícias corporativas, a Sony subiu 0,3% depois avançar 2% no início da sessão. As ações da fabricante de eletrônicos caiu mais de 8% na terça-feira depois de anunciar planos para levantar até 3,6 bilhões dólares através da emissão de novas ações e obrigações conversíveis, para financiar seu negócio no setor de sensores, que por sinal, está indo bem. Analistas atribuíram a liquidação de terça-feira à possível diluição das ações existentes
S & P ASX 200 da Austrália subiu 1,04%, com nove entre dez setores fechando em alta. Destaque para os setores financeiros e de energia. QBE Insurance subiu 3,4%, enquanto o Macquarie Group avançou 1,4%. Entre os quatro principais credores, Commonwealth Bank of Australia liderou os ganhos com uma alta de 1,05%, enquanto ANZ Banking e Westpac fecharam em alta de 0,9 e 0,7 %, respectivamente. Entre as empresas de petróleo Woodside Petroleum e Santos avançaram 1,3 e 2,7%, respectivamente, apesar do recuo dos preços do petróleo durante a madrugada.
As grandes mineradoras recuaram. BHP caiu 1,5%, Rio Tinto perdeu 1,4% e Fortescue mergulhou 4,2%, depois da Austrália reduziu na terça-feira a sua previsão para os preços do minério de ferro em 2015, fazendo com que o preço à vista do metal ficasse abaixo de US $ 60 durante a noite.
EUROPA: As bolsas europeias avançam nesta quinta-feira, a primeira alta em três sessões, depois que o primeiro ministro da Grécia,Aléxis Tsípras, aceitou os termos do resgate dos credores.
De acordo com uma carta de Tsipras aos chefes de a Comissão Europeia, Fundo Monetário Internacional e do Banco Central Europeu, obtido pelo jornal Financial Times, o primeiro-ministro grego aceitará todas as condições de resgate, com apenas pequenas alterações. O programa de resgate da Grécia terminou na terça-feira à meia-noite, mas a carta de Tsipras poderia servir como base para um novo pacote de ajuda nos próximos dias, de acordo com o relatório.
A Grécia iria realizar um referendo no domingo para decidir se aceitava ou não as propostas de reforma apresentadas por seus credores internacionais. O mercado de ações na Grécia está fechado durante a semana e as transações dos títulos do governo grego está interrompida.
O Stoxx Europe 600 sobe 1,74% nos primeiros movimentos, após o índice pan europeu amargar na terça-feira o seu pior desempenho trimestral desde o segundo trimestre de 2012.
Em Londres, o FTSE 100 avança, assim como seus pares do continente. Bancos avançam. Royal Bank of Scotland sobe 3,13%, Standard Chartered adiciona 2,90% e HSBC sobe 0,8% após o presidente dizer aos legisladores do Reino Unido que o banco enfrentará uma fatura de cerca de £ 1,5 bilhão (2360 milhões dólares americanos) para proteger os clientes de varejo domésticos devido suas operações de risco, informou a Reuters. Entre as mineradoras, BHP Billiton sobe 1,80% e Rio Tinto avança 1,38%.
Entre os dados econômicos, a leitura final do PMI de manufatura na zona euro em junho ficou em 52,5, atendendo previsões. Todas as nações com exceção da Grécia apresentaram crescimento. As encomendas de máquinas e instalações da indústria da Alemanha recuou novamente em Maio e no mercado cambial, o euro cai 0.0269% em relação ao dólar após os dados, sendo comprado a 1,1107 dólares, ante 1,1141 dólares na terça-feira em Nova York.
AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:
8h30 - Challenger Job Cuts (número de demissões corporativas);
9h15 - ADP Non-Farm Employment Change (número de postos de trabalho no setor privado dos EUA);
10h45 - Final Manufacturing PMI (número final da pesquisa referente ao nível de atividade industrial nos Estados Unidos);
11h00 - ISM Manufacturing PMI (mede o nível de atividade industrial no país);
11h00 - ISM Manufacturing Prices (expectativa dos negócios em relação à inflação futura, onde um número maior indica uma maior expectativa de inflação);
11h00 - Construction Spending (mede os gastos decorrentes da construção de imóveis);
11h30 - Crude Oil Inventories (Relatório de Estoques de Petróleo dos Estados Unidos);
ÍNDICES MUNDIAIS - 6h40:
ÁSIA
Nikkei: +0,46%
Austrália: +1,04%
Shanghai Composite: -5,23%
Hong Kong: ---%
EUROPA
Frankfurt - Dax: +2,20%
London - FTSE: +1,46%
Paris CAC +2,31%
IBEX 35: +1,62%
FTSE MIB: +2,19%
COMMODITIES
BRENT: -0,62%
WTI: -0,54%
OURO: +0,04%
COBRE: +0,13%
SOJA: +0,36%
ALGODÃO: -0,31%
ÍNDICES FUTUROS
DOW: +0,90%
SP500: +0,87%
NASDAQ: +0,97%
Observação: Este material é um trabalho voluntário e gratuito, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. Atenção para o horário da disponibilização dos dados desse relatório.
Assinar:
Postagens (Atom)