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RESENHA DA BOLSA - SEGUNDA-FEIRA 05/06/2017

ÁSIA: Os mercados da Ásia fecharam em baixa na segunda-feira após ataque no centro de Londres durante o fim de semana, enquanto os preços do petróleo subiram depois que a Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos e o Egito cortaram laços diplomáticos com o Catar devido relação com o terrorismo, informou a Reuters.

Segundo analistas, parece haver um pouco de fadiga nos mercados após recentes ganhos. Os investidores estão de olho na movimentação do Federal Reserve e Banco Central Europeu para melhores orientações. Além disso, a cautela nos mercados globais deve predominar nesta semana devido eleições no Reino Unido, especialmente após o ataque np sábado em Londres, o terceiro na Grã-Bretanha nos últimos meses. O Estado islâmico reivindicou a autoria.

O Nikkei do Japão fechou com ligeira baixa de 0,03% em 20.170,82 pontos, depois que o índice de referência atingiu seu ponto mais alto desde agosto de 2015 na sexta-feira. Os dados mais fracos sobre o crescimento do emprego nos EUA prejudicaram os rendimentos do Tesouro dos EUA e pesaram sobre o dólar, que favoreceu o iene. As ações das montadoras japonesas fecharam em baixa baixa devido a força do iene. Toyota caiu 2,04% após a empresa anunciar no fim de semana que vendeu suas ações na Tesla após o término da parceria para desenvolver carros elétricos.

O índice Kospi da Coreia do Sul terminou a sessão em queda de 0,13%.

Os mercados na China tiveram um fechamento misto, apesar da leitura positiva do PMI da Caixin para maio. O PMI de serviços da China atingiu 52,8, em comparação com 51,5 visto no mês passado. O índice deste mês refletiu o crescimento mais rápido no setor em quatro meses.

O ASX 200 da Austrália recuou 0,57% para fechar em 5.754,9 pontos, em grande parte impulsionada pela fraqueza de ações financeiras e mineradoras. Um aumento no preço à vista do minério de ferro na sexta-feira e nos mercados futuros na segunda-feira não foram suficientes para sustentar as principais mineradoras, com a Rio Tinto caindo 1,6% e BHP Billiton recuando 1,%. Potencialmente prejudicial, o proeminente economista independente Andi Xie, alertou na segunda-feira que o preço do minério de ferro poderia cair abaixo de US $ 40 até o final do ano. Os "stocks" de ouro tiveram um dos melhores desempenhos do dia. Evolution Mining subiu 3,3%, Northern Star Resources adicionou 3,1%, enquanto Newcrest Mining aumentou 0,6%. 

Os mercados da Nova Zelândia estiveram fechados por conta de um feriado.

EUROPA: A maioria das principais bolsas europeias operam em baixa nesta, com investidores concentrando suas atenções na próxima reunião do Banco Central Europeu e nas repercussões políticas do último ataque terrorista de Londres. O Stoxx Europe 600 recua 0,19%, apagando parte do ganho de 0,3% da semana passada. Neste ano o Stoxx 600 acumula um ganho de 8,4% no ano. 

As ações do Banco Popular Español despenca 11,86% na sequência do mergulho da semana passada, após notícia de que o banco espanhol pode não encontrar um comprador e ter que ser liquidado. Suas ações lideram a parte de baixo do benchmark pan europeu.

Na quinta-feira, o BCE não deverá anunciar qualquer alteração em sua política monetária em sua reunião em Talinn, na Estônia, mas os recentes dados da atividade da zona do euro foram suficientemente robustos para justificar a retirada da referência "riscos negativos" apesar dos riscos de inflação. Os investidores aguardam pistas do banco central de quando ele começará a diminuir seu programa de estímulo.

No Reino Unido, o FTSE 100 abriu em alta, com o mergulho da libra na sequência do ataque violento em Londres durante o fim de semana que foi reivindicado pelo Estado Islâmico, mas a medida que as negociações avançam, o benchmark londrino segue em direção sul. Na semana passada, o indicador fechou a semana estável. 

A libra deve permanecer bastante volátil nesta semana, após tragédia do fim de semana em Londres interromper a campanha para as eleições, que está levando mais incertezas com relação ao Brexit. O FTSE 100 tende a beneficiar com a queda da libra, uma vez que a moeda mais fraca aumenta os lucros realizados no exterior pelas empresas multinacionais do índice, mas as mineradoras listadas na LSE recuam. Anglo American cai 1,2%, Antofagasta recua 2,2%. BHP Billiton e Rio Tinto caem 1,4 e 1,3%, respectivamente. 

As vendas de automóveis no Reino Unido caíram 8,5% em maio, depois que um aumento de impostos entrou em vigor em abril. Os dados dos serviços do PMI do Reino Unido também vieram abaixo do esperado, uma vez que a eleição nacional adiou decisões de investimento e uma inflação mais alta continuou a atingir as famílias.

EUA: Os futuros de ações dos EUA caem ligeiramente no início desta segunda-feira, após novo ataque terrorista no Reino Unido, enquanto os preços do petróleo aumentaram após racha entre os países do Golfo. Na sexta-feira, os três principais índices fecharam em alta pela segunda sessão consecutiva, com investidores ignorando o relatório de empregos mais fraco do que o esperado.

Entre os eventos importantes nesta semana, haverá o testemunho do ex-chefe do FBI, James Comey, no Comitê de Inteligência do Senado sobre o papel da Rússia nas eleições presidenciais dos EUA, bem como as eleições gerais do Reino Unido e a reunião do Banco Central Europeu, todos na quinta-feira.

AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA: 
9h30 - Revised Nonfarm Productivity (mede a produtividade da mão-de-obra da economia norte-americana, excluída a agropecuária);
9h30 - Revised Unit Labor Costs (mede o custo em dólar que as empresas pagam aos empregados);
10h45 - Final Services PMI (número final da pesquisa referente ao nível de atividade no setor de serviços nos Estados Unidos);
11h00 - ISM Non-Manufacturing PMI  (índice baseado em pesquisas com 400  empresas não industriais, em 60 setores em todo o país);
11h00 - Factory Orders (mede o volume de pedidos feitos à indústria como um todo, de bens duráveis e bens não duráveis);
11h00 - Labor Market Conditions Index (compilação de vários dados de trabalho em uma única leitura, a fim de dar uma melhor visão do mercado);h00 - Labor Market Conditions Index (compilação de vários dados de trabalho em uma única leitura, a fim de dar uma melhor visão do mercado);

ÍNDICES FUTUROS - 7h50:
Dow: -0,07%
SP500: -0,09%
NASDAQ: +0,11%

OBSERVAÇÃO:
Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - SEXTA-FEIRA 02/06/2017

ÁSIA: Os mercados asiáticos fecharam em alta nesta sexta-feira após outro recorde fechado em Wall Street, impulsionada pelo otimismo do emprego do setor privado nos EUA que acrescentou 253 mil empregos no mercado, ante previsões de 185 mil.

O Nikkei do Japão saltou 1,6% para fechar em 20.177,28, a primeira vez desde agosto de 2015 que o índice cruzou a marca de 20 mil. O par dólar / iene atingiu uma alta de uma semana, com o dólar comprando 111,61 ienes, o que é maior do que os níveis em torno de 110,8 observados anteriormente na semana. As ações das montadoras japonesas registraram alta depois que as vendas de automóveis da Nissan e Honda nos EUA registraram aumentos nas vendas no ano, enquanto a Toyota caiu ligeiramente. As ações da Nissan subiram 2,71%, a Honda subiu 2,63% e a Toyota avançou 1,72%.

O índice Kospi da Coreia do Sul subiu 1,16%, em 2,371,72 pontos. Em contrapartida aos rivais japoneses, as montadoras coreanas fecharam no vermelho depois que as vendas de automóveis dos EUA da Hyundai Motor e Kia Motors registraram vendas mais fracas em maio.  A Hyundai caiu 1,51% e Kia caiu 0,88%.

O S & P / ASX 200 da Austrália adicionou 0,87% e encerrou a sessão em 5.788,1 pontos. Destaque para a alta das ações financeiras e das principais mineradoras. BHP Billiton subiu 1,7%, Fortescue avançou 2,1% e Rio Tinto adicionou 1,8%.

Os mercados na China também avançaram. O Índice Hang Seng de Hong Kong subiu 0,44%, puxado por ações relacionados a jogos, com notícias de que as receitas dos casinos de Macau aumentaram em meio aos movimentos de combate à corrupção e de capital em curso por Pequim. No continente, os índices reverteram as perdas anteriores para fechar em alta. O Shanghai Composite ganhou 0,11% para fechar em 3.105,98 pontos e o Shenzhen Composto saltou 0,84%. Enquanto isso, o Banco Popular da China estabeleceu o yuan em 6,8070 por dólar, após atingir a maior alta de sete meses na última sessão. No mercado onshore, o yuan negociou em 6,8137 por dólar, enquanto o yuan offshore foi negociado em 6,7886 para o dólar.

EUROPA: Os mercados europeus avançam pela segunda sessão consecutiva impulsionados pelo otimismo em relação aos fechamentos recordes nos EUA, com investidores aguardando o relatório de empregos dos EUA que será divulgado logo a seguir. O índice Europe Stoxx 600 adiciona 0,76% e segue a caminho do seu fechamento mais alto desde 16 de maio. Para a semana, o benchmark pan-europeu segue para um avanço de 0,8%, o maior salto semanal desde a semana de 5 de maio.

Os bancos estão entre os maiores beneficiários do otimismo desta sexta-feira, com a esperança de que a taxas de juros mais altas nos EUA beneficie o setor. O índice Stoxx Europe Banks Index sobe 1,53% e segue a caminho do maior ganho diário desde abril. As ações da Credit Agricole sobem 2,55% em Paris. Deutsche Bank avança 1,49% em Frankfurt e Barclays sobe 1,40% em Londres. As ações do Banco Popular Español sobem 1,40%, após queda de 18% na quinta-feira. Esse declínio ocorreu depois que a Reuters disse que um dos principais órgãos de segurança da UE alertou o banco espanhol de que terá que ser liquidado a menos que encontre um comprador.

O setor de energia sofre, uma vez que o excesso de oferta no mercado pesa sobre os preços, apesar dos cortes na produção em curso. A OPEP considerou reduzir sua produção de petróleo em mais 1,5% durante o encontro na semana passada. A queda acentua depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou a retirada do Acordo sobre o Clima de Paris, provocando preocupações com um possível aumento da produção de petróleo dos EUA. Ações de Tullow Oil recuam 2,80% e as da Eni caem 1,19%.

O índice DAX 30 da Alemanha sobe 1,61%, superando o recorde anterior definido em meados de maio e segue para o topo histórico de fechamento.

No Reino Unido, o FTSE 100 também segue a caminho de um novo recorde histórico, com o otimismo sobre os mercados dos EUA e Ásia e o enfraquecimento da libra, com as pesquisas apontando para uma corrida apertada entre o Partido Conservador da Primeira Ministra Theresa May e o Partido Trabalhista da oposição, antes das eleições gerais da próxima semana.  O índice PMI de construção de maio do Reino Unido chegou mais forte do que o esperado, mostrando um aumento em vez da queda esperada. O PMI postou 56, acima de 53,1 de abril e acima da previsão de 52,7. Uma leitura acima de 50 aponta sinais de expansão. 

Ações ligadas às commodities recuam. As empresas de energia recuam à medida que os preços do petróleo perdem mais de 2%. Ações de BP caem 0,81%. Entre as mineradoras listadas em Londres, Anglo American cai 1,9%, Antofagasta recua 0,8%, Glencore perde 0,9% e Rio Tinto recua 0,5%.

EUA: Futuros dos Estados Unidos espelham o otimismo dos investidores de que os números laborais confirmarão a força da economia dos EUA e incentivarão ganhos para ações. Uma forte leitura sobre o emprego no setor privado na quinta-feira impulsionou a confiança na economia dos EUA, o que, por sua vez, ajudou as bolsas a registrarem altas em todos os principais índices. 

Os holofotes hoje ficarão sob a mira dos "nonfarm payroll" devido às 9h30 da manhã, horário de Brasilia. Os economistas estão prevendo que 185 mil empregos foram criados no mês passado. Espera-se que a taxa de desemprego se mantenha estável em 4,4%, enquanto que os salários médios cresçam 0,2% em relação ao ganho de 0,3% no mês anterior. O banco da América Merrill Lynch informou que, para a semana que terminou em 31 de maio, os investidores investiram US $ 7,5 bilhões em ações americanas, o maior ingresso em cinco semanas.

Espera-se que o Fed aumente as taxas de juros na reunião de 14 de junho. A ferramenta CME FedWatch aponta para 91,2% as chance para o tal aumento. Espera-se que o banco central americano aumente duas ou mais vezes se os dados continuarem a melhorar e os salários crescerem.

AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA: 
9h30 - Relatório de Emprego de maio, composto por: Unemployment Rate (taxa de desemprego), Nonfarm Payrolls (pesquisa realizada em cerca de 375 mil empresas, que mostra o número de empregos gerados na economia, excetuando-se agricultura e pecuária), Average Workweek (média de horas trabalhadas por semana) e Hourly Earnings (média de remunerações por hora trabalhada);
9h30 - Trade Balance (balança comercial - mede a diferença entre os valores das importações e exportações realizadas pelo país);

ÍNDICES FUTUROS - 8h30:
Dow: +0,34%
SP500: +0,21%
NASDAQ: +0,32%

OBSERVAÇÃO:
Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - QUINTA-FEIRA 01/06/2017

ÁSIA: As bolsas na Ásia misturaram a direção nesta quinta-feira após dados do índice PMI chinês da Caixin ficar em uma baixa de 11 meses e com o yuan atingindo uma alta de sete meses. 

O índice PMI da Caixin de manufatura da China, que tende a se concentrar em empresas menores que não se beneficiam tanto do boom da construção como grandes empresas estatais e indústrias como as siderúrgicas, mostrou que a atividade fabril entrou no território da contração pela primeira vez desde junho passado. Em maio o índice privado caiu para 49,6, a menor leitura em 11 meses, ante previsão de 50,1 dos analistas, contrariando a leitura oficial divulgada na quarta-feira, que chegou em 51.2. Números abaixo de 50 indica contração e acima de 50, expansão.

Os mercados na China divergiram. O índice Hang Seng de Hong Kong fechou em alta de 0,58%, enquanto o Shanghai Composite fechou em queda de 0,5% em 3.101,69 pontos. Enquanto isso, o Taiex de Taiwan recuperou do recuo pós-feriado e subiu 0,47%. O yuan onshore foi negociado a 6,7987 por dólar, mas chegou a ser negociado a 6,7830 no início da sessão, níveis não vistos desde novembro passado. Segundo analistas, o yuan mais forte interessa a China que tem intenção de promover a internacionalização do yuan e atrair mais investimentos externos.

Após quatro sessões consecutivas de declínios modestos, o índice japonês Nikkei 225 saltou 1,07% para fechar em 19.860,03 pontos, apesar do dólar permanecer perto de ¥ 111. O Nikkei não termina sua primeira sessão de negociação do mês em alta desde junho do ano passado. Dados do governo divulgados na manhã desta quinta-feira mostraram um crescimento contínuo nas despesas de capital no primeiro trimestre, um sinal de que as atividades corporativas domésticas estão se tornando mais ativas. Analistas dizem que a alta do Nikkei fui surpreendente, dado que o iene pouco movimentou na sessão asiática, mas os "stocks" dependentes de exportação tiveram desempenhos fortes, como montadoras de automóveis e eletrônicos experimentando ganhos de 2%.

Do outro lado do Estreito Coreano, o Kospi da Coreia do Sul reverteu ganhos anteriores após atingir recordes recentes e fechou a sessão em baixa de 0,12%, apesar de dados divulgados mostrarem que as exportações expandiram pelo sétimo mês consecutivo em maio.

Abaixo, o S & P / ASX 200 da Austrália terminou a sessão em 0,24% de alta, em 5.738,13 pontos. Os investidores compraram ações de serviços públicos e saúde, enquanto um mergulho no preço do petróleo levaram ações do setor de energia para venda. Houve compras maciças nos quatro grandes bancos e o setor varejista recuou devido números decepcionantes dos gastos do consumidor, apesar de um aumento surpresa nas vendas no varejo.

Uma nova queda no preço do minério de ferro spot para uma baixa de oito meses e a primeira contração no índice Caixin em 11 meses, pesava sobe os gigantes da mineração. BHP Billiton e Rio Tinto recuaram  0,6 e 1,4%, respectivamente. Fortescue Metals recuou 3,1%. A produtora de lítio, Kidman Resources, que teve um desempenho empolgante nesta semana subindo 21% mais na quarta-feira, caiu 8,4% nesta quinta-feira. Os investidores tem especulado antes de uma decisão judicial sobre os direitos do lítio. 

Os mercados indonésios ficaram fechados para um feriado público.

EUROPA: As bolsas europeias avançam nesta quinta-feira, quebrando uma série de cinco dias de perdas. O clima positivo na Europa ocorre após alta nos preços do petróleo e com investidores acompanhando evolução da campanha eleitoral no Reino Unido. 

Os futuros do petróleo sobem após atingir uma baixa de três semanas na sessão anterior impulsionados pelas expectativas que os Estados Unidos poderiam se retirar do acordo climático global e pelo relatório do American Petroleum Institute que mostrou estoques de petróleo dos EUA mais baixo do que o esperado, despertando esperanças de que os dados oficiais da US Energy Information Administration também mostrarão uma redução nos estoques. Uma fonte próxima ao assunto disse que os EUA se prepara para sair do acordo de Paris. Se o Trump se retirar, sinalizará a sua intenção de continuar a reverter os regulamentos de emissões, o que favoreceria o uso de combustíveis fósseis.  Ações de empresas relacionadas com petróleo sobem com o aumento dos preços do petróleo. Technip sobe 1,94% e Eni avança 0,92%.

O índice Stoxx Europe 600 sobe 0,42% após fechar no nível mais baixo em quase duas semanas na quarta-feira. O Banco Popular Español despenca 11,00% e atinge o fundo do benchmark europeu, após a Reuters informar que um importante órgão de segurança da UE advertiu que o banco espanhol será liquidado a menos que encontre um comprador.

No  Reino Unido, o FTSE 100 avança, impulsionado por uma libra mais fraca, que recua depois que outra pesquisa eleitoral mostrou uma queda no apoio ao Partido Conservador da governante Theresa May. Uma projeção YouGov indicou que o Partido Conservador poderá perder sua maioria parlamentar na eleição da próxima semana. O índice britânico segue caminho para o primeiro fechamento positivo em três sessões. O referencial terminou 0,1% mais baixo na quarta-feira, ditada pela alta da libra depois que duas pesquisas mostraram que o partido da situação é a principal escolha entre os eleitores. Uma libra mais fraca tende a dar impulso ao FTSE 100, já que cerca de 75% das receitas geradas pelas empresas do índice vem do exterior. 

Ações da empresa de defesa Rolls-Royce Holdings sobe 1,27%, a fabricante de medicamentos AstraZeneca avança 0,99% e a empresa de bebidas Diageo sobe 1,2%. Entre as mineradoras, Anglo American cai 1,3%, BHP Billiton recua 0,4%, Glencore perde 0,8% e Rio Tinto opera em queda de 0,1%. 

O setor manufatureiro do Reino Unido desacelerou em maio, com o índice PMI para o setor desacelerando para 56,7 após atingir a máxima de três anos em abril, em 57,3%. Uma leitura acima de 50 sinais de expansão. O PMI de fabricação da zona do euro divulgado recentemente confirmou a estimativa ao cravar os 57,0, marcando uma alta de 73 meses. Em abril, o índice chegou a 56,7. A recuperação da zona do euro está desenvolvendo raízes mais profundas, ja que está sendo acompanhada por um crescimento de empregos. 

Dados do Nationwide mostraram que os preços das casas no Reino Unido caíram por terceiro mês consecutivo em maio.

Os investidores também estão atentos aos comentários de autoridades do Banco Central Europeu, depois que um relatório da Reuters no início desta semana indicou que o banco central iniciará discussões na próxima semana. Ewald Nowotny, governador do Banco Nacional da Áustria, disse na quarta-feira que as taxas de inflação podem permanecer baixas no longo prazo e o objetivo do BCE provavelmente será questionado. 

EUA: Os futuros de ações dos EUA apontam para uma abertura com pequenos ganhos, colocando o benchmark S & P 500 no ritmo para acabar com uma sequência de dois dias de quedas. Na quarta-feira, o S & P 500, DJIA e Nasdaq Composite fecharam em ligeira queda , mas ainda fecharam o mês de maio com ganhos.

O governador do Federal Reserve, Jerome Powell, deve fazer um discurso sobre normalização da política monetária no Economic Club de Nova York às 9h00 e o presidente Donald Trump disse que anunciará sua decisão se os EUA manterão seus compromissos com um acordo climático de Paris às 16h00 (horário de Brasilia).

AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA: 
8h30 - Challenger Job Cuts (número de demissões corporativas);
9h15 - ADP Non-Farm Employment Change (número de postos de trabalho no setor privado dos EUA);
9h30 - Unemployment Claims (número de pedidos de auxílio-desemprego);.
9h30 - Revised Nonfarm Productivity (mede a produtividade da mão-de-obra da economia norte-americana, excluída a agropecuária)
9h30 - Revised Unit Labor Costs (mede o custo em dólar que as empresas pagam aos empregados)
10h45 - Final Services PMI (número final da pesquisa referente ao nível de atividade no setor de serviços nos Estados Unidos);
11h00 - ISM Non-Manufacturing PMI  (índice baseado em pesquisas com 400  empresas não industriais, em 60 setores em todo o país);
11h00 - ISM Manufacturing Prices (expectativa dos negócios em relação à inflação futura, onde um número maior indica uma maior expectativa de inflação);
11h00 - Construction Spending  (mede os gastos decorrentes da construção de imóveis);
12h30 - Crude Oil Inventories (estoques de Petróleo norte-americano);

ÍNDICES FUTUROS - 7h30:
Dow: +0,01%
SP500: +0,07%
NASDAQ: +0,19%

OBSERVAÇÃO:
Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.