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RESENHA DA BOLSA - TERÇA-FEIRA 11/12/2018

ÁSIA: As principais bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta nesta terça-feira, após uma sessão volátil em Wall Street, onde o Dow se recuperou de uma queda de 507 pontos. 

Os mercados da China continental registraram ganhos, com o composto de Xangai subiu 0,28%, enquanto o composto de Shenzhen avançou 0,59%. O setor financeiro liderou os ganhos, enquanto os fabricantes de medicamentos estabilizam após recente queda. O índice Hang Seng de Hong Kong avançou ligeiros 0,07%.

Os EUA e China iniciaram a última rodada de negociações na segunda-feira com uma ligação telefônica envolvendo o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, o representante de Comércio dos EUA, Robert Lighthizer e o vice-primeiro-ministro chinês, Liu He.

O Wall Street Journal informou que as três autoridades discutiram o compromisso chinês de comprar produtos agrícolas dos EUA e as mudanças fundamentais nas política econômica chinesa durante o telefonema.

No Japão, o Nikkei caiu 0,34%, enquanto o índice Topix caiu 0,84%, para negociar abaixo de 1.581,56 pontos, nível não visto desde setembro de 2017. As ações do conglomerado japonês Softbank ganharam 2,4% depois que a companhia anunciou na segunda-feira que o IPO da unidade móvel custariam 1.500 ienes cada (aproximadamente US $ 13,25), devendo levantar 2,65 trilhões de ienes (aproximadamente US $ 23,4 bilhões).

Enquanto isso, o Kospi da Coreia do Sul caiu 0,04%.

A australiana ASX 200 perdeu a maior parte de seus ganhos iniciais e fechou em alta de 0,42%, com ganhos para a maioria dos setores. As mineradoras tiveram um dia de recuperação. BHP subiu 0,9%, Fortescue Metals subiu 1,9% e Rio Tinto avançou 1,2%. As ações dos chamados "Big Four Banks" da Austrália negociaram misturados. ANZ Banking Group caiu 0,20% e Commonwealth Bank of Australia fechou estável. Westpac subiu 0,40% e National Australia Bank subiu 0,11%.

O governador do Reserve Bank of India, Urjit Patel, renunciou na segunda-feira, aumentando preocupações com a independência do banco central. A questão para os investidores é se Patel renunciou devido pressão crescente do governo indiano para baixar as taxas e conduzir uma política monetária mais flexível à medida que as eleições gerais do ano que vem se aproxima. Patel tem sido criticado pelo governo pelo esforço implacável do banco central em limpar o setor bancário da Índia.

A renúncia de Patel vem menos de três anos depois que seu antecessor, Raghuram Rajan, não conseguiu o segundo mandato como autoridade máxima do banco central em 2016, possivelmente devido tensões entre ele e o governo da Índia. Após o anúncio, a rupia caiu drasticamente em relação ao dólar. A moeda indiana fechou a 72,261 contra o dólar, após negociação acima de 71,2 na sessão anterior.

EUROPA: As bolsas europeias operam em alta na manhã desta terça-feira, com as duas maiores economias do mundo buscando avançar nas negociações. O pan-europeu Stoxx 600 sobe 0,92% nos primeiros negócios da manhã, com todos os setores e principais bolsas em território positivo.

O setor de recursos básicos da Europa, com sua forte exposição à China, lideram os ganhos no pan-índice, com alta de quase 2% em meio à novas esperanças de um acordo comercial entre Washington e Pequim. Vice-Premier Liu da China teria confirmado que estava em conversações com os EUA, em um esforço para mediar um acordo. Antofagasta, Arcelormittal e Rio Tinto sobem cerca de 2% com as notícias.

Em relação ao Brexit, o sentimento permanece relativamente frágil em meio à turbulência política sobre o acordo proposto pelo governo do Reino Unido à UE. A primeira-ministra Theresa May adiou a votação parlamentar na segunda-feira, com a certeza que o projeto iria ser derrotado, levando a libra esterlina a uma baixa de 20 meses. A moeda do Reino Unido estava sendo negociada em torno de US $ 1,2601 em relação ao dólar.

EUA: Futuros do índice de ações dos EUA apontam para uma abertura ligeiramente negativa na terça-feira, depois de uma sessão volátil no pregão anterior.

Na segunda-feira, os índices em Wall Street inverteram as perdas iniciais, com ações de empresas de tecnologia registrando fortes ganhos. O Dow inverteu uma queda de 507 pontos e subiu 0,14%, para  fechar 24.423,26 pontos. O S & P 500 subiu 0,18%, enquanto o Nasdaq Composite subiu 0,74%.

O foco do mercado está em sintonia com a evolução do comércio global, depois que Pequim confirmou que está em negociações com Washington em um esforço para intermediar um amplo acordo comercial. O vice-primeiro-ministro chinês, Liu, teria dito na terça-feira que estava discutindo com o secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin e com o representante de Comércio Robert Lighthizer, com o objetivo de reduzir a escalada da guerra comercial global.

Na agenda de dados econômicos, às 9h00 será divulgado o Índice de Otimização de Pequenos Negócios da NFIB, seguido pelo Redbook às 11h55. Também é esperado a divulgação do PPI e Core PPI, às 11h30. 

Na frente de balanços, American Eagle Outfitters e a Dave & Buster devem divulgar seus números ainda nesta terça-feira.

ÍNDICES FUTUROS - 7h55:
Dow: -0,08%
SP500: -0,08%
NASDAQ: -0,02%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - SEGUNDA-FEIRA 10/12/2018

ÁSIA: As bolsas da Ásia fecharam em baixa na madrugada desta segunda-feira após dados comerciais da China significativamente mais fracos do que o esperado, divulgados no fim de semana. O índice da MSCI para as ações da Ásia-Pacífico, excluindo o Japão, caiu 1,4%, uma baixa de quase três semanas.

A China registrou exportações e importações notavelmente mais fracas do que o esperado em novembro, apontando uma demanda global e doméstica mais lenta. As exportações de novembro subiram 5,4% em relação ao ano anterior, abaixo dos 10% previstos por uma pesquisa da Reuters. Esse número também foi o mais fraco desde a queda de 3% em março. O crescimento anual das exportações para todos os principais parceiros da China diminuiu significativamente.

O crescimento das importações foi de 3%, o mais lento desde outubro de 2016 e muito abaixo dos 14,5% esperados na pesquisa da Reuters. As importações de minério de ferro caíram pela segunda vez, refletindo o declínio da demanda de reabastecimento nas siderúrgicas, à medida que as margens de lucro diminuem.

Segundo analistas, o crescimento mais baixo das exportações reflete o crescimento global mais lento e o efeito dos embarques de importadores americanos. Os dados das importações indica queda na demanda doméstica, mas espera-se que um estímulo fiscal chinês apoie as importações em 2019.

Os mercados da China continental, observados de perto por conta da guerra comercial entre Pequim e Washington, fecharam em baixa no dia. O composto de Xangai declinou 0,82% e o composto de Shenzhen caiu 1,34%. Enquanto isso, o índice Hang Seng de Hong Kong caiu 1,19%.

No resto da Ásia, os mercados também seguiram a mesma tendência. O Nikkei do Japão caiu 2,12% e o índice Topix caiu 1,89%, com declínio de 0,4% do dólar em relação ao iene.

As ações da Japan Display despencaram 10,61% depois que a empresa disse que não tinha planos de cortar a produção de seus painéis de smartphones em dezembro, após relatos de que planejava fazê-lo. As ações da empresa de eletrônicos Pioneer despencaram 27,27% devido sua aquisição pela Baring Private Equity Asia.

O Kospi da Coreia do Sul caiu 1,06%. As ações da fabricante de chips SK Hynix caiu 1,95%.

Na Austrália, o ASX 200 fechou 2,27% mais baixo, com quase todos os setores registrando perdas. O sub-índice financeiro caiu 3,12%, à medida que as ações dos chamados "Big Four Banks" da Austrália caíram. ANZ Banking Group caiu 4,1% e Commonwealth Bank of Australia caiu 2,9%, Westpac caiu 3,3% e National Australia Bank caiu 2,5%.

Entre as mineradoras australianas, BHP subiu 0,5%, enquanto Fortescue Metals e Rio Tinto recuaram 0,6 e 0,5%, respectivamente. 

EUROPA: As bolsas europeias operam em baixa na segunda-feira de manhã, por conta de preocupações com a desaceleração do crescimento econômico e temores de novos eventos relacionados às tensões entre as duas maiores economias do mundo.

O pan-europeu Stoxx 600 cai cerca de 0,6% durante as negociações da manhã, com as principais bolsas em território negativo.

Os investidores estão cada vez mais preocupados com uma possível desaceleração econômica, depois que os EUA, a China e o Japão terem divulgado dados econômicos mais fracos do que o esperado, em um momento em que os investidores monitoram de perto as negociações comerciais entre Washington e Pequim. O representante de Comércio dos EUA, Robert Lighthizer, disse no domingo que as negociações entre os dois lados devem chegar a um resultado bem-sucedido até 1º de março, após indagações se um prazo havia sido acordado.

Os investidores também monitoram de perto os desenvolvimentos do Brexit, bem como as negociações entre a Itália e a UE. Os legisladores da Grã-Bretanha devem votar na terça-feira o acordo da primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, sobre o Brexit. A rejeição do acordo de separação da UE parece provável, aumentando temores de uma saída caótica do bloco em março.

O superávit comercial da Alemanha com o resto do mundo diminuiu em outubro, já que um forte aumento nas importações de setembro superou um ganho mais modesto nas exportações.

O Departamento Federal de Estatística da Alemanha informou nesta segunda-feira que o total das exportações subiu 0,7% em outubro em relação ao mês anterior, enquanto as importações subiram 1,3%. Como consequência, o superávit comercial ajustado da Alemanha reduziu-se para 17,3 bilhões de euros (US $ 19,8 bilhões), ante EUR 17,7 bilhões em setembro. O resultado ficou aquém do consenso de 18,1 bilhões de euros.

A empresa de classificação de risco DBRS alertou na segunda-feira que "o setor industrial exportador da Alemanha pode sofrer com um cenário externo mais fraco ou com a guerra de tarifas", mas que a demanda doméstica continua a sustentar o crescimento na maior economia da Europa.

Entre as mineradoras listadas em Londres, Anglo American cai 1,4%, Antofagasta cai 1%, Rio Tinto recua 0,5%. BHP sobe 0,6%.

EUA: Os futuros de ações dos EUA operam sob pressão no início semana, com as perdas da semana passada voltando a assombrar os mercados, com as preocupações sobre o comércio e o crescimento global de volta aos holofotes.

Na sexta-feira, o Dow Jones Industrial Average caiu 2,24%, o índice S & P 500 recuou 2,33%, enquanto o Nasdaq Composite Index caiu 3,05%.
Na semana, o Dow caiu 4,5%, o S & P 500 recuou 4,6% e o Nasdaq caiu 4,9%, marcando a maior queda percentual semanal para os três desde março, além de marcar o pior início de dezembro desde 2008, segundo o Dow Jones Market Data. O S & P 500 e o Dow estão de volta ao território negativo em 2018, enquanto o Nasdaq está se agarrando a um ganho de 1% no acumulado do ano.

Os dados de empregos saudáveis ​​da sexta-feira pouco fizeram para impulsionar o sentimento dos investidores, que continuam a se preocupar com o estado da economia global. Dados recentes mostrando uma desaceleração acentuada no crescimento das exportações chinesas aumentaram as preocupações.

O foco está cada vez mais voltado para a reunião do Federal Reserve entre 18 e 19 de dezembro, onde o banco central deve aumentar as taxas de juros. Os comentários do presidente do Fed, Jerome Powell, estarão no centro das atenções e se ele adotar um tom mais conciliatório, insinuando uma desaceleração das futuras escaladas, isso poderia desencadear o altamente aguardado rally de final de ano.

As preocupações comerciais também ajudam para os tradicionais ganhos de fim de ano. O vice-ministro das Relações Exteriores da China, Le Yucheng, convocou o embaixador americano no domingo para que os EUA retirem o mandado de prisão contra a executiva da Huawei, Meng Wanzhou, que foi detida em 1º de dezembro no Canadá, prisão cuja notícia provocou fortes perdas em Wall Street e mercados globais na semana passada, que pode tornar difícil para a China adotar concessões comerciais para os EUA. 

Na agenda econômica, está prevista para às 13h00, a divulgação do JOLTS Job Openings, pesquisa mensal em diferentes indústrias em que analisa contratações, abertura de emprego, demissões, recrutamentos, etc.

ÍNDICES FUTUROS - 7h55:
Dow: -0,38%
SP500: -0,41%
NASDAQ: -0,44%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - QUINTA-FEIRA 06/12/2018

ÁSIA: Mercados asiáticos despencam, liderados por ações de empresas de tecnologia, após a prisão de uma executiva da Huawei. O índice da MSCI para as ações da Ásia-Pacífico, excluindo o Japão, caiu quase 2%.

A prisão da diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, no Canadá, sacudiu o sentimento do mercado na Ásia, com investidores avaliando as implicações econômicas e da cadeia de suprimentos em uma relação já tensa entre os EUA e a China. A diretora financeira da Huawei Technologies deve sofrer extradição para os Estados Unidos, por supostamente violar as sanções contra o Irã. Meng Wanzhou foi detido em Vancouver, British Columbia, no sábado, mas a notícia só foi divulgada recentemente.

Essa manchete é bastante significativa, pois o governo dos EUA está tentando persuadir os aliados a pararem de usar equipamentos da Huawei devido à temores de segurança e essa manchete pesou negativamente sobre as ações de tecnologia, incluindo muitos parceiros e fornecedores da Huawei. 

Os equipamentos da Huawei, juntamente com as da ZTE são amplamente utilizados por operadoras em todo o mundo, inclusive na Europa e na África e  estão impedidas de vender equipamentos de telecomunicações nos Estados Unidos, devido preocupações de segurança nacional. 


O Índice Hang Seng de Hong Kong caiu 2,47%, com as ações de tecnologia sob pressão. A gigante da internet Tencent despencou 5,23%, enquanto AAC recuou 5,59% e Sunny Optical perdeu 5,47%. As ações da ZTE listadas em Hong Kong caíram 5,94%. Na China continental, o Composto de Xangai fechou em baixa de 1,68% e o composto de Shenzhen caiu 2,17%.

O Nikkei do Japão caiu 1,91%. O sentimento negativo se espalhou por todo o setor de tecnologia japonesa. Tokyo Electron caiu 4,54%, Advantest caiu 5,30%, TDK Corp recuou 6,64%, enquanto Nintendo e SoftBank fecharam abaixo de 4%. 

O Kospi da Coreia do Sul caiu 1,55%, com Samsung Eletronics e SK Hynix caindo por volta de 3%. O benchmark de Taiwan, formada principalmente por ações de tecnologia, afundou 2,34%. Catcher Technology e Largan Precision despencaram por volta de 9% cada, Taiwan Semiconductor caiu 2,65% e a montadora de iPhone, Hon Hai caiu 3,63%.

As perdas foram menos severas na Austrália, onde o ASX 200 caiu 0,19%, enquanto o NZ50GR da Nova Zelândia recuou 0,27%.

O superávit comercial da Austrália em outubro ficou aquém das previsões, chegando a cerca de 2,3 bilhões de dólares australianos (aproximadamente 1,67 bilhão de dólares) em vez dos esperados 3,2 bilhões de dólares australianos (cerca de 2,32 bilhões de dólares).

Entre as mineradoras australianas, BHP caiu 1,8%, Fortescue Metals recuou 1,2% e Rio Tinto perdeu 2%.

EUROPA: As bolsas europeias operam em baixa, em meio à temores de aumento nas tensões entre as duas maiores economias do mundo.

O pan-europeu Stoxx 600 cai cerca de 0,8% logo após o sino de abertura, com quase todos os setores e principais bolsas em território negativo.

O foco do mercado está em grande parte, em sintonia com a prisão da alta executiva da gigante de tecnologia chinesa Huawei, em meio à preocupações dos investidores de que a notícia possa atrapalhar o progresso nas negociações comerciais sino-americana. A prisão despertou preocupações, numa época em que ambas as potências econômicas estão preparadas para iniciar três meses de negociações com o objetivo de reduzir a guerra comercial global.

Os pedidos de manufaturados da Alemanha subiram 0,3%, ligeiramente maior em outubro ante setembro. Economistas  não esperavam mudanças nas encomendas. Os pedidos domésticos caíram 3,2% em outubro, mas os pedidos de outros países da zona do euro subiram 7,3%, sinalizando uma recuperação nos investimentos no bloco monetário. A demanda externa à zona do euro aumentou 0,3%.

Comentando os números, o ministério da economia disse que os gargalos temporários na aprovação de carros de passageiros, causados ​​por uma mudança para um novo protocolo de teste de emissões de poluentes estão gradualmente se dissolvendo. Em comparação com outubro do ano passado, os pedidos às fábricas alemães caíram 2,7%, levando em conta os efeitos do calendário.

Investidores devem acompanhar de perto a reunião muito aguardada entre membros e não membros da OPEP em Viena, Áustria, na quinta e sexta-feira. O grupo de 15 países e seus aliados devem impor cortes significativos na produção a partir de janeiro, a fim de sustentar os preços do petróleo.

As empresas de mineração listadas em Londres tem mais um dia de baixa. Anglo American cai 3%, Antofagasta recua 4,2%, BHP perde 2,9% e Rio Tinto opera em baixa de 2,7%.

EUA: Os mercados de ações devem reabrir depois do luto nacional pelo ex-presidente George HW Bush na quarta-feira. Os futuros de ações dos Estados Unidos abriram em baixa nesta quarta-feira, em meio a uma persistente ansiedade em relação a uma possível desaceleração econômica e à continuação da obscuridade em torno das relações comerciais com a China.

Na terça-feira, o índice Dow Jones Industrial Average caiu quase 800 pontos em seu maior declínio desde 10 de outubro.

Na segunda-feira, o rendimento dos títulos de três anos do Tesouro superou sua contrapartida de cinco anos. Esse fenômeno, conhecido como inversão da curva de juros, é visto como um sinal de recessão, mas normalmente a recessão só ocorre anos depois e muitos "traders" não veem a inversão como oficial até que a rentabilidade dos títulos dois anos fique acima do rendimento de 10 anos.

Os investidores continuam incertos sobre as perspectivas de um acordo comercial permanente com a China. No fim de semana, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se reuniu com o presidente chinês, Xi Jinping, para discutir as disputas comerciais entre os dois países. Embora a Casa Branca tenha anunciado o cessar-fogo com Pequim, as discrepâncias nas mensagens não acalmaram os temores do mercado.

Os investidores também estão enfrentando uma carga pesada de dados econômicos nesta quinta-feira. Neste lote, inclui os números de empregos da ADP para novembro, que será divulgado às 11h15, seguido por reivindicações semanais de seguro desemprego, déficit comercial de outubro, produtividade do terceiro trimestre e custos unitários de trabalho, todos às 11h30 da manhã.

O índice de serviços do Institute for Supply Management para novembro será divulgado às 13h00, juntamente com os pedidos das fábricas de outubro e a pesquisa de serviços trimestrais para o terceiro trimestre. Os números dos estoques de petróleo americano deve ser divulgado às 14h00.

ÍNDICES FUTUROS - 7h55:
Dow: -1,43%
SP500: -1,36%
NASDAQ: -1,94%

OBSERVAÇÃO: Este  material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados.