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RESENHA DA BOLSA - SEGUNDA-FEIRA 21/08/2023



Bem-vindo à sua leitura matinal de cinco minutos de como os mercados estão reagindo ao redor do mundo nesta manhã.

ÁSIA: Os mercados da Ásia fecharam sem direção na sessão de segunda-feira, após a China reduzir sua taxa básica de empréstimo de um ano, mas manteve sua taxa de cinco anos inalterada.

A LPR de um ano foi cortado em 10 pontos-base de 3,55% para 3,45%, enquanto o LPR de cinco anos permaneceu inalterada em 4,2%. O LPR de cinco anos também serve como um parâmetro para hipotecas. A Reuters informou que os observadores do mercado previram cortes em ambas as taxas, depois que o banco central da China reduziu inesperadamente a taxa de empréstimo de curto e médio prazo na semana passada. Um analista disse que as mudanças mostram “falta de ambição”, mas que a China enfrenta um “jogo difícil”: "é difícil para as autoridades chinesas estimularem com os altos níveis de dívida e também é difícil quando você olha para o risco cambial”.

O índice Hang Seng de Hong Kong caiu 1,72%, enquanto os mercados da China continental também fecharam em território negativo. O Shanghai Composite caiu 1,24%, em 3.092,98 pontos, enquanto o Shenzhen Component recuou 1,32%, em 10.320,39 pontos.

Na Austrália, o S&P/ASX 200 caiu 0,46% e fechou em 7.115,50 pontos, seu nível mais baixo desde 11 de julho, mesmo com empresas de energia e consumo em alta. As mineradoras de lítio Allkem e Liontown foram destaques de alta entre as blue chips ao subir 4,2% e 2,7%, respectivamente, contrariaram a tendência do setor de materiais, que operou estável. BHP caiu 0,4% e Rio Tinto caiu 0,8%. A siderúrgica BlueScope Steel avançou 3,5% apesar de reportar uma queda de 64% no lucro líquido para US$ 1 bilhão no ano encerrado em junho. A empresa também anunciou que gastaria US$ 1,15 bilhão para atualizar um alto-forno em sua siderúrgica Port Kembla como um passo para descarbonizar o processo siderúrgico. As empresas de energia Ampol ganhou 3,8%, apesar de seu lucro operacional líquido ter caído para US$ 329,6 milhões nos seis meses até junho, em comparação com US$ 444,7 milhões no mesmo período do ano passado. Os pesos-pesados Woodside Energy e Santos registraram alta de 0,2% e 1% respectivamente.

Em sentido contrário, o Nikkei do Japão recuperou e somou 0,32% para fechar em 31.565,64 pontos.

O Kospi da Coreia do Sul ganhou 0,17%, terminando em 2.508,80 pontos, interrompendo uma sequência de seis dias de perdas.

EUROPA: As bolsas de valores europeias negociam em alta nesta segunda-feira, após fecharem na mínima de seis semanas na sexta-feira.

O índice Stoxx 600 avança quase 1% no pregão da manhã, com todos os setores em território positivo. As ações de petróleo e gás lideraram os ganhos.

O alemão DAX 30 sobe 0,7%, enquanto o CAC 40 da França sobe 1,2%.

Em Londres, o FTSE 100 sobe 0,6%. Entre as mineradoras listadas na LSE, Anglo American sobe 0,1%, BHP sobe 0,4%, enquanto Antofagasta e Rio Tinto caem 0,1% cada. A petrolífera BP sobe 2,2%.

EUA: Os futuros dos índices de ações dos EUA operam em alta após mais uma semana de perdas para os principais índices.

Os investidores estão saindo de uma sessão mista na sexta-feira. O Dow Jones Industrial Average somou 0,07%, fechando em 34.500,66 pontos. Enquanto isso, o S&P 500 caiu 0,01%, em 4.369,71 pontos, enquanto o Nasdaq Composite caiu 0,20%, para 13.290,78 pontos.

No entanto, os principais índices caíram na semana em meio à estagnação do verão em Wall Street. O Nasdaq Composite fechou a semana em queda de cerca de 2,6%, caindo pela terceira semana consecutiva, a primeira vez desde dezembro. Enquanto isso, o Dow fechou a semana em queda de 2,2%, sua pior sequência desde março e o S&P 500 caiu 2,1% e registrou sua terceira semana consecutiva de perdas, o que não acontecia desde fevereiro.

Os investidores digeriram o aumento dos rendimentos dos títulos e a fraqueza da China. Na sexta-feira, os rendimentos dos títulos recuaram um pouco em relação às altas recentes.

Nesta segunda-feira, os rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA sobem, com os investidores se preparando para comentários de autoridades do Federal Reserve e relatórios econômicos esperados ao longo da semana. Os rendimentos e os preços movem-se em direções opostas.

Os investidores aguardam uma série de comentários dos formuladores de políticas do Fed, incluindo o presidente Jerome Powell, durante o simpósio anual do banco central em Jackson Hole, Wyoming, que começa na quinta-feira e vai até sábado. O presidente do Federal Reserve falará na sexta-feira, 25 de agosto, às 11h05, mas não haverá sessão de perguntas e respostas na sequência, como acontece tradicionalmente. O tema da conferência deste ano será “Mudanças Estruturais na Economia Global”. No passado, os presidentes do Fed usaram o evento para apresentar suas agendas de políticas. Em 2022, Powell afirmou o compromisso do Fed de combater a inflação, alertando que haveria “alguma dor” pela frente. Muitos esperam novas pistas sobre as perspectivas para as taxas de juros.

Isso ocorre depois que a ata da última reunião do Fed divulgada na semana passada, sugerindo que novos aumentos de juros ainda podem ser anunciados, dependendo do estado da economia e se as pressões inflacionárias continuarem. Desde a última reunião do Fed em julho, as autoridades expressaram opiniões divergentes sobre a necessidade de novos aumentos nas taxas de juros.

Muitos investidores esperavam que o último aumento da taxa de juros do Fed na reunião de julho marcasse o fim de sua campanha de aumento dos juros. O banco central aumentou as taxas de juros 11 vezes desde o início de 2022 em um esforço para esfriar a economia e aliviar a inflação.

Independentemente disso, há vários eventos importantes para o mercado nesta semana. Os investidores estão aguardando os últimos resultados trimestrais da principal beneficiária da inteligência artificial Nvidia na quarta-feira.

Na agenda econômica, os investidores acompanharão de perto os últimos relatórios de vendas de casas novas e existentes e os números de pedidos de bens duráveis ​​que estão programados para esta semana. Nenhum dado importante é devido nesta segunda-feira.

CRIPTOMOEDAS: As criptomoedas caem na segunda-feira, com aumento do temor global ao risco após liquidação vista no final da semana passada que fez os ativos digitais perder níveis técnicos importantes, podendo abrir caminho para quedas ainda mais significantes.

O Bitcoin cai menos de 1% nas últimas 24 horas e negocia em torno da marca de US$ 26.000 depois de uma forte liquidação na semana passada que levou a maior criptomoeda de US$ 29.000 para cerca de US$ 25.500. Segundo um analista, o Bitcoin fechou a semana passada com uma notável queda, abaixo de suas médias móveis de 200 semanas e 200 dias, sinalizando uma mudança para uma tendência de baixa. Agora os analistas veem um Bitcoin vulnerável a novas baixas.

A liquidação que atingiu o Bitcoin ocorre após um período de negociações historicamente estagnadas. Depois de semanas de atraso no mercado de ações, onde o Dow Jones Industrial Average e o S&P 500 ficaram voláteis, o Bitcoin finalmente entrou em uma espiral de baixa no final da semana passada com uma queda que chocou os mercados.

O Ethereum, a segunda maior criptomoeda, cai 0,3%, em US$ 1.670, embora o segundo maior token tenha visto quedas semelhantes ao Bitcoin nos últimos dias.

Criptos menores, ou altcoins, também caem, com Cardano perdendo quase 3% e Polygon escorregando mais de 1%. As memecoins seguem firmes no vermelho, com Dogecoin caindo 2% e Shiba Inu caindo 3%.

Bitcoin: -0,79% em US $ 25.933,20
Ethereum: -0,45% em US $ 1.664,62

ÍNDICES FUTUROS - 7h40:
Dow: +0,31%
S&P 500: +0,42%
NASDAQ: +0,52%

COMMODITIES:
MinFe Dailan: +0,91%
Brent: +0,73%
WTI: +0,83%
Soja: +1,72%
Ouro: +0,04%

OBSERVAÇÃO: Este material é um trabalho voluntário, independente, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado, enquanto a europeia e a americana estão no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados. O texto não é indicação de compra, manutenção ou venda de ativos.

RESENHA DA BOLSA - QUINTA-FEIRA 17/08/2023



Bem-vindo à sua leitura matinal de cinco minutos de como os mercados estão reagindo ao redor do mundo nesta manhã.

ÁSIA: Os mercados da Ásia fecharam majoritariamente em baixa na quinta-feira, seguindo o sentimento em Wall Street.

O índice Hang Seng de Hong Kong caiu 0,22%, a quinta sessão consecutiva de baixa, para 18.286,00 pontos, próximo da mínima de 10 semanas.

Na China continental, o Shanghai Composite avançou 0,43%, em 3.163,74 pontos e o Shenzhen Component subiu 0,61%, em 10.644,52 pontos. O JPMorgan e o Barclays reduziram as previsões de crescimento da China em meio aos dados econômicos ruins divulgados recentemente.

O índice Hang Seng caiu mais de 9% este mês e o CSI 300, que acompanha as maiores empresas listadas em Xangai e Shenzhen, caiu cerca de 5%.

O primeiro-ministro da China, Li Qiang, disse na quarta-feira durante uma reunião do Conselho de Estado que o país trabalhará para atingir suas metas econômicas do ano. Seus comentários foram feitos um dia depois que a China divulgou dados decepcionantes para julho, levando alguns economistas a alertar sobre os riscos crescentes de queda da meta de crescimento interno bruto do país de cerca de 5%. Li também disse que esforços devem ser feitos para “combinar organicamente” segurança com desenvolvimento, no contexto da promoção de negócios em geral.

Na Austrália, o S&P/ASX 200 caiu 0,68% para terminar em 7.146,00 pontos, seu nível mais baixo em mais de um mês, com a taxa de desemprego do país subindo ligeiramente para 3,7% em julho, acima dos 3,5% vistos em junho e acima dos 3,6% esperados pelos economistas. A relação emprego/população diminuiu para 64,3% e a taxa de participação caiu para 66,7%. A taxa de emprego foi listada pelo Reserve Bank of Australia como uma das principais métricas que serão consideradas em suas decisões de política monetária. O setor de energia reduziu as perdas para fechar o dia em alta, com as mineradoras de carvão Yancoal e Whitehaven adicionando 1,8% e 1,4%, respectivamente. Entre as produtoras de petróleo, Santos caiu 0,1%, enquanto Woodside Energy avançou 0,2%. As mineradoras estavam entre as empresas mais fracas na bolsa local. As mineradoras de lítio Liontown e Allkem caiu 4,9% e 2,1%, enquanto a mineradora de ouro Evolution enfraqueceu 4,8% depois que relatou uma queda de 49% nos lucros. Entre as gigantes da mineração, Fortescue Metals caiu 0,4%, BHP fechou no zero a zero, enquanto Rio Tinto avançou 1%.

O Nikkei do Japão caiu 0,44% para terminar em 31.626,50 pontos, seu nível mais baixo desde junho. O país divulgou que sua balança comercial registrou um déficit em julho, ante um superávit em junho.

O Kospi da Coreia do Sul caiu 0,23% para terminar em 2.519,85 pontos e registrou seu quinto dia consecutivo de perdas.

EUROPA: Os mercados europeus sofrem na quinta-feira, depois que a ata da reunião de julho do Federal Reserve dos EUA mostrou que novos aumentos nas taxas de juros não estavam fora de questão.

O índice Stoxx 600 caem 0,3% no meio do pregão, com ações industriais liderar as perdas, enquanto os mineradores sobem. O índice pan-europeu de blue chips encerrou a sessão de quarta-feira em queda de 0,1%, com os investidores avaliando os números da inflação no Reino Unido junto com os dados do produto interno bruto do segundo trimestre da zona do euro.

O alemão DAX 30 e o CAC 40 da França recuam 0,1% cada.

Em Londres, o FTSE 100 também cai 0,1%. Entre as mineradoras listadas na LSE, Anglo American cai 0,9%, Antofagasta perde 0,2%, mas as gigantes BHP e Rio Tinto sobem 0,4% e 1,4%, respectivamente. A petrolífera BP sobe 0,1%.

Os sinais negativos da China divulgados nesta semana sugerem que as empresas europeias com laços estreitos com a segunda maior economia do mundo estão entre as que podem enfrentar mais dificuldades nos próximos meses. Empresas dos setores de mineração, automobilístico, bens de luxo e manufatura de semicondutores e alta tecnologia estão entre mais expostas à China.

EUA: Os futuros dos índices de ações sobem na quinta-feira, com os investidores digerindo o último comentário do Federal Reserve de que futuros aumentos nas taxas estão no radar.

O movimento segue a segunda sessão consecutiva de quedas para os três principais índices, depois a ata da reunião de julho do banco central mostrou que um aperto adicional pode ser necessário para reduzir a inflação. A taxa de fundos federais está atualmente em uma faixa entre 5,25% e 5,5%.

Na sessão regular de quarta-feira, o S&P 500 caiu 0,76%, em 4.404,33 pontos, enquanto o Dow caiu 0,52%, em 34.765,74 pontos. O Composto Nasdaq caiu 1,15%, para 13.474,63 pontos.

As ações tem registrado um agosto difícil, com os principais índices em território negativo no mês.

Os rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA negociam mistos na quinta-feira, com os investidores digerindo as atas da última reunião do Federal Reserve, divulgadas na quarta-feira e avaliando as perspectivas para a inflação e as taxas de juros.

Os formuladores de políticas observaram na ata da reunião de julho do Fed que as preocupações com a inflação permanecem e podem levá-los a apertar a política monetária, dependendo do estado da economia, o que significa aumentos adicionais nas taxas, no momento em que muitos investidores esperavam e antecipavam que o aumento de 25 pontos-base da taxa do Fed anunciado na reunião de julho tinha marcado o fim da campanha de aumento de juros do banco central. O Fed tem aumentado as taxas desde o início de 2022 em um esforço para esfriar a economia e trazer a inflação de volta à meta de 2%.

Novos dados de inflação foram divulgados desde a reunião do banco central em julho, apontando um quadro misto. O índice de preços ao consumidor de julho subiu em linha com as expectativas em 0,2% mensalmente, enquanto o índice de preços ao produtor do mês ficou ligeiramente acima das previsões em 0,3% em comparação com o mês anterior.

Na quinta-feira, os investidores estarão atentos ao último relatório semanal de pedidos de auxílio-desemprego, às 9h30, bem como o Índice de manufatura do Fed da Filadélfia.

A temporada de ganhos corporativos segue com varejistas Walmart e Tapestry relatando antes do sino de abertura e Ross Stores divulgando após o fechamento dos mercados.

CRIPTOMOEDAS: As criptomoedas mergulham nesta quinta-feira, performando movimentos significativos após semanas de inação, com os "traders" vendendo ativos digitais em meio às expectativas de que as taxas de juros permanecerão mais altas por mais tempo do que se pensava.

O Bitcoin cai 2% nas últimas 24 horas, perdendo os US$ 29.000. A maior criptomoeda definhou para US$ 29.000 e US$ 30.000 em uma calmaria de volatilidade historicamente baixa.

Assim como o mercado de ações, onde o Dow Jones Industrial Average e o S&P 500 tiveram dois dias de quedas significativas, o Bitcoin também está se movendo com base em dados econômicos e na ata da última reunião do comitê de política monetária do Federal Reserve.

Os dados econômicos dos EUA divulgados nesta semana, como vendas no varejo, produção industrial e outras métricas, reforçaram a narrativa de uma economia forte. Além disso, a ata divulgada na quarta-feira da decisão de política monetária do Fed em junho confirmou o compromisso contínuo de reduzir a inflação com juros mais altos.

Uma economia forte dá ao Fed pouco incentivo para reduzir as taxas de juros a partir de máximas geracionais, e os investidores também estão cada vez mais antecipando mais aumentos de juros em relação aos níveis atuais. As taxas mais altas desde março de 2022 tem sido uma força chave em ativos sensíveis ao risco, como ações e

O Ethereum, a segunda maior criptomoeda, cai 1,8% para US$ 1.790.

Tokens menores, ou altcoins, também caem, com Cardano e Polygon caindo cerca de 1%. As memecoins seguem fracas, com Dogecoin caindo 3% e Shiba Inu caindo 8%.

Bitcoin: -2,03% em US $ 28.597,60
Ethereum: -1,80% em US $ 1.793,67

ÍNDICES FUTUROS - 7h40:
Dow: +0,13%
S&P 500: +0,17%
NASDAQ: +0,21%

COMMODITIES:
MinFe Dailan: +4,34%
Brent: +0,83%
WTI: +0,85%
Soja: +0,28%
Ouro: -0,09%

OBSERVAÇÃO: Este material é um trabalho voluntário, independente, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado, enquanto a europeia e a americana estão no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados. O texto não é indicação de compra, manutenção ou venda de ativos.

RESENHA DA BOLSA - QUARTA-FEIRA 16/08/2023



Bem-vindo à sua leitura matinal de cinco minutos de como os mercados estão reagindo ao redor do mundo nesta manhã.

ÁSIA: Os mercados da Ásia registraram uma onda de vendas na quarta-feira, refletindo os movimentos de Wall Street após quedas nos bancos americanos.

O Nikkei do Japão caiu 1,46% para terminar em 31.766,00 pontos, a primeira vez que ficou abaixo da marca de 32.000 em mais de um mês. Isso ocorre apesar da melhora do sentimento empresarial em julho, de acordo com a pesquisa Reuters Tankan.

O Kospi da Coreia do Sul voltou de um feriado com queda de 1,76% e fechou em 2.525,64 pontos, seu nível mais baixo desde 11 de julho.

Na Austrália, o S&P/ASX 200 caiu 1,5%, fechando em 7.195,00 e marcando seu terceiro dia de perdas em quatro dias, com todos os setores negociando no vermelho. Os pesos-pesados do minério de ferro BHP, Fortescue e Rio Tinto recuaram 3,4%, 3% e 2,3%, respectivamente, apesar do aumento nos preços do minério de ferro. As empresas petróleo Santos e Woodside Energy perderam 1% e 0,8%, respectivamente.

O índice Hang Seng de Hong Kong caiu 1,23%, em 18.326,00 pontos.

Os mercados da China continental também caíram, com o Shanghai Composite recuando 0,82%, em 3.150,13 pontos, enquanto o Shenzhen Component perdeu 0,94%, em 10.579,56 pontos. A China viu seu índice de preços imobiliários cair em território de contração pela primeira vez desde abril, caindo 0,1% ano a ano.

EUROPA: Os mercados europeus abriram em queda na quarta-feira, com os investidores avaliando os dados de inflação do Reino Unido.

A leitura do índice de preços ao consumidor do Reino Unido caiu acentuadamente em julho para 6,8% ao ano, mas o núcleo do índice de preços ao consumidor permaneceu inalterado, representando uma possível dor de cabeça para o Banco da Inglaterra. O CPI estava em linha com uma previsão de consenso dos economistas e segue a leitura mais baixa do que o esperado de 7,9% em junho. Em uma base mensal, o CPI principal caiu 0,4% contra uma previsão de consenso de -0,5%.

A economia da zona do euro cresceu 0,3% no segundo trimestre, confirmando estimativas anteriores, enquanto a produção industrial cresceu 0,5%, ante estimativa de uma contração de 0,1% e abaixo dos 0,2% do mês anterior.

O índice pan-europeu Stoxx 600 caiu 0,3% nos primeiros minutos de negociação e tenta recuperação. Os setores seguem distribuídos entre territórios positivos e negativos, com as ações de varejo liderando os ganhos e as de telecomunicações registrando quedas. O Stoxx 600 fechou em queda de 0,9% na sessão anterior, mínima de um mês para o índice, com a maioria dos setores em território negativo.

O francês CAC 40 e o alemão DAX 30 operam próximo da estabilidade.

Em Londres, o FTSE 100 cai 0,3%. Entre as mineradoras listadas na LSE, Anglo American cai 0,2%, Antofagasta cai 1,6%, enquanto as gigantes BHP e Rio Tinto recuam 2,3%. A petrolífera BP cai 0,8%.

EUA: Os futuros dos índices de ações dos EUA negociam próximo da estabilidade na manhã de quarta-feira, com os investidores saindo de mais uma sessão de perdas em agosto.

O movimento segue uma sessão negativa em Wall Street na terça-feira, com todos os três principais índices terminando em quedas. O Dow caiu 1,02%, em 34.946,39 pontos, quebrando uma sequência de três dias de altas. Enquanto isso, o S&P 500 caiu 1,16%, em 4.437,86 pontos, encerrando a sessão abaixo de sua média móvel de 50 dias, o que pode sinalizar uma desaceleração à frente. O Nasdaq Composite caiu 1,14%, em 13.631,05 pontos.

As ações do JPMorgan Chase e do Wells Fargo caíram 2% e as do Bank of America recuaram 3%, depois que a Fitch alertou que pode ser forçada a rebaixar a classificação de crédito de dezenas de bancos, incluindo o JPMorgan Chase. Na semana passada, a Moody’s baixou a classificação de 10 bancos americanos, enquanto colocava outras grandes instituições em uma lista de observação para possíveis rebaixamentos.

As ações dos bancos regionais também sofreram após comentários do presidente do Federal Reserve de Minneapolis, Neel Kashkari sobre a regulamentação de capital. O SPDR S&P Regional Banking ETF encerrou a sessão com queda de 3,3%.

Além disso, as notícias econômicas da China pesaram sobre o sentimento do investidor. As vendas no varejo e a produção industrial cresceram menos do que os economistas esperavam, segundo dados divulgados na terça-feira. O banco central do país também emitiu cortes nas taxas de juros.

Faltando pouco mais da metade de agosto, os três principais índices estão a caminho de um mês de perdas. O Nasdaq Composite e o S&P 500 estão a caminho de terminar em queda de 5% e 3,3%, respectivamente, enquanto o Dow deve cair 1,7%.

Os rendimentos do Tesouro dos EUA caem na quarta-feira, com os investidores aguardando a divulgação da última ata da reunião do Federal Reserve e avaliando as perspectivas para as taxas de juros. Os rendimentos e os preços movem-se em direções opostas.

A ata da reunião de julho do Fed quando o banco central elevou as taxas de juros em 25 pontos-base e deu poucas indicações sobre o que poderia estar no horizonte para a política de taxas de juros será divulgado às 15h00. Desde então, as autoridades do Fed apresentaram mensagens contraditórias sobre as perspectivas para as taxas, com alguns sugerindo que as taxas poderiam subir ainda mais, enquanto outras disseram que o fim do ciclo de alta das taxas pode estar próximo.

O Fed aumentou as taxas em todas as reuniões desde março de 2022 em um total de 11 vezes, exceto a reunião de junho quando manteve as taxas inalteradas para avaliar se os aumentos das taxas tiveram o efeito desejado de esfriar a economia e aliviar a inflação e para permitir que seu efeito total se estabelecesse. Restam três reuniões do banco central este ano.

Os investidores também obterão novos insights sobre o estado da economia na quarta-feira, quando as licenças de construção de julho e os relatórios de início de habitação devem ser entregues às 9h30. Às 10h15, será divulgado a produção industrial e utilização da capacidade.

Eles também estarão atentos ao último lote de ganhos corporativos de varejistas, com a Target e TJX Companies esperado para relatar antes do sino de abertura
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CRIPTOMOEDAS: As criptomoedas caem na quarta-feira, com os ativos digitais continuando a definhar.

Os participantes do mercado estão divididos sobre o que vem a seguir, com alguns vendo a calmaria atual como um precursor de um movimento significativo, enquanto outros esperam mercado chato, agitado e lateral.

O Bitcoin cai quase 1% nas últimas 24 horas, para menos de US$ 29.200, abaixo do nível psicologicamente importante de US$ 30.000, que havia fornecido suporte por meses antes de uma queda em julho que inaugurou um período de calma histórica nos mercados de criptomoedas.

O Ethereum, a segunda maior criptomoeda, cai 1%, para de US$ 1.820.

Tokens menores, ou altcoins, seguem ainda mais fracos, com Cardano caindo 4,3% e Polygon caindo 7%. As memecoins também estão no vermelho, com Dogecoin caindo 5,6% e Shiba Inu caindo 4%.

Bitcoin: -0,85 em US $ 29.168,20
Ethereum: -1,00% em US $ 1.824,36

ÍNDICES FUTUROS - 7h40:
Dow: +0,03%
S&P 500: +0,02%
NASDAQ: +0,12%

COMMODITIES:
MinFe Dailan: +1,58%
Brent: -0,09%
WTI: -0,07%
Soja: +0,73%
Ouro: +0,09%

OBSERVAÇÃO: Este material é um trabalho voluntário, independente, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado, enquanto a europeia e a americana estão no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados. O texto não é indicação de compra, manutenção ou venda de ativos.