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RESENHA DA BOLSA - SEXTA-FEIRA - 28/02/2025


Bem-vindo à sua leitura matinal de dois minutos de como os mercados estão reagindo ao redor do mundo nesta manhã.

ÁSIA: Os mercados da Ásia caíram na sexta-feira depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou que as tarifas de 25% sobre importações do México e do Canadá serão aplicadas e entrarão em vigor 4 de março,

Além disso, Trump também disse que a China, que já enfrenta tarifas de 10% dos EUA sobre seus produtos, “também sofrerão uma tarifa adicional de 10% naquela data”. O Ministério do Comércio da China disse na sexta-feira que “se opõe veementemente” à mais recente ameaça do presidente dos EUA, Donald Trump, de aumentar as tarifas sobre produtos chineses e prometeu retaliação, se necessário. “Pedimos ao lado americano que não repita seus próprios erros e que retorne o mais rápido possível ao caminho certo para resolver adequadamente os conflitos por meio de diálogo em pé de igualdade”, disse. O CSI 300 da China continental, que agrupa ações das maiores "blue chips" de Xangai e Shenzhen, caiu 1,97%, encerrando o dia de negociação em 3.890,05 pontos.

O índice Hang Seng de Hong Kong caiu 3,28%, em 22.941,32 pontos.

O Nikkei do Japão caiu 2,88%, para fechar em 37.155,50 pontos.

O Kospi da Coreia do Sul caiu 3,39%, fechando em 2.532,78 pontos.

O S&P/ASX 200 da Austrália caiu 1,16%, fechando em 8.172,40 pontos. Dez dos 11 setores da indústria recuaram, com tecnologia da informação e materiais trazendo as maiores perdas. Entre as mineradoras, as ações da BHP caíram 2,5%, Fortescue recuaram 3,7% e Rio Tinto perdeu 2,9%, após o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciar que imporia mais 10% de tarifa sobre os produtos chineses. As produtoras de petróleo Santos e Woodside Energy recuaram 0,6% e 0,7%, respectivamente.

EUROPA: Os mercados europeus abriram em território negativo na sexta-feira, depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou mais uma vez impor tarifas à UE e seguiu com taxações ao Canadá e ao México.

O índice pan-europeu Stoxx 600 cai 0,5% durante o pregão matinal, com quase todos os setores perdendo terreno.

O CAC 40 da França 40 cai 0,4% e o DAX 30 alemão recua 0,3%

Em Londres, o FTSE 100 perde 0,1%. Entre as mineradoras listadas na LSE, Anglo American cai 1,3% e Antofagasta cai 1,9%, enquanto as gigantes da mineração, BHP e Rio Tinto recuam 2,5% e 1,7%, respectivamente. A petrolífera BP cai 1%.

O índice Stoxx Technology cai 1,2%, depois que as ações da gigante de chips Nvidia sofreram liquidação em Wall Street na quinta-feira. No início do pregão europeu de sexta-feira, a fabricante holandesa de semicondutores BE Semiconductor despencava 9%, enquanto as fabricantes de chips Infineon e ASML recuavam 3% e 6,6%, respectivamente.

Os mercados europeus encerraram a sessão de quinta-feira em baixa depois que Trump ameaçou impor taxas de 25% sobre as importações da UE, dizendo que as tarifas seriam anunciadas “muito em breve” e se aplicariam a “carros e todas as outras coisas”.

Após conversas com o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, em Washington na quinta-feira, Trump deu a entender que a Grã-Bretanha pode conseguir evitar seu regime de tarifas. “Acho que há uma chance muito boa no caso desses dois países amigos de acabar com um acordo comercial onde as tarifas não seriam necessárias”, disse o presidente a repórteres em uma entrevista coletiva. “Veremos.”

Trump acrescentou que Starmer estava “trabalhando duro” para convencê-lo a não impor tarifas ao Reino Unido e que ele estava “muito receptivo a isso”.

A inflação francesa caiu para 0,8% em fevereiro, de acordo com dados preliminares da agência de estatísticas do país, Insee. Espera-se que o Índice de Preços ao Consumidor tenha subido 0,8% na base anual, após um aumento de 1,7% em janeiro. O Insee disse que se os números preliminares forem confirmados no mês que vem, será a primeira vez em quatro anos que a taxa de inflação anual da França caia abaixo de 1%.

As vendas no varejo alemão subiram 0,2% em termos reais entre dezembro e janeiro, segundo os números preliminares na sexta-feira. Analistas pesquisados ​​pela Reuters esperavam que as vendas no varejo de janeiro permanecessem inalteradas em relação ao mês anterior.

EUA: Os futuros dos índices de ações dos EUA negociam em território positivo na manhã de sexta-feira, com os investidores aguardando o fim de uma semana e um mês de perdas, enquanto aguardam dados importantes sobre a inflação.

Durante o pregão regular de quinta-feira, o Dow caiu 0,45%, fechando em 43.239,50 pontos, o S&P 500 caiu 1,59%, em 5.861,57 pontos e o Nasdaq Composite tombou 2,78%, em 18.544,42 pontos.

Em Fevereiro, o Nasdaq Composite lidera o caminho para baixo, caindo cerca de 5,5% no mês, devido principalmente a uma queda de 5% nesta semana. O S&P 500 cai 2,5% na semana até o momento, enquanto o Dow teve perdas mais modestas, com um recuo de apenas 0,4%. Ambos caíram quase 3% no mês.

Os investidores ficaram abalados com a promessa de taxações do presidente Donald Trump e os recentes relatórios econômicos mostrando sinais de alerta. Um declínio de 8,5% na megacap da tecnologia Nvidia na sessão de quinta-feira, os resultados financeiros jogaram mais água fria no sentimento dos investidores.

Segundo um investidor, “Fevereiro é sazonalmente um período volátil para ações e essa tendência histórica está acontecendo”. “Os investidores estão em busca de mais clareza sobre tarifas, inflação elevada e o estado do consumidor”.

Os investidores na sexta-feira monitorarão de perto os dados de janeiro para o índice de preços de despesas de consumo pessoal, indicador preferido do Federal Reserve, às 10h30. Economistas pesquisados ​​pela Dow Jones esperam que o índice de preços para os consumidores aumente 0,3% em relação a dezembro e um ganho anualizado de 2,5%. Excluindo os preços voláteis de alimentos e energia, o chamado PCE principal deve aumentar 0,3% na base mensal e 2,6% na base anual.

O relatório do PCE é uma medida importante da inflação e ajuda o Fed a tomar decisões sobre cortes nas taxas de juros. A próxima reunião do Fed será em 18 e 19 de março.

Os dados de janeiro sobre gastos pessoais também devem ser divulgados no mesmo horário.

Os investidores também estão monitorando ansiosamente as várias ameaças e ordens tarifárias do presidente dos EUA, Donald Trump. Seus planos para tarifas de 25% sobre importações do México e Canadá entrarão em vigor a partir de 4 de março, após uma pausa de um mês, ele disse em uma postagem no Truth Social na quinta-feira. O presidente disse que esses países não reduziram suficientemente o fluxo de drogas pela fronteira.

Trump disse que a China, que já está sendo cobrada com tarifas, enfrentará uma tarifa adicional de 10% sobre os mesmos dados.

Ele também disse que imporia tarifas de 25% sobre as importações da União Europeia na quarta-feira, mas pode voltar atrás nessas ameaças depois que o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, visitou a Casa Branca na quinta-feira.

CRIPTOMOEDAS: A queda de uma semana no Bitcoin piorou na sexta-feira, com o ativo digital atingindo uma mínima de mais de três meses, revertendo os ganhos após a eleição do presidente dos EUA, Donald Trump.

O Bitcoin negocia perto de US$ 80.000, queda de 6,60% no dia e cerca de 25% abaixo da máxima histórica atingida em meados de dezembro.

O Bitcoin teve um aumento nos preços após a vitória de Trump em novembro, com o líder se apresentando como um candidato pró-criptomoedas durante sua campanha.

Bitcoin: -8,17% US $ 79.899,30
Ethereum: -10,42% US $ 2.130,80

ÍNDICES FUTUROS - 7h00:
Dow: +0,26%
S&P 500: +0,36%
NASDAQ: +0,29%

COMMODITIES:
MinFe Dailan: -0,74%
Bent: -0,94%
WTI: -1,07%
Soja: +0,49%
Ouro: -0,78%

OBSERVAÇÃO: Este material é um trabalho voluntário, independente, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado, enquanto a europeia e a americana estão no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados. O texto não é indicação de compra, manutenção ou venda de ativos.

RESENHA DA BOLSA - QUINTA-FEIRA - 27/02/2025



Bem-vindo à sua leitura matinal de dois minutos de como os mercados estão reagindo ao redor do mundo nesta manhã.

ÁSIA: Os mercados da Ásia fecharam sem direção na quinta-feira, em meio a novas ameaças tarifárias do presidente dos EUA, Donald Trump.

O Nikkei do Japão fechou 0,3% mais alto, para fechar em 38.256,17 pontos.

O Kospi da Coreia do Sul caiu 0,73% para encerrar o dia de negociação em 2.621,75 pontos.

O índice Hang Seng de Hong Kong perdeu 0,29%, em 23.718,29 pontos, enquanto o CSI 300 da China continental, que agrupa ações das maiores "blue chips" de Xangai e Shenzhen, avançou 0,21%, fechando em 3.968,12 pontos.

Espera-se que a China reconheça uma redução significativa na demanda interna na próxima semana, ao mesmo tempo em que deve revelar detalhes muito aguardados sobre estímulo fiscal destinado a reforçar o crescimento diante das crescentes tensões comerciais com os EUA. A reunião parlamentar anual do país, conhecida como “Duas Sessões”, começa na terça-feira com a Conferência Consultiva Política do Povo Chinês, um importante órgão consultivo, seguida pela reunião de sua legislatura, o Congresso Nacional do Povo. O encontro dura cerca de uma semana e normalmente é seguido por uma coletiva de imprensa com o ministro das Relações Exteriores e chefes de departamentos econômicos.

O S&P/ASX 200 da Austrália foi negociado 0,33% mais alto, fechando em 8.268,20 pontos, com oito de seus 11 setores industriais avançando. As mineradoras avançaram. A BHP, a maior mineradora do mundo, subiu 0,8%. As mineradoras de minério de ferro Fortescue e Rio Tinto também terminaram em alta, subindo 1,7% e 1,5%, respectivamente, enquanto as mineradoras de ouro Newmont e Northern Star Resources também brilharam, com alta de 1,9% e 1,9%, respectivamente. As produtoras de petróleo Santos e Woodside Energy fecharam em alta de 1,2% e 0,6%, respectivamente.

EUROPA: Os mercados europeus negociam em baixa na quinta-feira depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou impor novamente tarifas de 25% sobre as importações da União Europeia.

O índice Stoxx 600 caia 0,7% nas negociações matinais, liderados pelas ações de automóveis. O setor altamente globalizado foi abalado no início deste mês pelas expectativas de aumento do atrito comercial dos EUA com o resto do mundo. Dados do início desta semana mostrou um declínio de 2,6% na base anual das vendas de automóveis de passeio. Enquanto isso, as ações da Ferrari caíram quase 8% depois que a Exor, holding da família italiana Agnelli, anunciou que havia vendido cerca de 4% de sua participação na empresa.

Na primeira reunião do gabinete de Trump, na quarta-feira, ele disse que as taxas contra o Canadá e o México entrariam em vigor em 2 de abril e que sua guerra comercial incluirá uma tarifa de 25% sobre produtos da UE. “Nós anunciaremos isso muito em breve”, disse ele aos repórteres reunidos. “Será 25% falando de uma maneira em geral e isso será em carros e outras coisas”. “Eles realmente tiraram vantagem de nós. Eles não aceitam nossos carros, eles não aceitam, essencialmente, nossos produtos agrícolas. Eles usam todos os tipos de razões para não aceitar. E nós aceitamos tudo deles”, disse Trump em sua reunião de gabinete.

Um porta-voz da Comissão Europeia afirmou: “Como dito anteriormente, a UE reagirá firme e imediatamente contra barreiras injustificadas ao comércio livre e justo, inclusive quando tarifas são usadas para desafiar políticas legais e não discriminatórias.”

OO alemão DAX 30 cai 1% e o francês CAC 40 recua 0,3%.

Em Londres, o FTSE se mantém em território positivo com ligeira alta de 0,1%. Entre as mineradoras listadas na LSE, Anglo American e Antofagasta caem 1,2% cada, enquanto as gigantes BHP e Rio Tinto recuam 0,4% cada. A petrolífera BP perde 0,3%.

EUA: Os futuros dos índices de ações dos EUA sobem na manhã de quinta-feira, enquanto os investidores assimilam os últimos resultados da Nvidia.

A gigante de chips excedeu as estimativas do quarto trimestre tanto na linha superior, quanto no inferior. A empresa emitiu uma forte orientação, refletindo a demanda contínua impulsionada pela corrida da inteligência artificial.

Na quarta-feira, a retórica do presidente Donald Trump sobre a política comercial dos EUA alimentou preocupações nos mercados sobre o crescimento econômico. Em sua primeira reunião de gabinete, Trump prometeu que as tarifas contra o Canadá e o México, dois dos três maiores parceiros comerciais dos EUA, entrarão em vigor no final de uma suspensão de um mês em 2 de abril. Ele também prometeu expandir em breve o escopo das tarifas para incluir uma taxa de 25% sobre produtos da União Europeia.

O S&P 500 obteve um ganho de apenas 0,01% na quarta-feira, fechando em 5.956,06 pontos e encerrando sua sequência de quatro dias de perdas. O Dow Jones caiu 0,43%, em 43.433,12 pontos. O Nasdaq Composite, de alta tecnologia, adicionou 0,26%, em 19.075,26 pontos.

Dados imobiliários divulgados na quarta-feira mostraram que as vendas de imóveis novos caíram 10,5%, para 657.000 em janeiro, bem abaixo do consenso dos economistas de 671.000 e abaixo dos 734.000 revisados ​​para cima em dezembro. Este é o mais recente de uma série de relatórios econômicos mais fracos do que o esperado. A leitura da confiança do consumidor de fevereiro do The Conference Board ficou bem abaixo das expectativas. As vendas de casas existentes também caíram e o S&P Global Purchasing Managers’ Index ficou aquém das estimativas dos economistas. Essa série de relatórios econômicos abalaram as ações e levantaram preocupações sobre a saúde da economia dos EUA.

Segundo um analista, o enfraquecimento dos dados econômicos está tirando os investidores das ações e indo para os títulos. Na quarta-feira, o rendimento do Tesouro de 10 anos caiu 4 pontos-base para 4,256% e o rendimento do Tesouro de 2 anos caiu 2 pontos-base para 4,074%. Um ponto-base equivale a 0,01% e os rendimentos e os preços se movem em direções opostas.

Os investidores ficarão de olho nos pedidos semanais de seguro-desemprego às 10h30 de quinta-feira, mas o grande evento da semana será a divulgação do índice de preços de despesas de consumo pessoal para janeiro, o indicador de inflação preferido do Federal Reserve, programado para ser publicado na sexta-feira de manhã. O PCE oferecerá uma pista sobre as futuras decisões de política monetária do banco central e o caminho de corte de taxas.

CRIPTOMOEDAS:
Bitcoin: -3,17% US $ 86.436,20
Ethereum: -4,93% US $ 2.371,16

ÍNDICES FUTUROS - 7h00:
Dow: +0,26%
S&P 500: +0,60%
NASDAQ: +0,63%

COMMODITIES:
MinFe Dailan: -0,80%
Bent: +0,94%
WTI: +0,98%
Soja: +0,63%
Ouro: -098%

OBSERVAÇÃO: Este material é um trabalho voluntário, independente, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado, enquanto a europeia e a americana estão no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados. O texto não é indicação de compra, manutenção ou venda de ativos.

RESENHA DA BOLSA - QUARTA-FEIRA - 26/02/2025



Bem-vindo à sua leitura matinal de dois minutos de como os mercados estão reagindo ao redor do mundo nesta manhã.

ÁSIA: Os mercados da Ásia negociaram de forma mista na quarta-feira, com dois importantes índices de referência de Wall Street caindo, depois que a leitura da confiança do consumidor dos EUA ficou muito mais fraca do que as estimativas dos economistas.

O índice Hang Seng de Hong Kong subiu 3,16%, fechando em 23.762,25 pontos. Os ganhos foram liderados pelos setores de consumo e tecnologia, já que a cidade prometeu em seu anúncio de orçamento anual desenvolver um centro de inteligência artificial, alocando 1 bilhão de dólares de Hong Kong para pesquisa e desenvolvimento de IA. O índice Hang Seng Tech subiu 5,25%, com uma forte alta de 9% na JD.com. Xpeng disparou 9,34%, Alibaba avançou 6% e Meituan, 10,47%.

O índice CSI 300 da China continental, que agrupa ações das maiores "blue chips" de Xangai e Shenzhen, encerrou o dia com alta de 0,87%, em 3.959,94 pontos.

O índice japonês fechou em território negativo pelo segundo dia consecutivo. O Nikkei perdeu 0,25% para fechar em 38.142,37 pontos.

O Kospi da Coreia do Sul fechou com alta de 0,41%, em 2.641,09 pontos.

O S&P/ASX 200 da Austrália caiu 0,14% e encerrou o dia em 8.240,70 pontos, arrastado pelas mineradoras. Foi o seu segundo dia consecutivo em território negativo, com cinco dos 11 setores da indústria recuando. A BHP, maior mineradora do mundo, caiu 1,5%, enquanto suas rivais menores Fortescue e Rio Tinto caíram 3,6% e 3,4% respectivamente. A mineradora de ouro Newmont caiu 2% depois que os preços do ouro enfraqueceram. Entre as produtoras de petróleo, Santos caiu 0,5% mas Woodside Energy avançou 3,2%. Os números do governo divulgados no final da manhã mostraram que a taxa de inflação mensal manteve-se estável, com os preços subindo 2,5% nos 12 meses até janeiro, enquanto a inflação média reduzida, um número que o RBA observa atentamente, pois elimina o impacto das maiores oscilações de preços, foi de 2,8%, apenas 0,1 pontos percentuais acima do mês anterior.

EUROPA: Os mercados europeus negociam em alta na quarta-feira, enquanto os investidores monitoram uma enxurrada de balanços corporativos da região.

O índice pan-europeu Stoxx 600 sobe cerca de 0,9% no meio da sessão matinal. As ações de mineração e alimentos e bebidas estavam entre os setores registrando os maiores ganhos.

A fabricante da Budweiser, AB Inbev, saltou para o topo do Stoxx 600 durante as primeiras negociações, com as ações ganhando 7,5% depois que a empresa relatou vendas melhores do que o esperado no quarto trimestre.

O alemão DAX 30 sobe 1,1% e o francês CAC 40 adiciona 0,9%.

Em Londres, o FTSE 100 avança 0,6%. Entre as mineradoras listadas na LSE, Anglo American sobe 2,3%, Antofagasta sobe 2,9%, enquanto as gigantes BHP e Rio Tinto sobem 0,3%, cada. A petrolífera BP sobe 0,8%.

EUA: Os futuros dos índices de ações do EUA sobem na quarta-feira após o quarto dia consecutivo de perdas para o S&P 500. Os investidores também estão aguardando os lucros da Nvidia.

Em uma sessão regular fraca na terça-feira, o S&P 500 caiu 0,47%, fechando em 5.955,25 pontos, enquanto o Nasdaq Composite perdeu 1,35%, em 19.026,39 pontos. Ambos os índices registraram seu quarto dia consecutivo de perdas. O Dow Jones avançou 0,67%, em 43.621,16 pontos.

Uma leitura de confiança do consumidor mais fraca do que o esperado do Conference Board pesou sobre as ações na terça-feira. Uma série de relatórios recentes, incluindo números decepcionantes de vendas no varejo e uma leitura fraca do sentimento do consumidor, estimularam as preocupações dos "traders" em relação à economia na semana passada, pesando sobre os principais índices de ações.

Os lucros do quarto trimestre da Nvidia, que serão divulgados após o fechamento da quarta-feira, podem ser o próximo catalisador para o mercado. O relatório chega em um momento crucial para a Nvidia: o surgimento do DeepSeek levantou questões sobre a sustentabilidade do aquecido mercado de inteligência artificial. A gigante dos chips e outros "players" também estão mostrando sinais de fracasso, com a Nvidia caindo mais de 5% em 2025.

Os investidores estão aguardando alguns dados imobiliários, incluindo as vendas de imóveis novos e licenças de construção de janeiro, que serão divulgadas às 12h00. Isso dará uma ideia do número de imóveis unifamiliares vendidos no mês passado.

O grande evento da semana será a divulgação do índice de gastos de consumo pessoal para janeiro, o indicador de inflação favorito do Federal Reserve, programado para ser publicado na manhã de sexta-feira. O PCE oferecerá pistas sobre as futuras decisões de política monetária do banco central e o caminho de corte de taxas.

Após um forte relatório do IPC em janeiro, o presidente do Fed, Jerome Powell, disse que o banco central não “precisa ter pressa” para reduzir as taxas de juros, observando que a economia dos EUA está “forte no geral”.

No entanto, após uma série de relatórios decepcionantes recentemente, incluindo uma leitura de confiança do consumidor mais fraca do que o esperado do Conference Board na terça-feira, um declínio nas vendas de imóveis existentes em janeiro e o PMI composto do S&P ficando aquém das expectativas dos economistas, os investidores estão preocupados que a economia possa estar desacelerando. A próxima reunião do banco central sobre decisões sobre taxas de juros ocorrerá nos dias 18 e 19 de março.

CRIPTOMOEDAS:
Bitcoin: +1,02% US $ 89.108,10
Ethereum: +3,95% US $ 2.490,62

ÍNDICES FUTUROS - 7h00:
Dow: +0,28%
S&P 500: +0,52%
NASDAQ: +0,83%

COMMODITIES:
MinFe Dailan: -0,98%
Bent: +0,04%
WTI: +0,08%
Soja: +0,03%
Ouro: +0,38%

OBSERVAÇÃO: Este material é um trabalho voluntário, independente, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado, enquanto a europeia e a americana estão no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário de disponibilização dos dados. O texto não é indicação de compra, manutenção ou venda de ativos.