RESENHA DA BOLSA - QUINTA-FEIRA 03/09/2015
ÁSIA: Com exceção da Austrália, as principais bolsas asiáticas recuperaram na quinta-feira, com os investidores animados com o fechamento positivo em Wall Street e com os mercados no continente fechado em comemoração ao fim da Segunda Guerra Mundial, devendo reabrir apenas na segunda-feira.
Nikkei do Japão subiu 0,38% e conseguiu acabar com uma sequência de quatro dias de quedas, graças ao fechamento inspirador de Wall Street e fraqueza do iene. Enquanto isso, dados mostraram que a atividade no setor de serviços do Japão expandiu no ritmo mais rápido em quase dois anos. O PMI de serviços(PMI)do Japão subiu para 53,7, ante 51,2 em julho, a melhor leitura desde Outubro de 2013.
Entre as altas, a fabricante de robôs Fanuc subiu 1,3%, enquanto exportadores como a Toyota Motor, Nissan Motor e Canon atraíram boletas de compra e fecharam acima de 2%. Toshiba ações fechou em alta de 2,1% depois que um relatório do jornal Yomiuri disse que a empresa pode divulgar seu balanço, diversas vezes adiado ainda esta semana. NTT Docomo saltou 4,4% após Barclays atualizar a empresa de telecomunicação de "underweight" para "overweight" e elevou seu preço-alvo para ¥ 3.000.
S & P ASX 200 da Austrália perdeu impulso e terminou em território negativo, atingida por uma queda acentuada no Myer Holdings que despencou 20,6% depois que suas ações voltaram a ser negociado após suspensão de seus negócios. Outros varejistas como Harvey Norman e JB Hi-Fi perderam mais de 4% cada, depois de julho as vendas no varejo caíram inesperadamente 0,1% no mês, abaixo das expectativas de um aumento de 0,4% e abaixo da ascensão de 0,6% em junho.
O déficit da balança comercial encolheu para A $ 2.460.000.000 em julho, ante A $ 3.050.000.000, devido a uma recuperação das exportações, enquanto as importações permaneceram relativamente estável, não conseguiram inspirar os investidores.
As perdas no setor bancário também pesaram na bolsa; Commonwealth Bank of Australia e National Australia Bank caíram mais de 2%, enquanto Australia and New Zeland Banking recuou 1,7%. As mineradoras saíram ligeiramente melhor do que os bancos, com BHP Billiton subiu 1,26%, para $ 24,32, Rio Tinto terminou o dia em baixa de 0,6%, para $ 49,27.
Kospi da Coreia do Sul terminou com ligeira alta de 0,02%, depois que o PIB da quarta maior economia da Ásia apresentar o pior crescimento trimestral em mais de seis anos. A economia cresceu 0,3% no período abril-junho, inalteradas em relação à sua estimativa anterior. Em uma base anual, o PIB da Coréia do Sul do segundo trimestre cresceu 2,2%, também inalterado ante sua estimativa anterior divulgado em 23 de julho. Samsung Electronics, que revelou seu novo smartwatch Gear S2 na quinta-feira, subiu 2,9%. LG Display e Hynix subiram 3,1 e 5,3%, respectivamente.
Acompanhando o sentimento otimista em toda a região, o referencial da Índia S & P BSE Sensex subiu 1,22% e em Cingapura, o Straits Times Index avançou 0,98%.
EUROPA: As bolsas europeias avançam, com os investidores esperando pistas se o Banco Central Europeu irá expandir o seu programa de flexibilização quantitativa nos próximos meses, para combater a desaceleração do crescimento global, liderada pela China. O presidente do BCE, Mario Draghi dará uma entrevista à imprensa sobre a última reunião política do banco central.
O Stoxx Europe 600 sobe 1,28%, com todos os setores em alta. Novartis sobe 1,85% após a empresa farmacêutica dizer que vai começar a vender uma versão droga contra o câncer Neupogen da Amgen Inc. Syngenta sobe 3,27% após o laboratório de pesticidas disse que vai vender seu negócio de sementes vegetai e entregar mais de US $ 2 bilhões para os acionistas. Vivendi sobe 0,6% em Paris após a empresa de mídia registrar um aumento de 32% no lucro do segundo trimestre, impulsionado pela venda de sua unidade de telecomunicações brasileiras.
O PMI de serviços para a zona do euro em agosto ficou em 54,4 em sua leitura final, ligeiramente maior do que a inicial, ou flash, estimada em 54,3 e a atividade empresarial da zona do euro atingiu uma alta de quatro anos.
No Reino Unido, o FTSE 100 segue em direção a seu ganho mais forte em uma semana. Ações da EasyJet sobe 5,22% liderando o FTSE 100, depois que a companhia aérea elevou sua previsão de lucro antes de impostos em 2015 na sequência de uma boa temporada de verão. As ações da proprietária da British Airways, International Consolidated Airlines Group sobe 4,42%, após a IAG dizer na quarta-feira que agora controla 98,05% da companhia irlandesa Aer Lingus Group.
Entre as mineradoras, Anglo American sobe 3,63%, BHP Billiton avança 2,63% e Rio Tinto sobe 2,80%. Entre as empresas de energia, Tullow Oil sobe 2,78% e BG Group e BP avançam 1,43 e 1,52%, respectivamente.
AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:
9h30 - Trade Balance (balança comercial; mede a diferença entre os valores das importações e exportações realizadas pelo país);
9h30 - Unemployment Claims (número de pedidos de auxílio-desemprego);
10h45 - Final Services PMI (Índice PMI de Serviços);
11h00 - ISM Non-Manufacturing PMI (índice baseado em pesquisas com 400 empresas não industriais, em 60 setores em todo o país);
ÍNDICES MUNDIAIS - 7h30:
ÁSIA
Nikkei: +0,48%
Austrália: -1,44%
Shanghai: ---%
Hong Kong: ---%
EUROPA
Frankfurt - Dax: +1,65%
London - FTSE: +1,51%
Paris - CAC 40: +1,37%
IBEX 35: +0,73%
FTSE MIB: +1,38%
COMMODITIES
BRENT: -0,02%
WTI: +0,35%
OURO: -0,33%
COBRE: +1,89%
SOJA: +0,14%
ALGODÃO: +0,05%
ÍNDICES FUTUROS
DOW: +0,44%
SP500: +0,43%
NASDAQ: +0,43%
Observação: Este material é um trabalho voluntário e gratuito, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. Atenção para o horário da disponibilização dos dados desse relatório.
Veja Também
RESENHA DA BOLSA - QUARTA-FEIRA 02/09/2015
ÁSIA: O pregão dos mercados asiáticos desta quarta-feira foi um verdadeiro passeio de montanha russa, em meio a preocupações persistentes sobre a saúde da economia da China, enquanto o S & P 500 e o Dow Jones avançaram durante a sessão asiática, sugerindo que a calma poderia voltar aos mercados no final do dia.
Wall Street terminou a sessão de terça-feira em território negativo, com os principais índices fechando em queda de quase 3% em sua terceira pior queda diária em 2015, tendo o pior início de setembro em 13 anos, afetadas por duas pesquisas do setor de manufatura da China, exacerbando um sell-off generalizado nos mercados globais.
Violentas oscilações continuaram nos principais índices de ações da China. O referencial Shanghai Composite serpenteou entre ganhos e perdas antes de fechar em baixa de 0,37%, com os reguladores intensificando medidas de emergência para apoiar a instabilidade dos mercados de ações, ainda que de forma confusa. No início da sessão, o índice de Xangai chegou a cair 4,6%, atingindo 3,019.0 pontos, antes de uma onda de compra no final da manhã, com os preços de algumas blue chips como infra-estrutura e bancos subindo em meio a especulações de mais intervenção do governo.
Nove corretoras chinesas se comprometeram a comprar de mais de 30 bilhões de yuan ($ 4710000000) em ações, segundo a Reuters citando o China Securities Journal na quarta-feira, após a notícia de que grandes corretoras chinesas como Guotai Junan Securities estariam ontem, intensificando suas contribuições para apoiar o mercado de ações, de acordo com o site da Bolsa de Xangai.
Entre outras notícias, um relatório do China Business News disse que os reguladores de valores mobiliários pediram às corretoras para "limpar" o mercado de margem de empréstimo até o final de setembro. Enquanto isso, o Banco do Povo da China (PBOC) planeja reforçar as regras sobre o comércio de forwards cambiais em meados de outubro, com fontes dizendo à Reuters que os bancos serão obrigados a constituir reservas em 15 de outubro.
Entre outros índices da China, o CSI300 subiu 0,11%, enquanto Shenzhen Composite fechou em baixa de 2%. Em Hong Kong, o Hang Seng fechou em queda de 1,18%.
Foi o último dia de negociação da semana, pois os mercados chineses estarão fechados até segunda-feira em comemoração do fim da Segunda Guerra Mundial.
Acompanhando os movimentos nos mercados chineses, o Nikkei do Japão interrompeu os ganhos e fechou em queda de 0,39%, pressionadas principalmente por bancos, corretoras e exportação no final da sessão. Mitsubishi UFJ Financial Group perdeu 1,3%, enquanto Nomura Holdings diminuiu 1,5%. Panasonic, Nikon e Sony caíram entre 1 e 3,1%. Pesos-pesados do índice ajudaram a compensar algumas perdas; Fast Retailing e Fanuc avançaram quase 2% cada. Ações de empresas de transporte ferroviário também avançaram. Hankyu Hanshin Holdings e Central Japan Railway dispararam 6 e 2%, respectivamente, após o Barclays melhorar suas classificações e preços-alvo.
Na Austrália, o S & P ASX 200 inverteu o curso no final do dia e terminou no território positivo, apesar do produto interno bruto (PIB) mostrar que a economia cresceu 0,2%, levando a uma taxa anual para 2%, um ritmo mais lento do que a expansão de 0,4% e uma taxa anual de 2,2% esperados no segundo trimestre. O dólar australiano caiu para uma nova baixa em seis anos e meio, após divulgação dos dados do PIB.
Ações de bancos impulsionaram a alta, ANZ Banking e National Australia Bank avançaram 1,3 e 1%, respectivamente, enquanto os preços do petróleo mais fracos colocaram pressão nos produtores de energia; Santos e Woodside Petroleum caíram 0,8 e 1,6%, respectivamente. Entre as mineradoras, BHP caiu um pouco, mas Rio Tinto subiu 0,3%.
EUROPA: As bolsas europeias abriram em alta nesta quarta-feira e imprimem bastante volatilidade, com os investidores cautelosos com o crescimento da China e um possível aumento da taxa de juro dos EUA. O Stoxx Europe 600 cai 0,44%, depois abrir com alta de 0,8%. Ontem, as bolsas europeias recuaram, após dados decepcionantes da atividade das fábricas da China e leitura mista na zona do euro destacarem preocupações sobre o crescimento global.
IBEX 35 da Espanha opera entre ganhos e perdas, com Telefonica recuando 2,78% após RBC reduzir sua recomendação sobre a empresa de telecomunicações de outperform para underperform.
Na Alemanha, o DAX 30 avança entre trancos e barrancos, após encomendas de máquinas da Alemanha em julho subirem 18% no ano, impulsionado pela forte demanda no país e do resto da zona do euro.
No Reino Unido, o índice de referência FTSE 100 reconquista parte das pesadas perdas dia anterior, quando caiu 3%. A produtora de chips ARM Holdings sobe 1,53% após o JP Morgan elevar sua classificação de underweight para neutro, enquanto as mineradoras recuperam parte da liquidação que sofreram no pregão de ontem, após dados decepcionantes vindos da China. BHP Billiton sobe 2,37% e Rio Tinto avança 1,63%.
Entre os destaques de queda, BP cai 0,97%, Royal Dutch Shell recua 0,92%, com os preços do petróleo ficarem sob pressão na segunda-feira após o American Petroleum Institute relatar um aumento inesperado na oferta semanal de petróleo.
Apesar oscilações recentes nos mercados, o Morgan Stanley disse em uma nota publicada na terça-feira que seus indicadores de "market-timing" estão dando um "sinal de compra" nas ações europeias. Isso significa que todos os cinco componentes de seus indicadores estão agora em território compra pela primeira vez desde janeiro de 2009. Os analistas do banco disseram que veem "a recente volatilidade nas ações como um evento do mercado, em vez de fornecer um reflexo preciso das perspectivas econômicas.
EUA: Futuros de ações dos EUA apontam para uma abertura otimista em Wall Street, com os investidores encontrando alívio em mercados mais calmos na Ásia antes de um feriado chinês. Entre os dados econômicos a serem divulgados, espera-se números do mercado de trabalho e o Livro Bege do Federal Reserve, com investidores em busca de quaisquer pistas sobre o momento do primeiro aumento da taxa de juros.
AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:
9h15 - ADP Non-Farm Employment Change (número de postos de trabalho no setor privado dos EUA);
9h30 - Revised Nonfarm Productivity (mede a produtividade da mão-de-obra da economia norte-americana, excluída a agropecuária);
9h30 - Revised Unit Labor Costs (mede o custo em dólar que as empresas pagam aos empregados);
11h00 - Factory Orders (mede o volume de pedidos feitos à indústria como um todo, de bens duráveis e bens não duráveis);
11h30 - Crude Oil Inventories (Relatório de Estoques de Petróleo dos Estados Unidos);
15h00 - Beige Book (Livro Bege do Federal Reserve - relatório sobre o desempenho atual da economia do país);
ÍNDICES MUNDIAIS - 7h10:
ÁSIA
Nikkei: -0,39%
Austrália: +0,10%
Shanghai: -0,37%
Hong Kong: -1,18%
EUROPA
Frankfurt - Dax: +0,30%
London - FTSE: +0,36%
Paris - CAC 40: +0,32%
IBEX 35: -0,10%
FTSE MIB: +0,88%
COMMODITIES
BRENT: -1,33%
WTI: -2,22%
OURO: -0,24%
COBRE: +0,04%
SOJA: +0,17%
ALGODÃO: -0,08%
ÍNDICES FUTUROS
DOW: +0,79%
SP500: +0,80%
NASDAQ: +0,82%
Observação: Este material é um trabalho voluntário e gratuito, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. Atenção para o horário da disponibilização dos dados desse relatório.
ÁSIA: O pregão dos mercados asiáticos desta quarta-feira foi um verdadeiro passeio de montanha russa, em meio a preocupações persistentes sobre a saúde da economia da China, enquanto o S & P 500 e o Dow Jones avançaram durante a sessão asiática, sugerindo que a calma poderia voltar aos mercados no final do dia.
Wall Street terminou a sessão de terça-feira em território negativo, com os principais índices fechando em queda de quase 3% em sua terceira pior queda diária em 2015, tendo o pior início de setembro em 13 anos, afetadas por duas pesquisas do setor de manufatura da China, exacerbando um sell-off generalizado nos mercados globais.
Violentas oscilações continuaram nos principais índices de ações da China. O referencial Shanghai Composite serpenteou entre ganhos e perdas antes de fechar em baixa de 0,37%, com os reguladores intensificando medidas de emergência para apoiar a instabilidade dos mercados de ações, ainda que de forma confusa. No início da sessão, o índice de Xangai chegou a cair 4,6%, atingindo 3,019.0 pontos, antes de uma onda de compra no final da manhã, com os preços de algumas blue chips como infra-estrutura e bancos subindo em meio a especulações de mais intervenção do governo.
Nove corretoras chinesas se comprometeram a comprar de mais de 30 bilhões de yuan ($ 4710000000) em ações, segundo a Reuters citando o China Securities Journal na quarta-feira, após a notícia de que grandes corretoras chinesas como Guotai Junan Securities estariam ontem, intensificando suas contribuições para apoiar o mercado de ações, de acordo com o site da Bolsa de Xangai.
Entre outras notícias, um relatório do China Business News disse que os reguladores de valores mobiliários pediram às corretoras para "limpar" o mercado de margem de empréstimo até o final de setembro. Enquanto isso, o Banco do Povo da China (PBOC) planeja reforçar as regras sobre o comércio de forwards cambiais em meados de outubro, com fontes dizendo à Reuters que os bancos serão obrigados a constituir reservas em 15 de outubro.
Entre outros índices da China, o CSI300 subiu 0,11%, enquanto Shenzhen Composite fechou em baixa de 2%. Em Hong Kong, o Hang Seng fechou em queda de 1,18%.
Foi o último dia de negociação da semana, pois os mercados chineses estarão fechados até segunda-feira em comemoração do fim da Segunda Guerra Mundial.
Acompanhando os movimentos nos mercados chineses, o Nikkei do Japão interrompeu os ganhos e fechou em queda de 0,39%, pressionadas principalmente por bancos, corretoras e exportação no final da sessão. Mitsubishi UFJ Financial Group perdeu 1,3%, enquanto Nomura Holdings diminuiu 1,5%. Panasonic, Nikon e Sony caíram entre 1 e 3,1%. Pesos-pesados do índice ajudaram a compensar algumas perdas; Fast Retailing e Fanuc avançaram quase 2% cada. Ações de empresas de transporte ferroviário também avançaram. Hankyu Hanshin Holdings e Central Japan Railway dispararam 6 e 2%, respectivamente, após o Barclays melhorar suas classificações e preços-alvo.
Na Austrália, o S & P ASX 200 inverteu o curso no final do dia e terminou no território positivo, apesar do produto interno bruto (PIB) mostrar que a economia cresceu 0,2%, levando a uma taxa anual para 2%, um ritmo mais lento do que a expansão de 0,4% e uma taxa anual de 2,2% esperados no segundo trimestre. O dólar australiano caiu para uma nova baixa em seis anos e meio, após divulgação dos dados do PIB.
Ações de bancos impulsionaram a alta, ANZ Banking e National Australia Bank avançaram 1,3 e 1%, respectivamente, enquanto os preços do petróleo mais fracos colocaram pressão nos produtores de energia; Santos e Woodside Petroleum caíram 0,8 e 1,6%, respectivamente. Entre as mineradoras, BHP caiu um pouco, mas Rio Tinto subiu 0,3%.
EUROPA: As bolsas europeias abriram em alta nesta quarta-feira e imprimem bastante volatilidade, com os investidores cautelosos com o crescimento da China e um possível aumento da taxa de juro dos EUA. O Stoxx Europe 600 cai 0,44%, depois abrir com alta de 0,8%. Ontem, as bolsas europeias recuaram, após dados decepcionantes da atividade das fábricas da China e leitura mista na zona do euro destacarem preocupações sobre o crescimento global.
IBEX 35 da Espanha opera entre ganhos e perdas, com Telefonica recuando 2,78% após RBC reduzir sua recomendação sobre a empresa de telecomunicações de outperform para underperform.
Na Alemanha, o DAX 30 avança entre trancos e barrancos, após encomendas de máquinas da Alemanha em julho subirem 18% no ano, impulsionado pela forte demanda no país e do resto da zona do euro.
No Reino Unido, o índice de referência FTSE 100 reconquista parte das pesadas perdas dia anterior, quando caiu 3%. A produtora de chips ARM Holdings sobe 1,53% após o JP Morgan elevar sua classificação de underweight para neutro, enquanto as mineradoras recuperam parte da liquidação que sofreram no pregão de ontem, após dados decepcionantes vindos da China. BHP Billiton sobe 2,37% e Rio Tinto avança 1,63%.
Entre os destaques de queda, BP cai 0,97%, Royal Dutch Shell recua 0,92%, com os preços do petróleo ficarem sob pressão na segunda-feira após o American Petroleum Institute relatar um aumento inesperado na oferta semanal de petróleo.
Apesar oscilações recentes nos mercados, o Morgan Stanley disse em uma nota publicada na terça-feira que seus indicadores de "market-timing" estão dando um "sinal de compra" nas ações europeias. Isso significa que todos os cinco componentes de seus indicadores estão agora em território compra pela primeira vez desde janeiro de 2009. Os analistas do banco disseram que veem "a recente volatilidade nas ações como um evento do mercado, em vez de fornecer um reflexo preciso das perspectivas econômicas.
EUA: Futuros de ações dos EUA apontam para uma abertura otimista em Wall Street, com os investidores encontrando alívio em mercados mais calmos na Ásia antes de um feriado chinês. Entre os dados econômicos a serem divulgados, espera-se números do mercado de trabalho e o Livro Bege do Federal Reserve, com investidores em busca de quaisquer pistas sobre o momento do primeiro aumento da taxa de juros.
AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:
9h15 - ADP Non-Farm Employment Change (número de postos de trabalho no setor privado dos EUA);
9h30 - Revised Nonfarm Productivity (mede a produtividade da mão-de-obra da economia norte-americana, excluída a agropecuária);
9h30 - Revised Unit Labor Costs (mede o custo em dólar que as empresas pagam aos empregados);
11h00 - Factory Orders (mede o volume de pedidos feitos à indústria como um todo, de bens duráveis e bens não duráveis);
11h30 - Crude Oil Inventories (Relatório de Estoques de Petróleo dos Estados Unidos);
15h00 - Beige Book (Livro Bege do Federal Reserve - relatório sobre o desempenho atual da economia do país);
ÍNDICES MUNDIAIS - 7h10:
ÁSIA
Nikkei: -0,39%
Austrália: +0,10%
Shanghai: -0,37%
Hong Kong: -1,18%
EUROPA
Frankfurt - Dax: +0,30%
London - FTSE: +0,36%
Paris - CAC 40: +0,32%
IBEX 35: -0,10%
FTSE MIB: +0,88%
COMMODITIES
BRENT: -1,33%
WTI: -2,22%
OURO: -0,24%
COBRE: +0,04%
SOJA: +0,17%
ALGODÃO: -0,08%
ÍNDICES FUTUROS
DOW: +0,79%
SP500: +0,80%
NASDAQ: +0,82%
Observação: Este material é um trabalho voluntário e gratuito, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. Atenção para o horário da disponibilização dos dados desse relatório.
RESENHA DA BOLSA - TERÇA-FEIRA 01/09/2015
ÁSIA: As bolsas asiáticas caíram no primeiro dia de negociação de Setembro, depois que pesquisas do setor de manufatura da China mostraram novamente mais uma perda do dinamismo na economia.
Na terça-feira, a diretora do FMI, Christine Lagarde, disse na Universidade da Indonésia que a entidade espera que o crescimento econômico global enfraqueça, no entanto espera que a Ásia lidere o crescimento, mas corre o risco de retardar o crescimento devido à recente volatilidade nos mercados financeiros.
Índice oficial de manufatura da China (PMI) recuou ligeiramente para 49,7 em agosto, ante 50 de julho, ligeiramente abaixo de 50, marca que separa expansão de contração. Separadamente, o índice Caixin / Markit final de manufatura (PMI) ficou em 47,3 em agosto, acima de uma leitura preliminar de 47,1, mas para baixo de 47,8 em julho. Reforçando a ideia de que as economias regionais estão se envolvendo com o mal-estar econômico da China, os dados de produção de Taiwan, Malásia e Vietnã também mostraram quedas em agosto nesta terça-feira. O PMI do Japão ficou em 51,7 em agosto, ante 51,2 em julho, enquanto o PMI da Coréia do Sul em agosto subiu para 47,9.
Na China, o Shanghai Composite fechou em queda 1,28%, depois de cair 5% após a divulgação dos dados. O yuan se valorizou para 6,4080 contra o dólar americano, na sequência de uma jogada do banco central da China para conter a crescente pressão de depreciação de sua moeda.
Entre os perdedores em Xangai, Bright Dairy & Food caiu 2,6% depois de um lucro líquido fraco do primeiro semestre e um downgrade de "outperform" para "underperform" pelo Credit Suisse. Contrariando a tendência de baixa, os pesos-pesados PetroChina e Sinopec subiram 3 e 2,6%, respectivamente, enquanto o Bank of China subiu 4,9%. Em agosto, o índice de referência registrou uma perda de 12,5%, marcando o terceiro mês consecutivo de declínio.
Entre outros índices da China, o CSI300 que monitora as blue-chip e o Shenzhen Composite recuaram 0,1 e 4,6%, respectivamente. Em Hong Kong, o Hang Seng caiu 2,24% e 12% em agosto, registrando seu quarto mês consecutivo de queda e o pior desempenho desde setembro de 2011.
O índice Nikkei do Japão liderou as perdas regionais e terminou em queda de quase 4%, após a divulgação dos dados de manufatura da China lançar dúvidas sobre a saúde da segunda maior economia do mundo. No front doméstico, as despesas de capital corporativo aumentaram 5,6% entre abril e junho, desacelerando em relação ao trimestre anterior e mostrando sinais de uma economia que luta para se recuperar de uma queda.
Toshiba caiu 5,3%, após o conglomerado adiar o anúncio de seus resultados financeiros anuais na segunda-feira, citando novos erros de contabilidade. Empresas de alimentos também estavam entre o mais atingido. Japan Tobacco e Meiji Holdings fecharam em queda de 4 e 6 por cento, respectivamente.
Uma série de fatores negativos arrastaram o S & P ASX 200 da Austrália para baixo. O índice começou confortavelmente acima de 5.200, mas foi tudo morro a baixo após a liberação do déficit em conta corrente e posterior liquidação nas bolsas chinesas, com os dados do PMI chinês contendo pouca coisa para se comemorar, enquanto os investidores locais aguardam a divulgação do PIB do segundo trimestre nesta quarta-feira e deve influenciar ainda mais o sentimento do mercado.
Setor financeiro teve o pior desempenho no dia, com uma queda de 2,5%. Todos os quatro principais bancos perderam mais de 2%. Destaque para ANZ Banking que caiu 2,9%. O setor de recursos se saíram pouco melhor, com uma alta dos stocks de energia no início do dia após um impressionante aumento de 8% no preço do Brent na segunda-feira mas depois o petróleo deslizou 3% no comércio asiático da terça-feira, mas os produtores de energia renderam aos ganhos iniciais após realização de lucros. Santos despencou 6,2%, enquanto Oil Search e Woodside Petroleum recuaram 0,9 e 2,2%, respectivamente. As mineradoras BHP Billiton e Rio Tinto caíram 2,1 e 1,8%, respectivamente.
Enquanto isso, o Banco da Reserva da Austrália (RBA) manteve as taxas de juros inalteradas em 2% em sua reunião mensal, em linha com as expectativas, o que provocou uma breve "tick-up" no dólar australiano à $ 0,7141 contra o dólar.
EUROPA: As bolsas europeias deslizam nesta terça-feira, sob pressão após dados decepcionantes sobre a atividade da fábrica na China e de alguns países da zona do euro. O Stoxx Europe 600 cai 2,27%, depois de um desempenho catastrófico em agosto. O valor de referência pan-europeu terminou agosto com uma queda de 8,5%, a maior queda para o mês desde 2011.
Equities abriram em baixa após dados de manufatura chinês ressaltar preocupações de que a segunda maior economia do mundo está prestes a perder sua meta de crescimento anual de 7% e na zona do euro, o seu PMI caiu para 52,3 em agosto, ligeiramente abaixo da estimativa de consenso de 52,4. A atividade industrial alemã bateu 16 meses de alta, mas o francês e o italiano atingiram a mínima de quatro meses. No entanto, dados oficiais também mostraram que o desemprego caiu para um mínimo de três anos, em 10,9% em julho na zona do euro.
No Reino Unido, o FTSE 100 recua na volta do feriado de segunda-feira, com pressão do setor de mineração e outros papéis sensível aos dados da China. BHP Billiton, maior empresa de mineração do mundo, cai 3,84%, Anglo American perde 3,48% e Rio Tinto recua 2,55%. A fabricante de produtos de luxo Burberry recua 3,61%
Empréstimos hipotecários no Reino Unido continuou sua escalada em julho, confirmando que o mercado imobiliário britânico recuperou sua força, apesar de regras mais rígidas. Empréstimos à moradias aumentaram 2,7 mil milhões de libras (US $ 4,2 bilhões), o mais alto desde julho de 2008. Este foi o terceiro aumento consecutivo do crédito hipotecário, que tinha diminuído no início do ano e os número de novos empréstimos à habitação assinados no mês também aumentaram, com os bancos do Reino Unido aprovando 68,764 contratos em julho, ante dado revisado 67.069 em junho, enquanto o PMI do Reino Unido recuou para 51,5, abaixo das previsões dos analistas.
Na Alemanha, o DAX 30 também cai. O desemprego na maior economia da Europa diminuiu em agosto. O desemprego em agosto caiu 7000, ante um aumento de 8000 em julho, superando a expectativa inalterada de uma pesquisa do Wall Street Journal. A taxa de desemprego ajustada sazonalmente permaneceu estável em 6,4%, em linha com as expectativas dos analistas na pesquisa.
E para coroar o pessimismo regional, o Morgan Stanley cortou o crescimento de 2016 da zona do euro para 1,9% ante 2,2%
AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:
10h45 - Final Manufacturing PMI (número final da pesquisa referente ao nível de atividade industrial nos Estados Unidos);
11h00 - ISM Manufacturing PMI (mede o nível de atividade industrial no país);
11h00 - ISM Manufacturing Prices (expectativa dos negócios em relação à inflação futura, onde um número maior indica uma maior expectativa de inflação);
11h00 - Construction Spending (mede os gastos decorrentes da construção de imóveis);
11h00 - IBD/TIPP Economic Optimism (mede o nível de confiança do consumidor e o otimismo quanto à atividade econômica);
ÍNDICES MUNDIAIS - 7h30:
ÁSIA
Nikkei: -3,84%
Austrália: -2,12%
Shanghai: -1,28%
Hong Kong: -2,24%
EUROPA
Frankfurt - Dax: -2,46%
London - FTSE: -2,16%
Paris - CAC 40: -2,00%
IBEX 35: -2,04%
FTSE MIB: -1,33%
COMMODITIES
BRENT: -1,94%
WTI: -1,61%
OURO: +0,94%
COBRE: -0,88%
SOJA: -0,56%
ALGODÃO: -0,21%
ÍNDICES FUTUROS
DOW: -2,01%
SP500: -2,14%
NASDAQ: -2,27%
Observação: Este material é um trabalho voluntário e gratuito, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. Atenção para o horário da disponibilização dos dados desse relatório.
ÁSIA: As bolsas asiáticas caíram no primeiro dia de negociação de Setembro, depois que pesquisas do setor de manufatura da China mostraram novamente mais uma perda do dinamismo na economia.
Na terça-feira, a diretora do FMI, Christine Lagarde, disse na Universidade da Indonésia que a entidade espera que o crescimento econômico global enfraqueça, no entanto espera que a Ásia lidere o crescimento, mas corre o risco de retardar o crescimento devido à recente volatilidade nos mercados financeiros.
Índice oficial de manufatura da China (PMI) recuou ligeiramente para 49,7 em agosto, ante 50 de julho, ligeiramente abaixo de 50, marca que separa expansão de contração. Separadamente, o índice Caixin / Markit final de manufatura (PMI) ficou em 47,3 em agosto, acima de uma leitura preliminar de 47,1, mas para baixo de 47,8 em julho. Reforçando a ideia de que as economias regionais estão se envolvendo com o mal-estar econômico da China, os dados de produção de Taiwan, Malásia e Vietnã também mostraram quedas em agosto nesta terça-feira. O PMI do Japão ficou em 51,7 em agosto, ante 51,2 em julho, enquanto o PMI da Coréia do Sul em agosto subiu para 47,9.
Na China, o Shanghai Composite fechou em queda 1,28%, depois de cair 5% após a divulgação dos dados. O yuan se valorizou para 6,4080 contra o dólar americano, na sequência de uma jogada do banco central da China para conter a crescente pressão de depreciação de sua moeda.
Entre os perdedores em Xangai, Bright Dairy & Food caiu 2,6% depois de um lucro líquido fraco do primeiro semestre e um downgrade de "outperform" para "underperform" pelo Credit Suisse. Contrariando a tendência de baixa, os pesos-pesados PetroChina e Sinopec subiram 3 e 2,6%, respectivamente, enquanto o Bank of China subiu 4,9%. Em agosto, o índice de referência registrou uma perda de 12,5%, marcando o terceiro mês consecutivo de declínio.
Entre outros índices da China, o CSI300 que monitora as blue-chip e o Shenzhen Composite recuaram 0,1 e 4,6%, respectivamente. Em Hong Kong, o Hang Seng caiu 2,24% e 12% em agosto, registrando seu quarto mês consecutivo de queda e o pior desempenho desde setembro de 2011.
O índice Nikkei do Japão liderou as perdas regionais e terminou em queda de quase 4%, após a divulgação dos dados de manufatura da China lançar dúvidas sobre a saúde da segunda maior economia do mundo. No front doméstico, as despesas de capital corporativo aumentaram 5,6% entre abril e junho, desacelerando em relação ao trimestre anterior e mostrando sinais de uma economia que luta para se recuperar de uma queda.
Toshiba caiu 5,3%, após o conglomerado adiar o anúncio de seus resultados financeiros anuais na segunda-feira, citando novos erros de contabilidade. Empresas de alimentos também estavam entre o mais atingido. Japan Tobacco e Meiji Holdings fecharam em queda de 4 e 6 por cento, respectivamente.
Uma série de fatores negativos arrastaram o S & P ASX 200 da Austrália para baixo. O índice começou confortavelmente acima de 5.200, mas foi tudo morro a baixo após a liberação do déficit em conta corrente e posterior liquidação nas bolsas chinesas, com os dados do PMI chinês contendo pouca coisa para se comemorar, enquanto os investidores locais aguardam a divulgação do PIB do segundo trimestre nesta quarta-feira e deve influenciar ainda mais o sentimento do mercado.
Setor financeiro teve o pior desempenho no dia, com uma queda de 2,5%. Todos os quatro principais bancos perderam mais de 2%. Destaque para ANZ Banking que caiu 2,9%. O setor de recursos se saíram pouco melhor, com uma alta dos stocks de energia no início do dia após um impressionante aumento de 8% no preço do Brent na segunda-feira mas depois o petróleo deslizou 3% no comércio asiático da terça-feira, mas os produtores de energia renderam aos ganhos iniciais após realização de lucros. Santos despencou 6,2%, enquanto Oil Search e Woodside Petroleum recuaram 0,9 e 2,2%, respectivamente. As mineradoras BHP Billiton e Rio Tinto caíram 2,1 e 1,8%, respectivamente.
Enquanto isso, o Banco da Reserva da Austrália (RBA) manteve as taxas de juros inalteradas em 2% em sua reunião mensal, em linha com as expectativas, o que provocou uma breve "tick-up" no dólar australiano à $ 0,7141 contra o dólar.
EUROPA: As bolsas europeias deslizam nesta terça-feira, sob pressão após dados decepcionantes sobre a atividade da fábrica na China e de alguns países da zona do euro. O Stoxx Europe 600 cai 2,27%, depois de um desempenho catastrófico em agosto. O valor de referência pan-europeu terminou agosto com uma queda de 8,5%, a maior queda para o mês desde 2011.
Equities abriram em baixa após dados de manufatura chinês ressaltar preocupações de que a segunda maior economia do mundo está prestes a perder sua meta de crescimento anual de 7% e na zona do euro, o seu PMI caiu para 52,3 em agosto, ligeiramente abaixo da estimativa de consenso de 52,4. A atividade industrial alemã bateu 16 meses de alta, mas o francês e o italiano atingiram a mínima de quatro meses. No entanto, dados oficiais também mostraram que o desemprego caiu para um mínimo de três anos, em 10,9% em julho na zona do euro.
No Reino Unido, o FTSE 100 recua na volta do feriado de segunda-feira, com pressão do setor de mineração e outros papéis sensível aos dados da China. BHP Billiton, maior empresa de mineração do mundo, cai 3,84%, Anglo American perde 3,48% e Rio Tinto recua 2,55%. A fabricante de produtos de luxo Burberry recua 3,61%
Empréstimos hipotecários no Reino Unido continuou sua escalada em julho, confirmando que o mercado imobiliário britânico recuperou sua força, apesar de regras mais rígidas. Empréstimos à moradias aumentaram 2,7 mil milhões de libras (US $ 4,2 bilhões), o mais alto desde julho de 2008. Este foi o terceiro aumento consecutivo do crédito hipotecário, que tinha diminuído no início do ano e os número de novos empréstimos à habitação assinados no mês também aumentaram, com os bancos do Reino Unido aprovando 68,764 contratos em julho, ante dado revisado 67.069 em junho, enquanto o PMI do Reino Unido recuou para 51,5, abaixo das previsões dos analistas.
Na Alemanha, o DAX 30 também cai. O desemprego na maior economia da Europa diminuiu em agosto. O desemprego em agosto caiu 7000, ante um aumento de 8000 em julho, superando a expectativa inalterada de uma pesquisa do Wall Street Journal. A taxa de desemprego ajustada sazonalmente permaneceu estável em 6,4%, em linha com as expectativas dos analistas na pesquisa.
E para coroar o pessimismo regional, o Morgan Stanley cortou o crescimento de 2016 da zona do euro para 1,9% ante 2,2%
AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:
10h45 - Final Manufacturing PMI (número final da pesquisa referente ao nível de atividade industrial nos Estados Unidos);
11h00 - ISM Manufacturing PMI (mede o nível de atividade industrial no país);
11h00 - ISM Manufacturing Prices (expectativa dos negócios em relação à inflação futura, onde um número maior indica uma maior expectativa de inflação);
11h00 - Construction Spending (mede os gastos decorrentes da construção de imóveis);
11h00 - IBD/TIPP Economic Optimism (mede o nível de confiança do consumidor e o otimismo quanto à atividade econômica);
ÍNDICES MUNDIAIS - 7h30:
ÁSIA
Nikkei: -3,84%
Austrália: -2,12%
Shanghai: -1,28%
Hong Kong: -2,24%
EUROPA
Frankfurt - Dax: -2,46%
London - FTSE: -2,16%
Paris - CAC 40: -2,00%
IBEX 35: -2,04%
FTSE MIB: -1,33%
COMMODITIES
BRENT: -1,94%
WTI: -1,61%
OURO: +0,94%
COBRE: -0,88%
SOJA: -0,56%
ALGODÃO: -0,21%
ÍNDICES FUTUROS
DOW: -2,01%
SP500: -2,14%
NASDAQ: -2,27%
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