RESENHA DA BOLSA - SEGUNDA-FEIRA 09/05/2016
ÁSIA: As bolsas da Ásia fecharam sem direção nesta segunda-feira, com investidores digerindo números mais fracos da balança comercial da China, ponderando expectativas de aumento das taxas de juros pelo FED após relatório de empregos do pais mostrar uma queda no número de contratação de trabalhadores (isso é um bom para compras de ativos mais arriscados) e também avaliando a alta nos preços do petróleo, devido interrupções de fornecimento no Canadá e em meio à saída surpresa do ministro do petróleo da Arábia Saudita, Ali al-Naimi.
Na Austrália, o S & P / ASX 200 index fechou em alta de 0,54%, em 5,320.7 pontos, após oscilar entre ganhos e perdas no início da sessão. O subíndice de materiais caiu 0,56%, mas os de energia e finanças subiram 1,18 e 0,63%, respectivamente.
Mercados da China Continental recuaram após o porta-voz do Partido Comunista informar que a economia do país se encaminha para uma recuperação "em forma de L" ao invés de "V" ou "U", alimentando preocupações entre os investidores de que o crescimento na segunda maior economia do mundo vai moderar ainda mais. Uma recuperação em forma de L refere-se a quedas de referências econômicas importantes como emprego, PIB e produção industrial, seguido por um longo período de estabilidade ou estagnação.
Ainda nesta segunda-feira, uma fonte anônima no Diário do Povo também advertiu que a China não deve apoiar o crescimento através de alavancagem adicional. O Shanghai Composite fechou em baixa de 2,76%, em 2,832.91 pontos, enquanto o Shenzhen Comoposite terminou a sessão em baixa de 3,59%. Em Hong Kong, o índice Hang Seng fechou em alta de 0,23%. O Shanghai Composite caiu em quatro das últimas cinco semanas, perdendo 2,8% somente na sexta-feira.
Os investidores na região também analisaram dados mostrando que as exportações chinesas em abril caíram 1,8% em dólares em relação ao ano anterior, revertendo o aumento de 11,5% em março, enquanto as importações caíram 10,9%, enquanto as reservas cambiais da China cresceram pelo segundo mês consecutivo em abril, de $ 7,090 bilhões para $ 3,220 trilhões.
No Japão, Nikkei terminou a sessão em alta de 0,68%, em 16,216.03 pontos, com o iene enfraquecendo ligeiramente, com o par dólar / yen sendo negociado a 107,52. Um iene mais fraco é favorável para os exportadores japoneses, porque torna os seus produtos mais barato para compradores no exterior. A ata do Banco do Japão, divulgada na segunda-feira mostrou que as autoridades de política monetária concordaram que a economia estava se recuperando, mas alguns alertaram para o sentimento de consumo interno mais fraco e lançou dúvidas sobre a eficácia das taxas de juros negativas.
Do outro lado do Estreito da Coreia, o Kospi Coreia do Sul caiu 0,45% depois de ficar fechada na quinta e sexta-feira devido feriado.
Os preços do petróleo subiram na Ásia, com incêndios florestais no Canadá afetando a produção do país no fim de semana e com a demissão do ministro do Petróleo da Arábia Saudita, Ali al-Naimi, uma das figuras mais poderosas do setor no mundo e substituído por Khalid al-Falih, da companhia estatal petrolífera Saudi Aramco. O posto saudita como o maior fornecedor de petróleo bruto para a Ásia está perto de ser perdido, mas ainda assim, analistas consideram que o posicionamento do reino de não congelar a produção num esforço para manter a participação de mercado deve continuar, mas sinaliza uma "nova era" para os mercados de petróleo bruto e parece ser um reafirmação da política saudita para permitir que o óleo defina seu próprio preço.
Produtores de petróleo australianos fecharam em alta, com Santos subindo 1,7 e Origin Energy ganhando 2,36%, mas ações da Petrochina, listadas em Hong Kong caíram 0,19% e ações da China Oilfield, listadas no continente, caíram 2,61%.
Os principais produtores de recursos caíram, apesar de ter começado o dia em alta, após os futuros do aço e minério de ferro na Bolsa de Mercadorias de Dalian despencar, revertendo a especulação de estabilização no mês passado. Rio Tinto perdeu 2,12%, enquanto BHP Billiton recuou 0,27% e Fortescue Metals caiu 2,25%. Na China, Baoshan Steel caiu 4,62%, Baotou Steel despencou 5,69% e Aluminium Corp of China caiu 4,41%.
EUROPA: As bolsas europeias sobem em meio a uma recuperação nos preços do petróleo e com os investidores esperando que o Federal Reserve mantenha as taxas de juros inalteradas em junho, compensando preocupações de uma nova desaceleração na China. O índice Stoxx Europe 600 sobe 1,27%, recuperando das fortes perdas na semana passada, quando registrou uma queda semanal de 2,9% na sexta-feira, a maior desde fevereiro, após uma mescla de balanços das empresas e alta do euro.
O rali nos preços do petróleo também ajudam a melhorar o humor do investidor na Europa. O petróleo bruto avança, com a expansão dos incêndios florestais no Canadá atingindo a produção do país e com a demissão inesperada do ministro da Arábia Saudita. A espanhola Repsol sobe 0,57% e a italiana Eni avança 0,6%. Tullow Oil sobe 4% após Barclays elevou sua meta de preço. Em sentido contrário, a empresa petrolífera francesa Total recua após anunciar planos para comprar a fabricante de baterias Saft por 36,5 euros por ação, valorizando a empresa em 950 milhões de euros, enquanto Royal Dutch Shell cai após a empresa ser forçada a evacuar o pessoal nas instalações na região do Delta do Níger em meio a temores de ataques de grupos militantes, mas as operações continuam.
No Reino Unido, o FTSE 100 sobe, a caminho para a terceira sessão consecutiva de ganhos. Entre as altas, EasyJet sobe 2,59% após RBC Capital Markets elevar as ações a cia aérea de underperform para outperform, de acordo com a Dow Jones Newswires, no entanto, empresas de mineração pesam sobre o FTSE após dados de exportação e importação chineses renovarem temores com o crescimento na segunda maior economia do mundo. As exportações caíram 1,8% em abril, enquanto as importações caíram 10,9%. Os dados sugerem que a demanda global por produtos chineses deverá diminuir e que a economia doméstica está abrandando. Anglo American despencam 5,45%, Glencore cai 3,81%, Rio Tinto recua 3,84% e BHP Billiton cai 2,18%, após acordo com autoridades brasileiras sobre o acidente na barragem da Samarco em Novembro.
A libra GBPUSD, cai para $ 1,4385, em comparação com $ 1,4427 na sexta-feira em Nova York, depois de relatos de que o Banco da Inglaterra está se preparando para cortar as taxas de juros se os votos do Reino Unido para deixar a União Europeia vencerem no chamado referendo Brexit em junho. O BOE anuncia sua mais recente decisão da taxa na quinta-feira e é esperado a manutenção de sua taxa básica de juros em uma baixa recorde de 0,5% onde está desde Março de 2009.
A Grécia voltou ao centro das atenções dos investidores após o parlamento do país votar no domingo a favor de reformas previdenciárias e tributárias, provocando protestos em Atenas e Salónica. Os ministros de finanças do Eurogrupo reúnem-se em Bruxelas nesta segunda-feira para discutir o programa de resgate da Grécia e possivelmente lançar discussão sobre o alívio da dívida para o país endividado. Comentaristas dizem que a Grécia está indo na direção certa e finalmente, algum progresso material tem sido alcançado e que a Grécia deve receber outro empréstimo em julho, quando deverá fazer um pagamento de € 2,2 bilhões para o Banco Central Europeu. O Athex Composite Index sobe 0,97%.
OURO: Os preços do ouro caem nesta segunda-feira, enquanto o dólar encontrou forças em relação ao iene. Ouro para entrega em junho caiu 1,10%, para US $ 1,281.40 a onça, após criação de empregos nos EUA mais fracos do que o esperado na sexta-feira desencadeando ganhos para os preços do ouro que subiram 1,7% na sexta-feira, pois as taxas de juros mais baixas tendem a pressionar o dólar e impulsionar ativos denominados em dólares, tais como o ouro.
Enquanto isso, a prata para entrega em julho cai 0,67%, para $ 17,42 a onça. A prata caiu 1,2% na sexta-feira. O cobre de alto teor com entrega para julho cai 1,49% após dados de comércio China.
AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:
11h00 - Labor Market Conditions Index (compilação de vários dados de trabalho em uma única leitura, a fim de dar uma melhor visão do mercado);
ÍNDICES MUNDIAIS - 7h00:
ÁSIA
Nikkei: +0,68%
Austrália: +0,54%
Xangai Composite: -2,76%
Hong Kong: +0,23%
EUROPA
Frankfurt - Dax: +0,94%
London - FTSE: +0,66%
Paris CAC 40: +1,36%
Madrid IBEX: +1,42%
FTSE MIB: +0,12%
COMMODITIES
BRENT: +1,81%
WTI: +2,26%
OURO: -1,24%
COBRE: -1,53%
SOJA: +0,27%
ALGODÃO: +0,11%
MILHO: +0,53%
ÍNDICES FUTUROS
Dow: +0,28%
SP500: +0,29%
NASDAQ: +0,32%
OBSERVAÇÃO: Este material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário da disponibilização dos dados.
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RESENHA DA BOLSA - SEXTA-FEIRA 06/05/2016
ÁSIA: A maioria dos mercados asiáticos perderam terreno nesta sexta-feira, com os investidores aguardando os números do relatório de empregos dos EUA, que deve influenciar as expectativas se o Federal Reserve vai puxar o gatilho para mais uma alta das taxas de juro em junho.
O S & P / ASX 200 da Austrália fechou em alta de 0,25%, em 5292 pontos, refazendo as perdas anteriores após declaração de política monetária do Banco da Reserva da Austrália (RBA), que divulgou nesta sexta-feira, nota mostrando que o banco central cortou sua previsão de inflação acentuadamente, indicando possíveis novas reduções das taxas de juros. Grandes produtores de recursos fecharam sem direção. Rio Tinto recuou 0,65%, enquanto Fortescue Metals e BHP Billiton subiram 2,64 e 0,16%, respectivamente.
No Japão, o Nikkei terminou em baixa de 0,25%, a 16,106.72 pontos, na retomada das negociações depois de um feriado de três dias.
Mercados da China continental terminaram em baixa após relatório do Dow Jones de que havia rumores nos mercados de que os reguladores de valores mobiliários da China poderiam suspender o processo de empresas chinesas que querem retirar suas ações das bolsas dos EUA e relistá-las em Xangai ou Shenzhen. O Shanghai Composite fechou em queda de 2,82%, a 2,913.41 pontos e o Shenzhen Composite encerrou em baixa de 3,6%. Em Hong Kong, o Hang Seng index fechou em baixa 1,66%.
Mercados na Coreia do Sul, Indonésia e Tailândia ficaram fechados por conta de feriados.
EUROPA: Investidores europeus se mantém cautelosos antes dos dados de emprego dos EUA. O Stoxx Europe 600 cai 0,77%. Os setores de petróleo e gás, tecnologia e telecomunicações lideram as perdas. Em uma semana curta, o Stoxx 600 enfrenta uma queda de 3%, o que marcaria seu pior desempenho semanal desde 12 de fevereiro.
O petróleo recua diante da força do dólar depois que os preços saltaram com notícias de desabastecimento no Canadá, onde os incêndios continuaram a consumir florestas próximos de enormes campos de extração.
No Reino Unido, o FTSE 100 cai, seguindo para uma perda de 2,3% na semana, marcando a terceira perda semanal consecutiva e o maior recuo semanal desde 12 de fevereiro. Entre decliners, Inmarsat cai 4,52% após a empresa de satélites cortar sua previsão de vendas para o ano.
Ações ligadas às commodities também estavam no vermelho, com grandes petrolíferas recuando. BP cai 1,70% e Royal Dutch Shell perde 2,07%. No setor de mineração, BHP Billiton cai 1,25% após um tribunal brasileiro aprovar um acordo com algumas autoridades brasileiras sobre o acidente na barragem da Samarco em novembro. Anglo American cai 3,64% e Rio Tinto recua 1,49%.
EUA:
AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:
9h30 - Relatório de Emprego, composto por: Unemployment Rate (taxa de desemprego), Nonfarm Payrolls (pesquisa realizada em cerca de 375 mil empresas, que mostra o número de empregos gerados na economia, excetuando-se agricultura e pecuária), Average Workweek (média de horas trabalhadas por semana) e Hourly Earnings (média de remunerações por hora trabalhada);
16h00 - Consumer Credit de março (mede o total de crédito ao consumidor);
OBSERVAÇÃO: Este material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário da disponibilização dos dados.
ÁSIA: A maioria dos mercados asiáticos perderam terreno nesta sexta-feira, com os investidores aguardando os números do relatório de empregos dos EUA, que deve influenciar as expectativas se o Federal Reserve vai puxar o gatilho para mais uma alta das taxas de juro em junho.
O S & P / ASX 200 da Austrália fechou em alta de 0,25%, em 5292 pontos, refazendo as perdas anteriores após declaração de política monetária do Banco da Reserva da Austrália (RBA), que divulgou nesta sexta-feira, nota mostrando que o banco central cortou sua previsão de inflação acentuadamente, indicando possíveis novas reduções das taxas de juros. Grandes produtores de recursos fecharam sem direção. Rio Tinto recuou 0,65%, enquanto Fortescue Metals e BHP Billiton subiram 2,64 e 0,16%, respectivamente.
No Japão, o Nikkei terminou em baixa de 0,25%, a 16,106.72 pontos, na retomada das negociações depois de um feriado de três dias.
Mercados da China continental terminaram em baixa após relatório do Dow Jones de que havia rumores nos mercados de que os reguladores de valores mobiliários da China poderiam suspender o processo de empresas chinesas que querem retirar suas ações das bolsas dos EUA e relistá-las em Xangai ou Shenzhen. O Shanghai Composite fechou em queda de 2,82%, a 2,913.41 pontos e o Shenzhen Composite encerrou em baixa de 3,6%. Em Hong Kong, o Hang Seng index fechou em baixa 1,66%.
Mercados na Coreia do Sul, Indonésia e Tailândia ficaram fechados por conta de feriados.
EUROPA: Investidores europeus se mantém cautelosos antes dos dados de emprego dos EUA. O Stoxx Europe 600 cai 0,77%. Os setores de petróleo e gás, tecnologia e telecomunicações lideram as perdas. Em uma semana curta, o Stoxx 600 enfrenta uma queda de 3%, o que marcaria seu pior desempenho semanal desde 12 de fevereiro.
O petróleo recua diante da força do dólar depois que os preços saltaram com notícias de desabastecimento no Canadá, onde os incêndios continuaram a consumir florestas próximos de enormes campos de extração.
No Reino Unido, o FTSE 100 cai, seguindo para uma perda de 2,3% na semana, marcando a terceira perda semanal consecutiva e o maior recuo semanal desde 12 de fevereiro. Entre decliners, Inmarsat cai 4,52% após a empresa de satélites cortar sua previsão de vendas para o ano.
Ações ligadas às commodities também estavam no vermelho, com grandes petrolíferas recuando. BP cai 1,70% e Royal Dutch Shell perde 2,07%. No setor de mineração, BHP Billiton cai 1,25% após um tribunal brasileiro aprovar um acordo com algumas autoridades brasileiras sobre o acidente na barragem da Samarco em novembro. Anglo American cai 3,64% e Rio Tinto recua 1,49%.
EUA:
AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:
9h30 - Relatório de Emprego, composto por: Unemployment Rate (taxa de desemprego), Nonfarm Payrolls (pesquisa realizada em cerca de 375 mil empresas, que mostra o número de empregos gerados na economia, excetuando-se agricultura e pecuária), Average Workweek (média de horas trabalhadas por semana) e Hourly Earnings (média de remunerações por hora trabalhada);
16h00 - Consumer Credit de março (mede o total de crédito ao consumidor);
OBSERVAÇÃO: Este material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário da disponibilização dos dados.
RESENHA DA BOLSA - QUINTA-FEIRA 05/06/2016
ÁSIA: Os mercados asiáticos tiveram impulso com os preços do petróleo mais elevados nesta quinta-feira, em um pregão bastante volátil. Os ganhos foram seguido após leitura mostrar um crescimento moderado no setor de serviços da China e com o fortalecimento do dólar.
Os preços do petróleo ganharam terreno no comércio asiático, depois de relatos de produção de petróleo do Canadá ser afetado por um incêndio de grande proporção em Alberta e uma escalada de tensões na Líbia.
A australiana S & P / ASX 200 fechou em alta de 0,15%, em 5,279.1 pontos, impulsionado por uma alta de 1,12% no subíndice de energia e de 0,66% no setor financeiro, compensando a queda de 0,66% no subíndice recursos naturais. As vendas de varejo de março na Austrália subiu 0,4% em relação ao mês anterior.
No continente, os mercados chineses terminaram a sessão em território positivo, apesar do índice PMI de serviços da China, divulgado pela Caixin, ficar em 51,8 em abril, ante 52,2 em março. Uma leitura acima de 50 indica que atividade está crescendo, enquanto um abaixo desse nível sugere uma contração. Shanghai Composite fechou em alta de 0,23%, em 2,998.141 pontos e o Shenzhen Composite subiu 0,721%. Em Hong Kong, o Hang Seng index caiu 0,32%.
Após o anúncio do PMI chinês, os futuros do minério de ferro tiveram um forte sell-off e como tal, prejudicou ações do setor de mineração, pois uma leitura mais fraca dá ainda mais combustível para o recente tombo no mercado futuros do minério de ferro e vergalhões que são de natureza especulativa. O preço à vista do minério de ferro, desembarcado na China, foi buscar US $ 60,09 a tonelada na quarta-feira, uma queda de 5% para a sessão. Grandes produtores de recursos fecharam sem direção. Na Austrália, Fortescue Metals caiu 3,19%, BHP Billiton caiu 1,92%, estendendo as perdas de 9,4% de quarta-feira, enquanto Rio Tinto subiu 0,44%. Na China, Baoshan Steel caiu 0,71% e Aluminium Corp of China fechou inalterada.
No mercado de câmbio, o índice do dólar, que mede a força do dólar contra uma cesta de moedas, continuou seu rali de três dias, sendo negociado a 93,289 depois de mergulhar abaixo de 92 no início desta semana, explorando níveis mais baixos desde Janeiro de 2015. A força relativa do dólar pode abrandar o sentimento dos mercados. Na maioria das vezes, a força do dólar está associada a aversão ao risco, ruim para esses ativos. Um dólar mais forte também é negativo para os preços das commodities, que são negociados em dólares.
O iene japonês, que é visto como uma moeda porto seguro, manteve-se relativamente forte, com o par dólar / iene em 107,26, abaixo dos níveis de 111.50 da semana passada. Nesta semana, o par de moedas bateu seus níveis mais baixos desde de outubro de 2014, quando o Banco do Japão lançou sua segunda rodada de seu maciço programa de flexibilização quantitativa.
Os mercados no Japão, Coreia do Sul, Indonésia e Tailândia permaneceram fechados devido feriados. O Nikkei caiu 3,1% na segunda-feira e está fechado desde então, retornando nesta sexta-feira.
EUROPA: As bolsas europeias sobem pela primeira vez em cinco sessões, com otimismo sobre a recuperação dos preços do petróleo superando as preocupações com o abrandamento do crescimento no setor de serviços da China, mas os investidores seguem atentos aos números cruciais de emprego nos EUA que serão divulgados na sexta-feira.
O Stoxx Europe 600 abriu em alta de 0,72% e oscila entre perdas e ganhos, após atingir o nível de fechamento mais baixo desde 07 de abril na quarta-feira. Os volumes negociados deverão ser baixos durante a sessão devido feriados bancários na Alemanha e na França em comemoração ao Dia da Ascensão. Mercados franceses e alemães no entanto estão abertos, mas permanecem fechadas na Áustria, Suíça, Dinamarca, Finlândia, Islândia, Noruega e Suécia.
Os bancos italianos avançam em meio às esperanças de reformas do conturbado setor bancário do país. O Tesouro da Itália pode colocar dinheiro no fundo de resgate através de um veículo de investimento que está comprando a Intesa Sanpaolo, informou a Reuters, citando uma fonte do governo. A notícia ajudou a impulsionar o sentimento em torno dos bancos italianos na quarta-feira. Os bancos italianos tem estado sob pressão devido à grande carteira de empréstimos ruins. O governo italiano tem tomado medidas para ajudar o setor, incluindo a criação de um chamado "banco ruim" de nome "Atlante", que fez a sua primeira intervenção no fim de semana, colocando dinheiro no Banco Popolare di Vicenza após seus planos de ofertar ações ao público fracassar. Banca Monte Paschi di Siena, um dos credores italianos mais problemáticos, sobe 5%, antes da divulgação de seu balanço mais tarde.
No Reino Unido, o FTSE 100 oscila entre pequenas altas e baixas, segundo seus pares regionais. A mineradora BHP Billiton que foi duramente castigada no dia de ontem, avança 0,53%, Anglo American sobe 0,47%, enquanto Antofagasta cai 0,27% e Rio Tinto recua 0,24%.
EUA: Futuros de ações dos EUA sobem, indicando que Wall Street poderá ter a primeira sessão positiva em três dias, com impulsos vindos dos preços do petróleo mais elevados. Merck & Co., Tesla Motors e Alibaba Group Holding figuram entre as empresas agendadas para divulgar seus balanços, enquanto investidores aguardam as reivindicações de seguro desemprego semanal e um punhado de autoridades do FED discursando.
O Presidente do FED de San Francisco, John Williams, será entrevistado na CNBC, enquanto o Presidente do FED de St. Louis, James Bullard, falará sobre a economia e a política do Fed na Universidade da Califórnia em Santa Barbara. Williams e Bullard também exibirão um painel sobre "A política monetária internacional e reforma na prática" na conferência de Hoover Institute na Universidade de Stanford. O Presidente do FED de Dallas, Robert Kaplan, também estará no mesmo evento.
Stocks terminaram em baixa na quarta-feira, pesados por números mais fracos do que o esperado de dados laborais do setor privado e uma queda na produtividade do trabalhador. A queda da Caterpillar e Goldman Sachs Group ajudaram a arrastar os índices em Wall Street, enquanto isso, o dólar a continua a sua marcha de alta.
AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:
8h30 - Challenger Job Cuts (número de demissões corporativas);
9h30 - Unemployment Claims (número de pedidos de auxílio-desemprego);
12h30 - Discurso do presidente do FED de St. Louis, James Bullard;
20h15 - Discurso do presidente do FED de St. Louis, James Bullard;
ÍNDICES MUNDIAIS - 7h10:
ÁSIA
Nikkei: ---%
Austrália: +0,15%
Xangai Composite: +0,23%
Hong Kong: -0,36%
EUROPA
Frankfurt - Dax: +0,24%
London - FTSE: -0,13%
Paris CAC 40: -0,03%
Madrid IBEX: +0,97%
FTSE MIB: +0,85%
COMMODITIES
BRENT: +2,49%
WTI: +2,95%
OURO: +0,37%
COBRE: -1,44%
SOJA: +0,27%
ALGODÃO: +0,46%
MILHO: +0,26%
ÍNDICES FUTUROS
Dow: +0,33%
SP500: +0,35%
NASDAQ: +0,40%
OBSERVAÇÃO: Este material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário da disponibilização dos dados.
ÁSIA: Os mercados asiáticos tiveram impulso com os preços do petróleo mais elevados nesta quinta-feira, em um pregão bastante volátil. Os ganhos foram seguido após leitura mostrar um crescimento moderado no setor de serviços da China e com o fortalecimento do dólar.
Os preços do petróleo ganharam terreno no comércio asiático, depois de relatos de produção de petróleo do Canadá ser afetado por um incêndio de grande proporção em Alberta e uma escalada de tensões na Líbia.
A australiana S & P / ASX 200 fechou em alta de 0,15%, em 5,279.1 pontos, impulsionado por uma alta de 1,12% no subíndice de energia e de 0,66% no setor financeiro, compensando a queda de 0,66% no subíndice recursos naturais. As vendas de varejo de março na Austrália subiu 0,4% em relação ao mês anterior.
No continente, os mercados chineses terminaram a sessão em território positivo, apesar do índice PMI de serviços da China, divulgado pela Caixin, ficar em 51,8 em abril, ante 52,2 em março. Uma leitura acima de 50 indica que atividade está crescendo, enquanto um abaixo desse nível sugere uma contração. Shanghai Composite fechou em alta de 0,23%, em 2,998.141 pontos e o Shenzhen Composite subiu 0,721%. Em Hong Kong, o Hang Seng index caiu 0,32%.
Após o anúncio do PMI chinês, os futuros do minério de ferro tiveram um forte sell-off e como tal, prejudicou ações do setor de mineração, pois uma leitura mais fraca dá ainda mais combustível para o recente tombo no mercado futuros do minério de ferro e vergalhões que são de natureza especulativa. O preço à vista do minério de ferro, desembarcado na China, foi buscar US $ 60,09 a tonelada na quarta-feira, uma queda de 5% para a sessão. Grandes produtores de recursos fecharam sem direção. Na Austrália, Fortescue Metals caiu 3,19%, BHP Billiton caiu 1,92%, estendendo as perdas de 9,4% de quarta-feira, enquanto Rio Tinto subiu 0,44%. Na China, Baoshan Steel caiu 0,71% e Aluminium Corp of China fechou inalterada.
No mercado de câmbio, o índice do dólar, que mede a força do dólar contra uma cesta de moedas, continuou seu rali de três dias, sendo negociado a 93,289 depois de mergulhar abaixo de 92 no início desta semana, explorando níveis mais baixos desde Janeiro de 2015. A força relativa do dólar pode abrandar o sentimento dos mercados. Na maioria das vezes, a força do dólar está associada a aversão ao risco, ruim para esses ativos. Um dólar mais forte também é negativo para os preços das commodities, que são negociados em dólares.
O iene japonês, que é visto como uma moeda porto seguro, manteve-se relativamente forte, com o par dólar / iene em 107,26, abaixo dos níveis de 111.50 da semana passada. Nesta semana, o par de moedas bateu seus níveis mais baixos desde de outubro de 2014, quando o Banco do Japão lançou sua segunda rodada de seu maciço programa de flexibilização quantitativa.
Os mercados no Japão, Coreia do Sul, Indonésia e Tailândia permaneceram fechados devido feriados. O Nikkei caiu 3,1% na segunda-feira e está fechado desde então, retornando nesta sexta-feira.
EUROPA: As bolsas europeias sobem pela primeira vez em cinco sessões, com otimismo sobre a recuperação dos preços do petróleo superando as preocupações com o abrandamento do crescimento no setor de serviços da China, mas os investidores seguem atentos aos números cruciais de emprego nos EUA que serão divulgados na sexta-feira.
O Stoxx Europe 600 abriu em alta de 0,72% e oscila entre perdas e ganhos, após atingir o nível de fechamento mais baixo desde 07 de abril na quarta-feira. Os volumes negociados deverão ser baixos durante a sessão devido feriados bancários na Alemanha e na França em comemoração ao Dia da Ascensão. Mercados franceses e alemães no entanto estão abertos, mas permanecem fechadas na Áustria, Suíça, Dinamarca, Finlândia, Islândia, Noruega e Suécia.
Os bancos italianos avançam em meio às esperanças de reformas do conturbado setor bancário do país. O Tesouro da Itália pode colocar dinheiro no fundo de resgate através de um veículo de investimento que está comprando a Intesa Sanpaolo, informou a Reuters, citando uma fonte do governo. A notícia ajudou a impulsionar o sentimento em torno dos bancos italianos na quarta-feira. Os bancos italianos tem estado sob pressão devido à grande carteira de empréstimos ruins. O governo italiano tem tomado medidas para ajudar o setor, incluindo a criação de um chamado "banco ruim" de nome "Atlante", que fez a sua primeira intervenção no fim de semana, colocando dinheiro no Banco Popolare di Vicenza após seus planos de ofertar ações ao público fracassar. Banca Monte Paschi di Siena, um dos credores italianos mais problemáticos, sobe 5%, antes da divulgação de seu balanço mais tarde.
No Reino Unido, o FTSE 100 oscila entre pequenas altas e baixas, segundo seus pares regionais. A mineradora BHP Billiton que foi duramente castigada no dia de ontem, avança 0,53%, Anglo American sobe 0,47%, enquanto Antofagasta cai 0,27% e Rio Tinto recua 0,24%.
EUA: Futuros de ações dos EUA sobem, indicando que Wall Street poderá ter a primeira sessão positiva em três dias, com impulsos vindos dos preços do petróleo mais elevados. Merck & Co., Tesla Motors e Alibaba Group Holding figuram entre as empresas agendadas para divulgar seus balanços, enquanto investidores aguardam as reivindicações de seguro desemprego semanal e um punhado de autoridades do FED discursando.
O Presidente do FED de San Francisco, John Williams, será entrevistado na CNBC, enquanto o Presidente do FED de St. Louis, James Bullard, falará sobre a economia e a política do Fed na Universidade da Califórnia em Santa Barbara. Williams e Bullard também exibirão um painel sobre "A política monetária internacional e reforma na prática" na conferência de Hoover Institute na Universidade de Stanford. O Presidente do FED de Dallas, Robert Kaplan, também estará no mesmo evento.
Stocks terminaram em baixa na quarta-feira, pesados por números mais fracos do que o esperado de dados laborais do setor privado e uma queda na produtividade do trabalhador. A queda da Caterpillar e Goldman Sachs Group ajudaram a arrastar os índices em Wall Street, enquanto isso, o dólar a continua a sua marcha de alta.
AGENDA DO INVESTIDOR:
EUA:
8h30 - Challenger Job Cuts (número de demissões corporativas);
9h30 - Unemployment Claims (número de pedidos de auxílio-desemprego);
12h30 - Discurso do presidente do FED de St. Louis, James Bullard;
20h15 - Discurso do presidente do FED de St. Louis, James Bullard;
ÍNDICES MUNDIAIS - 7h10:
ÁSIA
Nikkei: ---%
Austrália: +0,15%
Xangai Composite: +0,23%
Hong Kong: -0,36%
EUROPA
Frankfurt - Dax: +0,24%
London - FTSE: -0,13%
Paris CAC 40: -0,03%
Madrid IBEX: +0,97%
FTSE MIB: +0,85%
COMMODITIES
BRENT: +2,49%
WTI: +2,95%
OURO: +0,37%
COBRE: -1,44%
SOJA: +0,27%
ALGODÃO: +0,46%
MILHO: +0,26%
ÍNDICES FUTUROS
Dow: +0,33%
SP500: +0,35%
NASDAQ: +0,40%
OBSERVAÇÃO: Este material é um trabalho voluntário, resultado da compilação de dados divulgados em diversos sites da internet que são aqui resumidos de maneira didática para facilitar e agilizar a compreensão do leitor. O texto da sessão asiática está no tempo passado e a europeia no presente devido ao horário em que este relatório é redigido. Atentem-se para o horário da disponibilização dos dados.
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